GDrive: A privacidade no caminho de um Briefcase 2.0

Google GDriveComo lá pelos idos de 2000 e 2001 eu era um fervoroso usuário do Briefcase, não pude deixar de reparar, esta semana, que o Yahoo resolveu dar um ponto final ao serviço depois de quase 10 anos de estrada: Todos os usuários tem até o próximo dia 30 de março para baixar ou excluir o que estiver armazenado em suas contas.

Naquela época eu estava começando a faculdade, e a especificação do padrão USB ainda não havia decolado. Dessa forma, ainda não era possível fazer o que metade da torcida do Flamengo faz hoje em dia quando quer transportar arquivos pra cima e pra baixo: Recorrer a um pendrive. Eu carregava um porta-disquetes — com a incrível capacidade para três discos de 3 1/2 polegadas. Assim sendo, imaginem o meu justificável espanto de poder contar com os 30 Mb oferecidos pela empresa, e, ainda por cima, gratuitamente.

Pois bem. Foram, de certa forma, exatamente estes 30 Mb de espaço de armazenamento que tanto me impressionaram no começo da década que acabaram por decretar o fim do serviço. Acontece que, para os padrões de armazenamento atuais em que espaço sobrando nunca é suficiente — um amigo meu, por exemplo, voltou de férias essa semana e me disse ter acabado de comprar um HD novo, com 1 terabyte de capacidade —, essa oferta ficou pelo caminho, muito Web 1.0 para o gosto dos usuários, que no fundo, começaram a nem se lembrar mais do pobre Briefcase, ofuscado pelo espaço oferecido pelo Flickr ou pelo sensacional GMail, ambos gigabytes e mais gigabytes   sua frente.

Mas se por um lado o Briefcase está prestes a bater as botas mesmo sendo pioneiro na disponibilização de espaço em disco, por outro deve ficar na memória de muita gente devido a outro conceito que ajudou a popularizar: Estou falando da possibilidade de dar a qualquer usuário a chance de acessar seus arquivos em qualquer computador, a qualquer momento, em qualquer parte do mundo em que ele esteja. Na onda de aproveitar este conceito associado   capacidade crescente de armazenamento do GMail, aliás, muita gente acabou apresentando soluções criativas, como o GMail Drive, por exemplo, que cria uma camada que permite usar sua conta de email no serviço como um drive virtual de seu computador, onde os dados ficam armazenados remotamente.

E foi justamente uma notícia sobre o Google que também me chamou a atenção no começo da semana: Primeiro surgiu como uma suspeita do site TG Daily, e depois acabou se confirmando sem querer, graças a um memorável vazamento de código: Vem aí, ainda em 2009, o Google Drive — ou GDrive, para facilitar.

Faço minhas as palavras que dão título ao artigo do britânico The Observer: Através desse movimento o Google planeja tornar os PCs que conhecemos hoje coisa do passado, ao possibilitar a qualquer pessoa, tal como no caso do Briefcase, que acessem não apenas seus arquivos, mas também, todo um sistema operacional e aplicativos diretamente dos servidores da empresa californiana.

O GDrive deve funcionar armazenando todos os dados em um servidor que normalmente estará a quilômetros de distância das máquinas dos usuários, um conceito batizado de Cloud Computing. As cópias locais dos arquivos de qualquer pessoa poderão ser sincronizadas com as versões do servidor através de uma conexão de dados, o que na prática os tornará acessíveis em qualquer lugar e hora, desde que se use um computador com conexão   web.

Mesmo sendo um entusiasta ávido por experimentar a coisa caso ela realmente se concretize, sentencio logo de cara: Eu não acho que as pessoas estejam preparadas, pelos próximos sei-lá-quantos-anos, a abandonarem seus HD’s com capacidades cada dia maiores e maiores, para partirem para um modelo de 100% de armazenamento de dados em um servidor… ainda mais um servidor alheio.

Trata-se de privacidade: Para mim, se o Google quiser tornar o GDrive — e o cloud computing — realmente populares, terá que convencer pessoas comuns, como você ou eu, de que será seguro armazenar todos os seus arquivos — mesmo aqueles mais secretos, como planilhas bancárias, ou sei lá que outras coisas — em um servidor. “Mas quem verá os dados além de mim?“. “E se a internet cair, o que acontece? Hoje, pelo menos, está tudo no meu HD, aqui, pertinho de mim“.

Trata-se de uma pedra e tanto para o Google tirar do caminho, ainda mais se deixarmos tomar conta de nossas cabeças o pensamento inevitável de que os mesmos robôs postos   serviço da análise do que escrevemos em nossas mensagens de e-mail no GMail serão também postos para vascular arquivos incansavelmente, tudo em nome da exibição de anúncios, que, afinal, são o ganha-pão do Google.

Mas… quem sabe daqui a algumas gerações, não é mesmo?

Método do Tijolo para contratar funcionários

tijolosÉ duro ter que admitir que certos métodos, como o que está listado abaixo — e que recebi por e-mail de uma amiga — realmente têm total fundamentação e são muito eficientes.

Método do tijolo para contratação de funcionário
O método consiste em:

  1. Colocar todos os candidatos num galpão
  2. Disponibilizar 200 tijolos para cada um.
  3. Não dê orientação alguma sobre o que fazer.
  4. Tranque-os lá.

