Plurkolate: Finalmente, Plurk + WordPress!

Plurkolate em ação aqui na barra lateral do blogEis que há uns 10 dias atrás eu encontrei por acaso uma mensagem no plurk criada pelo americano Eric Nakagawa. Eric, mais um fã do sucessor do Twitter, dizia mensagem que havia acabado de alterar seu blog — hospedado no site pessoal — para que passasse a exibir seus plurk updates por lá. Quando resolvi dar uma olhada, me deparei com uma interface muito bonita, reproduzindo os qualificadores do Plurk exatamente como aparecem no site original, e com um diferencial: abaixo de cada plurk, todas as suas respostas endentadas.

No mesmo plurk, Eric revelava que a mágica combinava as linguagens XML e PHP. E mais, anunciou que em breve disponibilizaria o código depois que aplicasse nele uma bela limpeza, e que seria possível reproduzir com ele praticamente tudo o que o widget do Plurk faz, além de, justamente, endentar os comentários.

Confesso que nestes últimos 10 dias passei a fazer visitas freq¼entes ao site de Eric Nakagawa. A ansiedade por ver algo que eventualmente respondesse a todos os meus pedidos em relação ao Plurk finalmente se materializando pelas mãos de algum programador talentoso mal me deixou dormir. Finalmente, nesta sexta-feira, o grandioso anúncio, feito, é claro, através do Plurk: Estava criado o Plurkolate, o plugin para WordPress que trás para a melhor ferramenta de edição de blogs todas as funções essenciais da melhor ferramenta de microblogging do universo.

Não preciso nem dizer que instalei a novidade por aqui imediatamente, ávido por conseguir o mesmo resultado do Eric na minha barra lateral. No entanto, esbarrei em um problema: Os qualificadores estavam ficando todos cinza ao invés de coloridos, o que, pensei imediatamente, tira um pouco da mágica da coisa.

Assim sendo, resolvi tirar um pouco da poeira dos meus conhecimentos de PHP e meti as caras no código do plugin. Descobri que o problema estava acontecendo porquê a rotina estava tratando o CSS apenas para os qualificadores em inglês. Tratei de arregaçar as mangas e, como eu já havia me arriscado criando um precursor do plugin booBox para WordPress para o Marco Gomes, alterei algumas coisinhas do Plurkolate aqui, outras ali, procurando chegar a uma versão em que fosse possível especificar que qualificadores usar no lugar dos originais em inglês.

Como resolvi usar meu próprio blog como laboratório, depois de algum tempo percebi que havia funcionado. Em resumo, na versão que criei, meio que no quick and dirty, dá pra traduzir os qualificadores, e o resultado é esse que está aí na barra lateral. Bonito, não é?

Como o Eric Nakagawa é um cara bacana, ele sugere na própria página do Plurkolate que sejam enviadas sugestões de melhoria. Assim, tratei de enviar-lhe um e-mail, que reproduzo abaixo, com o arquivo que contém o plugin alterado:

Hail, Eric.

Greetings from Brazil!

My name is Daniel Santos, I’m a brazilian blogger, running http://danielsantos.org, and, as you, I am also a plurk enthusiast.

First of all, I need to admit that I ran into your website (http://ericnakagawa.com/) by accident, all because of this plurk (http://www.plurk.com/p/luf9) of yours. As you said you would be releasing something based on XML + PHP soon, I couldn’t wait to see the results because being as addicted to plurk as I am to WordPress blogging, I was looking forwards to being able to share my plurks with everyone else also from my blog.

So, this evening, when I found that you had created Plurkolate, I must’ve been one of the firsts to download and install it, anxious to see what could happen. Well, needless to say, I LOVED IT. Plurkolate was really all I ever wanted, kudos to your great programming skills.

However, I noticed the CSS coloring that you apply to your own plurks on your website wasn’t showing up in mine. So, as I am also a Computer Science graduate somewhat familiar to PHP, I decided to look into your plugin’s code, and saw what happened. As Plurk folks are evolving very fast with their service, it’s been possible to set one’s preferred plurking language. Mine is set to Brazilian Portuguese, what in the end makes qualifiers like “says” and “loves”, translate to their Brazilian equivalents, “diz” and “ama”.

I decided I could contribute with Plurkolate, by arranging something to workaround this. So I shook dust from my PHP programming skills and HTML knowledge, and came up with a different version of your plugin, where it is possible to define default qualifiers to be used in case of translation needs.

I’m sending you the result of this variation of mine, attached to this message. hoping you can analyse the code — excusing me, again, for my not-often-practiced PHP programming skills — and possibly make these arrangements official, somehow. If you wish, you can take a look at my blog’s sidebar, as I’ve left a working version right there, in Brazilian Portuguese.

I hope I can hear from you soon on this improvement.
Oh, and as you suggest, I added you as a plurk friend, already.

Thanks for your initiative. This will certainly please millions of plurkers worldwide.
Best regards.

Agora, como vocês podem ver, sugerida a melhoria, estou aguardando o retorno dele. Assim que tiver novidades, publico por aqui, é lógico. Eu só espero, de qualquer forma, estar prestando um bom serviço, ao mesmo tempo,   blogosfera e   plurkosfera nacionais.

ATUALIZAÃ?â?¡Ã?Æ?O (05/07/2008): Após a mensagem acima, recebi não apenas uma, mas três mensagens empolgadíssimas vindas do Eric. A primeira delas foi essa, em que ele agradeceu a minha mensagem e disse que trataria de incorporar a sugestão o quanto antes:

ROCK ON!

I forgot about other languages!!! Thank you so much for writing to me. I’ll review and include portugese support. ‘ll incorporate this and add it to the trunk… How exciting!

I’ll send word once I get this up and working!

Thank you Daniel! Added you on plurk, as well.

Eric Nakagawa
CEO, FTW R&D (For The Win!)

Em seguida, mais uma mensagem com novidades, e a criação de uma caixa de listagem com os idiomas disponíveis na interface do Plurk:

hey daniel…

i’ve made it so you can choose a drop down to choose your language..

i’ll be populating it with english, brazilian, and then the other languages…

would be game to test brazilian support?

Eric Nakagawa
CEO, FTW R&D (For The Win!)

Como era a interface que enviei para o Eric NakagawaEu achei essa idéia sensacional, porquê na pressa ontem, codificando em plena madrugada, acabei implementando não uma caixa de listagem, mas sim diversas caixas de texto. Como essa versão nunca irá a público, apenas por curiosidade, ao lado deste parágrafo ilustro como eu tinha feito as coisas. A visão do Eric foi muito melhor.

Finalmente, numa terceira mensagem que recebi, o Eric me contou que tinha feito alguns testes com o meu usuário — para verificar o suporte ao Português brasileiro — e que tudo tinha corrido muito bem. Eu também devo dizer que ele foi muito gentil ao acrescentar na página do plugin que eu havia colaborado para o lançamento da primeira revisão do Plurkolate, a 1.01. Fiquei feliz e espero,é lógico, ajudar sempre que possível.

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Nanoblog? Não sei não…

A evolução do ato de blogar parece estar chegando a níveis absurdos.

No começo os blogs eram pra quem gostava de escrever textos mais longos, que exigiam aquela preparação mínima, uma série de pesquisas e horas e horas de redação que podia ser alterada a qualquer momento — e até completamente descartada — antes de decidir que aquela era a hora certa para apertar o botão publicar.

