Adeus Flickr, olá Ipernity!
This is totally absurd; how can Flickr not manage to fix major bugs in its applications for, what is it now, six months?
Este comentário, feito por um dos usuários do Flickr ontem, no tópico oficial de suporte do Uploadr 3.0, atualmente representa o que muita gente que é assinante do serviço gostaria de dizer e nunca teve coragem, tempo ou paciência para fazê-lo. Também pode ser a gota d’água que estava faltando para entornar o copo.
Bem, meu copo acaba de entornar.
Acontece que eu não suporto mais as constantes baleiadas do Flickr ((Sou forçado a emprestar lá do Twitter este termo recém-cunhado por tantos usuários insatisfeitos também por lá, já que são situações de instabilidade muitíssimo similares)), que vem sofrendo com instabilidades capazes de tirar seus usuários mais amorosos do sério. E olhem que é muito difícil pra mim dizer isso. Com conta pro por lá desde outubro de 2004, me cansei de tecer elogios a respeito do Flickr até então.
Mas não dá mais. Meus leitores mais recorrentes sabem o número de artigos mais recentes que escrevi, em que cansei de reclamar de não conseguir enviar fotos e vídeos para minha conta. Por outro lado, lá pelas bandas do Plurk, uma certa pessoa já deve até ter se cansado de mim, fazendo de seus pobres ouvidos — e olhos, pelas frases digitadas — os alvos das minhas constantes lamentações. Enquanto isso, pilhas e pilhas de fotos e vídeos se acumulavam em meus discos e mídias.
Tal como numa relação entre marido e mulher em que a falta de comunicação vai minando o amor — afinal, cadê alguém do Flickr sinalizando que alguém lá está pelo menos tentando resolver isso? — , me vi obrigado a decidir que, se não mudam eles, mudo eu. Assim, dou hoje adeus a esta que foi uma das ferramentas mais fantásticas que já usei na minha vida, pelo menos no que diz respeito à conta pro, que provavelmente não será renovada. E embora pensar em alguém para colocar no seu lugar não tenha sido tarefa fácil, eu acho que consegui.
Tratei de me mudar para o Ipernity. O Ipernity é um site com berço em Sophia Antipolis — a Silicon Valley francesa —, idealizado por Christophe Ruelle e Christian Conti. Sua proposta, conforme citado por eles próprios, é permitir a qualquer um compartilhar qualquer conteúdo desejado, com quem desejar.
Testei o Ipernity incansavelmente por três dias seguidos, e destes testes tirei minhas conclusões, que tentarei dividir com vocês a seguir.
Nanoblog? Não sei não…
A evolução do ato de blogar parece estar chegando a níveis absurdos.
No começo os blogs eram pra quem gostava de escrever textos mais longos, que exigiam aquela preparação mínima, uma série de pesquisas e horas e horas de redação que podia ser alterada a qualquer momento — e até completamente descartada — antes de decidir que aquela era a hora certa para apertar o botão publicar.
Mas as pessoas perceberam que além de textos estruturados e elaborados à exaustão, também deveria haver lugar para textos mais rápidos e diretos — portanto, menos estruturados — em que se pudesse opinar rapidamente sobre um filme, compartilhar uma foto, música ou comentar uma notícia sem maiores pretensões. Foi assim que a blogosfera viu nascer o chamado sideblog — ou aside blog —, que, como o próprio nome sugeria, passou a integrar a barra lateral dos blogs, e mais tarde até mesmo rechear o blog principal, posicionando asides entre um artigo com mais conteúdo e outro.
Seguindo essa linha, alguém teve a idéia de juntar estes asides e montar um blog só de asides. Isso deu origem ao chamado thumblelog, assim chamado justamente pelo tamanho diminuto de seus posts — thumb em inglês significa polegar. Este modelo de blog começou a chamar a atenção de muita gente que, até então, não tinha paciência para manter um blog às antigas, com todos aqueles textos longos e preparações cansativas, e que agora podia compartilhar frases pequenas, textos curtos, fotos e imagens.
