Questão de Saúde

Acabo de descobrir uma coisa que pode ser do seu interesse, assim como é do meu, caso você seja mais uma destas pessoas que vira a madrugada na internet. Descobri que ficar sem dormir o número correto de horas por noite pode estar ligado à obesidade. Isso, pelo menos, é o que afirmam especialistas da Columbia University, de Nova York.

Como todos sabem, o correto é que as pessoas descansem, dormindo, cerca de 7 a 9 horas seguidas por noite. Este tempo é necessário para repormos nossas energias, além de servir para solidificar em nossas mentes aquilo que tivermos aprendido durante o dia. Segundo a pesquisa, aqueles que dormem menos de quatro horas por noite têm 73% mais chances de se tornarem obesos do que aqueles que dormem durante o período correto.

Se você dorme mais do que quatro horas, mas menos do que o recomendado, também corre riscos: Se seui tempo médio de sono é cinco horas, então você tem 50% de risco de se tornar obeso. Dormindo seis horas (quase o tempo mínimo correto), as chances caem para 23%. Ou seja: Está cientificamente comprovado que se você dormir direito, acaba perdendo peso. Bom, talvez não. Você pode manter o peso dormindo bem. Desde que, aliado à seu descanso, obviamente, você associe boa alimentação e exercícios regulares. Coisas que eu preciso incorporar à minha vida, ainda mais com um baby a caminho.

Vá Ler um Livro!

Desligue a TV e vá ler um livroSe você estivesse assistindo televisão e de repente a programação do canal que você estivesse sintonizando fosse suspensa e substituída por uma mensagem pedindo que você desligue a televisão e vá fazer outra coisa, no caso, ler um livro, o que você faria? Procuraria, efetivamente, um bom livro e desligaria seu aparelho de TV, ou passaria a mão pelo controle-remoto automaticamente, procurando outra coisa pra assistir?

É difícil responder à essa pergunta? Bom, a MTV resolveu partir pra uma campanha que incentiva a leitura e espera aumentar o nível cultural da população jovem brasileira, através da busca de conhecimento em livros, exatamente desta forma: Entre 13 e 15 horas, desde o dia 1ú de novembro, os telespectadores da emissora vêm em suas televisões a mensagem que ilustra este post, e têm o áudio da TV invadido por um zumbido chato que realmente faz com que se deseje desligar o aparelho. Ou mudar de canal. Segundo nota que eu li no Estadão, 14% do público alvo da emissora realmente seguiu o conselho.

“Se foram ler um livro, não sei dizer, mas pegaram o espírito da coisa”, disse o diretor-geral da emissora, André Mantovani.

Pessoalmente, gosto muito de leitura. Acho um hábito muito mais saudável do que ver televisão, isso eu lhes garanto. Tudo bem que parte da minha leitura (uma bela parte, por sinal) acontece em frente à tela do computador, enquanto me atualizo com as notícias e acontecimentos do dia, mas também, desde meu último aniversário, por exemplo, estou às voltas com duas obras primas que me foram presenteadas: Uma delas é O Código Da Vinci, de Dan Brown, que aliás, já acabei de ler e preciso resenhar em um post que confesso que estou lhes devendo neste blog.

A outra obra é Olga, de Fernando Morais, que deu origem ao filme de mesmo nome recentemente. Este eu ainda não comecei a ler, mas pretendo fazê-lo muito em breve. Sem contar que estou tentado a comprar Anjos e Demônios, também de Dan Brown, e ainda preciso ler o último livro de Harry Potter e terminar a trilogia de O Senhor dos Anéis, em edição de mais de 1000 páginas que junta os três volumes, e que ainda não botei em dia.

