Encipher.it: Criptografe mensagens do GMail!

É incontestável que, dia após dia, milhões de mensagens de e-mail circulam internet afora. Algumas são mais importantes, outras, menos importantes — como aquelas cansativas correntes que vez por outra lotam meu inbox, prometendo-me 7 anos de azar ou calvície certa caso eu não repasse a mensagem em questão para mais 218 pessoas nas próximas 2 horas e meia.

Se mantivermos em questão apenas as mensagens importantes — aquelas recheadas com informações ditas sensíveis, ou até mesmo confidenciaisque trocamos entre familiares, amigos ou colegas de trabalho, é seguro dizer que, pelo menos uma vez na vida que seja, quer você, como eu, use o GMail ou não, já deve ter se preocupado com a segurança do que envia através do e-mail. “E se alguém interceptar a mensagem que eu acabei de enviar?”.

Eis que, na semana passada, me deparei com uma ferramenta extremamente simples — mas, ao mesmo tempo, sofisticada —, cuja finalidade é permitir a criptografia de mensagens de e-mail. Trata-se do Encipher.it.

Quando acessamos o site do Encipher.it, nos é apresentada uma página inicial em que está contido o passo-a-passo para emprego da ferramenta na proteção de mensagens de e-mail, ou de campos texto de formulários, por exemplo. Basicamente, você deve arrastar um bookmark para sua barra de favoritos, e, em seguida, efetuar o login no site onde você deseja proteger as informações que julgar necessário.

Digita-se o texto normalmente — o conteúdo de uma mensagem de e-mail com dados confidenciais que precisem ser enviados, por exemplo — e então clica-se sobre o bookmark recentemente adicionado   sua barra de favoritos. Será solicitado que se informe uma encryption key, ou seja, uma chave de criptografia, que nada mais é do que a senha de proteção do texto recém-digitado.

Uma vez informada a senha desejada, basta clicar o botão Encrypt. Após um pequeno tempo de processamento, será exibida a nova mensagem, desta vez já devidamente protegida pelo padrão de criptografia Advanced Encryption Standard, o AES adotado para proteção de informações, entre outros, pelo governo norte-americano.

É importante notar que a mensagem criptografada traz, acima de si própria, uma  nota alertando o destinatário da mensagem de que ele, também, deverá visitar o site do Encipher.it, de maneira que possa obter o bookmark e, usando a senha combinada entre as partes, fazer a leitura da mensagem, que,   esta altura, não mais terá sido vista por olhos indevidos.

E se você se interessou pelo mecanismo do Encipher.it mas não sabe se sua senha é forte ou segura o suficiente, sempre pode fazer um teste e ter certeza.

Mantenha o computador acordado com o Caffeine

Eu simplesmente adoro certos utilitários gratuitos que circulam pela Internet, principalmente quando eles têm o tamanho extremamente reduzido e se propõem a resolver algum problema específico pelo qual estamos passando.

Trata-se justamente do caso do Caffeine.

Este pequeno notável — apenas 14kb — tem uma finalidade muito simples: Impedir que seu computador entre em modo sleep, ou que um protetor de tela — alguém ainda usa isso? —- seja ativado, devido ao tempo de inatividade do sistema operacional. E ele faz isso simulando o pressionamento de uma tecla de função a cada 59 segundos, como se alguém estivesse diante do computador, trabalhando com ele.

Mas pra quê serve isso, na prática, exatamente?

Bom, eu uso o programa para, pelo menos, duas coisas diferentes: A primeira, evitar que o monitor desligue sozinho enquanto estou assistindo meus seriados ou filmes. A segunda, evitar que entre em modo sleep durante a noite, quando, por ventura, estou realizando algum download — o que, se acontecer, pode acabar até desligando um ou mais dos HDs que possuo, impedindo que o processo se concretize normalmente.

Ah, e se você usa Mac, há um programa diferente, com o mesmo nome, e a mesma função.

