Feliz Aniversário!

Alguns formatos de arquivo se popularizam com uma velocidade tão grande que a gente nem nota que estão devidamente incorporados ao nosso dia-a-dia. Vejam o caso do MP3, por exemplo: Criado em 1995 pelos pesquisadores do Fraunhofer Institute for Integrated Circuits, na Alemanha, acaba de completar seu décimo aniversário!

Development on this technology started in 1987, in 1992 it was considered far ahead of its times, then MP3 became the generally accepted acronym for the ISO standard IS 11172-3 “MPEG Audio Layer 3″ and no other coding method so far (2005) could uncrown MP3 as the popular standard for digital music on the computer and on the Internet.”

Admitamos: A quantidade de MP3 Players existentes no mercado atualmente, bem como os diversos players, confirmam o fato de que o MP3 merece que cantemos para ele um belo parabéns. E é claro, aparentemente, ele terá muitos anos de vida pela frente, ainda.

[ via digg, Slashdot ]

Anjos da Noite

Tenho que concordar com alguns amigos meus, quando eles dizem que a maioria dos filmes que fala de criaturas sobrenaturais como vampiros e lobisomens é pura perda de tempo. Enredos batidos, cenas previsíveis e coisas do gênero fazem com que filmes deste tipo sejam altamente entediantes. Quando, na locadora, semana passada, olhei pra capa de Anjos da Noite (Underworld, 2003), pensei comigo mesmo que, à época, este era um dos filmes que, mesmo correndo o risco de cair na mesmice, eu assistiria.

Acabei não assistindo na época, mas agora pude perceber que nem todos os filmes de vampiros e lobisomens precisam ser chatos, afinal de contas. Anjos da Noite nos coloca em meio a uma batalha longa o suficiente para preencher vários séculos a fio, entre os lobisomens e os vampiros. Tudo para que uma das duas raças acabe por exterminar a outra.

Logo no início do filme somos apresentados à personagem principal, a vampira-guerreira Selene (pronuncia-se Celine), interpretada por Kate Beckinsale. Uma fiél seguidora de sua raça, a vampira se vê surpreendida quando descobre que os lobisomens, seus arqui-inimigos, estão atrás de um simples ser humano, o dr. Michael Corvin, interpretado por Scott Speedman.

Desacreditada por sua raça, que acha o cúmulo que os lobisomens percam tempo perseguindo um réles mortal, ela se vê obrigada a resolver as coisas por conta própria. O clima esquenta quando os dois — humano e imortal — acabam se apaixonando perdidamente. A trama da história passa a girar em torno das batalhas entre as duas raças, enquanto o porquê dos lobisomens estarem atrás de Michael é revelado e também o grande mistério por trás do início da batalha interminável entre vampiros e lobisomens. Acredite-me, dá pra ficar preso na poltrona do começo ao fim do filme. O ambiente sombrio dá um toque perfeito ao enredo, mesclado com disputas e tiroteios onde rolam até projéteis de luz ultra-violeta e nitrato de prata. Perdi tempo em não assistir no lançamento: minha sorte é que a continuação vem por aí, e já temos até cenas divulgadas pra sentir o clima.

Biometria neles!

Há um tempo atrás, folheando uma edição impressa da Info Exame, me lembro de ter achado sensacional a iniciativa de uma faculdade paulista de implantar a a biometria para controlar a presença de seus alunos durante as aulas. Trata-se de uma forma mais do que eficiente para identificar as pessoas através de suas características físicas. Não é à toa que, seja em filmes de espionagem de Hollywood, seja nas polícias internacionais pelo mundo afora, se utiliza a leitura das íris das pessoas para identificá-las com a maior precisão possível.

Acontece que, seguindo a tendência de utilização da biometria para controle de acesso às empresas e, como já citei, presença dos alunos às suas aulas, o Detran paulista resolveu embarcar nesta onda. Desde ontem, 11 de julho, passou a exigir o uso da biometria nas auto-escolas. A medida visa, principalmente, acabar com os problemas sofridos pelo Detran para controlar a presença nas aulas teóricas que agora são obrigatórias para renovação da CNH.

Não havia qualquer sistema, anteriormente, que controlasse a presença dos alunos nas aulas teóricas do Detran. De forma idêntica, muitas pessoas não cumpriam a exigência mínima de 30 horas — na minha época eram apenas 5 horas — de aula de direção para poderem prestar os exames. Agora, com aparelhos de biometria para identificação das impressões digitais dos candidatos em cada uma das 2,4 mil auto-escolas do estado de São Paulo, espera-se que não haja mais problemas. De qualquer forma, comparecer às aulas e exames teóricos — o que eu terei que fazer breve, visto que minha CNH vence em outubro — continuará sendo uma chatice.

