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	<title>The Back-up Brain Weblog</title>
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  <title>The Back-up Brain Weblog</title>
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		<title>TinEye: (Quase) nenhum logotipo é páreo para ele!</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 05:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje no escritório, durante a hora do almoço, um amigo nos chamou para que tentássemos ajudá-lo a completar um desafio. Tratava-se de conseguir completar o já extremamente famoso Jogo dos Logotipos. Você provavelmente também já deve ter se deparado com ele:  Em uma simples planilha do Excel, são exibidas 99 imagens que representam parcialmente algum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje no escritório, durante a hora do almoço, um amigo nos chamou para que tentássemos ajudá-lo a <em><strong>completar um desafio</strong></em>. Tratava-se de conseguir completar o já extremamente famoso <a title="Versão que pode ser visualizada no site do Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/6710526/Jogo-Das-Logos-Branco"><strong>Jogo dos Logotipos</strong></a>. Você <em>provavelmente </em>também já deve ter se deparado com ele:  Em uma simples planilha do Excel, são exibidas<strong> 99 imagens </strong>que representam parcialmente algum logotipo famoso, e nosso trabalho é adivinhar qual é a marca sendo representada.</p>
<p>Eis que começamos a nos <strong>empenhar arduamente </strong>para ajudá-lo a identificar os logotipos que estavam faltando &#8212; aliás bem poucos, eu devo confessar. Um acerto aqui, alguns erros a mais, e desconfiamos que as últimas respostas não seriam <strong>nada fáceis </strong>de se obter. Um amigo inclusive chegou a brincar, dizendo que devíamos usar o <strong>Google Image Search </strong>para nos ajudar, mas de uma forma <em>a princípio bem inusitada</em>. Ele comentou que deveria existir alguma maneira de &#8220;<em>mandarmos uma imagem pra lá, e a partir dela obter vários resultados que nos dessem pistas a respeito do que estamos procurando</em>&#8220;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2630" title="Detalhe de parte dos logotipos do jogo" src="http://danielsantos.org/images//2009/07/logotipos.jpg" alt="Detalhe de parte dos logotipos do jogo" width="480" height="286" /></p>
<p>É claro que demos boas risadas depois de pensar na idéia. Mas eis que, como mais pura prova de que &#8212; pelo menos às vezes &#8212; nossos desejos <strong>podem se tornar realidade</strong>, acabei encontrando agora há pouco &#8212; e <strong>totalmente sem querer</strong>, acreditem!<strong> </strong>&#8212; um site de <strong>busca reversa</strong> de imagens, <a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong>chamado TinEye</strong></a>.</p>
<p>Assim como descrito <a title="TinEye FAQ" href="http://tineye.com/faq">em seu FAQ</a>, a proposta do serviço é bem simples: A partir de uma imagem que você possua em seu computador &#8212; ou que esteja localizada na própria web &#8212;  é criada uma pequena <em>assinatura digital </em><strong>exclusiva</strong>, apelidada carinhosamente de <em>impressão digital</em>. Esta <strong>assinatura </strong>é então rapidamente comparada com cada outra imagem que esteja indexada, em busca de similaridades &#8212; mesmo que as assinaturas coincidam <em>apenas parcialmente</em>. Na prática, uma imagem parcial que seja submetida pode encontrar a imagem <strong>total</strong>, até mesmo em versões de maior resolução.</p>
<p>Ainda segundo descrito no próprio site do <a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong> TinEye</strong></a>, entre suas várias aplicações estão a possibilidade de descobrir <em>de onde uma imagem veio</em>, descobrir <em>com que diferentes aparências </em>ela é apresentada na web, localizar páginas que<em> usam uma imagem criada por você</em>, ou descobrir versões <em>modificadas e/ou editadas</em> de imagens originais. É claro que, dentre estas possíveis aplicações, logo me veio à mente a idéia de <strong>testar o grau de auxílio</strong> que eu obteria do serviço para completar um <strong>Jogo dos Logotipos</strong>. E lá fui eu, com um espírito sobretudo disposto a ver até onde essa brincadeira me levaria.</p>
<p><img class="size-full wp-image-2631 alignright" title="Quem não conhece?" src="http://danielsantos.org/images//2009/07/x.jpg" alt="Quem não conhece?" width="198" height="125" />Comecei com um logotipo que <strong>já conhecíamos</strong>: Com a ajuda <a title="O PicPick é nota 10!" href="http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/28/o-picpick-e-nota-10/">do magnífico PicPick</a>, recortei da planilha &#8212; que o autor originalmente <strong>protege </strong>justamente para que não seja possível <strong>copiar</strong> imagens ou <strong>visualizar </strong>as respostas corretas &#8212; parte de um logotipo muito famoso ao redor do mundo. Em seguida, enviei o arquivo gerado para os servidores do <a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong> TinEye</strong></a>, e obtive uma &#8212; ou, na verdade, várias &#8212; <strong>respostas matadoras</strong>, como é possível perceber a seguir:</p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/07/hsbc_logo_tineye.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2632" title="hsbc_logo_tineye" src="http://danielsantos.org/images//2009/07/hsbc_logo_tineye-484x500.jpg" alt="hsbc_logo_tineye" width="484" height="500" /></a></p>
<p>Com a <strong>resposta correta</strong> em mãos, foi o momento de partir para alguns <strong>outros logotipos </strong>que estavam na planilha, desta vez tratando de me focar naquelas respostas que meu amigo ainda não tinha obtido quando nos chamou para ajudá-lo, entre elas, as marcas dos logotipos abaixo:</p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/07/teste_logotipos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2634" title="8 logotipos a mais que testei com o TinEye" src="http://danielsantos.org/images//2009/07/teste_logotipos.jpg" alt="8 logotipos a mais que testei com o TinEye" width="296" height="463" /></a>Tendo como base a figura a cima, da esquerda para a direita, <a href="http://tineye.com/search/2a5eed0edfaf6439b3bd47dfc922538ae4eb14cc"><strong>encontrei 26 resultados</strong></a> para o logotipo da <strong>Cisco Systems</strong> e <a href="http://tineye.com/search/755574c8741aab33e8b8464b13f9e4a46ae93958"><strong>outros 31 resultados</strong></a> para o logotipo da <strong>Timberland</strong>. O logotipo da <strong>Danone</strong> aparentemente é menos difundido através da grande rede, uma vez que obtive <a href="http://tineye.com/search/7f747b84fd8d59dc166de2b5b0576945f92b7e2c"><strong>míseros 9 resultados</strong></a> quando o procurei. De qualquer maneira, isso não foi nada comparado <strong>à total falta de resultados </strong>com a qual me defrontei logo em seguida:</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://danielsantos.org/images//2009/07/tineye_image_too_simple.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2635" title="Image too simple!!" src="http://danielsantos.org/images//2009/07/tineye_image_too_simple-500x189.jpg" alt="Image too simple!!" width="450" height="170" /></a></p>
<p>No caso do logotipo da <strong>Basf</strong>, o <strong><a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong>TinEye</strong></a> </strong>simplesmente não conseguiu gerar nenhum resultado, e usou como justificativa o seu mecanismo de criação de <em>assinaturas digitais </em>das imagens que são submetidas ao serviço: <em>TinEye requires a <strong>basic level of visual detail </strong>to properly fingerprint your image. Try uploading a larger or uncropped version if possible, or another more detailed image</em>. Outra explicação que acompanha o erro é a de que certos sites <em>mascaram </em>suas imagens, colocando-as por detrás de uma camada <strong>vazia </strong>ou <strong>transparente</strong>, sendo estes casos em que a busca não é efetiva, sendo recomendada a submissão de outra imagem, proveniente, por exemplo, de outro site.</p>
<p>Os dois resultados subsequentes, logotipos, respectivamente, da <strong>Tetrapak </strong>e da <strong>Polaroid</strong>, também <strong>não constituíram</strong>, para mim, <strong>uma busca bem sucedida</strong>. No primeiro caso, o argumento apresentado pelo serviço foi o de que <em>seu banco de dados de imagens ainda é muito pequeno</em> &#8212; só uma fração, comparado à todas as imagens disponíveis na web. No entanto, o <strong><a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong>TinEye</strong></a> </strong>nos encoraja a tentar a mesma busca <em>mais tarde</em>, visto que sua base de dados está sempre em expansão. No caso do logotipo da <strong>Polaroid</strong>, a mensagem apresentada foi, também, a de que tratava-se de uma imagem <em>pouco complexa </em>para a criação de uma <em>fingerprint</em>. <strong>Hunf</strong>.</p>
<p>Felizmente, as duas últimas buscas voltaram à linha das identificações positivas: O logotipo da <strong>Copag <a href="http://tineye.com/search/10bf60edb511c47d3553ba55bf7c5b7ae42aef4e">forneceu 9 resultados</a></strong>, enquanto que o da <strong>Starbucks</strong>, o logotipo com maior número de ocorrências dentre aqueles que eu busquei, afastou qualquer dúvida com relação à sua identidade, <a href="http://tineye.com/search/83f677830575331e0b44f4a4a3e1eed67eb8b693"><strong>após apresentar 71 resultados</strong></a> que a suportavam.</p>
<p>Não posso deixa de mencionar que o <strong><a title="Image Search Engine" href="http://tineye.com/"><strong>TinEye</strong></a></strong> também conta <a href="http://tineye.com/plugin">com um plugin para Firefox</a>, que basicamente permite comparar imagens encontradas em qualquer página da web com várias outras, para poupar o trabalho de ter que navegar até o site. No final das contas, essa <strong>brincadeira com os logotipos</strong> serviu apenas como <em>pano de fundo </em>para demonstrar o quanto pode ser interessante contar com uma ferramenta de <strong>busca reversa </strong>de imagens. Se não para qualquer das aplicações práticas defendidas pelos seus desenvolvedores, pelo menos para garantir algumas horas de diversão <a title="TinEye Cool Searches examples" href="http://tineye.com/cool_searches">com buscas bem interessantes</a>&#8230;</p>
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		<title>Fling: Rápido e Inteligente!</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 06:13:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje, depois de passar por mais uma daquelas periódicas faxinas que todo usuário que se preze precisa fazer no seu computador, me dei conta de que, por um deslize anterior de minha parte, estava sem nenhum software instalado para fazer backups, o que, convenhamos, não é nada esperto.