Mas as pessoas perceberam que além de textos estruturados e elaborados   exaustão, também deveria haver lugar para textos mais rápidos e diretos — portanto, menos estruturados — em que se pudesse opinar rapidamente sobre um filme, compartilhar uma foto, música ou comentar uma notícia sem maiores pretensões. Foi assim que a blogosfera viu nascer o chamado sideblog — ou aside blog —, que, como o próprio nome sugeria, passou a integrar a barra lateral dos blogs, e mais tarde até mesmo rechear o blog principal, posicionando asides entre um artigo com mais conteúdo e outro.

Seguindo essa linha, alguém teve a idéia de juntar estes asides e montar um blog só de asides. Isso deu origem ao chamado thumblelog, assim chamado justamente pelo tamanho diminuto de seus posts — thumb em inglês significa polegar. Este modelo de blog começou a chamar a atenção de muita gente que, até então, não tinha paciência para manter um blog  s antigas, com todos aqueles textos longos e preparações cansativas, e que agora podia compartilhar frases pequenas, textos curtos, fotos e imagens.

Atualmente, a maioria já sabe, a sensação é o microblog, formado por posts com mensagens extremamente curtas, de no máximo 140 caracteres, justamente com o mesmo comprimento de uma mensagem SMS de celular. Talvez por isso, ainda mais pessoas resolveram que podiam ter um blog, ou melhor, um microblog, e passaram a compartilhar o que estão fazendo, dizendo, pensando, amando, odiando e muito mais.

Mas surgiu um possível novo membro nessa história.

No Adocu — que tem, convenhamos, um nome pra lá de estranho —, lançado no último dia 27 de maio, a proposta é responder qual é o seu status, usando, para isso, não os 140 caracteres aos quais muita gente já se habituou, mas sim, apenas uma palavra. Isso mesmo. Não vale espaço. No máximo, pontos de exclamação ou interrogação.

Eu criei uma conta lá. No entanto, com apenas um post no serviço, já vi que essa coisa de nanoblogging — que é como as pessoas estão chamando isso — não é para mim. Isso porquê tenho que admitir que já tenho dificuldades em microblogar com freq¼ência, porquê tenho o vício de querer escrever demais. Assim, se dizer algo com poucas palavras já é complicado pra mim, dizer algo com apenas uma palavra é virtualmente impossível.

Assim só me resta levantar algumas questões.

Primeira questão: Qual é a graça em se nanoblogar?

Segunda questão: Qual é a originalidade do serviço, já que, se eu quiser, posso twittar ou plurkar com apenas uma palavra? É mais fácil, e eu não preciso ficar criando mais uma conta em mais um serviço. Além disso, os serviços existentes já se integram — ou estão em fase de integração — com as ferramentas de blog mais robustas, como o WordPress.

Posso estar exagerando e sendo super reativo, mas estou falando honestamente. Não sei se é uma visão muito unilateral, mas não vejo futuro nessa história de nanoblog. Ou então, esta atividade se limitará a um nicho específico, formado pelas pessoas de poucas palavras, ou melhor dizendo, de uma palavra só. O que me lembra de minha terceira e última questão: Se o nanoblog efetivamente pegar, qual será a próxima etapa da miniaturização dos blogs?

WordPress Instant Upgrade!

Um dos plugins mais interessantes que eu conheço é o fantástico WordPress Automatic Upgrade. Este plugin torna o processo de atualização de versões do WordPress extremamente rápido e indolor, duas características que certamente atraem qualquer blogueiro, independentemente de seu nível de conhecimento ou tempo de blog.

Admiração   parte, um comentário recente em meu artigo a respeito da migração para o WordPress 2.5 feito pela Lunna, do blog Fascinatte, me chamou a atenção para duas questões que me incomodam: Primeiro, as constantes falhas de atualização a partir do mais novo release do WordPress, que, como efeitos colaterais não permitem o uso pleno da nova interface de upload de imagens e ainda por cima deixam todos os plugins ativos desabilitados, o que, para pessoas ligeiramente desorganizadas como eu, torna um parto lembrar que plugin estava ou não ligado antes da atualização. Em segundo lugar, a aparente falta de ação do autor do plugin para corrigir tais problemas em uma nova versão.

Ainda levando em conta o comentário da Lunna, resolvi tentar me mexer um pouco e pensar fora da caixa. A pergunta de um milhão de dólares que tentei responder era “Certamente deve existir um plugin que faça a atualização do WordPress e que não seja o WPAU”. Felizmente para mim, esse plugin realmente existe: Trata-se do Instant Upgrade, criado pelo alemão Alex G¼nsche.

Ainda na versão 1.0-beta — o que eventualmente pode desencorajar seu uso por algumas pessoas —, a intenção do plugin é automatizar o processo descrito no guia oficial, só que 30 vezes mais rápido. Desta maneira, as operações realizadas compreendem baixar a versão mais recente diretamente do servidor do WordPress e extraí-la para seu servidor. A seguir o plugin também exclui todos os seus arquivos antigos — exceto o conteúdo das pastas wp-content/ e o arquivo wp-config.php substituindo-os pelos novos. Finalmente, a rotina executa o script de atualização do banco de dados.

Para testar o funcionamento do plugin, atualizei meu blog com a versão mais recente que foi liberada pelos desenvolvedores, a 2.5.1, que corrige alguns problemas e traz algumas melhorias de performance. A seguir procuro descrever como foi realizado este processo de atualização.

Antes de qualquer coisa é necessário providenciar a instalação do plugin. Eu fiz isso através do excelente plugin OneClick Installer, que me permitiu transferir o arquivo zipado automaticamente do servidor do desenvolvedor do Instant Upgrade e instalá-lo aqui no site.

Também muito importante é DESATIVAR — caso esteja em funcionamento — o plugin WordPress Automatic Upgrade. Por utilizarem bibliotecas idênticas da linguagem PHP, o WPAU não funciona em conjunto com o Instant Upgrade e provoca erros caso essa desativação não seja providenciada.

Método de atualização

Em seguida, deve-se ativar o plugin e ir até Settings ââ? â?? InstantUpgrade para que se possa ajustar suas opções. Deve-se configurar a forma pela qual a atualização será feita. O plugin permite o uso dos protocolos FTP ou HTTP. O primeiro é mais recomendável, já que evita que você precise se preocupar com problemas de permissão de diretórios no seu servidor. A atualização via HTTP está disponível, segundo o desenvolvedor, para as pessoas que têm restrição para uso do FTP ou que preferem usar esse método.

Se você optar por realizar as atualizações através de FTP, será necessário informar o endereço do seu servidor, seu usuário e senha, sendo que esta última nunca é armazenada em banco de dados e deve ser informada sempre que uma nova atualização for realizada.

O Instant Upgrade fará então um teste de conexão com seu servidor e, caso tudo corra bem, exibirá uma mensagem dizendo que sua configuração está ok e que você pode começar o processo de atualização, caso assim o deseje.

Ok para continuar!

Uma diferença básica que existe entre o WordPress Automatic Upgrade e o Instant Upgrade é que este último não faz o back-up automático de seu banco de dados. Desta maneira, para se precaver, é necessário instalar plugins a parte ou realizar este procedimento manualmente antes de continuar.