Tá vendo sua casa por aí?

“Meu filho, esse negócio de internet é muito legal, né? Bem que me disseram que é possível a gente viajar pra todos os cantos do mundo sentado na frente de um mero computador!”

Vocês por acaso já ouviram algum comentário parecido com esse? No meu caso, na época em que eu dava aulas de informática pra ganhar a vida, era uma das frases mais ouvidas por mim, tamanha a surpresa de muitos dos meus alunos quando descobriam que digitar simples endereços no formato HTTP seria suficiente para que vissem virtualmente qualquer coisa por aí.

O tempo passou — as aulas que eu dava pararam em 1998 — e a tecnologia, obviamente, não. Atualmente há um grande alvoroço em torno de um software lançado pelo Google, chamado Google Earth. Com o Google Earth viajar pelo mundo deixou de ser apenas digitar o endereço do site da Torre Eiffel, na França, para visitá-la, como eu fazia com meus alunos. A questão é que agora podemos vê-la do alto (se você já tiver o Google Earth, veja diretamente lá).

O tal do Google Earth é um dos softwares mais fantásticos que eu já experimentei nos últimos tempos. Possui uma interface simples de se usar, e com ele pode-se visualizar virtualmente qualquer lugar do mundo que se deseje. É verdade que alguns locais, como as grandes capitais mundiais, inclusive São Paulo e Rio de Janeiro, possuem um nível de detalhamento maior. Mas enxergar São José dos Campos do alto é uma experiência fantástica.

São José dos Campos, lá do alto São José dos Campos (SP) e Feira de Santana (BA) Free Image Hosting at www.ImageShack.us Free Image Hosting at www.ImageShack.us

Apenas com um programinha desses fica fácil visualizar num mapa, instantaneamente, a distância entre São José dos Campos, minha terra natal, e Feira de Santana, na Bahia, cidade da minha esposa. Do alto nem parece tão longe assim. Mas é claro, existem muitas coisas surpreendentes sobre o Google Earth, que aliás, é uma versão desktop do Google Maps. Quer ir a um lugar específico? Digite o nome da cidade na caixa Fly To e veja-se transportado para Londres, Paris, Sydney, Nova Iorque ou Los Angeles. Você escolhe.

O fato é que, realmente, ver o mundo assim dá muito gosto. E você ainda pode salvar as imagens que mais gosta em seu computador, clicar com o botão direito do mouse sobre uma localidade e armazená-la em My Places, os seus lugares favoritos para visitação posterior, ou baixar pontos turísticos de sites que se especializam em hacks para o Google Earth. O único problema são os requisitos para operar o programa em seu computador. Não é qualquer máquina que pode com o Google Earth. Mesmo assim, vale tentar a experiência.

Algumas cidades podem ser vistas de muito perto. E ficar vendo tudo de tão perto me lembra muito a época em que eu jogava Sim City. É claro que os prédios e localidades, tanto os exibidos pelo Google Earth, quanto os exibidos pelo Sim City, não podem ser vistos de tão perto. Mas eu não digo nada se, daqui a algum tempo, não inventarem uma forma de, novamente através do programa, se enxergar até as pessoas caminhando na rua, tranquilamente.

É Hora dos Patrocinadores!

Desde hoje, no final da tarde, incorporei ao layout do site alguns anúncios do Google, que na verdade são baseados na tecnologia Adsense. São pequenos anúncios de texto, similares ao já encontrados em muitos sites e blogs por aí afora, e que eu acredito que não serão problema para os visitantes que sempre vêm à esta minha casa na web.

A finalidade é apenas uma: Enquanto me alimento do vício de publicar posts no blog, os anúncios podem me ajudar a financiar a hospedagem, ainda que rendam poucos centavos por clique, e mais um pouquinho de nada pela exibição. Na verdade, eu já conhecia o Adsense de outros carnavais, mas foi mesmo graças ao Marmota que eu acabei resolvendo me arriscar definitivamente. Espero que a coisa funcione…

Lágrimas do Sol

Acho que a maioria das pessoas não liga um fato ao outro, mas torna-se muito mais impressionante assistir a um filme como Lágrimas do Sol (Tears of the Sun, 2003) no mesmo dia em que uma série de explosões assola mais uma capital mundial, desta vez a cidade de Londres. Atentados terroristas não são necessariamente idênticos à guerras, mas o impacto com certeza é maior, pelo menos na minha opinião.