Atualmente, a maioria já sabe, a sensação é o microblog, formado por posts com mensagens extremamente curtas, de no máximo 140 caracteres, justamente com o mesmo comprimento de uma mensagem SMS de celular. Talvez por isso, ainda mais pessoas resolveram que podiam ter um blog, ou melhor, um microblog, e passaram a compartilhar o que estão fazendo, dizendo, pensando, amando, odiando e muito mais.
Mas surgiu um possível novo membro nessa história.
No Adocu — que tem, convenhamos, um nome pra lá de estranho —, lançado no último dia 27 de maio, a proposta é responder qual é o seu status, usando, para isso, não os 140 caracteres aos quais muita gente já se habituou, mas sim, apenas uma palavra. Isso mesmo. Não vale espaço. No máximo, pontos de exclamação ou interrogação.
Eu criei uma conta lá. No entanto, com apenas um post no serviço, já vi que essa coisa de nanoblogging — que é como as pessoas estão chamando isso — não é para mim. Isso porquê tenho que admitir que já tenho dificuldades em microblogar com freqüência, porquê tenho o vício de querer escrever demais. Assim, se dizer algo com poucas palavras já é complicado pra mim, dizer algo com apenas uma palavra é virtualmente impossível.
Assim só me resta levantar algumas questões.
Primeira questão: Qual é a graça em se nanoblogar?
Segunda questão: Qual é a originalidade do serviço, já que, se eu quiser, posso twittar ou plurkar com apenas uma palavra? É mais fácil, e eu não preciso ficar criando mais uma conta em mais um serviço. Além disso, os serviços existentes já se integram — ou estão em fase de integração — com as ferramentas de blog mais robustas, como o Wordpress.
Posso estar exagerando e sendo super reativo, mas estou falando honestamente. Não sei se é uma visão muito unilateral, mas não vejo futuro nessa história de nanoblog. Ou então, esta atividade se limitará a um nicho específico, formado pelas pessoas de poucas palavras, ou melhor dizendo, de uma palavra só. O que me lembra de minha terceira e última questão: Se o nanoblog efetivamente pegar, qual será a próxima etapa da miniaturização dos blogs?
Dilbert na Web 2.0
Não há quem trabalhe com gestão de projetos ou informática — isso só pra citar duas áreas nas quais eu particularmente trabalhei — que não conheça ou pelo menos já não tenha ouvido falar de Dilbert. Eu sempre considerei o humor irreverente que é aplicado às situações cotidianas de escritório nesta tira de quadrinhos como prova clara de que Scott Adams, seu criador, é um cara à frente do seu tempo.
Pra mim, aliás, Scott demonstrou mais uma vez essa sua característica essa semana, ao reinaugurar — em parceria com sua distribuidora, a United Media — o website onde são exibidos seus comics. Algumas críticas especializadas estão louvando o novo Dilbert.com como o primeiro site de quadrinhos a ingressar na Web 2.0, devido à grande interatividade que navegar por lá agora proporciona aos internautas, que podem interagir e alterar o conteúdo exibido através dos chamados mashups.
Quantas vezes você já leu uma tirinha de quadrinhos no jornal e pensou que poderia ter sido mais engraçado se a situação tivesse terminado diferente? Comigo, isso já aconteceu muitas vezes! Essa situação final, chamada na gíria dos cartunistas de punch line — aquilo que faz o leitor efetivamente dar risada — agora pode ser editada pelos usuários, e alterada a gosto. Eu preparei um pequeno screencast pra demonstrar como isso funciona na prática, porquê achei sensacional:
Em maio, essa liberdade de edição deverá se ampliar, e os internautas que freqüentam o site do Dilbert poderão editar o diálogo de todos os quadrinhos que compõem a tira: A idéia é que apenas as imagens sejam apresentadas e que cada pessoa coloque em prática sua própria criatividade. Esse tipo de edição deverá se estender, também em maio, de apenas um quadrinho para todo o restante da história, que poderá ser feita em conjunto com seus amigos.
