Barulhinhos Divertidos

Desde quando eu era bem pequenininho, mas bem pequeninho mesmo, mamãe e papai brincam comigo de fazer barulho na minha barriguinha. É assim: Eles colocam a boca nela e sopram, até fazer um baita de um barulhão, que normalmente faz com que eu dê muitas, muitas risadas 🙂

De uns tempos pra cá, aprendi eu mesmo a fazer isso, ou seja, soprar pra fazer o barulhão… Mas é claro que eu não faço isso em mim mesmo… Faço normalmente no papai, enquanto estamos brincando ou assistindo televisão. Hoje mamãe conseguiu me filmar exatamente na hora em que estávamos brincando:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Barulhinhos no braço do papai!!
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O  resultado, como dá pra perceber, é esse: Muitas, muitas gargalhadas, e um bebê que apronta cada dia mais e se diverte   beça!!

Canta, canta, Xandinho!

A minha brincadeira favorita dos últimos tempos tem sido brincar de pula-pula com o papai. Durante a semana, enquanto ele está trabalhando, fico só esperando a hora dele chegar em casa pra ir logo pedindo “— Papai, pula-pula… Papai, pula-pula…“.

Essa história começou já faz um tempinho, quando ele brincou comigo de pular no sofá aqui de casa, enquanto tocava uma música da Xuxa, que conta a história de um sapinho. O nome dessa música é Croc-Croc.

Falando em música, acontece que eu surpreendi todo mundo, porquê, além de pular o tempo inteiro com a musiquinha, eu ainda aprendi a cantar várias partes dela. Assim, enquanto papai pula comigo pra cima e pra baixo, eu vou completando a música que ele canta, e me divirto   beça.

E não é que eu tomei gosto por cantar? 🙂 Logo depois que eu aprendi a música do sapinho pra brincar, também emendei a música da barata na careca do vovô, vocês conhecem? É aquela que diz assim “…Eu vi uma barata na careca do vovô… Assim que ela me viu, bateu asas e voou…“. Nessa, mamãe e papai me ajudam e eu também vou completando. Dêem uma olhada nestes videozinhos comigo cantando:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Xande cantando Croc Croc
Xande cantando A Careca do Vovô
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A cantoria não pára por aí, não. Ultimamente, sempre que assisto ao DVD do Cocoricó, canto pedaços das músicas com mamãe e papai, e me dou inclusive ao direito de escolher aquelas que eu quero ouvir de novo — na maioria das vezes, digo o nome das músicas certinho — quantas vezes eu quiser! Sei não, como eu disse, estou gostando muito da coisa. Será que dá futuro? Não sei… por enquanto, só quero mesmo é poder me divertir!! 🙂

Cortando o meu cabelinho…

Aproveitamos que hoje era feriado e fomos até a casa do vovô Fernando e da vovó Helena pra poder almoçar com eles… Chegando lá, depois de bagunçar bastante de de comer a minha comidinha, mamãe me disse que eu estava precisando cortar o meu cabelo… E nesse caso, quem entrou em ação foi a super vovó Helena, que sempre corta o meu cabelinho!!

Claro que, logo de cara, pensei comigo mesmo: “Puxa vida, que fria!! Vou cortar o cabelo de novo?” Vejam só a minha reação:

Cortando o cabelinho 14

Mas logo em seguida, me rendi. Eu precisava mesmo cortar o meu cabelo — porquê já estava super, super comprido… então eu deixei que a tesoura da vovó fizesse a mágica, e, modéstia   parte, acho que o resultado ficou muito bom: Eu estou lindão!!! Dêem só uma conferida, gente:

