Five little monkeys

Eu estou tendo aula de inglês na escolinha!!!!

Five Little Monkeys!!

Apesar de eu ainda não entender quase nada do que a professora diz, posso dizer que todo mundo se diverte bastante com ela… a gente até se esconde debaixo da mesa quando ela está pra entrar na nossa sala, imaginem!!

Tem alguns dias, começamos a aprender uma musiquinha que ela ensinou, chamada Five Little Monkeys — ahhhh, aliás, um monkey é um macaco, viu? A professora mandou um bilhete pela minha agenda, e então mamãe e papai descobriram o vídeo lá no YouTube, olhem só:

Com o vídeo em casa, papai ficou cantando comigo várias vezes, porquê eu realmente gostei muito dessa história de five little monkeys. Gostei tanto que, um dia desses, quando ele foi me levar pra escola, fomos cantando juntos praticamente o caminho inteiro.

Mamãe também gostou da idéia de me ver cantando… e pra poder registrar o quanto eu estou cantando certinho, fez até um vídeo… mas não reparem não: eu estou meio escondido assim porquê fico envergonhado de cantar em inglês

Cedendo à tentação de um Tumblelog

Sabe quando você está surfando por seus blogs favoritos e encontra algo que poderia ter sido você mesmo quem escreveu? Pois bem. Lendo há pouco o último artigo do blog do meu amigo Rodrigo Ghedin — entitulado O que o Tumblr tem? — me deparo com a seguinte afirmação (sendo que os negritos ficam por minha conta):

Estou com algumas dificuldades para atualizar este blog. De repente, parece que todos os assuntos são chatos e irrelevantes, minha capacidade de desenvolver textos desceu ralo abaixo, e a coisa simplesmente não flui.

Contrapondo essa situação despesperadora para quem escreve (e quem nunca passou por ela?), tem um Tumblr na aba ao lado me tentando. Imagine um blog simplificado, com suporte sólido a quaisquer tipos de conteúdo (vídeo, sons, bate-papo, etc.), e que preza a simplicidade, tanto da forma, quanto do conteúdo. Esse é o Tumblr.

Na sequencia do texto, o Rodrigo continua a usar palavras que poderiam ser minhas. Tal como eu, ele já pensou — e ainda pensa — “…em substituir esse blog com cara de cansado pelo Tumblr“. Tudo isso, tenho que concordar com ele, graças   ausência de regras para utilizar o serviço, na verdade, um gerenciador de tumblelogs. Tempos atrás, aliás, quando cheguei a levar adiante uma série de modificações por aqui para mesclar blog, microblog e tumblelog, cheguei a citar a definição do que seria este último:

A tumblelog (also known as a tlog or tumblog) is a variation of a blog that favors short-form, mixed-media posts over the longer editorial posts frequently associated with blogging. Common post formats found on tumblelogs include links, photos, quotes, dialogues, and video. Unlike blogs, tumblelogs are frequently used to share the author’s creations, discoveries, or experiences while providing little or no commentary.

— A definição em português também pode ser vista na Wikipedia.

Agora vejamos: O ritmo de trabalho pelo qual ando passando me impede de pesquisar aprofundadamente assuntos novos. Sem que esta pesquisa ocorra, sei que não serei capaz de produzir artigos que eu julgue serem de qualidade minimamente suficiente para serem publicados por aqui. Me incomoda profundamente o fato de tentar escrever apenas por escrever, e, nos últimos meses, já perdi a conta de quantas vezes já comecei artigos para os quais aquele lampejo de inspiração simplesemente se apagou no meio do processo de criação.

É aqui, exatamente neste ponto, que o pensamento, a tentação do Tumblr e de sua ausência de regras se encaixa. Escrever pequenas notas, comentários, dividir links, fotos e vídeos é muito mais simples — e, Deus, não precisa de pesquisa alguma. Novamente citando minha árdua rotina diária de trabalho, encontro justificativas para talvez começar a dar preferência a este formato mais curto:  Todo o tempo que passo conectado   grande rede em casa, ultimamente, acaba sendo usado em busca de mecanismos de alívio do estresse. É quando eu vou atrás das séries que eu assisto, de dicas de livros, de vídeos que alguém tenha me recomendado assistir no YouTube. É nessas horas, também, ultimamente, que mais vejo os updates do Twitter, e descubro coisas legais.