Embora nestes casos eu costume recorrer ao Cobian [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright size-full wp-image-2625" title="bs" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/bs.jpg" alt="bs" width="150" height="198" />Hoje, depois de passar por mais uma daquelas periódicas <em>faxinas </em>que todo usuário que se preze precisa fazer no seu computador, me dei conta de que, por um deslize anterior de minha parte, estava sem nenhum software instalado para <strong>fazer backups</strong>, o que, convenhamos, não é nada <strong>esperto</strong>.</p>
<p>Embora nestes casos eu costume recorrer ao <a href="http://www.educ.umu.se/~cobian/cobianbackup.htm">Cobian Backup</a> &#8212; uma solução que não apenas é <em>freeware </em>mas também<em> </em><strong>ultra-poderosa</strong> &#8212;, certos problemas recentes com <strong>consumo de memória</strong> me fizeram pensar duas vezes antes de ir em frente e instalá-lo novamente por aqui. Ao invés disso, após um pouco de procura, me deparei com um programa chamado <a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong>Fling</strong></a>.</p>
<p>Segundo seus desenvolvedores, trata-se de um software que ajuda na automação de tarefas de <em>upload </em>ou transferência de arquivos, podendo ser usado, entre outras coisas, para a manutenção de <em>websites </em>ou backup de arquivos, inclusive através de <strong>FTP</strong>. Embora as características sejam bastante similares às do <a href="http://www.educ.umu.se/~cobian/cobianbackup.htm">Cobian</a>, pelo menos uma coisa chama a atenção logo no início: o <strong>tamanho </strong>dos downloads: O <a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong>Fling</strong></a> tem cerca de <strong>230kb</strong>, contra praticamente <strong>10Mb</strong> de seu competidor.</p>
<p>Além disso, ele é acima de tudo, <strong>simples</strong>. Abaixo está a tela inicial, exibida logo que abrimos o programa:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2621" title="Fling Wizard" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/fling_wizard.png" alt="Fling Wizard" width="483" height="361" /></p>
<p>Através de um assistente muito simples, podem ser escolhidas tarefas como realizar backups entre dois discos rígidos, entre drives de rede ou ainda entre uma máquina local e outra <em>na internet </em>&#8212; neste caso, um servidor com conexão <strong>FTP</strong>.</p>
<p>Também é possível automatizar a transferência de arquivos entre uma <strong>mídia fixa</strong> e um <strong>drive</strong> <strong>USB</strong>,  o que, apesar de eu ainda não ter tentado, me lembrou automaticamente de copiar as minhas séries favoritas para carregar por aí sempre que eu fizer um novo <em>download</em>.</p>
<p>Após a seleção da tarefa que se deseja realizar, é necessário informar algumas configurações, mas nada muito complicado. No exemplo abaixo, configuro uma conexão com um servidor FTP &#8212; que pode ser realizada também por <em>Secure FTP </em>&#8212;, para a transferência de arquivos que se encontram em uma pasta local chamada <strong>Importantes</strong>, e que serão copiados para uma pasta remota, chamada <strong>backup</strong>.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2623" title="Propriedades do Fling" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/fling_properties.png" alt="Propriedades do Fling" width="490" height="480" /></p>
<p>O próximo passo consiste em configurar a <em>periodicidade </em>na qual desejamos que a cópia de arquivos ocorra. A maneira mais simples de fazer as coisas funcionarem é acionar o <a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong>Fling</strong></a> sempre de forma manual: Um atalho na <strong>Área de Trabalho</strong> é criado para cada novo <em>job </em>que se cria, e basta então acioná-lo para colocar o programa em funcionamento.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2624" title="O Atalho" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/atalho_fling.png" alt="O Atalho" width="80" height="79" />No entanto, o programa roda como um <em>serviço </em>do Windows, e por isso pode ser configurado para <em>monitorar </em>alterações em uma pasta, quer seja a intervalos regulares, ou, <strong>o meu favorito</strong>, constantemente, realizando o backup a cada alteração reconhecida pelo programa.</p>
<p>Uma vez determinadas todas as configurações, o <a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong>Fling</strong></a> fica <em>residente </em>na memória, apenas esperando para que possa entrar em ação. Sua assinatura na memória, aliás, é praticamente imperceptível, o que considero outro de seus <strong>diferenciais</strong>.</p>
<p>Finalmente, ao perceber um evento que dispare a <strong>necessidade </strong>de backup &#8212; como, no exemplo acima, a gravação de um arquivo na pasta selecionada &#8212;, o programa entra em ação e começa a copiar arquivos automaticamente.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2626" title="Interface principal do programa" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/fling_main.png" alt="Interface principal do programa" width="485" height="523" /></p>
<p>No final das contas, há <em>qualidades suficientes </em>para que o programa possa desbancar o meu &#8212; até então &#8212; favorito,  <a href="http://www.educ.umu.se/~cobian/cobianbackup.htm">Cobian Backup</a>. É verdade que este último conta com a possibilidade de <strong>compactar </strong>os arquivos que estão sendo incluídos no <em>backup</em>, recurso que o <a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong>Fling</strong></a> não possui. No entanto, este pequeno notável conta com facilidade de configuração, <strong></strong><a title="Fling Homepage" href="http://www.nchsoftware.com/fling/index.html"><strong></strong></a>interface leve e simples, e a possibilidade de, uma vez configurados, poder praticamente <strong><em>esquecer </em></strong>que os backups existem.</p>
<p><strong>Nota 10.</strong></p>
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		<title>Os livros favoritos da minha infância</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 06:31:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[From the brain]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[nostalgia]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aqueles raros momentos em que um simples bate-papo com amigos começa a trazer uma série de boas recordações à tona? Pois bem. Esta semana, isso aconteceu comigo enquanto começamos a discutir, na hora do almoço, lá no trabalho, sobre gostar ou não de ler.