Após seis horas, volte e verifique o que fizeram.  Segue a análise dos resultados:

  1. Os que contaram os tijolos contratem-os como contadores.
  2. Os que contaram e em seguida recontaram os tijolos, são auditores.
  3. Os que espalharam os tijolos são engenheiros.
  4. Os que tiverem arrumado os tijolos de maneira muito estranha, difícil de entender, coloque-os no Planejamento, Projeto e Implantação do Controle de Produção.
  5. Os que estiverem jogando tijolos uns nos outros, coloque-os em Operações.
  6. Os que estiverem dormindo, coloque-os na Segurança.
  7. Aqueles que picaram os tijolos em pedacinhos e estiverem tentando montá-los novamente, devem ir direto   Tecnologia da Informação.
  8. Os que estiverem sentados sem fazer nada ou batendo papo-furado são dos Recursos Humanos.
  9. Os que disserem que fizeram de tudo para diminuir o estoque, mas a concorrência está desleal e será preciso pensar em maiores facilidades, são vendedores natos.
  10. Os que já tiverem saído são Gerentes.
  11. Os que estiverem olhando pela janela com o olhar perdido no infinito, são os responsáveis pelo Planejamento Estratégico.
  12. Os que estiverem conversando entre si com as mãos no bolso demonstrando que nem sequer tocaram nos tijolos e jamais fariam isso, cumprimente-os com muito respeito e coloque-os na Diretoria.
  13. Os que levantaram um muro e se esconderam atrás são do Departamento de Marketing.
  14. Os que afirmarem não estar vendo tijolo algum na sala, são advogados, encaminhem ao Departamento Jurídico.
  15. Os que reclamarem que os tijolos estão uma porcaria, sem identificação, sem padronização e com medidas erradas, coloque na Qualidade.
  16. Os que começarem a chamar os demais de companheiros, elimine-os imediatamente antes que criem um sindicato.

Atenciosamente,
Psicólogo Chefe

Duas palavrinhas sobre GTD

Qualquer um que trabalha sabe o quanto é fácil acumular tarefas que precisam ser feitas.

Dia após dia, hora após hora elas vão surgindo, mais simples ou mais complexas, e a única coisa que se pode afirmar a respeito delas com toda certeza é que, caso nada seja feito, acabarão se acumulando em uma pilha enorme, tudo para que constatemos — muitas vezes tarde demais — que os prazos prometidos originalmente já estouraram, ou que ações antes importantes se tornaram urgentes num mero piscar de olhos.

De uns dois anos e meio pra cá, com minha carga de responsabilidades aumentando progressivamente no trabalho, me dei conta de que eu precisaria adotar algum tipo de mecanismo se não quisesse me ver, de uma hora pra outra, em meio a um mar de desorganização, sem conseguir fazer tudo o que era esperado de mim, e sendo cobrado por atrasos ou falta de resultados.

Após observar alguns colegas de trabalho — inclusive meus chefes ao longo dos anos — acabei por adotar um modus operandi que vem funcionando perfeitamente, e o melhor, fazendo com que eu me sinta produtivo — coisa que considero fundamental para o bom desempenho do trabalho de qualquer pessoa. Esta semana, depois de conversar com uma amiga que me dizia precisar se organizar melhor, surgiu a idéia para este artigo, pois assim posso compartilhar o que faço com mais gente.

A coisa é, realmente, muito simples: Com um caderno em mãos — o mesmo que carrego para cima e para baixo para todas as reuniões onde participo —, vou anotando, uma em cada linha, cada uma das ações que eu preciso realizar. Podem ser coisas banais, como fazer uma ligação, ou mais complexas, como planejar os próximos passos de um projeto. Não importa. Anoto tudo usando uma linha de caderno por vez, e,   frente de cada item, desenho uma caixinha, tal como um checkbox.

Na realidade, a lista de caixinhas é a lista de todas as coisas que preciso que sejam feitas, listadas em sequência e, por mais que uma lista assim seja uma das invenções mais antigas da humanidade, para mim o segredo está em como utilizá-la.

É por isso que todos os dias, ao chegar no trabalho, abro meu meu caderno e vou olhar para as tais caixinhas. Aquelas que posso resolver de imediato, resolvo. Aquelas para as quais preciso me comunicar com alguém, geram ligações, conversas de corredor ou reuniões, ou seja se desdobram em ações mais estruturadas, ou mesmo pequenos projetos. Aquelas que vão ficando muito para trás, risco e escrevo novamente na página mais recente, basicamente para me obrigar a olhar para elas, até que as resolva.

The Big Picture

Dia desses eu li sobre um camarada chamado David Allen, que criou uma metodologia chamada Getting Things Done — ou Fazendo as Coisas Acontecerem. Muita gente se refere a esta metodologia apenas como GTD. Trata-se de um conjunto de boas práticas cujo princípio fundamental, na minha opinião, vai justamente ao encontro do que eu venho fazendo há algum tempo.

Allen diz que é necessário que uma pessoa tire as tarefas que precisa fazer da cabeça, registrando tudo externamente. Fazendo isso, libera-se a mente do trabalho de ter que se lembrar de tudo o que precisa ser feito, e pode-se concentrar em fazer as tarefas. A essência da coisa é fabulosa.

