…e as árveres, somos nozes…

Eu sou obrigado a confessar que morri de dar risada com o programa dolos exibido no último dia 10 de maio de 2007 — o décimo quarto da segunda temporada, que passei a acompanhar informalmente de uns dias pra cá. Nele, Carlos Miranda, um dos quatro jurados que compõem a banca que invariavelmente detona a maioria dos concorrentes que lhes passam pela frente, faz referência a um muito conhecido vídeo viral que bombardeou a Internet no final do ano passado:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] As árveres somos nozes?
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Lembraram-se do pobre cidadão que tentava, incansavelmente, pronunciar a frase O jardineiro é Jesus, e as árvores, somos nós, não é mesmo? O problema era que a frase nunca saía… Certamente, este foi um dos momentos mais hilários do programa. Oportunamente, aproveitei para mostrar a pérola aos meus pais e minha irmã, que não a conheciam!! As risadas estão ecoando até agora, neste que foi um dos mais divertidos Dia das Mães que passamos! 🙂

Diversão no Dia das Mães!

Nesse dia eu aprontei de montão, pulei, brinquei, passeei, etc. Eu e minha companheira de bagunça Dori Cleide corremos bastante no quintal da casa da vovó. Na verdade, era uma brincadeira de pega-pega que eu sempre gosto de fazer com ela. Além disso, aconteceu uma coisa nova, aprendi a dar cambalhotas com a vovó, e como meus papais não poderiam deixar de registrar trataram logo de nos filmar fazendo isso. Vejam só no que deu toda essa bagunça:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Pega-pega
Poeira, poeira…
Pega-pega (2)
Virando cambalhota
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Feliz Dia das Mães!!

Eu adoro surpresas!! Hoje mesmo, acordei bem cedinho e, antes mesmo que a mamãe tivesse tempo de trazer a minha vitamina de todas as manhãs, resolvi aprontar uma pra ela!!! Bom… na verdade, a idéia foi do papai, que, rapidinho, gravou dois videozinhos em que eu desejei, do fundo do meu coraçãozinho, um felicíssimo dia das mamães pra minha mamãe. Vejam só como ficou:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Mensagem pra mamãe (1)
Mensagem pra mamãe (2)
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Não ficou mesmo muito legal? Tudo bem que nem deu muito tempo de ensaiar, e eu queria mesmo era ver os resultados, mas não tem problema… Logo que a mamãe entrou no quarto papai e eu já mostramos pra ela os vídeos, e ela amou 😉

Mamãe, você sabe o quanto eu te amo, e eu espero que você tenha gostado, viu? Neste seu dia, mais do que nunca, eu quero que você saiba que vai estar sempre aqui, guardadinha no meu coraçãozinho pra sempre… Um super beijo do seu Xandinho!!! 🙂

Como melhorar as suas reuniões

always-postpone-meetings.jpgEm meio a mais um dia de trabalho nesta semana, numa breve pausa, pensei comigo mesmo: Se eu ganhasse por reunião da qual participo, estaria milionário há tempos. Vocês já se deram conta da quantidade de horas semanais que passam em reuniões no escritório?

Eu tenho passado muitas. Mais do que deveria, até.

E cada dia me parece mais claro que este meu pensamento se dá por conta de algumas das pessoas que organizam as reuniões nas quais minha presença é solicitada, uma vez que não sabem utilizar direito a poderosa ferramenta que têm nas suas mãos: Sim, as reuniões podem ser poderosos mecanismos de ação e comunicação, e acho que é pra isso que foram criadas.

Mas acho também que não é novidade pra ninguém que, para isso, elas precisam ter suas finalidades bem determinadas. Do contrário, não produzem os resultados esperados, e, ao contrário, apenas alimentam sensações do tipo “Meu Deus, lá vem mais uma daquelas reuniões que não vai servir pra nada” em cada um dos participantes.

Preso em meus pensamentos, acabei me lembrando de um artigo escrito pelo Seth Godin — um dos maiores best sellers de livros de gestão empresarial dos últimos anos — em seu blog há cerca de um mês ou menos: Nele, ele procura dividir conosco alguns pensamentos radicais a respeito de reuniões. Em suas palavras, “se você comparece a uma reunião pensando ‘esta vai ser apenas outra reunião’, então é isso o que vai acontecer, mesmo”.

