<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>The Back-up Brain Weblog</title>
	<atom:link href="http://danielsantos.org/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://danielsantos.org</link>
	<description>Eternally stuck in beta version.</description>
	<pubDate>Sun, 23 Nov 2008 08:00:12 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.7-beta3</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<image>
  <link>http://danielsantos.org</link>
  <url>http://danielsantos.org/images/favicon.ico</url>
  <title>The Back-up Brain Weblog</title>
</image>
	<!-- podcast_generator="podPress/8.8" -->
		<copyright>&#xA9;Daniel Santos </copyright>
		<managingEditor>dldsantos@gmail.com (Daniel Santos)</managingEditor>
		<webMaster>dldsantos@gmail.com(Daniel Santos)</webMaster>
		<category></category>
		<ttl>1440</ttl>
		<itunes:keywords></itunes:keywords>
		<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Eternally stuck in beta version.</itunes:summary>
		<itunes:author>Daniel Santos</itunes:author>
		<itunes:category text="Technology"/>
		<itunes:owner>
			<itunes:name>Daniel Santos</itunes:name>
			<itunes:email>dldsantos@gmail.com</itunes:email>
		</itunes:owner>
		<itunes:block>No</itunes:block>
		<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
		<itunes:image href="http://danielsantos.org/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<image>
			<url>http://danielsantos.org/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
			<title>The Back-up Brain Weblog</title>
			<link>http://danielsantos.org</link>
			<width>144</width>
			<height>144</height>
		</image>
		<item>
		<title>Infinite Scrolling: Adeus, links de navegação!</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/15/infinite-scrolling-adeus-links-de-navegacao/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/15/infinite-scrolling-adeus-links-de-navegacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 02:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[infinite scroll]]></category>

		<category><![CDATA[plugin]]></category>

		<category><![CDATA[web]]></category>

		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2297</guid>
		<description><![CDATA[Uma das principais ferramentas de um site movido a Wordpress são seus links de navegação. Afinal de contas, um visitante pode utilizá-los &#8212; entre outros mecanismos, é claro &#8212; para ter acesso a outros artigos escritos por você, quer ele navegue artigo por artigo, ou página por página.
Mesmo reconhecendo a importância de fornecer ao visitante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das principais ferramentas de um site movido a Wordpress são <strong><a title="Wordpress Codex: Next and Previous Links" href="http://codex.wordpress.org/Next_and_Previous_Links">seus links de navegação</a></strong>. Afinal de contas, um visitante pode utilizá-los &#8212; entre outros mecanismos, é claro &#8212; para ter acesso a <strong>outros artigos</strong> escritos por você, quer ele navegue artigo por artigo, ou página por página.</p>
<p>Mesmo reconhecendo a importância de fornecer ao visitante recursos para que possa navegar tranquilamente pelo conteúdo aqui do blog, reparei, apenas recentemente, que <strong><a title="Ardamis, muito bom, né?" href="http://www.ardamis.com/2007/06/03/apricot/">o tema que venho usando atualmente por aqui</a></strong> não possuía essa navegação embutida. Assim que reparei nesse problema, pensei imediatamente não em <strong><a title="Eric Martin: Conditional Page/Post navigation links in Wordpress" href="http://www.ericmmartin.com/conditional-pagepost-navigation-links-in-wordpress/">criá-los no rodapé</a></strong>, mas sim, em fazer uso do excelente plugin <strong><a title="Wordpress Plugins: WP-PageNavi" href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-pagenavi/">WP-PageNavi</a></strong>, que, no caso do modelo de índice do blog, cria um estilo de navegação de páginas similar aos dos resultados de busca do Google, e que eu já adaptei a vários temas que usei por aqui no passado.</p>
<p>Antes de seguir adiante com a implementação, no entanto, considerei <a title="Mesclando blog, microblog e tumblelog: Um tutorial" href="http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/06/mesclando-blog-microblog-e-tumblelog-um-tutorial/"><strong>as mudanças que apliquei por aqui recentemente</strong></a>, com a finalidade de mesclar <strong>blog</strong>, <strong>microblogs </strong>e <strong>tumblelog</strong>. Mais do que paginar o conteúdo, <strong>não me agradou a idéia</strong> de, me colocando no lugar de um visitante que desse as caras por aqui, encontrar uma página principal listando os 10 últimos posts e estes posts serem todos referentes, por exemplo, a <strong>atualizações de microblogs</strong>. Ou seja, <strong>nada de artigos do blog</strong>, propriamente falando.</p>
<p>Imediatamente eu pensei que uma das maneiras de amenizar esta situação seria garantir que, entre os artigos listados na página principal, estivessem, além das atualizações relacionadas ao meu <strong>lifestream</strong>, também os últimos 10 artigos do blog. Na prática, seria como imaginar que o número de artigos que um visitante encontraria ao chegar à minha página principal seria não 10, mas sempre pelo menos 10. O problema foi que, ao procurar por meios de implementar mais este comportamento por aqui, <strong>dei com os burros n&#8217;água</strong>.</p>
<p>Com isso, quero dizer que o<strong> </strong>Wordpress <strong>não possui uma forma padrão</strong> &#8212; não, pelo menos, que eu tenha conseguido descobrir após escavações demoradas nos fóruns e sites de suporte &#8212; para listar os últimos <strong>x </strong>artigos do blog, desde  se garanta que entre estes artigos estarão, por exemplo, <strong>10 artigos de uma categoria pré-especificada</strong>, qualquer que ela seja.</p>
<div id="attachment_2306" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-2306" title="Filosofia do Infinite Scroll" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/infinite-scroll-pattern-150x150.gif" alt="Filosofia do Infinite Scroll" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Filosofia do Infinite Scroll</p></div>
<p>Estava quase desistindo da parada quando, ainda em meio às minhas buscas, me deparei com o conceito de <a title="Infinite Scroll" href="http://www.infinite-scroll.com/"><em><strong>infinite scrolling</strong></em></a>. Este conceito, que, pelo que vi também recebe nomes como <strong>autopagerize </strong>ou <strong>unpaginate</strong>, na verdade se resume a garantir que o conteúdo da  <strong>próxima página web</strong> &#8212; ou, na verdade, de <strong>uma ou mais páginas web</strong> <strong>subseqüentes </strong>&#8212; àquela que o usuário está atualmente visitando seja <strong>pré-obtido</strong> e acrescentado à própria página atual automaticamente, <strong>sem que ele sequer se dê conta disso</strong>.</p>
<p>Seria como se, na prática, pudéssemos ler todo o conteúdo de um livro como se ele coubesse em uma única página, que seria gigantesca e estaria passando sempre diante dos nossos olhos, como em um rolo de pergaminho que fosse sendo desenrolado à medida em que a leitura progredisse.</p>
<p>No <strong><a href="http://www.swurl.com/">Swurl</a></strong> &#8212; mais um dos <strong>agregadores de redes sociais</strong> que, como o <a title="Minha página por lá" href="http://friendfeed.com/danielsantos"><strong>FriendFeed</strong></a>, existem por aí, e onde , aliás, <strong><a title="Daniel Santos @ Swurl" href="http://danielsantos.swurl.com/">eu também cheguei a criar uma conta</a></strong> &#8212;, a filosofia do <em><strong>infinite scrolling </strong></em>está em prática, o que implica no fato de que uma pessoa, por mais que navegue em uma página de usuário do serviço, nunca chegue ao final &#8212; ou ao <strong>rodapé </strong>&#8212; da página.</p>
<p>No fundo, aplicar este conceito num blog implica que, por mais que links de navegação sejam<strong> legais e importantes</strong>, eles se tornam <strong>obsoletos</strong>, e até mesmo <strong>desnecessários</strong>, pelo menos no que diz respeito à navegação na página principal do site.</p>
<div id="attachment_2305" class="wp-caption aligncenter" style="width: 509px"><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/11/iscroll_wp.png"><img class="size-medium wp-image-2305" title="Infinite Scrolling em ação" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/iscroll_wp-499x230.png" alt="Infinite Scrolling em ação por aqui" width="499" height="230" /></a><p class="wp-caption-text">Infinite Scrolling em ação por aqui</p></div>
<p>Pois bem. Eu resolvi dar <strong>também este passo por aqui</strong> e instalei, a partir da própria página onde li a respeito do conceito de <strong>Infinite Scrolling</strong>, <a title="Wordpress Plugin Installation" href="http://www.infinite-scroll.com/installation/"><strong>um plugin para Wordpress que eles têm disponível</strong></a>. Neste momento, aliás, este plugin está ativo para qualquer visitante deste humilde blog, e, ao chegar ao rodapé da página principal, deve exibir uma simpática mensagem &#8212; <em>um momento, por favor </em>&#8212; para alertar o visitante de que mais artigos estão sendo carregados.</p>
<p>Ou seja, <strong>o período de testes está aberto.</strong> Por favor me dêem <em>feedback </em>caso achem necessário, para que eu possa saber como tudo está indo. E, caso não haja maiores problemas, será sinal de que poderei declarar, realmente, <strong>o fim dos links de navegação</strong> na página principal do <strong>Back-up Brain.</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/15/infinite-scrolling-adeus-links-de-navegacao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Mesclando blog, microblog e tumblelog: Um tutorial</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/06/mesclando-blog-microblog-e-tumblelog-um-tutorial/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/06/mesclando-blog-microblog-e-tumblelog-um-tutorial/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 04:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[lifestreaming]]></category>