Embora eu não comente muito sobre leitura por aqui &#8212; talvez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aqueles <em>raros momentos </em>em que um simples bate-papo com amigos começa a trazer uma série de boas recordações à tona? Pois bem. Esta semana, isso aconteceu comigo enquanto começamos a discutir, na hora do almoço, lá no trabalho, sobre <strong>gostar ou não de ler</strong>.</p>
<p>Embora eu não comente muito sobre leitura por aqui &#8212; talvez pelo fato de, atualmente, estar com muito menos tempo livre para ler do que <em>realmente gostaria </em>&#8212;, <strong>eu gosto muito de ler</strong>. Aliás, eu costumo dizer que leio qualquer coisa que me caia em mãos &#8212; menos a lista telefônica, é claro.</p>
<p>Nunca cheguei a me perguntar sobre quando foi <em>exatamente</em> que meu gosto pela leitura <strong>começou</strong>. No entanto, observar meu pai sempre às voltas com livros, revistas e jornais em casa e ter a sorte de ter tido contato com uma série de bons títulos quando eu era criança, lá na escola onde eu estudei, com certeza contribuíram totalmente para o fato.</p>
<p>Depois de citar alguns títulos dos quais me lembrei <em>quase que instantaneamente </em>durante o bate-papo, achei que não deveria perder a chance de <strong>registrá-los</strong> por aqui. Afinal de contas, um pouco de <em>nostalgia</em> nunca é demais. Assim sendo, seguem <strong>cinco</strong> daqueles que, por terem surgido em minha memória tão rapidamente esta semana, são certamente os meus livros favoritos de infância.</p>
<p><span id="more-2613"></span></p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-2612" title="O Mistério do Cinco Estrelas" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/cinco_estrelas.jpg" alt="O Mistério do Cinco Estrelas" width="200" height="305" /><strong><span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;">O Mistério do Cinco Estrelas</span></span></strong>, escrito pelo paulistano <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marcos_Rey"><strong>Marcos Rey</strong></a>, foi o primeiro dos livros que me veio à cabeça. Apesar de escrever contos e crônicas também para adultos, o autor se especializou em obras dedicadas ao público infanto-juvenil.</p>
<p>A trama desta história gira em torno de <strong>Léo</strong>, um <em>bellboy </em>do <strong>Emperor Park Hotel</strong>, um luxuoso cinco-estrelas de São Paulo. O rapaz encontra o cadáver de um estrangeiro, <strong>Ramón Varga</strong>, na lavandeira do hotel, e a partir de então se vê às voltas com surpresas e suspense.</p>
<p>Além de me impressionar à época de leitura, foi este livro &#8212; parte da consagradíssima <em>Coleção Vaga-Lume</em> &#8212; que me levou a gostar do gênero <strong>policial</strong>, e de histórias de ficção.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-2614" title="A Ilha Perdida" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/ailhaperdida.jpg" alt="A Ilha Perdida" width="200" height="287" /><span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;">A Ilha Perdida</span></span></strong>, escrito pela paulista <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Jos%C3%A9_Dupr%C3%A9">Maria José Dupré</a></strong>, nascida no que era então <strong>Botucatu</strong>, também é um livro da <em>Coleção Vaga-Lume</em>. Trata-se, com 99% de certeza, do primeiro dos livros desta coleção que eu li, e também, o primeiro livro de maior volume de páginas do qual me lembro.</p>
<p>A história do livro tem início quando dois meninos, <strong>Henrique</strong> e <strong>Eduardo</strong>, resolvem explorar uma ilha localizada nas imediações da fazenda de seu padrinho, em <strong>Taubaté</strong> &#8212; que, aliás, é a cidade vizinha a <strong>São José dos Campos</strong>, onde eu moro &#8211;, à qual as pessoas chamam de <em>A Ilha Perdida</em>. Lá, acabam se perdendo e se separando. Henrique  encontra <strong>Simão</strong>, uma espécie de eremita misterioso que habita o lugar, enquanto Eduardo fica completamente sozinho.</p>
<p>Embora até hoje eu me pergunte como é que dois meninos conseguem se perder em uma ilha que, ao que tudo indica, tem no máximo <em>o tamanho de um quarteirão</em>, a história é divertida e certamente capaz de emocionar os leitores mais novos.</p>
<p><strong><img class="alignright size-full wp-image-2615" title="O Menino do Dedo Verde" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/dedo_verde.jpg" alt="O Menino do Dedo Verde" width="200" height="278" /><span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;">O Menino do Dedo Verde</span></span></strong>, do francês <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maurice_Druon">Maurice Druon</a></strong>, entra para a minha lista de memórias basicamente porquê foi um livro até então diferente de tudo o que eu havia lido.</p>
<p>A história &#8212; única para o público infantil escrita por<strong> Druon</strong> em toda a sua vida &#8212; gira em torno de <strong>Tistu</strong>, um menino nascido em uma família rica, e que mora em uma cidade chamada <strong>Mirapólvora</strong>, numa grande casa, a <strong>Casa-que-Brilha</strong>, junto com o <strong>Sr. Papai</strong>, a <strong>Dona Mamãe</strong> e seu pônei, <strong>Ginástico</strong>.<strong> </strong></p>
<p>O <strong>Sr. Papai</strong>, que tem uma fábrica de canhões, resolve fazer com que <strong>Tistu</strong> aprenda as coisas vendo-as e vivenciando-as, depois que descobre que seu filho dorme durante as aulas na escola. As aulas do menino são com o jardineiro da casa, o <strong>Sr. Bigode</strong>, e com o gerente da fábrica de canhões, o <strong>Sr. Trovões</strong>.</p>
<p>Na primeira aula com o <strong>Sr. Bigode</strong>, o jardineiro descobre um dom fantástico em <strong>Tistu</strong>: o menino tem o <em>dedo verde</em>! Isto significa que, onde ele colocar o dedo, <em>nascerão flores</em>. No entanto, este fato é mantido em segredo e, à medida que o livro evoluí e <strong>Tistu</strong> é apresentado, pelo <strong>Sr. Trovões</strong>, ao lado triste da vida, passa a usar seu dom para transformar a vida das pessoas da cidade, que nunca mais será a mesma.</p>
<p>Uma coisa da qual eu não sabia é que <strong>O Menino do Dedo Verde</strong> fez tanto sucesso aqui no Brasil que acabou sendo adaptado para o teatro, sendo que a peça é exibida até os dias de hoje. Uma ótima notícia, pois a mensagem por detrás deste livro é uma das mais belas que poderiam ser transmitidas às crianças.</p>
<p><strong><span style="color: #008000;"><span style="text-decoration: underline;"><img class="alignright size-full wp-image-2616" title="A Mina de Ouro" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/mina_ouro.jpg" alt="A Mina de Ouro" width="200" height="298" />A Mina de Ouro</span></span></strong>, também de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Jos%C3%A9_Dupr%C3%A9"><strong>Maria José Dupré</strong></a>, é, para mim, o melhor dos livros que fazem parte da <em>Coleção Cachorrinho Samba</em>, que também tem os títulos <em>O Cachorrinho Samba</em>, <em>O Cachorrinho Samba na Fazenda</em>, <em>O Cachorrinho Samba na Floresta </em>e <em>A Montanha Encantada</em>.</p>
<p>A história começa quando quatro meninos, <strong>Henrique</strong>, <strong>Eduardo</strong>, <strong>Quico</strong> e <strong>Oscar </strong>&#8212; aliás, todos nomes mencionados também em <em>A Ilha Perdida</em>, que citei acima &#8212; vão fazer um piquenique no morro do <strong>Jaraguá</strong>, com suas primas <strong>Vera</strong> e <strong>Cecília</strong>. Levam também o cachorrinho Samba.</p>
<p>A caminho do piquenique, eles encontram uma velha escada, que desce para o interior de uma mina. <strong>Henrique</strong> diz que antigamente havia muito ouro ali. Então eles resolvem descer e se perdem. A questão passa então a ser como<strong> sobreviver</strong> até que eles consigam sair de onde entraram. Ou até que alguém os encontre.</p>