Cortando o cabelinho 5

Cortando o cabelinho 10

Cortando o cabelinho 9

Desse jeito, gente, vou sempre querer cortar o cabelo, né? 🙂

Domingo de brincadeiras

Brincando na manhã de domingo

Estou gostando cada dia mais de brincar com meus brinquedos no meu quarto. Hoje, um domingão em que eu aproveitei que o papai estava em casa, convidei ele pra brincar comigo: Normalmente, uma das coisas que eu mais gosto de fazer é pedir que ele entre dentro da minha toca comigo. É um espaço pequeno, mas ele sempre consegue. Hoje, no entanto, eu fiz o contrário e me escondi lá dentro.Papai ficou me chamando, porquê ele não sabia onde eu estava! 🙂 O legal é que, ao mesmo tempo em que me procurava, ele estava filmando. E quando finalmente me achou, pediu pra eu mandar beijo pra câmera… Eu não estava muito afim de gastar a minha beleza no vídeo, mas mesmo assim mandei um beijinho pra ele.

Outra coisa: Não contei pra vocês ainda, mas dia desses mamãe e papai me levaram no shopping, e eu ganhei um belo brinquedinho de presente: A moça da loja disse que o brinquedo se chama Zé Cambalhota, e eu fui logo aprendendo a dizer o nome dele. É um bonequinho de madeira bem bacana, que vem com uma escadinha legal. Quando eu empurro ele da escadinha com a mão, ele vai descendo até o chão e eu morro de dar risadas…!!

Neste mesmo domingo, aliás, papai aproveitou que já estava com a câmera na mão e registrou um momento bem rápido em que eu estava brincando com o Zé. Nesse vídeo, que eu coloquei aqui também, dá pra vocês verem como é divertido brincar com ele 🙂

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Esconderijo na toca
O Zé Cambalhota!
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FoxTorrent

ft.jpgFoxTorrent é — como alguns podem já ter percebido a partir do próprio nome — uma extensão para Firefox que permite o gerenciamento e download de arquivos torrent diretamente através da raposa de fogo. Sua instalação, que é simples e descomplicada, pode ser realizada através de um único clique do mouse logo na entrada do site oficial.

A principal vantagem que percebo ao embutir um cliente destes diretamente em meu navegador reside no fato de que não preciso de programas adicionais: Uma vez instalada, a extensão acrescenta uma opção ao menu Ferramentas do Firefox, de onde podemos abrir uma nova aba e, a partir dela, acompanhar o andamento dos downloads de uma forma muito descomplicada.

Através do plugin DivX Web Player também é possível acrescentar ao
FoxTorrent a capacidade de pré-visualizar filmes e músicas nos formatos MP3, AVI, MPEG, entre outros, igualando a extensão   clientes externos como o BitComet, para Windows.

Uma das coisas que mais me impressionou na ferramenta foi seu consumo de memória durante o tempo em que eu a utilizei hoje pela manhã: Em média, apenas 6mb estiveram alocados, o que, em termos de velocidade da máquina, não fez diferença alguma. Velocidade, aliás, foi outra coisa espantosa: Apenas durante os minutos em que estive escrevendo este artigo, o sexto episódio da terceira temporada de House M.D. saltou de 0% para 15% — talvez, é claro, por ser baseado na tecnologia Redswoosh, recentemente adquirida pela Akamai Technologies.

Em resumo, minha relação com o FoxTorrent é de completa lua-de-mel. Embora eu não tenha conseguido configurar outra pasta padrão para os downloads, dos males, o menor. Em todo o resto ele se mostrou muito eficiente. Recomendo a todos que o experimentem, pelo menos por um único dia. E depois, é claro, me contem o que acharam…

O Corinthians não é seu dependente. Ponto.

Num carro contratado pela empresa em plena capital paulista na última quinta-feira, a caminho de um compromisso de trabalho, não pude deixar de notar a seguinte dúvida de um ouvinte da rádio então sintonizada pelo motorista, a respeito de sua declaração de imposto de renda:

— Sou sócio do Sport Club Corinthians Paulista, e paguei minhas mensalidades regularmente durante o ano passado. Minha dúvida é: Preciso lançar o Corinthians como dependente na minha declaração?