Eis que estou no Google+

Faz apenas um dia que o Google anunciou o lançamento do Google+ (lê-se Google Plus) e todas as timelines do universo já estão repletas de comentários a respeito da disponibilização de convites para embarcar nesta que parece ser a resposta mais recente da empresa de Mountain View ao campo das redes sociais.

Assistir a um ou dois vídeos demonstrando o funcionamento do Google+sobretudo o do site Lifehacker, que eu reproduzo neste texto — foi suficiente, eu confesso, para que, assim que começaram os anúncios sobre convites, eu me visse   procura de alguma alma bondosa que me permitisse acessar o serviço. Neste ponto, um agradecimento muito especial ao Emerson Alecrim, que me fez a gentileza de enviar um convite via twitter.

Já há muitos sites dando detalhes sobre as características dessa nova aposta em redes sociais do Google, e assim, não vou me alongar no assunto. Apenas para saberem, dentre estas características, os Sparks — fluxos contínuos de notícias a respeito de interesses declarados de cada usuário, similar a um agrupamento de feeds RSS — e os Circles são os mais comentados, sendo este último, talvez, a grande vedete em que aposta a empresa.

Circles — ou Círculos — são, na prática, um recurso que permite a qualquer usuário que esteja presente no Google+ classificar seus contatos. Podem haver membros da família, amigos, colegas de trabalho, blogueiros, e qualquer outro tipo de círculo. A vantagem desta classificação, diga-se logo, é a possibilidade de compartilhar determinados conteúdos só com grupos específicos de contatos, trocando informações de maneira mais próxima ao que acontece na vida real. Embora o Facebook também permita tal organização de contatos — como bem mostra meu amigo Rodrigo Ghedin no blog Facebook Fácil —, devo confessar que utilizar a interface do Google+ me pareceu muito mais agradável, e essa é uma das coisas que fazem muita diferença para mim.

A tão comentada/ criticada barra superior do Google, recém-redesenhada, agora apresenta como primeiro link disponível um útil +Daniel, que, no meu caso, leva   página inicial do Google+. Na região direita, opções que, enquanto realmente se assemelham  s que o Facebook oferece, ressaltam o discurso da companhia, publicado em sites especializados esta semana, de que a unificação dos serviços do Google se dará ao redor do Plus, e por isso ele recebe este nome, tal como uma extensão do antigo Google.

No momento, esta barra permanece com as mesmas opções mesmo que você alterne entre os demais serviços, como Reader, ou News, dando indícios de que será possível compartilhar, em breve, qualquer coisa ao redor da web através do Google+, o que talvez signifique sim, uma — pequena? — pedra no sapato do Facebook.

O mais importante, acredito, seja declarar, sinceramente, que de maneira nenhuma, enquanto navegava pelo Google+, me lembrei de experiências anteriores que tive com o Google Wave ou o Buzz. Eu sei que ainda estamos na fase de admiração — pudera, faz apenas 1 dia, lembram? —, esperando sair o cheiro de carro novo, mas acredito no potencial da nova rede social do Google, e vou ficar   espera de novidades que me permitam ser, como direi… cada vez mais social com ela. Que a nova rede social do Google uma longa vida.

Para concluir, com relação   disponibilização de convites para o Google+, a opção de envio foi removida pelo Google, acreditem, durante o tempo que passei preparando este texto — talvez uma prova de que muita gente, movida ou não meramente pela curiosidade, estivesse adentrando o recinto, superando as expectativas da empresa americana; ou, simplesmente, de que eu ultrapassei algum limite que não conhecia. De qualquer maneira, é resta aguardar que a disponibilização de convites volte em breve.

Tinysubs, o agregador de legendas

Se você, assim como eu, costuma acompanhar pelo menos um seriado de televisão através de arquivos baixados da internet, então já deve ter ouvido falar do legendas.tv. É lá que normalmente estão todas as versões possíveis e imagináveis de legendas para qualquer episódio de seriado ou filme que eu queira ver, bastando baixá-las para que a diversão comece.