Para evitar isso, procurando dar dicas para melhorar a qualidade das reuniões, ele as divide em alguns tipos:

  • Reuniões do tipo “Apenas para que todos fiquem sabendo”: Conforme Seth, este é o tipo de reunião em que uma pessoa ou um pequeno grupo delas comunica a outras pessoas o que já foi decidido e está prestes a acontecer. Este tipo de reunião deveriam ser sempre acompanhadas de material escrito, e, em muitos casos, este deve ser distribuído um dia ou dois antes da reunião. Esta deve ser muito curta, acontecer preferencialmente em um auditório e não em um círculo, e ter uma seção de perguntas e respostas no final. Até mesmo um quiz. É a hora de receber instruções, e os jogadores não devem questionar as premissas que o técnico está utilizando para realizar aquela jogada.
  • Reuniões “Qual é o seu status atual”: Este é o tipo de reunião em que cada participante precisa informar a situação atual do que estiver fazendo. Provavelmente ocorre a intervalos regulares e cada pessoa possui um tempo restrito para falar, como dois minutos cronometrados. Após resumir a sua própria situação, cada participante pode enviar seu resumo via email para um centralizador, que então distribuirá um documento, já consolidado, para todos.
  • Reuniões “O que cada um de vocês acha?”: Em terceiro lugar, Seth cita uma reunião onde qualquer um pode falar. As pessoas que não se pronunciam regularmente — e neste ponto, acrescento minha percepção pessoal ao que ele diz, de que estas são as que acatam tranq¼ilamente o que for deliberado por aqueles que opinam com maior freq¼ência, tal como em reuniões de condomínio, por exemplo — não devem ser convidadas a voltarem em oportunidades futuras. Fica óbvio que estas pessoas são boas em alguma outra atividade no escritório, então ao chamá-las para se sentar com você, você pode na verdade estar desperdiçando o tempo delas.
  • Reuniões “Precisamos decidir agora mesmo“: Estas são reuniões ad hoc — ou seja, específicas que têm uma agenda definida e que devem terminar em uma decisão final que não precise ser revisada.

Seth Godin deixa claro que estes são apenas alguns tipos de reunião que podem ser realizadas, e que cada pessoa saberá bem, se analisar direito, que estilo de reunião deve realizar para promover os melhores resultados. Ainda assim, há ainda duas coisas que ele menciona em seu artigo — embora possam parecer loucuras para alguns — que eu acho válidas.

Primeiro, todas as reuniões deveriam ser feitas com as pessoas em pé. Segundo ele nos conta, pessoas que estão em pé pensam mais rapidamente que aquelas que estão sentadas, se distraem menos e fazem com que as reuniões não durem tanto tempo. Interessante, hein?

Por fim, o último que chegar para a reunião contribui com 10 contos para o fundo do café. Este item me chamou particularmente   atenção porquê muitas das pessoas que eu conheço batem no peito para discursar sobre pontualidade, mas poucas têm alinhado os discursos com as ações.

Uma coisa é certa: Qualquer um pode tentar organizar melhor suas próprias reuniões. E agora que concluí este texto, percebo o quanto é interessante disseminar esta prática. Afinal, com isso, todos ganham.

Wubi: Ubuntu, dentro do Windows

Se você, como vários amigos que conheço, tem ouvido com uma freq¼ência cada vez maior comentários calorosos a respeito do sistema Linux e de sua distribuição Ubuntu, e já teve pelo menos a vontade de experimentar para ver como é, talvez já saiba também as opções que possui disponíveis pra isso:

  1. Ir ao site do Ubuntu Linux, e, de lá, fazer o download de uma imagem da última versão disponível do sistema. Neste caso, gravado um CD, a instalação ocorre guiada por um processo de assistentes, que, caso se deseje manter o Windows instalado, particiona seu HD — ou seja, divide o espaço livre disponível para que os dois sistemas possam conviver em harmonia em seu computador. O principal problema neste caso é que muita gente ou encara o particionamento como se fosse um bicho de sete cabeças e acaba desanimando.
  2. Executar o Ubuntu a partir de um live CD. Esta é uma alternativa bastante divulgada, aliás, não só pelos próprios desenvolvedores desta distribuição específica, mas também por diversos outros desenvolvedores das demais distribuições. O problema de executar um live CD reside na velocidade final obtida: Por se tratar de uma emulação do verdadeiro Ubuntu em máquina virtual, as coisas ficam muito mais lentas do que poderiam e também podem vir a desanimar o usuário até então empolgado com a novidade.

