O melhor antivirus do mundo é o mouse. E quando isso falha?

O melhor antivirus do mundo é o mouse.

02

Digo e repito esta frase inúmeras vezes aos meus filhos — sobretudo o mais velho, que já tem idade para jogar Minecraft e instalar e desinstalar mod packs e outros bichos, todos tirados diretamente da grande rede mundial de computadores.

Sabendo que, se conselho fosse bom, a gente vendia, e não dava, eis que, essa semana, me deparei com um alerta de vírus no computador — fruto de algum destes add ons que meu filho instalou —, vírus este que foi prontamente removido com minha cópia do Kaspersky 2016.

Apenas um pequeno detalhe: O vírus realmente se foi, mas uma mensagem alertando sobre link malicioso bloqueado, emitida pelo antivirus, começou a aparecer o tempo inteiro, sempre que resolvia navegar e abrir uma nova aba. Para quem navega abrindo abas e mais abas o tempo tempo, isso pode ser uma verdadeira chatice.

Como executar o Kaspersky mais uma vez, usar o Hitman Pro, o MalwareBytes e o Vipre Rescue foram todas técnicas que não tiveram sucesso — a mensagem teimava em continuar a aparecer o tempo inteiro —, pensei que precisava fazer alguma coisa diferente, ou morrer louco com os pop ups do próprio antivirus, que, apesar de estarem ali para me avisar que o acesso ao link malicioso foi bloqueado, não deixam de ser bastante irritantes à sua maneira.

Eis que lembrei que sou um usuário pago da Kaspersky.

Assim, resolvi entrar em contato com o suporte técnico deles, fazendo o que normalmente fazemos quando estamos com um problema técnico, ou seja, acionar o Help Desk e abrir um ticket de suporte com eles. O mais interessante é que, descontado o fato de que resolvi abrir um ticket com eles num sábado, a resposta foi muito rápida, e quero dividir os passos que executei através deste texto, para ajudar outras pessoas que possam estar passando pela mesma situação:

Clique em sairA primeira coisa que se deve fazer é baixar um utilitário criado pela própria Kaspersky, o GetSystemInfo. O download da ferramenta é rápido, e basta salvá-la na Área de Trabalho mesmo.

Em seguida, a recomendação é sair do Kaspersky Anti Virus. Para isso, basta clicar com o botão direito do mouse sobre o ícone do programa e selecionar a opção Sair.

Execute o GetSystemInfo como administrador. Aceite os termos de licença que serão exibidos e, em seguida, a janela do programa será exibida, conforme ilustrado abaixo. Você pode selecionar um local para gravar o relatório do programa, e, em seguida, clicar sobre o botão verde, para iniciar os procedimentos necessários.

janela_gsi

A ferramenta fará uma varredura completa do seu sistema, coletando uma série de informações internas que ajudarão a equipe de técnicos da Kaspersky a entender o que se passa em seu computador. Este processo é relativamente demorado, então você pode ir tomar um café enquanto a coisa acaba.

Ao final do processo, um arquivo zip com diversas informações e arquivos será criado, e é este arquivo inteiro que deve ser encaminhado ao suporte técnico através do próprio ticket aberto por você.

conteudo-do-zip

A resposta, no meu caso, não demorou muito. O técnico que  estava analisando meu problema simplesmente disse que eu precisava remover um arquivo específico:

Olá tenho isto no relatorio

C:\Program Files (x86)\Viva\viva.exe

Assim, reiniciei o computador no famoso modo de segurança e apaguei não apenas o arquivo executável que o técnico mencionou, mas também os outros que estavam na mesma pasta.

safe-boot-windows7

Para quem não sabe, é possível forçar o Windows a executar o modo de segurança da próxima vez em que for iniciado. Para isso, digite msconfig na caixa Executar do Windows para abrir a janela de Configuração do Sistema e selecione a aba Inicialização do Sistema, selecionando, entre as opções de inicialização, a inicialização segura, com suporte mínimo, evitando assim que drivers e eventuais programas maliciosos sejam carregados indevidamente. Clique em Aplicar e o Windows lhe dirá que o computador precisa ser reiniciado.

Uma vez excluídos os arquivos, ainda no modo de segurança, acesse a janela acima novamente e desmarque a opção de inicialização segura, para que seu computador não fique reiniciando apenas no modo de segurança.

