The Coca-Cola Hug Machine

Normally, Coca-Cola wouldn’t be too kind to people replacing their words in the iconic Coke branding, particularly in the form of a vending machine. However, Coca-Cola rewired one of their machines to accept hugs, instead of cash, as payment for cola,

After stocking the machine, Coke captured student’s reactions.

[Do Business Insider, via]

Chaplin em desenho animado

Vocês já tiveram a chance de assistir a pelo menos um episódio de Chaplin & Co, série animada em 3D baseada no personagem Vagabundo, de Charles Chaplin?

http://www.youtube.com/watch?v=1cCaPMLjVvY

Confesso que eu venho me divertindo muito com os curtas, 104 desenhos que tem duração de cerca de 7 minutos, cada um. Assisti-los junto com o pequeno sempre me faz querer ver mais. Sinceramente, na minha opinião, trata-se de um programa ideal e imperdível para toda a família, que tem ido ao ar pelo canal Gloob.

Sobre tomar notas e Cintanotes

Estava lendo o texto que o Ghedin escreveu sobre como seria o aplicativo de notas ideal para Windows e resolvi escrever este texto como uma espécie de resposta, sobretudo porquê eu, mais do que ninguém, vivo experimentando aplicativos — deste e de outros gêneros.

Antes de mais nada, no entanto, quero deixar claro que, pessoalmente, costumo fazer anotações de três tipos.

Primeiro, aquelas que se referem  s tarefas que eu preciso executar, o que alguns costumeiramente chamariam de uma lista de to-do. Em segundo lugar, aquelas que me serão úteis em algum momento, seja no trabalho, seja na vida pessoal, como por exemplo, referências, tutoriais, artigos e manuais, entre muitas outras coisas. Esta utilidade pode variar ou se ampliar, e esta categoria de notas que eu crio tende a ser bastante editada.

Finalmente, faço anotações para compor textos que escrevo, especificamente para meu blog — este que você está lendo. Esta categoria de anotação tem sido bastante esparsa — mais do que eu gostaria, na verdade —, e, para ela, eu procuro trabalhar   frente do meu computador desktop, usando o fantástico WriteMonkey, que, além de leve e grátis, ainda impede que eu me distraia quando estou compondo algum texto.

Para as duas primeiras categorias de notas que eu citei, já usei diversas soluções. No primeiro caso, inclusive, escrevi aqui mesmo no blog sobre um programa chamado Noteliner, que eu usei por quase dois anos para dar conta dos meus to-dos e que, mais recentemente, no entanto, foi trocado pelo Remember the Milk, que possui diversos recursos interessantes como reminders e um app para iPhone e iPad que me quebra um galho enorme, e que por isso mesmo tomou facilmente o lugar do anterior.

Para a segunda categoria de notas usei por muito tempo um programa chamado Keynote, que era na verdade um outliner muito versátil e que permitia a criação de notas — na verdade arquivos de texto organizados como um verdadeiro banco de dados — com recursos como formatação richtext e inserção de imagens, além de permitir organizá-las e procurá-las de diversas maneiras. Embora a Tranglos Software tenha encerrado seu desenvolvimento em 2006, o projeto foi levado adiante e transformou-se no Keynote NF, ativamente mantido e com mais recursos que seu antecessor, e que eu também usei para não ficar órfão.

Só parei de usar o Keynote e o Keynote NF porquê com a mobilidade dos tempos mais recentes, não pude mais depender de um programa cuja base de dados era local. Com aparelhos smartphone, tablets e outros dispositivos em mãos, acabei me rendendo ao Evernote, que não deixa de pertencer, a meu ver, a uma categoria avançada de outliner, e que conta com tudo o que o Keynote possuía e muito mais: sobretudo, capacidade de sincronização e, aqui também, um app para iPhone.

Mas e o texto do Rodrigo Ghedin?

Depois de ter dito tudo isso — e dividido com vocês algumas de minhas preferências pessoais atuais no mundo da tomada de notas, vou direto ao assunto: Para solucionar as questões descritas por ele, eu escolheria um notável software chamado Cintanotes.

Trata-se de um aplicativo gratuito muito simples e leve, voltado para a tomada de notas e que recentemente ganhou também uma versão comercial, que por menos de 10 Obamas habilita alguns recursos extras e, convenhamos, ajuda o autor a comprar o leite das crianças.

De qualquer maneira, porquê essa escolha?