Apesar de não ter lido o livro onde ele explica todos os passos para aplicar a metodologia detalhadamente (há também uma versão traduzida), a leitura da lista dos princípios básicos do Getting Things Done demonstra que tudo pode, sim, começar por uma simples lista como a que eu tenho feito ao longo dos anos.

Para mim, o que o GTD proporciona a mais são algumas técnicas para ajudar a priorizar o que deve ser feito imediatamente ou mais tarde.  Fora isso, basta realmente só acompanhar a lista para saber o que fazer a seguir, e partir para a ação, ou seja, não existe nada de abstrato no mecanismo.

Senão vejamos: Voltando   minha história com as caixinhas anotadas diretamente no caderno, tudo o que eu preciso garantir para alcançar resultados é que o maior número possível delas seja marcado com um belo X ao final de cada dia. Assim, elas me dão a sensação de tarefa realizada, de dever cumprido… e de produtividade. E, é claro, para as caixinhas que ficam em aberto de um dia para o outro, ou de um período maior para outro, sempre há como encará-las como incentivo para fechar mais pendências, o que torna a coisa uma bela diversão.

Para quem não se sente muito a vontade fazendo listas em cadernos e prefere algo diferente, pode conseguir uns modelos diversificados através do PocketMod, ou recorrer ao famoso Remember the Milk. E para quem quer mergulhar mais a fundo no GTD,  há sempre alternativas gratuitas, como o  GTD-Freeque aliás pode ser levado num pen drive, para estar sempre disponível, se necessário.

Finalmente um TinyMCE ligeiro no meu WordPress 2.7

Desde o começo de dezembro do ano passado eu vinha enfrentando severos problemas ao tentar digitar meus artigos para publicação aqui no blog: Carregar o TinyMCE, editor WYSIWYG padrão que acompanha o WordPress, levava mais de 10 segundos na raposa de fogo, e, em seguida, digitar cada mera letra parecia uma tortura interminável, só perdendo para o tempo gasto ao ter que apagar alguma coisa usando o backspace ou formatando os textos.

Tentei, antes de qualquer coisa, usar uma versão recente do Opera para acessar o painel de edição de artigos, o que funcionou maravilhosamente bem, já que a lentidão desapareceu por completo na digitação. No entanto, não dava pra ficar usando um navegador diferente só pra criar artigos no blog e, assim sendo, cogitei a possibilidade de que pudesse se tratar de um problema qualquer com uma das inúmeras extensões que eu possuo instaladas no Firefox.

Infelizmente, após desabilitar todos os plugins e realizar um fresh setup, o problema não se resolveu: Cada caracter ainda levava uma eternidade para aparecer na tela ao digitá-lo. O próximo suspeito da minha lista foi o próprio WordPress. Pensei se tratar de algum bug da nova versão do WordPress, já que, afobado por testar novas funcionalidades, naquele momento eu vinha usando algumas versões beta.

Quando a versão 2.7 saiu oficialmente e eu reparei que o problema de lentidão ainda não dava o braço a torcer, comecei uma busca um pouco mais dedicada atrás de uma solução. Se na primeira quinzena de 2009 fiquei sem publicar uma palavra que fosse por aqui, foi por conta de estar ocupado atrás de cada pequena referência que pudesse representar uma luz no final do túnel.

No começo dessa semana encontrei essa luz, lendo um artigo do Andrew Ozz, chamado Troubleshooting TinyMCE in WordPress 2.7. Nele, Andrew lista alguns pontos que podem ser tentados por qualquer pessoa se seu editor resolve não aparecer ou funcionar corretamente. Alguns pontos eu já havia tentado, mas foi no sexto que eu parei, pois, recentemente havia encontrado diversos erros provenientes da página em que o TinyMCE é carregado no WordPress, examinando-a pelo console de errors do Firefox:

Delete both wp-admin and wp-includes directories and upload fresh copies from the WordPress installation package.

Precisei esperar até o final da semana para ter tempo de ver se a coisa funcionava, mas valeu cada segundo de espera: Eis que abri meu programa de FTP favorito e mandei bala na orientação. Após alguns minutos de upload, BINGO! O editor estava novamente lépido e veloz.

Ah, é claro, a explicação: Ao renovar sobretudo o conteúdo da pasta wp-includes, pude me certificar de que os diversos arquivos em javascript ali existentes estivessem em sua versão mais recente: Após o procedimento, não houve qualquer problema no console de erros da raposa, o que me fez pensar que alguma falha acidental deve ter ocorrido entre a migração da última versão beta do 2.7 para a oficial. Mea culpa.

Battle Gear: Um convite   guerra

Já fazia muito tempo que eu não encontrava um jogo tão viciante quanto Battle Gear. Trata-se de um mini-simulador para a disputa de batalhas ou campanhas de guerra.

O jogo é, para mim, um daqueles raros achados que combinam simplicidade e elementos sofisticados: Ao jogá-lo, me vieram a mente jogos de tabuleiro como War, e também de computador, como Green Beret, Worms e Lemmings.

No single mode, você é colocado no comando do exército verde, e deve destruir seus inimigos, do exército vermelho. Para isso, começa a batalha, sempre travada em cenários como florestas, desertos ou o mar aberto, com uma quantidade de dinheiro, que deve ser investida no treinamento de soldados ou construção de veículos e torres de defesa, entre outras coisas. Seus fundos aumentam conforme o seu sucesso na investida contra os inimigos.