Mesmo com este aparente lado negativo penso que valha a pena usar o Instant Upgrade devido ao fato de que ele é bastante rápido e permite não apenas a atualização para versões mais recentes do WordPress, mas também o downgrade. Este é um ponto importante pois eventualmente, ao encontrar problemas de incompatibilidade com plugins, pode ser necessário voltar atrás.

Assim, quando você inicia o processo de atualização pode escolher se deseja a versão mais recente, ou outra qualquer antes de prosseguir. É importante lembrar que uma vez iniciado o processo de atualização, o mesmo não deve ser interrompido. Será possível acompanhar o andamento pela própria barra de status do navegador que você estiver usando e, ao final do mesmo, verificar as operações realizadas conforme demonstro com as figuras a seguir.

Seleção de versões

Término do processo de atualização

Como eu disse anteriormente, usei o Instant Upgrade na minha atualização para a versão 2.5.1 do WordPress. Somando os processos de configuração — que, afinal de contas, só precisa ser realizado uma vez — e instalação, não levei mais do que míseros 5 minutos para concluir tudo. Para mim, apesar da pouca maturidade do plugin — dada sua versão baixa e beta —, fiquei extremamente satisfeito com os resultados obtidos, e posso dizer que continuarei firme na sua utilização. Enquanto nada de novo surge no horizonte do Automatic Upgrade, este plugin certamente é uma solução simples e ao mesmo tempo sofisticada que tem tudo para ganhar cada vez mais espaço e adeptos.

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Gravatares: Agora com Identicons!

Lendo o Matt hoje pela manhã descobri que uma nova funcionalidade acaba de ser incorporada ao Gravatar. Para quem exibe os avatares dos usuários registrados no serviço que visitam e fazem comentários em seu blog, agora é possível substituir aquela imagem padrão — um G com fundo azul horrível — para quem não possui um avatar registrado por algo muito mais artístico.

Antes de mais nada, o que possibilita essa novidade são os chamados Identicons, ou seja, representações visuais de uma função matemática, geralmente obtidas com base no endereço IP de uma máquina, servindo para identificá-la — e a seu usuário costumeiro — de maneira única. Seu criador, Don Park, surgiu com a idéia em 18 de janeiro de 2007, quando disse o seguinte:

“I originally came up with this idea to be used as an easy means of visually distinguishing multiple units of information, anything that can be reduced to bits. It’s not just IPs but also people, places, and things. IMHO, too much of the web what we read are textual or numeric information which are not easy to distinguish at a glance when they are jumbled up together. So I think adding visual identifiers will make the user experience much more enjoyable.

O Gravatar incorporou três variações novas, todas frutos do trabalho de usuários do WordPress que já procuravam aderir   idéia dos Identicons: Os projetos WP_Identicon, WP-MonsterID e Wavatars foram automaticamente mesclados ao Gravatar original, o que facilita a inclusão de qualquer um deles em substituição ao padrão original. Para isso, basta acrescentar o sufixo &default=opção   função get_avatar() original, onde “opção” pode ser qualquer uma dessas:

Identicons no Gravatar

Na minha opinião, o mais legal dessa história é que agora, quem não gosta do padrão — como eu, que adotei o monsterid como opção — pode personalizar os seus gravatares da maneira que mais lhe agradar, editando o tema diretamente. No meu caso ficou assim:


E se no final das contas nenhum modelo agradar a você, saiba que também é possível desenhar alguns Identicons personalizados

Novo WordPress 2.5: Problemas e soluções

Acaba de sair do forno a muito aguardada versão 2.5 do WordPress. Mantendo a tradição de versões anteriores, esta recebeu o codinome Brecker, em homenagem póstuma ao saxofonista e compositor de jazz americano Michael Brecker, falecido no ano passado.

De qualquer forma, mal saiu a notícia e eu fui logo tratar de seguir os três passos básicos para fazer a atualização do meu site. Poucos instantes depois já contava com o novo dashboard da ferramenta, sem que nenhum problema tivesse ocorrido, ao menos na atualização. Para quem ainda não sabe, só nesta nova versão, de acordo com a nota oficial publicada pelo Matt Mullenweg, foram dispendidos esforços de mais de seis meses de codificação. Ainda segundo a nota oficial, tudo isso culminou em uma série de modificações para os usuários finais ansiosos, como você ou eu.

Vou comentar por aqui o que eu achei da nova versão, e principalmente que problemas eu encontrei e tive até agora, além das devidas soluções já encontradas!

Novo painel do WP2.5

A primeira dessas mudanças, como deve ser do conhecimento pelo menos de alguns de vocês, diz respeito ao Dashboard, ou Painel Administrativo do WordPress. Matt comenta no post de lançamento da nova versão que a idéia por trás do redesenho da sua interface foi torná-la mais simples e mais rápida, permitindo o foco diretamente naquilo que importa, ou seja, as operações do blog, sem complicação. Na minha opinião esse redesenho — que teve o apoio de especialistas da Happy Cog — ficou muito bom. A única coisa que eu sou obrigado a admitir é que eu não gostei muito do novo esquema de cores. Nada que uma visita  s opções de usuário não resolva, no entanto, pois é possível usar o esquema de cores antigo, embora o layout fique diferente do que era até a versão 2.3:

Esquema de cores

Segunda mudança: A página de plugins agora além de avisar que existe uma nova versão disponível para um plugin, permite sua atualização automática. Quando eu fui fazer a atualização de alguns plugins, no entanto, recebi uma mensagem de erro referente a uma classe do PHP: Fatal error: Cannot redeclare class pclzip. Felizmente, a correção no meu caso foi simples: O plugin WordPress Automatic Upgrade, que eu uso, também utiliza a classe pclzip , e desabilitá-lo fez com que a atualização ocorresse normalmente para todos os plugins que eu tenho instalados, um a um.

ATUALIZAÃ?â?¡Ã?Æ?O 1: Em tempo, o autor do WPAU também atualizou o seu plugin: Combateu o problema com a biblioteca pclzip. A nova versão é a 1.0, e pode ser atualizada automaticamente, segundo consta, sem maiores problemas.

Upgrade automático de plugins

Mudando de assunto, gostei do suporte nativo ao Gravatar na nova versão do WordPress sem a necessidade de plugins pra isso. A Automattic havia comprado o serviço, e agora a integração está não apenas nos temas, mas dentro do dashboard, em vários locais. No entanto, no caso dos temas, é necessário que os desenvolvedores daqui por diante façam uso de uma função específica para obter esse suporte, a get_avatar . Sem essa função, mesmo com o suporte ao Gravatar habilitado — o que é padrão no WP 2.5 —, nada feito: Seu blog vai ficar sem as imagens que identificam os usuários através do e-mail, exceto no dashboard.

Gravatares nativos!

Neste caso, enquanto se espera por temas que estão em desenvolvimento, há duas opções: Se você, assim como eu, se sente confortável editando seu próprio tema, basta abrir o arquivo comments.php , e lá inserir o seguinte bloco de código onde quiser que o Gravatar apareça:

if (function_exists('get_avatar')) {
echo get_avatar( get_comment_author_email(), '80' );
}

Deve-se lembrar que o parâmetro 80 no bloco de código acima é o tamanho desejado para o avatar, e pode ser personalizado conforme sua preferência.