Pensei se tratar de uma pegadinha. No entanto, dada a resposta do locutor: “— É óbvio que não, não é mesmo?“, seguida de algumas explicações mais técnicas do que são dependentes, só pude reagir dando sonoras gargalhadas, copiado pelo motorista e pelo colega que me acompanhavam. Fala sério!

Analisando o LeapTag

Meio que por acaso acabei cruzando com o LeapTag, um serviço ainda em beta que mistura leitor de feeds RSS e rede social se integrando aos navegadores web das plataformas Windows e Mac para buscar, monitorar e apresentar conteúdo relevante baseado nos interesses pessoais de cada usuário.

leaptag2.jpgMesmo atualmente utilizando ferramentas como Google Reader e o del.icio.us para localizar 95% dos tópicos, notícias e livros que me interessam, resolvi me arriscar numa aventura e testar o novo serviço.

Para isso, logo de cara, precisei baixar um programa de instalação de aproximadamente 7mb, que, ao ser executado, criou um novo botão em meu Firefox e a necessidade de, para operar o LeapTag, me utilizar, além de uma barra lateral no navegador e de um cliente adicional, que fica residente na bandeja do sistema. Acho muito importante dizer que, no flutuante ranking das notas finais que poderia dar ao serviço, certamente tudo isso pesou contra a ferramenta.

leaptag1.jpg

De qualquer forma, fui adiante. E me espantei ao ver que a coisa pareceu bem promissora.

Os interesses pessoais que o LeapTag utiliza para apresentar resultados relevantes aos usuários são baseados em duas coisas: A primeira delas, a utilização de tags e a segunda, no feedback do próprio usuário. No caso da primeira, significa que é necessário, para cada assunto que se deseje monitorar, identificá-lo com um nome relevante, como música.

Em seguida, associa-se esta tag a até três outras palavras-chave, relacionadas com a mesma, como se estivéssemos prestes a fazer uma busca através do Google: música AND Dire Straits, música AND lançamentos e assim por diante. Em fase de testes, como já disse no começo do texto, o LeapTag está temporariamente limitado   20 tags por usuário. Embora se, atualmente comparado ao del.icio.us, onde não há limites de criação de tags, esta limitação pareça negativa, acredito que assim que os testes acabarem, acabe também o limite.

Definidas as tags, clicar sobre qualquer uma delas coloca o sistema em funcionamento e logo dezenas de resultados recém-obtidos são apresentados ao usuário. É aqui que entra o segundo ponto da interação, o feedback. São oferecidas, ao lado de cada link retornado pelo LeapTag, duas opções que merecem destaque: Pode-se votar a favor de um item (que pode ser uma notícia, post de blog ou um livro), o que fará com que a ferramenta, no futuro, procure listar itens similares  quele que agradou   pessoa ou contra, o que terá o efeito oposto. Independentemente do voto, cada resultado, como destaco abaixo, apresenta as tags que o fizeram surgir na lista de itens.

leaptag3.jpg

Tal sistema de votação é bastante similar  quele usado por sites hoje muito populares, como o digg, guardada a diferença de que, neste caso, estamos fazendo com que os resultados novos afetem apenas a nós, individualmente.

O serviço, por conta deste sistema, também me pareceu inspirado no site Findory — outro que, aliás, eu visito com certa freq¼ência —, cuja utilidade tem, em linhas gerais, muitos pontos em comum com o LeapTag. A diferença básica reside no fato de que este apresenta notícias de milhares de fontes ao redor do mundo e passa a exibi-las, nas visitas posteriores do usuário, conforme aquelas dos gêneros que mais receberam cliques.

Um ponto extremamente positivo do LeapTag é sua capacidade de ser alimentado com informações de outras fontes que podem se tornar potencialmente promissoras na busca por novas informações: Pode-se importar as tags do del.icio.us, os bookmarks do Firefox ou até mesmo qualquer feed RSS de serviços como Bloglines, Google Reader ou NewsGator.

