O martelo de Thor da vida real

O que você consegue se combinar eletroímãs, um transformador eletromagnético, um leitor biométrico e um sistema com Arduino?

Sufficiently Advanced, um programador usuário do YouTube,  criou um Mjolnir — o martelo de Thor, aquele que somente ele mesmo consegue levantar. O martelo,  uma vez posicionado em uma superfície metálica,  só pode ser levantado mediante o reconhecimento das impressões digitais do próprio criador.

No vídeo acima ele demonstra sua invenção pedindo que pessoas na rua tentem levantar o martelo — obviamente sendo incapazes de fazê-lo. Este sinceramente merece o troféu de nerd do ano: e já imaginou se a coisa vira um produto comercial?!

(via Comicbook)

O que está escondido em um cartão de embarque?

Muita coisa.

“Besides his name, frequent flyer number and other [personally identifiable information], I was able to get his record locator (a.k.a. “record key” for the Lufthansa flight he was taking that day,” Cory said. “I then proceeded to Lufthansa’s website and using his last name (which was encoded in the barcode) and the record locator was able to get access to his entire account. Not only could I see this one flight, but I could see ANY future flights that were booked to his frequent flyer number from the Star Alliance.”

boardingpass

Em um texto muito interessante de seu blog Krebs on Security, Brian Krebs destrincha o que acontece quando alguém, movido por simples curiosidade, resolve se perguntar que tipo de informações estão escondidas em um cartão de embarque de companhia aérea, encontra sites especializados na leitura destes códigos, e revela informações interessantes — e particulares — sobre o passageiro.

Da próxima vez em que eu tiver voado, triturarei o meu cartão ao término da viagem.

Code Black: Plantão Médico como devia ser

Tive uma grata surpresa – – – e uma baita sorte – – –  hoje,  ao navegar pelas minhas subscrições no YouTube: Um dos banners do site chamava atenção para a estréia hoje,  no Canal Sony,  da série americana Code Black.

codeblack

Ao clicar no tal banner, descobri se tratar de um seriado médico. Como me considero órfão de House – – –  indiscutivelmente o melhor seriado médico da paróquia de todos os tempos,  pensei imediatamente em dar uma chance à produção.

Code Black,  como nos é explicado no começo do episódio de estreia exibido pela Sony,  é um termo empregado pelos americanos para definir uma situação emergencial extremamente crítica, que ocorre em um pronto-socorro que tem,  em dado momento,  muito mais pacientes do que recursos para atendê-los (OK,  qualquer semelhança com o nosso SUS não terá sido mera coincidência).

Baseada em um premiadissimo documentário homônimo rodado e dirigido em 2013 pelo médico Ryan McGarry, o episodio ainda acrescenta que está condição, que ocorre em média 5 vezes por ano num hospital convencional, acontece 300 vezes por ano no fictício hospital Angels Memorial, em Los Angeles – – –  o que,  pasmem,  torna o local extremamente procurado por residentes de medicina querendo aprender e ter contato com situações extremas.

O seriado começa com calma,  mas vai indicando a mudança nos códigos de atendimento: verde,  amarelo, vermelho e… black. O ritmo é muito intenso e as situações dramáticas vão se acumulando sucessivamente, o que deixa muito menos espaços para história paralela e os romancezinhos água com açúcar da turma de George Clooney e seus companheiros de Plantão Médico, por mais que este tenha ficado tanto tempo no ar. Para mim, esse é um ponto muito positivo, pois a medicina e os dramas tradicionais ficam em primeiro plano.

O interessante sobre Code Black, produzido pelo canal CBS, é que será uma série com temporada mais curta, com apenas 13 episódios, o que pra mim é sinônimo de uma história sequenciada sem enrolações e monotonia (exceto por The Walking Dead,  por mais que eu goste e acompanhe o seriado sobre zumbis), e que permite aos roteiristas descansarem e oxigenarem as mentes em busca de idéias originais por mais tempo.

