Minha namorada é 10!!

Por isso é que dizem: Esposas são as nossas eternas namoradas, não é mesmo? Ganhei de presente de dia dos namorados — atrasado, mas tudo bem:

1) As Terras Devastadas, de Stephen King. Trata-se do terceiro volume da série A Torre Negra — que conta com sete livros ao todo.

torrenegra3.jpgNeste romance, Roland, o último Pistoleiro, se aproxima ainda mais da Torre Negra de seus sonhos e pesadelos – atravessando um deserto amaldiçoado em um mundo macabro que é uma imagem distorcida do nosso próprio mundo. Junto com Roland estão dois daqueles que ele levou consigo para esse universo – o ex-viciado nova-iorquino Eddie Dean e Susannah, nova identidade da mulher que combina em um mesmo corpo duas personalidades distintas. À sua frente estão as extraordinárias revelações sobre quem ele é e o que o motiva em sua busca. E contra ele se perfila uma legião cada vez mais numerosa de inimigos, humanos ou não.

Este presente em forma de livro chegou na hora certa, pois já estou a menos de 50 páginas do final do volume 2, “A Escolha dos Três”. Aliás, me acreditem: A leitura desta série é extremamente viciante: Devem ser os livros que tenho lido com a maior velocidade em toda a minha vida.

pen-kingston-1gb-150.jpg2) Pen Drive Kingston Datatraveler de 1Gb: Parece pouco pelos padrões atuais, alguém vai dizer. No entanto, eu explico: Para as minhs necessidades, vem bem   calhar. Para quem tinha um pen drive de apenas 128Mb até então, adorei. E agora já posso carregar muito mais coisas para cima e para baixo!

Também podem dizer que eu poderia ter pedido um que tivesse funções de MP3 embutidas. Me acreditem, eu não teria uso para isso. Tenho toneladas de arquivos MP3 nas mãos e passo muito pouco tempo ouvindo música. Não sei, acho que nado contra a maré neste caso, mas fazer o quê, não é mesmo?

Amor… eu te amo, viu? Obrigado pelos presentes!

Combata alguns vícios da Internet

Li um artigo esta semana com 8 dicas práticas para nos livrarmos de um problema chamado Internet ADD — ou Internet Attention Deficit Disorder. Na verdade, trata-se do vício (que eu mesmo admito que muitas vezes me persegue) de alternar as atividades do trabalho com a leitura de notícias, blogs, e-mail e o envio de mensagens instantâneas, o que pode acabar afetando a produtividade de muita gente.

Todas as dicas são bastante interessantes e relevantes, mas uma em especial que devo experimentar é ocultar a barra de tarefas do Windows para que eu não veja as notificações de novas mensagens de e-mail que abarrotam minha caixa de entrada diariamente o tempo inteiro. Isso me atrapalha muito, pois faz com que eu me sinta impelido a parar tudo o que estou fazendo na mesma hora só para saber o que me enviaram. Ao invés disso, vou tentar dar uma olhada nas mensagens em horários fixos, inclusive para respondê-las. Talvez funcione.

Outra coisa muito importante no meu caso é como tratar o instant messaging.

O artigo que li cita — e vivo isso na prática no meu próprio ambiente de trabalho — que um dos principais aliados do mundo corporativo atual, o envio de mensagens instantâneas para providenciar pequenos alinhamentos entre os colegas de trabalho pode também ser um grande vilão. É inevitável que acabe se usando o recurso também para comentar uma notícia interessante encontrada justamente na Internet, o último episódio da terceira temporada de Lost ou até mesmo para contar piadas ou decidir onde se vai almoçar.

Para que o mensageiro eletrônico não atrapalhe, basta aprender a usar corretamente os status de presença. No meu caso, se estou trabalhando em algo realmente importante e imprescindível, me desconecto, ou seja, fico offline. Se não se pode ou não se quer ser tão radical, há sempre a possibilidade de se ficar invisível ou indicar que não está próximo do computador naquele momento: I’m away, exatamente como nos bons e velhos tempos do IRC. O maior problema neste caso são as pessoas (ou seriam, com o perdão da expressão, as malas) que simplesmente ignoram os status de presença e ficam te mandando mensagens uma atrás da outra mesmo assim.