Há ainda, como cito no começo do texto, uma outra promessa do LeapTag. Seus desenvolvedores dizem que muito em breve os usuários poderão compartilhar suas tags e links uns com os outros, o que dará alças   utilização da ferramenta, futuramente, também como uma espécie de rede social. Embora neste caso eu possa usar o próprio del.icio.us, é a possibilidade de integração, mais uma vez, que reina absoluta.

Embora seja extremamente difícil que eu substitua meus atuais favoritos pelo LeapTag, foi fácil perceber que esta pérola ainda mal divulgada e recém-descoberta certamente merece um pouco mais da minha atenção: Foi através dela que encontrei algumas novidades bastante interessantes sobre meus assuntos favoritos nos últimos dias e, afinal de contas, convenhamos, num mundo em que tanta informação nos bate   porta todos os dias, nada melhor do que alguma coisa para ajudar a entregar aquilo que seja mais adequado ao que nos interessa, não é mesmo?

A Carretinha do Vovô

Alexandre na Carretinha 005

Vovô Fernando comprou uma carretinha! 🙂

Ele disse que é usada, e a idéia é reformá-la inteirinha pra depois poder usar pra carregar todas as coisas dele e da vovó Helena pra cima e pra baixo nas viagens que os dois fazem por aí. Pra mim, é lógico, mais do que isso, é um motivo de diversão!

Eu e minha eterna companheira de estripulias e farras, Dori Cleide, nos divertimos com a carretinha do vovô até não ag¼entar mais! Ficamos até cansados, subindo e descendo dela, e brincando bastante lá dentro. Olhem só algumas das fotos da gente aprontando pra valer:

Alexandre na Carretinha 011 Alexandre na Carretinha 019

Alexandre na Carretinha 014

Depois de aprontar, também dei uma volta de carretinha com o vovô. Ele começou a puxar a carretinha enquanto eu ia passeando, por uns poucos metros. Também valeu   pena! Tanto que, depois disso, a minha vontade era nem sair da carreta… Mamãe e papai tiveram que fazer um belo trabalho de convencimento pra eu poder sair…

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Passeando com o vovô!
Não quero sair não!
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Agora vocês podem ter certeza de uma coisa: Toda vez que eu for passear na casa do vovô e puder ter a chance de dar uma voltinha na carreta dele, eu vou fazer isso, com toda a certeza! Me aguardem!

Supermercado 2.0

Talvez só eu tenha levado tanto tempo para descobrir este fantástico vídeo israelita com aproximadamente cinco minutos de duração, que atingiu com força a Internet no começo desta última semana. De qualquer forma, trata-se de um supermercado que funciona movido inteiramente por conceitos da Web 2.0.

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Entre as coisas que eu mais gostei estão um ovo com feed RSS, que permite ao cliente entrar em contato com o produtor para saber se ele fornece, além do próprio ovo, outros produtos. As caixas de leite têm comentários dos usuários e as maçãs têm uma tag del.icio.us. Aliás, na onda de identificar tudo, garrafas d’água, por exemplo, têm tags como water e H20 associadas, enquanto que cotonetes são associados a better sound e carnes congeladas recebem as inscrições dead e uncooked.

Além disso, neste supermercado, pode-se comprar qualquer coisa como na Internet de verdade: Além de tudo ser free of charge, mostrar a um funcionário um dos produtos que você adquiriu faz com que ele sugira novos, que você pode aceitar ou rejeitar conforme suas preferências — o que, no vídeo, é chamado de compras   moda pandora. Vale a pena conferir!

Os Três Porquinhos, contado por um engenheiro

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando.

P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil.

P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.

P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ê casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde n é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

Mas nesse promissor perímetro, P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.

P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.

Enquanto P3 planejou no Autocad e montou, ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo“.

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:

— Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um ormando em Comunicação e Expressão Visual!

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

Mas quando chegou lá, encontrou LM   porta, batendo com força e gritando:

— Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão insandecida de eco-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.

Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.

P1: — O que houve?

P2: — LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.

P3: — Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (— isto é somente uma simulação de batidas   porta, meu filho! o som correto não é esse.)