O que estou querendo dizer é que assino embaixo de iniciativas como esta, da MTV, ou mesmo do canal americano Nickelodeon, que recentemente tirou sua programação do ar por um dia inteirinho só para fazer com que as crianças saíssem de suas casas e se dedicassem à prática de esportes. Nossa vida é mesmo muito sedentária. No que diz respeito à cultura, o brasileiro, na minha opinião, precisa se dar conta de que ler é bom e que isso abre a mente e desenvolve a inteligência. Já é hora de pararmos de ser o país onde 99% das pessoas olha pra um livro e sente preguiça só em ver seu número de páginas, ou atenta para o fato de que não há figuras no interior.

Portanto, pelo menos durante 1 hora por dia, desligue esse seu computador, como eu faço, e se dedique a prestar atenção às palavras de seus autores favoritos. Não tem nenhum? É hora, talvez, então, de rever seus conceitos… Mãos ao livro!

Grávida!

Grávida

Uma notícia que recebi na segunda-feira passada me deixou extremamente contente, e, é claro, eu não poderia deixar de compartilhar com vocês aqui no blog: Acontece que este que vos escreve está para se tornar papai!

A Alê, minha esposa, fez um exame de sangue porquê já estava desconfiando, e o resultado não foi outro, senão positivo! Grávida há um mês e pouquinho, aproximadamente — apenas o ultrassom poderá determinar com certeza o tempo de gestação até agora — ainda não sabemos se teremos um filhinho ou uma filhinha. O importante é que venha com saúde e que receba bastante amor — coisa que nós dois, papais de primeira viagem, certamente não deixaremos faltar.

Amor, eu te amo muito, e este é o maior dos presentes que você poderia me dar! 😉

A morte de um favorito

A paixão por certos softwares, para certas pessoas, chega a ser tão grande quanto aquela que a grande maioria do público masculino costuma expressar por times de futebol. Os softwares das mais diversas categorias existem aos montes, e é fácil encontrar pela internet defensores e mais defensores deste ou daquele programa, por esta ou aquela funcionalidade. Exemplo muito simples e que tem estado muito em discussão ultimamente é o Firefox, que acaba de lançar sua versão mais recente, a tão esperada 1.0 Final, que, aliás, ainda não saiu em português.

Comece a navegar pela internet afora e você vai descobrir logo que muita gente trocou o Internet Explorer, em caráter definitivo, pelo browser da raposinha. Eu, inclusive. E não destroco. Confesso que um browser gratuito, compacto, leve e cheio de recursos é algo fantástico como ferramenta para ir de um lado a outro na web, e por isso não o troco por nada. Mas não é no mundo dos browsers que a gente nota grandes movimentações desse tipo. Há alguns anos atrás eu usava, para ouvir música no meu computador, um belo programa, precursor de sua era, chamado Sonique. O Sonique tinha skins, era super leve e tinha um arquivo muito pequeno para se fazer download, e com ele surgiu o conceito de plugins para extender as funcionalidades do player.

A coisa ia muito bem para o Sonique, até que a Lycos o comprou, e o desenvolvimento praticamente estancou na versão 1.96 do programa, que está lá no site deles, para ser baixada até hoje. Assim sendo, mudei de opção rapidamente. Era chegada a minha hora de experimentar um programa do qual tanto se falava na época, um tal de WinAmp. Desde que eu o experimentei passei a considerá-lo, sinceramente, meu favorito. Acho que ele é um player cheio de recursos, e que por ter sua versão gratuita lembra em parte o próprio Firefox, lembrança reforçada pelo fato de o player também possuir skins, entre elas a minha favorita: MMD3, que eu uso no meu WinAmp até hoje.

Acontece que meu favorito morreu. Uma notícia do BetaNews foi sua sentença de morte: Desde a saída da AOL de Justin Frankel, criador do WinAmp e seu principal desenvolvedor, em janeiro passado, a equipe que desenvolvia o programa nunca mais foi a mesma. Por uma série de desavenças entre a AOL e os desenvolvedores, que sempre estiveram acostumados a correrem atrás de suas próprias idéias sem estarem presos à laços corporativos, o programa foi abandonado: Poucas pessoas estão trabalhando no projeto, apenas corrigindo falhas menores, mas nenhuma versão nova do programa deverá ser mais desenvolvida.