Na região inferior da tela ficam posicionados os recursos que você pode usar para preparar sua estratégia, cada um com um determinado preço. Existem unidades terrestres, como soldados, morteiros e veículos, unidades marítimas, como destroyers, e caças, para batalhas travadas no céu. A disponibilidade destes recursos varia conforme o cenário escolhido para o jogo, mas todos ficam disponíveis o tempo inteiro para enriquecer a batalha.

Vence quem conseguir dizimar o exército adversário, ou destruir sua base primeiro.

Ja no modo campaign, você passa a disputar sequências de batalhas, sempre com um determinado objetivo, como conquistar o mundo, por exemplo. Ao contrário do modo anterior, as unidades e armamentos não estão imediatamente disponíveis logo que a campanha começa. Você precisa disputar batalhas e, com isso, acumular experience points e dinheiro, que então são usados na aquisição de novos veículos, ou no treinamento de unidades diferenciadas.

Ao longo do jogo você pode vender unidades e investir em armamentos diferentes, e também conquistar uma série de medalhas.

Independente do modo que se decida jogar, uma coisa é certa: Para mim, ficou mais do que comprovado que Battle Gear é o achado perfeito para quem quer garantia de horas e horas de diversão.

Aliás, este mini-review só foi possível graças ao Rafael Arcanjo, que, via twitter, já alertava sobre alguma coisa que podia acabar com a produtividade, ou com o final de semana. Belíssima dica!

PS: Por sinal, se mais alguém por aí acabar vidrado no joguinho, pode fazer o download por aqui e jogar, mesmo offline.

Plainscape: Para começar 2009 bem

Precisava — como já precisei em outras vezes — de uma mudança de ares por aqui para dizer que poderia começar bem 2009 (ainda que começando a escrever 16 dias depois da virada do ano). Para isso, depois de muito procurar, acabei encontrando um tema que achei bacana, o Plainscape.

Para meus padrões atuais de gosto, o tema é genial: Totalmente clean, o que o torna sofisticado. Conta com uma barra lateral direita — ao contrário do Apricot, tema que eu vinha usando até então, onde as coisas são agrupadas na esquerda. Além disso, já possui suporte nativo ao novo — e, por mim, mais do que amplamente antecipado — recurso de comentários endentados (ou threaded comments) da versão 2.7 do WordPress.

Espero que o novo tema agrade, e que me inspire a escrever um pouco mais por aqui.

Sou um macaco aficionado em séries

Ver meu amigo Inominado Anônimo recentemente comentar sobre as séries que ele vem acompanhando nos últimos tempos me fez lembrar de uma dica de outro amigo meu, o Otávio.

Para quem é — ou, no meu caso, tenta ser — aficionado em seriados, o OrangoTag é uma ótima pedida. Trata-se de um media tracker misturado com rede social, em que você se cadastra e encontra amigos — antigos ou novos —, tudo baseado nos gostos em comum pelos episódios das séries que assistem.

Página inicial do OrangoTag

Depois de criar uma conta como eu fiz, basta fazer uma busca pelos seriados que você assiste — ou já assistiu — e adicioná-los   sua watchlist. Em seguida, basta ir marcando os episódios que você já viu. O serviço permite que sejam deixados comentários sobre as séries, e que cada episódio receba um rating, baseado na sua percepção sobre o que assistiu, além de indicar pessoas com gostos similares aos seus.

Uma outra utilidade interessante do OrangoTag é servir como alerta para avisar que novos episódios de suas séries favoritas já foram exibidos — e que, provavelmente, está passando da hora de você colocar em uso mais algumas vezes a torrent TV. Para que você possa tirar proveito, basta adicionar um dos feeds RSS oferecidos pelo site ao seu leitor favorito de feeds, lembrando-se, é claro, que o mecanismo não oferece links para baixar quaisquer seriados.

Gostei tanto da coisa que resolvi adicionar ao meu lifestream eventos para cada vez que eu tiver terminado de assistir alguma coisa, tudo isso graças a outro dos  feeds do serviço.

Se você também curtiu a idéia, não se esqueça de me adicionar por lá

Esteganografia para as massas

Lembra quando você era criança e brincava de esconder mensagens secretas em folhas de papel escritas com suco de limão e um cotonete? A diversão era, na seq¼ência, aproximar a folha de uma vela ou de uma lâmpada, que era pro calor revelar o que estava escrito, como num passe de mágica

Bons tempos, não é mesmo?

Acontece que esse tipo de coisa pode muito bem acontecer nos dias de hoje, em pleno mundo digital! Isso graças a uma técnica chamada esteganografia. Essa palavra meio esquisita vem do grego, e significa ââ?¬Å?escrita escondidaââ?¬Â.

Diferente da famosa criptografia, em que alguém mal intencionado que intercepte uma mensagem sabe bem que há algo de sigiloso escondido ali, esperando para ser descoberto após a eventual quebra de uma chave ââ?¬â?? seja ela mais forte ou mais fraca ââ?¬â?? a esteganografia é algo mais anônimo, em que praticamente não dá pra descobrir que há alguma coisa escondida no meio de uma mensagem, a menos que você seja o remetente ou o destinatário.