<p>A história é bastante rica em detalhes, e eu confesso que até hoje, me lembrando do texto, fico imaginando o interior daquela mina, e como eu mesmo teria me virado se estivesse numa situação parecida.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #008000;"><img class="alignright size-full wp-image-2617" title="As Invenções do Dr. Lelé da Cuca" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/lele_cuca_001.jpg" alt="As Invenções do Dr. Lelé da Cuca" width="200" height="286" />As Invenções do Dr. Lelé da Cuca</span></span></strong>, que fecha esta minha nostalgia e me coloca na lista de <em>fãs número um</em> da paulista de <strong>Jaú</strong>, Maria Teresa Guimarães Noronha &#8212; ou simplesmente <strong>Teresa Noronha, </strong>é um livro que li muito antes destes outros que mencionei, mas que, sem sombra de dúvida, é até hoje, para mim, <strong>o mais divertido de todos</strong>.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1740px; width: 1px; height: 1px;">O livro narra, de uma forma muito divertida, as invenções do Dr. Lelé &#8211; cientista que tem a preocupação de resolver os problemas das pessoas através de suas invenções</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1740px; width: 1px; height: 1px;">e que sempre é auxiliado por</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 1740px; width: 1px; height: 1px;">seu sobrinho Lulu.</div>
<p>A história, como não poderia deixar de ser, trata das invenções do <strong>Dr. Lelé</strong> &#8212; um cientista que tem a preocupação de resolver os problemas das pessoas através de suas invenções <em>malucas</em>, e que tem em seu sobrinho, <strong>Lulu</strong>, o maior ajudante de todos os tempos.</p>
<p>Como todo cientista que se preze, o camarada tem seu laboratório &#8212; com a única diferença de que prefere chamá-lo de <em><strong>Inventório</strong></em>. E entre suas principais invenções estão o <strong>Pé-Lelé</strong>, que nada mais é do que um chinelão gigante, e que voa, e o <strong>Cobre Nariz </strong>&#8212; porquê, afinal de contas, é uma discriminação deixar apenas o nariz sem proteção em um daqueles dias frios de inverno.</p>
<p>Mas de todos os memoráveis inventos que estão no livro, o que mais me divertia &#8212; e o primeiro do qual me lembro ao falar do livro, é mesmo a <strong>Polifruta</strong>, uma árvore que, se existisse, faria a alegria de muita gente, já que reunia em um único pé vários tipos de fruta diferentes.</p>
<hr />Com esta lista concluída, tenho apenas <strong>uma única expectativa</strong>: A de, eventualmente, encontrar alguém que por ventura também tenha lido &#8212; <em>e gostado</em> &#8212; dos livros acima, uma vez que todos me trouxeram, como já disse antes, ótimas memórias.</p>
<p>Finalmente, gostaria também de registrar que pensei inicialmente em criar este artigo como uma espécie de <em>meme</em>, eventualmente indicando pessoas que também listassem seus livros favoritos de infância, mas acabei por não o fazer. De qualquer maneira, fica o convite, se alguém se sentir <em>tentado </em>a fazê-lo.</p>
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		<title>Tetris: 25 anos!</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 02:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alexey Pajitnov é, para mim, um dos maiores gênios de todo o mundo. Há exatos 25 anos, em 06 de junho de 1984, ele criou um jogo que marcaria não apenas a minha vida, mas também a de milhões de pessoas ao redor de todo o mundo: O Tetris, um dos quebra-cabeças mais simples e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2606" class="wp-caption alignright" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-2606" title="Alexey Pajitnov" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/alexey_pajitnov.jpg" alt="Alexey Pajitnov, criador do Tetris" width="180" height="229" /><p class="wp-caption-text">Alexey Pajitnov, criador do Tetris</p></div>
<p><strong>Alexey Pajitnov</strong> é, para mim, um dos maiores gênios de todo o mundo. Há exatos 25 anos, em <strong>06 de junho de 1984</strong>, ele criou um jogo que marcaria não apenas a minha vida, mas também a de milhões de pessoas ao redor de todo o mundo: O <strong>Tetris</strong>, um dos quebra-cabeças mais simples e viciantes que o mundo já conheceu, em que o objetivo é posicionar da melhor maneira possível uma série de formas geométricas diferentes &#8212; denominadas <strong><a title="Tetrominoes" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tetromino">tetrominós</a> &#8212;, <span style="font-weight: normal;">que são apresentadas ao jogador <em>em queda livre</em>, para formar o maior número possível de </span>linhas<span style="font-weight: normal;">. Quanto mais linhas formadas, mais pontos&#8230; <em>e mais rápido as peças caem</em>.</span></strong></p>
<p style="text-align: left; "><strong><span style="font-weight: normal;">A primeira vez em que tive contato com o jogo &#8212; <a title="Tetris celebrates 25 years of gaming fun" href="http://www.upi.com/Entertainment_News/2009/06/06/Tetris-celebrates-25-years-of-gaming-fun/UPI-90191244306866/"><strong>cujo aniversário</strong></a> está sendo homenageado este final de semana pelo </span>Google </strong>através do <em>doodle </em>que ilustra este artigo &#8212; foi por volta de 1986. Naquela época meus pais instalaram em nosso computador uma versão do <strong>Tetris</strong> criada pela extinta <a title="Veja na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Spectrum_Holobyte">Speectrum Holobyte</a>, a primeira a trazer o jogo para fora da antiga U<strong>nião Soviética</strong>. Apesar da baixa resolução das imagens &#8212; todas em padrão <a title="Enhanced Graphics Adapter" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Enhanced_Graphics_Adapter">EGA</a>, um espetáculo à época &#8212;, me viciei absurdamente, e passava horas e horas jogando sem parar. Eu ficava maravilhado cada vez que mudava de fase, e via as <em>paisagens </em>se alternando ao fundo.</p>
<p style="text-align: left; ">
<div id="attachment_2609" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://danielsantos.org/images//2009/06/tetris1.gif"><img class="size-thumbnail wp-image-2609" title="A tela de abertura do jogo" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/tetris1-150x150.gif" alt="A tela de abertura do jogo" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">A tela de abertura do jogo</p></div>
<p>Uma coisa da qual não fazia idéia é que, apesar de ser um dos jogos mais lucrativos do mundo, <strong>Pajitnov</strong> não ganhou muito dinheiro com seu invento: <a title="Em inglês" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alexey_Pajitnov">Segundo sua biografia na Wikipedia</a>, o governo soviético alegou serem seus os direitos do programa de computador, e acabou vendendo, através de uma organização chamada <a title="Elektronorgtechnica" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Elektronorgtechnica">Elektronorgtechnica</a> &#8212; ou <strong>Erlog</strong>, para encurtar &#8212; diversas licenças de comercialização a empresas do ocidente, por valores muito baratos, repassando <em>quase nada</em> ao autor original.</p>
<p>Este movimento dos russos fez com que, por volta de <strong>1989</strong>, meia dúzia de empresas alegassem ter os direitos de criar e distribuir o jogo. No entanto, a que mais acabou lucrando com o <strong>Tetris </strong>foi a <strong>Nintendo</strong>,  que criou versões do jogo para o <strong>NES</strong> e <strong>Game Boy</strong>, vendendo mais de três milhões de cópias.</p>
<div id="attachment_2605" class="wp-caption aligncenter" style="width: 451px"><img class="size-full wp-image-2605 " title="Googris" src="http://danielsantos.org/images//2009/06/googris.jpg" alt="Googris, o google doodle homenageando o aniversário de 25 anos do Tetris" width="441" height="212" /><p class="wp-caption-text">Googris, o google doodle homenageando o aniversário de 25 anos do Tetris</p></div>