Será hora de correr atrás de uma alternativa para aquele que se tornou de longe o mais famoso MP3 Player do mundo?

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A Cura

Atualmente é tão complicado navegar pela web e encontrar boas notícias que, quando isso acontece, fica até difícil de a gente acreditar em alguma coisa pra valer. Mas parece que a descoberta recente de um grupo de cientistas da Universidade de Glasgow pode realmente nos trazer felicidade. Eles parecem ter descoberto uma nova técnica terapêutica que parece ser capaz de curar todas as doenças.

Através da chamada interferência do RNA os pesquisadores disseram ser possível anular o efeito dos genes que dão origem às doenças. Através de testes, realizados com ratos de laboratório, foi possível que eles reduzissem o nível de colesterol dos animais, aplicando RNA em células doentes.

O RNA é uma molécula parecida com o DNA e que, já se sabe há algum tempo, tem a capacidade de “desligar” os genes, tornando-os inoperantes. Fabricar moléculas de RNA no laboratório é um processo relativamente simples, mas os cientistas sempre encontraram dificuldades para conseguir fazê-las chegar às células doentes.

Espero que a pesquisa destes cientistas dê bons frutos, pois me parece ser bastante promissora. Só o simples fato de imaginar que doenças das mais graves possíveis possam ser tratadas, lado a lado, com aquelas mais comuns, através de um método único, já parece absurdamente fantástico. Mas hoje em dia, como muitas das coisas que a gente vê apenas em filmes de ficção científica têm se tornado reais, então esta é apenas uma comprovação de que a cura pra todas as doenças pode estar mais perto do que nunca…

Protesto Legal

Senhores pais que prometem mundos e fundos aos filhos, caso estes se comportem, não briguem com o irmãozinho menor, ou tirem boas notas na escola, cuidado: A falta no cumprimento de suas promessas pode fazer com que vocês acabem tendo que enfrentar um processo!

Em Hong Kong, esta semana, um garoto de 11 anos moveu uma ação contra sua própria mãe depois que ela inadvertidamente prometeu lhe comprar um computador novo caso seu aproveitamento na escola fosse superior a 94%. Como todo bom estudante, ele se empenhou e acabou com 97%, mas, sem seu grande prêmio, e por isso, ao se sentir lesado, resolveu optar pelo processo…

Felizmente, o juiz conseguiu a reconciliação entre as partes.

O Aprendiz

O Aprendiz - LogoConfesso que zapear pelos canais de televisão munido de meu fiel escudeiro, o amigo controle-remoto, raramente me faz sentir animado com algo inovador. Se estou vendo algo da TV aberta, é difícil achar bons programas, sobretudo se a empreitada for algo que eu tente realizar durante os finais de semana. A TV anda cheia de lixo, bobagens e programas de auditório que, com gosto muito duvidoso, tendem a fazer de tudo por um ponto a mais — ou meio, que seja — na batalha do Ibope.

A TV paga, embora possua mais atrações — pois tem muito mais canais para se procurar —, muitas vezes vai pelo mesmo caminho. Eu, amparado por uma operadora que me oferece quase 200 canais diferentes, normalmente acabo chegando à conclusão de que há, da mesma maneira, quase 200 coisas nada interessantes sendo exibidas. Uma das raras salvações é um canal versátil e com conteúdo muito interessante, chamado People + Arts (é, o sinal de “mais” lê-se and, mesmo, tal como o operador booleano).

O People + Arts, um canal criado pela Discovery em conjunto com a BBC, é um canal de interesse geral com documentários, séries, sitcoms (como a hilária Coupling, nos moldes de Friends, mas com um grupo de atores britânicos) e reality shows, como O Aprendiz, que dá título a este post, e é extraordinariamente fora-do-comum.

