Acer critica o Windows Vista

O presidente da Acer, Gianfranco Lanci, atacou deliberadamente o mais novo sistema operacional da Microsoft — o Windows Vistana edição on-line de segunda feira do Financial Times Deutschland. Segundo Gianfranco, não apenas sua empresa, mas toda a indústria estaria desapontada com o software.

Tamanho desapontamento, nas palavras dele, se dá porquê nenhuma versão anterior do Windows havia feito tão pouco para ajudar no aumento das vendas de computadores. Lanci acredita que ninguém deve ter comprado um novo PC especificamente para rodar o Vista. Honestamente, me vejo obrigado a, de certa forma, concordar com ele.

Não vou entrar a fundo no mérito de discutir a configuração mínima necessária para rodar o Vista, mas temos de convir que muitos outros sistemas operacionais — incluindo-se aí o antecessor do Vista, o Windows XP — requerem bem menos capacidade de máquina, e não é todo mundo que tem dinheiro disponível para realizar uma super atualização de hardware só para experimentar o novo produto de Bill Gates. Ainda mais no Brasil, onde, por vezes, os preços são exorbitantes.

Também há a questão de usabilidade: Os usuários precisam estar confortáveis com a utilização do Windows Vista e, até onde eu soube, nenhum amigo meu que já tenha se decidido a ao menos experimentar o sistema, se sentiu satisfeito. A comparação entre a interface do Windows 3.1 e a do Windows 95,   época, talvez valesse aqui, pois foi necessária uma adaptação. Mas o problema parece ser bem mais grave: Talvez seja necessário esperarmos o Service Pack 10 do Vista antes de instalá-lo   vontade. Talvez o problema seja outro. Mas só estes pontos que citei aqui já são mais do que suficientes para que eu, a exemplo do presidente da Acer, convide a todos para colocar o novo Windows na berlinda. Por tempo indeterminado.

Tux Paint

Vocês já conhecem o Tux Paint? Trata-se de um programinha bem bacana para quem tem filhos pequenos — como eu — e quer passar um tempo legal e divertido com eles. É um editor de imagens para crianças entre 3 e 12 anos, completamente gratuito.

Fazendo parte do projeto Tux4Kids, a ferramenta conta com recursos muito interessantes: Uma interface simples de usar, efeitos sonoros para as ferramentas — como lápis ou borracha, que faz o barulho de apagar quando é usada — e ainda por cima uma versão animada do Tux como mascote, ensinando algumas boas dicas no rodapé.

Também há o recurso Mágicas, que permite   criança aplicar efeitos como preenchimento, clareamento, negativagem e espelhamento  s imagens, isso sem contar os efeitos exclusivos do programa, como a adição de fagulhas ou tijolos aos desenhos, entre outros. Para quem ainda quer mais, há a possibilidade de se instalar carimbos — pequenas imagens que podem ser baixadas prontas da internet ou criadas pelo próprio usuário, para se complementar ou enriquecer um desenho.

captura_da_tela-tux-paint.png

Há pacotes prontos para o Ubuntu que, se instalados através do Synaptic ou do Adept, por exemplo, já vêm com os carimbos e toda a interface traduzida para o português brasileiro. Também há a possibilidade de se fazer o download de pacotes RPM — para os sistemas Mandrake ou Red Hat, por exemplo —, Slackware ou Mac OS X. Para quem até agora ainda não veio para o lado pinguinesco da força, há sempre a versão para Windows.

De qualquer forma, vale a pena experimentar. O melhor feedback que eu posso lhes oferecer neste caso vem de um pequeno usuário que, desde cedo, já é fã da turma do Tux.

PS: Na imagem deste artigo, uma tentativa minha de desenhar um cachorro, um dos pedidos mais recorrentes do filhão.

DVD Decrypter

Outro dia um amigo me perguntou, após uma tentativa frustrada de uso do consagrado DVD Shrink para fazer cópias de alguns DVDs, se eu conhecia alguma boa alternativa para o programa que mantivesse as mesmas características. Como eu mesmo já enfrentei problemas com o Shrink no passado, acabei lhe respondendo meio que de bate-e-pronto: No Microsoft Windows, use o DVD Decrypter.O DVD Decrypter pode criar backups de imagens de DVDs inteiras, copiando seu conteúdo para o HD em pouquíssimo tempo, para que depois este possa ser queimado em uma mídia convencional. Além deste recurso de cópia, a meu ver um de seus pontos mais fortes reside na capacidade do programa de decriptar títulos protegidos contra cópia — não é   toa, aliás, que em alguns países sua distribuição é atualmente 100% ilegal.

Como eu disse, trata-se de uma alternativa ao Shrink para Windows, mas existem alternativas similares para o Ubuntu como o AcidRip e o KungFu, embora tanto o Decrypter quanto ele podem ser utilizados no Ubuntu através do Wine, bastando seguir algumas etapas para configuração.