		<category><![CDATA[microblog]]></category>

		<category><![CDATA[rss]]></category>

		<category><![CDATA[tumblelog]]></category>

		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2276</guid>
		<description><![CDATA[Ainda não faz tanto tempo assim desde que integrei ao blog uma página de onde pode ser acompanhado o meu lifestream &#8212; a corrente que traz, listadas em ordem de ocorrência, todas as minhas atividades online, sobretudo nas redes sociais como o del.icio.us, e em microblogs como o Plurk ou o Twitter.
Minha intenção com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a title="Um Show de Lifestreaming com o Profilactic" href="http://danielsantos.org/arquivos/2008/07/27/um-show-de-lifestreaming-com-o-profilactic/">Ainda não faz tanto tempo assim</a></strong> desde que integrei ao blog <a title="Lifestream" href="http://danielsantos.org/lifestream/"><strong>uma página de onde pode ser acompanhado o meu lifestream</strong></a> &#8212; a <em>corrente </em>que traz, listadas em ordem de ocorrência, todas as minhas <strong>atividades online</strong>, sobretudo nas redes sociais como o <a title="Link escrito à moda antiga!" href="http://del.icio.us/"><strong>del.icio.us</strong></a>, e em microblogs como o <strong><a href="http://plurk.com/">Plurk</a></strong> ou o <strong><a href="http://twitter.com/">Twitter</a></strong>.</p>
<p>Minha intenção com a integração do lifestreaming ao <strong>Back-up Brain</strong> sempre foi muito clara: Participar meus poucos &#8212; mas fiéis &#8212; leitores <strong>daquilo que eu venho fazendo na Internet </strong>enquanto busco a inspiração para escrever novos artigos por aqui. Penso que o compartilhamento de músicas, links, vídeos, imagens e pequenos pensamentos rápidos demonstra, a quem possa interessar, no mínimo, <strong>que eu não sumi</strong>, e que, <strong>mesmo demorando a dar sinais mais evidentes de vida</strong>, continuo nas redondezas.</p>
<p>Ocorre que depois de ter trazido o <em><strong>lifestreaming</strong></em> para o blog, primeiro na barra lateral do layout, e depois também numa página própria só para isso, pensei comigo mesmo que, num mundo em que microblogs e outras atividades sociais se misturam cada vez mais com os blogs tradicionais &#8212; e, muitas vezes, também <strong>com a falta de tempo de seus autores</strong> &#8212;, o ideal mesmo seria transformar meu espaço num <strong>combinado entre blog, microblog e o que mais fosse preciso</strong>, desde que isso pudesse ser lido em <strong>um único <em>stream</em></strong>, de cima a baixo.</p>
<p>A primeira coisa que eu pensei &#8212; pra variar, eu admito &#8212; foi abandonar a utilização do <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>. Numa época em que <strong><a title="Wordpress 2.7: Mal posso esperar por novembro!" href="http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/12/wordpress-27-mal-posso-esperar-por-novembro/">estou louvando a chegada da nova versão 2.7</a></strong> isso pode parecer <strong>bizarro</strong>, eu sei. Mas me veio um desejo <strong>fortíssimo</strong> de substituir minha velha ferramenta de blogar pelo <strong><a title="The Automated Lifestream Blog Software" href="http://www.sweetcron.com/">Sweetcron</a></strong>, que, aliás, nasceu especificamente com a finalidade de <strong>permitir a qualquer um que hospede por conta própria seu <em>lifestream</em></strong>. A definição <a title="Yongfook" href="http://www.yongfook.com/"><strong>do autor da ferramenta</strong></a> para sua criação, aliás, é mais do que perfeita:</p>
<blockquote><p>Blogs are <strong>evolving</strong>. You&#8217;re looking at my Lifestream, a real-time flow of my activity across various websites, with <strong>the occasional blog post </strong>for nourishment.</p></blockquote>
<p>Ou seja, eu <strong>reconheço</strong> que o ponto de vista dele <strong>está correto</strong>, pois a coisa tem realmente caminhado para uma situação em que a pessoa mantém um fluxo de atividades em vários sites, e <em>de vez em quando</em>, escreve um ou outro artigo em seu blog para &#8212; coloquemos assim &#8212; <strong>alimentar a alma</strong>.</p>
<p>Outra coisa que me ocorreu ao pensar em dar adeus ao <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> foi começar um <strong>tumblelog</strong>. <strong><a title="Tumblelog, na Wikipedia, em inglês" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Tumblelog">Segundo me diz a Wikipedia</a></strong>, esta seria <strong>uma outra forma</strong> mais do que perfeita para conectar o mundo convencional dos blogs ao mundo dos pequenos status updates e dos compartilhamentos de mídia:</p>
<blockquote><p><strong>A </strong><strong>tumblelog </strong>(also known as a tlog or tumblog) i<strong>s a variation of a blog </strong>that <strong>favors short-form</strong>, <strong>mixed-media posts</strong> over the longer editorial posts frequently associated with blogging. Common post formats found on tumblelogs include <strong>links</strong>, <strong>photos</strong>, <strong>quotes</strong>, <strong>dialogues</strong>, and <strong>video</strong>. Unlike blogs, tumblelogs are frequently used <strong>to share the author&#8217;s creations</strong>, discoveries, or experiences <strong>while providing little or no commentary</strong>.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2277 aligncenter" title="Painel do Tumblr" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/tumblr_dashboard.png" alt="" width="500" height="89" /></p>
<p>Mas vejam só: Os motivos para <strong>não trocar</strong> minha ferramenta velha de guerra pelo <strong><a title="The Automated Lifestream Blog Software" href="http://www.sweetcron.com/">Sweetcron</a></strong> ou por um <strong>tumblelog </strong>&#8212; neste caso, admito, optaria pelo <strong><a title="Tumblr" href="http://tumblr.com/">Tumblr</a></strong>, a mais famosa e reconhecida ferramenta e site de hospedagem para tumblelogs &#8212; foram os mesmos:</p>
<ol>
<li>Eu gosto de <strong>controle total</strong> sobre o site e o que acontece nele.</li>
<li>Eu adoro <strong>a diversidade de opções</strong> que o <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> permite que eu desfrute.</li>
<li>E, sobretudo, <strong>eu adoro feedback</strong>. Assim, eliminar ou reduzir a possibilidade de envio de comentários, como normalmente exigiria a manutenção do formato clássico de um tumblelog, <strong>nem pensar!</strong></li>
</ol>
<p>Mas, vejam só: Mesmo tendo chegado a esta conclusão &#8212; a de <strong>não abandonar </strong>novamente <em>o caminho, a verdade e a vida</em> &#8212;, também me dei conta de que apenas uma página de <em>lifestreaming</em> não seria mais suficiente para mim. Eu continuei a querer provocar mudanças aqui, desde que promovidas com a utilização de artifícios <strong>100% relacionados ao </strong><a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>.</p>
<p>Este artigo é o anúncio &#8212; e, mais do que isso, o <strong>relato </strong>&#8212; de que <strong>eu consegui atingir meu intuito</strong>. Ainda tenho que cuidar de alguns aspectos e concluir pequenas modificações, mas posso dizer que transformei o formato do blog para algo mais voltado a <em>lifestreaming</em> e <em>tumblelog</em>. <strong>E mais:</strong> Para <strong>não prejudicar a leitura de fiéis leitores</strong>, <strong>tudo isso só pode ser observado por quem visita meu blog ao vivo</strong>: Nada mudou nos feeds RSS, graças também a certas alterações com as quais me preocupei, e que descrevo a seguir.</p>
<p><span id="more-2276"></span></p>
<h3>O retorno dos Asides</h3>
<p><strong><a href="http://thefreedictionary.com/aside">O substantivo aside</a></strong>, em inglês, tem pelo menos um sentido interessantíssimo: No <strong>teatro</strong>, trata-se de um <strong>monólogo</strong>, algo dito por um ator para a platéia e não &#8220;<em>ouvido</em>&#8221; pelos outros atores que eventualmente estejam em cena.</p>
<p>Ora, <strong>asides</strong>, <strong>tumblelogs</strong> e <strong>microblogs</strong> têm <strong>tudo a ver</strong>. Quando você realiza <em>updates </em>em sites como o <strong><a href="http://twitter.com/">Twitter</a></strong>, não está fazendo nada mais do que criando <strong>asides</strong>, com a diferença, é claro, de que estes podem receber <strong>respostas ou comentários</strong> &#8212; tais como seriam as reações da platéia a um monólogo interessante, ou tocante, em uma peça de teatro.</p>
<p><strong>Muitos blogueiros não são fãs dos asides.</strong> Outros, por outro lado, <strong>usam e abusam do formato curto</strong> para divulgar <strong>links</strong>, compartilhar <strong>imagens</strong> e mais uma série de coisas. Por aqui, no passado, implementei o fantástico plugin <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong>, que, em resumo, permite dar <em>uma aparência diferente</em> a posts criados sob uma certa categoria do blog, através de <strong>templates</strong>, justamente para que possam ganhar formatos de pequenas citações, à parte do conteúdo normal de um site.</p>
<p>Com o tempo, <strong>acabei me esquecendo do plugin</strong> e de postar novos <strong>asides</strong>. Até que, já movido pela idéia de integrar um <strong>tumblelog</strong> ao meu blog normal de alguma maneira, acabei esbarrando <strong><a title="Multiple Template Types = Tumblog?" href="http://wordpress.org/support/topic/169172">num tópico de fórum bastante interessante</a></strong> da comunidade <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>.</p>
<p>Basicamente, após a leitura de tal tópico, percebi que, <strong>se eu criasse alguns templates para certas categorias do blog</strong>, poderia fazer com que alguns posts ficassem <strong>diferentes </strong>ao serem exibidos na página principal do site. Resolvi arriscar mexer com um pouco de <strong>CSS</strong>, e acabei criando um layout que julgo ser bem bonito para os <strong>asides</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2278 aligncenter" title="Exemplo de Asides" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/aside_exemplo.png" alt="" width="500" height="211" /></p>
<p>Seguindo a mesma linha de raciocínio, criei uma formatação em <strong>CSS </strong>diferente para exibir <strong>posts rápidos</strong> que contêm apenas uma ou mais <strong>imagens</strong>. Neste caso, resolvi adotar como convenção usar o título do que seria um artigo mais longo como legenda das fotos.</p>
<p>Com o uso do <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong>, e fazendo apenas estas pequenas alterações, vi que minha página principal <strong>começava a se parecer com a minha idéia original</strong>, integrando textos mais curtos &#8212; os <strong>asides </strong>&#8212; aos posts mais longos, ao mesmo tempo em que passou a ser possível misturar ao caldo também <strong>imagens</strong> que eu julgue interessantes.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2280 aligncenter" title="Exemplo de post somente com imagem" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/imagem_exemplo.png" alt="" width="480" height="337" /></p>
<p><strong>Mas faltava alguma coisa:</strong> Como integrar o meu <em><strong>lifestream </strong></em>&#8212; um dos motivadores das mudanças por aqui &#8212; ao restante do blog, também fazendo com que meus <em>status updates</em> aparecessem em meio ao conteúdo normal, os <strong>asides</strong> e as <strong>fotos</strong>?</p>
<h3>A salvação, com o WP-o-Matic</h3>
<p>Graças a mais uma de muitas investidas <strong><a title="Google" href="http://google.com/">ao oráculo</a></strong> na busca por respostas, me familiarizei com um outro fantástico plugin para <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>. Trata-se do <strong><a title="The Wordpress RSS Aggregator" href="http://devthought.com/wp-o-matic-the-wordpress-rss-agreggator/">WP-o-Matic</a>.</strong></p>
<p><strong>Segundo seu autor:</strong></p>
<blockquote><p>WP-o-Matic <strong>makes autoblogging a snap</strong> by automatically creating posts <strong>from the RSS/Atom feeds you choose</strong>, which are organized into <strong>campaigns</strong>.</p></blockquote>
<p><strong>Em resumo, imagine o seguinte:</strong> Você diz ao <strong><a title="The Wordpress RSS Aggregator" href="http://devthought.com/wp-o-matic-the-wordpress-rss-agreggator/">WP-o-Matic</a></strong> <strong>quais são os feeds que você quer que ele pesquise</strong>, e quais são <strong>as categorias de destino</strong> dentro do seu blog. Configura, de preferência, um <strong><em>cron job</em></strong> para que tudo ocorra sozinho, e assiste, periodicamente, à importação de todo o conteúdo dos feeds para posts em seu blog: <strong>Criação automática de novos artigos!</strong></p>
<p>O passo seguinte do raciocínio foi natural: Associar as categorias utilizadas pelo <strong><a title="The Wordpress RSS Aggregator" href="http://devthought.com/wp-o-matic-the-wordpress-rss-agreggator/">WP-o-Matic</a></strong> à templates criados com a ajuda do plugin <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong>. Assim, tudo o que vier do <strong><a href="http://twitter.com/">Twitter</a></strong> ou do <strong><a href="http://plurk.com/">Plurk</a></strong>, por exemplo, e não apenas dos <strong>asides</strong>, poderia aparecer na página principal com <strong>um formato diferenciado</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2279 aligncenter" title="Exemplo de integração do Twitter" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/twitter_exemplo.png" alt="" width="500" height="81" /></p>
<p><strong>Não vou mentir: </strong>A utilização do plugin para importar todos os feeds dos sites que compõem o meu <em><strong>lifestream </strong></em>&#8212; e, é claro, sua associação a templates dentro do <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> <strong>não é uma atividade que leva pouco tempo</strong>. É exatamente o trabalho que eu ainda estou fazendo, e que vou concluir somente aos poucos.</p>
<h3>Mantendo os feeds limpos</h3>
<p>Uma coisa que <strong>me pareceu óbvia</strong> desde o momento em que juntar <strong>blog</strong>, <strong>microblogs </strong>e <strong>tumblelog </strong>em um único lugar me passou pela cabeça foi <strong>como fazer para despoluir meus feeds</strong>. Pequenos posts como os <strong>asides</strong> e atualizações dos <strong>microblogs</strong> não precisam, apesar de fazerem parte do mesmo site, compor a leitura de quem me acompanha por agregadores como o <strong>Google Reader</strong>.</p>
<p>Assim sendo, fui atrás <strong>de mais uma resposta</strong>, desta vez para a pergunta &#8220;<em>como excluir determinadas categorias do feed do Wordpress</em>&#8220;. <strong><a title="Web-kreation - 4 Ways to Exclude WordPress Category from RSS Feeds" href="http://web-kreation.com/index.php/wordpress/4-ways-to-exclude-wordpress-category-from-rss-feeds/">Encontrei quatro maneiras diferentes de chegar ao mesmo resultado</a></strong> e, desta vez, para não precisar agregar mais um plugin ao blog, adotei a inclusão de uma pequena função ao arquivo <strong>functions.php</strong>, que reside na pasta onde está instalado o tema atual do blog.</p>
<p>Aliás, para quem não sabe &#8212; eu não sabia &#8212;, o arquivo <strong>functions.php</strong> <strong><a href="http://codex.wordpress.org/Theme_Development#Functions_File">é um dos três componentes</a></strong> de um tema padrão do <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>, e atua como se fosse um <strong>plugin</strong>, sendo automaticamente carregado na exibição do tema atual e do painel de administração do site.</p>
<p>Ao conteúdo deste arquivo, acresci as linhas a seguir:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="php php" style="font-family:monospace;"><span style="color: #000000; font-weight: bold;">function</span> myFeedExcluder<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$query</span><span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
 <span style="color: #b1b100;">if</span> <span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="color: #000088;">$query</span><span style="color: #339933;">-&amp;</span>gt;is_feed<span style="color: #009900;">&#41;</span> <span style="color: #009900;">&#123;</span>
   <span style="color: #000088;">$query</span><span style="color: #339933;">-&amp;</span>gt;set<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="">'cat'</span><span style="color: #339933;">,</span><span style="">'-12'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span>;
 <span style="color: #009900;">&#125;</span>
<span style="color: #b1b100;">return</span> <span style="color: #000088;">$query</span>;
<span style="color: #009900;">&#125;</span>
&nbsp;
add_filter<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="">'pre_get_posts'</span><span style="color: #339933;">,</span><span style="">'myFeedExcluder'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span>;</pre></div></div>