<p><strong>Pajitnov</strong> só pôde começar a lucrar com seu invento a partir de 1996, quando os direitos &#8220;<em>russos</em>&#8221; de explorar a marca e o jogo voltaram para suas mãos. Aliás, vale mencionar que em 1984, a intenção de criar o jogo foi buscar <em>distração </em>em seu trabalho no Centro de Computação da<strong>Academia Soviética de Ciências </strong>&#8212; ou seja, ele não fazia a menor idéia do sucesso que <strong>Tetris </strong>se tornaria: Na verdade, uma verdadeira <strong>febre</strong>, que, entre inúmeros outros <em>spin-offs</em>, fez com que alguém desenvolvesse algo chamado <strong>Twetris</strong>, um <em>game </em>em que você joga <strong>Tetris </strong><a title="Twetris" href="http://brett.wejrowski.com/twetris/"><strong>com os textos de tweets alheios</strong></a>.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/ZBs1w6APaxo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ZBs1w6APaxo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/4bekQU9l8hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/4bekQU9l8hk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Mas a influência do <strong>Tetris</strong> não se limita a video games e computadores: Levou os japoneses <span style="font-style: normal;">a criarem uma</span><em>versão humana </em>do jogo, denominada <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Brain_Wall"><strong>Brain Wall</strong></a>. A idéia deu tão certo que foi trazida a mais de 30 países do mundo inteiro, inclusive o Brasil, onde a atração recebeu, no <em>Domingão do Faustão</em>, o nome de <strong><a title="Na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/De_Cara_no_Muro">De Cara no Muro</a> &#8212;</strong> aliás, <a href="http://domingaodofaustao.globo.com/Faustao/upload/jogo_de_cara_no_muro.html">é até possível jogar </a><em><a href="http://domingaodofaustao.globo.com/Faustao/upload/jogo_de_cara_no_muro.html">online</a></em>.</p>
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		<title>Google Wave: Estou com água na boca!!</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 06:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Fazia tempo que eu não escrevia algo sobre o Google. Mas depois de ouvir falar de sua mais nova investida, chamada Google Wave &#8212; o que se pode chamar de uma nova proposta de plataforma de comunicação em tempo real &#8212; e de assistir ao vídeo com sua demonstração, realizada durante o Google I/O deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2571 alignright" title="wavelogo" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/wavelogo.png" alt="wavelogo" width="256" height="256" />Fazia tempo que eu não escrevia algo sobre o <strong>Google</strong>. Mas depois de ouvir falar de sua mais nova investida, chamada <a href="http://wave.google.com/"><strong>Google Wave</strong></a> &#8212; o que se pode chamar de uma nova proposta de <em>plataforma de comunicação em tempo real</em> &#8212; e de assistir ao vídeo com sua demonstração, realizada durante o <a href="http://code.google.com/events/io/">Google I/O</a> deste ano  por seus idealizadores, <strong>Lars Rasmussen</strong> e <strong>Stephanie Hannon</strong> &#8212; os mesmos que, em 2005, criaram o <a href="http://maps.google.com/">Google Maps</a>, eu não poderia deixar de escrever pelo menos <em>alguma coisa</em>.</p>
<p>No início da demonstração, <strong>Lars Rasmussen</strong> comenta que, de longe, o <strong>e-mail</strong> é hoje a forma mais popular de comunicação online, mas também que ele foi inventado há cerca de <strong>40 anos atrás</strong>, antes da internet e da própria web, e que não levou em conta as experiências obtidas através dos<em> mensageiros instantâneos</em>, das <em>redes sociais</em>, dos <em>wikis</em>, dos <em>fóruns de discussão</em>, dos <em>blogs</em>, do <em>SMS</em> e de tantas outras tecnologias que hoje utilizamos para nos manter em constante comunicação.</p>
<p>Ele completa dizendo que, quando começou o projeto do <a href="http://wave.google.com/"><strong>Google Wave</strong></a>, a primeira pergunta que lhe veio à mente foi <em>&#8220;qual seria a cara do e-mail caso ele tivesse sido inventado nos dias de hoje&#8221;</em>, e que, apesar das milhões de respostas possíveis, o <strong>Wave</strong> é a visão do Google a respeito.</p>
<p>Mas o que é uma <strong>wave</strong>? A palavra em inglês significa <em>onda</em>, e, pelo que vi, se encaixa perfeitamente com o que descreve: Uma <em>wave </em>é uma determinada conversa realizada em níveis, ou <em>threads</em>. Pode conter uma única pessoa, ou grupos de pessoas e, apesar de parecer muito semelhante com o que o <strong>GMail</strong> proporciona atualmente &#8212; um <em>histórico</em> de mensagens que pode ser lido de uma única vez &#8212;, é <strong>mais rica</strong> do que isso, na medida em que podem ser adicionadas respostas em qualquer ponto, além de conteúdo multimídia como fotos e filmes.</p>
<p>Junte a isso o fato de que as alterações são visualizadas praticamente <strong>em tempo real</strong> e que podem sofrer formatação e edição <strong>conjuntas</strong> na medida em que são criadas, e que se pode compartilhá-las <em>com qualquer pessoa</em>, seja através do próprio serviço, seja através de um blog, do <strong>Twitter</strong> ou do <strong>Orkut</strong> &#8212; através de APIs &#8212;, e você terá uma visão geral do que é a <em>wave</em>.</p>
<p><object width="560" height="340" data="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/v_UyVmITiYQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Através da demonstração em vídeo, vê-se claramente que a nova ferramenta combina aspectos não só do e-mail, mas também de mensagens instantâneas, wikis, redes sociais e de gestão de projeto, tudo isso acessível diretamente a partir de qualquer dos navegadores web mais populares do momento. Em resumo, <strong>coisas simples</strong> como compartilhar <em>fotos e vídeos</em>, <em>discutir seu dia</em> com colegas ou <em>combinar uma viagem</em>, e também <strong>assuntos profissionais</strong> como <em>revisar um documento</em>, <em>escrever uma ata de reunião</em>, <em>acompanhar as atividades de um projeto </em>ou o que quer que venha à mente, podem ser facilmente alcançadas com o <strong><a href="http://wave.google.com/">Google Wave</a>.</strong></p>
<p>Eu acho que se pudesse descrever as funções do Wave em apenas uma palavra, ela seria &#8220;<strong>fantástico</strong>&#8220;. Apesar de ser uma overdose de informações &#8212; a apresentação tem <strong>1h20 de duração</strong> &#8212;, dentre todas as características que foram demonstradas, as minhas favoritas foram a <em>correção ortográfica instantânea</em>, possível de se realizar entre <strong>40 idiomas diferentes</strong> &#8212; contando aí também a possibilidade de se<strong> traduzir</strong> instantaneamente o que é escrito, além da <em>capacidade de compartilhar arquivos </em>com um único movimento do mouse, puxando a mídia para dentro de uma <em>wave</em>.</p>
<p>Um último ponto que observei foi uma certa familiaridade com as antigas &#8212; mas ainda presentes hoje &#8212; <strong>salas de bate-papo IRC</strong>. É possível manter, dentro das waves criadas, conversas com os membros que estiverem online, e enviar mensagens privativas para uma ou mais pessoas ao mesmo tempo. É realmente excitante, na minha opinião.</p>
<div id="attachment_2572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/ss1.gif"><img class="size-medium wp-image-2572 " title="Interface do Google Wave" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/ss1-500x325.gif" alt="Parece o GMail... com muuuuitos esteróides!" width="500" height="325" /></a><p class="wp-caption-text">Parece o GMail... com muuuuitos esteróides!</p></div>
<p>Atualmente, a <a href="http://wave.google.com/"><strong>página oficial</strong></a> da ferramenta declara: <strong>Google Wave will be available later this year</strong>. Ocorre que fazia um bom tempo que uma mensagem deste tipo não me deixava tão ansioso. O quanto o mundo terá que esperar por este <em>later this year</em>, por enquanto, permanecerá uma incógnita.</p>
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		<title>Nerd? Eu?</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 02:11:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/orgulho_nerd_2009.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2563" title="Clique para ver maior" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/orgulho_nerd_2009-416x500.jpg" alt="Dia do Orgulho Nerd 2009" width="416" height="500" /></a></p>
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		<title>Cedendo à tentação de um Tumblelog</title>