E que tal se, ao invés das opções acima, você pudesse instalar o Ubuntu em seu sistema, utilizá-lo normalmente com toda a velocidade e, de quebra, desinstalá-lo como qualquer outro programa atualmente presente em seu Windows, pela opção Adicionar ou Remover Programas de seu Painel de Controle? Para isso, basta utilizar o Wubi:

Wubi is an unofficial Ubuntu installer for Windows users that will bring you into the Linux world with a few clicks. Wubi allows you to install and uninstall Ubuntu as any other application. If you heard about Linux and Ubuntu, if you wanted to try them but you were afraid, this is for you.

O segredo do programa é que a instalação do sistema ocorre dentro do próprio Windows: Um arquivo — ubuntu.hd — recebe todo o conteúdo do sistema Ubuntu ao mesmo tempo em que uma nova entrada de boot é criada no computador, permitindo, a partir da próxima inicialização do computador, que o usuário escolha entre o sistema da Microsoft e o do ping¼im.

Neste caso, o kernel do Ubuntu se utiliza de um driver de loopback que permite ao sistema enxergar o arquivo que mencionei acima — mesmo dentro do Windows — como seu hard disk. Para não complicar, imagine loopback como uma maneira utilizada pelo sistema para se comunicar com o computador sem interferir em outras interfaces sistêmicas já existentes e instaladas no mesmo. Ou seja: O Ubuntu estará ali, mas não incomodará o Windows.

De qualquer forma, é esta a mágica que permite a qualquer pessoa, a partir da utilização do Wubi, executar o Ubuntu como se fosse um sistema operacional nativamente instalado — ou seja, sem que se precise recorrer   máquinas virtuais, ou que chegue ao extremo de precisar formatar sua máquina. Ou seja, vale   pena experimentar o Linux deste jeito: A maior complicação será, no final, desinstalar o sistema caso você não goste, o que eu, pessoalmente, duvido que aconteça.

As Vogais

Já faz um tempo, mamãe tem me ensinado os nomes das vogais. Eu já sei que existem cinco delas: A, E, I, O e U. Uma das coisas que eu mais gosto de fazer, aliás, é digitá-las no computador, e por isso peço a ela ou ao papai que me deixem fazer isso praticamente todos os dias. Hoje, particularmente, mamãe aproveitou um desses momentos pra me filmar fazendo isso, enquanto pediu que eu apertasse cada uma das teclas que correspondem  s vogais.

Ela foi pedindo na ordem, mas eu, exercendo o meu próprio poder de escolha, fui falando pra ela quais vogais eu ia digitar, e depois digitava. É claro que, no final das contas, eu digitei todas e, quando ela me pediu pra dizer todos os nomes, foi isso que fiz. Afinal de contas, eu sou muito, mas muito esperto, mesmo!

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Digitando as vogais
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NTFS-config: Partição NTFS em instantes

Você está utilizando o Ubuntu em um computador com dual boot e quer uma forma descomplicada de acessar suas partições Windows que estão formatadas com o padrão NTFS?

A partir da versão Feisty do sistema você pode fazer isso em apenas 4 passos extremamente simples. O primeiro deles consiste basicamente de abrir uma janela do terminal e, logo em seguida, instalar o programa NTFS-config:

sudo apt-get install ntfs-config

Esta simples linha de comando instalará todos os programas necessários para que sua partição seja montada corretamente, inclusive o driver ntfs-3g, uma interface open source que permite acesso de leitura e escrita a sistemas deste padrão, como são justamente o Windows XP, Windows Server 2003, Windows 2000 e o Windows Vista.

captura_da_tela.jpg

O segundo passo é ainda mais simples: Basta que, após a instalação, você execute o programa, que estará, conforme ilustro acima, no menu Aplicações, Ferramentas do Sistema. Você precisará informar a senha do administrador.

ntfs-config.png

Assim que a aplicação se abrir, você estará pronto para executar o terceiro passo: Após a exibição de todas as partições NTFS disponíveis, selecione aquelas que você deseja acessar a partir do Ubuntu e, após renomeá-las — se assim o desejar, pois isso não é obrigatório —, clique no botão Aplicar.

ntfs-config-2.png

O último passo consiste em selecionar que tipo de suporte a escrita você deseja ter   partição NTFS selecionada: Se o seu sistema está configurado para dual boot, ou seja, se você utiliza o GRUB, então selecione dispositivo interno. Se a sua partição está em um HD externo, selecione a segunda opção.