<p>No exemplo acima, <strong><a title="Web-kreation - 4 Ways to Exclude WordPress Category from RSS Feeds" href="http://web-kreation.com/index.php/wordpress/4-ways-to-exclude-wordpress-category-from-rss-feeds/">retirado diretamente da origem</a></strong>, todos os posts que façam parte da <strong>categoria 12 </strong>serão excluídos do feed, permanecendo na listagem original, dentro do blog.</p>
<p>Para eliminar <strong>mais de uma categoria</strong>, basta separá-las por vírgulas:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="php php" style="font-family:monospace;">   <span style="color: #000088;">$query</span><span style="color: #339933;">-&amp;</span>gt;set<span style="color: #009900;">&#40;</span><span style="">'cat'</span><span style="color: #339933;">,</span><span style="">'-12,-25,-33'</span><span style="color: #009900;">&#41;</span>;</pre></div></div>

<p>Em resumo, <strong>a dica funciona que é uma maravilha</strong>, e, por ser algo que está sendo carregado a cada vez que a minha instalação de <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> é inicializada, processa as alterações imediatamente, sem qualquer dor, <strong>e mantém o feed limpo</strong>.</p>
<p>Assim que tiver tempo, também seguindo uma dica derivada do mesmo site, minha idéia é disponibilizar um feed específico para as <strong>categorias excluídas</strong>, para o caso de alguém se interessar por esses pequenos compartilhamentos de conteúdo que agora também fazem parte do recheio do blog &#8212; mas isso é assunto pra outro artigo.</p>
<h3>Toque final: Templates para as páginas individuais</h3>
<p>Apesar de ser <strong>fã incondicional</strong> do <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong> e de reconhecer que <strong>nada </strong>nesta transformação do blog em um misto de <strong>lifestream</strong>, <strong>blog</strong> e <strong>tumblelog</strong> teria acontecido sem a sua utilização, <strong>há um ponto falho</strong> no plugin, pelo menos do ponto de vista de quem, como eu, se atreveu a utilizá-lo para fazer esta mistura.</p>
<p>Acontece que <strong>na concepção original do autor</strong>, os <strong>templates</strong> definidos pelo administrador do blog são utilizados apenas na exibição da página principal, nas páginas de tags e nas páginas de arquivos e de autores. Apesar de parecer muita coisa, um detalhe fundamental <strong>escapa</strong>: As páginas individuais dos artigos &#8212; aquelas para onde seus <strong>permalinks apontam</strong> &#8212; não contam <strong>com a exibição dos templates</strong> que são definidos para cada categoria.</p>
<p>Isso me incomodou bastante pelo fato de que, se eu defini um formato para exibir um post que contenha apenas imagens ou citações rápidas &#8212; como um <strong>aside</strong> &#8212;, gostaria de manter tal formato, <strong>independentemente da página exibida pelo visitante</strong>. Pra mim, <strong>isso dá um charme extra à coisa</strong>, principalmente quando se quer provocar a sensação de estar em meio à uma grande mistura de conteúdos.</p>
<p>Precisava mexer com os arquivos do tema atual do blog de alguma forma para que isso pudesse se tornar realidade. <strong><a title="WordPress FAQ: How Do I Use Category Themes?" href="http://technosailor.com/2007/03/31/wordpress-faq-how-do-i-use-category-themes/">Pesquisando por aí afora</a></strong>, descobri algo que <em>começou a trilhar o caminho que eu queria</em>. De novo para a minha surpresa, vi que o <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> usa uma <strong>hierarquia de arquivos</strong> &#8212; que podem ou não estar presentes na pasta onde o tema atual do blog está instalado &#8212; para <strong>determinar como exibir cada categoria</strong>.</p>
<p>Na prática, se o blog possui uma categoria que você deseja exibir de uma forma diferente, deve-se obter o código desta categoria e criar um arquivo especial chamado, por exemplo, <strong>category-23.php</strong>. Este arquivo deve ser colocado na pasta do tema, para que, sempre que a página desta categoria for carregada, ele seja usado para a exibição dos artigos relacionados.</p>
<p>O problema é que esta solução &#8220;<em>bateu na trave</em>&#8220;. Ocorre que o <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong> já exibe seus templates nas páginas das categorias, então tudo isso é gerenciado <strong>automaticamente pelo próprio plugin</strong>, uma vez ativo. Eu precisava, como já disse antes, encontrar uma forma de exibir <strong>artigos individuais </strong>com os templates que eu criei.</p>
<p><strong>Felizmente,</strong> mais uma vez obtive resposta às minhas preces. Um novo tópico de fórum da comunidade Wordpress, <strong><a title="Idea: category specific single.php templates" href="http://wordpress.org/extend/ideas/topic.php?id=1403#post-7007">uma nova fórmula mágica</a></strong>, também a ser implantada no arquivo <strong>functions.php</strong>. Desta vez, a idéia é direcionar a exibição de artigos individuais &#8212; regida normalmente pelo arquivo <strong>single.php</strong> do tema &#8212; para arquivos personalizados com o nome <strong>single-xx.php</strong>, onde <strong>xx </strong>é o código da categoria.</p>
<p>No arquivo <strong>functions.php</strong>, coloquei então um filtro para ser utilizado na exibição das páginas individuais:</p>

