Instruções de Vôo à la LOTR

Air New Zealand partnered with WETA Workshop on a brand new Hobbit inspired Safety Video. It features cameo appearances including Sir Peter Jackson.

Taí uma maneira criativa de fazer com que instruções de segurança importantes — e porquê não dizer, normalmente maçantes — se tornem mais leves e divertidas. Assim, sinceramente, a chance de assimilar as mensagens é muito maior.

The Amazing iOS 6 Maps

O iOS6 acabou com o aplicativo nativo para acesso ao YouTube, mas, principalmente, com a parceria que havia até então com o Google. Por isso, o Google Maps também foi excluído da versão mais recente do sistema operacional da maçã, sendo substituído por uma solução homemade, que muita gente acha amazing.

Ou, aparentemente, nem tanto, como mostra um Tumblr muito legal que eu descobri.

The Amazing iOS 6 Maps

xkcd: Click and Drag

Eu sempre fui fã incondicional das tirinhas publicadas pelo xkcd.

No entanto, nenhuma das tiras publicadas até hoje me surpreendeu mais do que Click and Drag, pela maneira como é apresentada, permitindo que interajamos com o ambiente. Existem três quadrinhos apresentados — como em muitas outras das historinhas, é verdade, mas, num próximo quadrinno, a cena se amplia e você é convidado, justamente, a clicar e arrastar.

A partir deste exercício, o mundo se abre em infinitas possibilidades: Você começa a enxergar pessoas, terrenos e situações. E, para aqueles que não tiverem paciência de clicar e arrastar por muito tempo — eu gastei, pelo menos, uns 40 minutos explorando o universo proposto —, há uma maneira de enxergar o mundo todo de uma única vezembora eu ache que perde um pouco a graça.

Mas há uma coisa mais interessante, que é acompanhar quantas coisas já foram encontradas na imagem: Há uma lista de coordenadas no explainxkcd que vale   pena visitar. Lá você verá que o autor da tirinha incluiu nela todo o nível 1-1 do Super Mario Bros, um Boeing 737, o Nautilus e mais algumas boas referências nerds.

Tire os tic-tacs da embalagem corretamente

Certamente isso já deve ter acontecido com você.

Você sente uma vontade incontrolável de comer tic-tacs e parte para a operação mais trivial da paróquia, que é abrir a embalagem pra poder pegar de lá de dentro algumas pastilhas.

Por um minuto, aliás, você se lembra da frustante sensação que é tirar um palito de dentro de um paliteiro para usá-lo logo depois do almoço: Com a embalagem de tic-tac aberta, sacode ela pra um lado, sacode pro outro, e nada das pastilhas saírem. Então você resolve fazer a coisa de uma maneira mais enérgica, só pra que, não uma, mas umas 10 ou 12 pastilhas caiam da embalagem, enchendo a sua mão. Você agora não sabe o que fazer com tanta pastilha de tic-tac.

Como eu descobri este final de semana, eu venho usando errado a embalagem de tic-tac.

Isso mesmo.

Tudo por conta de uma ranhura que existe na tampa, na qual eu nunca tinha reparado antes. Voltada para dentro, a finalidade dela é, acreditem, justamente acomodar uma única pastilha de tic-tac, para que ela seja transferida confortavelmente para a palma de nossa mão. É óbvio que você normalmente não pega uma única pastilha por vez, mas repetir o movimento assim é mais fácil — e te faz, em muitos casos, passar menos vergonha.

[via Reddit]

Neil Armstrong: Quando estatística e coincidência se encontram

Neil Armstrong, o primeiro homem a caminhar pela superfície da Lua, em 20 de julho de 1969, morreu hoje aos 82 anos, depois de sofrer com complicações provenientes de uma cirurgia em seu coração,   qual ele tinha se submetido este mês.

Armstrong has been immortalized in human history as the first human to set foot on a celestial body beyond Earth. “That’s one small step for a man, one giant leap for mankind,” he radioed back to Earth from the moon on July 20, 1969.

