Ficou mais legal acompanhar letras de música pelo iOS usando Musixmatch e Spotify

Eu sempre gostei muito de usar o Musixmatch para descobrir e acompanhar as letras das músicas que eu escuto, no melhor estilo sing along.

Alguns anos atrás, quando eu utilizava um Samsung Galaxy S3, havia um recurso interessantíssimo do Musixmatch, que me permitia acompanhar letras de música através de um popup, que aparecia por cima da interface do Spotify enquanto a música estivesse sendo reproduzida.

Eu achava esse recurso tão sensacional que confesso que depois que voltei para a Apple e o iPhone, foi uma das coisas que mais senti falta, pois, para acompanhar letras de música utilizando o app em conjunto com o Spotify, vinha sendo obrigado a abrir os dois aplicativos no celular ao mesmo tempo, e ficar trocando entre eles: fazendo assim, toda vez que volto para o Musixmatch, a música se interrompe um pouco, pois o microfone precisa ser novamente acessado pelo aplicativo, e isso  atrapalha um pouco a experiência de ouvir música.

Eis que, atualizando o Musixmatch hoje, me deparei com um novo widget que pode ser acrescentado à área de notificações do iPhone. E a melhor notícia é que este novo recurso se integra perfeitamente com o Spotify, e à medida em que ouço músicas no aplicativo, as respectivas letras aparecem normalmente após serem carregadas no widget.

Ainda não se trata do popup que aparecia por cima do aplicativo do Spotify quando eu utilizava um Android. Mesmo assim, é um avanço muito bem-vindo, que deve deixar muita gente feliz, da mesma forma que me deixou.

Profissão: Protetor do Planeta

Entre o grande número de profissões existentes no mercado atualmente, sejam elas clássicas ou modernas, eu certamente nunca tinha ouvido falar de uma: Ocorre que a NASA está procurando candidatos a ocuparem a vaga de oficial protetor planetário.

Pode ser a chance de alguém conseguir ganhar a vida defendendo nosso Planeta Terra de ameaças e invasores alienígenas e, se não fosse o fato de a NASA ser uma agência norte-americana a milhares de quilômetros de onde eu moro, e meus compromissos atuais, eu bem que me candidataria à função, pois assim eu seria capaz de fazer igualzinho aos homens de preto, quem sabe, inclusive, ganhando meu próprio desneuralizador para carregar por aí.

Calma rapazes. É brincadeirinha.

Na verdade, a vaga aberta pela NASA, para uma função que de fato existe, é para buscar profissionais muito menos parecidos com Will Smith e Tommy Lee Jones,  e e muito mais parecidos com aqueles caras das equipes de Apollo 13 ou de Perdido em Marte, ou seja, nada de atirar em alienígenas e outras coisas do gênero, por mais fantástico que isso pudesse ser.

Protetores planetários, na verdade, são profissionais que estudam, de forma muito aplicada, aliás, uma grande diversidade de métodos de contaminação e como fazer para desinfetar equipamentos robóticos utilizados nas missões espaciais realizadas pela agência de maneira apropriada.

Mas como assim… desinfetar?

Pode parecer estranho, mas, de acordo com um texto publicado por Randall Munroe, editor e desenhista por trás do site xkcd, todas as naves espaciais carregam bactérias, e é papel do oficial de proteção planetária esterelizá-las antes e durante os lançamentos, já que ninguém quer contaminar outros planetas ou luas com bactérias terrestres.

Parece bobagem? Eu também pensei isso, mas existem dois grandes motivos para fazer isso. O primeiro é que, da mesma forma que ninguém gostaria de ver nosso tão amado planetinha ter seus ecossistemas invadidos por formas de vida alienígena, a NASA também não quer que isso ocorra ao contrário, ou seja, não seria nada legal deixar vidas terrestres se infiltrarem em outros planetas e seus ecossistemas — uma questão ética e tanto.

O segundo motivo é que, caso encontremos mesmo alguma forma de vida alienígena pelo espaço afora, não seria nada legal ter que ficar gastando um tempão para descobrir se era mesmo um organismo extraterreno ou um de nossos próprios seres já conhecidos — os tataranetos das bactérias que viajassem acidentalmente da Terra para outro lugar no espaço, por exemplo.