Já a dica que achei mais radical para o ambiente de trabalho — no meu caso, é impraticável — é, na verdade, excelente para a vida pessoal: Trata-se do desafio de passar um dia inteiro por mês completamente offline, ou seja, com zero contato com a Internet, PDAs, mensageiros eletrônicos e tudo o mais. O Glacial, por exemplo, dia desses comentou que ficar sem internet pode causar uma séria crise de abstinência mas, me acreditem, não há nada melhor do que passar um bom tempo desconectado, lendo um livro, assistindo   um bom filme em boa companhia, ou brincando com seu filho. Todo mundo deveria experimentar isso pelo menos uma vez por mês.

Nada de Ana Paula

O lateral-direito Pedro, do Corinthians, disse que respeita a atitude da auxiliar Ana Paula Oliveira, que vai posar nua para uma revista masculina, mas promete que não vai ver as fotos da revista.

“Minha mulher me proibiu de comprar. É melhor eu escutar, senão depois eu apanho em casa”, brincou o jogador. [fonte]

Sei, sei. A mulher proibir de comprar é uma coisa. Você acabar recebendo as fotos pela internet daquele seu amigo, como no final acaba acontecendo, é outra. Aliás, acho que mais dia, menos dia, vamos acabar lendo na mídia que agora são as editoras — a exemplo das gravadoras, com as músicas — que estão combatendo a pirataria.

Escrevendo melhor

Scott Adams fala sobre como se tornou um ótimo escritor, sobre como escrever quadrinhos tem tudo a ver com comunicação corporativa e dá dicas que são excelentes pra quem quer melhorar a qualidade dos textos de um blog:

  1. Simplicidade: Escrever empresarialmente significa ter clareza e persuasão. A técnica principal é manter as coisas simples, porquê a escrita simples é persuasiva. Um argumento simples em cinco sentenças influenciará muito mais a opinião das pessoas do que um argumento brilhante com centenas de frases. Não lute contra isso.
  2. Livre-se dos extras: Simplicidade significa se livrar de palavras extras. Não escreva “Ele estava muito feliz” quando você pode escrever “Ele estava feliz”. Você acha que a palavra “muito” acrescenta alguma coisa. Não é verdade. Corte suas frases.
  3. Escrever humor é muito parecido com escrever empresarialmente: A diferença principal está na escolha das palavras.
  4. Prenda a audiência: A primeira das suas frases precisa chamar a atenção do leitor (confesso que neste ponto eu fiquei preocupado sobre como fazer isso direito). Leia e releia cada uma das primeiras frases de seus textos e julgue se elas chamam a atenção. Elas têm que despertar a curiosidade, este é o segredo.
  5. Escreva frases curtas: Evite colocar vários pensamentos diferentes em um único parágrafo. Os leitores nem sempre são tão espertos quanto você poderia presumir que são.
  6. Aprenda como o cérebro organiza as idéias: Os leitores compreendem “O menino chutou a bola” muito mais rápido do que “A bola foi chutada pelo menino”. Embora ambas as frases signifiquem a mesma coisa, é mais fácil imaginar o sujeito (“menino”) antes da ação (“o chute”). Todos os cérebros funcionam da mesma maneira. Aliás, este item específico daria um belo debate sobre voz ativa e voz passiva, hein?

Segundo Adams, estes pequenos truques representam 80% do necessário para uma boa escrita. Os outros 20%, embora ele não comente — e alguns leitores de seu blog julguem que neste percentual está a fórmula para se ter toda a fama e sucesso dele — eu acredito que isso dependa de cada pessoa. Um estilo, uma sacada. Um curso de marketing, como já dizia o autor de “Pai Rico, Pai Pobre“, Robert Kiyosaki. E muita prática, claro, para que os ajustes possam ser feitos ao longo do tempo.