Hello, KDE!

Este fim de semana passei   ver minha instalação de Ubuntu com outros olhos: Na verdade, olhos de KDE. Embora o GNOME seja o gerenciador de janelas padrão da distribuição, saiba que, como um dos principais pontos fortes de sistemas opensource, você tem uma escolha, até mesmo com relação   interface que deseja usar para operar seu sistema.

Como sei que a discussão GNOME x KDE é tão profunda quanto “Palmeiras ou Corínthians?”, vou logo avisando que minha escolha foi motivada por preferência pessoal, ou seja, a meu ver, não importa o quanto você procure prós e contras de cada um dos dois ambientes: Ambos são muito sofisticados   sua maneira, e sempre haverá bastante lenha para se jogar na fogueira. Digamos que eu vinha namorando o KDE há bastante tempo, só isso, e resolvi dar um passo além na relação.

De qualquer forma, o que vou mostrar aqui é como fazer para instalar o KDE, sendo que o mais importante é deixar claro que KDE e GNOME continuarão a conviver lado-a-lado na mesma instalação Ubuntu, e que este procedimento apenas fará com que você consiga aproveitar o melhor dos dois mundos. Optar por um deles mais tarde é simples e você poderá fazê-lo, mas, no momento, o que quero provocar é a oportunidade de experimentação.

Assim como o GNOME, o KDE também é composto de vários pacotes. Vamos adicionar tais pacotes   sua instalação atual. E neste ponto, aliás, quero dividir três pensamentos com vocês:

  1. O Kubuntu faz parte do projeto Ubuntu: Não se trata de um mesh-up. Assim como está discriminado no FAQ do site, trata-se da primeira distribuição derivada do primeiro, sendo baseada neste sistema, e justamente nos pacotes KDE;
  2. Ao término deste procedimento, suas aplicações GNOME continuarão disponíveis para uso, além de muitas que são específicas do ambiente KDE. Apesar disso, muita coisa que acompanha a instalação do Kubuntu não será instalada. Por este motivo, se o que você está procurando é uma experiência mais aprofundada, talvez queira baixar uma imagem ISO do Kubuntu e começar do zero. Senão, vamos em frente.
  3. Uma coisa que aprendi a duras penas foi que, se você quer ter uma experiência plena com qualquer distribuição Linux, deve deixar espaço livre suficiente para isso em seu computador. Em meu HD de 250Gb, por exemplo, 50 deles são exclusivos para o sistema Ubuntu. Os pacotes a serem instalados podem ocupar até 500mb adicionais de espaço em disco, dependendo do caso.

Isto tudo dito, abra uma janela de terminal e digite o seguinte:

sudo apt-get install kubuntu-desktop

Agora, sente e relaxe. O processo pode levar bastante tempo para ser concluído. Durante a sua execução, aliás, em algum momento você será questionado sobre qual gerenciador de exibição deseja utilizar como padrão, GDM ou KDM. Para não complicar muito, basta saber que estas duas aplicações afetarão a maneira como sua tela de logon ao sistema aparecerá. É desta tela que você poderá escolher entre GNOME e KDE. Para manter as coisas o mais próximo possível da instalação original do Ubuntu, pode-se optar pelo GDM. Caso você queira que inclusive a inicialização do sistema se pareça mais com o novo ambiente, escolha o KDM.

Falando em inicialização, é bom saber que as famosas splash screens de abertura e encerramento do Ubuntu serão substituídas pelas telas azuis do Kubuntu logo que o sistema for reinicializado. Este será o novo padrão:

kubuntu_splash.jpg

Como estamos falando pura e simplesmente de adicionar o KDE ao sistema para experimentá-lo, pode ser que alguém se incomode com esta tela. Mas novamente não é preciso entrar em pânico, pois, para restaurar os splashs originais do Ubuntu, basta digitar, também em uma janela do terminal, o seguinte comando:

sudo update-alternatives --config usplash-artwork.so

Se tudo correr bem, as telas estarão normais após um novo reinício do sistema. O mais importante é o aspecto principal deste artigo: Se os passos foram seguidos corretamente, você agora terá,   sua disposição, um novo ambiente de gerenciamento para utilização. Você pode dar uma olhada em como ele se parece no próprio site oficial do KDE.

No mais, estamos prontos: Agora é só aproveitar o KDE!

