17.10.2009
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O Mixero me conquistou!

MixeroLá pelos idos de fevereiro eu publiquei um post por aqui tecendo mil elogios ao TweetDeck, uma das inúmeras aplicações desenvolvidas em Adobe AIR que permitem que você gerencie e atualize as suas contas do Twitter. Na época, fiquei tão empolgado com a ferramenta que declarei em alto e bom tom que minha escolha anterior, o Twhirl, havia perdido a batalha para o pássaro negro.

Mas a vida não é exatamente justa 100% das vezes — e eu, como sempre vez por outra, sofro de severas instabilidades no que tange às minhas aplicações favoritas. E de algumas semanas pra cá, após cruzar com um novo cliente para Twitter, o Mixero, pus em xeque todo o meu amor pelo TweetDeck, trocando-o completamente por este último.

Mas quais são, afinal de contas, as características do Mixero? Abaixo, tentarei resumir as principais, na minha opinião.

Interface

Devo confessar que o que me ganhou logo de cara foi a interface do Mixero. Ela é, de longe, a mais bonita que eu já vi dentre todos os clientes para Twitter que eu já experimentei. Assim sendo, se não houvesse qualquer característica nova na ferramenta em si — o que, claro, não é verdade —, talvez eu tivesse trocado de cliente só por este ponto.

A (bela) interface do Mixero

A (bela) interface do Mixero

Grupos

O Mixero te permite organizar os contatos em grupos — mas ei!!! — obviamente, este é um recurso presente na maioria dos clientes para Twitter que minimamente querem ser levados a sério — como o próprio TweetDeck. Isso porquê com centenas de contatos pessoais, sites e serviços para seguir via Twitter, ficaria difícil usar qualquer ferramenta que não me permitisse fazer isso.

Canais

Também de forma similar ao TweetDeck, o  Mixero permite criar listas baseadas em buscas criadas pelo usuário, quer sejam empregadas para sua construção #hashtags, palavras-chave ou nomes de usuário. A estas listas, foi dado o nome de canais, ou channels, e são elas que lhe permitirão acompanhar somente aquilo que interessa a você.

Filtros

É possível aplicar filtros à timeline de qualquer usuário, grupo ou canal, utilizando palavras-chave de sua escolha. Este é mais um dos recursos em que Mixero e TweetDeck se parecem, e, desta maneira, não é novidade alguma.

Active Lists

Exemplo de Active List

Exemplo de Active List

Para mim, um dos grandes diferenciais que favorecem o Mixero.

Quando você começa a usar a ferramenta, logo percebe que está com muitos grupos e canais criados, o que pode tornar complicado, dependendo do seu tempo livre, humor e paciência, acompanhar todo esse volume de informações de uma única vez.

É aí que entram as Active Lists. Você pode arrastar para um espaço pré-determinado do Mixero apenas aqueles usuários, canais ou grupos que interessam naquele instante. Apenas para ilustrar com um exemplo, quando estou esperando por novos episódios de meus seriados favoritos, eu posso preferir acompanhar apenas o twitter do site eztv.it e os updates dos meus gurus de seriados.

Enquanto uma active list estiver ativa, as atualizações de outros usuários serão processadas, mas naquele dado instante não serão visíveis até que eu desative as listas em que estiver focado.

Contextos

Para facilitar a vida do usuário que tem diversas active lists, é possível utilizar contextos, que nada mais são do que mecanismos que permitem nomear cada uma de suas active lists, para posteriormente tornar possível alternar a leitura entre elas com um simples clique de mouse.  Na figura acima, contextualizei minha active list como seriados. Assim, posso sempre tê-la à mão.

Encurtando URLs

É verdade que os bons clientes para Twitter oferecem pelo menos algum tipo de integração com URL shorteners. Mixero, no entanto, pode ser configurado para encurtar as URLs À medida em que você as digita legal!! Além disso, para os serviços aceitos pelo programa — como o bit.ly ou o is.gd, por exemplo —, é possível verificar qual é o endereço original passando o mouse por cima dos links gerados por você e por seus contatos.