Bem, primeiro porquê ele menciona o Notational Velocity e o Resoph Notes, e, a meu ver, o Cintanotes é fortemente inspirado por — ou pelo menos muito parecido com — ambos.

Além disso, o Rodrigo fala em seu texto que procura algo que apresente bom desempenho. O Cintanotes é escrito em Visual C++ e recorre apenas   chamadas de API puras do Windows, ou seja, nada de .NET ou MFC.

É um download pequeno — cerca de 1,5 MB e possui uma assinatura de memória baixa, além de ficar no system tray quando minimizado e responder rapidamente   uma tecla de atalho que pode ser acionada para capturar o que quer que esteja na área de transferência do Windows e transformar em nota.

Quanto   pesquisa em tempo real, o que é facilmente atendido pela ferramenta, que tem uma interface simples com uma lista de notas   direita e uma barra de busca find and highlight as you type na região superior, que é uma das mais rápidas que eu já vi.

Sobre a questão de aparência e usabilidade — embora neste caso seja a minha vez de dizer que esta não é bem a minha praia —, o Cintanotes possui apenas e tão somente caixas de busca e de filtro, uma lista de notas e,   esquerda, uma barra com tags que pode ou não, dependendo da vontade do usuário, ser escondida.

Quanto   suporte ao Aero Glass, é algo nativo, e você pode configurar as fontes e seus tamanhos — inclusive, assim, usando a Segoe UI, que o Rodrigo mencionada. Talvez o único senão se dê em relação ao espaçamento entre linhas, que não pode ser alterado.

O próximo ponto que ele aborda são menus e teclas de atalho.

Teclas de atalho estão presentes no programa, e permitem a edição básica de texto, como torná-lo negrito, itálico, sublinhado e tachado, acrescida da possibilidade de destacar (highlight) trechos de texto, e de transformá-los em monospace. Além disso, pode-se pressionar F2 para edição rápida de notas, F4 para adicionar tags (falo delas mais adiante) e configurar teclas de atalho para captura rápida de notas, como mencionei acima, para exibição da janela principal do programa e para a criação de notas em branco.

No caso dos menus, há um com operações básicas de arquivo, inclusive com direito a backup, importação e exportação de notas nos formatos unicode e XML para a versão gratuita do programa, e destes formatos e mais HTML para a versão paga. Existem outros menus, e, das opções desejáveis pelo Ghedin para edição de texto, só não existe a de find and replace, embora ela exista para a edição de tags.

Tags, aliás, são possivelmente uma característica muito interessante para muitas pessoas (eu, inclusive). Talvez não para uma resposta ao texto, mas sim quando se trabalha com diversas categorias de notas. No Evernote, por exemplo, poderiam-se usar tags e notebooks, embora no Cintanotes as tags já atuem bem, e possam ser agrupadas, movidas e excluídas com muita facilidade.

No quesito seguinte markdown e HTML, já mencionei a exportação para HTML caso se opte por adquirir a versão paga do Cintanotes. O programa, no entanto, não possui uma exportação para markdown — a-há, WriteMonkey! —, embora o autor da ferramenta abra espaço para a sugestão de novas features.

Agora, uma questão muito importante. A sincronização. Para aqueles que usam múltiplos computadores — como, por exemplo, um desktop e um ou mais notebooks —, o Cintanotes é perfeito. Existem instruções para efetuar sincronização com o Dropbox, baseadas na cópia do arquivo onde estão armazenadas suas notas para uma pasta sincronizada com o serviço. Simples e funcional, e ainda melhor se levarmos em conta que quando eu fecho uma nota após editá-la ela é automaticamente salva neste arquivo.

Mas, ao contrário do Noteliner e do Keynote, que mencionei aqui, as notas não são salvas em arquivos texto, e sim em formato proprietário. Assim, se a intenção for visualizar e concluir a edição de um texto em um smartphone ou tablet, por exemplo, nada feito — mesmo com a aplicação nativa do Dropbox para iPhone, por exemplo. É melhor, mais uma vez, optar pelo Evernote.

No entanto, ainda cito o Cintanotes para resolver o questionamento do Ghedin por seu oferecimento de alguma alternativa de sincronia online, e pelo simples fato de ser o que é: um aplicativo amigável, agradável aos olhos, ativamente desenvolvido e muito funcional. Creio que valha, ao menos, experimentar…

A maior palavra do mundo

Você sabia que, se não considerarmos termos técnicos, a maior palavra da língua portuguesa é anticonstitucionalissimamente, com 29 letras, seguida de perto por oftalmotorrinolaringologista, com 28 e inconstitucionalissimamente, com 27?

