A utilidade do que escrevo é primariamente para mim

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“What I’m really concerned about is reaching one person. And that person may be myself for all I know.”

— Jorge Luis Borges

Tenho a convicção de que, independentemente daquilo que eu produzo e compartilho — sejam posts em um blog, artigos ou ideias em um jardim digital ou até mesmo um vídeo publicado, por exemplo, no YouTube —, o resultado deve primariamente ser útil para mim mesmo.

Ter tal convicção não significa que eu não me importe com aqueles que venham a consumir o que eu produzi, escrevi e/ ou compartilhei. Apenas significa que, aquilo que eu faço, mesmo compartilhado, é primeiro para mim. É feito para registrar aquilo que pensei e que soube naquele determinado instante, visando preservar informações no espaco e no tempo, criando assim uma memória digital futuramente acessível, já que a vida é como um jardim.

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