Mesmo com uma estreia modesta se comparada à ER (pouco mais de 8,5 milhões de espectadores tendo assistido ao episódio de estreia nos EUA contra 23,8 milhões do seu primo mais velho),  o seriado teve mais espectadores na estreia do que House,  que marcou apenas 7,05 milhões de pessoas sintonizadas mas foi um sucesso enorme. Assim,  espero que a série fique por aí por muito tempo,  já que conquistou pelo menos um espectador a mais.

Encontre o número de série de sua máquina pelo Windows

Você já se deparou com a necessidade de descobrir o número de série do equipamento que está usando?

Saber qual é o número de série de um equipamento é fundamental em algumas situações corporativas, como, por exemplo, quando se vai emitir uma nota fiscal que comprove que o equipamento com o qual você está andando, para cima e para baixo, pertence à empresa para a qual você trabalha. Também pode ser que o número seja solicitado em situações de requisição de suporte técnico, como quando é necessário acionarmos a garantia da máquina — nestes casos, aliás, a necessidade de localizar o número de série também pode aparecer para os usuários domésticos.

É verdade que, normalmente, esta informação pode ser encontrada em etiquetas estrategicamente afixadas ao próprio notebook ou desktop, mas nem sempre é este o caso: Às vezes o equipamento é mais antigo, às vezes a tal etiqueta com essa preciosa informação pode ter-se descolado e se perdido.

Em situações como essa, se você usa Windows, é interessante saber como fazer para que o próprio sistema operacional lhe indique qual o número de série da máquina.

Para fazer isso, vá até o prompt de comando clicando em Start → Run ou Iniciar → Executar e digitando, em seguida, cmd.

Na janela que será aberta, basta digitar:

wmic bios get serialnumber

Você também pode executar o comando acima diretamente da caixa executar, usando a variação wmic /K bios get serialnumber.

O comando, uma vez processado, exibirá uma saída com duas linhas, sendo a primeira com a string SerialNumber, e a outra, com o número de série do seu equipamento, em si.

Usando o comando WMIC

Uma vez que esta informação esteja em suas mãos, basta copiá-la ou anotá-la para armazenamento em algum lugar seguro — como o Evernote, por exemplo —, e, da próxima vez que precisar, tê-la à mão.

O aparelho de barbear do futuro

O Skarp Laser Razor promete ser o que existe de mais avançado em termos de tecnologia para barbear. O aparelho,  que lembra o conhecido formato que têm seus pares equipados com lâminas convencionais, usa um laser compacto para queimar a barba ao invés de cortá-la, o que,  segundo seus idealizadores, reduzirá tanto a irritação quanto o desperdício causados pelos aparelhos de barba comuns.

razor

E para quem acha que se barbear com um aparelho a laser parece bobagem, a campanha do Kickstarter que solicitava contribuições para arrecadar USD 160.000 já teve a adesão,  até o momento,  de quase 17.000 interessados que doaram mais de USD 3,3 milhões!!

Confesso que aparelhos de barbear não são exatamente o tipo de utensílio para o qual eu imaginava ver algo muito revolucionário acontecer,  e foi por isso mesmo que essa novidade me chamou a atenção. Quem sabe a coisa vem parar por aqui, não é?

Como desentupir uma lapiseira?

TL; DR: Pegue um grampo, destes de grampeador, e introduza na ponta de sua lapiseira entupida. Pronto, problema resolvido.

Eu não sei quanto à vocês, mas na época em que ganhei minha primeira lapiseira — uma Pentel P205 clássica, de 0,5 mm, ainda criança —, me lembro que, além da borracha na parte de trás, ela também veio com uma pequena haste metálica que era embutida na borracha: o famoso desentupidor. Esse pequeno e milagroso mecanismo me salvou inúmeras vezes, quando o grafite teimava em emperrar dentro do corpo da lapiseira. Bastava colocar esta haste na parte posterior da lapiseira, empurrar e desentupir — o grafite voltava a fluir normalmente e você podia voltar à escrever normalmente.Depois desta lapiseira, usei muitas e muitas outras. Algumas quebraram rápido, outras duraram muito mais tempo comigo. Me mantive fiel à marca Pentel, da qual gosto até hoje: Um dos últimos modelos que usei foi uma Graphgear 500 — com um grip de metal reforçado super resistente, perfeito para alguém que força muito a mão para escrever e já quebrou diversas lapiseiras por conta desse mau hábito no passado. Em seguida, troquei-a por sua prima, a Graphgear 1000, igualmente resistente e com um look muito bonito, na minha opinião. Ambas são excelentes escolhas, de fato, mas apresentam um problema grave.