Caso você não se sinta a vontade em editar seus próprios arquivos, ou não conheça nem um ponto-e-vírgula de PHP, pode recorrer a um plugin fantástico de um dos co-desenvolvedores do WordPress, o Easy Gravatar. Uma vez instalado e habilitado, os avatares aparecem automaticamente ao lado dos comentários, e podem ser configurados pelo painel/dashboard.

Falando em plugins, esse é um outro assunto que me dá medo normalmente, quando atualizo a versão do WordPress. É praticamente certo que pelo menos um plugin dê problema. No meu caso, fui sorteado com o Popularity Contest, do Alex King, que recém havia instalado por aqui. Ao atualizar o WordPress para 2.5 eu imediatamente percebi que ele havia provocado uma falha geral e não pôde ser ativado. Felizmente encontrei a solução: Editar a linha 59 do arquivo do plugin, substituindo esse trecho de código:

require('../../wp-blog-header.php');

…por esse outro:

require('../wp-blog-header.php');

Ao salvar o arquivo — já que a edição pode ser feita dentro do próprio painel de administração do WordPress — tudo voltou ao normal e eu pude ativar o plugin novamente.

Esse foi o único problema de atualização que tive com relação a plugins. Todos os outros que ativei — felizmente — funcionaram sem problemas, ou seja, pelo menos neste aspecto a atualização pode ocorrer normalmente.

Outra coisa que eu achei muito legal: Alguns usuários devem se lembrar da briga que foi quando o Dashboard do WordPress parou de mostrar os Incoming Links do Technorati e passou a exibir os do Google Blog Search. Para que a funcionalidade anterior voltasse, até mesmo alguns plugins foram desenvolvidos pelos mais insatisfeitos. Agora, a democracia impera: Ao entrar no painel, é possível editar o feed RSS que se deseja usar para exibir os links feitos para o seu blog. Assim, cada um usa o serviço que mais gosta:

Duas etapas para alterar o Incoming Links

Mudando de assunto, no screencast feito pelo Matt com as novas funcionalidades do painel de criação de artigos, uma mudança fantástica é exibida: O upload de múltiplas imagens e outros arquivos de mídia, como filmes e áudio (para podcasts, por exemplo). Tudo funciona  s mil maravilhas, e há um botão que invoca uma caixa de diálogo onde se pode realizar a seleção múltipla de arquivos e enviá-los conforme prometido. A versão usada no screencast é a 2.5 RC 2.

INFELIZMENTE, até agora não consegui fazer isso funcionar de jeito nenhum no meu blog. E olha que usei até reza brava. Não há opção que se possa habilitar em toda a interface de administração para ativar a função, e os fóruns de suporte do WordPress estão lotados com reclamações de pessoas que, como eu, gostariam muito que este recurso estivesse funcionando. Além disso, nem mesmo todas as imagens que eu gostaria de usar para ilustrar esse artigo puderam ser enviadas para o servidor: Um outro problema, também bastante recorrente no fórum nesse momento, exibe uma mensagem de erro, Specified file failed upload test. Na prática a imagem vai para o servidor, mas não é exibida nas dimensões corretas dentro do editor do WordPress.

ATUALIZAÃ?â?¡Ã?Æ?O 2: O problema para fazer o upload de múltiplas imagens — além da mensagem de erro que eu mencionei acima — parece ter sido causado pela maneira como eu fiz a atualização da versão 2.5 do WordPress. Como eu já o tinha instalado por aqui, usei o plugin WordPress Automatic Upgrade, e foi a atualização desta forma que causou o problema. Após ler esta mensagem do fórum de suporte, refiz a instalação completamente via FTP (ou seja,  s antigas) e consegui que o botão que aparece no screencast apareça, bem como a barra de progresso e a tela de edição de parâmetros de cada imagem. Todas as imagens deste post comprovam isso.

Choose files to upload

Embora eu pretenda ir atualizando este artigo com o que for descobrindo, vai aqui um conselho: Se você puder ser menos apressado, espere um pouco mais de tempo para instalar a nova versão 2.5 do WordPress. Parece que mesmo seis meses de trabalho para seu lançamento não foram suficientes para a detecção de todos os possíveis percalços. Mas não desmereço a equipe, que é sempre ativa e dinâmica: Vou esperar que logo sejam apontadas soluções para os problemas, pois, por enquanto, nada feito 🙁

ATUALIZAÃ?â?¡Ã?Æ?O 3: O último parágrafo que eu havia escrito anteriormente já demonstrava minha opinião: A equipe do WordPress é muito atenta e dinâmica, e não demoram a pipocar as soluções, seja a partir deles, seja a partir dos próprios usuários. Retiro o que eu disse anteriormente, e recomendo a atualização o quanto antes para que todos possam curtir os benefícios desta novíssima versão. E tenho dito!

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Edite seus próprios comentários!

Lembrei que meu amigo Neto Cury outro dia fez um comentário em um dos meus artigos e cometeu um erro ao digitar uma das palavras. Precisou criar um novo comentário me pedindo pra editar o anterior por causa do erro.

Pensando sobre isso, acabei de instalar o excelente plugin WP Ajax Edit Comments, que, usando a tecnologia AJAX, permite que o próprio autor do comentário corrija alguma coisa que tenha ficado errada, desde que dentro de um período de tempo definido pelo administrador do blog (neste caso, este que vos escreve).

O tempo padrão do plugin é de 15 minutos, ou seja, suficiente para que o autor perceba alguma falha e corrija. Espero que, assim, eu ajude não apenas ao Neto, mas a todos os que normalmente me fazem visitas, seja periodicamente ou esporadicamente.

“Estamos trabalhando para melhor atendê-lo” 🙂

Server Panic

Confesso que esta semana entrei em pânico: Me deparei com este humilde blog fora do ar por mais de duas horas seguidas, coisa que nunca aconteceu comigo desde que optei por uma solução de hospedagem paga.

O engraçado é que nenhum dos meus sub-domínios esteve fora do ar: O blog do meu filhote estava normal, assim como o meu wiki, apesar da constante falta de uso dele. Esta constatação foi reforçada pela ausência de mensagens de erro nos feeds de status dos servidores da Dreamhost.

Qualquer página do blog acessada naquele breve intervalo exibia uma mensagem de erro padrão do PHP: Fatal Error: Allowed memory size of 8388608 bytes exhausted. Inicialmente parecia ser um problema do plugin Automatic WordPress Update, que estaria consumindo mais do que o limite padrão de 8mb de memória definido pelo PHP. Mas não era: Excluir o plugin temporariamente não adiantou em nada, e isso me fez lembrar de um comentário recente do Neto em um post que escrevi sobre o Defensio: Seria o novo sistema anti spam que estou testando em meu blog o vilão por seu servidor estar fora do ar?

Felizmente, também não era o caso. Mesmo com o Defensio desligado, o problema continuou, inocentando o seu servidor central. O fato é que, antes que eu pudesse pensar em outra coisa qualquer que pudesse estar causando o problema, tudo se normalizou, e, desde então, nenhum problema ocorreu.

Estranho. Muito estranho mesmo. De qualquer forma, é muito bom não estar fora do ar.

E começa a batalha: Akismet x Defensio

Quando o assunto é o combate ao spam nos blogs, quem é melhor, Akismet ou Defensio?