Acontece que nem sempre as legendas estão disponíveis de imediato para serem baixadas, e isso ocorre principalmente por conta da existência de diversos grupos voluntários que se encarregam das traduções, cada qual com diferente número de membros, e cada membro com diferentes atribuições e rotinas diárias. Isso faz com que legendas de uma série que vai ao ar  s segundas-feiras nos EUA só fiquem disponíveis na quarta ou quinta-feira da mesma semana.

Não há nada de errado com isso, é bom que eu diga logo: Na verdade, normalmente espero pacientemente pelo trabalho destes grupos, o qual deve-se sempre reconhecer. No entanto, sou dono de uma insistente ansiedade, e, dependendo da série que acompanho, e da qualidade do cliffhanger [foot]Cliffhanger é um recurso utilizado pelos roteiristas de uma série em que se coloca um dos personagens principais em uma situação precária, perigosa, ou que traz um dilema, ou ainda, uma grande revelação. Utiliza-se tal artifício para tentar garantir, com suspense, que o público se interessará em voltar a acompanhar a série para saber como o personagem resolveu a questão.[/foot] imposto pelos roteiristas, quero ver o desfecho ou a continuação de um arco de histórias o mais breve possível — sendo que essa brevidade normalmente não bate com o prazo dos grupos de tradução de legendas. Neste tipo de situação, costumo recorrer ao Addic7ed , que disponibiliza versões de legendas para os episódios em vários idiomas, sobretudo o próprio inglês. Faço o download e assisto em inglês mesmo — o que é bom, também, para evitar que a língua enferruje, ao mesmo tempo que a mantém em dia, com novas expressões e gírias.

O que eu não sabia, no entanto, era de um serviço chamado Tinysubs, que funciona como um agregador de legendas para filmes e seriados, em diversos idiomas. Dentre os sites indexados pelo serviço estão o já citado Addic7ed e o Open Subtitles, além de uma série de outros, a maioria desconhecida para mim.

A interface do Tinysubs é muito simples. Tão simples que não há nada, praticamente, a dizer sobre ela: Você simplesmente informa o nome da série, preferencialmente acompanhado pelos números de temporada e episódio procurados, e o idioma desejado. Você também pode escolher um entre os diversos sites indexados para busca — o legendas.tv não faz parte da coleção, no entanto — antes de iniciar a pesquisa. Ah, e se quiser, páginas específicas com os últimos filmes e as últimas séries a terem suas legendas disponibilizadas podem facilitar sua busca.

A idealização de um agregador de legendas é, certamente, muito bem vinda. Eu, que imaginava que este tipo de serviço normalmente era criado apenas para buscas de arquivos torrent, fiquei muito satisfeito.

WriteMonkey e Markdown

Recentemente eu comecei a usar o WriteMonkey para escrever alguns textos. O aumento de produtividade que eu tive ao usar esse pequeno — e gratuito — editor de texto foi realmente bem grande, isso porquê ele simplesmente remove tudo da tela, e não deixa que eu me distraia.

Por “remover tudo“, entenda exatamente isso: Ao acionar o programa, este simplesmente aparece em tela cheia, com um fundo escuro, e um cursor claro piscando, opções que podem ser customizadas   vontade posteriormente.

Não há menus, não há barra de títulos, não há barras de  ferramentas, e, se você estiver em plena atividade de digitação, não há nem mesmo a velha e conhecida barra de status. Isso acaba por transformar o WriteMonkey em um editor de texto puro, tal como seria o próprio Bloco de Notas do Windows, por exemplo Mas tudo isso tem o propósito, como eu já disse, de permitir que você se foque naquilo que se propôs a fazer, ou seja, escrever.