gg500C255_2

Não sei se a ausência de desentupidor é uma exclusividade destes modelos, mas acredito que não: Entre usos próprios e empréstimos, acabei usando modelos de lapiseiras da CIS, Faber Castell e muitas outras marcas, sempre notando a ausência deste importante e vital instrumento de apoio nas horas de aperto.

Eis que hoje, meu filho veio reclamar que a lapiseira dele — aliás, também uma Graphgear 500 —, entupiu. Nessas horas algumas pessoas se tornam verdadeiros MacGyveres da vida, e eu, como não podia fugir à regra, também. Justamente porquê a bendita lapiseira não possui o raio do desentupidor, tentamos fazer o serviço com o que havia à mão. Tentamos, meu filho e eu, usar clipes de papel, outros grafites mais finos — que quebraram — e também alfinetes. Não tivemos sucesso. Até que olhei para um grampeador aqui em casa. Peguei uma folha de papel, grampeei a dita cuja e, em seguida, arranquei o grampo do papel, entortando-o, exatamente como fazemos com um clipe, até deixá-lo reto.

Introduzi este grampo tornado reto na ponta da lapiseira, mexi um pouco com ele, et voilà!

Conseguimos realizar a missão. Em seguida, após testes de percurso, percebemos que a lapiseira voltou a funcionar normalmente. Assim sendo, se sua lapiseira entupir e você não tiver um modelo com desentupidor próprio, não passe necessidade: Use um grampo de grampeador para fazer o serviço e seja feliz!

Tente não bocejar!

Assim como você, eu também já me perguntei o porquê o ser humano boceja.

Sites como o Quora — que eu particularmente gosto de consultar em busca de respostas valorosas para as mais diversas questões do universo — fazem um bom trabalho ao fornecer possíveis respostas, como, por exemplo:

  • Bocejamos porquê o corpo nos induz a fazer isso na tentativa de oxigenar-se para combater a formação de um acúmulo muito grande de dióxido de carbono;
  • Bocejamos porquê supostamente herdamos este comportamento de nossos ancestrais, que faziam isso para mostrar seus dentes e intimidar seus inimigos;
  • Bocejamos quando estamos sonolentos ou nos sentindo entediados com alguma coisa (talvez a mais plausível das respostas, por ser aquela que experimentamos com mais frequência no dia-a-dia);
  • E a mais bizarra delas, ao menos na minha opinião: Bocejamos para refrigerar nossos cérebros, quando estes são expostos a altas temperaturas, como quando, por exemplo, encostamos algo quente em nossas cabeças por alguns minutos.

Mesmo sabendo que todas estas explicações, amplamente discutidas há anos, entram e saem de moda alternadamente, não pude deixar de me divertir com este vídeo do pessoal do canal CollegeHumor, que novamente coloca o assunto em debate. Nosso amigo aí debaixo cita diversos pontos sobre o tema, nos convidando para um verdadeiro desafio de resistência: Você aguenta assistir ao vídeo todo sem bocejar nenhuma vez?

Ah… Eu não consegui.

O poder dos sonhos da Honda

Uma das empresas mais inovadoras das quais eu já ouvi falar — a Honda — publicou hoje em seu canal oficial do Youtube uma nova propaganda, em que utiliza a técnica de stop motion para criar uma fantástica sequência de animação em que milhares de desenhos feitos totalmente à mão são colocados em sequência para demonstrar, em resumo, o que um ser humano pode conseguir fazer se acreditar no poder de seus sonhos.