Eu até já tinha ouvido falar disso. Mas essa semana, quando meu filho mais velho chegou com a cara mais feliz do mundo para me perguntar se eu sabia “qual é a maior palavra do mundo”, eu confesso que me esqueci completamente disso, e fiquei procurando dados na memória. Até que desisti.

— Papai, a maior palavra do mundo é ARROZ.

Arroz? Porquê?

— Ué… Porque começa com A e termina com Z!

Wikipedia, desta, nem você sabia.

Siri, por que não me entendes?

Encontrei hoje um infográfico que me fez lembrar do que ocorreu há pouco mais de um mês, quando troquei meu iPhone 3GS por um iPhone 4S e o mostrei a uma de minhas amigas no trabalho, que foi logo me perguntando: — “Mas me diz aí, o seu iPhone novo tem Siri?“.

Para aqueles que não estão familiarizados, ela estava me perguntado sobre o Speech Interpretation and Recognition Interface — Siri —, software que passou a integrar o iOS 5, sistema operacional da Apple, justamente a partir da versão 4S do iPhone, e que serve para automatizar tarefas do dia-a-dia, como o envio de mensagens de e-mail, o agendamento de reuniões, a reprodução de música a partir do aparelho, além da realização de buscas pela internet, dentre muitas outras coisas.

Minha resposta pra ela foi muito simples: “Sim, tem Siri sim. Mas acontece que achei esse negócio lá essas coisas, não“.

Não me levem   mal aqueles que são entusiastas da ferramenta — ela tem um potencial muito grande, é verdade. Mas o que me faz ter tal opinião são três motivos realmente muito simples:

  • Primeiro, não uso muito o recurso de assistência por voz do iPhone, quer o antigo, quer o Siri. Na verdade, o único momento em que normalmente isso ocorre é quando estou ao volante e preciso fazer uma ligação: Neste caso, meu carro, que está interligado ao aparelho por bluetooth, acaba me permitindo usar o comando de voz para completar ligações. Embora eu possa ativar o aparelho por voz em outras circunstâncias, praticamente nunca me lembro de fazer isso
  • Segundo, Usar o Siri requer conectividade com a internet. E o bichinho é um verdadeiro consumidor de banda, já que, desde para me dizer a quantas anda a temperatura na cidade até para me dizer os filmes que estão em cartaz (nos cinemas norte-americanos, é claro), é necessário estar conectado. Isto é outro fator potencial que inviabiliza a utilização frequente do Siri, sobretudo considerando-se a péssima infraestrutura de telefonia e dados que atualmente está instalada em nosso país.
  • Finalmente, o terceiro motivo: Pelo menos até agora, o Siri está disponível apenas em inglês, francês, alemão e japonês. Assim, fica complicado para a maioria das pessoas tirar proveito total de todas as funcionalidades oferecidas por conta da barreira linguística.

O inglês não é uma barreira para mim, é verdade — e o francês está deixando de ser — mas convenhamos que sacar o iPhone e ativar o Siri perguntando-lhe “What’s the capital of New York?” não é particularmente animador para, por exemplo, esta minha amiga que queria ver todo o potencial da coisa.

Além disso, o controle de voz convencional do iPhone atualmente ganha de goleada do Siri quando lhe peço para “Ligar para casa“, ou “Reproduzir Legião Urbana“, comandos incompreendidos pelo Siri, já que o novo software se atrapalha sobretudo por não reconhecer a entonação brasileira — ou seja, o Siri não me entende, pelo menos não em minha língua mater, com meu sotaque original.

[infográfico via This Blog Rules]

The world’s largest smiley face

Que tal assistir   2226 pessoas se juntando para dar vida a um smiley?

Bem, o vídeo abaixo mostra como foi que isso aconteceu, em junho de 2011, no Continental Soldier’s Park, em Mahwah, New Jersey, tudo para bater o recorde mundial de número de pessoas que formaram, juntas, uma destas simpáticas carinhas.

Ah, e agora em abril de 2012, este mundaréu de gente fez com que o novo recorde realmente fosse confirmado pelo pessoal do Guiness Book.

