PHP x Ruby x Python

Se você se interessa por programação e está se perguntando que linguagem seria melhor aprender, um bom ponto de partida é o infográfico abaixo, que encontrei no site Udemy. Ele compara três das linguagens de programação modernas mais populares atualmente: PHP — utilizado por plataformas como o WordPress —, Ruby e Python.

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Eu não creio que existam linguagens de programação perfeitas, pois cada programador a quem você perguntar vai dizer o porquê considera essa ou aquela a melhor linguagem do planeta — mas existem aquelas que povoam mais a imaginação de uns e outros, e os fazem querer aprendê-la ou não. Já mexi um pouco com PHP no passado, é verdade. No mercado profissional, conforme a informação acima, seria uma ótima pedida. Mas confesso que tenho mesmo é uma queda por Ruby.

E você? Qual das três linguagens prefere?

NASA Johnson Style

Recebi por e-mail hoje pela manhã a reencarnação geek do Gangnam Style.

NASA Johnson Style is a volunteer outreach video project created by the students of NASA’s Johnson Space Center. It was created as an educational parody of Psy’s Gangnam Style. The lyrics and scenes in the video have been re-imagined in order to inform the public about the amazing work going on at NASA and the Johnson Space Center.

Vamos combinar que esta versão é muito, muito, muito mais legal que a original…

A beleza de um labirinto em BASIC

Quando decidi me embrenhar no mundo da tecnologia da informação há muitos anos atrás — época em que resolvi me tornar um técnico em processamento de dados e, posteriormente, um profissional da Ciência da Computação —, havia um motivador por detrás de tudo: Eu sempre tive vontade de criar as coisas. Olhando a questão por este prisma, o trabalho nesta área pode muito bem ser comparado ao de um pintor que cria um quadro a partir do nada, apenas com uma ideia na cabeça, ou ao de um escritor, que, capítulo após capítulo, vai dando vida   alguma trama.

Trabalhar com programação é proporcionar soluções para as pessoas, nos mais diversos aspectos e realidades. Se não fosse pela programação, hoje, as pessoas não teriam seus bodosos smartphones. Não poderiam se utilizar de tecnologias simples como gravar seus programas favoritos para assisti-los mais tarde, ou se orientar para chegar   ruas onde nunca foram antes, através de seus aparelhos GPS. E por mais que tudo isso possa parecer extremamente complicado, qualquer código escrito, em qualquer linguagem que seja, sempre carrega consigo uma elegância que é bonita demais de se ver.

O vídeo acima, que encontrei há alguns dias lendo um artigo da Slate, demonstra como uma simples linha de código em BASIC — linguagem das mais antigas, com a qual tive contato pela primeira vez ao folhear as páginas do manual de um computador Hotbit, da linha MSX, na década de 1980 — pode gerar um bonito labirinto. Trata-se de algo que é possível apenas  porquê é executado em um computador Commodore 64, e porquê o conjunto de caracteres deste computador,chamado PETSCII, permite isso. Mas não é o mais importante. O importante é observar como algo tão simples pode, de fato, gerar algo tão bonito de se ver. É como colocar os olhos no tubo de um caleidoscópio e ficar girando o brinquedo, vendo as formas surgirem.

Segundo a Slate, o fenômeno de computação criativa como a do vídeo e o papel dos programas de computador na cultura universal foram detalhados em um livro que recebe exatamente o nome da listagem do programa: 10 PRINT CHR$ (205.5 + RND (1)); : GOTO 10, que pode ser baixado gratuitamente. Fiz o download, e o livro já está na minha fila de leitura — as primeiras páginas já se mostraram bem interessantes.

De qualquer maneira, criações como este labirinto me fazem pensar que, além de ler o livro, preciso voltar a me dedicar   programação. Nem que seja por hobby, nos dias atuais. Trata-se de uma verdadeira arte, e eu estou com saudades de ser artista…

Woz teme que Microsoft seja mais inovadora

O co-fundador da Maçã deu (mais) uma declaração polêmica durante a conferência TEDx Brussels:

ââ?¬Å?Eles estão fazendo isso há uns três anos, enquanto a Apple só pensa no novo iPhone e fica um pouco para trás. Isso me preocupa. Melhorar não faz parte do modelo de inovações da Apple. Até Steve Jobs voltar, o que estávamos fazendo era justamente isso: tínhamos uma fórmula para ganhar dinheiro e a seguíamos, com as mesmas máquinasââ?¬Â, completou.

Para mim, por mais polêmica ou parcial que a declaração acima possa parecer, não deixa de ser um belo retrato da realidade da Apple desde que Steve Jobs se foi.

A meu ver, a última cartada da empresa, um iPad Mini, por exemplo, não tem nada de inovador. É, apenas, justamente pensar em algo já existente em versão diferente.

Pensar assim não é exclusividade da Apple, é verdade: As empresas vem fazendo isso desde que o mundo é mundo, e não apenas no mundo da tecnologia. Mas some a isso fiascos como o novo Maps e um iOS 6 cheio de bugs com redes wifi e é inevitável se perguntar se a Maçã está perdendo seu norte.