Justamente por causa disso, a esteganografia é causadora de boatos e lendas: Há notícias falsas e verdadeiras de seu emprego por contrabandistas, traficantes e até mesmo terroristas, que a utilizam para passar em paz ââ?¬â?? ou com um pouco mais de privacidade ââ?¬â?? suas próprias mensagens.

As mensagens, aliás, podem ser de texto puro, mas também podem ser compostas de um ou mais arquivos que se deseja manter ou transmitir em sigilo. Para transportá-las podem ser usadas fotos ou arquivos MP3. Também podem ser usadas páginas em HTML ou documentos PDF, que passam a carregar um algo a mais de maneira não declarada.

Se um bandido invade nossa casa, procura dentro de nossos guarda-roupas ou atrás de quadros, até encontrar um cofre ou algo de valor. Ele nunca pensaria, no entanto, que seu dinheiro está guardado naquela caixa de sucrilhos vazia que você deixa na última prateleira do armário da cozinha, não é? Eis aí a vantagem principal da esteganografia: Nenhum curioso, ao invadir seu computador, procuraria por suas senhas bancárias dentro daquela foto em que você e sua família estão sorrindo logo depois da ceia de Natal, percebem? Misture a foto em meio a outras centenas, e bingo: Só você — e quem mais você quiser — poderão recuperar a informação oculta.

Para fazer a mágica de embutir conteúdo em arquivos comuns existem dezenas de softwares disponíveis, sendo que muitos deles são gratuitos. Um artigo recente do site Lifehacker — que foi, aliás, o causador do meu interesse pelo tema — menciona o Hide in Picture, que, como o próprio nome diz, oculta arquivos em imagens nos formatos bitmap ou GIF.

Como exemplo, suponham que eu queira pegar um inocente arquivo com uma paisagem bem bonita e ocultar nele uma mensagem de Natal super legal para os meus amigos, embora totalmente secreta. Basta que eu acesse o Hide in Picture e selecione a opção Hide file in picture, tal como na figura abaixo.

Interface do Hide in Picture

Em seguida, só é preciso informar uma senha e, opcionalmente, o algoritmo a ser utilizado pelo programa para criptografar o arquivo que está sendo anexado   nossa imagem, e pronto: A mensagem secreta já fará parte da paisagem, e o melhor: Ninguém suspeitará disso, porquê visualmente tudo continuará como antes!

Protegendo a mensagem com uma senha

A vantagem destes programas é que na maioria das vezes eles procuram manter o tamanho original do arquivo hospedeiro, utilizando algoritmos de compressão que cumprem bem sua tarefa. É claro que fica óbvio que, nestes casos, você simplesmente não consegue esconder um arquivo maior dentro de um arquivo menor, mas essa aparente limitação não deve intimidar ninguém disposto a proteger seus dados para uma eventual transferência a partir da Internet.

Inspirado pelo princípio da esteganografia, no entanto, está um procedimento muito mais simples e direto, ideal para quem não precisa transferir conteúdos muito grandes e está interessado apenas em ocultar pequenos arquivos ââ?¬â?? talvez aqueles em que estão gravadas suas senhas de serviços da internet ou dos bancos, e até mesmo uma ou outra planilha ou foto. No pequeno screencast que acompanha este meu inspirado artigo, fiz a descrição de um método que só precisa do Windows e de um velho compactador de arquivos, sucesso e bastante conhecido entre muita gente: Trata-se do 7-Zip, que é gratuito.

[flv:cast_estego_281208.flv 560 352]

O ponto positivo é que a técnica é muito simples, e pode ser usada pra esconder arquivos não apenas em fotos, mas também em documentos PDF — como no exemplo que eu dou — e músicas.

A advertência, no entanto, fica para o tamanho do arquivo a ser gerado: Ninguém acharia normal, por exemplo, uma imagem JPEG de 30 megabytes, não é mesmo? Assim, cuidado para esconder apenas pequenos arquivos, e no mais… divirta-se!

[ratings]

Meu amigo Zé Bob!!!

Ontem fui pra Lorena com a mamãe, o papai, a vovó Helena e o vovô Fernando, pra gente poder almoçar com os meus bisavós, já que era Natal. Este foi o passeio mais divertido que eu já fiz até lá, e tudo porquê fiz um novo amigo, o Zé Bob.

O Zé Bob é o cachorro da minha bisavó Lourdes. Logo que eu cheguei na casa dela e bati o olho nele, fiquei super feliz!! Tanto que eu fiquei praticamente o tempo todo conversando com ele. Pedia pra ele se sentar junto comigo, pra gente passear… enfim, pra brincarmos juntos.

Aqui estão dois momentos meus junto com ele:

Eu só sei de uma coisa: Fiquei com saudades!!

Zé Bobinho, eu vou logo te visitar de novo, tá bom?

Feliz Natal

E mesmo sabendo que nem todos os contos de fadas terminam exatamente com um final feliz, desejo a todos os meus (poucos mas) fiéis leitores um excelente Natal!!

[flv:o_lobo_mau.flv 480 360]

A Mágica do MagicDisc

Esta semana me deparei com o MagicISO, um pequeno e notável freeware indicado para quem quer ler cópias back-up feitas a partir de seus CDs e/ou DVDs de software, música ou games.