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Wubi: Ubuntu, dentro do Windows

Se você, como vários amigos que conheço, tem ouvido com uma freq¼ência cada vez maior comentários calorosos a respeito do sistema Linux e de sua distribuição Ubuntu, e já teve pelo menos a vontade de experimentar para ver como é, talvez já saiba também as opções que possui disponíveis pra isso:

  1. Ir ao site do Ubuntu Linux, e, de lá, fazer o download de uma imagem da última versão disponível do sistema. Neste caso, gravado um CD, a instalação ocorre guiada por um processo de assistentes, que, caso se deseje manter o Windows instalado, particiona seu HD — ou seja, divide o espaço livre disponível para que os dois sistemas possam conviver em harmonia em seu computador. O principal problema neste caso é que muita gente ou encara o particionamento como se fosse um bicho de sete cabeças e acaba desanimando.
  2. Executar o Ubuntu a partir de um live CD. Esta é uma alternativa bastante divulgada, aliás, não só pelos próprios desenvolvedores desta distribuição específica, mas também por diversos outros desenvolvedores das demais distribuições. O problema de executar um live CD reside na velocidade final obtida: Por se tratar de uma emulação do verdadeiro Ubuntu em máquina virtual, as coisas ficam muito mais lentas do que poderiam e também podem vir a desanimar o usuário até então empolgado com a novidade.

E que tal se, ao invés das opções acima, você pudesse instalar o Ubuntu em seu sistema, utilizá-lo normalmente com toda a velocidade e, de quebra, desinstalá-lo como qualquer outro programa atualmente presente em seu Windows, pela opção Adicionar ou Remover Programas de seu Painel de Controle? Para isso, basta utilizar o Wubi:

Wubi is an unofficial Ubuntu installer for Windows users that will bring you into the Linux world with a few clicks. Wubi allows you to install and uninstall Ubuntu as any other application. If you heard about Linux and Ubuntu, if you wanted to try them but you were afraid, this is for you.

O segredo do programa é que a instalação do sistema ocorre dentro do próprio Windows: Um arquivo — ubuntu.hd — recebe todo o conteúdo do sistema Ubuntu ao mesmo tempo em que uma nova entrada de boot é criada no computador, permitindo, a partir da próxima inicialização do computador, que o usuário escolha entre o sistema da Microsoft e o do ping¼im.

Neste caso, o kernel do Ubuntu se utiliza de um driver de loopback que permite ao sistema enxergar o arquivo que mencionei acima — mesmo dentro do Windows — como seu hard disk. Para não complicar, imagine loopback como uma maneira utilizada pelo sistema para se comunicar com o computador sem interferir em outras interfaces sistêmicas já existentes e instaladas no mesmo. Ou seja: O Ubuntu estará ali, mas não incomodará o Windows.

De qualquer forma, é esta a mágica que permite a qualquer pessoa, a partir da utilização do Wubi, executar o Ubuntu como se fosse um sistema operacional nativamente instalado — ou seja, sem que se precise recorrer   máquinas virtuais, ou que chegue ao extremo de precisar formatar sua máquina. Ou seja, vale   pena experimentar o Linux deste jeito: A maior complicação será, no final, desinstalar o sistema caso você não goste, o que eu, pessoalmente, duvido que aconteça.

NTFS-config: Partição NTFS em instantes

Você está utilizando o Ubuntu em um computador com dual boot e quer uma forma descomplicada de acessar suas partições Windows que estão formatadas com o padrão NTFS?

A partir da versão Feisty do sistema você pode fazer isso em apenas 4 passos extremamente simples. O primeiro deles consiste basicamente de abrir uma janela do terminal e, logo em seguida, instalar o programa NTFS-config:

sudo apt-get install ntfs-config

Esta simples linha de comando instalará todos os programas necessários para que sua partição seja montada corretamente, inclusive o driver ntfs-3g, uma interface open source que permite acesso de leitura e escrita a sistemas deste padrão, como são justamente o Windows XP, Windows Server 2003, Windows 2000 e o Windows Vista.

captura_da_tela.jpg

O segundo passo é ainda mais simples: Basta que, após a instalação, você execute o programa, que estará, conforme ilustro acima, no menu Aplicações, Ferramentas do Sistema. Você precisará informar a senha do administrador.

ntfs-config.png

Assim que a aplicação se abrir, você estará pronto para executar o terceiro passo: Após a exibição de todas as partições NTFS disponíveis, selecione aquelas que você deseja acessar a partir do Ubuntu e, após renomeá-las — se assim o desejar, pois isso não é obrigatório —, clique no botão Aplicar.

ntfs-config-2.png

O último passo consiste em selecionar que tipo de suporte a escrita você deseja ter   partição NTFS selecionada: Se o seu sistema está configurado para dual boot, ou seja, se você utiliza o GRUB, então selecione dispositivo interno. Se a sua partição está em um HD externo, selecione a segunda opção.

Ao clicar em OK, você deve ver um novo atalho para sua partição Windows bem na área de trabalho. Para desmontá-la — se for necessário — basta clicar o botão direito do mouse sobre o ícone e escolher a opção Desmontar Volume.

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FoxTorrent

ft.jpgFoxTorrent é — como alguns podem já ter percebido a partir do próprio nome — uma extensão para Firefox que permite o gerenciamento e download de arquivos torrent diretamente através da raposa de fogo. Sua instalação, que é simples e descomplicada, pode ser realizada através de um único clique do mouse logo na entrada do site oficial.