<div class="wp_syntax"><div class="code"><pre class="php php" style="font-family:monospace;">   term_id<span style="color: #009900;">&#125;</span><span style="color: #339933;">.</span>php<span style="color: #0000ff;">&quot;) ) return TEMPLATEPATH . &quot;</span><span style="color: #339933;">/</span>single<span style="color: #339933;">-</span><span style="color: #009900;">&#123;</span><span style="color: #000088;">$cat</span><span style="color: #339933;">-&amp;</span>gt;term_id<span style="color: #009900;">&#125;</span><span style="color: #339933;">.</span>php<span style="color: #0000ff;">&quot;; } return $t;' )); ?&amp;gt;</span></pre></div></div>

<p>Neste ponto, para fazer a coisa funcionar, <strong>admito que deu um pouco de trabalho.</strong> Precisei criar uma cópia do arquivo <strong>single.php</strong> do meu tema atual e fazer modificações em sua estrutura básica, trocando basicamente o <strong>CSS do autor do tema pelo CSS que eu havia definido</strong> nos templates.</p>
<p>Em resumo, cada vez que eu crio um novo template para uma categoria do blog com a finalidade de transformar a coisa numa integração com <strong>lifestream</strong> e <strong>tumblelog</strong>, preciso, além de criar os templates com o <strong><a title="&lt;br &gt;&lt;/a&gt; Plugin Directory: AsideShop" href="http://wordpress.org/extend/plugins/asideshop/">AsideShop</a></strong>, criar estes <strong>arquivos individuais</strong>.</p>
<p>Mas, admito, pelo menos para mim, que o resultado parece estar ficando magnífico.</p>
<h3>Conclusões</h3>
<p>Eu não sei quantas vezes eu precisei <strong>escrever e reescrever este artigo</strong>. Animado com os resultados que obtive, queria compartilhar logo com o maior número de pessoas &#8212; e da forma <strong>mais rápida possível</strong> &#8212; cada passo que dei para criar esta verdadeira mescla de conteúdo no <strong>Back-up Brain</strong>. Não sei se o resultado final <strong>ficou didático o suficiente</strong>, mas espero honestamente que <strong>sim</strong>.</p>
<p>No fim das contas fiquei feliz porquê, na prática, mesmo com algum trabalho <strong>que eu não estava prevendo</strong>, provei para mim mesmo que criar uma mescla interessante de conteúdos e formatos num blog <strong>não exige que você abandone o </strong><a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a><strong>.</strong></p>
<p>É verdade que ferramentas como o <strong><a title="The Automated Lifestream Blog Software" href="http://www.sweetcron.com/">Sweetcron</a></strong> ou o <strong><a title="Tumblr" href="http://tumblr.com/">Tumblr</a></strong> têm seu próprio brilho e comunidades de usuários, mas para pessoas que têm o <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a> no sangue, como eu, ficaria difícil abandonar algo conhecido. Seria quase como quebrar uma amizade de infância.</p>
<p>Além disso, mesmo no auge dos pensamentos que me levaram a querer mudar um pouquinho o formato do site, <strong>nunca pensei em parar de blogar</strong> da maneira convencional: E, para isso, nada melhor do que o <a title="Wordpress.org" href="http://wordpress.org/"><strong>Wordpress</strong></a>. Aliás, que venha logo a versão 2.7, pois quero que este novo formato do blog se adapte também à ela.</p>
<p>Ah&#8230; e não se esqueçam de opinar sobre os resultados até agora, hein?</p>
Note: There is a rating embedded within this post, please visit this post to rate it.
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/06/mesclando-blog-microblog-e-tumblelog-um-tutorial/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Olá, chip da Oi!</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/04/ola-chip-da-oi/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/04/ola-chip-da-oi/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 16:59:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[celular]]></category>

		<category><![CDATA[oi]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<category><![CDATA[telefonia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2265</guid>
		<description><![CDATA[Desde o último dia 24 de outubro sou um dos mais novos clientes da Oi, operadora de celular que iniciou suas atividades aqui no estado de São Paulo. Os motivadores para tal decisão se resumem a dois pontos principais.
Primeiro, a curiosidade. Sempre ouvi falar muita coisa a respeito da operadora, e, não vou mentir, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2267 alignright" title="Chip da Oi" src="http://danielsantos.org/images//2008/11/oi-chip.png" alt="" width="212" height="146" />Desde o último dia <strong>24 de outubro</strong> sou um dos mais novos clientes da <strong>Oi</strong>, operadora de celular que iniciou suas atividades aqui no estado de São Paulo. Os <strong>motivadores</strong> para tal decisão se resumem a dois pontos principais.</p>
<p>Primeiro, a <strong>curiosidade</strong>. Sempre ouvi falar muita coisa a respeito da operadora, e, não vou mentir, na sua grande maioria, <strong>coisas positivas</strong>. A empresa, por exemplo, sempre defendeu o desbloqueio de aparelhos &#8212; <a title="Oi: Quem ama bloqueia" href="http://www.youtube.com/watch?v=P9oZzsTAz2I"><strong>inclusive com campanhas</strong></a> muito <a title="Bloqueio Não" href="http://www.youtube.com/watch?v=AXwaDGmEAy4&amp;feature=related"><strong>bem estruturadas</strong></a> &#8212;, e tem um slogan que diz <em>&#8220;você fica na Oi porquê gosta da OI</em>&#8220;. Nada mais justo.</p>
<p>O segundo motivador é <strong>financeiro</strong>. Para os clientes que comprassem um chip da <strong>Oi</strong> e se cadastrassem <strong>até o final do mês de outubro</strong>, a operadora ofereceu uma promoção praticamente <strong>irrecusável</strong> &#8212; e que provocou filas quilométricas em seus quiosques e lojas dos shoppings aqui da cidade: <strong>R$ 600 em créditos</strong> por mês durante os três primeiros meses de uso, distribuídos em <strong>R$ 20 por dia</strong> &#8212; embora válidos <strong>apenas no próprio dia</strong>. Estes créditos podem ser gastos em ligações locais para qualquer <strong>telefone fixo</strong> ou <strong>número da Oi</strong>, ou ainda em ligações interurbanas usando-se a Telemar (31), para qualquer telefone Oi, <strong>seja ele celular ou fixo</strong>. E de quebra ainda podem ser enviados torpedos SMS para <strong>qualquer operadora</strong>.</p>
<p>Aqui em casa temos aproveitado bastante a novidade: <strong>Minha esposa principalmente</strong>, pois tem entrado em contato com familiares no Nordeste que usama Oi &#8212; tanto celular quanto fixo, e que, por sinal, não parecem reclamar nem um pouco do serviço. Aliás, entrando em contato com conhecidos que trabalham em lojas de outras operadoras, também não tenho visto nenhuma reclamação. Todos dizem que a operadora é ótima.</p>
<p><strong>Será que estou cego pela novidade? </strong>Apesar de saber que a resposta poder ser, eventualmente, <strong>sim</strong>, por enquanto <strong>estou gostando muito</strong>. A única desvantagem que percebi em relação à <strong>Claro</strong> &#8212; operadora da qual tenho um chip ainda não colocado em desuso &#8212; é a <strong>praticidade </strong>desta última ao oferecer um endereço de email para nossos celulares, que pode ser usado a partir de qualquer serviço de correio eletrônico <strong>para enviar SMS</strong> diretamente para o celular. Nada que não possa ser contornado, é claro, <a title="Torpedo Grátis" href="http://www.torpedogratis.net/"><strong>através de serviços gratuitos oferecidos na própria web</strong></a> ou <a title="Torpedo Mundo Oi" href="http://mundooi2.oi.com.br/servicostorpedo/"><strong>pelo site da operadora</strong></a>.</p>
<p>Agora é só esperar pra ver <strong>o que o tempo dirá</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/11/04/ola-chip-da-oi/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O PicPick é nota 10!</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/28/o-picpick-e-nota-10/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/28/o-picpick-e-nota-10/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 04:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[freeware]]></category>