Após um download rápido — cerca de 1.3 Mb — e instalação, um ícone passa a estar residente na área de notificação — o system tray — do Windows. A partir daí, com alguns cliques de mouse já se torna possível montar e desmontar imagens virtuais de qualquer disco que você tenha criado.

Apesar do nome, o programa não se limita a criar imagens a partir do formato ISO: Também é possível ler a partir de uma variedade de formatos, entre os quais imagens NRG, criadas pelo Nero e CCD ou IMG, criadas pelo CloneCD.

Na minha opinião, o principal ganho de se montar uma imagem de disco para trabalhar está na velocidade de leitura dos dados: Ao invés de contar com leitores de CD e DVD e ficar trocando discos o tempo inteiro, basta criar cópias back-up daquilo que você mais utiliza e acessar o conteúdo a velocidades que chegam até a 200x, por estar tudo diretamente em seu disco rígido.

Martírio com a Telefônica

Estava no trabalho quarta-feira passada quando minha esposa me liga do celular dela, dizendo que o telefone de casa estava completamente mudo. Minha nobre missão, graças a este acontecimento, era mais clara do que água: Entrar em contato com o famigerado suporte técnico da Telefônica para reportar o problema e solicitar uma solução imediatamente.

Lá vou eu discar para o 103 15, canal de auxílio ao assinante. Depois de ouvir uma interminável mensagem sobre o fim do acesso gratuito   Internet para assinantes do Speedy, que agora precisarão assinar um provedor de acesso para continuar navegando e fazendo outras coisas, um atendente começa a falar comigo.

Após explicar a ele que a linha em casa estava muda — e depois que ele finalmente coletou todos os meus dados pessoais para que pudesse abrir um chamado, ganhei um número de protocolo do atendimento, juntamente com a promessa de que em até 48 horas eu receberia uma ligação marcando um horário para que um técnico da empresa pudesse vir e averiguar o que poderia estar ocorrendo de errado.

48 horas só para entrar em contato? Que espécie de tratamento é esse da Telefônica para com seus clientes — eu pensei. No entanto, não externei meu pensamento para o pobre atendente, que, no final das contas, não tem nenhuma culpa no cartório. O problema maior é mesmo a empresa nos deixar assim, sem socorro, enquanto minhas necessidades se acumulam — marcar consultas médicas, fazer contatos, e até mesmo ligar para bater um papo com minha mãe — sem telefone. E, é claro, nada de Speedy. Assim sendo, coitado de mim por ter contas e contas a pagar, e não poder acessar o Internet Banking.

Completei, na quinta-feira, mais de 24 horas sem resposta. Ninguém da Telefônica havia me ligado no celular para sequer dizer olá — que dirá para marcar um horário e averiguar o problema. Resolvi ligar para o mesmo 103 15 pela segunda vez. Após esperar um tempão — quase 8 minutos até que um atendente pegasse a ligação, disparei minha história, e como não haviam, ainda, entrado em contato. Pedi para saber o status do meu chamado.

Depois de um “um minuto por favor, estou levantando os dados do seu chamado”, mais um tempo de espera. O que se seguiu, para meu espanto, foi um diálogo mais ou menos assim:

— Senhor, não há nenhum chamado aberto para sua linha telefônica.

— Como? — pausa, surpreso. E o protocolo que abri ontem?

— Senhor, ainda não se passaram as 48 horas de prazo. O senhor precisa esperar.

— Você não acabou de me dizer que não tem chamado aberto?

(silêncio) Um minuto, senhor.

Toca me pôr pra ouvir aquela vinheta de Natal da Telefônica. Então:

— Senhor, conversei com a responsável pelo sistema, e ela me disse que  s vezes é normal que os pedidos sumam do sistema.

Obviamente eu não acreditei naquilo. Não era possível que alguém achasse que as empresas — qualquer uma delas, mesmo a Telefônica — perdesse os chamados abertos por seus clientes. Isso, imagino eu, já seria o cúmulo de todos os cúmulos. No entanto, sem perder a paciência com o rapaz que me atendia , pedi a ele a gentileza de abrir então um segundo chamado.

Apenas para situá-los, o diálogo estava correndo solto entre nós lá pelas cinco e meia da tarde da quinta-feira. O camarada me coleta — de novo — todos os dados pessoais e me dispara o seguinte, na seq¼ência:

Então, senhor… — com uma cara daqueles “veja bem“, sabem como é? — é que eu não consigo abrir o chamado pro senhor agora, porquê estou sem acesso ao sistema. No entanto, como eu tenho seu número — de celular — eu volto a ligar pro senhor até as oito da noite de hoje para concluir o atendimento.

Quem está na chuva é pra se molhar, não é assim que dizem? Respirando fundo, aceitei a proposta do rapaz. Desliguei o celular e virei pra minha esposa, que acompanhava o diálogo entre mim e o atendente. Uma troca de olhares foi suficiente, e eu disse:

— Você quer apostar comigo R$ 10 que ele não liga até as oito?

Ela não quis apostar.

Ainda bem, pois perderia. Nada de ligação até as 21hs de quinta-feira. Foi mais ou menos nesse horário que eu, sem desistir, mas muito menos paciente, entrei em contato com o 103 15 novamente. Dessa vez, com vontade de mandar alguém pra’quele lugar. O resumo da terceira ligação para o suporte?