A principal vantagem que percebo ao embutir um cliente destes diretamente em meu navegador reside no fato de que não preciso de programas adicionais: Uma vez instalada, a extensão acrescenta uma opção ao menu Ferramentas do Firefox, de onde podemos abrir uma nova aba e, a partir dela, acompanhar o andamento dos downloads de uma forma muito descomplicada.

Através do plugin DivX Web Player também é possível acrescentar ao
FoxTorrent a capacidade de pré-visualizar filmes e músicas nos formatos MP3, AVI, MPEG, entre outros, igualando a extensão   clientes externos como o BitComet, para Windows.

Uma das coisas que mais me impressionou na ferramenta foi seu consumo de memória durante o tempo em que eu a utilizei hoje pela manhã: Em média, apenas 6mb estiveram alocados, o que, em termos de velocidade da máquina, não fez diferença alguma. Velocidade, aliás, foi outra coisa espantosa: Apenas durante os minutos em que estive escrevendo este artigo, o sexto episódio da terceira temporada de House M.D. saltou de 0% para 15% — talvez, é claro, por ser baseado na tecnologia Redswoosh, recentemente adquirida pela Akamai Technologies.

Em resumo, minha relação com o FoxTorrent é de completa lua-de-mel. Embora eu não tenha conseguido configurar outra pasta padrão para os downloads, dos males, o menor. Em todo o resto ele se mostrou muito eficiente. Recomendo a todos que o experimentem, pelo menos por um único dia. E depois, é claro, me contem o que acharam…

Analisando o LeapTag

Meio que por acaso acabei cruzando com o LeapTag, um serviço ainda em beta que mistura leitor de feeds RSS e rede social se integrando aos navegadores web das plataformas Windows e Mac para buscar, monitorar e apresentar conteúdo relevante baseado nos interesses pessoais de cada usuário.

leaptag2.jpgMesmo atualmente utilizando ferramentas como Google Reader e o del.icio.us para localizar 95% dos tópicos, notícias e livros que me interessam, resolvi me arriscar numa aventura e testar o novo serviço.

Para isso, logo de cara, precisei baixar um programa de instalação de aproximadamente 7mb, que, ao ser executado, criou um novo botão em meu Firefox e a necessidade de, para operar o LeapTag, me utilizar, além de uma barra lateral no navegador e de um cliente adicional, que fica residente na bandeja do sistema. Acho muito importante dizer que, no flutuante ranking das notas finais que poderia dar ao serviço, certamente tudo isso pesou contra a ferramenta.

leaptag1.jpg

De qualquer forma, fui adiante. E me espantei ao ver que a coisa pareceu bem promissora.

Os interesses pessoais que o LeapTag utiliza para apresentar resultados relevantes aos usuários são baseados em duas coisas: A primeira delas, a utilização de tags e a segunda, no feedback do próprio usuário. No caso da primeira, significa que é necessário, para cada assunto que se deseje monitorar, identificá-lo com um nome relevante, como música.

Em seguida, associa-se esta tag a até três outras palavras-chave, relacionadas com a mesma, como se estivéssemos prestes a fazer uma busca através do Google: música AND Dire Straits, música AND lançamentos e assim por diante. Em fase de testes, como já disse no começo do texto, o LeapTag está temporariamente limitado   20 tags por usuário. Embora se, atualmente comparado ao del.icio.us, onde não há limites de criação de tags, esta limitação pareça negativa, acredito que assim que os testes acabarem, acabe também o limite.

Definidas as tags, clicar sobre qualquer uma delas coloca o sistema em funcionamento e logo dezenas de resultados recém-obtidos são apresentados ao usuário. É aqui que entra o segundo ponto da interação, o feedback. São oferecidas, ao lado de cada link retornado pelo LeapTag, duas opções que merecem destaque: Pode-se votar a favor de um item (que pode ser uma notícia, post de blog ou um livro), o que fará com que a ferramenta, no futuro, procure listar itens similares  quele que agradou   pessoa ou contra, o que terá o efeito oposto. Independentemente do voto, cada resultado, como destaco abaixo, apresenta as tags que o fizeram surgir na lista de itens.

leaptag3.jpg

Tal sistema de votação é bastante similar  quele usado por sites hoje muito populares, como o digg, guardada a diferença de que, neste caso, estamos fazendo com que os resultados novos afetem apenas a nós, individualmente.

O serviço, por conta deste sistema, também me pareceu inspirado no site Findory — outro que, aliás, eu visito com certa freq¼ência —, cuja utilidade tem, em linhas gerais, muitos pontos em comum com o LeapTag. A diferença básica reside no fato de que este apresenta notícias de milhares de fontes ao redor do mundo e passa a exibi-las, nas visitas posteriores do usuário, conforme aquelas dos gêneros que mais receberam cliques.