Crise de Identidade na Roça

Tá certo. Vou logo admitindo que sou fã incondicional das histórias em quadrinhos do Chico Bento. Na verdade, assim como uma série de outros passatempos, uso os gibis como uma verdadeira válvula de escape do stress do dia-a-dia, e, sempre que posso, compro o último exemplar na banca mais próxima.

E não é que uma coisa praticamente imperceptível me chamou a atenção lendo a edição número cinco, deste mês, publicada pela Panini? Neste diálogo que reproduzo logo abaixo há um erro. Alguém sabe me dizer qual é, antes de eu revelar a resposta logo mais?

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Bom, lá vou eu. Desde os tempos do guaraná com rolha eu conheço praticamente todos os personagens mais antigos de Maurício de Souza de cabeça. E o nome do primo do Chico Bento, que está contracenando com ele nesta seq¼ência, definitivamente não é Zé da Roça. Devido a um erro do letrista, do revisor, ou de sei-lá-quem, deixaram de citar o nome correto do pobrezinho.

Fala sério… Que nerdice, né? 😛

Hoje é meu dia!

Hoje é meu aniversário!! Para marcar esse dia tão especial, mamãe e papai fizeram uma comemoração para que a gente pudesse festejar. Mamãe escolheu como tema da festa uma coisa que eu gosto muito: A Turma do Cocoricó.

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Tinha muita coisa gostosa para eu comer. Tinha pizza salgada, pizza de chocolate (que diga-se de passagem, eu A-D-O-R-O), brigadeiro, etc. O bolo, que era de chocolate, além de uma vela com número dois indicando quantos aninhos eu estou fazendo, tinha várias velas pavio mágico.

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Depois de cantar os parabéns, mamãe me deu uma faca para que eu pudesse junto com o papai dar o primeiro corte no bolo. Mas quase que eu me empolgava e fazia um estrago daqueles, e a maior sujeira. Mas mamãe só em olhar para mim percebeu a minha intenção e tomou a faca da minha mão logo depois do corte.

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Pelo meu aniversário ganhei muitos presentes legais. Mamãe e papai me deram vários tipos de brinquedos de uma vez só. Ganhei um quebra-cabeça, com vários bichinhos da fazenda, um conjunto com pecinhas e carrinhos, um kit de carimbos do Mickey, lousinha, entre outras coisas.

Vovó e vovô me presenteram com um Jipe. Como eu sempre digo que eu gosto de volante imaginem o quanto eu gostei! Logo, que eu abrir o presente, vovô foi logo montando o meu carrinho, e logo em seguida já sair andando   toda.

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Minha vovó Amélia também me deu presente: Um caminhão cegonha com vários carrinhos dentro dele. No final das contas, somando todos os carrinhos que eu ganhei da mamãe, do papai, e de todo mundo, nem sei quantos deles eu tenho agora. Mas a verdade é que, seja como for, eu vou brincar com todos na medida do possível.

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Ahhhh…!!! Eu não podia deixar de contar pra vocês que, no final da festa, ainda rolou uma brincadeira minha e do vovô, que foi com as bexigas que estavam enfeitando a mesa!! Nós dois fizemos a maior farra e a maior bagunça, estourando as bolas e nos divertindo com os barulhos que elas faziam!

Por essas e outras, posso dizer pra vocês sem dúvida nenhuma: Meu aniversário foi muito especial, e eu amei de montão!!

Desforra

— …então, senhor, estamos entrando em contato para informá-lo que dentro de poucos dias o senhor estará recebendo em sua residência o nosso cartão de crédito (insira a bandeira favorita aqui) e poderá começar a usufruir dele instantaneamente.

— Bom, vou receber porquê? Eu não solicitei nada.

— Correto, senhor. Embora o senhor não tenha solicitado o cartão, devo lembrar que se trata de uma oferta pela qual o senhor não pagará anuidade e ainda poderá desfrutar de diversos benefícios.