Você pode se perguntar: Se o WriteMonkey é similar ao Bloco de Notas, então porquê eu simplesmente não uso esse último, e pronto? Bem meu principal argumento na verdade se divide em dois pontos:

  1. O WriteMonkey suporta linguagens de marcação de texto puro, mais precisamente Markdown (que eu particularmente prefiro e abordarei no texto), e Textile. A vantagem de tal suporte é que eu posso inserir formatação de texto no meio do que estou escrevendo, usando caracteres comuns como um par de underscores (_) para itálico, ou um par duplo de asteriscos (*) para negrito. Você pode posteriormente exportar o resultado digitado para programas como o Word, ou então salvar o texto formatado em XHTML, ou HTML.
  2. O programa é charmoso, portable e, de quebra, pode ser configurado para acrescentar   digitação sons de máquina de escrever, ou de um ZX Spectrum. Para o nostálgico, esse último ponto, aliás, é quase um must.

E como integrar o WriteMonkey com o WordPress?

Isto dito, surge uma questão deveras interessante: Como fazer para que os textos digitados no WriteMonkey migrem para o WordPress da maneira mais seamless possível?

Bem, uma das respostas para isso é um plugin, o Markdown on Save, que simplesmente integra ao editor de posts uma pequena caixa de texto a ser marcada pelo usuário caso o texto por ele digitado contenha formatação Markdown.

Uma vez marcada a opção, você pode salvar seus textos colados do WriteMonkey no WordPress e visualizá-los. Posteriormente, pode inserir imagens normalmente, pois a conversão de Markdown para HTML, apesar de não exibida no editor, será realizada instantaneamente pelo plugin e armazenada separadamente no banco de dados, de maneira que se você resolver remover o plugin, terá toda a versão normal do texto de volta.

Há opções ainda mais avançadas, é verdade. Para os verdadeiramente aficionados por Markdown, há o plugin Markdown Quicktags, que substitui o editor HTML padrão da ferramenta por um editor com as tags próprias da linguagem de marcação, permitindo renderizar o texto em HTML a qualquer momento, e vice-versa.

Uma última nota, como bônus

Percebi que a sintaxe da linguagem Markdown existente no menu de contexto do WriteMonkey está, na verdade, equivocada, pois induz quem quer negritar uma palavra a fazê-lo colocando-a entre dois asteriscos, um de cada lado — o que, na verdade, é a sintaxe do itálico.

Esta bola, aliás, já foi recentemente levantada no fórum do programa, e a resposta do desenvolvedor foi a seguinte:

Yes, the current markup for bold and italic differs a little from Markdown standard. This is because those two (and underline which is not supported by Markdown) were there even before I implemented complete rules. Didn’t want to change that…

Admito. É uma falha perdoável, e eu posso viver com isso.

Feeds completos num piscar de olhos!

Estava navegando aleatoriamente pelos links populares do Pinboard há pouco quando me deparei com um serviço extremamente interessante, o Full Text RSS Builder.

Trata-se de um conversor de feeds RSS resumidos em versões completas. A utilidade de um serviço como este pode parecer questionável para algumas pessoas, mas a verdade é que, quando se está utilizando o celular ou outro gadget portátil para se acessar a internet — como eu venho fazendo muito, aliás —, é muito mais prático poder acessar a notícia ou texto inteiro de uma única vez, sem que seja necessário visitar o site original, o que consumiria mais banda, por exemplo.

Para colocar o Full Text RSS Builder   prova, resolvi usar o feed RSS de um site do qual eu gosto muito — o Lifehacker. A ideia surgiu não apenas por conta de meus constantes acessos ao feed do site através do iPhone — cuja saída típica está ilustrada ao lado, com excerpts dignos de qualquer feed RSS resumido —, mas também por conta do recente rearranjo de layout executado na homepage, que, para mim, deixou a navegação por lá deveras impraticável. Assim sendo, nada melhor do que um feed completo para evitar visitas, não é mesmo?

Basicamente, tudo o que o Full Text RSS Builder solicita de quem acessa seu site é um endereço de feed resumido. Desta maneira, colando o do Lifehacker por lá, obtive um novo endereço RSS, com o conteúdo completo dos artigos. Abaixo, uma imagem parcial capturada do Google Reader no Firefox, para comprovar a transformação de um dos artigos do feed. Ah, o próprio serviço também exibe uma prévia do feed completo, mas em um frame que é muito estreito.

Aprovado, e devidamente copiado para os meus bookmarks no Pinboard.