Um ponto extremamente positivo do LeapTag é sua capacidade de ser alimentado com informações de outras fontes que podem se tornar potencialmente promissoras na busca por novas informações: Pode-se importar as tags do del.icio.us, os bookmarks do Firefox ou até mesmo qualquer feed RSS de serviços como Bloglines, Google Reader ou NewsGator.

Há ainda, como cito no começo do texto, uma outra promessa do LeapTag. Seus desenvolvedores dizem que muito em breve os usuários poderão compartilhar suas tags e links uns com os outros, o que dará alças   utilização da ferramenta, futuramente, também como uma espécie de rede social. Embora neste caso eu possa usar o próprio del.icio.us, é a possibilidade de integração, mais uma vez, que reina absoluta.

Embora seja extremamente difícil que eu substitua meus atuais favoritos pelo LeapTag, foi fácil perceber que esta pérola ainda mal divulgada e recém-descoberta certamente merece um pouco mais da minha atenção: Foi através dela que encontrei algumas novidades bastante interessantes sobre meus assuntos favoritos nos últimos dias e, afinal de contas, convenhamos, num mundo em que tanta informação nos bate   porta todos os dias, nada melhor do que alguma coisa para ajudar a entregar aquilo que seja mais adequado ao que nos interessa, não é mesmo?

O estranho caso da crise de identidade do Internet Explorer

bem_que_podia_ser_mentira.jpgEmbora eu seja um defensor ferrenho do mundo open source e brigue com muita gente para que instalem o Linux em seus computadores, sou obrigado a manter em casa uma partição Windows — por conta dos insistentes pedidos da esposa. Pois bem, a existência desta partição, que roda Windows XP Professional, rendeu poucas e boas esta semana.

Tudo começou quando, ao executar automaticamente o Windows Update há 3 ou 4 dias atrás, o Windows XP substituiu o funcional Internet Explorer 6.0 por sua versão mais recente — e mais mal falada —, o Internet Explorer 7.0.

Como isso aconteceu durante o dia, ao chegar do trabalho recebi uma reclamação de minha digníssima porquê uma série de sites que ela costuma acessar passaram a não mais abrir, ou a funcionar parcialmente depois da atualização, que só constatei depois que examinei o computador eu mesmo. Recentemente eu escrevi sobre problemas de compatibilidade de browsers mais modernos, e este foi o caso, mais uma vez.

Como qualquer cristão faria, resolvi imediatamente desinstalar o novo navegador da Microsoft, certo de que isso faria com que a versão anterior, que pelo menos funciona corretamente, voltaria   ativa sem problemas. Mas a partir daí minha dor de cabeça começou. Ao concluir o processo de desinstalação e abrir o IE, me deparei com a seguinte tela ao acessar a opção Sobre, numa tentativa de verificar a versão atual:

ie7_ie6.jpg

É isso mesmo, senhoras e senhores: Reparem que, enquanto a caixa de diálogo exibe a versão 6.0 — que destaquei em amarelo —, ao fundo continua presente a interface de navegação por abas — destacada por uma seta vermelha — que é uma das novas características do Internet Explorer 7, numa tentativa de se modernizar e se comparar ao Firefox.

Desde então já tentei diversas alternativas para fazer com que as coisas voltassem ao normal: Desde uma limpeza no registro do Windows até uma instalação de reparo a partir do CD do Windows XP, tudo sem resultado algum. No final das contas, vou precisar mesmo formatar a partição do Windows, naquela que bem que poderia ser uma peça de primeiro de abril, mas não é.

Novo Mandriva Linux vem aí…

Sejamos francos. Duvido que qualquer pessoa — mesmo aquelas que não morrem de amores pelo Linux — não admire um belo desktop de qualquer distribuição do sistema operacional do ping¼im. É uma experiência apaixonante. Depois de colocar meus olhos em alguns screenshots da nova versão Spring RC1 do Mandriva Linux que encontrei através do Download Squad, então, fiquei me sentindo exatamente assim, apaixonado.

De verdade, mesmo sendo usuário convicto do Ubuntu Linux, não houve como não ficar muito bem impressionado: Pra mim, o sistema está cada vez melhor em termos de interface e facilidade de uso. Aliás, aqueles que ainda têm medo de sistemas Linux ficarão felizes em saber que, ao menos na minha humilde opinião, a recém-incluída versão 3.5.6 do KDE — também substituível por um GNOME, é claro — contribui ainda mais para tornar as coisas muito próximas do ambiente Windows.

Para mim, a prova incontestável de que o Mandriva é um sistema totalmente descomplicado para usuários iniciantes reside no fato de eu mesmo ter tido a oportunidade, ano passado, de testemunhar como uma família inteira, tendo comprado seu primeiro computador Penguin Powered, se adaptou prontamente   utilização do sistema operacional embutido. “— Que fácil de usar, sempre achei que fosse mais complicado…”, foi um comentário muito comum que ouvi na época.