		<category><![CDATA[resenha]]></category>

		<category><![CDATA[software]]></category>

		<category><![CDATA[windows]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2244</guid>
		<description><![CDATA[Venho usando o FastStone Capture ao longo de anos e anos para capturar e tratar imagens, principalmente com a finalidade de ilustrar diversos dos artigos deste humilde blog. Acontece que, desde sua versão 5.3 &#8212; ainda encontrada para download em diversos sites da Internet e a última que baixei &#8212;, a ferramenta não é mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Venho usando o <a title="FastStone Capture" href="http://www.faststone.org/FSCaptureDetail.htm"><strong>FastStone Capture</strong></a> ao longo de anos e anos para <strong>capturar e tratar imagens</strong>, principalmente com a finalidade de ilustrar diversos dos artigos deste humilde blog. Acontece que, desde sua <strong>versão 5.3</strong> &#8212; <a title="No Portable Freeware Collection, por exemplo" href="http://www.portablefreeware.com/?id=775"><strong>ainda encontrada para download</strong></a> em diversos sites da Internet e a última que baixei &#8212;, a ferramenta não é mais <em><strong>freeware</strong></em>, e sim, <em><strong>shareware</strong></em><strong>. </strong>Na prática, isso quer dizer que pode-se experimentar o programa, mas, para obter seus recursos completos &#8212; e normalmente mais avançados &#8212;, além de versões mais recentes, é necessário <strong>pagar</strong> pelo benefício.</p>
<p>Confesso que acho que, se considerados todos os recursos avançados do <a title="FastStone Capture" href="http://www.faststone.org/FSCaptureDetail.htm"><strong>FastStone Capture</strong></a> &#8212; na versão 6.3, por exemplo, a mais recente no momento em que escrevo este artigo, é possível não apenas capturar telas ou suas regiões, mas também fazer <strong>captura das ações da tela em vídeo</strong>, criando-se, com isso, pequenos <em>screencasts</em> &#8212;, não é caro desembolsar cerca de US$ 20 por <strong>uma licença vitalícia do programa</strong>. Ainda assim, após saber da migração <em>freeware </em>para <em>shareware</em>, nunca mais fiz um <strong>update</strong> e, com isso, venho usando o último dos programas gratuitos porquê penso que ele atende plenamente minhas necessidades.</p>
<p>Hoje, no entanto, lendo meus atrasadíssimos <strong><em>feeds </em>RSS</strong>, eis que <a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>me dei conta do PicPick</strong></a>. Desenvolvido por apenas uma pessoa, o coreano <span style="font-family: Tahoma;"><strong>Dae-woong Moon</strong>, o <a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>PicPick</strong></a> me chamou a atenção não apenas por conter vários dos recursos que o </span><a title="FastStone Capture" href="http://www.faststone.org/FSCaptureDetail.htm"><strong>FastStone Capture</strong></a><span style="font-family: Tahoma;"> contém, mas também pelo fato de, sendo ele um <em>freeware</em>, conter algumas outras ferramentas interessantes embutidas em sua interface.</span></p>
<p style="text-align: center;"><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/10/picpick.png"><img class="size-medium wp-image-2245 aligncenter" title="Menu de opções do PicPick" src="http://danielsantos.org/images//2008/10/picpick.png" alt="" width="454" height="373" /></a></p>
<p>Uma vez instalado, o <span style="font-family: Tahoma;"><a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>PicPick</strong></a></span> pode ser configurado para iniciar-se juntamente com o Windows, e apresenta não apenas as funções triviais para capturar regiões retangulares e áreas fixas, mas também a possibilidade de capturar <strong>componentes de janela</strong>, ou seja, desde botões e caixas de texto, até janelas inteiras que precisam ser roladas para baixo para serem completamente capturadas &#8212; como, por exemplo, <strong>páginas web</strong>. Ainda no quesito captura, aliás, a função <strong>repetir última captura </strong>pode ser extremamente interessante para aqueles que estão criando tutoriais e querem documentar modificações mínimas que ocorrem sempre na mesma janela ou área da tela.</p>
<p>Todas as imagens capturadas pelo <span style="font-family: Tahoma;"><a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>PicPick</strong></a></span> vão para um editor onde estão disponíveis desde comandos básicos como <strong>rotacionar </strong>ou <strong>dimensionar</strong>, até a<strong> pixelização</strong>, <strong>desfocagem </strong>e ajuste de <strong>brilho</strong>, <strong>nitidez</strong> e <strong>saturação </strong>de imagens ou pedaços de imagens pré-selecionados. Dois pontos interessantes do programa &#8212; e, para mim, <strong>diferenciados</strong> em relação à versão 5.3 do <a title="FastStone Capture" href="http://www.faststone.org/FSCaptureDetail.htm"><strong>FastStone Capture</strong></a> &#8212; são sua capacidade de inserir imagens sobre as imagens já capturadas e a possibilidade de tornar qualquer objeto no editor <strong>opaco </strong>em maior ou menor intensidade.</p>
<p style="text-align: center;"><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/10/picpick_demo.png"><img class="size-medium wp-image-2246 aligncenter" title="Demonstração de recursos do PicPick" src="http://danielsantos.org/images//2008/10/picpick_demo.png" alt="" width="480" height="359" /></a></p>
<p>Além dos <strong>recursos de captura</strong> e do <strong>editor</strong> já mencionados, as ferramentas incluídas com o <span style="font-family: Tahoma;"><a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>PicPick</strong></a></span> incluem um <strong>capturador de cores </strong>&#8212; que pode retornar o código de qualquer cor que esteja atualmente em exibição na tela, uma <strong>régua de pixels</strong>, útil para medir regiões da tela ou de objetos e componentes de programas e documentos nela expostos, um <strong>transferidor</strong>, para medir o ângulo entre dois pontos ou componentes da tela, um <strong>retículo de referência </strong>para medir o tamanho de objetos na tela e, finalmente, uma <strong>lousa virtual</strong>, que parece aquela disponível em apresentações do <strong>Power Point</strong> e permite <em>rabiscar </em>a vontade por cima de qualquer coisa, já que cria uma camada de transparência para tanto.</p>
<p>Embora a verdade seja que, se comparado ao <a title="FastStone Capture" href="http://www.faststone.org/FSCaptureDetail.htm"><strong>FastStone Capture</strong></a>, a maioria dos recursos se equivalham &#8212; alguns destes últimos que citei, aliás, <strong>raramente </strong>serão usados pela maioria dos mortais como você ou eu &#8212;, tenho que admitir que, em se tratando de uma ferramenta <em>freeware</em>,  o <span style="font-family: Tahoma;"><a title="PicPick Tools - All-in-one Design Tools" href="http://picpick.wiziple.net/"><strong>PicPick</strong></a></span> arrasa por sua simplicidade e sofisticação, sendo um raro caso de ferramenta com tantos recursos que permanece gratuita ao longo do tempo. <strong></strong></p>
<p><strong>Recomendo baixar e experimentar</strong>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/28/o-picpick-e-nota-10/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Wordpress 2.7: Mal posso esperar por novembro!</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/12/wordpress-27-mal-posso-esperar-por-novembro/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/12/wordpress-27-mal-posso-esperar-por-novembro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 04:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[2.7]]></category>

		<category><![CDATA[Blogs]]></category>

		<category><![CDATA[wordcamp]]></category>

		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2242</guid>
		<description><![CDATA[Definitivamente deveriam organizar logo um Wordcamp Brazil. Para aqueles que não têm familiaridade com o termo, um Wordcamp é um tipo de evento que discute qualquer coisa relacionada à melhor plataforma para criação e gerenciamento de blogs da paróquia. Nestas ocasiões qualquer blogueiro como você ou eu tem a chance de ouvir blogueiros populares e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Definitivamente deveriam organizar logo um <strong>Wordcamp Brazil</strong>. Para aqueles que não têm familiaridade com o termo, um <a title="Wordcamp Central" href="http://central.wordcamp.org/"><strong>Wordcamp</strong></a> é um tipo de evento que discute qualquer coisa relacionada <a title="Wordpress" href="http://wordpress.org/"><strong>à melhor plataforma para criação e gerenciamento de blogs da paróquia</strong></a>. Nestas ocasiões qualquer blogueiro como você ou eu tem a chance de ouvir blogueiros populares e desenvolvedores, e descobrir a quantas anda o <strong>universo Wordpress</strong>.</p>
<p>Enquanto não organizam algo do gênero por aqui, encontrei em vídeo <a title="CenterNetworks: Wordpress 2.7 Demo From Matt Mullenweg" href="http://www.centernetworks.com/wordpress-27-demo"><strong>um dos trechos da palestra de Matt Mullenweg</strong></a> no <a title="Official Site" href="http://newyork.wordcamp.org/"><strong>Wordcamp NYC 2008</strong></a>, em que ele <strong>demonstra</strong> a novíssima <strong>versão 2.7</strong> da ferramenta, que deve sair <strong>apenas</strong> em <strong>10 de novembro</strong>. É desnecessário dizer que eu, um fã mais do que declarado da plataforma, fiquei literalmente de <strong>queixo caído </strong>com as novas funcionalidades apresentadas.</p>
<p><object type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" data="http://www.viddler.com/player/91447bc/"><param name="movie" value="http://www.viddler.com/player/91447bc/" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="quality" value="high" /></object></p>
<p>A interface para criação de novos artigos ficou muito mais funcional, totalmente operada com <strong>AJAX</strong>. Na prática qualquer uma das caixas em que estão localizadas as <strong>categorias</strong>, <strong>tags</strong>, <strong>status dos artigos</strong> e qualquer outra coisa pode ser reposicionada na tela. Aliás, <strong>há agora uma prática janela de opções</strong> que pode ser ativada a qualquer momento, permitindo que o usuário escolha o que deseja ou não que fique visível em sua própria interface.</p>
<p>Esta mesma <strong>janela de opções</strong>, aliás, está presente no <strong>gerenciamento de artigos</strong>: Pode-se optar por quais colunas deseja-se visualizar, e também optar por visualizar ou não a introdução de cada um dos textos. A <strong>edição rápida</strong> &#8212; para, por exemplo, corrigir algum erro de última hora &#8212; é outro trunfo da ferramenta: A versão 2.7 do Wordpress permite que ela seja feita na própria lista de artigos, através de uma janela similar àquela que hoje é apresentada quando inserimos imagens em nossos artigos.</p>
<p>No que diz respeito à <strong>comentários</strong>, mais uma novidade: Agora será possível respondê-los diretamente a partir da tela de gerenciamento. Antes, para obter este tipo de funcionalidade, era preciso recorrer à <em>plugins</em>. Há ainda uma ponta do que parece ser fruto da <a title="ReadWriteWeb: Automattic Acquires Comment Plugin IntenseDebate" href="http://www.readwriteweb.com/archives/automattic_acquires_intensedebate.php"><strong>recente aquisição do</strong> <strong>Intense Debate por parte do pessoal da Automattic</strong></a> &#8212; <strong>embora Matt negue isso</strong>, por dizer que já estava sendo preparado pelo time de desenvolvedores para ficar no núcleo do WP: Qualquer resposta à um comentário poderá ser configurada para <strong>figurar abaixo </strong>da resposta original, criando os chamados <strong><em>threaded comments</em></strong>.</p>
<p>Com relação a esta última possibilidade, aliás, trata-se <strong>do que mais me deixa ansioso</strong> com relação ao novo Wordpress: A possibilidade de contar com comentários aninhados nativos à ferramenta sempre povoou os meus sonhos, uma vez que até hoje nunca me satisfiz com qualquer plugin disponível para tanto. Espero que eu não me desaponte com tal ponto, <strong>especialmente por estar colocando expectativas demais nele</strong>.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/depravedlibrarian/2932721025/in/set-72157607951035649/"><img title="Clique para ver o original no Flickr" src="http://farm4.static.flickr.com/3152/2932721025_dc4483e72a_d.jpg" alt="WordPress 2.7" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">WordPress 2.7</p></div>
<p>No mais, o que mais chama a atenção é a nova <strong>interface de instalação de plugins</strong>: Eles podemagora ser filtrados na interface do seu site a partir de suas <strong>tags </strong>associadas, além de poderem ser diretamente <a title="WordPress Plugins" href="http://wordpress.org/extend/plugins/"><strong>baixados do repositório oficial</strong></a> e instalados automaticamente, o que, também, era possível até agora apenas com o auxílio de <em>plugins</em>. Isso, é claro, sem mencionar que a <strong>usabilidade </strong>do Wordpress parece ter ficado ainda melhor.</p>
<p>Isso tudo só pra me deixar com mais água na boca ainda.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/12/wordpress-27-mal-posso-esperar-por-novembro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Post-It Comics: Seleção Brasileira</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/08/post-it-comics-selecao-brasileira/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/08/post-it-comics-selecao-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2008 09:34:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[charge]]></category>