LM: — P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você, e, se for preciso, até aquele tal de Confea!

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e a… do… comunicador e expressivo visual?), LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 eram ecologicamente corretos.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional porém super-comum nos contos de fada: Ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou — com uma força de 33300 N (Newtons) — LM para cima.

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8m/s2 e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

  1. o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé;
  2. a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e;
  3. o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico).

Kwik-E-Marts de verdade?

The Simpsons 7 ElevenApós 18 temporadas contínuas de um dos desenhos mais famosos e divertidos de todos os tempos, é impossível negar a fama da fictícia cadeia de lojas de conveniência Kwik-E-Mart — subsidiária da Nordyne Defense Dynamics —,  já que uma das filiais é operada pelo indiano Apu Nahasapeemapetilon e aparece em praticamente 90% dos desenhos de Os Simpsons.

Mas um movimento anunciado durante a semana passada está prestes a tirar as lojas apenas da ficção e da imaginação dos roteiristas, e transformá-las em lojas de verdade: Coordenadas com o lançamento do The Simpsons Movie — amplamente anunciado aqui no Brasil durante a programação da Fox e com estréia prevista para 27 de julho deste ano —, onze lojas da rede de conveniência 7-Eleven devem se tornar Kwik-E-Marts reais, inclusive com a realização de reformas nas fachadas para que lembrem a loja do desenho animado.

Para os fãs de plantão, a novidade só não é melhor porquê não há ainda um acordo oficial entre a cadeia de lojas internacional e os estúdios da Fox. Tudo o que foi visto se trata de material produzido pelo departamento de marketing da franquia, direcionado a uma audiência interna: Desta forma, não se pode ainda confirmar onde ou quando as lojas começarão a mudar, e se começarão. De qualquer forma, não custa se imaginar comprando a cerveja Duff, o refrigerante Buzz Cola ou o cereal KrustyO’s, não é mesmo?

O estranho caso da crise de identidade do Internet Explorer

bem_que_podia_ser_mentira.jpgEmbora eu seja um defensor ferrenho do mundo open source e brigue com muita gente para que instalem o Linux em seus computadores, sou obrigado a manter em casa uma partição Windows — por conta dos insistentes pedidos da esposa. Pois bem, a existência desta partição, que roda Windows XP Professional, rendeu poucas e boas esta semana.

Tudo começou quando, ao executar automaticamente o Windows Update há 3 ou 4 dias atrás, o Windows XP substituiu o funcional Internet Explorer 6.0 por sua versão mais recente — e mais mal falada —, o Internet Explorer 7.0.

Como isso aconteceu durante o dia, ao chegar do trabalho recebi uma reclamação de minha digníssima porquê uma série de sites que ela costuma acessar passaram a não mais abrir, ou a funcionar parcialmente depois da atualização, que só constatei depois que examinei o computador eu mesmo. Recentemente eu escrevi sobre problemas de compatibilidade de browsers mais modernos, e este foi o caso, mais uma vez.

Como qualquer cristão faria, resolvi imediatamente desinstalar o novo navegador da Microsoft, certo de que isso faria com que a versão anterior, que pelo menos funciona corretamente, voltaria   ativa sem problemas. Mas a partir daí minha dor de cabeça começou. Ao concluir o processo de desinstalação e abrir o IE, me deparei com a seguinte tela ao acessar a opção Sobre, numa tentativa de verificar a versão atual:

ie7_ie6.jpg

É isso mesmo, senhoras e senhores: Reparem que, enquanto a caixa de diálogo exibe a versão 6.0 — que destaquei em amarelo —, ao fundo continua presente a interface de navegação por abas — destacada por uma seta vermelha — que é uma das novas características do Internet Explorer 7, numa tentativa de se modernizar e se comparar ao Firefox.