Pena que Steve Jobs não possa voltar…

[via TechTudo]

Aviões de bigode!?

Três companhias aéreas — British Airways, Qantas e WestJet — resolveram acrescentar bigodes  s suas aeronaves neste mês de novembro. A ação foi realizada para demonstrar o suporte   campanha Movember, iniciativa anual para levantar fundos para o combate ao câncer de próstata.

British Airways espera arrecadar mais de ã80.000 para a caridade, enquanto a WestJet lançou um concurso para recompensar a organização canadense com maior participação de seus funcionários na campanha com duas viagens de ida-e-volta a qualquer um de seus destinos.

A iniciativa é bem legal — e os aviões, mais legais ainda!!

[via DesignTaxi]

Instruções de Vôo à la LOTR

Air New Zealand partnered with WETA Workshop on a brand new Hobbit inspired Safety Video. It features cameo appearances including Sir Peter Jackson.

Taí uma maneira criativa de fazer com que instruções de segurança importantes — e porquê não dizer, normalmente maçantes — se tornem mais leves e divertidas. Assim, sinceramente, a chance de assimilar as mensagens é muito maior.

Tire os tic-tacs da embalagem corretamente

Certamente isso já deve ter acontecido com você.

Você sente uma vontade incontrolável de comer tic-tacs e parte para a operação mais trivial da paróquia, que é abrir a embalagem pra poder pegar de lá de dentro algumas pastilhas.

Por um minuto, aliás, você se lembra da frustante sensação que é tirar um palito de dentro de um paliteiro para usá-lo logo depois do almoço: Com a embalagem de tic-tac aberta, sacode ela pra um lado, sacode pro outro, e nada das pastilhas saírem. Então você resolve fazer a coisa de uma maneira mais enérgica, só pra que, não uma, mas umas 10 ou 12 pastilhas caiam da embalagem, enchendo a sua mão. Você agora não sabe o que fazer com tanta pastilha de tic-tac.

Como eu descobri este final de semana, eu venho usando errado a embalagem de tic-tac.

Isso mesmo.

Tudo por conta de uma ranhura que existe na tampa, na qual eu nunca tinha reparado antes. Voltada para dentro, a finalidade dela é, acreditem, justamente acomodar uma única pastilha de tic-tac, para que ela seja transferida confortavelmente para a palma de nossa mão. É óbvio que você normalmente não pega uma única pastilha por vez, mas repetir o movimento assim é mais fácil — e te faz, em muitos casos, passar menos vergonha.

[via Reddit]

Neil Armstrong: Quando estatística e coincidência se encontram

Neil Armstrong, o primeiro homem a caminhar pela superfície da Lua, em 20 de julho de 1969, morreu hoje aos 82 anos, depois de sofrer com complicações provenientes de uma cirurgia em seu coração,   qual ele tinha se submetido este mês.

Armstrong has been immortalized in human history as the first human to set foot on a celestial body beyond Earth. “That’s one small step for a man, one giant leap for mankind,” he radioed back to Earth from the moon on July 20, 1969.

Neil Armstrong

Mais do que para lembrar do feito histórico de Neil, talvez um dos maiores heróis que a humanidade já viu, e para homenageá-lo, resolvi escrever este texto por um motivo mais peculiar. É que, ao saber da notícia acima, de uma maneira bem trivial, aliás — enquanto verificava notícias interessantes no Digg —, vivenciei uma grande coincidência.

Eu explico.

Ontem, enquanto estava bisbilhotando as tirinhas mais recentes do xkcd, resolvi dar uma olhada no blog do Randall Munroe, autor da série. E, vejam só, eis que o último texto que lá estava — publicado em 12 de julho de 2012 — se chama “A morbid Python script“. Vejam abaixo parte do conteúdo do texto escrito por Randall:

Eu destaquei, na figura acima,  os dois motivos da coincidência. Primeiro, listadas como entrada do script de Randall, as idades atuais das únicas 9 pessoas que até hoje já tiveram a experiência de caminhar pela superfície da Lua, com a idade de Neil, 82 anos, e seu sexo (m) atuando como segundo parâmetro.

Na sequência, a resposta do script após sua execução: “Há uma chance de 5% de que alguém (nesta lista) morra em 0,08 anos (em 2012)“. Randall ainda acrescenta uma observação sobre os resultados interessantes referentes aos astronautas:

[yellow_box]Of course, these are based on average death rates based only on age and gender. Adding more specific information about the people in question will refine the calculation. For example, I’d guess former astronauts are more likely to be in good healthââ?¬â?and have longer life expectanciesââ?¬â?than the rest of us.[/yellow_box]

Impressionante.

Você ainda usa relógio de pulso?

Você ainda usa relógio de pulso? Conhece alguém que ainda use relógio de pulso?

É cada vez maior o número de pessoas que deixam de lado os relógios, principalmente porque podem consultar o horário na tela de seus celulares e smartphones —- sobretudo se estivermos falando das gerações mais novas.