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		<pubDate>Sun, 17 May 2009 15:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sabe quando você está surfando por seus blogs favoritos e encontra algo que poderia ter sido você mesmo quem escreveu? Pois bem. Lendo há pouco o último artigo do blog do meu amigo Rodrigo Ghedin &#8212; entitulado O que o Tumblr tem? &#8212; me deparo com a seguinte afirmação (sendo que os negritos ficam por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe quando você está surfando por seus blogs favoritos e encontra algo que poderia ter sido você mesmo quem escreveu? Pois bem. Lendo há pouco o último artigo do blog do meu amigo <strong>Rodrigo Ghedin</strong> &#8212; entitulado <a title="O que o Tumblr tem?" href="http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/05/14/o-que-o-tumblr-tem/"><strong>O que o Tumblr tem?</strong></a> &#8212; me deparo com a seguinte afirmação (<em>sendo que os <strong>negritos</strong> ficam por <strong>minha</strong> conta</em>):</p>
<blockquote><p>Estou com algumas <strong>dificuldades para atualizar este blog</strong>. De repente, parece que todos os assuntos são <strong>chatos</strong> e <strong>irrelevantes</strong>, minha capacidade de desenvolver textos desceu ralo abaixo, e <strong>a coisa simplesmente… não flui</strong>.</p>
<p>Contrapondo essa situação despesperadora para quem escreve (e quem nunca passou por ela?), tem <a title="Meu Tumblr." href="http://ghedin.tumblr.com/">um Tumblr</a> na aba ao lado me tentando. Imagine um blog simplificado, com suporte sólido a quaisquer tipos de conteúdo (vídeo, sons, bate-papo, etc.), e que preza a simplicidade, tanto da forma, quanto do conteúdo. Esse é o <a title="Tumblr," href="http://tumblr.com/"><strong>Tumblr</strong></a>.</p></blockquote>
<p>Na sequencia do texto, o <strong>Rodrigo</strong> continua a usar palavras que poderiam ser minhas. Tal como eu, ele já pensou &#8212; e <strong>ainda pensa </strong>&#8212; &#8220;&#8230;<em>em substituir </em><em>esse blog com cara de cansado</em> <em>pelo</em> <a title="Tumblr," href="http://tumblr.com/"><strong>Tumblr</strong></a>&#8220;. Tudo isso, tenho que concordar com ele, graças à <em>ausência de regras</em> para utilizar o serviço, na verdade, um gerenciador de <strong>tumblelog</strong>s. Tempos atrás, aliás, quando cheguei a levar adiante uma série de modificações por aqui <a title="Mesclando blog, microblog e tumblelog: Um tutorial" href="http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/06/mesclando-blog-microblog-e-tumblelog-um-tutorial/"><strong>para mesclar blog, microblog e tumblelog</strong></a>, cheguei a citar a <strong>definição </strong>do que seria este último:</p>
<blockquote><p><strong>A </strong><strong>tumblelog </strong>(also known as a tlog or tumblog) i<strong>s a variation of a blog </strong>that <strong>favors short-form</strong>, <strong>mixed-media posts</strong> over the longer editorial posts frequently associated with blogging. Common post formats found on tumblelogs include <strong>links</strong>, <strong>photos</strong>, <strong>quotes</strong>, <strong>dialogues</strong>, and <strong>video</strong>. Unlike blogs, tumblelogs are frequently used <strong>to share the author’s creations</strong>, discoveries, or experiences <strong>while providing little or no commentary</strong>.</p>
<p>&#8212; A definição em português também <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tumblelog">pode ser vista na Wikipedia</a>.</p></blockquote>
<p><strong>Agora vejamos: </strong>O ritmo de trabalho pelo qual ando passando me impede de <em>pesquisar aprofundadamente </em>assuntos novos. Sem que esta pesquisa ocorra, sei que não serei capaz de produzir artigos que eu julgue serem de qualidade <em>minimamente suficiente </em>para serem publicados por aqui. Me incomoda profundamente o fato de tentar escrever <em>apenas por escrever</em>, e, nos últimos <strong>meses</strong>, já perdi a conta de quantas vezes já comecei artigos para os quais aquele <em>lampejo </em>de inspiração <strong>simplesemente se apagou</strong> no meio do processo de criação.</p>
<p>É aqui, <strong>exatamente neste ponto, </strong>que o pensamento, a <strong>tentação </strong>do <a title="Tumblr," href="http://tumblr.com/"><strong>Tumblr</strong></a> e de sua ausência de regras se encaixa. Escrever pequenas notas, comentários, dividir links, fotos e vídeos é muito mais simples &#8212; e, Deus, <strong>não precisa de pesquisa alguma</strong>. Novamente citando minha árdua rotina diária de trabalho, encontro <strong>justificativas</strong> para talvez começar a dar preferência a este formato <em>mais curto</em>:  Todo o tempo que passo conectado à grande rede em casa, ultimamente, acaba sendo usado em busca de <em>mecanismos de alívio do estresse</em>. É quando eu vou atrás das <strong>séries </strong>que eu assisto, de dicas de livros, de vídeos que alguém tenha me recomendado assistir no <a href="http://youtube.com/"><strong>YouTube</strong></a>. É nessas horas, também, ultimamente, que mais vejo os <em>updates </em>do <a href="http://twitter.com/danielsantos/"><strong>Twitter</strong></a>, e descubro coisas legais.</p>
<p>Coisas legais, é verdade, sobre as quais eu realmente gostaria de comentar <strong>alguma coisa</strong>. Mas que, como também deu a entender o <strong>Rodrigo </strong>em seu texto, não renderiam um artigo mais longo do blog. Talvez também não rendesse sequer <em>um comentário</em>. A <strong>tentação</strong> de usar o <a title="Tumblr," href="http://tumblr.com/"><strong>Tumblr</strong></a> vem assim, na minha visão, remediar uma <em>angústia</em>, por assim dizer, que só quem é blogueiro sabe qual é. Aquela, que te impele a continuar escrevendo &#8212; e, se isso não é possível por dias ou semanas porquê a inspiração simplesmente <strong>não vem</strong>, pelo menos, a continuar <strong>compartilhando </strong>informações. Nesta busca de compartilhamento é que as verdadeiras <em>colagens de jornal </em>que se tornam os <em>tumblelogs </em>se tornam interessantes: Descompromissadas, e, se você tiver sorte, <strong>divertidas</strong> e <strong>viciantes</strong>.</p>
<p>Ler o <a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/2009/05/14/o-que-o-tumblr-tem/">artigo escrito pelo Rodrigo</a> e me perguntar <strong>o que o Tumblr tem</strong> foi como sentir aquela última gota d&#8217;água transbordando do copo. Eu, que já havia criado no passado <strong>uma conta no Tumblr</strong>, voltei ao serviço &#8212; uma aba do Firefox com o artigo dele, e outra no site &#8212; e resolvi começar a mudar algumas coisas. Apaguei dois ou três posts antigos que estavam <em>mosqueando </em>por lá, e aproveitei para subir dois <em>screenshots </em>de um episódio dos <strong>Simpsons</strong> que estavam piscando no meu <em>desktop </em>há dias, mas para os quais um <em>artigo mais longo </em>no blog não adiantaria. Estava assim <em>reinaugurado</em><strong> <a title="The Back-up Brain Tumblr" href="http://danielsantos.tumblr.com/">o meu tumblelog</a></strong><strong>. </strong>Eu <strong>cedi à tentação</strong>.</p>
<p>O que é mais interessante neste caso é que <a title="The Back-up Brain Tumblr" href="http://danielsantos.tumblr.com/"><strong>eu me senti em casa com isso</strong></a>. Meu impulso de sair navegando <em>internet afora </em>é muito grande, e a quantidade de conteúdo interessante que eu normalmente encontro não é pouca. Talvez agora seja possível continuar <em>compartilhando </em>sem muita culpa. Aliás, talvez eu também use o mecanismo para coisas <em>mais pessoais</em>, outro bloqueio que, para mim, os textos mais longos de um blog convencional representa.</p>
<p>De qualquer maneira, <strong>não vou parar com este blog</strong>. Só estou me dando o direito de ter <em>um pouquinho mais de liberdade</em>, e tempo para que os artigos que considero ter <em>mais qualidade </em>possam continuar surgindo por aqui. E tenho dito&#8230;</p>
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		<title>Transformando AVI em RMVB</title>
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		<pubDate>Sat, 16 May 2009 06:24:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[From the brain]]></category>
		<category><![CDATA[avi]]></category>
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		<description><![CDATA[Descobri um programa gratuito, chamado Easy RealMedia Producer, que vem a calhar quando se deseja converter um arquivo para o formato RMVB.