Coisas legais, é verdade, sobre as quais eu realmente gostaria de comentar alguma coisa. Mas que, como também deu a entender o Rodrigo em seu texto, não renderiam um artigo mais longo do blog. Talvez também não rendesse sequer um comentário. A tentação de usar o Tumblr vem assim, na minha visão, remediar uma angústia, por assim dizer, que só quem é blogueiro sabe qual é. Aquela, que te impele a continuar escrevendo — e, se isso não é possível por dias ou semanas porquê a inspiração simplesmente não vem, pelo menos, a continuar compartilhando informações. Nesta busca de compartilhamento é que as verdadeiras colagens de jornal que se tornam os tumblelogs se tornam interessantes: Descompromissadas, e, se você tiver sorte, divertidas e viciantes.

Ler o artigo escrito pelo Rodrigo e me perguntar o que o Tumblr tem foi como sentir aquela última gota d’água transbordando do copo. Eu, que já havia criado no passado uma conta no Tumblr, voltei ao serviço — uma aba do Firefox com o artigo dele, e outra no site — e resolvi começar a mudar algumas coisas. Apaguei dois ou três posts antigos que estavam mosqueando por lá, e aproveitei para subir dois screenshots de um episódio dos Simpsons que estavam piscando no meu desktop há dias, mas para os quais um artigo mais longo no blog não adiantaria. Estava assim reinaugurado o meu tumblelog. Eu cedi à tentação.

O que é mais interessante neste caso é que eu me senti em casa com isso. Meu impulso de sair navegando internet afora é muito grande, e a quantidade de conteúdo interessante que eu normalmente encontro não é pouca. Talvez agora seja possível continuar compartilhando sem muita culpa. Aliás, talvez eu também use o mecanismo para coisas mais pessoais, outro bloqueio que, para mim, os textos mais longos de um blog convencional representa.

De qualquer maneira, não vou parar com este blog. Só estou me dando o direito de ter um pouquinho mais de liberdade, e tempo para que os artigos que considero ter mais qualidade possam continuar surgindo por aqui. E tenho dito…

Transformando AVI em RMVB

Descobri um programa gratuito, chamado Easy RealMedia Producer, que vem a calhar quando se deseja converter um arquivo para o formato RMVB.

Interface principal do programa

Sua utilização é tão simples que impressiona: Uma vez feito o download e instalado o software, basta selecionar um ou mais arquivos de origem a serem processados. Todos os formatos mais populares, como AVI, MPEG, MOV ou WMV, são suportados, além de uma infinidade de outros. Caso sejam selecionados múltiplos arquivos, é claro, um processamento em lote será executado.

O passo seguinte é opcional: Selecionando qualquer arquivo da lista e clicando em settings, uma série de configurações avançadas pode ser efetuada, como determinar a qualidade do áudio do arquivo a ser gerado, sua resolução, ou até mesmo se será aplicado algum tipo de filtro ao resultado. Além disso, graças a um programa adicional chamado DirectVobSub, que é instalado juntamente com o Easy RealMedia Producer, é possível, se assim desejado, acrescentar legendas definitivas aos arquivos a serem criados. Para tanto, basta que arquivos de legendas com os mesmos nomes dos arquivos de vídeo estejam localizados na pasta de origem, durante o processo de conversão.

Aliás, quando se opta por incluir tais legendas, pode-se configurar como elas deverão aparecer. Afinal de contas, o padrão — legendas brancas, escritas com fonte Arial, em tamanho 10 — pode não agradar a todo mundo. Neste caso, existe um painel de controle oculto para o DirectVobSub, que pode ser acessado uma vez que se execute o seguinte comando:

C:\WINDOWS\system32\rundll32.exe “D:\Install\Easy RealMedia Tools\common\vsfilter.dll”, DirectVobSub

Isso fará com que uma janela de propriedades seja exibida — tal como na figura a seguir — e que, a partir dela, se torne possível alterar configurações como cor, posicionamento, tamanho e tipo da fonte. Uma vez alteradas, estas configurações servirão para todas as conversões a serem realizadas.

