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Privacidade

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Este site não sabe quem você é.

E por quê? Simples. Eu não vendo nada aqui, este site é meu antes de tudo, meu jardim digital, aberto pra você visitar e ficar se gostar. Como não estou vendendo nada, então não há nada a coletar.

Então, como eu lido com os seus dados?

Nada vem de fora. Aqui eu não tenho nenhum medidor de audiência, nenhum script de terceiros (ou seja, nada de Google Analytics, nem similares). Também não existe nenhum botão de rede social que carrega sozinho. As fontes usadas para exibir o texto são servidas por este servidor. Os avatares de quem responde através do Mastodon ou do Bluesky são copiados para cá antes de aparecerem. E no caso de vídeos do YouTube, só existe comunicação com o YouTube depois que você clica: até lá não existe iframe, nem endereço do Google na página.

Quem só lê não recebe cookie. Nenhum cookie. Existe um cookie de sessão neste site, mas ele só nasce pra mim mesmo, quando eu faço meu login para escrever e editar.

Só há três números que eu conto.

  • Visitas. Por achar se tratar do método mais elegante e menos invasivo possível, eu replico aqui uma versão derivada e menos poderosa da regra de analytics do Bear Blog, implementada pelo Herman Martinus. Via CSS, o navegador só registra visita quando alguém mexe na página — ou seja, move o cursor do mouse, ou rola a tela no celular. Se você entrar, visualizar, e não mexer em nada, sua visita não é registrada.
  • Gostei. Caso você termine de ler um texto que escrevi e ele tenha ressoado com você, você pode clicar no botãozinho que tem no final de cada nota que eu publico. Não tem campo de texto, não tem mais nada.
  • Feeds. Quando o seu leitor de feeds busca aqui, eu conto essa busca. É o único jeito de eu saber quantas pessoas assinam: quem lê por feed nunca abre a página, e este servidor não guarda registro de acesso. Vale inclusive quando o meu site responde apenas "nada mudou", sem mandar texto nenhum. Como nos outros dois casos, o seu endereço de IP não fica guardado: vira um código embaralhado junto com a data, e se apaga sozinho à meia-noite. Do seu leitor eu guardo só o nome — Feedly, NetNewsWire, etc. —, escolhido de uma lista curta. Se não estiver nessa lista, entra como "outro".

Em nenhum dos três eu guardo o seu endereço de IP. Ele vira um código embaralhado junto com um segredo: na leitura e no feed, com a data — e o código se apaga sozinho à meia-noite; no gostei, com o número da nota — e aí ele é diferente em cada texto, então nem com o banco na mão eu consigo dizer que a mesma pessoa gostou de dois.

Da sua visita, eu guardo ainda o domínio de onde você veio (só o domínio) e o nome do navegador e do sistema, escolhidos de uma lista curta.

Se você me escrever: no meu livro de visitas, nada é publicado sem eu ler antes. Não peço seu e-mail, porque não haveria o que fazer com ele. Também não há captcha de terceiro. O seu endereço de IP fica só como código embaralhado, e serve para uma coisa só: segurar um freio, evitando que mais de três recados sejam enviados por hora.

Se quiser me escrever em particular: o formulário de contato não publica nada — a mensagem vai só para mim, e não aparece em lugar nenhum do site. O e-mail ali é opcional: os endereços de e-mail fornecidos voluntariamente são armazenados com o único propósito de responder sua mensagem, caso entre em contato e assim deseje. As defesas são as mesmas do livro de visitas, e o seu endereço de IP continua só como código embaralhado.

As respostas nas redes. O que responderam no Mastodon e no Bluesky aparece no fim da nota porque o meu servidor foi buscar, de tempos em tempos. O seu navegador nunca conversa com essas redes. Se você só leu, elas não ficaram sabendo.