		<category><![CDATA[Daniel Santos]]></category>

		<category><![CDATA[desenho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2240</guid>
		<description><![CDATA[O que uma simples lapiseira e um post-it amarelo podem produzir, enquanto estou assistindo Band News em uma terça-feira à noite&#8230;

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que uma <strong>simples lapiseira</strong> e um <strong>post-it amarelo</strong> podem produzir, enquanto estou assistindo <strong>Band News</strong> em uma terça-feira à noite&#8230;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-2241 aligncenter" title="Post-It Comics: Seleção Brasileira" src="http://danielsantos.org/images//2008/10/postit_comics_selecao_brasileira_20081007.jpg" alt="" width="500" height="428" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/08/post-it-comics-selecao-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Urnas Biométricas: O próximo passo</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/06/urnas-biometricas-o-proximo-passo/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/06/urnas-biometricas-o-proximo-passo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 02:12:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[biometria]]></category>

		<category><![CDATA[eleições 2008]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2238</guid>
		<description><![CDATA[Quem me conhece sabe que eu não sou uma pessoa invejosa. No entanto, nestas eleições, eu preciso admitir que não tive como não sentir pelo menos uma pontinha de inveja dos moradores de três cidades brasileiras. Isso é porquê São João         Batista (SC), Colorado D’Oeste (RO) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-2239 alignright" title="UE2006: Novo modelo de urna biométrica" src="http://danielsantos.org/images//2008/10/ue2006.jpg" alt="" width="309" height="217" />Quem me conhece sabe que eu <strong>não sou </strong>uma pessoa invejosa. No entanto, nestas eleições, eu preciso admitir que não tive como não sentir pelo menos <strong>uma pontinha </strong>de inveja dos moradores de três cidades brasileiras. Isso é porquê <strong>São João         Batista</strong> (SC), <strong>Colorado D’Oeste</strong> (RO) e <strong>Fátima do Sul</strong> (MS) foram, efetivamente, as três primeiras cidades do país a contarem com <a title="Nenhuma urna biométrica foi substituída, diz TSE" href="http://g1.globo.com/Noticias/Politica/0,,MUL786143-5601,00-NENHUMA+URNA+BIOMETRICA+FOI+SUBSTITUIDA+DIZ+TSE.html"><strong>um processo de votação auxiliado por urnas biométricas</strong></a>.</p>
<p>Infelizmente pelo que li, essas cidades <strong>não foram </strong>escolhidas por acaso. Os critérios para que o TSE as elegesse para serem as primeiras a entrar para a história de mais um avanço de nosso processo eleitoral incluíram, entre outras coisas, o fato de todas terem em média 15 mil eleitores e estarem necessitando de um <strong>recadastramento eleitoral</strong>.</p>
<p>Acontece que, como cada um dos eleitores dessas cidades <a title="TSE conclui cadastro biométrico em 3 cidades" href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/042008/01042008-4.shl"><strong>teve previamente cadastradas</strong></a> as impressões digitais dos dez dedos das mãos, ontem, durante as eleições, bastou a cada um deles que pusesse o polegar sobre um <strong>sensor biométrico</strong> existente no terminal operado pelos mesários, aguardando assim a liberação para voto depois da confirmação de sua identidade.</p>
<p>Além disso, <strong>conforme reportagem da Globo News</strong>, mesmo que a identificação de qualquer eleitor <strong>falhasse </strong>depois, é claro, de tentativas de leitura de todos os seus dedos, o presidente da seção ainda contava com uma senha exclusiva que poderia liberar o voto do eleitor normalmente, já que eles <strong>não foram desobrigados de apresentar seus títulos</strong>.</p>
<p>Eu já mencionei as urnas biométricas por aqui algumas vezes, dizendo que elas podem ser responsáveis por pela eliminação da única fraude ainda possível no processo eleitoral, a de <strong>uma pessoa se passar por outra</strong>. Aliás, além das impressões digitais dos cidadãos, no momento em que o TSE começar a convocar todos os eleitores do Brasil para recadastrarem seus títulos de eleitor, deverão ser coletadas também suas fotos, que virão impressas nos cadernos de votação &#8212; espaço reservado para isso, aliás, <strong>já existe há algum tempo</strong> nos cadernos com os comprovantes de votação.</p>
[See post to watch Flash video]
<p>Como mesário há vários anos, aliás, torço para que a urna biométrica acabe também com os <strong>cadernos de comprovantes de votação</strong>. Se o modelo de terminal atual fosse alterado para que contivesse também um display LCD com algumas polegadas a mais, a foto do eleitor poderia ser exibida na tela para ratificar sua identificação. Na seqüência, voto autorizado, concluído, <strong>e comprovante impresso pela própria impressora da urna</strong>. Só neste ponto seria possível dispensar o trabalho de pelo menos dois mesários.</p>
<p>Aconteça o que acontecer, eu fico <strong>na expectativa</strong> para que as urnas biométricas <strong>não demorem</strong>: Se as contas de <strong>Carlos Ayres         Britto</strong>, presidente do TSE, estiverem certas, <a title="Brasil pode ter todas as urnas biométricas em oito anos, diz Britto" href="http://g1.globo.com/Eleicoes2008/0,,MUL786030-15693,00-BRASIL+PODE+TER+TODAS+AS+URNAS+BIOMETRICAS+EM+OITO+ANOS+DIZ+BRITTO.html"><strong>serão apenas oito anos de espera</strong></a> até que o Brasil inteiro esteja com a nova tecnologia 100% implantada. Enquanto isso, o mesmo <strong>Britto</strong> deixa uma incógnita: Declarou ontem à imprensa que, <em>tão logo termine este processo eleitoral</em>, <a title="ELEIÇÕES 2008: Tecnologia permitirá voto em trânsito, diz TSE" href="http://www.investnews.com.br/IN_News.aspx?Parms=2104703,114,20"><strong>deve ser implantada tecnologia que permita o voto em trânsito</strong></a>. Será o fim &#8212; tão sonhado por mim &#8212; das <strong>justificativas eleitorais</strong>? Urnas em rede? Quem sabe? Só esperando mais um pouco&#8230;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/10/06/urnas-biometricas-o-proximo-passo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>RIC: Finalmente um único documento para nós, brasileiros!</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/28/ric-finalmente-um-unico-documento-para-nos-brasileiros/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/28/ric-finalmente-um-unico-documento-para-nos-brasileiros/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 05:47:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[brasil]]></category>