Ao clicar em OK, você deve ver um novo atalho para sua partição Windows bem na área de trabalho. Para desmontá-la — se for necessário — basta clicar o botão direito do mouse sobre o ícone e escolher a opção Desmontar Volume.

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Lendo gibi!

Essa novidade vocês ainda não sabem!!

Quando papai era criança, adorava colecionar gibis. Esses dias, ele resolveu voltar a comprar essas revistinhas, e, é claro, me mostrar e contar algumas historinhas. Fiquei tão encantado com isso que resolvi começar a ler os gibis sozinho. Quer dizer… ler mesmo, eu ainda não leio. Mas adoro ficar folheando as revistas pra ver as figuras e, conforme mamãe e papai me contam as histórias, vou guardando todos os detalhes que posso, e, vira e mexe, conto pra eles o que cada quadrinho mostra. Do meu jeitinho, é claro.

Hoje, por sinal, mamãe me pegou em pleno flagra: Enquanto eu deitei no meu novo colchão (a cama nova ainda não chegou :(), ela pegou a câmera como quem não quer nada e me pegou do jeito que qualquer um pediria a Deus. Eu estava todo relax, super concentrado na minha história, com as pernas cruzadas e tudo mais, quando, de repente, FLASH!! E daí veio essa foto:

Lendo gibi

É claro, que, quando eu percebi, caí na risada, né?

Lendo gibi

Aliás, antes de ir embora, vou contar pra vocês sobre a minha história favorita (até agora): Trata-se de uma história de um gibi do Cebolinha, que eu já pedi pro papai ler tantas vezes, mas tantas vezes, que o coitado do gibi já ficou até sem a capa (e papai, que vive dizendo pra mamãe que quando era pequeno, sempre teve o maior cuidado com as revistinhas dele, sem uns fios de cabelo na cabeça).

gibi_cebolinha.jpg

Essa história, sempre que eu conto pro papai ou pra mamãe, começa assim: O meninho estava andando de moto — que é como eu chamo a cadeira de rodas — e daí começou a chover. A água começou a molhar. O menino pegou o guarda-chuva e abriu. Daí a chuva caiu e o menininho ficou embaixo do guarda-chuva. Quando a chuva passou, ele foi embora. Legal, né?

Barulhinhos Divertidos

Desde quando eu era bem pequenininho, mas bem pequeninho mesmo, mamãe e papai brincam comigo de fazer barulho na minha barriguinha. É assim: Eles colocam a boca nela e sopram, até fazer um baita de um barulhão, que normalmente faz com que eu dê muitas, muitas risadas 🙂

De uns tempos pra cá, aprendi eu mesmo a fazer isso, ou seja, soprar pra fazer o barulhão… Mas é claro que eu não faço isso em mim mesmo… Faço normalmente no papai, enquanto estamos brincando ou assistindo televisão. Hoje mamãe conseguiu me filmar exatamente na hora em que estávamos brincando:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Barulhinhos no braço do papai!!
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O  resultado, como dá pra perceber, é esse: Muitas, muitas gargalhadas, e um bebê que apronta cada dia mais e se diverte   beça!!

Canta, canta, Xandinho!

A minha brincadeira favorita dos últimos tempos tem sido brincar de pula-pula com o papai. Durante a semana, enquanto ele está trabalhando, fico só esperando a hora dele chegar em casa pra ir logo pedindo “— Papai, pula-pula… Papai, pula-pula…“.

Essa história começou já faz um tempinho, quando ele brincou comigo de pular no sofá aqui de casa, enquanto tocava uma música da Xuxa, que conta a história de um sapinho. O nome dessa música é Croc-Croc.