— Mesmo assim eu não tenho interesse, obrigado.

— Bem, senhor… O cartão já foi enviado. Para não usá-lo, basta que o senhor não o desbloqueie.

— Neste caso vou acionar o PROCON.

— PROCON? Porquê, senhor?

— Como eu disse antes, vocês me enviaram algo que eu não pedi. Desta forma, me sinto no direito de denunciá-los.

— Um momento, senhor. Estou cancelando o envio do cartão.

— Ué? Você não disse que o cartão já tinha sido enviado?

Embora pareça uma piada, eu realmente me vi obrigado a travar este diálogo há cerca de dois anos atrás com um atendente de telemarketing desses que acertam o horário que estamos em casa justamente aos domingos ou feriados e que, além disso, ainda tentam te empurrar cartões de crédito.

Notaram como, quando eu mencionei o PROCON, a prosa mudou de rumo? Pois então. Sempre achei essa história de cartões não solicitados um abuso das instituições bancárias — sem mencionar a cara-de-pau deste e de outros atendentes de telemarketing —, e olha que nesses vários anos, já recebi contatos de praticamente todas elas neste sentido. Mas finalmente chegou o payback time.

Digo isso porquê acabo de ler que o HSBC foi multado em mais de meio milhão de reais esta semana por conta de um envio de cartão de crédito não solicitado a um cliente. Não teve choro, nem vela: O banco tentou uma série de alegações mas a justiça não deu mole. Mesma coisa com o Unibanco, que segundo a mesma nota da Folha, também recebeu no início do mês a ordem de desembolsar R$ 709 mil pelo mesmo motivo.

Embora ainda caibam recursos — e provavelmente, depois desses, mais recursos ainda — é uma prova de que, quando um consumidor quer e vai   luta, consegue que algum direito seu seja respeitado. Neste caso, o órgão que está do nosso lado é o DPDC — Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor.

Fliperama!

Vira e mexe, quando estamos passeando em algum shopping aqui da cidade, faço questão de pedir a mamãe e ao papai que me levem para brincar no game.

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Os meus games favoritos são todos aqueles que tem um volante que eu possa ficar virando. Apesar de eu ainda não saber jogar nenhum deles, adoro ficar “manobrando” os carros incansavelmente. Tanto isso é verdade, que normalmente é uma dificuldade enorme o papai e a mamãe tentarem me convencer a ir para casa ou até mesmo para continuar meu passeio no shopping.

Hoje, além de brincar com esses games, papai e mamãe me pusseram para andar em um brinquedo pela primeira vez para vê qual seria a minha reação. Era um tipo de carrossel, só que com carrinhos de Fórmula 1 (e vocês já podem imaginar o porque deles escolherem justo esse brinquedo?).

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Eles se surpreenderam ao ver a expressão no meu rosto e o meu comportamento, e quando chegou a hora de sair eu quase que não saía. Achei mais divertido andar nesse carrinho do que em brincar com qualquer outro brinquedo com volante. Garanto que daqui para frente quando alguém me perguntar qual é o meu brinquedo favorito eu vou saber a resposta vai está na ponta da língua.

Homem-Aranha 3

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Finalmente assisti   Homem-Aranha 3. Vou logo dizendo que no final das contas acabei gostando da história que, mesmo depois da segunda continuação, ainda consegue prender bastante a atenção do público. Pra mim, continua valendo a afirmação de que não importa quantas continuações a série tenha, vou assistir   todas.

Os efeitos especiais deste filme dão um show   parte — também, segundo a Wikipedia, o orçamento oficial do filme foi de US$ 258 milhões, um dos mais caros da história do cinema —- e trazem   vida seres inimagináveis como o Homem de Areia e Venom, ao mesmo tempo em que o roteiro consegue misturar os enredos destes dois personagens — e o do Duende Verde Jr., é claro — com satisfatória perfeição que eu tinha receio de não encontrar.