		<category><![CDATA[identificação]]></category>

		<category><![CDATA[RIC]]></category>

		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2233</guid>
		<description><![CDATA[Você sabia que quando não leva o título de eleitor à seção em que vota &#8212; seja por esquecimento, ou qualquer outro motivo &#8212;, pode apresentar ao mesário um documento com foto que permita sua identificação, e assim votar normalmente?
Pois bem, é verdade. Essa orientação que os mesários recebem &#8212; e que eu, esse ano, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabia que quando não leva o título de eleitor à seção em que vota &#8212; seja por esquecimento, ou qualquer outro motivo &#8212;, pode apresentar ao mesário <strong>um documento com foto </strong>que permita sua identificação, e assim votar normalmente?</p>
<p><strong>Pois bem, é verdade. </strong>Essa orientação que os mesários recebem &#8212; e que eu, esse ano, por mais uma vez ter sido convocado para prestar meus serviços de cidadania ao País, ouvi <strong>de novo </strong>no treinamento &#8212; sempre me deixa com uma pulga atrás da orelha: Porquê apresentar um documento <strong>com foto</strong> na impossibilidade de apresentação de outro &#8212; neste caso, o título &#8212;, <strong>sem foto</strong>? Não parece lógico, vocês concordam?</p>
<p>Para mim, essa questão &#8212; que levantei semana passada durante um almoço com amigos, no trabalho &#8212; reflete a <strong>desorganização de nosso país </strong>no que diz respeito à documentos. Vocês já pararam pra pensar que um cidadão brasileiro em idade produtiva, além do título de eleitor, possui uma <strong>boa leva </strong>de documentos adicionais? CPF, RG, PIS, Carteira de Trabalho, Certificado de Reservista (para os homens) e Carteira de Habilitação são só alguns exemplos dos quais me recordo agora, e olha que só esses já são muitos.</p>
<p>Já faz algum tempo agora que eu, incomodado com essa diversidade toda, tenho andado apenas com a <strong>CNH</strong>. Nela, afinal, constam os números de RG e CPF, que são os mais corriqueiramente solicitados no dia-a-dia, sobretudo no comércio. Até hoje, assim, isso me faz pensar na boa e velha carteira de motorista como <strong>o documento mais completo </strong>com o qual nós, brasileiros, podemos contar até o momento.</p>
<p>Digo <strong>até o momento </strong>porquê está em vias de ser implantado um novo documento. Denominado <strong>RIC</strong>, ou <strong>Registro de Identidade Civil</strong>, ele foi criado pela <a title=" 	  Institui o número único de Registro de Identidade Civil e dá outras providências" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9454.htm"><strong>Lei 9.454, de 7 de abril de 1997</strong></a>, e ainda depende de aprovação de um decreto para sua oficialização. Caso tudo corra bem, deve passar a vigorar <strong>já em 2009</strong> e terá tudo para trazer nosso país para o <strong>primeiro mundo da identificação de pessoas</strong>.</p>
<p>A principal motivação para a criação do <strong>RIC </strong>é <strong><a title="Governo deve adotar novo modelo de carteira de identidade em 2009" href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/07/07/governo_deve_adotar_novo_modelo_de_carteira_de_identidade_em_2009-547138213.asp">unificar os cadastros de identificação estaduais e federal</a></strong>. Assim será garantido a cada cidadão brasileiro <strong>um número único</strong> que o identificará, evitando problemas corriqueiros com <strong>homônimos</strong> e pessoas que possuem os mesmos nomes de pai e mãe. Na prática, basta imaginar o número de <strong>fraudes </strong>&#8212; pessoas se passando por outras, ou tirando o mesmo documento em vários estados do Brasil &#8212; e de <strong>crimes</strong> que essa medida evitará.</p>
<p style="text-align: center;"><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/09/ric_frente.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2235" title="Frente do novo Registro de Identidade Civil" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/ric_frente-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a> <a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/09/ric_verso.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2234" title="Verso do novo Registro de Identidade Civil" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/ric_verso-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p><strong></strong>Além da já tradicional <strong>marca d&#8217;água</strong>, o novo <strong>RIC</strong> deverá ser impresso em <strong>seis camadas</strong>, com palavras escritas com tinta invisível e utilização de efeitos óticos especiais. O cartão também terá <strong>um chip, </strong>que armanezará os diversos números de documentos dos cidadãos. Assim, como eu mencionei no começo do texto, os números de <strong>CPF</strong>, <strong>RG</strong>, <strong>PIS/PASEP</strong> e <strong>Título de Eleitor</strong> poderão todos ficar concentrados em um único documento, que, aliás, será do tamanho de um cartão de crédito comum.</p>
<p>Mas a coisa não pára por aí: Graças ao chamado <strong>AFIS</strong>, ou <strong>Sistema Automatizado de Identificação de Impressões Digitais</strong> &#8212; que foi comprado pelo Governo Federal em 2004 e custou cerca de US$ 35 milhões aos cofres públicos &#8212;, <strong>as impressões digitais</strong> e <strong>assinatura </strong>do portador também poderão ser coletadas digitalmente, ficando armazenadas no chip do cartão<sup>1</sup></span>.</p>
<p><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/09/dni_espanhol.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2236 alignright" title="O DNI, documento espanhol ao que o RIC deve ser similar" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/dni_espanhol-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Se o decreto que falta para oficializar o <strong>RIC</strong> não demorar a sair, vejo ser esta, finalmente, a resposta <strong>positiva </strong>à <a title="Espanha: “RG eletrônico” já é realidade para 500 mil cidadãos" href="http://www.infowester.com/blog/espanha-rg-eletronico-ja-e-realidade-para-500-mil-cidadaos/"><strong>uma indagação feita pelo Émerson no Infowester</strong></a> tempos atrás: Será que o Brasil um dia se igualaria à países como a <strong>Espanha</strong>, onde o <strong>DNI</strong>, ou <a title="Site Espanhol Oficial" href="http://www.dnielectronico.es/"><strong><em>Documento Nacional de Identidad</em></strong></a>, já é realidade para muitos cidadãos, contando com tecnologia muito similar à proposta para o padrão brasileiro, e facilitando o acesso aos serviços públicos, compras, e muitas outras tarefas cotidianas?<em><br />
</em></p>
<p><strong>Eu realmente espero que isso ocorra rapidamente.</strong></p>
<p>Infelizmente, me atrevo a dizer, ainda parafraseando o Émerson, que o sucesso ou não do <strong>Registro de Identificação Civil </strong>dependerá &#8212; e muito &#8212;, de uma administração pública séria e organizada em nosso país. Por ora, vejo que existem <strong>dois fatores de risco</strong> pelo caminho. O primeiro deles <strong>é o tempo de implantação</strong> da novidade: Para que o <strong>RIC</strong> se espalhe serão necessários cerca de <strong>nove anos</strong>, durante os quais devem ser devidamente equipados os <strong>4.375 postos</strong> de identificação que existem atualmente em nosso país.</p>
<p>O outro fator de risco, que na minha opinião é muito <strong>mais grave</strong>, é a afirmação da Polícia Civil de que <a title="G1: Veja como será o novo modelo de carteira de identidade no país" href="http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL643850-5598,00-VEJA+COMO+SERA+O+NOVO+MODELO+DE+CARTEIRA+DE+IDENTIDADE+NO+PAIS.html"><strong>tirar o RIC não será obrigatório</strong></a>. A meu ver isso pode ser um risco à integração que está se almejando, pois, se assim for, acabaremos na verdade por criar <strong>mais um documento entre muitos</strong>, e conviveremos num cenário em que a vanguarda tecnológica da identificação de cidadãos estará lado a lado com <strong>RGs batidos à máquina </strong>e com fotos <a href="http://www.marioprataonline.com.br/obra/literatura/adulto/benedito/verbetes/tempo_do_onca.htm"><strong>do tempo do onça</strong></a>.</p>
<p>Espero que, nesse aspecto, o Brasil demonstre estar à altura de nossos <em>hermanos </em>espanhóis, e realmente leve à sério a implantação de um registro que será precursor na conquista de uma série de facilidades para a nossa população.</p>
<ol class="footnotes"><li id="footnote_0_2233" class="footnote">Em tempo, para obter mais informações sobre o RIC, <a title="RIC - REGISTRO ÚNICO DE IDENTIDADE CIVIL" href="http://br.youtube.com/watch?v=MHb1zI0wk8M"><strong>assista ao vídeo institucional</strong></a> apresentado em 8 de julho deste ano em Brasília, durante o I <span>Encontro Nacional de Identificação</li></ol>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/28/ric-finalmente-um-unico-documento-para-nos-brasileiros/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A Vivo (quase) subiu no meu conceito</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/26/a-vivo-quase-subiu-no-meu-conceito/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/26/a-vivo-quase-subiu-no-meu-conceito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 09:26:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[celular]]></category>