Visualizando a URL original

Visualizando a URL original

Autocompletion

Autocompletion

Autocompletion

Uma outra coisa legal do Mixero é o recurso de autocompletion, que é imediatamente acionado — da forma mais transparente possível, sempre que você digita o @ em qualquer ponto da sua mensagem.

Uma vez que isso aconteça, uma lista dos seus contatos aparece diretamente acima — ou próximo — do texto, permitindo escolher os contatos desejados rapidamente.

Pré-visualização de mídia

O Mixero também permite que você visualize, dentro da própria interface do programa, imagens postadas via TwitPic e no Flickr. Da mesma forma, também é possível pré-visualizar frames de vídeos hospedados no Youtube.

Modo Avatar

Avatar ModeEmbora eu já tenha mencionado a interface do Mixero no começo deste artigo, não posso deixar de mencionar o modo avatar da ferramenta. Este modo permite que você continue a acompanhar as atualizações dos seus contatos mesmo quando você não está com a janela do programa maximizada.

Para tirar proveito deste recurso, basta que você inclua pessoas e grupos em sua active list, e clique no ícone do catavento — o logotipo do programa. Desta forma, apenas os avatares ficarão visíveis, no canto direito de sua tela, permitindo que você continue a trabalhar com outros aplicativos normalmente.

Neste caso, sempre que você receber alguma atualização, além de um alerta sonoro configurável, indicadores visuais lhe informarão quantas mensagens — ou atualizações de canais e grupos você ainda não leu.

Trending Topics

Um último ponto interessante é poder obter a lista de trending topics do Twitter diretamente através do Mixero. A janela em questão pode ser localizada abaixo da lista de canais criada pelo usuário.

A vantagem deste recurso é que, mais uma vez, com um único clique do mouse, você pode acessar todo o noise do momento na twittosfera.

Minha conclusão é que, mesmo que você já tenha pensado que o Mixero é igual ao TweetDeck, ao Seesmic, ou qualquer outra ferramenta de sua preferência, vale a pena dar uma olhada para sentir na pele. E, assim sendo, fica aqui a minha sugestão: experimente.

Há apenas um detalhe: A aplicação, embora possa ser livremente baixada e instalada, só pode ser acessada através de um invite code e, embora o mecanismo incentivado pelos desenvolvedores para obter um desses códigos seja seguir o @mixero, você pode facilmente fazer como eu fiz, depois de cansar de esperar: Buscar no Google.

25.04.2009
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Da sua cabeça para o Twitter!

brain_twitterAdam Wilson, doutorando em Engenharia Biomédico pela Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos virou notícia esta semana, depois de ter publicado uma atualização em sua conta no Twitter usando, para isso, apenas a força do seu próprio pensamento.

A coisa parece saída de filmes ou livros de ficção científica, mas na verdade foi possível graças a uma engenhoca — parecida com um capacete — plugada ao computador do rapaz, através da qual ele operou uma Brain Computer Interface, ou BCI, capaz de fazer seu cérebro se comunicar com a máquina.

Esta história me faz logo pensar no brilhante físico inglês Stephen Hawking, que, como a maioria das pessoas sabe, sofre de uma doença neurológica que compromete seu sistema motor, e que, além de deixá-lo permanentemente preso a uma cadeira de rodas, o faz precisar de um sintetizador de voz para se comunicar com as pessoas. Comunicação é justamente a maior dificuldade para pessoas que tem este tipo de problema, e, assim como disse à Wired o engenheiro biomédico Kevin Otto, também envolvido com esta experiência, o mais importante é que ela endereça diretamente esta necessidade de se comunicar e de se socializar, ao utilizar um mecanismo atualmente tão popular como o Twitter:

“It’s in tune with what patients want,” said Otto. “Social networking and communication is really their first desire. There’s been quite a bit of success, and a few demonstrations, helping people to e-mail. But the same reason why people choose Twitter and Facebook over e-mail is the same reason why this is significant.”