Assim, caso alguém por aí resolva se candidatar à vaga da NASA, vai estar prestando um serviço muito grande à NASA — o que, de qualquer maneira, preencheria o tempo até que de fato precisássemos lutar com forças extraterrestres pelo domínio de nosso planeta, o que ainda pode levar anos e anos, se resolvermos ouvir Stephen Hawking, ou nunca de fato acontecer…

Os Minions num Embraer E190

E o dia 27/07/2017 não marcou apenas o aniversário de São José dos Campos, mas também, de acordo com um recente comunicado de imprensa da Japan Airlines, a entrada em serviço da aeronave Embraer E190 JA248 da empresa, especialmente decorada com uma pintura especial dos Minions, após parceria entre a companhia aérea e a Universal Studios Japan, conforme postado no perfil oficial da Embraer no Facebook:

Congratulations Japan Airlines on the inaugural flight of JA248J, J-AIR’s 8th #E190! This JAL #Minion jet features a…

Posted by Embraer on Friday, August 4, 2017

A iniciativa comemora o lançamento da Despicable Me Minion Mayhem Ride, a maior atração do Minion Park, aberto no final do mês de abril deste ano. Abaixo, um comercial de TV que mostra a atração:

Sensacional! Pena que não veremos este avião voando em céus brasileiros…

A história secreta do primeiro gato no espaço

Das ruas de Paris, essa gatinha de smoking apelidada de “Atrocat” alcançaria alturas jamais galgadas pela espécie felina. Em 24 de outubro de 1963, Félicette subiu 210 quilômetros acima da Terra no foguete francês Véronique AG1, voando alto no deserto do saara argelino. Ela voltou quinze minutos depois, já condecorada como heroína de sua nação.

Infelizmente, a história de Félicette se perdeu nas areias do tempo; uma vítima da nossa sociedade cãotriarcal que favorece as conquistas dos cachorros acima das outras. Mas o lugar da França na corrida espacial, ou a falta dele, pode explicar esse esquecimento.

Esqueceu de carregar o celular? Este carregador lembra você!

No mundo atual, em que já não consigo pensar em pessoas que não carreguem consigo seus celulares, certamente já aconteceu com você: sair de casa com 5% ou 10% de bateria, só para descobrir depois, enquanto está no meio da rua a caminho de algum lugar, que está incomunicável, e que muito provavelmente vai acabar ficando assim por algumas horas depois que a bateria do seu aparelho morrer.

Se você já passou por isso, vai gostar de saber que a Griffin Technology desenvolveu — e apresentou na CES (Consumer Electronics Show) deste ano — uma família de carregadores para celular que é capaz de avisar ao usuário quando estiver na hora de carregar o celular, enviando alertas. De acordo com a matéria que li, a empresa desenvolveu dois carregadores, o PowerBlock Beacon, para uso nas tomadas de nossas casas, e o PowerJolt Beacon, criado para permitir a carga de aparelhos em nossos carros.

PowerBlock Beacon contará com duas portas USB, iluminação própria e conexão bluetooth, o que permitirá ao dispositivo se conectar com qualquer aparelho móvel executando iOS ou Android, e, a partir de um app desenvolvido pela empresa, enviar notificações para os usuários sempre que o percentual de bateria restante atingir um valor limite especificado pelo usuário.

De acordo com a nota de imprensa da Griffin Technology, novidade deverá chegar ao mercado em meados de abril de 2017, vendida por cerca de 40 dólares. Não é exatamente um gênero de primeira necessidade, convenhamos — mas se alguém aí estiver disposto a me dar um de presente, aceito sem problemas.

Como você sobe uma escada rolante?

 

A primeira escada rolante do mundo foi criada, pelo inventor norteamericano Jesse Reno, em setembro de 1895, idealizada para ser um brinquedo de um parque de diverões de Nova Iorque, localizado em Old Iron Pier, Coney Island: tinha uma inclinação vertical de 2,1 metros e inclinação de 25 graus, e os visitantes do parque sentavam-se em placas de metal presas a um cinto móvel que alcançava a velocidade de 22,8 metros por minuto.

A primeira escada rolante do mundo

Parece incrível, mas cerca de 75.000 visitantes deram uma volta no “elevador vertical” durante o período de 15 dias em que ficou instalado no local! Entendo que seja o equivalente a uma atração de parque de diversões moderna, guardadas, evidentemente, as devidas proporções.

Mas… como subir uma escada rolante?

Tudo bem. Este pode ser um assunto polêmico, daqueles que geram horas de debates.