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Superstição

Um indivíduo em Beijing, na China, até agora não identificado, deve ser uma das pessoas mais supersticiosas do planeta. Sua superstição, de origem numérica, fez com que o homem desembolsasse o equivalente a US$ 215.000 para adquirir, nada mais, nada menos, do que um número de telefone celular: 133-3333-3333.

A tradição popular chinesa considera o oito como seu número de maior boa sorte. Mas, segundo eu estive lendo, todos os números de telefone celular chineses começam com o prefixo 13. Assim, seria impossível que alguém obtivesse o número 888-8888-8888. Como não dá pra se fazer isso, e o três é o segundo número na lista de boa sorte, ainda mais se estiver em grupos, nosso comprador misterioso fez sua oferta e arrematou o número para si.

Embora seja comum que restaurantes, hotéis e outros estabelecimentos comerciais procurem por números de telefone que tragam boa sorte, confesso a vocês que gastar tal quantia na compra de um número jamais me passaria pela cabeça. Um tanto excêntrico esse comprador. Um conselho que eu daria a ele seria se satisfazer com amuletos de boa sorte bem mais tradicionais: Porquê não um pé-de-coelho, um trevo de quatro folhas, ou mesmo uma ferradura?

Aliás, diga-se de passagem: Eu não tenho nenhum amuleto de boa sorte. Alguém de vocês por acaso tem?

O Nome do seu Bichinho

O post que escrevi recentemente a respeito do projeto de lei do deputado federal Pastor Reinaldo, sobre a proibição que ele propõe, de se dar nomes próprios a bichinhos de estimação, recebeu um comentário do próprio deputado hoje, que eu fiz questão de disponibilizar on-line. O deputado explicou seus pontos de vista e também citou diversos outros projetos que são de sua autoria e que visam defender os direitos dos animais.

Como eu sou contra qualquer tipo de crueldade contra bichinhos indefesos e inofensivos, convido-lhes a revisitar o post e deixarem novas opiniões, caso não seja sua primeira vez aqui, ou, deixar sua opinião, através de comentários.

A minha resposta a ele já deixei por lá. Participem!

Queen of the Sky

Mais uma polêmica envolvendo blogs aconteceu essa semana, quando Ellen Simonetti, comissária de vôo da Delta Airlines que mantinha um diário pessoal na internet, onde assinava seus posts sob o apelido de Queen Of Sky, acabou sendo demitida por postar fotos suas enquanto estava usando o uniforme da companhia aérea.

Ellen já avisou que pretende mover uma ação contra sua ex-empregadora, por acreditar que não haja nada demais em postar fotos suas em seu site. A moça já havia sido advertida e suspensa anteriormente, ficando um mês sem trabalhar e sem direito a salário. Seu processo terá como base o fato de que ela se sente discriminada.

É difícil dizer até que ponto podemos publicar fotos nossas on-line. Por um lado quem aparece nelas somos nós mesmos e, por outro, há os valores morais da empresa, bem como outros valores que talvez não sejam diretamente mencionados. O fato é que provavelmente a Delta deve ter visto algo demais nas fotos da moça, e por isso acabou tomando a decisão. Agora a coisa foi pra justiça.

Será que eu devo tirar meu Fotolog do ar? 😮

I Skype, You Skype

Está ainda pra nascer um programa tão genial quanto é o Skype. Criado por uma dupla de programadores, o sueco Niklas Zennstr¶m e o dinamarquês Janus Friis, a mesma que desenvolveu o programa de troca de conteúdo P2P on-line KaZaA, o Skype permite que qualquer usuário de microcomputador que possua conexão de banda-larga converse normalmente com seus contatos, como se estivesse no meio de uma ligação telefônica convencional, e o mais importante: Sem pagar um centavo a mais por isso, já que o programa é gratuito.

Acreditem-me. Estou dizendo isso basicamente porquê converso bastante com um amigo meu que mora nos EUA através do serviço, e posso lhes dizer que não há nada em que o programa fique devendo à um telefone convencional. Em formato de instant messenger, todos os seus contatos ficam enfileirados em uma pequena janela, sendo que basta clicar duas vezes sobre um deles para que uma chamada telefônica em VoIP seja feita. Se você estiver em uma ligação, o programa pode inclusive te avisar que alguém tentou entrar em contato.