— Estou abrindo um chamado na Anatel reclamando de vocês porquê já estou cansado. Esperei quase 48 horas por atendimento e na última vez vocês nem se deram ao luxo de me ligar de volta, apesar da promessa.

Acho que mencionar a Agência Nacional de Telecomunicações tem propriedades mágicas. Não é que na sexta-feira — podia ser de manhã, mas tudo bem — lá pelas 15h30 toca meu celular? O interlocutor:

— Senhor Daniel? Aqui é o (…) da Telefônica, estou ligando pra dizer que sua linha de telefone foi vistoriada hoje pela manhã por um técnico, e já está tudo resolvido. O senhor confirma?

Acontece que, para o azar dele, eu havia ligado pra casa 5 minutos antes, do celular, justamente para verificar se por um acaso divino as coisas já tinham se resolvido, e nada.  A ligação caiu direto na secretária eletrônica padrão da Telefônica.

— Olha, (…), não confirmo não. Acabei de ligar em casa e a linha continua com problema.

— Neste caso, senhor, mandarei um técnico   sua residência. Qual o melhor horário?

— Vocês trabalham sábado?lá se ia o meu sábado.

— Sim senhor. Pode ser sábado pela manhã?

Fiquei de esperar o cara vir, no sábado de manhã. No entanto, depois de desligar, fiz contato com minha esposa pelo celular e, para nossa surpresa, o telefone de casa parecia estar normal. Parecia. Pedi pra ela se conectar   Internet e me ligar em seguida. Quando o telefone tocou, uma má notícia: O Speedy não entrava, nem com reza brava.

Felizmente o técnico já estava agendado para nos fazer uma visita, de qualquer jeito. Então resolvemos esperar. Às  9 da manhã de sábado me liga uma moça da Telefônica, me dizendo que o técnico nos visitaria até a hora do almoço. Pensei estar livre da questão em breve, mas deu meio-dia e nada do camarada aparecer.

Sai pra almoçar com meus pais, levando a patota toda.

Na volta, quase duas da tarde de sábado, pergunto ao porteiro se alguém da Telefônica tinha visitado o prédio. Depois da negativa dele, pelo menos fiquei aliviado por não ser vítima da Lei de Murphy — e se eu tivesse saído e, justo naquela hora, o cara inventasse de aparecer?

Eis que, quase três da tarde, minha esposa atende o telefone. É o técnico da Telefônica, dizendo que está — finalmente, Aleluia!!! — mexendo com nossa linha. Que ela poderia ficar muda um pouco, mas já voltaria. Pra encurtar essa — já muuuuito longa — história, o camarada ligou de novo 15 minutos depois, e tudo se consertou.

A pergunta que não quis calar, fiz ao técnico quando ele, depois disso, veio até a nossa casa para fazer testes finais de rotina. O que foi tudo isso, que nos deixou sem telefone e Internet tanto tempo assim? Descobri que uma outra pessoa havia atendido um chamado de instalação de Speedy aqui no condomínio onde eu moro, e que havia bagunçado as coisas.

Se essa podia ser considerada uma explicação razoável, eu já não tinha mais forças pra argumentar. Pelo menos telefone e internet tinham mesmo voltado a funcionar, e, em pleno sábado, com metade do dia perdido devido ao chá de cadeira, não quis prolongar a história.

Moral da história: Preciso me livrar da Telefônica o quanto antes. Enquanto isso não acontece, no entanto —- vou esperar até 2009 pra isso, por motivos pessoais —, toca esperar segunda-feira: Será o dia em que vou — de novo — ligar pro 103 15. Descansado, vou entrar em contato com o setor comercial. Nova missão? Exigir ressarcimento pelos dias sem conexão com o Speedy e sem linha telefônica.

Me desejem sorte. Eu VOU precisar.

Meu postinho de gasolina!!

Mamãe e papai me deixaram abrir um dos presentes de Natal adiantado… e eu nem acreditei quando vi o que ganhei: Um postinho de gasolina que faz o barulhinho de quando os carrinhos estão abastecendo — igual ao carro do papai —, e ainda fala um monte de frases e vem com dinheirinho pra eu brincar!!

Agora sim, eu posso abastecer meu jipe, o velotrol e a bicicleta!!

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Amei esse presentão!! Mas nem preciso dizer, né?

Feliz Natal!!!

A mudança mais legal do Google Reader!

Quinta-feira passada foram anunciadas mudanças na interface do Google Reader.

No blog oficial foi declarada a intenção principal da equipe que cuida dos bastidores do serviço: Tornar a experiência de leitura do usuário mais leve e agradável, o que, pelo menos na minha opinião, foi exatamente o que aconteceu, já que as coisas realmente parecem muito menos carregadas por lá.

Mas foi um detalhe, talvez quase imperceptível para a maioria, que me chamou a atenção: Finalmente é possível, através de um menu de opções ao lado de cada grupo de feeds, fazer a mágica acontecer. Um clique de mouse e não é mais necessário conviver com a culpa de ter centenas e centenas de itens pendentes para, pelo menos, passar os olhos, sabendo que nunca terei tempo de me colocar em dia. Na prática, para quem quiser, chega de exibir os famigerados unread counts:

“For some of you (and some of us on the Reader team), unread counts are a source of anxiety and can feel more like a to-do list than the random awesomeness of the Internet”.

gr-unread-hiddenLi esse parágrafo do blog oficial algumas vezes, pois senti a mensagem sendo endereçada diretamente para mim.