Configurações "ocultas" do DirectVobSub

Mas uma questão pode surgir: Porquê exatamente converter arquivos para RMVB?

No meu caso, nos últimos tempos, venho acompanhando muitas de minhas séries favoritas através da chamada Torrent TV : Após baixar cada novo episódio e suas legendas, eu o assisto no formato AVI, e então surge uma necessidade: armazenamento. Isso porquê eventualmente eu acabo assistindo alguns episódios novamente, e também porquê não sou exatamente uma pessoa que gosta de jogar as coisas fora.

Neste aspecto, os arquivos RMVB tem uma vantagem: Ocupam, efetivamente, quase 50% menos espaço em disco. Apenas para efeitos ilustrativos, basta dizer que o espaço necessário para manter no HD um episódio de 42 minutos gravado em AVI é, em média, 350MB, enquanto que o mesmo episódio em formato RMVB consumirá entre 140 e 160MB. É certo que algumas discussões podem se originar desta afirmação, como, por exemplo, que a qualidade dos arquivos AVI é superior, o que, em última instância, pode até ser verdade. No entanto, vejamos as duas imagens abaixo, extraídas do season finale da quinta temporada de Lost:

Lost em AVI

Lost em RMVB

A primeira imagem foi capturada do episódio em formato AVI. A segunda, daquele que está em formato RMVB. Na minha opinião, praticamente não há diferença de qualidade.

Mas antes que alguém me condene pelo comentário, quero deixar claro que, para mim, que não faço uso de um aparelho de DVD para assistir aos últimos episódios de Lost, Heroes, e por ai afora — já que meu gosto por séries não é compartilhado por ninguém aqui em casa — a resolução de exibição de um arquivo RMVB  na tela do computador não chega a apresentar, sinceramente, diferenças que possam ser consideradas tão gritantes assim. E é por isso, que, no final das contas, armazenar os episódios desta maneira me atende plenamente.

Uma homenagem pra mamãe

Papai e eu resolvemos criar um presentinho pra mamãe, já que o dia dela estava chegando. O resultado final foi esse vídeo que eu estou colocando aqui embaixo pra vocês darem uma olhada… acho que ficou muito lindo!!

Ah, e mamãe… um feliz dia das mães pra você, viu?

Eu te amo!!!

Eu conheci um jacaré!!!

Na escolinha onde eu estudava antes, aprendi uma musiquinha bem bacana, a do jacaré… Eu gostei tanto dela que de vez em quando eu ainda canto uns pedacinhos: “…escondam seus olhinhos, senão o jacaré come seus olhinhos e o dedão do pé…”. Aliás, a musiquinha é essa daqui, vejam:

Eis que hoje, mamãe e papai me levaram no Parque da Cidade, onde eu já estaa querendo ir há um tempão… chegando lá, fui passear, e qual não foi a minha surpresa quando descobri um jacaré morando no meio da floresta? Eu fiquei preocupado de chegar perto, mas papai me disse que ele erá só de mentirinha.

Eu e o Jacaré do Parque da Cidade

Eu e o Jacaré do Parque da Cidade

De mentira ou não, eu adorei! Tanto que as fotos que estão ai em cima fui eu quem pediu pro papai tirar: Eu não estou uma graça andando de cavalinho em cima do meu mais novo amigo? E de óculos escuros? Falem a verdade!!

Combatendo vírus na nuvem

A PandaLabs anunciou esta semana, segundo nota divulgada pela PCMagazine, a disponibilização de um anti-vírus gratuito, e que consome poucos recursos.

Já que consumir poucos recursos é a promessa de 9 entre cada 10 anti-vírus disponíveis atualmente no mercado, não foi exatamente isso o que me chamou a atenção, mas sim o mecanismo que eles alegam que torna a solução leve: O Panda Cloud Antivirus, como o próprio nome delata, é uma ferramenta que emprega tecnologia de cloud computing.