Os procedimentos de exclusão acima não foram os únicos que realizei. Por via das dúvidas, também resetei as configurações de todos os navegadores web que utilizo em casa: Firefox, Chrome e Internet Explorer.

Para restaurar o Firefox

Você pode restaurar o Firefox abrindo o navegador e digitando about:support na barra de endereços do programa. Do lado direito superior da tela, haverá uma seção chamada Restaurar o estado inicial do Firefox, e, a partir desta seção, basta clicar no botão Restaurar o Firefox… e seguir o procedimento.

Para restaurar o Google Chrome

Restaurar o Google Chrome é um processo igualmente simples. Também na barra de endereços do navegador, digite chrome://settings/ e em seguida, vá até o final da página e clique no link Show advanced settings. Mais uma vez, vá até o final da página e clique o botão Reset settings.

Para restaurar o Internet Explorer

Você pode restaurar o Internet Explorer diretamente do menu Iniciar. Na caixa de busca, digite Inetcpl.cpl e abra a janela Propriedades da Internet. Em seguida, vá até a guia Avançado e clique no botão Reset que está no rodapé da guia. Siga os procedimentos.

Moral da história: Se você, assim como eu, possui uma assinatura paga de antivirus, não hesite em usar e abusar do suporte técnico em situações em que todos os procedimentos que você conhece falharam. Eles podem até demorar um pouco pra responder, mas, pelo menos no meu caso, foram eficientes em resolver o problema.

O avião da Turma da Mônica

aviancamonicaUma das personalidades brasileiras que eu mais admiro, Maurício de Sousa, completa, esta semana, seus 80 anos. Entre as diversas comemorações que têm sido feitas pelo criador da Turma da Mônica, uma é, na minha opinião, a mais sensacional de todas, graças à Avianca.

Em um press release do último dia 06 de outubro, a companhia aérea anunciou uma campanha muito legal, em que estampou um Airbus A320, os personagens que fizeram parte da minha infância, e que ainda fazem parte da infância de muita gente:

O avião “Turma da Mônica”, um Airbus A320, estampa em sua fuselagem um adesivo que dá a impressão de que Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão, Bidu, entre outros amigos, estão a bordo. Mauricio aparece como piloto da Turma.

Em seu interior também é possível identificar a divertida Turminha nos compartimentos das bagagens de mão, troleys para distribuição do serviço de bordo, espelhos, portas dos banheiros, mesas e cabeçotes em todos os assentos. A Revista de Bordo deste mês divulga o aniversariante na capa e conta com uma entrevista exclusiva. Além disso, passageiros da companhia serão presenteados com gibis e poderão conferir episódios da Turma da Mônica em seus sistemas individuais de entretenimento a bordo.

A aeronave , que possui a matrícula PR-OCN, vem realizando voos regulares nas mais diversas rotas brasileiras onde a companhia opera. É possível acompanhar os destinos online, e a única coisa que lamento é que eu não esteja precisando viajar de avião pra nenhum deles — que pena.

De qualquer forma, quem sabe eu ainda tenha sorte. Tomara.

Back to the Future Day

Great Scott!!! É hoje. Finalmente.

Depois de anos e anos de espera, a tão aguardada data chegou!

Em De Volta para o Futuro II, Marty McFly e o doutor Emmet Brown, ou, simplesmente, Doc Brown, viajam de 26 de outubro de 1985 para 21 de outubro de 2015, encontrando um mundo totalmente futurista ao chegarem.

É hoje: Circuitos temporais do DeLorean

É hoje: Circuitos temporais do DeLorean

Meu filho assistiu comigo, nesta última semana, os três filmes da trilogia, a melhor de todos os tempos na minha opinião – sorry, Star Wars, but don’t worry because I still love you –, em preparação para o dia de hoje, o Back to the Future Day. Ele adorou, obviamente.

Apesar de não termos ainda (todos) os avanços tecnológicos que o segundo filme da série nos mostra, o lugar de De Volta para o Futuro na história está garantido. E se não temos exatamente estes avanços que os roteiristas imaginaram à época (lembre-se, era 1989!), foi, provavelmente culpa do DeLorean, como explicado neste divertido post do Quora.

De qualquer forma, entre todos os memes que têm surgido no Twitter e em outras redes sociais devido ao Back to the Future Day, o que mais me deixa desolado é mesmo aquele que diz que, a partir de amanhã, De Volta para o Futuro 2 se passará, na verdade, no passado!