Mandriva Spring RC1 Welcome ScreenA nova versão do Mandriva, com previsão de lançamento para o próximo mês de abril, traz em seu pacote de melhorias a atualização do Firefox — que chega   sua versão 2.0.0.2 nesta distro — e do OpenOffice, que alcança sua versão 2.1. Além disso, como se espera de qualquer distribuição Linux, há uma infinidade de programas open source capazes de realizar as tarefas de qualquer sistema pago com os pés nas costas.

Um dos diferenciais do sistema Mandriva é que, além das versões gratuítas, há algumas versões pagas — Discovery e PowerPack — com preços variando entre 44 e 199 euros. A principal diferença entre as versões grátis e as pagas reside na existência, para as versões pagas, de mais CDs com aplicativos, manuais de usuário e de referência impressos e na inclusão, dentre os componentes do sistema, de plugins comerciais e drivers proprietários cujas licenças são pagas. Desta forma, é possível reproduzir DVDs e uma série de outros padrões e formatos de mídia out of the box, ao mesmo tempo em que instalar placas de hardware se torna o mais próximo possível de uma experiência plug and play, não sendo preciso nenhum esforço na realização de grandes configurações. Acreditem ou não, muita gente prefere pagar pelo Linux pra ter algo ainda mais completo e funcional.

 

mandriva-2007-gnome.jpg

O fato é que, agora, enquanto escrevo este post, sinto minhas mãos coçando pra colocar as mãos no novo  Mandriva. Não garanto que vá instalá-lo para utilizações futuras — embora seja possível fazê-lo com apenas um clique do mouse, se isso for minha decisão — mas preciso ser sincero ao dizer que, pelo menos, um live CD estará em execução na minha máquina nos próximos dias. E eu voltarei a tocar no assunto, é claro.

O Slife é pra você?

slife.gifDo tempo total que você passa na frente do computador, quanto é dedicado   leitura de e-mails? À navegação na Internet? E a escutar música? Se você é usuário do MacOS e sempre teve curiosidade a esse respeito, então o Slife é o programa ideal pra você: Lançada esta semana, a aplicação rastreia e coleta dados sobre a utilização dada a diversos softwares, entre os quais o s browsers Safari e Firefox, o iTunes e até mesmo o Word.

Com os dados coletados, pode-se visualizar graficamente por dia, semana ou mês, a utilização dada ao computador, incluídas aí as visitas a páginas web, sendo que tudo pode receber tags de identificação para referência ou busca futura. E em uma época conturbada como a atual, em que muito se discute a respeito de privacidade, a Slife Labs, produtora do programa, ainda disponibiliza o site Slifeshare, uma rede social onde o ponto de partida para conhecer novos amigos é, aparentemente, identifcar atividades em comum.

Nunca parei pra pensar a respeito, mas analisando meu dia de hoje, em que voltei a trabalhar e passei quase 9 horas sentado   frente de um computador com Windows instaldo, aproximadamente 20% deste tempo deve ter sido gasto lendo e-mails, enquanto outros 25% com a preparação de documentos em Word. Se adicionar mais uns 25% para preparação e revisão de uma apresentação em PowerPoint, os 30% restantes ficarão entre o editor do Visual Basic, um software de mind mapping e, é claro, o Firefox, para ver algumas notícias. Quantos novos contatos isso me renderia? 🙂

Perca o medo do Linux!

tux_msn.jpgTentem, como eu já tentei, falar das vantagens de um sistema operacional de código aberto com as pessoas em geral e verão que não se trata de uma tarefa das mais fáceis, ainda mais considerando que vivemos num mundo onde mais da metade dos usuários de computador sequer sabe o que são sistemas operacionais. As pessoas, quando querem comprar um computador, simplesmente vão a uma loja qualquer — o magazine da esquina, por exemplo — e compram um PC, ou esperam que um amigo visite o Paraguai para lhes trazer um computador e daí pagam mais algum dinheiro — por fora — para que outro alguém, obscuramente, lhes instale o Windows, porquê, afinal de contas, sem ele o micro não funciona.

Mas não funciona exatamente porquê o Windows é, nada mais, nada menos, do que um sistema operacional. Me desculpem aqueles que já o sabem — e, se quiserem, podem descer mais além no artigo — mas é preciso esclarecer o quê é um sistema operacional o mais rápido possível: Trata-se de um programa que gerencia não apenas o seu hardware — ou seja, os componentes do seu computador, a parte física dele — mas também o software — tudo aquilo que você instala nele, os programas, jogos e tudo mais —, a memória, e mais um monte de coisas. Sem um sistema operacional, você estaria frito se quisesse navegar pela Internet, gravar CD’s, ouvir música ou fazer qualquer outra coisa que lhe desse vontade   frente de um computador.