Acho que uma das duas únicas coisas das quais eu não gostei foram os excessivos desencontros românticos entre Peter Parker e Mary Jane. Neste aspecto, o roteiro pareceu-me por vezes muito próximo  quelas comédias românticas água-com-açúcar que povoam a Sessão da Tarde. A outra, foi aquele patriotismo exacerbado que os americanos inserem em seus filmes: O Homem-Aranha passar duas vezes no mesmo filme em frente   bandeira dos EUA fazendo acrobacias, ninguém merece.

No mais, como eu disse, o filme valeu muito   pena. Viva a P2P TV.

PS: Aliás, antes que eu me esqueça, fui só eu que tive esta impressão, ou vocês também acharam que o visual Peter Parker sob efeito Venom estava demasiado parecido com outro Peter, o Petrelli?

DVD Decrypter

Outro dia um amigo me perguntou, após uma tentativa frustrada de uso do consagrado DVD Shrink para fazer cópias de alguns DVDs, se eu conhecia alguma boa alternativa para o programa que mantivesse as mesmas características. Como eu mesmo já enfrentei problemas com o Shrink no passado, acabei lhe respondendo meio que de bate-e-pronto: No Microsoft Windows, use o DVD Decrypter.O DVD Decrypter pode criar backups de imagens de DVDs inteiras, copiando seu conteúdo para o HD em pouquíssimo tempo, para que depois este possa ser queimado em uma mídia convencional. Além deste recurso de cópia, a meu ver um de seus pontos mais fortes reside na capacidade do programa de decriptar títulos protegidos contra cópia — não é   toa, aliás, que em alguns países sua distribuição é atualmente 100% ilegal.

Como eu disse, trata-se de uma alternativa ao Shrink para Windows, mas existem alternativas similares para o Ubuntu como o AcidRip e o KungFu, embora tanto o Decrypter quanto ele podem ser utilizados no Ubuntu através do Wine, bastando seguir algumas etapas para configuração.

Diversão no clube!

Hoje mamãe e papai me levaram no clube para que eu pudesse me divertir um pouco. Chegando lá, depois de brincar com o balancinho, a gangorra, o escorregador, o gira-gira, fomos até o lago que tem por lá, onde normalmente eu vejo os patinhos nadarem, e mamãe e papai tiveram a idéia de me levar pra andar no pedalinho.

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Aliás, eu tive que vestir uma roupa diferente para poder fazer o meu passeio de forma segura. Depois eu fiquei sabendo que essa roupa se chamava colete salva-vidas e que, como eu ainda não sei nadar, serve para me proteger. Enquanto mamãe pedalava para fazer a gente andar pelo lago, eu ia virando o volante para ajudar.

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O passeio tava tão bom que quando mamãe falava em parar eu logo dizia que não. Infelizmente, tudo que é bom dura pouco, e mamãe foi ficando cansada, e como eu não podia ajudar pois minhas perninhas ainda são muito pequenas, tivemos que volta para beira do lago e terminar o passeio. Ainda bem que enquanto a gente tava passeando, o papai tinha ficado na beirada registrando tudo.

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Foi tão bom que não vejo a hora de voltar!!

Dirigindo no supermercado!

Tanto mamãe quanto papai já descobriram há muito tempo o quanto eu gosto de qualquer coisa que seja relacionada a carros: Desde coisas que eu assisto na televisão, até brinquedos, tudo que me lembra que eu posso dirigir me chama logo a atenção.

Talvez seja por isso que acho tão fácil explicar um dos meus passatempos favoritos quando mamãe e papai saem pra fazer compras: Dirigir no supermercado! Eu realmente adoro, de verdade, e por mim ficaria horas e horas seguidas dentro de qualquer carrinho de supermercado, desde que tenha um volante disponível.

Dirigindo no Supermercado

 Hoje foi um desses dias em que saímos pro supermercado. Quando chegamos lá, percebi que os carrinhos com volante estavam muito concorridos!! Nunca vi tanta gente assim usando, e não tinha nenhum pra eu pegar 🙁 Quase cheguei   pensar que não ia poder me divertir… Mas pra minha sorte, uns 10 minutos depois achamos um carrinho, e eu — que não sou bobo nem nada — fui logo garantir meu lugar, né?