Desde então já tentei diversas alternativas para fazer com que as coisas voltassem ao normal: Desde uma limpeza no registro do Windows até uma instalação de reparo a partir do CD do Windows XP, tudo sem resultado algum. No final das contas, vou precisar mesmo formatar a partição do Windows, naquela que bem que poderia ser uma peça de primeiro de abril, mas não é.

Novidades na VocêTV!

Conforme uma série de boatos que correram pela Internet afora durante esta semana, a Telefônica promoveu, a partir desta sexta-feira, mais uma atualização do software utilizado pelos decodificadores da marca Echostar de seu serviço de TV por assinatura VocêTV. A atualização — terceira para o aparelho desde que me tornei assinante em janeiro último — faz com que o programa chegue   versão 102P.

vido por descobrir se mais uma parte dos boatos poderia ser verdadeira, fiquei muito feliz ao saber que uma das minhas grandes ansiedades com relação ao serviço foi finalmente satisfeita: Enquanto muitos assinantes pedem novos canais recorrentemente, aquilo que mais me fazia falta ao lembrar dos equipamentos utilizados pela antiga DirecTV e pela Sky — um recurso que pudesse me avisar sobre o início de programas — finalmente foi implantado. Trata-se do lembrete de programação.

VocêTV Echostar 1.3 102P 2

Lista de lembretes configurados

cone de programa agendado para lembrete

Na prática, a mudança ocorreu no guia de programação do decodificador prata, que agora conta com um item denominado Opções, que pode ser diretamente acessado através do pressionamento do botão amarelo do controle remoto Echostar. Conforme procuro ilustrar acima, há basicamente duas opções, sendo uma para a definição de lembretes e a outra para consulta aos lembretes já configurados.

É importante, para aqueles que não o conhecem, que definamos o recurso de lembrete: Imagine que você está assistindo a um programa e são 17h30. Durante os comerciais, vasculhando o guia de programação, você descobre que um filme, documentário ou evento esportivo de seu interesse irá começar  s 21h. Com a nova função atualizada pelo software é possível que o programa seja automaticamente sintonizado no horário correto.

VocêTV Echostar 1.3 102P 8

É importante citar não apenas o novo lembrete de programação da VocêTV, mas justamente outra novidade que, oportunamente, torna esta facilidade mais produtiva: Com a versão 102P do software do decodificador Echostar, é possível consultar a programação futura. Os boatos, mais uma vez, davam conta de que poderia-se avançar 24 horas adiante e agendar o que se bem entendesse.

Neste caso, descobri que a coisa é um pouco melhor do que se poderia esperar. Afinal de contas, uma função de calendário, antes inexistente no guia de programação foi agora adicionada, podendo ser ativada através do botão branco do controle remoto. Com este calendário é possível selecionar-se uma data futura e ter acesso   programação daquela data específica. Fiz alguns testes neste sentido, sendo que aqui ilustro não apenas o calendário em si, mas também a programação de 02 de abril, 3 dias no futuro na data deste artigo.

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VocêTV Echostar 1.3 102P 6

No mais, é importante dizer — para não acharmos que tudo são flores — que alguns problemas da VocêTV, pelo menos com relação a este equipamento que possuo, ainda permanecem. São eles:

  • A sincronia de legendas de alguns dos 10 canais do pacote HBO Max Digital ainda não funciona perfeitamente. Há atraso nos textos enviados pelo satélite e isso ainda prejudica assistir a alguns filmes, tarefa para a qual, desta maneira, é necessária uma dose extra de paciência por enquanto;
  • A velocidade de acesso ao guia de programação e a algumas funções ainda deixa muito a desejar, embora deva admitir que parece ter havido o que posso classificar como ligeira melhora com a nova versão do software;
  • Alguns canais estão indisponíveis no momento em que estou finalizando este artigo: Entre eles Eurochannel, TCM e HBO Plus. Pode ser algum tipo de problema temporário, entretanto. No passado alguns outros canais enfrentaram esta mesma questão.