Sua utilização é tão simples que impressiona: Uma vez feito o download e instalado o software, basta selecionar um ou mais arquivos de origem a serem processados. Todos os formatos mais populares, como AVI, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Descobri um programa gratuito, chamado <a title="Homepage do programa" href="http://rahmanmillenium.multiply.com/reviews/item/149"><strong>Easy RealMedia Producer</strong></a>, que vem a calhar quando se deseja converter um arquivo para o formato <strong>RMVB</strong>.<a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/ermproducer2.png"><br />
</a></p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/ermproducer.png"><img class="size-thumbnail wp-image-2541 alignright" title="Interface principal do programa" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/ermproducer-150x150.png" alt="Interface principal do programa" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Sua utilização é tão simples que impressiona: Uma vez feito o download e instalado o software, basta selecionar um ou mais <strong>arquivos de origem</strong> a serem processados. Todos os formatos mais populares, como <strong>AVI</strong>, <strong>MPEG</strong>, <strong>MOV</strong> ou <strong>WMV</strong>, são suportados, além de uma infinidade de outros. Caso sejam selecionados múltiplos arquivos, é claro, um processamento em lote será executado.</p>
<p>O passo seguinte é <strong>opcional</strong>: Selecionando qualquer arquivo da lista e clicando em <strong><em>settings</em></strong>, uma série de configurações avançadas pode ser efetuada, como determinar a <em>qualidade do áudio</em> do arquivo a ser gerado, sua resolução, ou até mesmo se será aplicado <em>algum tipo de filtro</em> ao resultado. Além disso, graças a um programa adicional chamado <a href="http://www.free-codecs.com/download/DirectVobSub.htm"><strong>DirectVobSub</strong></a>, que é instalado juntamente com o <strong>Easy RealMedia Producer, </strong>é possível, se assim desejado, acrescentar legendas definitivas aos arquivos a serem criados. Para tanto, basta que arquivos de legendas com os mesmos nomes dos arquivos de vídeo estejam localizados na pasta de origem, durante o processo de conversão.</p>
<p>Aliás, quando se opta por incluir tais legendas, pode-se <strong>configurar</strong> como elas deverão aparecer. Afinal de contas, o padrão &#8212; legendas brancas, escritas com fonte Arial, em tamanho 10 &#8212; pode não agradar a todo mundo. Neste caso, existe um painel de controle oculto para o <strong>DirectVobSub</strong>, que pode ser acessado uma vez que se execute o seguinte comando:</p>
<p><strong><span style="font-family: Courier New,Helvetica;">C:\WINDOWS\system32\rundll32.exe &#8220;D:\Install\Easy RealMedia Tools\common\vsfilter.dll&#8221;, DirectVobSub</span></strong></p>
<p>Isso fará com que uma janela de <strong>propriedades </strong>seja exibida &#8212; tal como na figura a seguir &#8212; e que, a partir dela, se torne possível alterar configurações como cor, posicionamento, tamanho e tipo da fonte. Uma vez alteradas, estas configurações servirão para todas as conversões a serem realizadas.</p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/directvobsub_settings.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-2543" title="Configurações &quot;ocultas&quot; do DirectVobSub" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/directvobsub_settings-500x330.png" alt="Configurações &quot;ocultas&quot; do DirectVobSub" width="500" height="330" /></a></p>
<p>Mas uma questão pode surgir: Porquê exatamente converter arquivos para <strong>RMVB</strong>?</p>
<p>No meu caso, nos últimos tempos, venho acompanhando muitas <a title="Veja quais são..." href="http://orangotag.com/user/danielsantos">de minhas séries favoritas</a> através da chamada <em>Torrent TV</em> : <a title="EZTV" href="http://eztv.it/">Após baixar cada novo episódio</a> e suas legendas, eu o assisto no formato <strong>AVI</strong>, e então surge uma necessidade: <strong>armazenamento</strong>. Isso porquê eventualmente eu acabo assistindo alguns episódios novamente, e também porquê não sou exatamente uma pessoa que gosta de <em>jogar as coisas fora</em>.</p>
<p>Neste aspecto, os arquivos <strong>RMVB </strong>tem uma vantagem: Ocupam, efetivamente, <strong>quase 50% menos espaço em disco</strong>. Apenas para efeitos ilustrativos, basta dizer que o espaço necessário para manter no HD um episódio de 42 minutos gravado em AVI é, em média, <strong>350MB</strong>, enquanto que o mesmo episódio em formato RMVB consumirá entre <strong>140</strong> e <strong>160MB</strong>. É certo que algumas discussões podem se originar desta afirmação, como, por exemplo, que a <strong>qualidade </strong>dos arquivos AVI é superior, o que, em última instância, pode até ser verdade. No entanto, vejamos as duas imagens abaixo, extraídas do <strong><em>season finale</em> </strong>da quinta temporada de <strong>Lost</strong>:</p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/lost_sc_avi.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2547" title="Lost em AVI" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/lost_sc_avi.jpg" alt="Lost em AVI" width="468" height="264" /></a></p>
<p><a href="http://danielsantos.org/images//2009/05/lost_sc_rmvb.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2546" title="Lost em RMVB" src="http://danielsantos.org/images//2009/05/lost_sc_rmvb.jpg" alt="Lost em RMVB" width="468" height="264" /></a></p>
<p>A primeira imagem foi capturada do episódio em formato AVI. A segunda, daquele que está em formato RMVB. Na minha opinião, <strong>praticamente não há diferença de qualidade</strong>.</p>
<p>Mas antes que alguém me condene pelo comentário, quero deixar claro que, para mim, que não faço uso de um aparelho de DVD para assistir aos últimos episódios de <strong>Lost</strong>, <strong>Heroes</strong>, e por ai afora &#8212; já que meu gosto por séries <em>não é compartilhado </em>por ninguém aqui em casa &#8212; a resolução de exibição de um arquivo RMVB  <strong>na tela do computador</strong> não chega a apresentar, <em>sinceramente</em>, diferenças que possam ser consideradas tão <strong>gritantes</strong> assim. E é por isso, que, no final das contas, armazenar os episódios desta maneira me atende plenamente.</p>
<p style="text-align: left;">
]]></content:encoded>
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		<title>Combatendo vírus na nuvem</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 19:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[From the brain]]></category>
		<category><![CDATA[anti virus]]></category>
		<category><![CDATA[cloud computing]]></category>
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		<category><![CDATA[software]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[A PandaLabs anunciou esta semana, segundo nota divulgada pela PCMagazine, a disponibilização de um anti-vírus gratuito, e que consome poucos recursos.
Já que consumir poucos recursos é a promessa de 9 entre cada 10 anti-vírus disponíveis atualmente no mercado, não foi exatamente isso o que me chamou a atenção, mas sim o mecanismo que eles alegam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A PandaLabs anunciou esta semana, <a title="Panda Releases Free Cloud-Based Antivirus Solution" href="http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2346164,00.asp">segundo nota divulgada pela PCMagazine</a>, a disponibilização de um anti-vírus <strong>gratuito</strong>, e que consome poucos recursos.</p>
<p>Já que <em>consumir poucos recursos</em> é a promessa de 9 entre cada 10 anti-vírus disponíveis atualmente no mercado, não foi exatamente isso o que me chamou a atenção, mas sim o mecanismo que eles alegam que torna a solução leve: O <a title="Site do Panda Cloud Antivirus" href="http://www.cloudantivirus.com/"><strong>Panda Cloud Antivirus</strong></a>, como o próprio nome delata, é uma ferramenta que emprega tecnologia de <strong>cloud computing</strong>.</p>
<p>Imagine ter à sua disposição uma comunidade global de mais de 10 milhões de usuários que façam por conta própria &#8212; e automaticamente &#8212; o trabalho de identificar e classificar novas ameaças, como <em>malwares</em> e <em>spywares</em>, tudo em tempo real. Assim é a <em>cloud computing</em>, ou <em>computação nas nuvens</em>, ao pé da letra. A nuvem, neste caso, é uma referência à Internet, justamente onde ficam localizados todos os recursos que trabalharão em prol de cada usuário.</p>
<p>Fazendo com que o processamento seja realizado <em>na nuvem</em>, ao invés de no computador da minha ou da sua casa, o <strong>Cloud Antivirus</strong> deixa de consumir maiores recursos. Além disso, a nova ferramenta posterga ao máximo a análise de cada item suspeito. Na prática, isso quer dizer que o item não será verificado durante a cópia ou um download, mas sim, somente a partir do momento em que tentar executar alguma coisa suspeita, quando será devidamente bloqueado.</p>
<p>Uma coisa é certa: Ao longo dos anos eu já perdi a conta de quantas vezes cruzei com discussões do tipo &#8220;<em>qual é o melhor anti-vírus da paróquia</em>&#8220;. Não foram poucas, isso é verdade, assim como também é verdade o fato de que, na grande maioria das vezes, as reclamações das pessoas fatalmente estavam em <strong>consumo de recursos</strong> e <strong>lentidão </strong>dos programas.</p>