Ontem, durante o último dia de feriado, foi a hora de usar o programa com uma amiga. Como eu já esperava, conversamos normalmente por mais de 2 horas seguidas, sem que eu notasse qualquer problema de áudio. Tudo muito nítido. Ao contrário do amigo que eu citei acima, esta mora aqui em São José dos Campos mesmo.

Parece, aliás, que as coisas no “mundo Skype” andam meio movimentadas: A empresa de telefonia brasileira Brasil Telecom estaria, segundo nota da Folha, barrando o acesso de seus usuários ao programa. Enquanto a BT se defende, dizendo que nada pode fazer com relação ao que seria uma falha não provocada por ela, os responsáveis pelo Skype fazem o mesmo. Será difícil de dizer quem está com a razão, afinal.

Enquanto isso, as tarifas de ligações realizadas através do SkypeOut, único serviço pago da empresa, que permite a realização de ligações computador-telefone para qualquer parte do mundo, sofreram uma enorme redução de valor: 63%.

O sistema do SkypeOut é pré-pago. É preciso depositar créditos de ââ??¬ 10 (R$ 36) ou ââ??¬ 25 (R$ 90), pagos com cartão de crédito. Não compensa para ligações locais, mas é vantajoso em chamadas Rio-São Paulo, por exemplo.

Se eu usaria o sistema computador-telefone não posso lhes dizer. Mas que eu pretendo continuar usando o sistema P2P para me ligar a meus contatos on-line, isso é a mais pura verdade. Segundo Niklas Zennstr¶m, as ligações deste tipo serão sempre gratuítas:

Folha – O Skype será sempre gratuito?
Zennstr¶m – Ligações de Skype para Skype serão sempre gratuitas. Não há custos marginais para a realização de chamadas e o custo para adicionarmos um usuário novo é de US$ 0,01. Na Vonage [provedora de telefonia por IP dos EUA], esse custo é de US$ 400 para cada novo usuário.

Em tempo, leia o restante desta entrevista, e depois pense em dar uma chance para este pequeno notável.

Estado do Planalto Central

Parece que a genialidade dos nossos governantes é mesmo algo inquestionável. Nem bem comentei sobre o fato de um projeto de lei querer proibir que animais de estimação recebam nomes de gente, e surge mais uma pérola: Parece que agora a bola da vez é a criação de mais um estado para integrar o Brasil.

O novo estado, que seria batizado de Estado do Planalto Central, surgiria com 41 municípios, sendo estes 12 cidades-satélite do Distrito Federal, 26 cidades pertencentes a Goiás e três de Minas Gerais. Obviamente a idéia, promovida por alguns senadores para alcançar o desenvolvimento econômico já gerou o maior rebuliço no Congresso. Não só pela inviablidade econômica que alguns citaram, mas também porquê nenhum dos estados está disposto a ceder municípios, e também porquê o novo estado teria um governador indicado diretamente por Brasília, ao invés de eleito pelo voto.

A idéia me parece muito absurda. Acho que os governantes desse nosso querido país deveriam se dar conta de que há coisas muito mais importantes pra se fazer no momento. E o combate à miséria? E os projetos sociais? E as escolas? E as universidades? E o emprego pro povo? Alguém avise esses camaradas que a opinião do senador mineiro Hélio Costa (PMDB) pode muito bem ser a da grande maioria da população.

Para o senador, a criação de novos estados não promove o desenvolvimento. “O que precisamos é de mais recursos”.

Assino embaixo, senador. Mais alguém?

Ladrões de Biscoito

E não adianta mesmo tentar evitar, porquê vira e mexe o assunto do momento volta a ser o serviço de e-mail do Google… Acontece que a empresa anunciou hoje a correção de uma falha de segurança que permitia que hackers mal-intencionados assumissem o controle da caixa postal de qualquer usuário, sabendo para isso apenas o login da pessoa.