Neil Armstrong

Mais do que para lembrar do feito histórico de Neil, talvez um dos maiores heróis que a humanidade já viu, e para homenageá-lo, resolvi escrever este texto por um motivo mais peculiar. É que, ao saber da notícia acima, de uma maneira bem trivial, aliás — enquanto verificava notícias interessantes no Digg —, vivenciei uma grande coincidência.

Eu explico.

Ontem, enquanto estava bisbilhotando as tirinhas mais recentes do xkcd, resolvi dar uma olhada no blog do Randall Munroe, autor da série. E, vejam só, eis que o último texto que lá estava — publicado em 12 de julho de 2012 — se chama “A morbid Python script“. Vejam abaixo parte do conteúdo do texto escrito por Randall:

Eu destaquei, na figura acima,  os dois motivos da coincidência. Primeiro, listadas como entrada do script de Randall, as idades atuais das únicas 9 pessoas que até hoje já tiveram a experiência de caminhar pela superfície da Lua, com a idade de Neil, 82 anos, e seu sexo (m) atuando como segundo parâmetro.

Na sequência, a resposta do script após sua execução: “Há uma chance de 5% de que alguém (nesta lista) morra em 0,08 anos (em 2012)“. Randall ainda acrescenta uma observação sobre os resultados interessantes referentes aos astronautas:

[yellow_box]Of course, these are based on average death rates based only on age and gender. Adding more specific information about the people in question will refine the calculation. For example, I’d guess former astronauts are more likely to be in good healthââ?¬â?and have longer life expectanciesââ?¬â?than the rest of us.[/yellow_box]

Impressionante.

Você ainda usa relógio de pulso?

Você ainda usa relógio de pulso? Conhece alguém que ainda use relógio de pulso?

É cada vez maior o número de pessoas que deixam de lado os relógios, principalmente porque podem consultar o horário na tela de seus celulares e smartphones —- sobretudo se estivermos falando das gerações mais novas.

Lendo um texto sobre o assunto hoje no Bits, blog do jornal The New York Times, pude perceber o quanto o relógio, invenção que nem é lá tão velha assim, tende a sofrer — e em algumas propostas, já está sofrendo — grandes modificações.

Estas mudanças não são para ganhar de volta o terreno perdido para os rivais do campo da telefonia, e sim, mais como numa aliança, se integrar a estes dispositivos.

Exemplos dados pelo próprio texto que eu li incluem o SmartWatch, da Sony, que pode exibir mensagens de texto, tweets e outras informações se estiver em sincronia com um aparelho Android, além do Pebble, que, após passagem pelo Kickstarter, uma comunidade de crowdfunding, arrecadou mais de 10 milhões de dólares de fundos, sendo um relógio que, além de tocar música e mostrar dados sobre o tempo — tudo novamente sempre em sintonia com um celular —, ainda permite a leitura de livros e mais uma infinidade de coisas, tudo isso por 150 dólares.

Sem sombra de dúvida relógios como estes poderiam muito bem vir a figurar na minha wishlist. No entanto, pelo menos por agora, prefiro ser chamado de antiquado, talvez, e admitir que, desde os 10 ou 11 anos de idade, uso relógio de pulso, sobretudo porquê acho muito chato ter que tirar o celular do bolso só pra saber as horas…

E você?

O Twitter está desrespeitando seus clientes

Aplicativos para Twitter terão limite de usuários

SÃ?Æ?O FRANCISCO ââ?¬â?? Em uma medida para regular como os usuários acessam seu serviço de microblogs, o Twitter anunciou novas restrições que desencorajam fortemente produtores de software independentes de criar aplicativos para a plataforma.

Sob as novas regras, produtores independentes de software que criarem novos aplicativos para o Twitter terão permissão para terem um máximo de 100 mil usuários. Os atuais aplicativos com mais de 100 mil usuários poderão dobrar a base antes que o serviço imponha um limite rígido.