[via 22words]

Contra o Tempo

Hoje pela manhã, mais impulsionado por uma sexta-feira muito chuvosa no meio do feriado do que por qualquer outro motivo, acabei assistindo   Contra o Tempo — filme de 2011 que, em inglês, tem o título de Source Code.

Com cerca de 90 minutos de duração, confesso que comecei a assistir   trama com grande desconfiança, acreditando tratar-se de um filminho qualquer — já que nunca tinha visto nenhuma divulgação da história até que encontrei o filme no NOW. Eis a sinopse:

Quando o capitão Stevens acorda e se vê na pele de um homem que ele não conhece, descobre que está fazendo parte de um experimento criado pelo governo americano chamado de Código Fonte. O programa possibilita que Stevens assuma a identidade de um outro homem em seus últimos 8 minutos de vida. Agora sua missão é encontrar os responsáveis por um atentado que deixou milhares de vítimas.

No entanto, a história foi se revelando aos poucos uma grata surpresa — talvez, é verdade, pelos elementos nerds de viagem no tempo. Bem: Não exatamente viagem no tempo, mas sim sua, digamos, reutilização.

Além disso, a trama tem um toque — de leve, bem de leve — de Inception, no que diz respeito   um final no mínimo inusitado. Vale   pena assistir, e quando você menos esperar, vai se ver preso   história.

Back-up Cast #007: Facebook + Instagram!!

Acreditem ou não, quatro anos depois, resolvi fazer mais uma experiência no mundo dos podcasts!!

Acontece que, organizando os arquivos no meu servidor, acabei encontrando as gravações de 2008 ââ?¬â? que eu ainda estou restaurando para que fiquem novamente online ââ?¬â? e me bateu uma vontade de saber como seria gravar alguma coisa depois de alguns anos.

O resultado? Expus uma breve opinião sobre o bilionário revém-negócio de aquisição do Instagram pelo Facebook. Nada muito longo, nada sofisticado: Gravado via iPhone com edição no Audacity.

Quem gostar, comenta. Quem não gostar, também. Quem sabe volto a usar esta forma de comunicação com mais frequência de novo?

Dois passos a seguir se você for atacado por um hack eval(base64

Para minha mais completa infelicidade, encontrei esta semana indícios de que eu — e este humilde blog —continuamos a ser vítimas de ataques de .

Mas você pode estar se perguntando como se faz para descobrir que você foi vítima de um ataque de script injection.

Bom, é fato que a maneira mais desagradável possível aconteceu comigo: Tentei acessar meu site um belo dia e descobri , informando que o site é inseguro. Daí precisei tomar uma série de medidas, entre as quais estas que estão descritas aqui, para recuperar tudo. Para que isso não aconteça com você, é importante examinar seu site periodicamente, tal como quando executamos anti-vírus em nossos computadores. Dois plugins que podem ser úteis neste caso são o Exploit Scanner e o Antivirus, sendo que confesso que prefiro o primeiro, por sua riqueza de informações. Também pode ser uma boa ideia utilizar o Sucuri Site Check, que informa a situação atual do seu site sob o ponto de vista de diversos sites especializados (há um plugin para WordPress que traz esta varredura para dentro do painel de administração, também).

Bom… se você, assim como eu, se deparar com alguma evidência de ataque, ou, no mínimo, com algum sintoma suspeito, pode seguir dois passos simples. Mas aviso que será necessário se munir de toda a paciência possível e fazer aquilo que eu acredito que seja a única opção plausível em uma situação destas: Executar alguns comandos diretamente no servidor via , para acabar com alguns comportamentos inadequados.

Se você quer uma dica de ferramenta para utilizar em uma conexão telnet (ou SSH, seu substituto mais recente e mais seguro), experimente o Putty. Para continuar a escrever este texto, assumirei que você já possui o Putty, ou outra ferramenta similar para o processo, e usarei minha própria experiência aqui no site como base.