Dirigindo no Supermercado

O resto foi só alegria!! Pra completar a história, ainda encontramos o vovô Fernando e a vovó Helena, que também resolveram fazer compras hoje. Aliás, eles nunca tinham me visto no carrinho do supermercado — e não sabiam que eu podia me divertir tanto assim, fazendo isso — e foi assim que a vovó pediu pro papai bater umas fotos com o celular, pra ela poder guardar de lembrança… 😉

Shuffle: Simples mas viciante

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Shuffle é uma daquelas idéias ao mesmo tempo simples e viciantes. O jogo se passa em um tabuleiro onde existem dois conjuntos de bolinhas, um vermelho, controlado por você, e outro, amarelo, controlado pelo computador. O objetivo é tirar todas as bolinhas do oponente de cima do tabuleiro e, para isso, você conta apenas com seu mouse.

Escolha uma de suas próprias bolinhas, clique com o mouse sobre ela, segure, arraste para determinar a direção e a velocidade e solte o botão: Agora basta assistir ao estrago. Para ganhar o jogo, é necessário vencer quatro rodadas seguidas, sendo que a cada uma que você ganha, começa com uma bolinha a menos em relação ao adversário, e mais próximo do centro do tabuleiro.

Uma coisa eu garanto: Essa mistura que eu considero como sendo de tiro ao alvo com bilhar já me rendeu várias horas de diversão e, atualmente, está entre meus jogos favoritos. Às vezes, simplicidade é tudo.

DDR ao Extremo

Um grupo de pessoas se reuniu na Califórnia neste último final de semana para jogar Dance Dance Immolation, uma versão do famoso game dançante Dance Dance Revolution onde se usa, nada mais, nada menos, do que lança-chamas:

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Basicamente, o jogo funciona assim: Se você estiver dançando bem, programas de computador especialmente preparados atirarão grandes chamas criadas a partir de gás propano para o ar. Já se você estiver dançando mal, os mesmos programas apontarão diretamente para o seu rosto.

Dá pra encarar?

Canudinho…

copo_canudo.jpgHoje papai, mamãe e eu fomos passear no shopping. Chegando lá, depois de andar um pouco, resolvemos tomar lanche no McDonald’s. Foi aí que aprontei mais uma das minhas surpresas pros dois: Enquanto estávamos todos comendo — e eu, atacando as batatas fritas —, desci da minha cadeira e fui do lado do papai, que estava tomando suco de maracujá, pra pedir pra ele me dar um pouquinho.

Como eu normalmente não faço isso, mamãe e papai ficaram bastante surpresos. Papai, então, resolveu experimentar me dar suco pelo canudinho. Primeiro, ele me explicou como fazer pra tomar o suco desse jeito: Era pra puxar o suco pra mim. A primeira tentativa não deu certo, e tudo o que eu consegui fazer foram bolhinhas no suco. Mas logo da segunda vez, SURPRESA!!! Consegui tomar! E detalhe: Gostei tanto, que pedi mais, e passei a só querer tomar as coisas desse jeito!

Mamãe e papai ficaram super felizes, porquê nem de longe eles imaginaram que eu ia conseguir tomar suco pelo canudinho tão rápido (afinal, foi mesmo uma coisa assim, de uma hora pra outra). Mamãe só ficou um pouquinho triste, porquê na hora nem ela, nem o papai, estavam com uma câmera pra poder bater uma foto minha. Mas é claro que não vão faltar oportunidades, né? 😉

Hello, KDE!

Este fim de semana passei   ver minha instalação de Ubuntu com outros olhos: Na verdade, olhos de KDE. Embora o GNOME seja o gerenciador de janelas padrão da distribuição, saiba que, como um dos principais pontos fortes de sistemas opensource, você tem uma escolha, até mesmo com relação   interface que deseja usar para operar seu sistema.