Imagine ter   sua disposição uma comunidade global de mais de 10 milhões de usuários que façam por conta própria — e automaticamente — o trabalho de identificar e classificar novas ameaças, como malwares e spywares, tudo em tempo real. Assim é a cloud computing, ou computação nas nuvens, ao pé da letra. A nuvem, neste caso, é uma referência   Internet, justamente onde ficam localizados todos os recursos que trabalharão em prol de cada usuário.

Fazendo com que o processamento seja realizado na nuvem, ao invés de no computador da minha ou da sua casa, o Cloud Antivirus deixa de consumir maiores recursos. Além disso, a nova ferramenta posterga ao máximo a análise de cada item suspeito. Na prática, isso quer dizer que o item não será verificado durante a cópia ou um download, mas sim, somente a partir do momento em que tentar executar alguma coisa suspeita, quando será devidamente bloqueado.

Uma coisa é certa: Ao longo dos anos eu já perdi a conta de quantas vezes cruzei com discussões do tipo “qual é o melhor anti-vírus da paróquia“. Não foram poucas, isso é verdade, assim como também é verdade o fato de que, na grande maioria das vezes, as reclamações das pessoas fatalmente estavam em consumo de recursos e lentidão dos programas.

Como esta questão de lentidão também é uma reclamação pessoal, nada melhor do que testar a solução oferecida pela Panda, e assim comprovar por conta própria se a ferramenta é tudo isso mesmo que diz ser. Aguardem. Fui em frente, baixei o programa e o pus   prova. A seguir, conforme prometi, as minhas impressões e comentários.

Continuar lendo

Saudades eternas do Geocities

A data era 31 de agosto de 1997.

Depois de regressar de uma viagem ao Nordeste brasileiro exatamente no dia em que a Princesa Diana morria em um acidente de carro, eu carregava na bagagem algumas dezenas de fotos, todas elas tiradas com uma câmera Pentax que hoje, com a modernidade e infinidade de pixels das câmeras digitais, você encontra nos magazines populares por menos de R$ 35. Depois de digitalizar algumas dezenas delas, eu queria — e precisava — de algum lugar para publicá-las on-line, de maneira que alguém que infelizmente tinha ficado por lá pudesse vê-las quando bem quisesse.

Como naquele tempo eu não tinha condições de possuir um domínio próprio na Internet — e, aliás, eu nem sabia direito o que era isso —, e os blogs ainda estavam muito longe de surgir, meu primeiro pensamento foi criar uma homepage no Geocities. Não era a minha primeira experiência no assunto, mas era a segunda: Isso significava recorrer ao famigerado Microsoft Frontpage para criar um layout. Me lembro muito bem da coisa: Um fundo azul mesclado com branco, o mesmo para os dois frames que haviam na página, um   direita — principal — e o outro,   esquerda, com um menu e uma imagem GIF servindo de título que eu criei no Corel Draw.

No frame principal, as fotos, todas circuladas por aquelas horríveis bordas azuis muito grossas que se podia ver quando se navegava no Netscape Navigator. Nada de CSS. De qualquer maneira, subi todo o conteúdo para uma URL da qual me lembro até hoje:

http://www.geocities.com/TimesSquare/Alley/6203

Uma ligação telefônica interurbana depois e eu havia avisado minha namorada de que as fotos que eu havia tirado estavam em uma homepage que eu tinha criado pra nós. Isso a deixou muito, muito feliz.

Essa história me veio   mente porquê essa semana recebi com uma certa tristeza a notícia de que o Yahoo vai descontinuar o Geocities até o final deste ano. É claro que a causa disso é a mesma que fez o bom e velho IRC ser substituído pelos instant messengers como o ICQ e o MSN: A evolução tecnológica é quem faz com que ferramentas de criação e gerenciamento de blogs como o WordPress ou sites como o Twitter e o Facebook sejam utilizados pelos internautas modernos, que preferem socializar seus pensamentos e opiniões a isolá-los em páginas como as que eram criadas e hospedadas por lá.