Os idealizadores dizem que, embora a interface ainda não esteja pronta para comercialização, ela já está além da fase de prova de conceito, uma vez que já se sabe que o sistema funciona perfeitamente — um vídeo publicado no YouTube demonstra, em quase 2 minutos de duração, que isso é realmente sério. Eles dizem que o próximo passo será a utilização do mecanismo por 10 pessoas que hoje já possuem cópias do software responsável por operar a interface entre o cérebro e os computadores, e, a seguir, pensar em formas de integrá-lo de vez à rotina das residências comuns, de forma que qualquer pessoa possa montar o kit de utilização sem necessitar de ajuda.

Honestamente, eu torço para que chegue logo o dia em que atualizar o Twitter telepaticamente terá se tornado tão corriqueiro que me ajude a estar mais presente nesta e em outras redes sociais, já que hoje nem mesmo com todas as facilidades existentes — como o envio de updates através do celular — eu consigo atualizar meu status tanto quanto eu gostaria.

12.04.2009
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Adieu, Tweetbacks: Olá, Chat Catcher!

ccbblQuem me acompanha mais de perto sabe que eu venho tentando, através de plugins para o Wordpress, integrar tweetbacks ao blog. Minha insistência se baseia no fato de que, caso eu venha a escrever algo interessante ou minimamente útil, essa informação será comentada por uma ou mais pessoas através do Twitter, e eu gostaria de saber a respeito. Neste aspecto, ocorre que a integração através do plugin Tweetback realmente funciona para a maioria dos serviços de URL shortening, mas falha gravemente quando alguém faz uso do migre.me, site que é cada dia mais popular entre os usuários de microblogging brasileiros.

Tal mau funcionamento recentemente me levou há alguns dias a pedir ajuda não apenas ao desenvolvedor do plugin, mas também ao desenvolvedor do serviço brasileiro. Depois de esperar por um tempo razoável sem que houvesse qualquer resposta — fato que eu honestamente compreendo perfeitamente, pois imagino que ambos estejam tão ocupados quanto eu, com seus afazeres profissionais —, resolvi voltar à batalha, buscando qualquer alternativa que me fizesse obter um maior grau de êxito com minha vontade. Foi quando esbarrei sem querer com um artigo de Ari Herzog, especialista em mídias sociais que contribui para o site americano Mashable,  onde ele descreve a forma que ele próprio utiliza para incluir citações a seus artigos em seu blog. Trata-se de um serviço chamado Chat Catcher, criado pelo programador norte-americano Shannon Whitley e introduzido no começo deste ano em um artigo de seu blog pessoal.

O título do artigo de Ari Herzog realmente diz tudo: O Chat Catcher é mesmo mais inclusivo do que os tweetbacks, uma vez que inclui em suas buscas não apenas as citações realizadas através do Twitter, mas também aquelas que estiverem dando sopa em serviços como o FriendFeed e o Identi.ca. Basta que um artigo do seu blog apareça em um destes serviços e pronto: Uma referência a ele se tornará um trackback — ou um comentário comum, se você assim preferir, postado de volta no blog original. Entre as vantagens do Chat Catcher está o fato de que ele funciona com qualquer plataforma de blog que suporte trackbacks, e, mesmo quando isso não é possível, são oferecidas alternativas de integração scriptless. Há também um plugin para Wordpress, que eu já instalei e testei aqui no blog.

Integração entre o Chat Catcher e o migre.me

Uma vez realizada a instalação, o procedimento é realmente muito simples: Na verdade, a única coisa realmente necessária é ir até as opções da página do plugin e clicar o botão Register this blog. Opcionalmente você pode listar usuários que deseja excluir das pesquisas — como o seu próprio usuário do Twitter, ou algum engraçadinho que esteja lhe mandando spam — e escolher se deseja tornar cada citação a um artigo seu um trackback ou comentário comum. Uma opção que eu não poderia deixar de mencionar é a possibilidade de moderar as citações antes que apareçam no corpo do blog.

Para concluir, é importante dizer que minha decisão final por adotar o Chat Catcher e abandonar o plugin anterior se baseia no fato de que o serviço cumpre o que promete: Lidar com qualquer serviço de URL shortening, resgatando citações custe o que custar. Neste aspecto, como ilustra a figura que se encontra neste artigo, até mesmo uma citação que eu mesmo fiz através do migre.me foi competentemente capturada. E isso, meus amigos, finalmente põe fim à esta novela.