Que pena tu vida

Fiquei devendo, dias atrás, escrever sobre Que pena tu vida, uma comédia romântica chilena da qual ouvi falar meio que por acaso, enquanto navegava web afora.

O motivo do filme ter me chamado a atenção, aliás, é sua forma de incluir ao longo da trama o que se pode definir como pitadas de tecnologia — afinal, como se desconectar de alguém em uma era em que estamos sempre conectados? é o tema central da história.

Sofía é o grande amor de Javier. Ele tem certeza de que ela é a mulher certa pra se casar e passar o resto da vida. Aos poucos, o amor dos dois vai se tornando uma realidade, em um mundo em que tudo é cor de rosa e os dias ensolarados. Até, é claro, que o tempo vira.

E quando o amor acaba, somos levados a descobrir o que pode acontecer quando uma relação é totalmente baseada em ferramentas web e redes sociais como o Twitter e o Facebook, e os efeitos que se dão na vida de um jovem de 29 anos que de uma hora pra outra se vê sem a namorada de seus sonhos e sem emprego e que, quando cai em si novamente e resolve pedir perdão, descobre que pode já ser tarde demais.

Enfrentar uma vida de solteiro é possível quando você está as voltas com as lembranças — e não só no mundo real, mas também no virtual? Assisti a Que pena tu vida imaginando que iria encontrar uma certa linha de história, e, na verdade, me deparei com outro raciocínio, o que, na verdade, não demerita o filme em absolutamente nada. Pelo contrário, a mistura de humor com drama na medida certa, proporcionada pelo diretor Nicolás López é algo que me agradou do início ao fim, e que realmente me prendeu na cadeira — ou melhor, no sofá — até o final da história.

Se você ainda não viu, eu recomendo, e muito.

Você não entendeu “A Origem”?

Há alguns minutos terminei de assistir “A Origem” (Inception, 2010), filme dirigido, produzido e escrito por Christopher Nolan, que, caso você não saiba, é a mesma mente por trás dos filmes Batman Begins e The Dark Knight, ambos sobre o homem morcego. Sei que o filme já está por aí há um certo tempo agora — estreiou em julho do ano passado, mas resolvi escrever este texto não exatamente para fazer uma review a respeito, mas sim para registrar pensamentos próprios que não quero que se percam.

Porque?

Meus pais, que viram o filme há poucos dias em casa, acreditem, simplesmente dormiram durante a exibição — e não quiseram saber mais dos acontecimentos, depois, porquê classificaram a história como sendo chata. Para tentar provar o contrário, e visando (tentar) auxiliar quem também tenha a mesma opinião, ou tenha ficado perdido no meio do caminho, criarei, baseado em meu próprio entendimento da história, este texto.

E agora, vamos ao que interessa.

— IMPORTANTE: Não leia se você ainda não viu o filme.

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Cubeduel: “E te direi quem és”

Se você acha que conhece a opinião de seus colegas de trabalho a seu respeito mas tem coragem suficiente para colocar isso   prova, então pode ser que algumas rodadas de Cubeduel sejam exatamente o que você está procurando. O novo serviço, criado como passatempo por dois desenvolvedores de Seattle, entrou no ar esta semana e se tornou uma espécie de febre, alcançando mais de 240 mil usuários inscritos apenas em suas primeiras 36 horas de funcionamento.

A história é simples: Você entra no site e se conecta diretamente com seu perfil do LinkedIn. Em questão de poucos segundos, começam a ser apresentados os perfis de pessoas que trabalham — ou que já trabalharam — com você, em fichas resumidas que me fizeram lembrar — é sério — as cartas de Super Trunfo. Tudo o que você precisa fazer, a partir daí, é responder a uma simples pergunta: Com quem você preferiria trabalhar?

Após 20 respostas no melhor estilo Hot or Not — que são todas anônimas —, o site libera o acesso ao seu próprio perfil, para que você possa ver o que seus colegas pensam a seu respeito. Como são necessários pelo menos 4 votos para que o sistema gere estatísticas suficientes, pode ser que você precise enviar um link para votarem em você, para que só então você tenha as respostas que deseja.