Back to the Future in ACTUAL 2015

Não é de hoje que se fala sobre as previsões do filme De Volta para o Futuro 2 que deram certo e que deram errado para o ano de 2015 — o ano da chegada de Marty e do Doutor ao futuro.

Repleto de hologramas, robôs, hoverboards, tênis que se amarram sozinhos,  pizzas desidratadas que aumentam de tamanho como mágica e muito mais, este 2015 bem que poderia ter carros voadores, como os roteiristas imaginaram.

Como,  apesar dos acertos e semi-acertos, nem tudo se tornou realidade, o pessoal do canal College Humor criou uma genial representação em desenho animado da chegada de nossos intrépidos amigos ao verdadeiro 2015.

De Volta para o Futuro com a Mercedes-Benz

Em apenas três dias, 21 de outubro de 2015, o mundo comemorará o Back to the Future Day, o dia em que Marty McFly e o Doutor “Doc” Emmet Brown chegam ao futuro no segundo filme da trilogia de ficção científica mais incrível do mundo. Diversas campanhas publicitárias têm sido criadas para homenagear o aniversário da franquia, e uma delas, criada pela Mercedes-Benz, traz como estrela principal seu carro autônomo F 015 Luxury.

Ao todo, três filmes foram produzidos pela montadora, e em todos o veículo aparece no lugar do DeLorean como máquina do tempo, uma vez que o intuito da empresa com seu carro é trazer às pessoas uma experiência imersiva e uma nova perspectiva em termos de futuro da mobilidade.

O resultado dos comerciais ficou bem legal. Eis o primeiro:

O segundo:

E, finalmente, o último filme produzido:

O martelo de Thor da vida real

O que você consegue se combinar eletroímãs, um transformador eletromagnético, um leitor biométrico e um sistema com Arduino?

Sufficiently Advanced, um programador usuário do YouTube,  criou um Mjolnir — o martelo de Thor, aquele que somente ele mesmo consegue levantar. O martelo,  uma vez posicionado em uma superfície metálica,  só pode ser levantado mediante o reconhecimento das impressões digitais do próprio criador.

No vídeo acima ele demonstra sua invenção pedindo que pessoas na rua tentem levantar o martelo — obviamente sendo incapazes de fazê-lo. Este sinceramente merece o troféu de nerd do ano: e já imaginou se a coisa vira um produto comercial?!

(via Comicbook)

O que está escondido em um cartão de embarque?

Muita coisa.

“Besides his name, frequent flyer number and other [personally identifiable information], I was able to get his record locator (a.k.a. “record key” for the Lufthansa flight he was taking that day,” Cory said. “I then proceeded to Lufthansa’s website and using his last name (which was encoded in the barcode) and the record locator was able to get access to his entire account. Not only could I see this one flight, but I could see ANY future flights that were booked to his frequent flyer number from the Star Alliance.”

boardingpass

Em um texto muito interessante de seu blog Krebs on Security, Brian Krebs destrincha o que acontece quando alguém, movido por simples curiosidade, resolve se perguntar que tipo de informações estão escondidas em um cartão de embarque de companhia aérea, encontra sites especializados na leitura destes códigos, e revela informações interessantes — e particulares — sobre o passageiro.

Da próxima vez em que eu tiver voado, triturarei o meu cartão ao término da viagem.

Code Black: Plantão Médico como devia ser

Tive uma grata surpresa – – – e uma baita sorte – – –  hoje,  ao navegar pelas minhas subscrições no YouTube: Um dos banners do site chamava atenção para a estréia hoje,  no Canal Sony,  da série americana Code Black.

codeblack

Ao clicar no tal banner, descobri se tratar de um seriado médico. Como me considero órfão de House – – –  indiscutivelmente o melhor seriado médico da paróquia de todos os tempos,  pensei imediatamente em dar uma chance à produção.

Code Black,  como nos é explicado no começo do episódio de estreia exibido pela Sony,  é um termo empregado pelos americanos para definir uma situação emergencial extremamente crítica, que ocorre em um pronto-socorro que tem,  em dado momento,  muito mais pacientes do que recursos para atendê-los (OK,  qualquer semelhança com o nosso SUS não terá sido mera coincidência).

Baseada em um premiadissimo documentário homônimo rodado e dirigido em 2013 pelo médico Ryan McGarry, o episodio ainda acrescenta que está condição, que ocorre em média 5 vezes por ano num hospital convencional, acontece 300 vezes por ano no fictício hospital Angels Memorial, em Los Angeles – – –  o que,  pasmem,  torna o local extremamente procurado por residentes de medicina querendo aprender e ter contato com situações extremas.