Como sei que a discussão GNOME x KDE é tão profunda quanto “Palmeiras ou Corínthians?”, vou logo avisando que minha escolha foi motivada por preferência pessoal, ou seja, a meu ver, não importa o quanto você procure prós e contras de cada um dos dois ambientes: Ambos são muito sofisticados   sua maneira, e sempre haverá bastante lenha para se jogar na fogueira. Digamos que eu vinha namorando o KDE há bastante tempo, só isso, e resolvi dar um passo além na relação.

De qualquer forma, o que vou mostrar aqui é como fazer para instalar o KDE, sendo que o mais importante é deixar claro que KDE e GNOME continuarão a conviver lado-a-lado na mesma instalação Ubuntu, e que este procedimento apenas fará com que você consiga aproveitar o melhor dos dois mundos. Optar por um deles mais tarde é simples e você poderá fazê-lo, mas, no momento, o que quero provocar é a oportunidade de experimentação.

Assim como o GNOME, o KDE também é composto de vários pacotes. Vamos adicionar tais pacotes   sua instalação atual. E neste ponto, aliás, quero dividir três pensamentos com vocês:

  1. O Kubuntu faz parte do projeto Ubuntu: Não se trata de um mesh-up. Assim como está discriminado no FAQ do site, trata-se da primeira distribuição derivada do primeiro, sendo baseada neste sistema, e justamente nos pacotes KDE;
  2. Ao término deste procedimento, suas aplicações GNOME continuarão disponíveis para uso, além de muitas que são específicas do ambiente KDE. Apesar disso, muita coisa que acompanha a instalação do Kubuntu não será instalada. Por este motivo, se o que você está procurando é uma experiência mais aprofundada, talvez queira baixar uma imagem ISO do Kubuntu e começar do zero. Senão, vamos em frente.
  3. Uma coisa que aprendi a duras penas foi que, se você quer ter uma experiência plena com qualquer distribuição Linux, deve deixar espaço livre suficiente para isso em seu computador. Em meu HD de 250Gb, por exemplo, 50 deles são exclusivos para o sistema Ubuntu. Os pacotes a serem instalados podem ocupar até 500mb adicionais de espaço em disco, dependendo do caso.

Isto tudo dito, abra uma janela de terminal e digite o seguinte:

sudo apt-get install kubuntu-desktop

Agora, sente e relaxe. O processo pode levar bastante tempo para ser concluído. Durante a sua execução, aliás, em algum momento você será questionado sobre qual gerenciador de exibição deseja utilizar como padrão, GDM ou KDM. Para não complicar muito, basta saber que estas duas aplicações afetarão a maneira como sua tela de logon ao sistema aparecerá. É desta tela que você poderá escolher entre GNOME e KDE. Para manter as coisas o mais próximo possível da instalação original do Ubuntu, pode-se optar pelo GDM. Caso você queira que inclusive a inicialização do sistema se pareça mais com o novo ambiente, escolha o KDM.

Falando em inicialização, é bom saber que as famosas splash screens de abertura e encerramento do Ubuntu serão substituídas pelas telas azuis do Kubuntu logo que o sistema for reinicializado. Este será o novo padrão:

kubuntu_splash.jpg

Como estamos falando pura e simplesmente de adicionar o KDE ao sistema para experimentá-lo, pode ser que alguém se incomode com esta tela. Mas novamente não é preciso entrar em pânico, pois, para restaurar os splashs originais do Ubuntu, basta digitar, também em uma janela do terminal, o seguinte comando:

sudo update-alternatives --config usplash-artwork.so

Se tudo correr bem, as telas estarão normais após um novo reinício do sistema. O mais importante é o aspecto principal deste artigo: Se os passos foram seguidos corretamente, você agora terá,   sua disposição, um novo ambiente de gerenciamento para utilização. Você pode dar uma olhada em como ele se parece no próprio site oficial do KDE.

No mais, estamos prontos: Agora é só aproveitar o KDE!

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