Primeiro passo: Acabe com os arquivos world-writable

Antes de qualquer coisa, dado que fazia um boooooom tempo que eu não acessava minha conta e meus arquivos hospedados, resolvi dar uma olhada para ver se alguma de minhas pastas era, digamos, world-writable — ou seja, será que alguém do mundo exterior conseguiria alterar meus arquivos? Isto seria um enorme pecado. Para descobrir isso, já conectado ao servidor, executei a seguinte instrução:

find . -type d -perm -o=w

E, não é que, infelizmente, encontrei ? Para evitar que pessoas do mal pudessem continuar fazendo o que bem entendessem por aqui, executei mais um comando, para que as permissões dos arquivos em questão fossem alteradas, bloqueando o acesso do mundo exterior:

find . -type d -perm -o=w -print -exec chmod 770 {} \;

Segundo passo: Detecte quais são as infecções e as elimine

Dado que já suspeitava de que haviam arquivos vitimados com script injection, resolvi que seria importante saber quais eram os infectados. Arquivos infectados com script injection possuem linhas em seu conteúdo — geralmente no topo do arquivo, no final do arquivo, ou logo após a abertura da tag <html> — que se assemelham ao seguinte:

<!--<?php /**/ //eval(base64_decode(&quot;aWYoZnVuY3Rpb25fZ....?>

Um comando útil para listar que arquivos são os que contém o script injection é o seguinte:

grep -lr --include=*.php "eval(base64_decode" /caminho/do/seu/servidor

Se o output deste comando for diferente de nulo, como foi no meu caso, com mais de mil arquivos listados, pode ter certeza de que há script injection na parada. Mas não há problema, você pode se livrar desses arquivos facilmente. Basta executar um pequeno script de uma linha em perl — através da própria sessão aberta via telnet:

for f in `find . -name "*.php"`; do perl -p -i.bak -e 's/<\?php \/\*\*\/ eval\(base64_decode\(\"[^\"]+"\)\);\?>//' $f; done

O resultado deste script será a eliminação de todas as linhas, em todos os arquivos com extensão php, do trecho de código inserido através do script injection. O processo gerará arquivos de backup como resultado — vários arquivos com a extensão bak. Isso porquê, se algo der errado e você , você ainda terá os arquivos originais a seu dispor, ainda que infectados.

Se nada se quebrar durante o processo e você não tiver mais arquivos vitimados por script injection em seu site, vale citar um comando para apagar todos os arquivos .bak, recursivamente:

find . -type f -name "*.bak" -exec rm -f {} \;

Finalmente… uma faxina!

A etapa final, como eu a fiz, consistiu de passar um bom tempo dando uma olhada nos diretórios hospedados em cada um dos meus sites. Arquivos muito antigos foram para o beleléu — acreditem ou não, o que ocorreu no meu caso foi uma vulnerabilidade causada por um plugin de galeria de fotos esquecido há anos dentro do meu servidor — e tudo aquilo que eu julgava não saber do que se tratava, também (CUIDADO). Além disso, sempre vale dizer que é imporante resetar suas senhas. Todas. Agora.

Um ataque de script injection é aquele em que alguém, de maneira mal intencionada, se aproveita de falhas de segurança ou de vulnerabilidades em ferramentas como o WordPress para introduzir em seu código-fonte mecanismos que alterem o seu funcionamento normal. Ao visitar um site atacado, você poderia, por exemplo, ser direcionado para um endereço em que um programa mal intencionado ou vírus fosse baixado para seu computador. É por isso que estes ataques tem que ser combatidos.
Telnet é um protocolo cliente-servidor usado para permitir a comunicação entre computadores ligados em rede local, ou através da internet.
Arquivos com permissão de escrita fornecida para o mundo inteiro podem ser resultado de instalações ou desinstalações de plugins mal feitas, como foi o meu caso. Cuidado com o que instala ou deixa de instalar em seu website.
Sim,  veja que estas dicas não possuem garantia alguma, e, muito menos, são garantia de 100% de eliminação dos problemas . No entanto, é verdade, vale   pena tentar.

Chegaram os jogos!!

A Apple começou a vender games na versão brasileira da loja iTunes Store. Embora não tenha anúncio oficial e não exista ainda uma seção de games na loja – apenas um destaque na página inicial, já é possível comprar os jogos, encontrados por meio de uma pesquisa, usando cartão de crédito brasileiro.

Fonte: G1

Essa é talvez a melhor notícia que recebi este ano!! E certamente foi a melhor notícia na opinião de muita gente por aí, também. Chega de contas em outros países, chega de precisar ficar arrumando esquemas para comprar gift cards: Enfim, podemos comprar jogos na App Store brasileira!!

20120406-012605.jpg

No meu caso, só para marcar o momento, adquiri o Angry Birds Space. Acho os jogos da série bastante repetitivos — me critiquem o quanto quiserem —, mas este tem elementos diferentes, e foi uma compra interessante.