O seriado começa com calma,  mas vai indicando a mudança nos códigos de atendimento: verde,  amarelo, vermelho e… black. O ritmo é muito intenso e as situações dramáticas vão se acumulando sucessivamente, o que deixa muito menos espaços para história paralela e os romancezinhos água com açúcar da turma de George Clooney e seus companheiros de Plantão Médico, por mais que este tenha ficado tanto tempo no ar. Para mim, esse é um ponto muito positivo, pois a medicina e os dramas tradicionais ficam em primeiro plano.

O interessante sobre Code Black, produzido pelo canal CBS, é que será uma série com temporada mais curta, com apenas 13 episódios, o que pra mim é sinônimo de uma história sequenciada sem enrolações e monotonia (exceto por The Walking Dead,  por mais que eu goste e acompanhe o seriado sobre zumbis), e que permite aos roteiristas descansarem e oxigenarem as mentes em busca de idéias originais por mais tempo.

Mesmo com uma estreia modesta se comparada à ER (pouco mais de 8,5 milhões de espectadores tendo assistido ao episódio de estreia nos EUA contra 23,8 milhões do seu primo mais velho),  o seriado teve mais espectadores na estreia do que House,  que marcou apenas 7,05 milhões de pessoas sintonizadas mas foi um sucesso enorme. Assim,  espero que a série fique por aí por muito tempo,  já que conquistou pelo menos um espectador a mais.

Encontre o número de série de sua máquina pelo Windows

Você já se deparou com a necessidade de descobrir o número de série do equipamento que está usando?

Saber qual é o número de série de um equipamento é fundamental em algumas situações corporativas, como, por exemplo, quando se vai emitir uma nota fiscal que comprove que o equipamento com o qual você está andando, para cima e para baixo, pertence à empresa para a qual você trabalha. Também pode ser que o número seja solicitado em situações de requisição de suporte técnico, como quando é necessário acionarmos a garantia da máquina — nestes casos, aliás, a necessidade de localizar o número de série também pode aparecer para os usuários domésticos.

É verdade que, normalmente, esta informação pode ser encontrada em etiquetas estrategicamente afixadas ao próprio notebook ou desktop, mas nem sempre é este o caso: Às vezes o equipamento é mais antigo, às vezes a tal etiqueta com essa preciosa informação pode ter-se descolado e se perdido.

Em situações como essa, se você usa Windows, é interessante saber como fazer para que o próprio sistema operacional lhe indique qual o número de série da máquina.

Para fazer isso, vá até o prompt de comando clicando em Start → Run ou Iniciar → Executar e digitando, em seguida, cmd.

Na janela que será aberta, basta digitar:

wmic bios get serialnumber

Você também pode executar o comando acima diretamente da caixa executar, usando a variação wmic /K bios get serialnumber.

O comando, uma vez processado, exibirá uma saída com duas linhas, sendo a primeira com a string SerialNumber, e a outra, com o número de série do seu equipamento, em si.

Usando o comando WMIC

Uma vez que esta informação esteja em suas mãos, basta copiá-la ou anotá-la para armazenamento em algum lugar seguro — como o Evernote, por exemplo —, e, da próxima vez que precisar, tê-la à mão.

O aparelho de barbear do futuro

O Skarp Laser Razor promete ser o que existe de mais avançado em termos de tecnologia para barbear. O aparelho,  que lembra o conhecido formato que têm seus pares equipados com lâminas convencionais, usa um laser compacto para queimar a barba ao invés de cortá-la, o que,  segundo seus idealizadores, reduzirá tanto a irritação quanto o desperdício causados pelos aparelhos de barba comuns.

razor

E para quem acha que se barbear com um aparelho a laser parece bobagem, a campanha do Kickstarter que solicitava contribuições para arrecadar USD 160.000 já teve a adesão,  até o momento,  de quase 17.000 interessados que doaram mais de USD 3,3 milhões!!

Confesso que aparelhos de barbear não são exatamente o tipo de utensílio para o qual eu imaginava ver algo muito revolucionário acontecer,  e foi por isso mesmo que essa novidade me chamou a atenção. Quem sabe a coisa vem parar por aqui, não é?

Como desentupir uma lapiseira?