De qualquer maneira, não creio que seja pequeno o número de pessoas que tenham pelo menos uma história relacionada ao Geocities para contar. A minha acabou em casamento, e foi outra, afinal de contas, escrita pelo Graveheart, que me motivou a também colocar os dedos em ação, e a plagiar, descaradamente, a frase final do que ele escreveu: Vá com Deus, Geocities. Você ajudou a criar muitos dos que estão aqui hoje. E viverá sempre em nossos corações.

Da sua cabeça para o Twitter!

brain_twitterAdam Wilson, doutorando em Engenharia Biomédico pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos virou notícia esta semana, depois de ter publicado uma atualização em sua conta no Twitter usando, para isso, apenas a força do seu próprio pensamento.

A coisa parece saída de filmes ou livros de ficção científica, mas na verdade foi possível graças a uma engenhoca — parecida com um capacete — plugada ao computador do rapaz, através da qual ele operou uma Brain Computer Interface, ou BCI, capaz de fazer seu cérebro se comunicar com a máquina.

Esta história me faz logo pensar no brilhante físico inglês Stephen Hawking, que, como a maioria das pessoas sabe, sofre de uma doença neurológica que compromete seu sistema motor, e que, além de deixá-lo permanentemente preso a uma cadeira de rodas, o faz precisar de um sintetizador de voz para se comunicar com as pessoas. Comunicação é justamente a maior dificuldade para pessoas que tem este tipo de problema, e, assim como disse   Wired o engenheiro biomédico Kevin Otto, também envolvido com esta experiência, o mais importante é que ela endereça diretamente esta necessidade de se comunicar e de se socializar, ao utilizar um mecanismo atualmente tão popular como o Twitter:

“It’s in tune with what patients want,” said Otto. “Social networking and communication is really their first desire. There’s been quite a bit of success, and a few demonstrations, helping people to e-mail. But the same reason why people choose Twitter and Facebook over e-mail is the same reason why this is significant.”

Os idealizadores dizem que, embora a interface ainda não esteja pronta para comercialização, ela já está além da fase de prova de conceito, uma vez que já se sabe que o sistema funciona perfeitamente — um vídeo publicado no YouTube demonstra, em quase 2 minutos de duração, que isso é realmente sério. Eles dizem que o próximo passo será a utilização do mecanismo por 10 pessoas que hoje já possuem cópias do software responsável por operar a interface entre o cérebro e os computadores, e, a seguir, pensar em formas de integrá-lo de vez   rotina das residências comuns, de forma que qualquer pessoa possa montar o kit de utilização sem necessitar de ajuda.

Honestamente, eu torço para que chegue logo o dia em que atualizar o Twitter telepaticamente terá se tornado tão corriqueiro que me ajude a estar mais presente nesta e em outras redes sociais, já que hoje nem mesmo com todas as facilidades existentes — como o envio de updates através do celular — eu consigo atualizar meu status tanto quanto eu gostaria.

Eu e minha língua azul!!!

Vocês viram a minha língua azul? Pois é… eu fiquei com ela assim depois de comer um certo tipo de doce que tinha na festinha de aniversário da minha amiguinha lá da escolinha, a Maria Eduarda.

Aliás, eu me diverti muuuuuuito por lá!!! É que tinha o meu brinquedo favorito: Uma enorme cama elástica… nem sei dizer quanto tempo fiquei pulando!! Só sei que neste vídeo aqui embaixo, papai conseguiu pegar os últimos momentos da minha diversão… eu estou brincando junto com a Gabi, outra amiguinha que eu tenho na escola. Logo em seguida, eu cansei

Adieu, Tweetbacks: Olá, Chat Catcher!

ccbblQuem me acompanha mais de perto sabe que eu venho tentando, através de plugins para o WordPress, integrar tweetbacks ao blog. Minha insistência se baseia no fato de que, caso eu venha a escrever algo interessante ou minimamente útil, essa informação será comentada por uma ou mais pessoas através do Twitter, e eu gostaria de saber a respeito. Neste aspecto, ocorre que a integração através do plugin Tweetback realmente funciona para a maioria dos serviços de URL shortening, mas falha gravemente quando alguém faz uso do migre.me, site que é cada dia mais popular entre os usuários de microblogging brasileiros.