Uma alternativa ao “Mãos no volante”?

Mãos no Volante -- AndroidVi em mais de um telejornal hoje que o Ministério das Cidades e o Denatran lançaram há alguns dias um aplicativo gratuito para Android — e para alguns outros modelos de smartphone — chamado Mãos no Volante. A ideia do programa é muito simples: Você o acessa e o configura informando que vai passar um tempo dirigindo — e durante aquele tempo, seu aparelho fica impossibilitado de receber chamadas.

Além disso, logo depois de recusar uma chamada, o app também envia uma mensagem SMS para quem tenha tentado te ligar, com um texto padrão — “Estou dirigindo no momento. Ligo mais tarde.” — que também pode opcionalmente ser configurado. A iniciativa vem do fato de que, de acordo com estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1,3 milhão de pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito, sendo o uso do celular a principal distração.

O movimento e a divulgação do aplicativo são interessantes, é verdade, mas me pergunto efetivamente quanto do número de acidentes provocados por falar ao celular será de fato reduzido pelo uso da ferramenta. Afinal de contas, elogios e mensagens positivas dos usuários que fizeram o download no Market   parte, creio que grande parte das pessoas continuará cometendo o erro de falar ao telefone ao volante, seja porquê não tem acesso   um smartphone, seja porquê mesmo com o aplicativo instalado no telefone, não lembrarão de configurá-lo, ou deixarão de fazê-lo com o tempo — estou só dizendo, é claro.

Mesmo que eu me prove estar errado ao longo do tempo — e eu juro, espero que esteja errado —, creio que medidas muito mais simples podem ser aplicadas para reduzir o número de mortes provocadas por bate papo ao celunar enquanto se dirige. A principal delas, honestamente, é criar o hábito de desligar o aparelho antes de começar   dirigir, e só voltar a ligá-lo quando chegar ao seu destino, uma alternativa que funciona sem que seja necessário dispender nem sequer o custo das mensagens SMS que o Mãos no Volante envia para seus contatos.

E se você não pode passar sem desligar o aparelho, tente o modo silencioso. Qualquer telefone que se preze — mesmo não sendo um smartphone — pode ser ajustado para este modo quando você for pegar o carro, e, ao chegar ao seu destino, basta procurar nos registros alguma ligação perdida, e retornar a chamada.

Em tempo, vejam o vídeo abaixo: Ele ilustra experimentos realizados na Alemanha com um carro que se autodirige. Será uma solução para o futuro, em que mesmo dentro de um carro, as pessoas estarão livres para falar ao celular?

(há uma versão em português de Portugal da notícia relacionada ao vídeo acima,também)

Au revoir, sacolas plásticas

Uma das lembranças mais vivas que eu tenho dos tempos em que eu era criança é que, quando ia   feira ou ao mercado, minha avó levava consigo pelo menos um de seus fiéis escudeiros — o carrinho de compras ou a sacola de feira, feita de nylon xadrez e com alça revestida de borracha em forma de tubo.

Nas vezes em que eu a acompanhava, aliás, me lembro de ajudar a colocar frutas, verduras e legumes no carrinho, sempre tomando o cuidado de deixar as coisas mais pesadas, como laranjas, limões e melancia, na divisória inferior. Se era com a sacola que ela ia, eu me oferecia para carregá-la se estivesse muito pesada.

A lembrança que eu tenho é de uma época já mais de 20 anos distante, uma época em que ir ao supermercado significava encontrar empacotadores trabalhando, sempre a postos para nos ajudar a guardar as compras em sacos de papel marrom timbrados com o logotipo das lojas — particularmente, achava o máximo os sacos do Jumbo Eletro, com seus elefantinhos azuis.

Com o passar dos anos, sacos de papel marrom, carrinhos de feira e também as sacolas de nylon como as que a minha avó costumava usar foram substituídas por sacos plásticos, sobretudo em supermercados. Não só os sacos plásticos foram deixando seus antepassados para trás, como também passaram a ser utilizados de maneira alternativa quem nunca usou um saco de supermercado como saco de lixo que atire a primeira pedra.

Deste ponto até chegar  s cenas que muitas vezes vemos nos telejornais e outras mídias, em que ambientalistas alertam que as sacolas de plástico são prejudiciais ao meio ambiente, é apenas um pequeno passo. Aliás, não é novidade que, movidas por esta questão, diversas cidades brasileiras passaram a criar legislações proibindo o uso das sacolas plásticas em supermercados, sempre esbarrando no fato de que tais leis são atualmente consideradas inconstitucionais em nosso país, ainda que se esteja pensando no bem estar da humanidade e do mundo como um todo.