O filme, estrelado pelo ator Bruce Willis, conta justamente a história do tenente A. K. Waters, interpretado por ele. Waters é um soldado do grupo de operações especiais americano, que recebe a missão de resgatar, na Nigéria, uma médica naturalizada americana, a Dra. Lena Kendricks (Monica Bellucci). Naquele país uma guerrilha rebelde tomou conta do poder e assassinou toda a família presidencial.

O dilema maior do filme é o do tenente que, tendo como única missão buscar a médica e levá-la em segurança para casa, enfrenta sua resistência com relação à partida, visto que ela se importa muito com seus pacientes, constituídos em sua maioria de moribundos que não podem, muitas vezes, sequer se locomover. O oficial Waters se vê às voltas com um dilema: Ceder aos apelos da médica para que salve não só à ela, mas também a seus protegidos, colocando em risco a própria moça, além dos soldados que comanda, ou cumprir a missão conforme lhe havia sido solicitado pelo comando militar.

Explosões, tiroteios, violência. Filmes de guerra são sempre permeados destes ingredientes e, é claro, não podia ser diferente desta vez. Embora filmes deste tipo não sejam exatamente os que figuram entre meus favoritos, recomendo muito que o assistam. É uma história muito bem conduzida, que não merece ser dispensada.

E agora?

GM produz o último Vectra da segunda geração

Com a produção da unidade número 313.035, chegou ao final, na última sexta-feira, na linha de montagem do Complexo Industrial Automotivo da General Motors do Brasil, em São Caetano do Sul (SP), a segunda geração do modelo Vectra.

Quer dizer que eu perdi a chance de ter um? Eu, que sempre sonhei em ter um carro desses pra mim? Honestamente, só não estou mais chocado porquê gosto tanto do modelo que até um carro usado está valendo…

Meu Primeiro Sorriso!



Mamãe foi rápida no gatilho e conseguiu flagrar o primeiro sorriso que eu dei na minha vidinha de bebê. Aconteceu no dia 6 de julho de 2005, 10 dias antes de eu completar o meu primeiro mês de vida!

Foi um sorrisinho discreto, bem diferente dos que eu comecei a dar depois, na maioria das vezes que alguém sorri pra mim. Eu faço isso em retribuição. De qualquer forma, por esse meu sorrisinho de leve, papai e mamãe ficaram muito, muito, muito felizes mesmo!

O Dilema do Banho

Uma coisa difícil de admitir é alguém ficar sem tomar banho. É claro, eu não preciso nem citar aqui os motivos pelos quais eu acredito nisso, não é mesmo? Fica evidentemente óbvio para qualquer um lendo estas minhas palavras. Este hábito, que 100% dos brasileiros possui, de se banhar todo dia, pelo menos uma vez, é uma das coisas mais relaxantes que existe: Relaxa o corpo e deixa a gente com aquela sensação inconfundível de limpeza. Depois de um belo dia de trabalho, então, é uma arma infalível pra trazer o companheiro número um: o sono.

Mas e se cientistas americanos fizessem uma pesquisa e chegassem à conclusão de que tomar banho regularmente representa um risco de saúde iminente e que o exagero pode até provocar danos cerebrais permanentes, tanto em crianças quanto em adultos, isso mudaria sua opinião? Pois aconteceu esta semana, quando cientistas da Wake Forest University School of Medicine, na Nova Carolina, EUA, anunciaram suas descobertas.

O vilão da história toda é um metal chamado manganês, que pode causar danos ao sistema nervoso do corpo humano. O manganês é encontrado na água usada para o banho, ao redor do mundo inteiro e, embora seus níveis de presença na água sejam monitorados em vários países, há o risco da exposição à pequenas quantidades do metal por longo período de tempo. Adultos tomando banho regularmente durante 10 anos, por exemplo, ficam expostos ao manganês quatro vezes e meia mais do que o necessário para deixar alguma seq¼ela presente.

E agora? O futuro dos banhos diários (e até mais do que uma vez por dia) estará condenado?

Tarde de fotos!