O interessante da votação é que ela é completamente anônima. Assim sendo, por mais que eventualmente seja despertado o lado obscuro do ser humano, não é possível fazer comentários a seu respeito — só mesmo indicar se você é preferido pelas pessoas ou não. E há até o registro dos empregados mais bem colocados, ou seja, os melhores da empresa. Quem sabe, no fim das contas, pode ser divertido.

(Ah, sim… e se você por acaso já trabalhou, ou trabalha comigo, entre em contato que eu envio o meu perfil)

Você conhece os Toylet Games?

Num futuro próximo, quando eu estiver andando na rua e der aquela vontadezinha de ir ao banheiro, eu poderei recorrer a um banheiro público equipado com videogames embutidos no mictório logo ali adiante.

Para que isso possa acontecer, basta que duas invenções, uma criada pela SEGA e batizada de Toirettsu e  a outra, com nome deveras original — Toylet —, criada pela Sony, caiam no gosto popular. No momento, as duas disputam a preferência do público japonês instaladas em metrôs na capital daquele país, pelo menos até o final deste mês de janeiro. Ambas as soluções contam com sensores que dão aos mictórios não apenas a capacidade de identificar se alguém está lhes direcionando um jato, como também com qual intensidade.

Estas informações são úteis para o jogador, que, munido de uma tela LCD no nível dos olhos, tenta se dar bem em proezas propostas por minigames em que ele deverá apagar incêndios ou tirar leite do nariz, por exemplo. Há até a possibilidade de, com a força de um jato, controlar a velocidade do vento que sopra levantando a saia de uma garota.

O equipamento desenvolvido pela Sony pode até ser considerado mais avançado, porquê conta com porta USB para que pen drives possam ser inseridos, com a finalidade de armazenar jogos e recordes, por mais que a ideia possa parecer, bem — nojenta.

Sinceramente, fico me perguntando quanto tempo leva para alguém urinar, e se, ao experimentar uma invenção dessas, alguém voltaria para uma segunda rodada, ou se viciaria. Se isso for realmente uma tendência, fico pensando nas esposas desavisadas, que vão acabar estranhando tanta demora masculina para ir ao banheiro — ou tanta frequência. De qualquer maneira, o interesse de duas gigantes da tecnologia só pode indicar (será mesmo?) um novo nicho de mercado.

Falling Skies: The Walking Dead com alienígenas

Nem bem acabo de assistir aos 6 episódios da primeira temporada de The Walking Dead — me acostumando   ideia de que um apocalipse zumbi varreu os quatro cantos da Terra transformando a quase todos em comedores de qualquer coisa viva que se movimente por aí — e me deparo com a mais nova criação de Steven Spielberg, chamada Falling Skies, uma série da TNT cuja de exibição prevista é junho de 2011.

De acordo com o site oficial, os acontecimentos da série se iniciam após a ocorrência de um ataque alienígena que deixou a maior parte do Planeta Terra completamente incapacitado. Durante os seis meses que se passam após a invasão inicial, os poucos sobreviventes se reuniram em grupos fora das grandes cidades, para começar a difícil tarefa de contra-atacar. Cada dia vivido por eles é um teste de sobrevivência — enquanto pessoas comuns se tornam soldados para proteger aos que amam.

Depois do apocalipse zumbi, é a vez do apocalipse alienígena.

Agora me digam se vocês já viram isso em algum lugar. Como li em alguns sites por aí, é verdade que The Walking Dead concluiu sua primeira temporada sendo aclamado por público e crítica, e que isso inevitavelmente traria   tona o surgimento de alguns competidores. Só não imaginei que a coisa fosse ser tão rápida assim.

http://www.youtube.com/watch?v=39eegoYnH9s

Assistindo ao trailer de Falling Skies, fiquei pensando em escrever sobre quantas similaridades existem entre as duas séries — quando encontrei uma lista pré-compilada, e concordei com cada um dos itens ali citados, que reproduzo a seguir:

Both shows have a big movie name attached.
The Walking Dead has Frank Darabont. Falling Skies has Steven Spielberg. Who needs huge movies when you’ve got cable television?