Mas, como também bem dizia minha avó, quando uma coisa tem que ser, ela será.  A partir da quarta-feira que vem, dia 25 de janeiro, cerca de 80% dos supermercados do estado de São Paulo deixarão de oferecer sacolas plásticas como alternativa a quem visita suas lojas. Consumidores precisarão trazer caixas de papelão e sacolas retornáveis  s compras, e, porquê não, carrinhos e sacolas de feira exatamente iguais  s que a minha avó usava. A diferença é que a iniciativa não será desencadeada por uma lei, e sim, por um acordo feito entre o governo do estado e a Associação Paulista dos Supermercados (APAS), sendo assim, voluntária a adoção da medida pelas lojas.

Graças a essa adoção voluntária, por sinal, uma das coisas que deve passar a acontecer é a cobrança de um valor de cerca de R$ 0,20 por sacolinha plástica que alguém ainda queira levar para casa. Por mais estranho que isso possa parecer, a coisa não é novidade. Me lembro de visitar uma das lojas do Carrefour quando estive na França, em 2010, e por lá ver exatamente isso acontecendo — quem não tinha sacola retornável, ou levava as compras na mão, ou pagava por elas. Nem mesmo no Brasil isso é novo: O modelo é empregado há anos nas lojas do Sam’s Club, cadeia de atacado da mesma rede do Walmart.

Podem até dizer — como já dizem — que iniciativas como esta não são nada perto do problema geral, da situação como um todo. Pode bem ser verdade, mas o que foi que já mudou sem que ninguém fizesse nada? Anos atrás, também na época em que minha avó fazia compras, o cinto de segurança não era obrigatório e as mortes no trânsito atingiam números muito maiores do que hoje em dia. Apenas após muita conscientização a coisa mudou. Pode ser assim também no caso das sacolas de plástico.

O que é certo é que grandes redes de supermercado como Pão de Açúcar, Extra, Carrefour e Walmart farão sua adesão   iniciativa. Aqui em São José dos Campos, aliás, a coisa tem sido anunciada não apenas em suas lojas, mas também através de campanha publicitária realizada no rádio, com o slogan Vamos Tirar o Planeta do Sufoco. Para mim, toda essa movimentação traz justamente esse saudosismo, essa lembrança da época em que ia  s compras quando criança, e já me faz, também, levar ao supermercado minhas caixas de papelão e sacolas retornáveis. Quem sabe assim eu contribuo para mudar o mundo, um pouquinho de cada vez?

Do Fences para o Bins

Dezenas de ícones sempre ficaram espalhados pelo meu desktop — basicamente, os atalhos para os programas que mais utilizo, cuidadosamente colocados ali para que eu sempre consiga acessá-los rapidamente. E, justamente devido   esta grande quantidade de ícones, eu vinha utilizando a versão gratuita do Fences, um desktop organizer que permite criar várias regiões na área de trabalho — as fences —, onde os arquivos, pastas e atalhos podem ser arrastados.

Exemplo da aparência de um desktop com Fences

Apesar de ser sem sombra de dúvida um programa genial, minha principal insatisfação com o Fences sempre foi o fato de que o número de fences que eu utilizo também é muito grande. Assim, quem olha para o meu desktop se vê na frente de um grande número de ícones dispostos em um grande número de containers na tela, o que, na prática, me incomoda bastante — tão paradoxal quanto isso possa parecer, porquê a área de trabalho, na prática, acaba passando  a mesma sensação de aglomeração. Além disso, algumas pessoas podem dizer, com certa razão, que o uso do Fences é um retorno   época — nada saudosa — do Windows 3.1 e de seu progman.exe.

Mas eu descobri um primo do Fences — isso porquê é desenvolvido pelos mesmos criadores do primeiro. O programa se chama Bins, e também é um organizador, só que da barra de tarefas. A proposta, aliás, é muito simples: Ao ser instalado, o Bins permite emular o recurso de criação de stacks, amplamente conhecido entre os usuários de OSX, ao mudar o comportamento dos ícones do taskbar, que podem ser arrastados para cima uns dos outros, criando o efeito similar ao conhecido no sistema operacional da Apple.