O trecho de notícia que citei acima, publicado na sexta-feira (17) pelo Link, do Estadão, me fez pensar em duas coisas:

  • Primeiramente que, como usuário do Tweetbot, para mim, na atualidade, o melhor cliente de Twitter da paróquia, talvez eu deva começar a me preocupar, agora que softwares como este estão literalmente na mira do Twitter.
  • Em seguida, sobre uma frase que um amigo meu sempre diz: Na briga do rochedo com o mar, quem sempre se dá mal é o marisco. Nada mais verdadeiro do que isso para expressar esta situação, e eu explico o porquê disso.

Houve um tempo em que o Twitter não tinha seus próprios aplicativos. Tratava-se do website do serviço, e olhe lá. Ao longo do tempo, isso criou um verdadeiro nicho de mercado para todo e qualquer desenvolvedor que quisesse criar mecanismos e maneiras de interagir com o Twitter, através de sua API.

De qualquer forma, o que expus acima leva ao fato de que, atualmente, é praticamente impossível dizer quantos clientes para Twitter existem — bem, pelo menos eu não conseguiria responder   esta pergunta: Se eu me basear apenas na quantidade deles que usei ao longo dos anos tanto nativamente no Windows, ou na web, e, ainda mais recentemente, no iPhone, eu diria que dezenas. Mas centenas, talvez milhares, também seria um bom chute.

A decisão do Twitter, informada pela notícia que citei no início deste meu texto, simplesmente fecha as portas do serviço para quem até hoje, a meu ver, ajudou aquele que é o serviço de microblog mais popular do mundo a, justamente, se tornar o mais popular do mundo. Na prática, é uma punhalada pelas costas.

No entanto, como não sou um desenvolvedor que depende da API do site — e sim um usuário destas ferramentas agora em check, devo dizer que o meu motivador para escrever este texto é justamente este lado da moeda. Como na frase que mencionei, dita sempre por este meu amigo, nós, usuários, somos os mariscos.

Sim, pois somos os clientes do Twitter. E, deixe-me dizer que acredito que, neste episódio, o Twitter está deixando de ouvir seus clientes.

Antes de continuar com meu raciocínio, deixe-me dizer que também é difícil dizer quantas pessoas usam clientes de Twitter que não sejam os oficiais. No entanto, em busca de uma resposta para isso, acabei me deparando com um artigo de julho de 2012 — recente, portanto,   época em que escrevo este texto —, escrito por Benjamin Mayo, de onde resolvi plotar o seguinte gráfico, baseado em observações do autor após analisar os aplicativos originadores de 1 milhão de tweets:

Como se pode ver, é fato que 71% dos usuários do Twitter atualmente usam os aplicativos e canais oferecidos pelo próprio serviço de microblog. O meu favorito, por exemplo, está apenas na décima quinta posição, usado para originar parcos 1% do volume de tweets analisados pelo Benjamin.

Ainda assim — e agora é hora de retomar o raciocínio —, porquê é que os outros 29% de usuários preferem outros aplicativos aos oferecidos pelo Twitter? A resposta é realmente muito, muito simples: estes aplicativos oferecem a esta parcela de usuários maneiras de interagir com o Twitter que o próprio Twitter ignora.

Exemplifico esta questão comigo mesmo: Eu uso o Tweetbot porquê, para mim, é o que tem a melhor e mais bonita interface gráfica. Além disso, minhas listas se transformam na própria timeline a um toque de dedo. Outras pessoas podem achar que recursos como filtros ou a capacidade de dar mute em alguém ou algum serviço é o que existe de mais importante — quem, afinal, realmente quer saber de todos aqueles check-ins no Foursquare?