Como comentário final, insisto em uma velha história que venho usando muito freq¼entemente após ter-me tornado assinante VocêTV e receber questionamentos sobre a qualidade do serviço quase diariamente: Na época em que a TIM se instalou em minha região, seus celulares tinham recepção precária. Com o passar do tempo isso mudou e hoje o serviço, ao menos na minha opinião é excelente. Não estou defendendo a TIM como a melhor, e sim, mostrando que, com paciência com relação aos novos serviços, só temos a ganhar. E esperemos pelas próximas novidades, enfim.

Ah, o álbum com imagens da interface do decodificador Echostar tem agora novas imagens bem interessantes desta atualização, antes que eu me esqueça. Vale a pena conferir.

Dizendo os nomes de todo mundo!

Oi gente!!!

Eu já contei pra vocês que ultimamente eu tenho falado bastante? Mamãe e papai dizem que isso é porquê eu estou crescendo e,   medida que cresço, fico ainda mais esperto do que eu já sou!! Legal, não é mesmo?

Entre as muitas coisas que eu tenho falado, os nomes de várias pessoas que são especiais na minha vida — e por quem eu tenho muito carinho — chamaram bastante a atenção da mamãe, que começou a me pedir pra repeti-los… Acontece que eu fico sempre muito envergonhado de fazer isso 😉

Quer dizer, ficava, né? Isso porquê eu acabei sendo flagrado por ela e pelo papai em um momento em que eu estava ao mesmo tempo distraído e inspirado. O resultado foram esses dois videozinhos que eu vou mostrar pra vocês agora, que eu tenho certeza que vão deixar muita gente por aí babando, babando

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Dizendo os nomes de todo mundo (2)
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Novo Mandriva Linux vem aí…

Sejamos francos. Duvido que qualquer pessoa — mesmo aquelas que não morrem de amores pelo Linux — não admire um belo desktop de qualquer distribuição do sistema operacional do ping¼im. É uma experiência apaixonante. Depois de colocar meus olhos em alguns screenshots da nova versão Spring RC1 do Mandriva Linux que encontrei através do Download Squad, então, fiquei me sentindo exatamente assim, apaixonado.

De verdade, mesmo sendo usuário convicto do Ubuntu Linux, não houve como não ficar muito bem impressionado: Pra mim, o sistema está cada vez melhor em termos de interface e facilidade de uso. Aliás, aqueles que ainda têm medo de sistemas Linux ficarão felizes em saber que, ao menos na minha humilde opinião, a recém-incluída versão 3.5.6 do KDE — também substituível por um GNOME, é claro — contribui ainda mais para tornar as coisas muito próximas do ambiente Windows.

Para mim, a prova incontestável de que o Mandriva é um sistema totalmente descomplicado para usuários iniciantes reside no fato de eu mesmo ter tido a oportunidade, ano passado, de testemunhar como uma família inteira, tendo comprado seu primeiro computador Penguin Powered, se adaptou prontamente   utilização do sistema operacional embutido. “— Que fácil de usar, sempre achei que fosse mais complicado…”, foi um comentário muito comum que ouvi na época.

Mandriva Spring RC1 Welcome ScreenA nova versão do Mandriva, com previsão de lançamento para o próximo mês de abril, traz em seu pacote de melhorias a atualização do Firefox — que chega   sua versão 2.0.0.2 nesta distro — e do OpenOffice, que alcança sua versão 2.1. Além disso, como se espera de qualquer distribuição Linux, há uma infinidade de programas open source capazes de realizar as tarefas de qualquer sistema pago com os pés nas costas.

Um dos diferenciais do sistema Mandriva é que, além das versões gratuítas, há algumas versões pagas — Discovery e PowerPack — com preços variando entre 44 e 199 euros. A principal diferença entre as versões grátis e as pagas reside na existência, para as versões pagas, de mais CDs com aplicativos, manuais de usuário e de referência impressos e na inclusão, dentre os componentes do sistema, de plugins comerciais e drivers proprietários cujas licenças são pagas. Desta forma, é possível reproduzir DVDs e uma série de outros padrões e formatos de mídia out of the box, ao mesmo tempo em que instalar placas de hardware se torna o mais próximo possível de uma experiência plug and play, não sendo preciso nenhum esforço na realização de grandes configurações. Acreditem ou não, muita gente prefere pagar pelo Linux pra ter algo ainda mais completo e funcional.