É que já me basta saber, no telefone da empresa, quantas ligações recebidas eu preciso retornar, além de quantos e-mails precisam ser lidos e respondidos antes do final do dia.

Para a leitura de feeds que, ao menos para mim, é puramente lazer, as pendências realmente só causam ansiedade. Ocultá-las, ainda que sabendo que continuam por lá, me ajuda a aliviar a consciência. É por isso que dou três vivas pra essa novidade, de longe a melhor dos últimos tempos…

Alguém mais concorda? 🙂

Bibi!!!

Olha só eu aqui, dirigindo…

Eu amo um volante!! Aqui, o papai até me pediu para buzinar… primeiro eu fiz um bibi, uma buzinadinha de mentirinha. E depois ele me deixou buzinar de verdade!!! Eu ri bastante, e achei muito divertido!!!

Infinite Scrolling: Adeus, links de navegação!

Uma das principais ferramentas de um site movido a WordPress são seus links de navegação. Afinal de contas, um visitante pode utilizá-los — entre outros mecanismos, é claro — para ter acesso a outros artigos escritos por você, quer ele navegue artigo por artigo, ou página por página.

Mesmo reconhecendo a importância de fornecer ao visitante recursos para que possa navegar tranquilamente pelo conteúdo aqui do blog, reparei, apenas recentemente, que o tema que venho usando atualmente por aqui não possuía essa navegação embutida. Assim que reparei nesse problema, pensei imediatamente não em criá-los no rodapé, mas sim, em fazer uso do excelente plugin WP-PageNavi, que, no caso do modelo de índice do blog, cria um estilo de navegação de páginas similar aos dos resultados de busca do Google, e que eu já adaptei a vários temas que usei por aqui no passado.

Antes de seguir adiante com a implementação, no entanto, considerei as mudanças que apliquei por aqui recentemente, com a finalidade de mesclar blog, microblogs e tumblelog. Mais do que paginar o conteúdo, não me agradou a idéia de, me colocando no lugar de um visitante que desse as caras por aqui, encontrar uma página principal listando os 10 últimos posts e estes posts serem todos referentes, por exemplo, a atualizações de microblogs. Ou seja, nada de artigos do blog, propriamente falando.

Imediatamente eu pensei que uma das maneiras de amenizar esta situação seria garantir que, entre os artigos listados na página principal, estivessem, além das atualizações relacionadas ao meu lifestream, também os últimos 10 artigos do blog. Na prática, seria como imaginar que o número de artigos que um visitante encontraria ao chegar   minha página principal seria não 10, mas sempre pelo menos 10. O problema foi que, ao procurar por meios de implementar mais este comportamento por aqui, dei com os burros n’água.

Com isso, quero dizer que o WordPress não possui uma forma padrão — não, pelo menos, que eu tenha conseguido descobrir após escavações demoradas nos fóruns e sites de suporte — para listar os últimos x artigos do blog, desde se garanta que entre estes artigos estarão, por exemplo, 10 artigos de uma categoria pré-especificada, qualquer que ela seja.

Filosofia do Infinite Scroll

Filosofia do Infinite Scroll

Estava quase desistindo da parada quando, ainda em meio  s minhas buscas, me deparei com o conceito de infinite scrolling. Este conceito, que, pelo que vi também recebe nomes como autopagerize ou unpaginate, na verdade se resume a garantir que o conteúdo da próxima página web — ou, na verdade, de uma ou mais páginas web subseq¼entes —  quela que o usuário está atualmente visitando seja pré-obtido e acrescentado   própria página atual automaticamente, sem que ele sequer se dê conta disso.

Seria como se, na prática, pudéssemos ler todo o conteúdo de um livro como se ele coubesse em uma única página, que seria gigantesca e estaria passando sempre diante dos nossos olhos, como em um rolo de pergaminho que fosse sendo desenrolado   medida em que a leitura progredisse.

No Swurl — mais um dos agregadores de redes sociais que, como o FriendFeed, existem por aí, e onde , aliás, eu também cheguei a criar uma conta —, a filosofia do infinite scrolling está em prática, o que implica no fato de que uma pessoa, por mais que navegue em uma página de usuário do serviço, nunca chegue ao final — ou ao rodapé — da página.

No fundo, aplicar este conceito num blog implica que, por mais que links de navegação sejam legais e importantes, eles se tornam obsoletos, e até mesmo desnecessários, pelo menos no que diz respeito   navegação na página principal do site.

Infinite Scrolling em ação por aqui

Infinite Scrolling em ação por aqui

Pois bem. Eu resolvi dar também este passo por aqui e instalei, a partir da própria página onde li a respeito do conceito de Infinite Scrolling, um plugin para WordPress que eles têm disponível. Neste momento, aliás, este plugin está ativo para qualquer visitante deste humilde blog, e, ao chegar ao rodapé da página principal, deve exibir uma simpática mensagem — um momento, por favor — para alertar o visitante de que mais artigos estão sendo carregados.

Ou seja, o período de testes está aberto. Por favor me dêem feedback caso achem necessário, para que eu possa saber como tudo está indo. E, caso não haja maiores problemas, será sinal de que poderei declarar, realmente, o fim dos links de navegação na página principal do Back-up Brain.