Como é sabido que existe uma tendência de que algumas pessoas usem as novas ferramentas do site para criar tirinhas com conteúdo racista, sexual ou ofensivo, e fazer isso como se fossem o autor, existem alguns filtros de conteúdo e também a possibilidade de permitir ao usuário que reporte conteúdos que julgar inadequados. No mais, o próprio Scott Adams admite que as pessoas atualmente já alteram as tiras e as tornam ofensivas, através de ferramentas de edição gráfica, e que isso nunca foi um problema muito grande. Eles estão apenas oficializando os meios para isso…
EM TEMPO: Estava lendo o blog oficial do Scott Adams há poucos minutos, e vi que até mesmo ele comentou o desaparecimento do padre voador, já que a notícia ganhou alcance internacional. Ele diz que quando ouviu falar da história a primeira vez, achou que Adelir de Carli estivesse voando para levantar fundos para a caridade. Depois viu que era apenas para estabelecer um recorde, e fez um comentário, que eu estou traduzindo abaixo:
Que tipo de quebra de recorde tentada por um religioso irritaria mais a Deus? Da perspectiva do Todo Poderoso, qualquer desvio da missão de salvar almas é provavelmente tempo desperdiçado. Mas algumas tentativas de quebra de recorde têm que ser piores que outras. Por exemplo, você não quer ver seu padre ganhando um concurso de comer tortas. E não quer que um homem de batina seja o detentor de nenhum título que envolva nudez, tequila ou auto-gratificação, só pra citar alguns exemplos. O melhor que um padre poderia esperar nestes casos é que Deus estivesse ocupado e não percebesse.
Mas um vôo de balão, lá em cima, bem pertinho do céu? Isso é pedir pra ser castigado.
Notem: Não fui eu quem falou.
Efeito Twitter: Será o fim do blog convencional?
Eis um fenômeno no mínimo muito interessante: Boa parte dos autores de blogs que eu costumo acompanhar diminuiu a freqüência de postagem de artigos nos últimos meses — embora eu não saiba precisar desde quando — e, mesmo quando este intervalo ainda apresenta uma certa regularidade, é claramente perceptível que o tamanho dos textos está menor.
Em contra-partida, o número de atualizações nas contas de um certo serviço de microblogging destes mesmos autores aumentou exponencialmente no mesmo período: Enquanto alguns lembram a si próprios que precisam voltar a escrever no blog, outros parecem já ter abolido a ferramenta para se concentrar nestas atualizações. Isso é algo ao que resolvi batizar de Efeito Twitter. Mais um dos efeitos da vida moderna, chego cada vez mais à conclusão de que tal efeito pode realmente acabar com um blog convencional. Mas porquê estou dizendo isso?

Porquê vejo que enquanto manter um blog convencional normalmente implica em noticiar, resenhar, comentar ou descrever acontecimentos, livros, filmes, experiências pessoais e sabe-se mais qual outra sorte de coisa, normalmente gerando textos mais elaborados e pesquisados, de tamanho médio a longo, manter um microblog normalmente envolve a atualização de acontecimentos cotidianos e de status compartilhados com uma rede de amigos reais e/ou virtuais instantaneamente, ou seja, não é preciso pesquisa alguma, e você pode escrever o que lhe vem na telha imediatamente.
Neste cenário, é muito mais fácil e rápido — e talvez, divertido, mesmo — responder a pergunta padrão do Twitter, “What are you doing?” (“O que você está fazendo?”), que admite apenas 140 caracteres de comprimento. Logo, aliás, você se dá conta de que não está apenas escrevendo o que está fazendo, mas também dando sua opinião sobre o programa de TV que está no ar, sobre aquele filme que assistiu há pouco ou livro que acabou de ler. Além disso, a coisa é tão prática que, com extensões e ferramentas apropriadas, logo você tem um repositório de links a la del.icio.us, ou ainda uma lista de músicas ou fotos. Possibilidades virtualmente ilimitadas.