Falando em música, acontece que eu surpreendi todo mundo, porquê, além de pular o tempo inteiro com a musiquinha, eu ainda aprendi a cantar várias partes dela. Assim, enquanto papai pula comigo pra cima e pra baixo, eu vou completando a música que ele canta, e me divirto   beça.

E não é que eu tomei gosto por cantar? 🙂 Logo depois que eu aprendi a música do sapinho pra brincar, também emendei a música da barata na careca do vovô, vocês conhecem? É aquela que diz assim “…Eu vi uma barata na careca do vovô… Assim que ela me viu, bateu asas e voou…“. Nessa, mamãe e papai me ajudam e eu também vou completando. Dêem uma olhada nestes videozinhos comigo cantando:

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Xande cantando Croc Croc
Xande cantando A Careca do Vovô
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A cantoria não pára por aí, não. Ultimamente, sempre que assisto ao DVD do Cocoricó, canto pedaços das músicas com mamãe e papai, e me dou inclusive ao direito de escolher aquelas que eu quero ouvir de novo — na maioria das vezes, digo o nome das músicas certinho — quantas vezes eu quiser! Sei não, como eu disse, estou gostando muito da coisa. Será que dá futuro? Não sei… por enquanto, só quero mesmo é poder me divertir!! 🙂

Cortando o meu cabelinho…

Aproveitamos que hoje era feriado e fomos até a casa do vovô Fernando e da vovó Helena pra poder almoçar com eles… Chegando lá, depois de bagunçar bastante de de comer a minha comidinha, mamãe me disse que eu estava precisando cortar o meu cabelo… E nesse caso, quem entrou em ação foi a super vovó Helena, que sempre corta o meu cabelinho!!

Claro que, logo de cara, pensei comigo mesmo: “Puxa vida, que fria!! Vou cortar o cabelo de novo?” Vejam só a minha reação:

Cortando o cabelinho 14

Mas logo em seguida, me rendi. Eu precisava mesmo cortar o meu cabelo — porquê já estava super, super comprido… então eu deixei que a tesoura da vovó fizesse a mágica, e, modéstia   parte, acho que o resultado ficou muito bom: Eu estou lindão!!! Dêem só uma conferida, gente:

Cortando o cabelinho 5

Cortando o cabelinho 10

Cortando o cabelinho 9

Desse jeito, gente, vou sempre querer cortar o cabelo, né? 🙂

Domingo de brincadeiras

Brincando na manhã de domingo

Estou gostando cada dia mais de brincar com meus brinquedos no meu quarto. Hoje, um domingão em que eu aproveitei que o papai estava em casa, convidei ele pra brincar comigo: Normalmente, uma das coisas que eu mais gosto de fazer é pedir que ele entre dentro da minha toca comigo. É um espaço pequeno, mas ele sempre consegue. Hoje, no entanto, eu fiz o contrário e me escondi lá dentro.Papai ficou me chamando, porquê ele não sabia onde eu estava! 🙂 O legal é que, ao mesmo tempo em que me procurava, ele estava filmando. E quando finalmente me achou, pediu pra eu mandar beijo pra câmera… Eu não estava muito afim de gastar a minha beleza no vídeo, mas mesmo assim mandei um beijinho pra ele.

Outra coisa: Não contei pra vocês ainda, mas dia desses mamãe e papai me levaram no shopping, e eu ganhei um belo brinquedinho de presente: A moça da loja disse que o brinquedo se chama Zé Cambalhota, e eu fui logo aprendendo a dizer o nome dele. É um bonequinho de madeira bem bacana, que vem com uma escadinha legal. Quando eu empurro ele da escadinha com a mão, ele vai descendo até o chão e eu morro de dar risadas…!!

Neste mesmo domingo, aliás, papai aproveitou que já estava com a câmera na mão e registrou um momento bem rápido em que eu estava brincando com o Zé. Nesse vídeo, que eu coloquei aqui também, dá pra vocês verem como é divertido brincar com ele 🙂

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Esconderijo na toca
O Zé Cambalhota!
[/coolplayer]

FoxTorrent

ft.jpgFoxTorrent é — como alguns podem já ter percebido a partir do próprio nome — uma extensão para Firefox que permite o gerenciamento e download de arquivos torrent diretamente através da raposa de fogo. Sua instalação, que é simples e descomplicada, pode ser realizada através de um único clique do mouse logo na entrada do site oficial.