Para mim, o melhor é seguir uma regra de etiqueta.

Na Holanda, a ProRail, empresa governamental que cuida da manutenção da malha ferroviária do país, afixou adesivos em diversas escadas rolantes com os dizeres “links gaan, rechts staan“, algo como “ande na esquerda, pare na direita“.

Não vejo pessoas obedecerem esta máxima aqui no Brasil. Aliás, muito pelo contrário: Quase 100% das pessoas param nos degraus das escadas rolantes de qualquer um dos lados até terminarem a viagem, e eu, por mais que entenda e respeite se tratar de uma opinião pessoal e subjetiva, acho isso lamentável.

Isso porquê, além de manter “a paz e a ordem” em lugares movimentados, esta regra de etiqueta que também é seguida em países como Austrália Inglaterra, desimpede o caminho para as pessoas que queiram chegar mais rapidamente a seus destinos — pense, por exemplo, como isso pode te beneficiar a próxima vez que estiver atrasado para pegar seu trem, para chegar ao portão de embarque em um aeroporto, ou para sair do estacionamento de um shopping movimentado antes de ter que pagar a mais pelo ticket.

Admita: Faz sentido, não é mesmo?

 

Na Espanha, Papai Noel não é páreo para os Reis Magos

Gosto de ouvir a rádio espanhola Cadena Ser pelo TuneIn Radio, como parte de meus esforços para aprender espanhol: Ela é muito parecida com a Jovem Pan AM de São Paulo, com um ótimo e diversificado conteúdo jornalístico.

Ontem, véspera do Dia de Reis de 2017, os jornalistas da rádio comentavam sobre a tradição espanhola — e de alguns outros países — de encenar Los Reyes Magos.

Sinceramente, nunca tinha ouvido falar em comemorar a Noite de Reis — prova de que isso não é parte da tradição dos brasileiros: Para mim, o Dia de Reis é que é lembrado e, honestamente, muitas vezes apenas como o dia em que desmontamos as decorações natalinas.

Depois de ouvir as notícias, acabei procurando um pouco, e encontrando um texto que explica esta tradição:

La tradición más querida entre los niños durante las Navidades en España son Los Reyes Magos. Santa Claus es muy conocido por dar regalos, pero las estrellas en España son Los Reyes. Son aquellos que siguieron una estrella para conocer al Rey de Reyes (el niño Jesús) y ofrecerle tres presentes: oro, incienso, y mirra al recién nacido en Belén.

Cuando llega diciembre, todos los niños de España y Latinoamérica empiezan a escribir sus cartas a los Reyes Magos o a su Rey favorito: Gaspar, Melchor o Baltasar. Les piden las cosas que les gustaría recibir la mañana del 6 de enero (día en que se reparten los regalos) y también cuentan su comportamiento durante el año. Si los niños han sido buenos, reciben regalos, pero si han sido malos reciben un trozo de carbón.

Sus Majestades viajan en camellos y debido a esto cuando vienen del este, tardan en llegar a España. Una vez aquí, visitan todas las ciudades y pueblos, y escuchan las peticiones de los niños, después de la Cabalgata. En la noche del día 5, los niños ponen sus zapatos en la puerta antes de ir a dormir, así los Reyes saben cuantos niños viven allí. También ponen algo para que los Reyes coman y beban, así como agua y hierba para los camellos (es verdad, pueden pasar un mes o más sin beber agua, pero esa noche tienen mucho que hacer, así que necesitan un extra).

La mañana del 6 de enero, Día de Reyes, los niños encuentran sus regalos dentro y fuera de sus zapatos (no es habitual que sus Majestades dejen carbón, porque ningún niño se porta tan mal, y mucha gente dice que no es verdad que los niños traviesos reciban sólo carbón. La comida y la bebida de los platos ha desaparecido. Los niños comienzan a jugar, y a esperar a que el próximo 5 de enero vuelva.

O que achei interessantíssimo foi o fato das crianças espanholas entenderem que os Reis Magos são os heróis da vez, pedindo a eles os brinquedos que desejam ganhar. E também como outros pontos — pendurar sapatinhos na lareira ou deixar comida para o bom velhinho, e até mesmo a história de presentear com carvão as crianças mal comportadas — normalmente associados a Papai Noel são característica destes personagens mencionados na Bíblia.

Parece que Papai Noel não é mesmo páreo para Baltazar, Melchior e Gaspar.