TL; DR: Pegue um grampo, destes de grampeador, e introduza na ponta de sua lapiseira entupida. Pronto, problema resolvido.

Eu não sei quanto à vocês, mas na época em que ganhei minha primeira lapiseira — uma Pentel P205 clássica, de 0,5 mm, ainda criança —, me lembro que, além da borracha na parte de trás, ela também veio com uma pequena haste metálica que era embutida na borracha: o famoso desentupidor. Esse pequeno e milagroso mecanismo me salvou inúmeras vezes, quando o grafite teimava em emperrar dentro do corpo da lapiseira. Bastava colocar esta haste na parte posterior da lapiseira, empurrar e desentupir — o grafite voltava a fluir normalmente e você podia voltar à escrever normalmente.Depois desta lapiseira, usei muitas e muitas outras. Algumas quebraram rápido, outras duraram muito mais tempo comigo. Me mantive fiel à marca Pentel, da qual gosto até hoje: Um dos últimos modelos que usei foi uma Graphgear 500 — com um grip de metal reforçado super resistente, perfeito para alguém que força muito a mão para escrever e já quebrou diversas lapiseiras por conta desse mau hábito no passado. Em seguida, troquei-a por sua prima, a Graphgear 1000, igualmente resistente e com um look muito bonito, na minha opinião. Ambas são excelentes escolhas, de fato, mas apresentam um problema grave.

gg500C255_2

Não sei se a ausência de desentupidor é uma exclusividade destes modelos, mas acredito que não: Entre usos próprios e empréstimos, acabei usando modelos de lapiseiras da CIS, Faber Castell e muitas outras marcas, sempre notando a ausência deste importante e vital instrumento de apoio nas horas de aperto.

Eis que hoje, meu filho veio reclamar que a lapiseira dele — aliás, também uma Graphgear 500 —, entupiu. Nessas horas algumas pessoas se tornam verdadeiros MacGyveres da vida, e eu, como não podia fugir à regra, também. Justamente porquê a bendita lapiseira não possui o raio do desentupidor, tentamos fazer o serviço com o que havia à mão. Tentamos, meu filho e eu, usar clipes de papel, outros grafites mais finos — que quebraram — e também alfinetes. Não tivemos sucesso. Até que olhei para um grampeador aqui em casa. Peguei uma folha de papel, grampeei a dita cuja e, em seguida, arranquei o grampo do papel, entortando-o, exatamente como fazemos com um clipe, até deixá-lo reto.

Introduzi este grampo tornado reto na ponta da lapiseira, mexi um pouco com ele, et voilà!

Conseguimos realizar a missão. Em seguida, após testes de percurso, percebemos que a lapiseira voltou a funcionar normalmente. Assim sendo, se sua lapiseira entupir e você não tiver um modelo com desentupidor próprio, não passe necessidade: Use um grampo de grampeador para fazer o serviço e seja feliz!

Tente não bocejar!

Assim como você, eu também já me perguntei o porquê o ser humano boceja.

Sites como o Quora — que eu particularmente gosto de consultar em busca de respostas valorosas para as mais diversas questões do universo — fazem um bom trabalho ao fornecer possíveis respostas, como, por exemplo:

  • Bocejamos porquê o corpo nos induz a fazer isso na tentativa de oxigenar-se para combater a formação de um acúmulo muito grande de dióxido de carbono;
  • Bocejamos porquê supostamente herdamos este comportamento de nossos ancestrais, que faziam isso para mostrar seus dentes e intimidar seus inimigos;
  • Bocejamos quando estamos sonolentos ou nos sentindo entediados com alguma coisa (talvez a mais plausível das respostas, por ser aquela que experimentamos com mais frequência no dia-a-dia);
  • E a mais bizarra delas, ao menos na minha opinião: Bocejamos para refrigerar nossos cérebros, quando estes são expostos a altas temperaturas, como quando, por exemplo, encostamos algo quente em nossas cabeças por alguns minutos.

Mesmo sabendo que todas estas explicações, amplamente discutidas há anos, entram e saem de moda alternadamente, não pude deixar de me divertir com este vídeo do pessoal do canal CollegeHumor, que novamente coloca o assunto em debate. Nosso amigo aí debaixo cita diversos pontos sobre o tema, nos convidando para um verdadeiro desafio de resistência: Você aguenta assistir ao vídeo todo sem bocejar nenhuma vez?

Ah… Eu não consegui.