<p>Como esta questão de lentidão também é uma reclamação pessoal, nada melhor do que testar a solução oferecida pela Panda, e assim comprovar por conta própria se a ferramenta é tudo isso mesmo que diz ser. <span style="text-decoration: line-through;">Aguardem</span>. Fui em frente, baixei o programa e o pus à prova. A seguir, conforme prometi, as minhas impressões e comentários.</p>
<p><span id="more-2403"></span>Antes de qualquer coisa, assim como já atestei nos comentários deste artigo, gostaria de deixar bem claro que o meu anti-vírus <em>atual </em>é o <a title="Detalhes no site do fabricante" href="http://www.eset.com/products/nod32.php"><strong>NOD32</strong></a>. E não por qualquer motivo, já que sempre reclamei absurdamente do consumo de memória e recursos de alguns programas deste tipo. <strong>O</strong> <strong>NOD32 é o anti-vírus mais leve que eu já experimentei em toda a minha vida</strong>. Mas, honestamente, quis ir em frente com os testes com o <a title="Site do Panda Cloud Antivirus" href="http://www.cloudantivirus.com/"><strong>Panda Cloud Antivirus</strong></a>, principalmente por querer saber como seria a tecnologia <em>cloud computing</em> na questão <em>velocidade </em>e <em>recursos</em>.</p>
<p>Eu não entendo como podem existir arquivos de instalação tão enormes nos últimos tempos: De qualquer maneira, mesmo que o do <strong>Panda </strong>tenha quase 20Mb, ainda assim é menor do que o instalador do <strong>NOD32</strong>, que tem praticamente 33% a mais de tamanho (cerca de 30Mb). Será que, ainda que à primeira vista, um tamanho menor de instalador poderia significar algo em termos de melhor desempenho? Bem, após a instalação,<strong> fui fazer a prova</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://danielsantos.org/images//2009/04/cloudav_main.png"><img class="size-medium wp-image-2405 aligncenter" title="Interface principal do CloudAV" src="http://danielsantos.org/images//2009/04/cloudav_main-499x389.png" alt="Interface principal do CloudAV" width="499" height="389" /></a></p>
<p style="text-align: left;">A interface do <strong>Panda Cloud Antivirus </strong>é realmente muito simples. A imagem acima ilustra exatamente o primeiro contato do usuário com ela, que apresenta uma mensagem informando <em>não haver problemas de segurança</em>.  Na região superior da janela existe um botão (a <em>engrenagem</em>) que dá acesso à janela de configurações. Ao seu lado existem botões para iniciar a varredura de seu computador (<em>lupa</em>), além de um concentrador de estatísticas. Obviamente, a primeira coisa que procurei fazer foi <strong>iniciar uma varredura.</strong></p>
<p style="text-align: left;">Confesso que me <strong>desesperei</strong>. Minha sensação, se é que posso colocá-la desta maneira, foi provavelmente a mesma de uma criança que em seu aniversário espera ganhar um brinquedo de presente, mas recebe roupas. Ou seja, logo de cara o quesito <em>velocidade </em>foi, sendo bem direto, <strong>decepcionante</strong>. Levei quase <strong>1 hora e 45 minutos</strong> para concluir um processo de busca por vírus e <em>malware</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2408 aligncenter" title="Consumo de memória do CloudAV" src="http://danielsantos.org/images//2009/04/cloudav_processos.png" alt="Consumo de memória do CloudAV" width="399" height="120" /></p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente,  além da questão da <strong>demora</strong>, havia também um obstáculo a mais: O <strong>consumo de memória</strong>. A utilização do meu computador ficou <em>totalmente prejudicada </em>enquanto ela esteve em andamento, de tal maneira que ele pareceu <em>congelar</em>. Isso, é claro, porquê combinados, os dois processos do <strong>Panda </strong>consumiram, em média, <strong>mais de 80% de minha CPU</strong>.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Minha conclusão?</strong> A instalação do <strong>Panda Cloud Antivirus </strong>foi uma das que <em>menos tempo durou </em>no meu computador. Quis testar o <em>cloud computing</em>, porém um simples processo de varredura &#8212; que deveria ser leve e rápido &#8212; me desanimou completamente. É verdade que baixei um programa em versão <em>beta</em>. É verdade que no futuro isso pode vir a melhorar. No entanto, entendo o porquê da máxima &#8220;<em>a primeira impressão é a que fica</em>&#8220;. <strong>Panda Cloud Antivirus</strong> por aqui, nunca mais.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Saudades eternas do Geocities</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 04:56:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
				<category><![CDATA[From the brain]]></category>
		<category><![CDATA[geocities]]></category>
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		<description><![CDATA[A data era 31 de agosto de 1997.
Depois de regressar de uma viagem ao Nordeste brasileiro exatamente no dia em que a Princesa Diana morria em um acidente de carro, eu carregava na bagagem algumas dezenas de fotos, todas elas tiradas com uma câmera Pentax que hoje, com a modernidade e infinidade de pixels das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A data era <strong>31 de agosto de 1997</strong>.</p>
<p>Depois de regressar de uma viagem ao Nordeste brasileiro exatamente no dia em que a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Lady_Diana">Princesa Diana</a> <em>morria em um acidente de carro</em>, eu carregava na bagagem algumas dezenas de fotos, todas elas tiradas com uma câmera <strong>Pentax</strong> que hoje, com a modernidade e infinidade de pixels das câmeras digitais, você encontra nos magazines populares por menos de <strong>R$ 35</strong>. Depois de digitalizar algumas dezenas delas, eu queria &#8212; e <em>precisava</em> &#8212; de algum lugar para <strong>publicá-las <em>on-line</em></strong>, de maneira que <em>alguém</em> que <em>infelizmente</em> tinha ficado por lá pudesse vê-las quando bem quisesse.</p>
<p>Como naquele tempo eu não tinha condições de possuir um domínio próprio na Internet &#8212; e, aliás, <em>eu nem sabia direito</em> o que era isso &#8212;, e os blogs ainda estavam <em>muito longe de surgir</em>, meu primeiro pensamento foi criar uma <em>homepage</em> no <strong>Geocities</strong>. Não era a minha primeira experiência no assunto, mas era a segunda: Isso significava recorrer ao famigerado <strong>Microsoft Frontpage</strong> para criar um <em>layout</em>. Me lembro <em>muito bem</em> da coisa: Um fundo azul mesclado com branco, o mesmo para os dois frames que haviam na página, um à direita &#8212; principal &#8212; e o outro, à esquerda, com um menu e uma imagem GIF servindo de título que eu criei no <strong>Corel Draw</strong>.</p>
<p>No frame principal, as fotos, todas circuladas por aquelas horríveis bordas azuis muito grossas que se podia ver quando se navegava no <strong>Netscape Navigator</strong>. <strong>Nada de CSS</strong>. De qualquer maneira, subi todo o conteúdo para uma URL da qual me lembro até hoje:</p>
<p><strong><a href="http://www.geocities.com/TimesSquare/Alley/6203">http://www.geocities.com/TimesSquare/Alley/6203</a></strong></p>
<p>Uma ligação telefônica interurbana depois e eu havia avisado <strong>minha namorada</strong> de que as fotos que eu havia tirado estavam em uma <em>homepage</em> que eu tinha criado pra nós. Isso a deixou <strong>muito, muito feliz</strong>.</p>
<p>Essa história me veio à mente porquê essa semana recebi com uma certa tristeza a notícia de que <strong><a title="CNET: Now closing: GeoCities, a relic of Web's early days" href="http://news.cnet.com/8301-17939_109-10226255-2.html">o Yahoo vai descontinuar o Geocities</a></strong> até o final deste ano. É claro que a causa disso é a mesma que fez o bom e velho <strong>IRC</strong> ser substituído pelos <em>instant messengers</em> como o <strong>ICQ</strong> e o <strong>MSN</strong>: A <strong>evolução tecnológica</strong> é quem faz com que ferramentas de criação e gerenciamento de blogs como o <strong>Wordpress</strong> ou sites como o <strong><a href="http://twitter.com">Twitter</a></strong> e o <strong><a href="http://www.facebook.com/">Facebook</a></strong> sejam utilizados pelos internautas modernos, que preferem <em>socializar </em>seus pensamentos e opiniões a isolá-los em páginas como as que eram criadas e hospedadas por lá.</p>
<p>De qualquer maneira, não creio que seja pequeno o número de pessoas que tenham pelo menos uma história relacionada ao <strong>Geocities</strong> para contar. A minha acabou em <strong>casamento</strong>, e foi outra, afinal de contas, <strong><a title="Em saudosa memória, Geocities" href="http://www.guravehaato.info/vidinha-besta/em-saudosa-memoria-geocities/">escrita pelo Graveheart</a></strong>, que me <em>motivou</em> a também colocar os dedos em ação, e a plagiar, descaradamente, a frase final do que ele escreveu: <strong>Vá com Deus, Geocities. Você ajudou a criar muitos dos que estão aqui hoje. E viverá sempre em nossos corações</strong>.</p>
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