O primeiro tem mais tempo de estrada e possui uma base de usuários extremamente familiarizada com o serviço, já que o mesmo foi desenvolvido basicamente pela mesma equipe de desenvolvedores do WordPress e acompanha automaticamente qualquer instalação deste software para gerenciamento de weblogs. Assim sendo, para um blogueiro de conhecimento médio, o Akismet praticamente dispensa apresentações.

O segundo, apesar de ser um concorrente novo, se baseia praticamente nas mesmas premissas do primeiro para combater o lixo virtual: A centralização em um servidor  acessado a partir de uma chave API válida e a capacidade de analisar comentários e determinar se estes constituem ou não sujeira eliminável. Por isso mesmo pode ser que, mesmo que a curtos e demorados passos, o Defensio realmente se estabeleça como uma alternativa viável no combate ao spam.

Como alguns dizem que o concorrente é melhor, e outros não, para chegar  s minhas  próprias conclusões, resolvi literalmente arriscar meu blog: Desabilitei no último domingo o Akismet e demais plugins anti-spam, deixando a proteção da casa 100% por conta do Defensio, que, pelo menos por enquanto, parece estar dando boa conta do recado. Assim que tiver passado mais tempo, prometo publicar as minhas conclusões a respeito.

Cinco bons plugins de “bastidores” para WordPress

Meu antenado amigo Neto Cury é quem dá a dica: Se você ainda não atualizou seu WordPress para a última versão, a 2.3.2, não pode esquecer de fazê-lo. Afinal de contas, alguns problemas muito sérios de segurança acabam de ser endereçados. Junto com a dica o Neto ainda sugere a instalação do WordPress Automatic Upgrade, um plugin capaz de realizar todo o processo de atualização automaticamente. Por aqui já está instaladíssimo.

A dica do Neto me fez pensar em alguns plugins que possuo instalados por aqui que considero como plugins de bastidores. Não estou em nenhum momento usando este termo de forma pejorativa, mas sim considerando que para que um blog funcione corretamente, é bom manter os bastidores em ordem. Além disso, também descrevi-os desta maneira porquê não é necessário alterar nenhum arquivo do tema atual do blog para usá-los. Deixe-me mostrar a vocês:

Comment Timeout

comm.jpgEste plugin desabilita automaticamente, após um certo período de tempo, a capacidade de acrescentar novos comentários aos posts ou artigos do blog. Com o passar do tempo, as discussões esfriam e os artigos se tornam alvos e motivadores para spam.

Uma vez ativado é possível configurar em suas opções quantos dias depois de publicado um artigo deve-se desabilitar seus comentários e, no caso dos posts populares, levar em conta um período decorrido após a aprovação do comentário mais recente. Como se já não bastasse, ainda se pode configurar as opções para cada artigo individualmente, diretamente na tela de edição.

No Self Pings

A cena é clássica: Você acabou de escrever um artigo em que, durante o raciocínio, citou algo que já tinha publicado anteriormente em seu próprio site. Depois que tudo está pronto e você publica o novo artigo, o WordPress automaticamente envia um ping para o artigo anterior, como se alguém em outro site tivesse citado aquele texto.

Enquanto tem gente que adora que isso aconteça, para manter um histórico de posts relacionados, eu particularmente sempre odiei esse comportamento. Acho até que nas versões futuras da ferramenta deveria ser possível optar-se por manter este comportamento ativo ou não. Enquanto isso não acontece, esse minúsculo plugin é a minha salvação. E a sua, se também passar por esse problema, é claro.

Not-To-Me

A função deste plugin é bem simples: Evitar que um e-mail seja enviado para o administrador do blog — normalmente seu único autor — quando ele próprio realiza um comentário em um de seus artigos. Outra das funções que, na minha humilde opinião, deveriam ser configuradas de forma booleana nas instalações futuras do WordPress.

Enquanto isso não acontece, o plugin funciona perfeitamente. O lado negativo é que o autor interrompeu o desenvolvimento não apenas deste, mas de todos os outros plugins que até então mantinha ativos. Uma verdadeira pena.

WordPress Code Editor

Vira e mexe você se vê na necessidade de realizar alguma pequena alteração nos arquivos do seu tema atual. Pode ser devido   instalação de um novo plugin que, para funcionar, precisará de uma tag inserdia no corpo do tema, ou por causa daquela coceira incansável que  s vezes acomete qualquer um de nós e nos faz querer dar uma ajeitadinha nas coisas.

editor.jpg

Até antes deste plugin, sempre que eu resolvia mudar meus temas, fazia o download dos arquivos, a edição do que eu precisava em algum editor de texto local e depois o reenvio — ou upload — das alterações, para depois gravar tudo. Depois disso, tudo mudou. Diretamente nas opções de edição do tema, um editor com numeração de linhas e sintaxe PHP/HTML está a disposição. Fantástico.

One Click Installer

Deixei para comentar por último aquele que eu acredito ser um complemento perfeito para o plugin WordPress Automatic Upgrade, indicado pelo Neto. Uma vez instalado, ele faz o que o próprio título já diz: Reduz o esforço de instalar novas versões de plugins ou novos temas em seu site a um único clique.

oneclick.jpg

Quando é habilitado, este plugin cria uma nova aba no Painel principal do WordPress, chamada OneClick Install. Quando selecionada, são exibidas opções para a instalação de plugins a partir de arquivos compactados gravados localmente ou em uma URL remota, ou seja, pode-se instalar diretamente do site do desenvolvedor.

Complementando o plugin, a mesma aba permite que se acesse uma lista com todos os plugins atualmente no servidor para que se possa excluí-los, se assim for desejado. A desvantagem deste mecanismo de exclusão é, ao mesmo tempo, uma outra oportunidade de melhoria para versões futuras do WordPress: Os plugins são identificados pelos nomes das pastas onde seus arquivos estão localizados. No futuro, quem sabe a lista de plugins já não exiba uma opção para exclusão, não é mesmo?

Bem, estas foram apenas algumas contribuições de plugins. A lista de todos os que estão ativos aqui no site pode ser facilmente acessada e, caso alguém tenha mais alguma sugestão, é só mandar ver, é claro…

Hello back, WordPress!!

Resolução de fim de ano antecipada:

  1. Sai Drupal, em passagem meteórica pelo meu site;
  2. Volta WordPress, pois eu estava com saudades.

Nisso, toca reimportar a base de dados — para minha sorte, aliás, eu nunca destruí as tabelas com os posts originais, o que me poupou 99% do trabalho — e ajeitar tudo por aqui, inclusive dando um toque diferente   casa com um novo tema.

Ainda faltam os comentários, é verdade, mas estes reimportarei com mais calma, provavelmente no próximo final de semana. O motivo da volta? Nada em especial. Não há nada de errado com o Drupal, é uma excelente ferramenta. Mas a comparação que me vem   cabeça agora é simples: Quando você está acostumado a dirigir uma marca de carro, fica difícil se adaptar a outra.