Arrastar os ícones um para cima do outro faz com que seja exibido um grupo vazio na barra de tarefas, para onde os atalhos, pastas e arquivos podem ser arrastados. O ícone correspondente a este container, então, passa a exibir até quatro miniaturas dos ícones que ali estão contidos, sendo possível clicar o botão esquerdo do mouse sobre ele para executar o primeiro dos programas da lista, ou fazer mouseover para exibir e executar as demais aplicações.

Organização de ícones com o Bins

Programas em execução tem o ícone em destaque, enquanto que aqueles que não estão abertos no momento ficam ligeiramente transparentes e esmaecidos. No final das contas, ao fazer o download e instalação, me vi eliminar uma série de ícones que não precisava de fato que estivessem ali, ao mesmo tempo em que pude agrupar aplicativos em arranjos mais lógicos — como deixar juntos os ícones do Firefox, Google Chrome e do uTorrent, por exemplo, entre outros, e também aplicar o mesmo princípio para minhas ferramentas e jogos do Steam, entre outros.

Há, no entanto, três pontos importantes a serem considerados com relação ao Bins:

  • Ele só pode ser executado em computadores com o Windows 7 — nada de Vista, e nem de XP;
  • É um programa razoavelmente novo ainda e, como tal, pode ser necessário esperar por uma ou outra característica mais avançada, e por um gerenciamento de memória melhor — o footprint do programa na memória pode chegar a 60Mb em algumas situações;
  • O Bins não é um freeware. Seu custo é de US$ 4,99. Especificamente com relação   isso, é verdade que existem alternativas gratuitas, como o StandaloneStack, ou o 7stacks, mas não as considero tão simples de configurar como o Bins.

No final das contas, fiquei com uma área de trabalho muito mais limpa — apenas a lixeira e alguns documentos com os quais estou trabalhando no momento permaneceram ali —, o que me deixou muito mais satisfeito, com certeza.

Bad Cats: Enquanto a categoria Jogos não vem

É fato que a Apple Store brasileira nunca contou — e ainda não conta — com uma categoria oficial de jogos, e que isso fez historicamente com que muita gente contornasse o problema criando uma conta de usuário na Apple Store dos nossos amigos hermanos, uma vez que de lá era possível — até semana passada, antes do bloqueio feito pela própria Apple — baixar os jogos utilizando cartão de crédito internacional emitido no Brasil.

Isso não quer dizer, no entanto, que enquanto esperamos pela criação oficial de tal categoria, não possamos encontrar jogos na loja da Apple.

Ocorre que existem, sim, alguns jogos espalhados por lá. Vários estão espalhados na categoria Entretenimento, e outros em categorias diversas. Vários não apresentam a qualidade e jogabilidade de hits como Angry Birds, mas outros surpreendem pela viciabilidade — sim, creio que acabo de inventar esta palavra. É o caso de Bad Cats, desenvolvido pela iDevMobile.

http://www.youtube.com/watch?v=Mowd_MLW22Q

O jogo, mais um com a proposta match 3, possui gráficos HD, conta com bons efeitos e trilha sonora e me lembrou em alguns momentos de um primo mais conhecido, Chuzzle, da Popcap Games. Um elemento que me pareceu exclusivo, aliás, foi a capacidade de movimentar as peças — gatos, na verdade — livremente  pela tela, colocando-as onde se bem entende, desde que não estejam presas.

Por US$ 0,99, pode ser uma opção para quem está querendo uma novidade enquanto não surge a categoria oficial de jogos na Apple Store brasileira.

Consertando o GMail Manager

O complemento GMail Manager, na minha opinião um dos mais úteis para Firefox, vinha me dando constantes dores de cabeça desde que atualizei o navegador para a versão 8.0. Acontece que, simplesmente, ele parou de funcionar de uns tempos pra cá, solicitando insistentemente login e senha do GMail, e não sendo capaz de conectar-se com o serviço.

Login do GMail Manager no Firefox

Felizmente hoje, depois de um longo período sem sequer conseguir me sentar   frente do computador, finalmente tive uns minutos de tranquilidade e pus um fim   agonia. Tudo isso graças a uma versão corrigida do complemento — não oficial ainda, mas funcional, disponibilizada no GitHub.

Baixado o arquivo xpi, bastou instalá-lo manualmente através do menu encontrado do lado direito do painel de complementos, et voila! Problema corrigido após uma rápida reinicialização da raposa de fogo.