 

mandriva-2007-gnome.jpg

O fato é que, agora, enquanto escrevo este post, sinto minhas mãos coçando pra colocar as mãos no novo  Mandriva. Não garanto que vá instalá-lo para utilizações futuras — embora seja possível fazê-lo com apenas um clique do mouse, se isso for minha decisão — mas preciso ser sincero ao dizer que, pelo menos, um live CD estará em execução na minha máquina nos próximos dias. E eu voltarei a tocar no assunto, é claro.

Os Três Patetas

É muito pouco provável que Harry Moses Horwitz, seu irmão Samuel Horwitz e seu amigo Louis Feinberg despertem qualquer tipo de memória em alguém ao terem seus nomes pronunciados desta maneira. No entanto, basta que eu mencione seus patéticos alteregos Moe, Curly e Larry para que qualquer um se lembre imediatamente de um dos trios cômicos mais famosos de todos os tempos.

The Three Stooges

Esta semana, trocando de canais enquanto assistia televisão, tive a oportunidade de assistir, na HBO, ao filme The Three Stooges (2000), de produção executiva de Mel Gibson, uma verdadeira biografia de Os Três Patetas. O filme, que considerei excelente e emocionante, faz um relato de toda a trajetória de sucesso dos comediantes através dos olhos de Moe Howard — o cérebro do trio — no final dos anos 50, época em que sua carreira está aparentemente acabada e na qual ele se vê sem receber um mísero centavo pela exibição de seus curtas.

Moe é procurado por um jovem executivo de TV que está tentando convencê-lo de voltar   ativa em apresentações ao vivo. A partir daí, suas lembranças nos propiciam um verdadeiro flashback, que remonta   época em que a carreira dos patetas começou, com apresentações em shows de variedades nos teatros da década de 20. O trio, que atuava  s sombras de Ted Healy, acabou por ganhar luz própria e se tornou o sucesso que jovens e adultos conhecem e adoram.

O que mais me chamou a atenção no filme foi o fato de que, apesar das excelentes recriações das performances cômicas dos patetas inseridas durante o longa metragem, a história se concentra em mostrar ao público um lado pouco conhecido do trio. Pode-se dizer que eles realmente tiveram que comer o pão que o diabo amassou antes de poderem alcançar o sucesso. Pouco valorizados e explorados pelos executivos de Hollywood, estes três realmente mostraram que eram verdadeiros comediantes, continuando a atuar em prol da nobre missão de poder levar diversão ao público.

Sempre que penso nos Três Patetas — cujos filmes ainda fazem parte eventual da programação do Warner Channel e fixa do canal TCM, para minha felicidade — lembro-me de outros representantes da chamada comédia slapstick, aquela em que se produz o humor através de contato e violência fisíca exagerados, por vezes simulados: Os Trapalhões. Assim como no caso dos Três Patetas, a vida pessoal de Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e Zacarias foi permeada por diversos conflitos pessoais. Ambos os grupos também sofreram baixas: Enquanto o quarteto brasileiro foi encolhendo até seus dois últimos integrantes hoje vivos se separarem, os patetas ainda chegaram a perder dois dos irmãos Horwitz (ou Howard, seu nome artístico) antes de chegarem   formação final com Joe DeRita, que perdurou até 1975, ano em que tanto Larry quanto Moe morreram vítimas de infarto.

Se não por qualquer outra razão, assistir ao filme The Three Stooges é uma das poucas maneiras que vejo, atualmente, de entrar em contato com um tipo de humor que é cada vez mais raro de se ver no cinema ou televisão: Aquele em que o comediante diverte a seu público por mero prazer, procurando despertar as risadas mais inocentes. Se você puder, não perca!