A principal vantagem que percebo ao embutir um cliente destes diretamente em meu navegador reside no fato de que não preciso de programas adicionais: Uma vez instalada, a extensão acrescenta uma opção ao menu Ferramentas do Firefox, de onde podemos abrir uma nova aba e, a partir dela, acompanhar o andamento dos downloads de uma forma muito descomplicada.

Através do plugin DivX Web Player também é possível acrescentar ao
FoxTorrent a capacidade de pré-visualizar filmes e músicas nos formatos MP3, AVI, MPEG, entre outros, igualando a extensão   clientes externos como o BitComet, para Windows.

Uma das coisas que mais me impressionou na ferramenta foi seu consumo de memória durante o tempo em que eu a utilizei hoje pela manhã: Em média, apenas 6mb estiveram alocados, o que, em termos de velocidade da máquina, não fez diferença alguma. Velocidade, aliás, foi outra coisa espantosa: Apenas durante os minutos em que estive escrevendo este artigo, o sexto episódio da terceira temporada de House M.D. saltou de 0% para 15% — talvez, é claro, por ser baseado na tecnologia Redswoosh, recentemente adquirida pela Akamai Technologies.

Em resumo, minha relação com o FoxTorrent é de completa lua-de-mel. Embora eu não tenha conseguido configurar outra pasta padrão para os downloads, dos males, o menor. Em todo o resto ele se mostrou muito eficiente. Recomendo a todos que o experimentem, pelo menos por um único dia. E depois, é claro, me contem o que acharam…

O Corinthians não é seu dependente. Ponto.

Num carro contratado pela empresa em plena capital paulista na última quinta-feira, a caminho de um compromisso de trabalho, não pude deixar de notar a seguinte dúvida de um ouvinte da rádio então sintonizada pelo motorista, a respeito de sua declaração de imposto de renda:

— Sou sócio do Sport Club Corinthians Paulista, e paguei minhas mensalidades regularmente durante o ano passado. Minha dúvida é: Preciso lançar o Corinthians como dependente na minha declaração?

Pensei se tratar de uma pegadinha. No entanto, dada a resposta do locutor: “— É óbvio que não, não é mesmo?“, seguida de algumas explicações mais técnicas do que são dependentes, só pude reagir dando sonoras gargalhadas, copiado pelo motorista e pelo colega que me acompanhavam. Fala sério!

Analisando o LeapTag

Meio que por acaso acabei cruzando com o LeapTag, um serviço ainda em beta que mistura leitor de feeds RSS e rede social se integrando aos navegadores web das plataformas Windows e Mac para buscar, monitorar e apresentar conteúdo relevante baseado nos interesses pessoais de cada usuário.

leaptag2.jpgMesmo atualmente utilizando ferramentas como Google Reader e o del.icio.us para localizar 95% dos tópicos, notícias e livros que me interessam, resolvi me arriscar numa aventura e testar o novo serviço.

Para isso, logo de cara, precisei baixar um programa de instalação de aproximadamente 7mb, que, ao ser executado, criou um novo botão em meu Firefox e a necessidade de, para operar o LeapTag, me utilizar, além de uma barra lateral no navegador e de um cliente adicional, que fica residente na bandeja do sistema. Acho muito importante dizer que, no flutuante ranking das notas finais que poderia dar ao serviço, certamente tudo isso pesou contra a ferramenta.

leaptag1.jpg

De qualquer forma, fui adiante. E me espantei ao ver que a coisa pareceu bem promissora.

Os interesses pessoais que o LeapTag utiliza para apresentar resultados relevantes aos usuários são baseados em duas coisas: A primeira delas, a utilização de tags e a segunda, no feedback do próprio usuário. No caso da primeira, significa que é necessário, para cada assunto que se deseje monitorar, identificá-lo com um nome relevante, como música.

Em seguida, associa-se esta tag a até três outras palavras-chave, relacionadas com a mesma, como se estivéssemos prestes a fazer uma busca através do Google: música AND Dire Straits, música AND lançamentos e assim por diante. Em fase de testes, como já disse no começo do texto, o LeapTag está temporariamente limitado   20 tags por usuário. Embora se, atualmente comparado ao del.icio.us, onde não há limites de criação de tags, esta limitação pareça negativa, acredito que assim que os testes acabarem, acabe também o limite.