Os hackers poderiam se apoderar do cookie de acesso ao sistema, e mesmo que a senha fosse alterada, permaneceriam com o controle da caixa postal, podendo utilizá-la para fins indevidos. Aparentemente, segundo amplamente noticiado pela imprensa, o problema já foi selecionado. Isso demonstra que nem os grandes serviços estão livres de pequenas falhas.

Para complementar este post, aqui vão dois links muito interessantes: No primeiro deles, descobri que o GMail possui um recurso não documentado: Trata-se de um feed em formato Atom para que cada usuário tenha acesso a todas as suas mensagens ainda não lidas na caixa de entrada: O feed tem endereço fixo, em:

https://gmail.google.com/gmail/feed/atom

Se o seu agregador é uma aplicação stand-alone, deverá ser solicitada autenticação HTTP. No caso de agregadores web, normalmente basta o cookie de acesso do GMail (agora que a falha de segurança foi corrigida, é claro).

O segundo link é para os curiosos de plantão, que não estão satisfeitos com o visual do GMail, e querem aprender tudo sobre como modificar sua aparência utilizando apenas folhas de estilo CSS alternativas. Eu ainda vou experimentar fazer isso!

Feliz Aniversário!

Credo! Bolo Corinthiano!

Salve o Tricolor Paulista!

E hoje foi aniversário do meu amigo Renó, que completou 25 primaveras (que coisa mais gay). O detalhe mais interessante foi o que tentei mostrar com a segunda foto deste post: A cara de descrédito do aniversariante quando seus amigos — a maioria com um grandessíssemo bom gosto, diga-se de passagem — puxaram em lugar do Parabéns pra Você o Hino do São Paulo. Eu, é claro, ajudei no coro!

Cara, mais uma vez, obrigado por receber esse seu amigo aqui, parabéns, muitas felicidades e muita paz pra você, apesar desse bolo que você arrumou pra comemoração, viu? Um grande abraço!

Se você quiser, também pode ver todas as fotos do aniversário.

Totó, Rex, Pluto…

Que o Jô Soares batizou seus cachorros com nome de gente, muita gente já sabe. Walter e Lúcio, seus companheiros caninos, são constantemente mencionados pelo apresentador durante a exibição de seu programa diário de entrevistas. Mas a peculiaridade não é só de gente famosa, não. Amigos meus batizam seus cães e outros animais de estimação com nomes próprios, a torto e a direito. Pessoalmente, eu devo lhes dizer, acho até algo interessante, engraçado. Ainda que eu acabe cruzando com um pastor alemão ou um papagaio chamado Daniel, não me importarei. É tudo parte do lúdico e da brincadeira. Afinal de contas, para endossar o fato, há até mesmo o nome de batismo da cachorrinha dos meus pais, que é Pâmela, diga-se de passagem, apesar de não a chamarmos assim… Mudamos seu nome pra Tuty.

Mas nem todas as pessoas acham que chamar animais de estimação por nomes próprios é saudável, ou divertido: Um projeto de lei do deputado Pastor Reinaldo (PTB-RS), em fase final de tramitação no governo, quer proibir que animais de estimação tenham nomes de gente. Quem desrepeitar a lei, uma vez que ela tenha sido aprovada, pagará multa ou será forçado a prestar serviços comunitários.

O parlamentar acredita que a medida evitará os constrangimentos nos encontros entre homem e animal que compartilham o mesmo nome, “em especial às crianças em fase de construção de sua identidade e personalidade”.

Se essa coisa realmente sair do papel, terei que guardar a sete chaves o nome do meu próximo bichinho de estimação: Quando eu o adquirir — se eu o adquirir, porquê moro em apartamento e não acho legal deixá-lo com pouco espaço — chamarei o dito de Caps Lock. Uma vez da informática, sempre da informática…