Amazon.com no Brasil!

Yey!!! A Amazon pousou por aqui! E com ela, a promessa de um Kindle por R$ 299 ââ?¬â? embora nada tenha sido dito ainda sobre a disponibilidade da linha Fire, que me deixa os olhos muito mais atentos… Paciência.

Sorvete para maiores

Eis uma boa pedida — para quem gosta de cerveja.

A ideia é que o produto circule por tempo limitado em bares selecionados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas a marca estuda ainda a possibilidade de estender a ação e oferecer a venda pela fan page no Facebook. Nas duas formas de comercialização, o pote poderá ser adquirido somente por maiores de idade.

[via comunicadores]

Woz teme que Microsoft seja mais inovadora

O co-fundador da Maçã deu (mais) uma declaração polêmica durante a conferência TEDx Brussels:

ââ?¬Å?Eles estão fazendo isso há uns três anos, enquanto a Apple só pensa no novo iPhone e fica um pouco para trás. Isso me preocupa. Melhorar não faz parte do modelo de inovações da Apple. Até Steve Jobs voltar, o que estávamos fazendo era justamente isso: tínhamos uma fórmula para ganhar dinheiro e a seguíamos, com as mesmas máquinasââ?¬Â, completou.

Para mim, por mais polêmica ou parcial que a declaração acima possa parecer, não deixa de ser um belo retrato da realidade da Apple desde que Steve Jobs se foi.

A meu ver, a última cartada da empresa, um iPad Mini, por exemplo, não tem nada de inovador. É, apenas, justamente pensar em algo já existente em versão diferente.

Pensar assim não é exclusividade da Apple, é verdade: As empresas vem fazendo isso desde que o mundo é mundo, e não apenas no mundo da tecnologia. Mas some a isso fiascos como o novo Maps e um iOS 6 cheio de bugs com redes wifi e é inevitável se perguntar se a Maçã está perdendo seu norte.

Pena que Steve Jobs não possa voltar…

[via TechTudo]

Use o campo BCC: A gente agradece!

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Você já deve ter vivido algo assim.

Recebe uma mensagem onde, além do seu próprio endereço de e-mail, consta o endereço de mais um buzilhão de pessoas. O remetente desta mensagem faz um mesmo pedido para todos os destinatários: informarem se já participaram (ou não) de uma determinada atividade.

Esta semana recebi uma mensagem assim, e a respondi apenas para o remetente. Mas em questão de minutos vi meu inbox lotado de respostas que deviam ter sido endereçadas apenas   ele. Em meio  quele calhamaço de e-mails, lembrei-me imediatamente de regras simples para o envio de mensagens eletrônicas. Sobretudo aquelas relacionadas aos campos CC: e BCC:.

O campo CC: — que vem do inglês carbon copy e foi traduzido para o português como com cópia — deve ser usado no lugar do campo Para: (ou To:) quando as pessoas ali inseridas estão recebendo uma mensagem apenas em caráter informativo, ou seja, não precisam responder   mensagem.

Acontece que a mensagem que eu recebi não tinha caráter informativo, já que o remetente solicitava uma informação, e esperava respostas de todos os envolvidos. Nestes casos, usar o campo BCC:blind carbon copy, de cópia cega, que foi traduzido para o português como CCO:, ou com cópia oculta — cai como uma verdadeira luva.

Isso porquê ele é perfeito para incluir endereços de pessoas que não necessariamente se conhecem. Na verdade, perfeito para quando elas não precisam interagir entre si, o que era o caso nesta mensagem. Ao usar o campo BCC: o destinatário só tem como saber o endereço do remetente e o dele próprio e, justamente por isso, só pode responder ao próprio remetente. Assim, evita lotar a caixa de mensagens de outras pessoas com algo que não precisa mais da atenção delas.

Da próxima vez que você for enviar uma mensagem para muitas pessoas — ou responder uma, pense nisso. Muita gente vai te agradecer, eu garanto.