A briga entre o quartel-general do Twitter e os desenvolvedores que até agora tanto haviam contribuído para que o serviço fosse enaltecido poderia ter sido evitada — poupando muito mariscos como você e e eu, se pelo menos uma destas duas coisas fosse levada em consideração:

  • Observando a proliferação cada vez maior de clientes para Twitter, a empresa de Ev Williams poderia ter encomendado uma pesquisa de satisfação de mercado, solicitando que os usuários lhe informassem porquê preferiam thrid parties ao invés do software oferecido pelo próprio Twitter. Respostas como as que citei dois parágrafos acima certamente guiariam os desenvolvedores, que, se quisessem mesmo nos agradar, incorporariam uma interface mais agradável aqui, ou um filtro diferenciado ali. Assim, os desenvolvedores terceirizados veriam suas funcionalidades mescladas  s aplicações do próprio Twitter, e estas eventualmente se fundiriam, sem prejuízo do ponto de vista dos usuários.
  • O acesso   API do Twitter poderia ser cobrado. Ao impor uma taxa para que os desenvolvedores extraíssem suas informações, o Twitter poderia continuar despreocupado, caso sua intenção não fosse incoporar ele próprio estes anseios dos usuários, descobertos através da mesma pesquisa de satisfação.

A grande questão, no final das contas, é que todos estes anseios dos usuários que hoje são capturados justamente pelos desenvolvedores que criam os clientes third party sabendo que o Twitter não lhes dá ouvidos, provavelmente deixarão de ser coletados, já que novos entrantes agora são desencorajados a entrar, e os players já existentes tendem a sofrer limitações futuras em suas bases de usuários, colocando a continuidade do negócio em check. As idéias dos usuários são combustível para inovações interessantes, mas, com o Twitter declarando com todas as letras que não precisa mais de quem um dia foi tudo o que eles precisaram, estamos mesmo correndo o risco de ficar na mão.

Se você tem uma opinião diferente, comenta aí 🙂

Deixe seu filho imprimir o brinquedo dele!

O que você faria se o seu filho te pedisse para lhe construir um brinquedo?

Bem, meus pais certamente pensariam em pipas, peões ou carrinhos de rolimã para me divertir, ou aos seus netinhos. Mas talvez muito em breve, o que vejamos sejam gerações que simplesmente passem a imprimir alguma coisa com a qual se possa brincar.

Uma empresa chamada Cubify e sua Cube Home 3D Printer parecem apenas comprovar tal fato.

Isso porquê o que torna a Home 3D Printer especial é, pelo menos na minha opinião, justamente o seu público alvo: as crianças. O equipamento pode ser usado por elas próprias para a impressão de brinquedos.

Entre alguns dos projetos que podem ser executados estão robôs, naves espaciais, discos voadores e trenzinhos, que com certeza garantirão horas de diversão para os pequeninos — ah, e se os brinquedos caírem, ou quebrarem, basta imprimi-los novamente.

A impressora 3D é extremamente compacta, e já está sendo oferecida no site da Cubify por preços que começam a partir de USD 1299. Será que alguém aí vai querer uma dessas de presente de Natal?

[via Geeks are Sexy]

Dobre seu carro!

Aqueles que tem problemas para encontrar vagas de estacionamento nos grandes centros urbanos, ou que achem frustante o ato de estacionar, com todas aquelas viradas no volante, já podem ter esperanças.

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Será lançado em 2013, por cerca de 16 mil obamas, o Hiroko Fold, um carro recarregável que não só terá autonomia de 75 milhas entre as recargas, como também será capaz de rotacionar as rodas em 90ú — permitindo manobras de lado e ser dobrado.

The Hiriko Fold is an ultra-compact vehicle that can fold upright to fit into tight parking spaces.

Será que um desses resistiria  s ruas de São Paulo?

[via]

Wikipedia Redefined

Me deparei esta semana com um projeto chamado Wikipedia Redefined. Trata-se de um experimento realizado pela New!, agência criativa da Lituânia, que buscou tornar mais agradável, do ponto de vista dos designers e usuários em geral, a interface daquele que é talvez o site mais lembrado quando alguém está em busca de fontes de conhecimento acumulado.

Imagine you were granted the magic power to change any web site in the world-wide web the way you like it, to make it better, more functional, more useful, better looking, more pleasing or disrupting to the eye.

We’ve also played that game. And we’ve chosen Wikipedia.

As imagens e explicações são bastante detalhadas, e, sinceramente, dão, de fato, um toque elegante e minimalista   Wikipedia. Sei que se trata apenas de uma sugestão da agência lituana, mas o trabalho ficou tão bom que merecia ser levado em consideração pelo pessoal que trabalha com Jimmy Wales.