		<category><![CDATA[cotidiano]]></category>

		<category><![CDATA[Daniel Santos]]></category>

		<category><![CDATA[telefonia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2231</guid>
		<description><![CDATA[No último fim de semana, depois de alguns anos de bons serviços, o celular da minha esposa simplesmente resolveu que não ia funcionar. De uma hora pra outra não ligou mais, e, por mais que algumas contra-medidas tenham sido aplicadas, não teve mesmo jeito: O bichinho estava mesmo determinado a bater as botas.
Como isso aconteceu, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://danielsantos.org/images//2008/09/nokia-5200-black.jpg"><img class="size-full wp-image-2232 alignright" title="Nokia 5200 Black" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/nokia-5200-black.jpg" alt="" width="250" height="250" /></a>No último fim de semana, depois de alguns anos de bons serviços, o celular da minha esposa simplesmente resolveu que não ia funcionar. De uma hora pra outra não ligou mais, e, por mais que algumas contra-medidas tenham sido aplicadas, não teve mesmo jeito: O <em>bichinho</em> estava mesmo determinado a <strong>bater as botas</strong>.</p>
<p>Como isso aconteceu, não tivemos outro remédio, a não ser <strong>comprar </strong>um novo aparelho. Após procurar por um que fosse de seu agrado, finalmente ela se decidiu por um <strong>Nokia 5200</strong>, na cor preta, tal como o que ilustra este artigo. O principal problema da decisão foi que os únicos aparelhos desta cor disponíveis na cidade &#8212; por mais que procurássemos &#8212; eram habilitados pela <strong>Vivo</strong>.</p>
<p>Não entrarei em detalhes a respeito agora, mas ocorre que temos, em casa, um certo histórico de aversões à operadora. Tanto é que nossos celulares em casa são da <strong>Claro</strong> e da <strong>TIM</strong>. No entanto, após pensarmos um pouco &#8212; e após minhas inúteis tentativas de dissuadir minha esposa de comprar <strong>este </strong>modelo em específico por conta justamente da <strong>operadora</strong> &#8212;, o que acabamos fazendo foi adquirir o <strong>Nokia 5200</strong> da Vivo mesmo, para colocar em prática <strong>nossos direitos</strong>, garantidos pela <a title="No site da ANATEL, em formato PDF" href="http://www.anatel.gov.br/Portal/documentos/202959.pdf?numeroPublicacao=202959&amp;assuntoPublicacao=Anexo%20a%20Resolu%C3%A7%C3%A3o%20n%C2%BA%20477,%20de%207%20de%20agosto%20de%202007&amp;caminhoRel=null"><strong>resolução 477 da Anatel</strong></a>.</p>
<p>Na prática, uma das coisas garantidas por tal documento aos consumidores é o direito de <strong>desbloqueio </strong>do aparelho celular sem qualquer custo adicional além do de própria aquisição do telefone &#8212; e do chip. Ocorre que esta semana fomos à loja da <strong>Vivo </strong>para que o celular fosse desbloqueado, e, na primeira vez, após receber de bom grado o pedido feito por minha esposa &#8212; o que me espantou, dadas as inúmeras histórias que já ouvi com relação à operadoras que <strong>dificultam </strong>ou <strong>ainda cobram </strong>pelo desbloqueio, mesmo sabendo estarem <strong>contra a lei</strong> &#8212; a atendente da loja realizou o cadastro dos dados pessoais e, em seguida, nos pediu para <strong>voltar outro dia </strong>pois estava sem condições de desbloquear o aparelho naquele instante por <strong>falta de senhas</strong> <strong>de desbloqueio</strong>, que, segundo ela, eram geradas diariamente mas já haviam <strong>acabado </strong>na ocasião.</p>
<p>Apesar de ter aceitado a sugestão de <strong>voltar outro dia</strong>, nada me tirou da cabeça que o argumento da moça da loja nada mais era do que uma tentativa de <strong>nos fazer desistir de nosso intuito</strong>. Sabe quando você tenta cancelar um serviço ou cartão de crédito, e ficam te jogando de um lado pro outro, de uma pessoa pra outra? Então&#8230; quase como se fosse isso. Ainda comentei com minha esposa que <strong>estávamos sendo enrolados</strong>, mas não tínhamos prova disso.</p>
<p>Depois disso, mais dois contatos telefônicos foram necessários, até descobrirmos que &#8212; agora sim &#8212; o desbloqueio poderia ser feito. Voltamos à loja em questão dois dias depois e <strong>aí sim</strong> uma das atendentes pegou o aparelho e, para a minha <strong>total surpresa</strong>, puxou da gaveta um manual operacional da <strong>Vivo</strong> todo surrado, de onde encontrou uma página de <strong>instruções para desbloqueio para celulares Nokia </strong>e começou a seguir os passos. Sem que ela consultasse qualquer informação &#8212; <strong>muito menos qualquer tipo de senha</strong> &#8212; em poucos minutos foi possível inserirmos um chip <strong>GSM da Claro</strong>, que, muito normalmente, foi aceito pelo aparelho, que enfim estava <strong>livre das correntes da Vivo</strong>.</p>
<p>Não quis criar caso com a atendente &#8212; que <strong>não era a mesma </strong>do outro dia &#8212;, mas fiquei pensando que minhas suspeitas realmente se confirmaram: Mesmo com a lei do nosso lado, há empresas que tentam se valer de várias técnicas diferentes para não cumpri-la, e ficou evidente que este episódio retratou <strong>apenas uma</strong> dessas técnicas. Dessa maneira, quando eu estava pensando em <strong>redimir a Vivo</strong> por outros episódios em minha vida justamente porque eles até que não dificultariam nossa vida para desbloquear um celular, percebi que, no máximo, a operadora <strong>quase </strong>subiu no meu conceito. Mas bateu na trave.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/26/a-vivo-quase-subiu-no-meu-conceito/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Mudando de solução anti-spam</title>
		<link>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/06/mudando-de-solucao-anti-spam/</link>
		<comments>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/06/mudando-de-solucao-anti-spam/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 04:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[From the brain]]></category>

		<category><![CDATA[defensio]]></category>

		<category><![CDATA[mollom]]></category>

		<category><![CDATA[spam]]></category>

		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://danielsantos.org/?p=2228</guid>
		<description><![CDATA[Acima de qualquer coisa, a intenção principal deste artigo é me desculpar publicamente com uma série de leitores fiéis que me acompanham (e eu, a eles) de longa data. Entre essas pessoas estão a Patty Muller, o Thalis, o Rodrigo, a Vivi, o Neto e o Émerson.
O motivo da desculpa está ilustrado acima. Não sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://danielsantos.org/images//2008/09/blogcomments.jpg"><img class="size-full wp-image-2227 aligncenter" title="Fila de comentários :(" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/blogcomments.jpg" alt="" width="474" height="160" /></a></p>
<p>Acima de qualquer coisa, a intenção <strong>principal</strong> deste artigo é me <strong>desculpar</strong> publicamente com uma série de leitores fiéis que me acompanham (e eu, a eles) de longa data. Entre essas pessoas estão a <strong><a href="http://www.sinestesia.co.uk/blog">Patty Muller</a></strong>, o <strong><a href="http://www.thalisvalle.com">Thalis</a></strong>, o <strong><a href="http://www.rodrigoghedin.com.br/">Rodrigo</a></strong>, a <strong><a href="http://viparaguassu.wordpress.com/">Vivi</a></strong>, o <strong>Neto</strong> e o <strong><a href="http://www.ealecrim.net/">Émerson</a><span style="font-weight: normal;">.</span></strong></p>
<p>O motivo da desculpa está ilustrado acima. Não sou de receber muitos comentários neste humilde blog, mas a falta deles vinha me <strong>incomodando</strong> nos últimos dias, mesmo sabendo que dei uma <em>ligeira </em>sumida da grande rede, e que não tenho escrito muita coisa nova por mês &#8212; poucos textos novos + poucas idéias = <strong>poucos comentários</strong>, vocês entendem.</p>
<p>Pois bem. Impelido por essa sensação de que havia sido <em>esquecido pelo mundo, </em>fui dar uma olhada na quarentena de spam do <strong><a title="End annoying comment spam." href="http://defensio.com/">Defensio</a><span style="font-weight: normal;">, ferramenta anti-spam que venho usando por aqui há longa data, e que vinha se mostrando </span>muito eficiente<span style="font-weight: normal;"> até então. Infelizmente, a <em>olhadela</em> na fila me fez descobrir </span>15 comentários legítimos &#8212; <span style="font-weight: normal;">realizados nos últimos <em>sei lá quantos </em>dias &#8212;</span><span style="font-weight: normal;"> que haviam sido considerados <em>spam </em>pela ferramenta.</span></strong></p>
<p><strong>Fiquei tão chateado</strong> &#8212; afinal de contas, sempre tentei responder cada comentário recebido nos últimos tempos, prezando pelo bom bate-papo entre mim e meus poucos leitores &#8212; que na mesma hora me deu vontade de despachar o <strong><a title="End annoying comment spam." href="http://defensio.com/">Defensio</a><span style="font-weight: normal;">. Sim, lembrem-se: Levam-se anos para conquistar um cliente, </span>e segundos </strong>para perdê-lo. E foi nessa minha decisão <strong><a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/">que encontrei o</a></strong><a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/"> </a><strong><a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/">Mollom</a></strong>.</p>
<p><strong>Nomes esquisitos à parte</strong>, o <a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/"><strong>Mollom</strong></a> me chamou a atenção por sua principal proposta: Eliminar o tempo que você precisa gastar para <strong>moderar </strong>comentários. Em resumo, ele analisa qualquer conteúdo &#8212; comentários, mensagens enviadas via formulário de contato, tracks e pingbacks &#8212; enviado para o servidor do serviço e retorna três tipos de classificação: <strong>spam</strong>, <strong>ham </strong>ou <strong>unsure</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/09/mollom-flow-1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2230" title="Fluxo normal do Mollom: Decidindo entre spam e ham" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/mollom-flow-1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /> </a><a class="highslide" href="http://danielsantos.org/images//2008/09/mollom-flow-2.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-2229" title="Fluxo alternativo: Quando o CAPTCHA entra em ação" src="http://danielsantos.org/images//2008/09/mollom-flow-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p>Na primeira hipótese, a tratativa é <strong>óbvia</strong>. No segundo caso, o comentário é <strong>liberado </strong>e aparece instantaneamente no site. E em último caso &#8212; quando o <a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/"><strong>Mollom</strong></a> não sabe precisar a resposta &#8212; aparece na tela de quem estiver no site uma <strong><a title="Veja definição na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA">proposição </a></strong><strong><a title="Veja definição na Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/CAPTCHA">CAPTCHA</a></strong>. Por menos que eu seja fã desses tipos de teste, neste contexto <strong>elas têm sua utilidade</strong>.</p>
<p>Digo isso porquê é justamente a classificação <strong>unsure </strong>o que os desenvolvedores do serviço &#8212; <strong>Dries Buytaert</strong>, o criador, nada mais, nada menos, do <strong><a title="Community plumbing" href="http://drupal.org/">Drupal</a> </strong>e <strong>Benjamin Schrauwen</strong>, especialista em aprendizado por máquinas &#8212; dizem ser o trunfo para <strong>acabar </strong>com a necessidade de moderação. Afinal de contas, sabemos que apenas seres humanos &#8212; ao menos em tese &#8212; têm capacidade para resolver um <strong>CAPTCHA</strong>, que o <a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/"><strong>Mollom</strong></a> exibe em formato texto ou de <strong>áudio</strong>.</p>
<p>Se esta será <strong>a solução definitiva</strong> implantada por aqui, eu não sei. O fato é que fiquei animado com <strong><a title="Mollom Scorecard" href="http://mollom.com/scorecard">as estatísticas do serviço</a></strong>, que demonstram precisão de <strong>99,94%</strong>, ou seja, <strong>apenas 6 entre cada 10 mil mensagens de spam</strong> infiltram-se no sistema, e acabei me inscrevendo no serviço &#8212; que tem, a exemplo do próprio <strong><a href="http://akismet.com/">Akismet</a></strong> e do <a title="End annoying comment spam." href="http://defensio.com/"><strong>Defensio</strong></a>, versões <strong>gratuitas </strong>e <strong>pagas</strong>, estas últimas voltadas para empresas &#8212;, e instalando o <strong><a title="WP-Mollom, no Extend Wordpress" href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-mollom/">Mollom para Wordpress</a></strong>.</p>
<p>Espero que realizando essa mudança, pelo menos, eu tenha chance de <strong>ser mais justo</strong> com aqueles que têm paciência para ler alguma coisa escrita por mim, respondendo e participando junto com eles de bate-papos bem interessantes. E quem por ventura testar o <a title="Stop spam. Save time moderating your site." href="http://mollom.com/"><strong>Mollom</strong></a>, me avise, pra trocarmos impressões sobre ele.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://danielsantos.org/arquivos/2008/09/06/mudando-de-solucao-anti-spam/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