Tal mau funcionamento recentemente me levou há alguns dias a pedir ajuda não apenas ao desenvolvedor do plugin, mas também ao desenvolvedor do serviço brasileiro. Depois de esperar por um tempo razoável sem que houvesse qualquer resposta — fato que eu honestamente compreendo perfeitamente, pois imagino que ambos estejam tão ocupados quanto eu, com seus afazeres profissionais —, resolvi voltar   batalha, buscando qualquer alternativa que me fizesse obter um maior grau de êxito com minha vontade. Foi quando esbarrei sem querer com um artigo de Ari Herzog, especialista em mídias sociais que contribui para o site americano Mashable,  onde ele descreve a forma que ele próprio utiliza para incluir citações a seus artigos em seu blog. Trata-se de um serviço chamado Chat Catcher, criado pelo programador norte-americano Shannon Whitley e introduzido no começo deste ano em um artigo de seu blog pessoal.

O título do artigo de Ari Herzog realmente diz tudo: O Chat Catcher é mesmo mais inclusivo do que os tweetbacks, uma vez que inclui em suas buscas não apenas as citações realizadas através do Twitter, mas também aquelas que estiverem dando sopa em serviços como o FriendFeed e o Identi.ca. Basta que um artigo do seu blog apareça em um destes serviços e pronto: Uma referência a ele se tornará um trackback — ou um comentário comum, se você assim preferir, postado de volta no blog original. Entre as vantagens do Chat Catcher está o fato de que ele funciona com qualquer plataforma de blog que suporte trackbacks, e, mesmo quando isso não é possível, são oferecidas alternativas de integração scriptless. Há também um plugin para WordPress, que eu já instalei e testei aqui no blog.

Integração entre o Chat Catcher e o migre.me

Uma vez realizada a instalação, o procedimento é realmente muito simples: Na verdade, a única coisa realmente necessária é ir até as opções da página do plugin e clicar o botão Register this blog. Opcionalmente você pode listar usuários que deseja excluir das pesquisas — como o seu próprio usuário do Twitter, ou algum engraçadinho que esteja lhe mandando spam — e escolher se deseja tornar cada citação a um artigo seu um trackback ou comentário comum. Uma opção que eu não poderia deixar de mencionar é a possibilidade de moderar as citações antes que apareçam no corpo do blog.

Para concluir, é importante dizer que minha decisão final por adotar o Chat Catcher e abandonar o plugin anterior se baseia no fato de que o serviço cumpre o que promete: Lidar com qualquer serviço de URL shortening, resgatando citações custe o que custar. Neste aspecto, como ilustra a figura que se encontra neste artigo, até mesmo uma citação que eu mesmo fiz através do migre.me foi competentemente capturada. E isso, meus amigos, finalmente põe fim   esta novela.

Que música é essa que eu ouvi na TV?

Sentado na confortável poltrona de sua sala de estar — ou em frente ao computador, se você também é adepto da TorrenTV —, uma música lhe chama a atenção enquanto você está colocando em dia os episódios de seu seriado favorito. É fato que você nunca a ouviu antes na vida, mas também é fato que, na sua opinião, ela é contagiante, ou, no mínimo, interessante.

Você fica se perguntando que música é essa. Quem canta. Como é a letra completa, e tudo mais. Tudo isso porquê fica, nem que seja momentaneamente, movido pela vontade de ter aquela determinada música no seu acervo.

Claire Bennet

Ontem, enquanto eu assistia aos dois minutos finais de Into Asylum (S03E21 de Heroes) — que começaram enfeitados pela bela Hayden Panettiere no papel de Claire Bennet — essa situação se repetiu: Lá estava justamente uma música que eu nunca havia ouvido antes, mas que achei ótima. Exatamente como já fiz diversas vezes no passado em situações como esta, recorri  quele que tudo sabe para satisfazer minha curiosidade.