Só me falta, novamente, pedir perdão aos leitores que eu (ainda) tenho: Vão querer me trucidar provavelmente, por conta de mais uma enxurrada de posts antigos. Desculpem, gente. Eu prometo que agora não faço mais isso 🙂

Plugin booBox para WordPress

boobox.pngA essa altura dos acontecimentos é muito provável ser desnecessário que eu faça maiores introduções com respeito ao booBox, um dos exemplos mais promissores de serviços web da internet brasileira, idealizado por uma dupla de peso, Marco Gomes e Raphael Vasconcellos: O serviço, que de tão revolucionário chamou a atenção do site TechCrunch — uma espécie de bíblia internacional sobre sites de vanguarda da Web 2.0 —, tem como objetivo principal monetizar os blogs de toda a internet, e, o melhor, de uma forma totalmente não-intrusiva.

De qualquer forma, se você ainda não conhece o funcionamento da coisa, é simples: Através da inclusão de um pequeno trecho de código em Javascript no blog de qualquer pessoa, os textos e imagens dos artigos podem ser diretamente conectados a ofertas de serviços — como o eBay, Amazon.com e, para nós brasileiros, o Mercado Livre — que serão então exibidas em pequenas caixas vermelhas flutuantes, as booBoxes quando os próprios leitores do site solicitarem.

Gratuito para ser usado por qualquer pessoa, o booBox não recebe nenhum centavo na jogada — exceto por doações de seus usuários —, sendo que todo o lucro com as transações eventualmente realizadas a partir de anúncios nos blogs vai direto para seus proprietários: Ou seja, extremamente fácil e prático.

Facilidade, aliás, foi exatamente a idéia que me veio   cabeça assim que li as instruções de implementação do Boo-Box nos blogs: Como fazer para tornar ainda mais fácil o processo de instalação do serviço para que um número ainda maior de pessoas pudesse se beneficiar? A resposta veio rapidamente: Criando um plugin para WordPress.

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Chegou o WordPress 2.1 “Ella”

Assim como já publiquei ontem no BlogAjuda:

Matthew “Matt” Mullenweg acaba de fazer o anúncio: Já está disponível para quem quiser fazer o download o mais novo WordPress, agora em sua versão 2.1, batizada “Ella”, nome dado em homenagem   cantora de jazz Ella Fitzgerald.

Nova tela de login do WP2.1

Aguardado por milhares de blogueiros ao redor de todo o mundo e também pela mídia em geral, o lançamento da nova versão do WordPress chega com um pacote enorme de novidades, que, supostamente, agradarão o mais exigente dos editores. Entre as principais novas características do “Ella” que devem agradar gregos e troianos estão:

  • Completo redesign da interface de administração: A interface ficou diferente e mais bonita. Agora é baseada no projeto Shuttle, que está em desenvolvimento desde 2005. Aliás, pode-se conferir algumas imagens da interface no próprio site do projeto.
  • Auto-salvamento: Chega de preocupações com a edição dos artigos. Com a nova característica de auto-salvamento, não será necessário se preocupar com perder um texto nunca mais, nem tampouco se utilizar de editores externos ao WP, cuja única finalidade muitas vezes, para muita gente, era justamente armazenar localmente uma cópia do artigo com propósitos de segurança.
  • Privacidade: Não quer que o conteúdo do seu blog seja indexado por sites de busca como o Google ou o Technorati? Tudo bem. Com as novas opções de privacidade da versão “Ella”, basta que você defina que o seu blog não deve enviar pings ou ser visto por estes sites!
  • Editor com abas: Para pôr fim ao dilema de usar ou não um editor visual — no padrão WYSIWYG, ou What you see is what you get, mais uma nova característica do “Ella” chega, muito bem recebida: A possibilidade de alternar entre este tipo de editor e a edição pura de código HTML, quando se bem entender, durante a edição dos artigos.
  • Verificação ortográfica: Para aqueles que se sentem   vontade com o editor visual da ferramenta, os desenvolvedores do WP agora incluíram o recurso de verificação ortográfica dos textos, o que certamente facilitará a publicação de textos mais corretos.
  • AJAX, AJAX, AJAX: O uso da tecnologia AJAX, que combina o poder do JavaScript e do XML, se faz ainda mais presente nesta nova versão do programa. Agora ela é usada para permitir operações como a criação de campos personalizados, moderação de comentários, exclusões de artigos e muito mais, tudo de forma mais rápida e prática.
  • Funções de importação/exportação XML “lossless”: As novas funções de importação e exportação XML que estão presentes na versão 2.1 foram desenvolvidas especialmente para quem precisa mover o conteúdo já existente em um blog com WP para outro, sem perda de conteúdo no processo.
  • Controle de homepage: Solicitada por muitos blogueiros e inclusive implementada — ao longo de todas as versões do WP — através de diversos plugins, a possibilidade de se selecionar qualquer página criada pelo software como sua página principal agora faz parte da versão 2.1. Desta forma, o sistema se aproxima mais de outros Content Management Systems (CMS),   medida que permite listar ou não os artigos ,mais recentes na capa do site.
  • Vida nova ao blogroll: O WordPress sempre foi conhecido por ser a primeira ferramenta para edição de blogs que conta com um blogroll — a lista de outros blogs e sites que você lê e visita — embutido. Agora este recurso ficou ainda melhor, com a adição de sub-categorias ao sistema, para que você organize ainda melhor os seus links.
  • Novo gerenciador de uploads: Agora o gerenciador que é utilizado para enviar conteúdo para o seu site — e, consequentemente, para publicá-lo em seus artigos — permite que sejam gerenciadas todasas imagens, vídeo e áudio de uma forma mais prática.
  • Novo feed de comentários: Agora o feed de comentários é mais democrático, por assim dizer. Ao invés de carregar apenas os 10 últimos realizados, traz todos eles.

Além destes e de muitos outros recursos voltados ao usuário final, o WordPress 2.1 “Ella” também deve agradar aos desenvolvedores, tornando mais fácil e rápido o desenvolvimento de plugins: O WP 2.1 agora possui, entre uma tonelada de outras novidades muito interessantes, uma pseudo-funcionalidade cron, para o agendamento de eventos na ferramenta, além de um carregador desenvolvido em JavaScript que deve tornar muito mais fácil a adição de recursos  s suas extensões.

Com a disponibilização da versão “Ella”, Matt também aproveitou para comentar o futuro do WordPress: Depois de afirmar que a série 2.x da ferramenta foi um sucesso sem paralelo — com mais de 1,8 milhão de cópias baixadas gratuitamente por blogueiros ao redor de todo o mundo — e que o compromisso da equipe com o suporte a bugs e demais problemas de segurança desta série deve se estender até 2010, ele falou sobre o ciclo de desenvolvimento, que não deve parar e deve passar a agradar ainda mais a legião de fãs do sistema.

Após ter passado os últimos três anos desenvolvendo o WP, a equipe decidiu por adotar um cronograma de lançamentos mais freq¼ente, assim como já acontece com outros projetos classificados como software livre. A exemplo do que ocorre com a distribuição Linux Ubuntu, onde atualizações de maior porte são lançadas várias vezes ao ano, a idéia é que o mesmo passe a ocorrer com o WordPress.

E para aqueles que já estão com as mãos coçando para saber o que vem por aí com a próxima versão — a 2.2 —, sua data de lançamento já está prevista, e deverá ser 23 de abril de 2007. O que mais pode impressionar no futuro, aliás, é o anúncio da equipe de desenvolvimento, que diz que a versão será baseada principalmente nos recursos e melhorias solicitados pelos próprios usuários do WordPress. Aliás, isso demonstra um enorme grau de confiança na comunidade de usuários que, aliás, podem votar, no próprio site oficial, nos recursos que consideram bons ou não para os próximos lançamentos.