Eu sei que não há discussão: O Microsoft Windows é, sem sombra de dúvida, o sistema operacional mais famoso do mundo, e, muito provavelmente, você pode estar usando uma cópia dele — mesmo que seja pirata — neste exato momento enquanto navega na Internet. A pergunta é: Você sabia que existem sistemas operacionais que fazem as mesmas coisas que o Windows, e que, enquanto o primeiro pode lhe custar algumas centenas de reais para adquirir, estas alternativas podem ser totalmente gratuitas?

Me lembrei agora que, no começo deste mês, um amigo me perguntou se eu poderia lhe ajudar a formatar um dos computadores que a escola onde ele trabalha tinha acabado de comprar, porquê ele tinha vindo com um tal de Linux instalado. Fiquei, confesso, um tanto quanto chocado com o pedido que ele me fez, e ainda tentei lhe contar como uma outra pessoa que conheço tinha, também, acabado de comprar um computador que também veio com o tal instalado e estava gostando bastante da experiência de usá-lo.

Foi um relato em vão: Seu argumentou foi o de que o pessoal da escola não se acostumaria com a utilização, e que, por lá, o Windows seria melhor, já que nem a impressora eles estavam conseguindo usar por conta deste tal Linux. Vencido, me vi obrigado a matar o ping¼im, para isso usando alguns rápidos – e doloridos – golpes de fdisk /mbr e a instalar, a pedido dele, uma cópia perna-de-pau de Windows.

Apesar da história deste meu amigo, há cada vez mais gente se interessando pelo Linux que, hoje, já é utilizado em diferentes aplicações: Não apenas há um número crescente de computadores pessoais que o têm instalado, mas caixas eletrônicos, telefones celulares e supercomputadores também são movidos pelo sistema, cujo núcleo principal — ou kernel — foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds em 1991.

Como citei no início, o Linux é um sistema de código aberto. Isso significa que qualquer pessoa que tenha conhecimento mínimo de programação pode alterá-lo   seu gosto, implementando melhorias e criando novas distribuições. Por sinal, dentre as distribuições mais populares que eu conheço estão:

Mandriva Linux

mandriva.jpgO Mandriva Linux — antigamente conhecido como Mandrake — é uma das distribuições mais populares entre usuários novatos de Linux, principalmente aqueles que buscam uma alternativa ao Microsoft Windows, já que sua interface lhe é bem similar. Foi criado em 1998, também com um nobre objetivo: Tornar o Linux acessível a todos e disponibilizar uma enorme biblioteca de programas e uma interface de fácil utilização.

Debian GNU/Linux

debian.jpgO Debian GNU/Linux é outra distribuição Linux completamente gratuita que foi concebida por Ian Murdock, em 1993. Esta distribuição em particular se destaca por sua extensa documentação e pela grande comunidade de usuários. Trata-se de um software particularmente estável e com um processo de instalação muito simplificado. Uma ferramenta muito especial, chamada apt-get, se originou com ela, e hoje habita diversas outras distribuições, como o Ubuntu.

Ubuntu Linux

ubuntu.jpgDe acordo com a tradução que podemos encontrar no próprio site oficial, a palavra Ubuntu é africana e significa algo como ââ?¬Å?humanidade para os semelhantesââ?¬Â. Seus desenvolvedores têm o objetivo de trazer este slogan para o mundo do software, ao oferecerem uma distribuição completamente gratuita e que serve tanto para o uso doméstico quanto para gerenciar grandes servidores. Atualmente, o Ubuntu possui mais de 16 mil programas disponíveis, e é meu Linux de escolha.

Gentoo Linux

gentoo.jpgDentre todos os que citei, o Gentoo Linux talvez seja aquele que possui o processo de instalação mais chato — e também, o mais complexo — para os usuários menos pacientes. Trata-se de uma distribuição baseada em códigos-fonte, ou seja, sua instalação fornece pacotes que resultam em um sistema extremamente básico cujos componentes restantes devem ser configurado pelo próprio usuário, que os compilará a partir das fontes. Em resumo, você deve ficar longe dele se você é um novato.

Enquanto eu sei que a idéia de usar Linux pode parecer assustadora pra muita gente, devo dizer que a coisa não é tão difícil quanto parece. O exemplo mais clássico que posso citar é o de minha própria mãe, que, sem conhecer absolutamente nada do sistema, conseguiu ajudar um casal de amigos a usarem uma cópia do Mandriva Linux, em poucos minutos, para converter alguns CD’s para arquivos MP3.

ubuntu-installer.jpg

Além disso, há uma preocupação crescente em se tornar qualquer distribuição do Linux mais amigável na instalação, justamente o ponto onde muita gente esbarra ao sentir vontade de experimentar. A prova disso são os recentes lançamentos de instaladores automatizados que, de dentro do próprio Windows, podem ser usados para instalar no computador de qualquer pessoa o Ubuntu Linux ou o Debian/GNU — este último é encontrado, por sinal, no sugestivo domínio goodbye-microsoft.com .