Definidas as tags, clicar sobre qualquer uma delas coloca o sistema em funcionamento e logo dezenas de resultados recém-obtidos são apresentados ao usuário. É aqui que entra o segundo ponto da interação, o feedback. São oferecidas, ao lado de cada link retornado pelo LeapTag, duas opções que merecem destaque: Pode-se votar a favor de um item (que pode ser uma notícia, post de blog ou um livro), o que fará com que a ferramenta, no futuro, procure listar itens similares  quele que agradou   pessoa ou contra, o que terá o efeito oposto. Independentemente do voto, cada resultado, como destaco abaixo, apresenta as tags que o fizeram surgir na lista de itens.

leaptag3.jpg

Tal sistema de votação é bastante similar  quele usado por sites hoje muito populares, como o digg, guardada a diferença de que, neste caso, estamos fazendo com que os resultados novos afetem apenas a nós, individualmente.

O serviço, por conta deste sistema, também me pareceu inspirado no site Findory — outro que, aliás, eu visito com certa freq¼ência —, cuja utilidade tem, em linhas gerais, muitos pontos em comum com o LeapTag. A diferença básica reside no fato de que este apresenta notícias de milhares de fontes ao redor do mundo e passa a exibi-las, nas visitas posteriores do usuário, conforme aquelas dos gêneros que mais receberam cliques.

Um ponto extremamente positivo do LeapTag é sua capacidade de ser alimentado com informações de outras fontes que podem se tornar potencialmente promissoras na busca por novas informações: Pode-se importar as tags do del.icio.us, os bookmarks do Firefox ou até mesmo qualquer feed RSS de serviços como Bloglines, Google Reader ou NewsGator.

Há ainda, como cito no começo do texto, uma outra promessa do LeapTag. Seus desenvolvedores dizem que muito em breve os usuários poderão compartilhar suas tags e links uns com os outros, o que dará alças   utilização da ferramenta, futuramente, também como uma espécie de rede social. Embora neste caso eu possa usar o próprio del.icio.us, é a possibilidade de integração, mais uma vez, que reina absoluta.

Embora seja extremamente difícil que eu substitua meus atuais favoritos pelo LeapTag, foi fácil perceber que esta pérola ainda mal divulgada e recém-descoberta certamente merece um pouco mais da minha atenção: Foi através dela que encontrei algumas novidades bastante interessantes sobre meus assuntos favoritos nos últimos dias e, afinal de contas, convenhamos, num mundo em que tanta informação nos bate   porta todos os dias, nada melhor do que alguma coisa para ajudar a entregar aquilo que seja mais adequado ao que nos interessa, não é mesmo?

A Carretinha do Vovô

Alexandre na Carretinha 005

Vovô Fernando comprou uma carretinha! 🙂

Ele disse que é usada, e a idéia é reformá-la inteirinha pra depois poder usar pra carregar todas as coisas dele e da vovó Helena pra cima e pra baixo nas viagens que os dois fazem por aí. Pra mim, é lógico, mais do que isso, é um motivo de diversão!

Eu e minha eterna companheira de estripulias e farras, Dori Cleide, nos divertimos com a carretinha do vovô até não ag¼entar mais! Ficamos até cansados, subindo e descendo dela, e brincando bastante lá dentro. Olhem só algumas das fotos da gente aprontando pra valer:

Alexandre na Carretinha 011 Alexandre na Carretinha 019

Alexandre na Carretinha 014

Depois de aprontar, também dei uma volta de carretinha com o vovô. Ele começou a puxar a carretinha enquanto eu ia passeando, por uns poucos metros. Também valeu   pena! Tanto que, depois disso, a minha vontade era nem sair da carreta… Mamãe e papai tiveram que fazer um belo trabalho de convencimento pra eu poder sair…

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Passeando com o vovô!
Não quero sair não!
[/coolplayer]

Agora vocês podem ter certeza de uma coisa: Toda vez que eu for passear na casa do vovô e puder ter a chance de dar uma voltinha na carreta dele, eu vou fazer isso, com toda a certeza! Me aguardem!