E o que dizer dos comentários? Afinal de contas, são eles uma parte vital do ciclo da blogosfera: Quando alguém escreve um texto em um blog convencional, quer provocar opiniões de seus leitores, não é mesmo? Ocorre que às vezes mesmo o texto mais bem elaborado do universo pode não gerar um único comentário, enquanto que um comentário rápido do tipo “Tá rolando o maior barraco no BBB 8″ — embora não responda à pergunta “What are you doing?” — pode gerar dezenas de reações em poucos minutos. Comentar num microblog é mais rápido e mais prático, e ainda gera aquela sensação de rede social.
Eu realmente acredito que uma mudança de comportamento está se operando na blogosfera, e não apenas no cenário brasileiro: Acredito que, daqui a algum tempo, muita gente pode eventualmente deixar ferramentas robustas como o Wordpress de lado graças ao Efeito Twitter. Visando algo mais simples e rápido, talvez essas pessoas migrem definitivamente para o serviço, ou acabem se acertando com ferramentas intermediárias — de tumblelogging, um intermediário entre blog convencional e microblog, que associa textos curtos a imagens ou outros tipos de mídia em cada post — como permite o Chyrp, contribuindo para que o modelo de blog convencional atual nunca mais seja o mesmo.
Google Gears: Offline é o novo online
E foi lançado esta semana mais um dos produtos Google: Trata-se do Google Gears, inicialmente disponibilizado em versão beta e apenas indicado para desenvolvedores. Segundo apurei, a novidade permitirá resolver uma das maiores preocupações de usuários de aplicações web: Como fazer para que os dados que eu armazeno online estejam disponíveis quando a conexão com a Internet que tenho é sofrível, ou mesmo inexistente?
A ferramenta, quando estiver disponível para usuários finais em ambientes produtivos, funcionará através de um plugin de navegadores como o Firefox, que permitirá à aplicativos web funcionarem offline através de interfaces de programação (APIs) em JavaScript. Do site da ferramenta, descobre-se que tipo de estrutura será disponibilizada:
- Um servidor local que armazenará e disponibilizará os recursos da aplicação a ser utilizada (como HTML, JavaScript, imagens, etc.) sem que seja necessário contactar um servidor online;
- Um banco de dados, para armazenamento e acesso de dados diretamente a partir do navegador que estiver em uso e;
- Um pool de processos, para otimizar o tempo de resposta das aplicações web, através da realização de operações mais pesadas em background.
Meu comentário: Trata-se, a meu ver, de uma manobra muito agressiva do Google. Além de, com a flexibilidade que usuários comuns terão de trabalharem suas informações em qualquer lugar — online ou offline — abrirem portas para sua própria suíte de aplicativos de produtividade, disponibilizar o serviço para desenvolvedores fará com que possam ser agregadas melhorias que tornarão a coisa ainda mais atraente ao usuário final.
No momento, serviços como o Google Reader, já estão sendo disponibilizados em versões offline através do Gears e já há um acordo com a Adobe Systems para utilização do serviço em seus aplicativos. Com serviços de calendário, e-mail, processadores de texto e planilhas seguindo este rastro, pode ser que, afinal de contas, os aplicativos desktop comecem a se tornar coisas do passado.
Analisando o LeapTag
Meio que por acaso acabei cruzando com o LeapTag, um serviço ainda em beta que mistura leitor de feeds RSS e rede social se integrando aos navegadores web das plataformas Windows e Mac para buscar, monitorar e apresentar conteúdo relevante baseado nos interesses pessoais de cada usuário.
Mesmo atualmente utilizando ferramentas como Google Reader e o del.icio.us para localizar 95% dos tópicos, notícias e livros que me interessam, resolvi me arriscar numa aventura e testar o novo serviço.