07.03.2009
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Tentando fazer Tweetbacks e migre.me se darem bem

Até hoje eu não podia chegar a dizer que possuo um compactador de URLs favorito. De qualquer maneira, reconheço que este tipo de serviço é extremamente necessário nos tempos atuais, principalmente para qualquer um que se encontre às voltas com a arte do microblogging, sobretudo o Twitter.

Tenho acompanhado a crescente utilização, pelos blogueiros brasileiros, de um compactador de URL 100% nacional. Trata-se do migre.me, que não apenas reduz os endereços para que caibam junto às mensagens de 140 caracteres típicas dos serviços de microblogging, mas também atua como uma espécie de Digg brasileiro, computando URLs, vídeos e fotos populares no Twitter, o que eu acho simplesmente genial.

No entanto, é justamente o migre.me que vem me tirando o sono há alguns dias, tudo porquê, usuário do plugin Tweetback para Wordpress como me declarei recentemente, estive às voltas com tentativas de ajustar o código PHP do autor para fazer com que eventuais citações a meus artigos através do serviço brasileiro também aparecessem por aqui, entre os últimos comentários.

Minha batalha começou quando, recentemente, percebi que o migre.me já possui uma API. É verdade que dá um pouco mais de trabalho mexer com ela pra obter as URLs compactadas, já que é preciso ler um arquivo XML para que a mágica aconteça, mas nada de outro mundo.

No arquivo principal do plugin para Wordpress que eu estou usando para exibir os Tweetbacks aqui no blog — tweetback.php — há uma função chamada fh_tweetback_getshorturl, que é, como o nome diz, responsável por obter as URLs compactadas de serviços como o tinyurl, bit.ly e outros. Foi lá onde eu acrescentei algumas coisas por conta própria para fazer com que também as URLs compactadas pelo migre.me fossem levadas em conta na hora de verificar se houve citações do Twitter por aqui.

A função em si ficou assim — notem que todos os comentários em inglês do autor do plugin foram mantidos… eu só acrescentei mesmo a parte do migre.me:

  function fh_tweetback_getshorturl($permalink,$provider='tinyurl.com') {
  $permalink = urlencode($permalink);
  //http://blog.cli.gs/news/analysis-of-linking-patterns-on-twitter-cligs-scores-well
  switch($provider) {
  case 'tinyurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://tinyurl.com/api-create.php?url='.$permalink);
  case 'is.gd':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'bit.ly':
  return fh_tweetback_curl('http://bit.ly/api?url='.$permalink);
  case 'twiturl.de':
  return fh_tweetback_curl('http://api.twiturl.de/friends.php?output=txt&new_url='.$permalink);
  case 'migre.me':
  $xml = simplexml_load_file('http://migre.me/api.xml?url='.$permalink);
  return (string)$xml->migre;
  /* blearg, I really dont feel like all that signupapikeystuffpostcomplicated, what the hell.
  * Maybe I'll have more motivation later on to register or do post mechanism, for now on
  * its just like that. tinyurl ftw! :)
  * (and yes, I understand why registration and keys can make sense. however, I am still too lazy for that.)
  case 'twurl.nl':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'snipurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'snurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);*/
  default:
  return false;
  }
  return false;
  }

Pois bem: Devo dizer que, antes de partir para a alteração do código do plugin, fiz um teste em arquivo PHP separado para verificar se a obtenção de URLs aqui do blog compactadas pelo migre.me estava funcional, inclusive levando em conta que elas devem ser tratadas pela função PHP urlencode.

Os testes funcionaram perfeitamente. Uma maravilha, mesmo. No entanto, depois de começar a postar uma série de testes a partir do TweetDeck, percebi que os tweetbacks ora aparecem, ora não aparecem no blog. E, sinceramente, estou numa dúvida violenta entre se tratar de um problema no plugin, ou algo que eu esteja fazendo errado com a própria API do migre.me.