Minecraft Game Mode Switcher

Talvez não seja novidade para alguns, mas, para mim, que venho jogando Minecraft há pouco tempo, é.

Encontrei uma ferramentinha muito útil chamada Game Mode Switcher, que é capaz de alterar o modo de jogo em que um savegame foi realizado. Assim, posso criar todo um mundo novo com as estruturas e edificações que eu quiser no modo criativo, e depois alterar para o modo de sobrevivência sem maiores problemas, podendo então enfrentar creepers e outros bichos   vontade.

Ah, o mais legal de tudo é que a ferramenta já é compatível com o novo Minecraft 1.3.1.

Impressão em 3D ajuda criança a voltar a mexer os braços

O conceito já existe há praticamente dez anos, mas confesso que apenas ultimamente tenho ouvido falar com mais frequência de impressão em 3D.

Trata-se de uma técnica para criação de objetos — qualquer tipo de objeto, desde peças de lego até guitarras — em terceira dimensão a partir de arquivos contendo um modelo digital.

A impressão é feita através de um processo chamado manufatura aditiva, onde camadas de material vão sendo sucessivamente empilhadas até que o objeto final tome forma. Os materiais empregados podem variar, indo desde termoplásticos até polímeros.

Pois bem. Resolvi escrever sobre impressão 3D sobretudo porquê encontrei hoje, meio que sem querer, a história da pequena Emma, que nasceu com uma desordem congênita chamada Artrogripose Múltipla Congênita, ou AMC, doença esta que limita o movimento de várias articulações em diferentes partes do corpo. No caso da menina, de apenas dois aninhos de idade, o mal a impede de levantar os braços por vontade própria.

O vídeo acima demonstra o que foi possível permitir que Emma fizesse com o uso de um exoesquelto robótico chamado pelos pesquisadores do Alfred I. duPont Hospital for Children em Wilmington, Delaware, de WREX.

O WREX já vinha ajudando crianças mais velhas, com idades a partir de 6 anos, e com problemas similares   desordem que afeta Emma, mas, no caso da garotinha, que além de tudo é pequena para a idade que tem, os componentes do exoesqueleto seriam muito grandes e pesados.

Foi quando os pesquisadores tiveram a ideia de recorrer   impressão em 3D. Utilizando uma impressora capaz de reproduzir modelos tridimensionalmente, eles foram capazes de criar um protótipo do WREX em plástico ABS — o mesmo empregado nas pecinhas de lego —, leve e durável o suficiente para que a pequena Emma pudesse usá-lo como se fosse um colete. A menina agora vai para a escola e para a terapia com ele, e apelidou o seu exoesqueleto de braços mágicos.

Este tipo de história me emociona. Primeiro, por ver como a ciência e a tecnologia podem ajudar alguém, e, neste caso, alguém tão pequenina, a voltar a ter uma vida normal. Segundo, porquê é muito melhor ver a tecnologia de impressão em 3D sendo usada para este tipo de finalidade do que para outras coisas, muito menos nobres.

Em tempo, a impressora usada pelos pesquisadores é uma Dimension, da Stratasys. Você pode ver um exemplo de funcionamento deste tipo de impressora da empresa — muito legal, aliás — através de um outro vídeo no YouTube em que um revendedor demonstra o que pode ser impresso — inclusive um aspirador de pó da Black & Decker totalmente funcional:

I love Playmobil

Você usa Instagram e adora playmobil — sim, eu admito, mesmo anos depois, que sou vidrado nestes pequenos bonecos geniais —, assim como eu? Então, deixe-me recomendar as fotos do usuário iloveplaymo.

Trata-se de uma galeria de imagens que mistura os playmobis que todos conhecemos   cenários da vida real, de uma maneira muito criativa. Foi inclusive difícil escolher apenas 8 fotos para exemplificar o que estou falando:

E caso você não use Instagram, pode visualizar estas e mais imagens através de serviços como o webstagram.