Para isso, logo de cara, precisei baixar um programa de instalação de aproximadamente 7mb, que, ao ser executado, criou um novo botão em meu Firefox e a necessidade de, para operar o LeapTag, me utilizar, além de uma barra lateral no navegador e de um cliente adicional, que fica residente na bandeja do sistema. Acho muito importante dizer que, no flutuante ranking das notas finais que poderia dar ao serviço, certamente tudo isso pesou contra a ferramenta.

De qualquer forma, fui adiante. E me espantei ao ver que a coisa pareceu bem promissora.
Os interesses pessoais que o LeapTag utiliza para apresentar resultados relevantes aos usuários são baseados em duas coisas: A primeira delas, a utilização de tags e a segunda, no feedback do próprio usuário. No caso da primeira, significa que é necessário, para cada assunto que se deseje monitorar, identificá-lo com um nome relevante, como música.
Em seguida, associa-se esta tag a até três outras palavras-chave, relacionadas com a mesma, como se estivéssemos prestes a fazer uma busca através do Google: música AND Dire Straits, música AND lançamentos e assim por diante. Em fase de testes, como já disse no começo do texto, o LeapTag está temporariamente limitado à 20 tags por usuário. Embora se, atualmente comparado ao del.icio.us, onde não há limites de criação de tags, esta limitação pareça negativa, acredito que assim que os testes acabarem, acabe também o limite.
Definidas as tags, clicar sobre qualquer uma delas coloca o sistema em funcionamento e logo dezenas de resultados recém-obtidos são apresentados ao usuário. É aqui que entra o segundo ponto da interação, o feedback. São oferecidas, ao lado de cada link retornado pelo LeapTag, duas opções que merecem destaque: Pode-se votar a favor de um item (que pode ser uma notícia, post de blog ou um livro), o que fará com que a ferramenta, no futuro, procure listar itens similares àquele que agradou à pessoa ou contra, o que terá o efeito oposto. Independentemente do voto, cada resultado, como destaco abaixo, apresenta as tags que o fizeram surgir na lista de itens.

Tal sistema de votação é bastante similar àquele usado por sites hoje muito populares, como o digg, guardada a diferença de que, neste caso, estamos fazendo com que os resultados novos afetem apenas a nós, individualmente.
O serviço, por conta deste sistema, também me pareceu inspirado no site Findory — outro que, aliás, eu visito com certa freqüência —, cuja utilidade tem, em linhas gerais, muitos pontos em comum com o LeapTag. A diferença básica reside no fato de que este apresenta notícias de milhares de fontes ao redor do mundo e passa a exibi-las, nas visitas posteriores do usuário, conforme aquelas dos gêneros que mais receberam cliques.
Um ponto extremamente positivo do LeapTag é sua capacidade de ser alimentado com informações de outras fontes que podem se tornar potencialmente promissoras na busca por novas informações: Pode-se importar as tags do del.icio.us, os bookmarks do Firefox ou até mesmo qualquer feed RSS de serviços como Bloglines, Google Reader ou NewsGator.
Há ainda, como cito no começo do texto, uma outra promessa do LeapTag. Seus desenvolvedores dizem que muito em breve os usuários poderão compartilhar suas tags e links uns com os outros, o que dará alças à utilização da ferramenta, futuramente, também como uma espécie de rede social. Embora neste caso eu possa usar o próprio del.icio.us, é a possibilidade de integração, mais uma vez, que reina absoluta.
Embora seja extremamente difícil que eu substitua meus atuais favoritos pelo LeapTag, foi fácil perceber que esta pérola ainda mal divulgada e recém-descoberta certamente merece um pouco mais da minha atenção: Foi através dela que encontrei algumas novidades bastante interessantes sobre meus assuntos favoritos nos últimos dias e, afinal de contas, convenhamos, num mundo em que tanta informação nos bate à porta todos os dias, nada melhor do que alguma coisa para ajudar a entregar aquilo que seja mais adequado ao que nos interessa, não é mesmo?