Por hora, se você ainda não baixou a nova versão, não perca mais tempo!!

Eu e feeds completos

Quem me lê com freq¼ência já sabe: Troquei o Bloglines pelo Google Reader. Mas embora eu esteja adorando a mudança, devo dizer que pelo menos uma característica da antiga ferramenta faz uma falta enorme na nova: A exibição do número de usuários que assinam meu feed RSS.

Acho fantástico poder saber quantas pessoas assinam meu site (e,  s vezes, até quem). Afinal de contas, são elas — dentre as milhares que provavelmente passam mensalmente pelo meu endereço mas que permanecem pouquíssimo tempo nele — as que preciso tratar com maior cuidado e respeito: Elas gostam do que escrevo, acham interessantes as minhas idéias e pensamentos e voltam com freq¼ência para ler as novidades.

Ofereça seu Feed CompletoÉ por isso que, ao me atualizar a respeito do que anda acontecendo na blogosfera hoje, só posso dizer que recebo de braços abertos a campanha que o Rafael Arcanjo resolveu começar: Trata-se da disponibilização de nossos feeds completos para todos os nossos leitores. Assim eles não deixarão de nos acompanhar e poderão fazer isso através de seus agregadores de preferência, sejam eles quais forem.

Quer mais argumentos?

Um argumento basta

Meu argumento pessoal mais forte para a disponibilização de um feed completo reside no fato de que, assim como alguns leitores possuem o meu site entre seus favoritos, eles também lêem dezenas, centenas ou milhares de outros sites da grande rede, pois acham seu conteúdo tão ou mais interessante que o meu próprio.

Assim sendo, não é correto que eu obrigue cada um de meus leitores a fazer uma visitinha forçada. Se você disponibiliza apenas o resumo de seus artigos, me acredite: As visitas ao seu blog continuarão ocorrendo sem que seja preciso utilizar-se deste artifício, e elas também serão de seus fiéis leitores. Uma dica simples é manter o que você escreve o mais interessante possível. Afinal de contas, comentários, por exemplo, exigem visitas aos blogs.

Adsense em risco?

Sua preocupação está nos cliques e ganhos que você deixará de obter com programas como o Google Adsense? No blog do Rafael esta pergunta está devidamente respondida, e eu recomendo a leitura.

Mas, de qualquer forma, aqui também cabe dizer o que eu, particularmente, penso sobre anúncios publicitários em blogs, e é muito simples: Acho que eles se destinam mais aos visitantes aleatórios do que  queles que lêem meu site com freq¼ência. Não sou nenhum expert nessa questão, mas a impressão que tenho é de que provavelmente seja mais raro que alguém que me lê com freq¼ência clique em um anúncio de minha página do que aquelas pessoas que são leitoras de títulos ou que vieram parar aqui acidentalmente — através do Google, por exemplo.

Com isso, não estou querendo dizer que seja impossível que algum leitor freq¼ente clique em um anúncio — eu mesmo faço isso,  s vezes. Só digo que é mais difícil. Leitores aleatórios, ao contrário, provavelmente o façam mais facilmente: Eles chegam procurando alguma coisa, lêem apenas aquilo, julgam se é ou não relevante e, para continuarem com sua navegação, podem, entre outras coisas, se sentirem atraídos pelos anúncios.

Como saber se meu feed é completo?

Muitas pessoas que se utilizam do WordPress para a confecção de seus blogs pessoais podem estar achando a idéia de disponibilização dos feeds completos uma coisa excelente, ao mesmo tempo em que já se perguntam sobre como fazer para que isso ocorra facilmente.

Assim sendo, vou contribuir aqui com — mais — dois centavos sobre o assunto. A mudança que fará com que você disponibilize artigos completos ao invés de resumos do que escreve aos seus leitores pode ser feita diretamente através do Painel de Controle do WordPress.

feeds_completos.jpg

Uma vez logado, basta que você clique em Opções » Ler. Na seção Alimentação para assinaturas, selecione a opção Texto completo ao responder   pergunta sobre o que mostrar para cada artigo, tal como ilustro acima.

Pronto. Sua adesão   campanha Feeds Completos estará automaticamente feita e você passará a estar na vanguarda da informação, assim como não apenas eu já faço, mas também Neto Cury, Bruno Alves e, é claro, o BlogAjuda, entre muitos outros! Aproveite e escolha uma das imagens disponíveis por lá para que você mostre seu apoio.

Novidades no Portal WordPress

wp_trend.jpg

A ilustração acima não deixa dúvidas de que o WordPress é atualmente uma das ferramentas mais populares do mundo para a criação e edição de blogs, se encontrando praticamente empatada com o precursor de todas elas, o Blogger.

Na onda do sucesso, os desenvolvedores anunciaram esta semana a primeira versão pública de seu software para gerenciamento de fóruns de discussão, o bbPress, criado   imagem e semelhança de seu antecessor.

Se o sucesso se repetir no caso desta ferramenta — o que eu acho que pode ocorrer, dada a leveza e simplicidade da solução, que, aliás, está sendo usada no fórum do Portal WordPress, portal mantido pelo meu amigo Neto Cury —, pode ser que soluções muito antes consagradas nesta área, como o phpBB, acabem perdendo uma parcela de preferência dos usuários, coisa que só o tempo dirá.

Ah… e se você já utiliza o WordPress mas ainda não conhece o Portal WordPress, ou se pensa em usar uma boa ferramenta para iniciar um blog, não perca mais tempo: Acesse e conheça, pois trata-se de uma ótima referência para a busca de artigos, tutoriais e dicas sobre a ferramenta, com a vantagem de ser uma comunidade totalmente em português! Tem muita gente boa participando e eu mesmo preciso tirar a poeira de alguns artigos e tutoriais, pra fazer uma contribuição, digamos, mais rica

Então, encontro vocês por lá, ok? 😉

Just keep it fun!

Muita gente que eu conheço tem blog próprio. Muita gente que eu conheço, por sinal, só tive a chance de conhecer justamente porquê me propus a começar a registrar minhas idéias e pensamentos na internet, com a esperança de que o que eu escrevesse trouxesse informação, conhecimento ou entretenimento para quem quisesse ler. De fato, todos temos diversos motivos para começar um blog, dos mais triviais aos mais complexos.

Independente do motivo pelo qual começou, será que você se preocupa com a popularidade do seu blog? Sabemos que existem diversos blogs populares na blogosfera brasileira atualmente e, muitas vezes, pode ser que tenha passado pela sua cabeça o pensamento inevitável de que “você gostaria muito de ser, mesmo que por alguns instantes, como alguma das celebridades blogueiras do Brasil”.