Como ensinei meu filho a andar de bicicleta

Em abril deste ano resolvemos tirar as rodinhas da bicicleta do Alexandre para que ele pudesse começar a andar sem elas, tal como vários coleguinhas da escola já vinham fazendo. Mas como fazer para ensinar uma criança de, naquela época, 6 anos, a se equilibrar na bicicleta?

O Alexandre é um menino enorme, e, assim sendo, extremamente pesado, mesmo sendo magro. Quando resolvemos começar a usar as técnicas padrão para ensiná-lo a se equilibrar, ou seja, segurar no guidão e atrás do selim enquanto o empurrávamos, percebemos dois fenômenos interessantes:

  1. Ele tendia a puxar a bicicleta para a esquerda e se desequilibrar. Assim, caia no chão e ficava com medo de se machucar;
  2. Com poucos minutos de prática ao lado dele, ou mesmo quando empurrávamos segurando somente o selim, estávamos ficando muito cansados.

A somatória destes dois fatores fez com que meu filho se desinteressasse pelo assunto. Assim, passaram-se vários meses sem que ele quisesse sequer olhar para a bicicleta. Somente esta semana ele resolveu voltar a pensar no assunto, depois que eu prometi a ele que compraria capacetejoelheira cotoveleira.

Mas pensei também que o ideal, além disso, seria provocar alguma coisa diferente para o aprendizado. Alguma coisa que não o pusesse em risco e o deixasse com medo, apesar da proteção que o capacete e demais acessórios trariam, e que ao mesmo tempo eventualmente não necessitasse que ficássemos lhe empurrando ou puxando.

Eis que após um pouco de busca me deparei com um método chamado “Learning to bicycle without pain, teaching bicycling without strain” — algo como Aprendendo a andar de bicicleta sem dor, ensinando a andar de bicicleta sem esforço. A página que descreve o método cita, em poucos passos, o que deve ser feito.

Pode parecer bobagem, mas a coisa funciona. Levei o Alexandre a uma praça aqui da cidade, procurei um local onde houvesse uma ligeira inclinação e cuidei para que a bicicleta dele permitisse que, ao ficar em pé montado nela, seus pés tocassem o chão.

Daí foi só pedir a ele que se soltasse na inclinação, e que, se sentisse que ia cair, apoiasse os pés no chão. Aos poucos ele foi ganhando confiança e, depois de umas quedas protegidas pelas joelheiras, cotoveleiras e capacete, acabou aprendendo a se equilibrar. Nem foi preciso remover os pedais como o método acima sugere.

Depois de cerca de 1h30 praticando, ele se soltou. E eu não precisei dar nenhum empurrãozinho nele, prova de que o método funciona mesmo — servindo para ensinar não só crianças como o meu filho, mas também adultos.

Abaixo, resolvi fazer um registro em vídeo — de maneira bem animada e resumida, do que foi a aplicação do método e seus resultados práticos. Valeu pela diversão. Aliás, se alguém se interessar pela trilha sonora, ela é do Rose for Bohdan, e pode ser encontrada no Free Music Archive.

Ah, e agora, ele não quer mais largar da bicicleta! Genial!

Aviões de bigode!?

Três companhias aéreas — British Airways, Qantas e WestJet — resolveram acrescentar bigodes  s suas aeronaves neste mês de novembro. A ação foi realizada para demonstrar o suporte   campanha Movember, iniciativa anual para levantar fundos para o combate ao câncer de próstata.

British Airways espera arrecadar mais de ã80.000 para a caridade, enquanto a WestJet lançou um concurso para recompensar a organização canadense com maior participação de seus funcionários na campanha com duas viagens de ida-e-volta a qualquer um de seus destinos.

A iniciativa é bem legal — e os aviões, mais legais ainda!!

[via DesignTaxi]

Rafinha e o elevador

As crianças criam hábitos que nos surpreendem a cada momento.

Meu filho mais novo, Rafinha, por exemplo, deu para chamar o elevador todas as vezes que nós vamos sair. Basta abrir a porta de casa e lá vai ele, em disparada, pronto para executar a tarefa com uma empolgação que só ele sabe de onde vem. É como se ele vivesse de esperar por um momento em que pudesse fazer isso, todos os dias.