E hoje foi dia de tirar mais fotos!! Uma tarde gostosa, ensolarada, e eu, que me sinto — e sou — o bebê mais amado do mundo, passei de colo pra colo, cada hora registrando um momento mais especial que o outro. Tirei fotos com as minhas avós Maria e Helena, com a minha prima Pricilla e com a minha bisavó, Amélia. O resultado está aqui, em fotos, pra vocês poderem ver e curtir comigo!









Vício Digital

Lá pelos idos de 1996, quando eu ainda usava as redes de IRC para me comunicar com todas as pessoas que eu conhecia no mundo virtual — especialmente aquela que mais tarde viria a se tornar a minha namorada, noiva, esposa e mãe do Alexandre —, largar do computador já era, para mim, uma das atitudes mais difíceis de se providenciar. Me lembro das inúmeras vezes em que meus pais me chamavam para almoçar ou jantar, e ainda assim, levava um belo de um tempo até que eu resolvesse atender às incessantes súplicas da família para que pudéssemos ter uma refeição em conjunto. Isso só pra citar um exemplo.

Hoje em dia continuo passando um bom tempo conectado, realizando uma ou outra atividade. Blogar, por exemplo, que considero ser uma terapia, me ocupa boas horas a fio, pois me alivia a mente e me faz esquecer de todos os problemas: A diferença é que hoje consigo administrar meu tempo on-lie de maneira mais controlada. Em 1996, por exemplo, eu não tinha um emprego de tempo integral fixo, nem tanta idade quanto agora. As coisas eram mais fáceis e os interesses eram outros.

Mas há aqueles viciados de carteirinha, que se entregam à Internet como alguém que se entrega à uma garrafa de bebida, ou ao fumo. Algumas pessoas chegam a ter sintomas clínicos devido ao vício que cultivam: depressão, estresse, angústia, e uma série de outros males assolam tais pessoas. As crianças sofrem mais com tais problemas, pois há casos e casos de estudantes que largam seus deveres e estudos para se dedicarem à algum jogo on-line, ou mesmo à blogs. Na China, por exemplo, o governo já classificou tais acontecimentos como uma ameaça.

Tanto é verdade que os chineses desenvolveram um tratamento de recuperação para viciados em Internet. A finalidade é justamente ajudar os viciados, sobretudo os mais jovens:

(…) as formas de medicação variam, de acupuntura, meditação, esportes e terapia até choques elétricos nos casos mais graves.

Como eu disse antes, ainda bem que hoje em dia eu modero meu tempo de conexão. Ainda bem, também, que moro no Brasil. Esse tratamento chinês me faz ter dó só de pensar em quem estiver mesmo apegado ao mundo digital. E os médicos chineses ainda acreditam que o tratamento contra o vicío de Internet é uma tendência que deve se espalhar rápido pelos demais países. Santa tortura chinesa!

A Lenda do cido Ascórbico

Sabe quando a gente pega aquela gripe infernal e fica à mercê dela, esperando que os sintomas desapareçam? É uma experiência definitivamente indesejável, pelo menos na minha opinião — e acredito que na de todos, já que ninguém que eu ou você conhecemos gosta de ficar gripado, não é mesmo? Independente da gripe, uma vez que ela se instala, surgem aqueles diversos conselhos que todo mundo conhece: Tomar mel, com ou sem limão para acompanhar, tomar bastante água, etc e tal. Alguns desses conselhos a gente aprende pela sabedoria popular, e outros, mais avançados, buscam tais conhecimentos até on-line.

Sabedoria popular ou não, 10 entre 10 pessoas, uma vez nesta condição indesejável do corpo e mente humanos, recorrem ao famoso ácido ascórbico. Este princípio “milagroso” na verdade é conhecido mais popularmente entre nós como Vitamina C. Eficientíssima, esta poderosa arma natural é capaz de, além de proteger contra a gripe, auxiliar o sistema imunológico e a respiração celular, estimular as glândulas supra-renais e proteger os vasos sanguíneos. Uma bênção para se proteger contra a gripe, certo?

Errado. Pelo menos na opinião de dois cientistas, o australiano Robert Douglas e o finlandês Harri Hemilla. Estes dois estudiosos, tomando como base 55 pesquisas anteriores sobre o assunto, deram seu veredito final: Vitamina C não evita gripe coisa nenhuma. As descobertas dos dois demonstram que quem toma até 2g de vitamina C por dia tem tanta chance de se gripar quanto quem não toma.