Lendo um texto sobre o assunto hoje no Bits, blog do jornal The New York Times, pude perceber o quanto o relógio, invenção que nem é lá tão velha assim, tende a sofrer — e em algumas propostas, já está sofrendo — grandes modificações.

Estas mudanças não são para ganhar de volta o terreno perdido para os rivais do campo da telefonia, e sim, mais como numa aliança, se integrar a estes dispositivos.

Exemplos dados pelo próprio texto que eu li incluem o SmartWatch, da Sony, que pode exibir mensagens de texto, tweets e outras informações se estiver em sincronia com um aparelho Android, além do Pebble, que, após passagem pelo Kickstarter, uma comunidade de crowdfunding, arrecadou mais de 10 milhões de dólares de fundos, sendo um relógio que, além de tocar música e mostrar dados sobre o tempo — tudo novamente sempre em sintonia com um celular —, ainda permite a leitura de livros e mais uma infinidade de coisas, tudo isso por 150 dólares.

Sem sombra de dúvida relógios como estes poderiam muito bem vir a figurar na minha wishlist. No entanto, pelo menos por agora, prefiro ser chamado de antiquado, talvez, e admitir que, desde os 10 ou 11 anos de idade, uso relógio de pulso, sobretudo porquê acho muito chato ter que tirar o celular do bolso só pra saber as horas…

E você?

Você tem mania de organização? Pense de novo!

Embora eu deva dizer que eu me acho organizado, certamente minha mania de organização não passa nem perto de um transtorno obsessivo-compulsivo, como deve ser o caso do artista e comediante suiço Ursus Wehrli, que em seu livro Tidying Up Art leva qualquer neurose relativa a organização ao extremo, ao organizar não apenas uma inocente sopinha de letras, mas também pessoas num parque e até as estrelas no céu.

Na verdade, o livro é uma espécie de brincadeira do artista, que começou a organizar trabalhos famosos de arte, e que agora parte para a organização de objetos e situações comuns, presentes no dia-a-dia de qualquer pessoa.

Recebi as mensagens que ilustram este texto através de uma mensagem de email esta semana, e não pude deixar de compartilhar por aqui, sobretudo porquê eu sei que muita gente organizada que eu conheço vai ficar, no mínimo, de boca aberta.

I love Playmobil

Você usa Instagram e adora playmobil — sim, eu admito, mesmo anos depois, que sou vidrado nestes pequenos bonecos geniais —, assim como eu? Então, deixe-me recomendar as fotos do usuário iloveplaymo.

Trata-se de uma galeria de imagens que mistura os playmobis que todos conhecemos   cenários da vida real, de uma maneira muito criativa. Foi inclusive difícil escolher apenas 8 fotos para exemplificar o que estou falando:

E caso você não use Instagram, pode visualizar estas e mais imagens através de serviços como o webstagram.

A França do século XXI

Como seria a França do século XXI?

Esta é a pergunta que uma série de imagens futuristas criadas por diversos artistas franceses e publicada na França nos anos de 1899, 1900, 1901 e 1910 originalmente na forma de cartões de papel encartados em caixas de charutos e cigarros e posteriormente transformadas em cartões postais tentava responder.

Pelo que li, existem pelo menos 87 destes cartões, sendo alguns bastante absurdos, e outros engraçados. Nas imagens que separei acima, notem primeiro a escola do futuro. Imaginem como seria extremamente fácil obter conhecimento espremendo livros e transmitindo o conhecimento diretamente aos cérebros dos alunos.

Em seguida, a cozinha modelo. Esta me parece muito mais próxima da realidade, uma vez que temos muitos multiprocessadores gadgets culinários disponíveis, o que mostra que nem toda ideia pensada era absurda. Há ainda o alfaiate da última moda, produzindo roupas numa espécie de tecelagem portátil, que talvez fosse a precursora das máquinas de costura que minha avó costumava usar e, finalmente, uma casa rolante — talvez aspirante  s motorhomes que são bastante populares nos EUA e Europa.

Se vocês gostaram, podem ver algumas imagens a mais aqui, e todas elas do acervo da Wikimedia, visitando esta outra página.

[via]

The Coca-Cola Hug Machine

Normally, Coca-Cola wouldn’t be too kind to people replacing their words in the iconic Coke branding, particularly in the form of a vending machine. However, Coca-Cola rewired one of their machines to accept hugs, instead of cash, as payment for cola,

After stocking the machine, Coke captured student’s reactions.

[Do Business Insider, via]

The world’s largest smiley face

Que tal assistir   2226 pessoas se juntando para dar vida a um smiley?

Bem, o vídeo abaixo mostra como foi que isso aconteceu, em junho de 2011, no Continental Soldier’s Park, em Mahwah, New Jersey, tudo para bater o recorde mundial de número de pessoas que formaram, juntas, uma destas simpáticas carinhas.

Ah, e agora em abril de 2012, este mundaréu de gente fez com que o novo recorde realmente fosse confirmado pelo pessoal do Guiness Book.

[via 22words]