Aliás, a velocidade dele pra chamar o elevador é tanta — e veja que são os dois elevadores que ele chama, sempre — que demorou pra conseguir fazer o vídeo acima. Toda vez que eu tentava, não era rápido o suficiente…

Twitter, em uma imagem

Perhaps I’m having a misanthropic week, but lately it feels like Twitter is just full of unfunny people trying too hard to be hilarious.

Quando o assunto é Twitter, é realmente muito difícil de discordar. Às vezes é extremamente complicado separar o que serve do que não serve, o que é útil do que não é útil. E esta ilustração realmente diz tudo, de uma maneira muito simples.

[via sarahL]

Instruções de Vôo à la LOTR

Air New Zealand partnered with WETA Workshop on a brand new Hobbit inspired Safety Video. It features cameo appearances including Sir Peter Jackson.

Taí uma maneira criativa de fazer com que instruções de segurança importantes — e porquê não dizer, normalmente maçantes — se tornem mais leves e divertidas. Assim, sinceramente, a chance de assimilar as mensagens é muito maior.

The Amazing iOS 6 Maps

O iOS6 acabou com o aplicativo nativo para acesso ao YouTube, mas, principalmente, com a parceria que havia até então com o Google. Por isso, o Google Maps também foi excluído da versão mais recente do sistema operacional da maçã, sendo substituído por uma solução homemade, que muita gente acha amazing.

Ou, aparentemente, nem tanto, como mostra um Tumblr muito legal que eu descobri.

The Amazing iOS 6 Maps

xkcd: Click and Drag

Eu sempre fui fã incondicional das tirinhas publicadas pelo xkcd.

No entanto, nenhuma das tiras publicadas até hoje me surpreendeu mais do que Click and Drag, pela maneira como é apresentada, permitindo que interajamos com o ambiente. Existem três quadrinhos apresentados — como em muitas outras das historinhas, é verdade, mas, num próximo quadrinno, a cena se amplia e você é convidado, justamente, a clicar e arrastar.

A partir deste exercício, o mundo se abre em infinitas possibilidades: Você começa a enxergar pessoas, terrenos e situações. E, para aqueles que não tiverem paciência de clicar e arrastar por muito tempo — eu gastei, pelo menos, uns 40 minutos explorando o universo proposto —, há uma maneira de enxergar o mundo todo de uma única vezembora eu ache que perde um pouco a graça.

Mas há uma coisa mais interessante, que é acompanhar quantas coisas já foram encontradas na imagem: Há uma lista de coordenadas no explainxkcd que vale   pena visitar. Lá você verá que o autor da tirinha incluiu nela todo o nível 1-1 do Super Mario Bros, um Boeing 737, o Nautilus e mais algumas boas referências nerds.

Tire os tic-tacs da embalagem corretamente

Certamente isso já deve ter acontecido com você.

Você sente uma vontade incontrolável de comer tic-tacs e parte para a operação mais trivial da paróquia, que é abrir a embalagem pra poder pegar de lá de dentro algumas pastilhas.

Por um minuto, aliás, você se lembra da frustante sensação que é tirar um palito de dentro de um paliteiro para usá-lo logo depois do almoço: Com a embalagem de tic-tac aberta, sacode ela pra um lado, sacode pro outro, e nada das pastilhas saírem. Então você resolve fazer a coisa de uma maneira mais enérgica, só pra que, não uma, mas umas 10 ou 12 pastilhas caiam da embalagem, enchendo a sua mão. Você agora não sabe o que fazer com tanta pastilha de tic-tac.

Como eu descobri este final de semana, eu venho usando errado a embalagem de tic-tac.

Isso mesmo.

Tudo por conta de uma ranhura que existe na tampa, na qual eu nunca tinha reparado antes. Voltada para dentro, a finalidade dela é, acreditem, justamente acomodar uma única pastilha de tic-tac, para que ela seja transferida confortavelmente para a palma de nossa mão. É óbvio que você normalmente não pega uma única pastilha por vez, mas repetir o movimento assim é mais fácil — e te faz, em muitos casos, passar menos vergonha.