Em resumo, o título deste artigo vale como o principal conselho, e como a conclusão final: Se você ainda não o fez, perca o medo do Linux, e usufrua de um sistema livre, em amplo desenvolvimento e que está mostrando, a cada dia que passa, ser um software particularmente notável…

Ubuntu: Firefox em pt-br

É fato que, no momento em que é instalado em seu computador, o Ubuntu já apresenta diversos aplicativos totalmente traduzidos para o português, dentre os quais, o próprio GNOME, sua interface padrão com o usuário. No entanto, também é fato que alguns aplicativos que o acompanham — como o indispensável Firefox 2.0 — são instalados em inglês.

Para tornar a experiência de navegação pela internet mais agradável, não é nada complicado fazer com que a velha raposa de fogo seja exibida totalmente em português. Para isso, abra uma janela do terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt-get install mozilla-firefox-locale-pt-br

Aguarde a instalação do novo pacote de idiomas e, assim que estiver concluída, reinicie o Firefox e abra-o novamente logo em seguida, para que as alterações surtam o efeito desejado. Pronto!

Alterando o GRUB

Apesar de todo o meu entusiasmo a respeito do Ubuntu e de minha esposa ter passado quase uma hora em bate-papo no MSN através do Gaim durante o dia de ontem, não posso contagiá-la da mesma forma — bem, ao menos, não de uma única vez.

Desta forma, meu Windows — que é 2000 — continua utilizando uma parte do HD, o que não é nenhum problema graças a um pequeno gerenciador de boot que todo usuário do Ubuntu conhece como GRUB. Este pequeno programa — automaticamente configurado quando existem outros sistemas operacionais em seu HD — permite escolher se quero iniciar o Windows ou uma sessão de Ubuntu quando ligo ou reinicio meu computador.

Quando o GRUB é inicializado, a opção padrão determina que o Ubuntu seja carregado. Para fazer com que o Windows seja utilizado, é preciso usar as setas do teclado para escolher a opção correspondente, antes que uma quantidade pré-estabelecida de segundos seja atingida. Mas como aqui em casa a gente tem o hábito de ligar o computador e sair para fazer alguma coisa enquanto isso acontece, por diversas vezes minha esposa esperava ver o Windows e se deparou com a tela de logon do Linux.

Como resolver isso? A meu ver, para tornar a coisa mais fácil pra ela, pensei em alterar a opção padrão de boot do GRUB e deixá-la como Windows. Para isso, tudo o que precisei fazer foi abrir uma janela de terminal e digitar o seguinte comando:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

O arquivo menu.lst é que determina os aspectos de inicialização do GRUB. Ao abri-lo, perceba que existirão várias linhas iniciadas pelo caractere #, o que indicará que tratam-se apenas de comentários. Repare, no entanto, na primeira das linhas a seguir:

default 0

É esta linha que determina que opção será utilizada como padrão na inicialização do computador.

O número zero representa a primeira opção. Isso ocorre porquê, na maioria das linguagens de programação modernas, os índices de vetores se iniciam por zero e, sendo assim, a segunda opção será 1, depois 2 e assim por diante. Memorize a localização de seu Windows no menu inicial e indique o valor correspondente no arquivo — no meu caso, era a quinta opção, ou seja, a de índice 4 —, salvando as alterações logo em seguida. Reinicie o computador e pronto!

— adaptado a partir destas informações.

Ganhei o Ubuntu de Natal!

Tux no Natal

Meu post imediatamente anterior já denunciou completamente minhas intenções open source. E, coincidentemente, foi no dia 24 de dezembro — ou seja, ontem, exatamente no Natal — que eu resolvi “me dar de presente” o novo sistema Ubuntu Linux, de versão 6.10, cujo codinome é Edgy Eft.

Quem acompanha meu blog há mais tempo sabe bem que eu já tentei algumas experiências com o Breezy Badger, a versão 5.10 do mesmo sistema, lançada em outubro de 2005. Comecei com um Live CD, gostei do que vi e acabei precisando remover o Linux do meu computador devido a problemas de espaço em disco que tive com o Windows.

De lá pra cá, devo admitir, continuo com o mesmo disco rígido limitante de capacidade — um Maxtor 2B020H1, de apenas 20Gb de capacidade e 5400 RPM — do qual o Ubuntu está usando apenas 5%. Mas a diferença é que estou mais confiante e disposto a adotar o Linux e, devendo fazer um upgrade de HD no começo de 2007, reservarei muito, mas muito espaço para Tux e sua turma.

E quais serão, afinal de contas, as vantagens de um sistema Linux como o Ubuntu, sobre o Windows? Porquê se deve fazer uma mudança dessas? Posso imaginar alguns motivos muito simples… Continuar lendo