The power of dreams, aliás, é o slogan da empresa, que sempre teve seus desenvolvimentos centrados na produção de motores, que são usados não apenas em carros e motos, mas também em barcos, lanchas, tratores e, mais recentemente, até mesmo um avião. A ideia do comercial foi atuar como uma espécie de mapa da memória da história da empresa e de seus engenheiros, e eu particularmente acho que a missão foi mais do que cumprida.

Magic Touch

Se tem uma coisa que eu adoro são os jogos de celular que classifico como time wasters. Perfeitos para quando você está na fila do banco, do supermercado, ou mesmo esperando que o médico te chame para que finalmente você possa passar pela sua consulta.

Um dos mais recentes jogos deste tipo que conheci chama-se Magic Touch: Wizard for Hire, disponível — gratuitamente — tanto para dispositivos Android quanto iOS. Nele, você assume o papel de um mago que tem que defender um castelo do ataque incessante de paraquedistas robóticos que querem invadi-lo.

Como você faz isso? Furando balões. Desenhando na tela do celular, com seus próprios dedos, conforme os padrões existentes em balões utilizados pelos robôs inimigos. Existem os padrões simples, como as letras V ou Z, e existem, é claro, os padrões mais complicados, úteis para nos dar nó na cabeça à medida em que a velocidade do jogo aumenta.

Para ajudar com a tarefa, nosso mago também conta com um livro de feitiços, que vão sendo liberados conforme você coleta moedas que os robôs soltam quando caem. Estes feitiços são padrões diferentes, que podem ajudá-lo seja tornando o jogo mais lento, explodindo inimigos ou transformando-os em sapos — só pra dar alguns exemplos.

Se um dos robôs tocar o chão, é game over. A diversão — e a irritação de alguns — está em conseguir o maior número de pontos antes que a velocidade se torne muito alta, ou que sua coordenação motora falhe — e ela vai falhar eventualmente, mesmo que você use as suas duas mãos, o que é perfeitamente permitido pelo jogo.

Tintin no ar…

Duas coisas que gosto muito foram combinadas neste começo de abril: As Aventuras de Tintin, personagem criado pelo cartunista belga Hergé, que eu acompanho desde que me conheço por gente, e aviação.

A Brussels Airlines acaba de aplicar a um Airbus A320 uma pintura que lembra o submarino em forma de tubarão do livro O Tesouro de Rackham, o Terrível. Batizada, obviamente, de Rackham, a aeronave não tem apenas o exterior pintado: as paredes traseiras do interior da cabine também foram adornadas com imagens de Tintin e seu eterno companheiro de aventuras, Capitão Haddock. Além disso, o toque de mestre está no fato de que o livro que inspirou a pintura está disponível para leitura à bordo, em francês, inglês e holandês.

Hergé nunca foi pintado na fuselagem de um avião antes. A idéia da Brussels Airlines veio da possibilidade de representar Tintin, criado em Bruxelas, na Bélgica, como um verdadeiro embaixador do país. Justa homenagem à Hergé.

Ah… para quem usa o FlightRadar24, a matrícula da aeronave é OO-SNB. Dá pra acompanhar os vôos, seja via web, iOS ou Android 😉

ATUALIZAÇÃO [17/09/2015]: De acordo com o site oficial do Tintin, desde sua viagem inaugural, em março, o Rackham já registrou mais de 975.000 km em vôos, o que representa impressionantes 2 vezes e meia a a distância entre a Terra e a Lua, que é de 384.467 km.

Reboot

Pronto. Recomecei minha empreitada.

Mudança de host. Vontade de provocar uma mudança de foco para esta página, este meu espaço virtual. Talvez, escrever de uma maneira diferente. Para isso, precisava de um reboot. De um novo começo, de uma outra chance. E é isso o que pretendo fazer.

Não sei quantos ainda acompanham o site — e provavelmente, agora que eu o tirei do ar por um tempo e tinha colocado uma página temporária no ar, devem ser menos ainda. De qualquer modo, eis-me aqui de regresso.

Impressões? Feedbacks? Falem nos comentários, please.

O ‘pedestrian scramble’ paulistano

Encontrei uma notícia ontem, dizendo que a prefeitura de São Paulo implantou duas faixas de pedestres na diagonal, em um cruzamento no centro da cidade — isso significa que, juntas, elas formam o desenho de um ‘X’, fazendo com que quem atravessa a rua possa chegar   calçada oposta atravessando uma única vez.