Mas será que existe uma regra para ser um blogueiro popular? De antemão, acho que arriscaria na resposta negativa. Não acho que alguém seja capaz de dizer que tem uma receita de bolo pra aumentar seu número de visitas. Mas lendo um artigo interessantíssimo, escrito por Neil Patel em seu próprio weblog, descobri que é possível que existam algumas coisas que possam ser feitas se o seu interesse é aumentar sua popularidade através da única coisa que você pode controlar em seu site, o conteúdo publicado. Abaixo, resolvi colocar os pontos para os quais ele chama a atenção:

Dê as últimas notícias

Diz Neil: “— As notícias se espalham pela blogosfera como fogo na mata. Se a notícia for realmente ‘quente’, todo mundo vai começar a escrever sobre o assunto, linkando de volta para o lugar onde encontraram uma referência sobre o mesmo. Na maioria dos casos, não é fácil dar uma notícia em primeira mão, devido a milhares de pessoas que estão constantemente tentando fazer a mesma coisa. Mas se você conseguir encontrar tempo para dar notícias em primeira mão, as pessoas farão links com seu blog e começarão a lê-lo regularmente, para que possam estar atualizadas com os últimos acontecimentos“.

Pessoalmente, já vivi uma fase em que uma de minhas preocupações era dar necessariamente as últimas notícias em meu blog. De verdade, isso não funciona. De vez em quando eu realmente conseguia êxito e tinha, pelo menos, a “sensação” de que eu tinha conseguido dar um furo de notícia. Mas num mundo onde, como diz o próprio Neil Patel, há milhares e milhares de pessoas tentando fazer isso o tempo inteiro, e muita gente em caráter profissional, é complicado fazer isso o tempo inteiro. Então, deixei para os profissionais do ramo. E agora procuro apenas divulgar o que acho mais interessante, ao mesmo tempo em que dou meus toques e opiniões pessoais ao que abordo.

Escreva aos fins de semana

— Há uma boa chance de que seus leitores também acompanhem outros blogs. Devido   incontável quantidade de blogs que publicam seus artigos diariamente, eles provavelmente não têm tempo de ler todos eles. Se você publicar algo quando eles estiverem com tempo, tal como nos fins de semana, haverá uma boa chance de que eles leiam seu blog. Observe todos os blogs que falam do mesmo assunto que você. Há uma boa chance de que nenhum deles publique nada aos finais de semana. Eu sei que alguns podem não concordar com esta idéia, mas é algo a se considerar se você tem tempo nos finais de semana“.

Esta é uma observação interessante. Eu tenho escrito muita coisa aos fins de semana, mesmo porquê tenho passado muito do meu tempo livre cuidando do Xande e as únicas horas que me sobram são as madrugadas dos sábados e domingos. No entanto, ao mesmo tempo em que muitos sites não publicam conteúdo nestes dias por motivos mais do que óbvios, o mesmo fenômeno afeta as visitas a sites da internet, particularmente os blogs de muita gente. Mesmo assim, acho que vale a pena escrever. Se não for no final de semana, em algum momento alguém vai procurar ler o que você escreveu e, se isso lhe gerar ao menos um comentário ou visita, terá valido muito   pena.

Escreva artigos atemporais

Outro dos conselhos dados por Patel: “— Tente não escrever apenas artigos com vida média de uma semana. Misture um pouco falando sobre coisas que são atemporais. Este tipo de artigo pode não ser um sucesso imediato, mas pode se tornar popular daqui a alguns meses. Então, tente escrever também alguma coisa que possa durar por mais tempo do que um dia ou uma semana“.

Vocês já repararam que muitos sites que têm muitos acessos escrevem sobre assuntos como estes? Quero dizer, relatos históricos, experiências passadas com tecnologia ou qualquer outro assunto. Referências futuras para que alguém possa consultar. Tudo isso movimenta o mundo dos blogs, sim, e pode ser uma boa oportunidade para qualquer um escrever algo que possa ser útil daqui a vários anos. De vez em quando eu procuro produzir conteúdo desta maneira. É difícil, mas interessante, ver que ao longo do tempo continuem ocorrendo diversas visitas a algum artigo de um assunto específico sobre o qual você resolve escrever.

Ensine, não venda

Outro conselho: “— Muitas pessoas começam um blog porquê querem ganhar dinheiro. Não há nada errado em se tirar dinheiro de um blog, ou mesmo em se blogar para ganhar dinheiro, mas deve-se tentar não transformar cada artigo escrito em uma loja para a venda de artigos. Se você tentar educar e ensinar as pessoas através de seu blog, pode se tornar possível que as pessoas lhe reconheçam como uma autoridade na sua área de conhecimento, o que pode gerar ótimas oportunidades“.

Ensinar é algo de que eu gosto muito. No passado, estive mais fortemente engajado em listas de discussão como a WordPress Brasil, a qual gerou inclusive algumas parcerias com meus amigos Patrícia M¼ller e Neto Cury, com os quais mantive um blog sobre o assunto, basicamente procurando dar dicas aos usuários menos experientes da ferramenta que todos usamos para criação e edição de nossos sites. Foi muito proveitoso, e confesso que preciso, assim que a paternidade me der uma folga, voltar a fazer isso (especificamente a vocês dois, quando lerem: Estou refazendo o convite publicamente, viu?).

Entre na conversa!

Uma última dica dada por Patel: “— Mandar e-mails a outros blogueiros e perguntar-lhes a respeito de links pode ser uma abordagem interessante para aumentar seu tráfego. Mas outra grande maneira de se aumentar a popularidade é através da participação em outras conversas. Um bom exemplo disso foi quando Rohit Bhargava escreveu 5 Rules of Social Media Optimization (“5 Regras da Otimização de Mídia Social”). Depois que milhares de pessoas viram as regras e começaram a adicionar coisas   lista, elas se tornaram as 17 regras”.

Acho que, das regras descritas por Patel, esta é a mais importante. E uma das que eu mais preciso praticar e só não o faço por falta de tempo. Se você acha que algum assunto abordado por um blogueiro que você costuma ler freq¼entemente é interessante, cite-o em seu site. Faça a roda girar, faça com que as pessoas que não o conhecem passem a conhecê-lo. Contribua, faça de tudo para adicionar informações que você acha relevante aos tópicos que cada um produz. Mesmo que não seja imediatamente, com certeza suas contribuições serão muito relevantes e proveitosas para muita gente que vier a passar por um blog ou site no futuro.

O motivo principal que me levou a traduzir e publicar as dicas de Patel foi minha identificação com elas. Ainda que eu não possa afirmar, sobre mim mesmo, que esteja necessariamente atrás de popularidade, procuro publicar um weblog agradável de ler e com as informações mais úteis possíveis. Também acredito que todas as dicas são interessantes a seu modo. A meu ver, elas podem ser aplicadas para qualquer pessoa, a qualquer momento. Mas, independente da aplicabilidade, acredito que qualquer blogueiro tenha que ter em mente um único pensamento fundamental: Manter seu site pela diversão, pelo lazer, por gostar de escrever e expressar idéias.

Não acredito muito, por exemplo, em redes sociais, como o famoso Orkut, que, por sinal, no meu caso, anda mais sem movimento do que casa de praia na alta temporada do inverno. Mas blogs são um ótimo exemplo de rede social: Afinal de contas, o que são todos aqueles links nos nossos blogrolls, senão sites de pessoas que nos cativaram em algum momento, quer usando alguma das regras acima ou não? Acho que qualquer um que esteja listado em pelo menos um blogroll de um único site pode se considerar um vitorioso, já que, no fundo, há pelo menos uma pessoa interessada nas idéias que tem para transmitir. So, keep it fun. Always.