Acabei encontrando o site Heard on TV, voltado exatamente para as pessoas que, como eu, estão com esse problema. Funciona mais ou menos assim: Os usuários do serviço submetem os títulos das músicas que ouviram em seus seriados de TV favoritos, e eles aparecem em páginas dedicadas a estes programas. Cada resultado é acompanhado de links para o YouTube e para compra online, sempre que disponíveis.

Detalhe da busca no site Heard on TVComo a coisa é baseada em colaboração, não é sempre que um episódio possui listadas todas as suas músicas: Há, aliás, muitos casos em que nenhuma música aparece listada para determinados episódios. De qualquer maneira, neste caso específico tive sorte, e, realizando minha investigação no site, acabei descobrindo que a música que ouvi é um hit de 1965, e se chama We gotta get out of this place. Interpretada pela banda americana The Animals, trata-se de um dos dois principais sucessos do grupo, que se desfez definitivamente em 1984 — o outro é uma música chamada The House of the Rising Sun.

Depois de satisfeita a curiosidade com esta música, fui explorando outros episódios de Heroes. Entre outras coisas, encontrei músicas do Fleetwood Mac, Talking Heads e até Rush. Claro que não estou incluindo aqui outras músicas, provenientes de outros seriados que eu assisto. No final das contas, a experiência acabou sendo tanto interessante quanto divertida, e me permitiu, de certa maneira, ampliar meu horizonte musical. Agora eu certamente já sei onde vou procurar da próxima vez em que assistir a alguma coisa e quiser saber mais sobre aquela música que me chamar a atenção.

Chega de Telemarketing!

Não perturbe!!No longínquo ano de 2003 eu falei por aqui do site de um serviço do governo norte-americano batizado de National Do Not Call Registry, cuja finalidade é permitir que os cidadãos do país possam escolher se desejam ou não receber ligações telefônicas de empresas de telemarketing.

Já naquela oportunidade, acometido do mal de receber quase uma dezena de ligações dessas por semana — provenientes principalmente de instituições bancárias —, desejei que um dia um serviço deste tipo começasse a ser oferecido aqui no Brasil, já que poderia atuar para os telefones como um filtro anti-spam funciona para nossas caixas de entrada. Hoje, para minha total surpresa, uma notícia divulgada pelo portal G1 me mostrou que esta realidade finalmente chegou ao Brasil, tudo graças ao PROCON paulista. Em uma cartilha de orientação publicada pela entidade em seu site está o seguinte texto:

A partir de abril/2009 o consumidor do Estado de São Paulo poderá se livrar daquelas indesejáveis ligações telefônicas oferecendo produtos ou serviços.

De acordo com a Lei 13.226/08, regulamentada pelo Decreto Estadual 53.921/08, o consumidor poderá cadastrar números de telefones fixo ou móvel, do Estado de São Paulo, que estiverem em seu nome, no “Cadastro para Bloqueio do Recebimento de Ligações de Telemarketing” gerenciado pela Fundação Procon-SP. 30 dias após a inscrição, o consumidor só poderá receber ligações de entidades filantrópicas (excluídas da referida legislação) e de empresas que tenham sua autorização por escrito.

O Decreto considera telemarketing a modalidade de oferta ou publicidade comercial ou institucional, de produtos ou serviços mediante ligações telefônicas.

O serviço de bloqueio do recebimento de ligações de telemarketing é gratuito e o prazo pelo qual seus números de telefone permanecem registrados é indeterminado. Todas as informações pessoais ficam sob sigilo, sendo que as empresas — que também podem se cadastrar — podem consultar apenas os números de telefone para os quais não podem mais ligar. Uma ótima notícia neste sentido é que os infratores estarão sujeitos a multas entre R$ 212 e R$ 3,1 milhões, previstas no artigo 57 do Código de Defesa do Consumidor.

Eu, que já não aguentava mais receber ligações aos finais de semana,   noite logo depois de chegar do trabalho e até mesmo enquanto eu estava trabalhando, já providenciei o meu cadastro e tenho tudo pra ver, finalmente, essa novela chegar ao fim.