O processo de atravessar uma rua é tão simples e trivial, já encaixado nas rotinas de todas as pessoas que andam pelas ruas diariamente, que a implantação parece uma bobagem   primeira vista. Mas, do ponto de vista do pedestre, o ganho é grande: chega a 28 segundos economizados, conforme divulgado, na própria notícia que li, pelos técnicos da CET paulistana.

No cruzamento entre a rua Riachuelo e a Avenida Brigadeiro Luis Antônio, onde foi implantada a faixa de pedestres em ‘X’, o tempo total para atravessar para a calçada oposta pelo método “convencional” — em duas etapas — chega em média a 89 segundos. Com a nova faixa, deve-se levar apenas 61 segundos, um ganho de quase 32%.

faixa-em-x-1 faixa-em-x-2

Apesar de muito boa para quem atravessa as ruas do cruzamento diariamente, a inovação paulistana não é a primeira desse tipo no mundo: O conceito de faixas de pedestre em ‘X’ surgiu na década de 1940 no Canadá e nos Estados Unidos. Lá fora, chamado de pedestrian scramble, o formato perdeu a preferência entre os engenheiros de tráfego norte-americanos, por priorizar o fluxo de pedestres em relação ao fluxo de carros. Ainda assim, existem exemplos de faixas em ‘X’ no Canadá e no Japão: por lá, aliás, a cidade de Shibuya tem a faixa diagonal mais usada do mundo, inclusive transformada  em ponto turístico pelos nipônicos.

Particularmente, creio que o pedestre sempre deve ter preferência sobre os carros. Assim, torço para que a experiência se frutifique e seja implantada em mais cruzamentos, em São Paulo e fora de lá.

Vegetais Inglórios

“Comer vegetais é bom para a sua saúde”: Quem nunca ouviu a própria mãe dizendo isso, que atire a primeira pedra — até porquê quem não ouviu, deve certamente ter ouvido essa frase de um médico.

Daí, procurando seguir o conselho, você vai ao supermercado fazer compras e lembra de outra sabedoria ensinada pela mamãe: “Escolha sempre os vegetais mais bonitos, meu filho“. Assim, é claro, você leva pra casa os vegetais mais bonitos, e os supermercados acabam jogando fora milhões de toneladas de vegetais : Aquela cenoura feia, aquela batata retorcida ou o tomate que parece ter sofrido uma mutação genética alienígena.

Pensando em como minimizar este problema, a rede de supermercados francesa Intermarché criou uma campanha muito interessante, onde os astros são justamente esses vegetais enjeitados, les fruits et végetables moches — ou as frutas e vegetais inglórios.

Terceira maior rede francesa de supermercados da França, a Intermarché decidiu vender — 30% mais baratos — os vegetais descalibrados, tortos e imperfeitos. Todas as lojas da rede foram redecoradas para que exibissem o tema “inglórios“, de maneira que os clientes percebessem que, mesmo feios à primeira vista, esses vegetais são tão bons quanto os outros. A rede chegou até mesmo a projetar e distribuir sucos e sopas 100% feitos com les végetables moches!

A campanha, obviamente, foi um sucesso: Os consumidores conseguem o mesmo produto mais barato, os agricultores conseguem dinheiro por aquela parte da produção que normalmente é jogada fora, e a rede Intermarché aumenta seus negócios, ao vender uma linha de produtos completamente nova.

Uma imagem vale mais…

do que mil palavras — é o que um dos ditados mais famosos que eu conheço diz.

E o tweet abaixo, do Twitter Data, infelizmente, marcou a partida de hoje pela semi-final da Copa do Mundo FIFA 2014, entre Brasil e Alemanha, nas páginas da história mundial: Acontece que a vexatória partida, cujo placar final foi de 7 x 1 para nossos adversários europeus, tornou-se o evento esportivo único mais discutido de todos os tempos na rede social.

Em uma nota paralea: #étois#sqn.