[via Reddit]

Neil Armstrong: Quando estatística e coincidência se encontram

Neil Armstrong, o primeiro homem a caminhar pela superfície da Lua, em 20 de julho de 1969, morreu hoje aos 82 anos, depois de sofrer com complicações provenientes de uma cirurgia em seu coração,   qual ele tinha se submetido este mês.

Armstrong has been immortalized in human history as the first human to set foot on a celestial body beyond Earth. “That’s one small step for a man, one giant leap for mankind,” he radioed back to Earth from the moon on July 20, 1969.

Neil Armstrong

Mais do que para lembrar do feito histórico de Neil, talvez um dos maiores heróis que a humanidade já viu, e para homenageá-lo, resolvi escrever este texto por um motivo mais peculiar. É que, ao saber da notícia acima, de uma maneira bem trivial, aliás — enquanto verificava notícias interessantes no Digg —, vivenciei uma grande coincidência.

Eu explico.

Ontem, enquanto estava bisbilhotando as tirinhas mais recentes do xkcd, resolvi dar uma olhada no blog do Randall Munroe, autor da série. E, vejam só, eis que o último texto que lá estava — publicado em 12 de julho de 2012 — se chama “A morbid Python script“. Vejam abaixo parte do conteúdo do texto escrito por Randall:

Eu destaquei, na figura acima,  os dois motivos da coincidência. Primeiro, listadas como entrada do script de Randall, as idades atuais das únicas 9 pessoas que até hoje já tiveram a experiência de caminhar pela superfície da Lua, com a idade de Neil, 82 anos, e seu sexo (m) atuando como segundo parâmetro.

Na sequência, a resposta do script após sua execução: “Há uma chance de 5% de que alguém (nesta lista) morra em 0,08 anos (em 2012)“. Randall ainda acrescenta uma observação sobre os resultados interessantes referentes aos astronautas:

[yellow_box]Of course, these are based on average death rates based only on age and gender. Adding more specific information about the people in question will refine the calculation. For example, I’d guess former astronauts are more likely to be in good healthââ?¬â?and have longer life expectanciesââ?¬â?than the rest of us.[/yellow_box]

Impressionante.

Você ainda usa relógio de pulso?

Você ainda usa relógio de pulso? Conhece alguém que ainda use relógio de pulso?

É cada vez maior o número de pessoas que deixam de lado os relógios, principalmente porque podem consultar o horário na tela de seus celulares e smartphones —- sobretudo se estivermos falando das gerações mais novas.

Lendo um texto sobre o assunto hoje no Bits, blog do jornal The New York Times, pude perceber o quanto o relógio, invenção que nem é lá tão velha assim, tende a sofrer — e em algumas propostas, já está sofrendo — grandes modificações.

Estas mudanças não são para ganhar de volta o terreno perdido para os rivais do campo da telefonia, e sim, mais como numa aliança, se integrar a estes dispositivos.

Exemplos dados pelo próprio texto que eu li incluem o SmartWatch, da Sony, que pode exibir mensagens de texto, tweets e outras informações se estiver em sincronia com um aparelho Android, além do Pebble, que, após passagem pelo Kickstarter, uma comunidade de crowdfunding, arrecadou mais de 10 milhões de dólares de fundos, sendo um relógio que, além de tocar música e mostrar dados sobre o tempo — tudo novamente sempre em sintonia com um celular —, ainda permite a leitura de livros e mais uma infinidade de coisas, tudo isso por 150 dólares.

Sem sombra de dúvida relógios como estes poderiam muito bem vir a figurar na minha wishlist. No entanto, pelo menos por agora, prefiro ser chamado de antiquado, talvez, e admitir que, desde os 10 ou 11 anos de idade, uso relógio de pulso, sobretudo porquê acho muito chato ter que tirar o celular do bolso só pra saber as horas…

E você?