The tragedy has already happened, and we watch the survivors deal with the aftermath.
With the alien invasion explained only by children’s drawings and stories, we can count on Falling Skies to follow The Walking Dead‘s lead by focusing on post-attack survival.

Society abruptly crumbles, leaving the characters to fight evil creatures and nature for survival.
Without the comforts of civilization, both The Walking Dead and Falling Skies show humans struggling to survive both murderous attacks and a lack of hot showers.

Cities are really, really bad places to be.
In The Walking Dead, the cities were overrun with zombies, turning an urban stroll into near suicide. In Falling Skies, the cities seem to be alien targets, prone to electro-magnetic bursts and impressive explosions.

The world is suddenly and inexplicably overwhelmed by evil hordes who just want us dead.
Why are they here?

So not important. The key is that they want us dead in time for lunch.

Fraught romances struggle to survive amidst the doom of humanity.
The Walking Dead‘s Rick Grimes had his ex-partner-cheating wife. Noah Wyle’s professor seems to have a good thing going with child therapist Anne Glass. I guess the threat of becoming lunch just puts people in a romantic mood?

The central figure is a father whose first priority is protecting his family.
The hero is strong and brave. But Noah Wyle’s history professor is — much like Grimes — a family man first. Aliens or zombies may invade, but you’ve got to look out for the kids.

Shooting the evil creatures in the head seems to work pretty well. As long as there aren’t a whole bunch of them.
Arriving in the millions, the aliens have decimated the Earth. Individually, however, you can shoot them in the head. Kind of like how one zombie is easy, while hordes of them will eat you.

The aliens seem to be into eating people.
These aliens might as well be zombies from outer space. All they want to do is kill and eat.

Esta é a melhor de todas: There’s no particular reason for any of it.
According to the trailer anyway, the aliens have invaded Earth to wreak havoc and to eat humans. Why they would travel across the vast reaches of space just to munch on Earth-treats makes about as much sense as a sudden influx of zombies.

E na sua opinião? Qual será o próximo apocalipse retratado em uma série de TV? Enquanto penso a respeito, pensarei também se vou querer dar uma chance ao seriado — talvez sim, é verdade, principalmente se levarmos em conta que ele estreará antes do retorno de The Walking Dead, de qualquer maneira.

Capture as telas do seu iPhone

Uma das atividades mais corriqueiras no meu dia-a-dia é, acreditem, capturar telas — elas são úteis para escrever tutoriais e documentação em geral, e se você também faz isso diariamente, sabe bem do que eu estou falando. Para realizar minhas capturas diárias no PC tenho meu programa favorito, o mesmo sobre o qual  já comentei por aqui há certo tempo atrás. Mas como fazer capturas de tela num iPhone?

Ilustrar artigos do blog ou tutoriais com imagens tiradas do meu próprio smartphone — sem a necessidade, portanto, de usar aquela mesma surrada imagem disponível na Apple Store ou em algum outro site por aí afora — seria muito legal. Também seria interessante, confesso, mandar screenshots ao desenvolvedor de algum programa que estivesse apresentando problemas, por exemplo, ou registrar recordes de games no Twitter. As possibilidades são enormes, e você já entendeu.

Eis que, por sorte, a captura de tela num iPhone não requer prática nem habilidade e pode ser realizada em apenas duas etapas, tal como ilustrado acima — de uma maneira, aliás, bem auto-explicativa.

Uma vez realizados os passos descritos na imagem, a tela capturada ficará automaticamente disponível na Fototeca do seu iPhone. Para acessá-la, basta clicar em Fotos e, em seguida, sobre Rolo da Câmera — e, a partir daí, enviá-la por e-mail, Twitter, ou mesmo baixá-la para seu computador e realizar edições antes de publicá-la em algum lugar — como no blog, por exemplo 🙂