O que é verdade, aparentemente, é que quem utiliza o medicamento quando já está gripado, parece ter gripes menores: Elas duram 14% menos em crianças e 8% menos em adultos. Um tanto quanto duvidoso, este número, por sinal. Prefiro acreditar no que minha avó e minha mãe sempre dizem: Por mais que você se medique quando está gripado, a gripe com remédios dura sete dias, e a sem remédios, uma semana inteira

Casa, template e WordPress novos…

Conforme eu havia contado à todos no meu antigo endereço, mudei de casa. Agora estou hospedando meu site nos servidores da Bluehosting, que possui uma série de inovações em relação ao host gratuito que eu utilizava (o endereço continuará ativo, mas as minhas atividades, conforme eu disse por lá, passarão primariamente para este novo endereço).

Pensar num nome de domínio é sem dúvida a coisa mais difícil deste mundo. Mais difícil, acreditem, do que dar nome ao meu filho, pelo menos pra mim. Se vocês quiserem sugerir alguns nomes, seja nos comentários, seja me mandando um e-mail diretamente, por favor, sintam-se à vontade. Tenho alguns nomes em mente mas por enquanto irei manter o blog e todo o seu conteúdo num subdomínio da Bluehosting. O que eu mudei, efetivamente, foi o meu template. Agora estou usando o Urban Giraffe, um tema pro WordPress criado por John Godley. Ainda preciso fazer umas modificações nele, é verdade, mas migrar os dados de um servidor pro outro ontem à noite e ainda traduzir algumas coisas já me tomou todo o tempo até então.

Como instalei uma versão zerada do WordPress 1.5 (a 1.5.1.2), achei que estivesse 100% confortável. Mas hoje, ao abrir meu Dashboard, me deparei com a mesma notícia que todos os que também usam a mesma ferramenta que eu também devem ter visto: A versão 1.5.1.3 do programa foi liberada, visando corrigir, segundo o conteúdo do post do site oficial, uma falha de segurança que ainda não é pública. Os desenvolvedores recomendam a instalação imediata, sendo que agora darão foco ao desenvolvimento da próxima versão oficial, com centenas de melhorias.

Quando chegar em casa, eu já vou atualizar. Enquanto isso, sejam bem-vindos à minha casa nova. E lembrem-se de atualizar seus bookmarks e seus feeds RSS, ok?

E na hora dos downloads?

Sabe quando você tira centenas de fotos e, não querendo ocupar espaço com elas no seu computador, vai logo mandando tudo para o melhor serviço de hospedagem de fotos da paróquia? Comigo, essa situação já aconteceu diversas vezes, e tenho certeza de que com vocês, também.

Pois bem. Com o nascimento do meu filho, senti necessidade de baixar de volta uma série de fotos que havíamos tirado, para enviar para tios, primos, avós e amigos, por exemplo, e me deparei com o problema: O Flickr possui uma ferramenta para realização de uploads, mas não possui uma ferramenta equivalente quando o que queremos é fazer downloads. A única alternativa possível, a meu ver, era navegar pelo álbum de fotos e baixar cada uma das imagens individualmente.

Claro que eu não ia me dar por vencido. Algumas buscas no Google e navegação no del.icio.us me trouxeram imediatamente uma recompensa: Trata-se de um programa chamado Flickrdown, criado especialmente para pessoas que, como eu, desejam realizar o download de suas imagens.

O programa, que aprovei instantaneamente, pode pesquisar as fotos de qualquer usuário do Flickr, encontrando imagens individuais ou álbuns completos. Depois disso, é muito simples clicar sobre as imagens desejadas para selecioná-las — o mesmo vale para álbuns —, e trazer tudo de volta para o computador, salvando os dados em uma pasta selecionada pelo usuário. Mesmo com seu ponto fraco (requer a instalação do Microsoft .NET 2.0 Beta 2), acho que vale a pena experimentar.

Em tempo, alguém conhece alternativas para o Flickr Uploader? Eu gostaria muitíssimo de poder enviar as fotos que tiro diretamente para um álbum específico, por exemplo. Sugestões?

Senilidade?

O fato de seu filho nascer não é, em absoluto, um motivo necessariamente factível para que você passe a se sentir mais velho. No entanto, algumas conversas do dia-a-dia produzem esta sensação:

Eu: — Hoje em dia a Internet faz todas as pesquisas serem rápidas.
Ela: — É verdade!
Eu: — Me lembro quando eu era moleque. Usava só a Barsa.
Ela: — Barsa?
Eu: — Vai me dizer que não conhece a Barsa?
Ela: — Nunca ouvi falar!

Estou mesmo velho ou você também não sabe o que é Barsa?