A impressão que tenho é que eu quase cheguei lá, mas alguma coisa ainda parece precisar de ajustes. Como entendo um pouquinho de PHP mas no momento estou mais pra weekend programmer do que qualquer outra coisa, enviei o link deste texto para o desenvolvedor do migre.me, na esperança de que ele possa me apontar algum problema — caso aplicável. Também enviei um e-mail ao desenvolvedor do plugin Tweetback, Florian Holzhauer, asking for his advice:

Hi there, Florian!

My name is Daniel Santos, and I’m a Brazilian Wordpress user. I came across your e-mail address thanks to your excellent Tweetback plugin for Wordpress, which not only I’ve been using in my own blog, but also have been trying to extend.

Let me explain: A lot of Brazilian users have been exchanging abroad URL shorteners like http://tinyurl.com or http://bit.ly for http://migre.me, which is a 100% Brazilian-made URL shortener. Developers from http://migre.me have recently deployed an XML-based API (http://migre.me/blog/api-gerador-de-urls/) that can be used to retrieve shortened URLs to be used as one best fits.

After implementing some code using your PHP plugin file as a reference, I created a variation of it (which I’m sending you, attached to this message). Simple enough, I have added some lines of code to your fh_tweetback_getshorturl function, retrieving a XML file and getting one attibute out of it. Besides, I added http://migre.me to the Admin Panel backend, exactly as I noticed you yourself did with the other services your plugin works with.

Unfortunately, there IS a problem, as shortened URLs created by http://migre.me sometimes appear listed in my post’s comments, sometimes not. Fact is, I don’t know, out of three possible situations, which is actually happening:

(1) my changes to your code were not enough — or are possibly wrong;
(2) the problem might be located in my misuse of http://migre.me API itself.
(3) my PHP skill sucks (LOL)

As #3 is currently impossible to solve and I have contacted http://migre.me developers for help, I’m asking you to please help me figure out if the problem could be with the plugin itself.

Hoping that you will answer me as soon as possible, I would like to thank you in advance, and possibly expect my contribution to your plugin to be useful – as I think several Brazilian tweetbackers will find.

Best regards,

Daniel Santos

http://danielsantos.org/

No entanto, este meu artigo é também um pedido de ajuda pra quem mais quiser se habilitar a fazer a coisa funcionar. Uma vez que a popularidade do migre.me aumenta cada dia mais entre os internautas e blogueiros brazucas, penso que a integração com o plugin para Wordpress seja uma ótima pedida.

Ah, é claro: A minha modificação do plugin pode ser visualizada através deste link.

14.02.2009
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Aderindo aos Tweetbacks

Qualquer um que já tenha escrito pelo menos meia dúzia de artigos em um blog sabe o que é  — ou, pelo menos, já ouviu falar de — um linkback: Também popularmente conhecido como pingback ou trackback, trata-se de um mecanismo que notifica um autor, em seu próprio blog, todas as vezes em que outras pessoas fazem menção a um ou mais artigos seus em outro endereço da Grande Rede de Computadores.

Exemplos de tweetback por aqui

Exemplos de tweetback por aqui

Pois bem: Depois de haver recentemente instalado e saudado com entusiasmo o TweetDeck, me dei conta de alguns links interessantes que mencionavam alguns artigos que eu havia escrito por aqui recentemente. Minha conclusão óbvia é de que, assim como alguns blogueiros têm evoluído para formas aleatórias de microblogging, as pessoas têm usado também seus serviços de microblogging — sobretudo o Twitter como forma de linkback. Esse novo tipo de link, chamado tweetback, foi na verdade introduzido no começo deste ano por Rachel Cunliffe, em seu post  10 Ways Twitter Will Change Blog Design in 2009, publicado no site Mashable:

Bloggers will start to add “Tweetbacks” to their blog posts. The simplest version will show the number of people who have tweeted this post (including all reverse engineered tinyurls). Tweetbacks are not yet available.

Options will include:

  • Showing what tweeters are saying about the post
  • Replies to those tweets from others
  • Showing who is tweeting the post
  • Showing the tweeters’ avatars
  • Ordering tweeters by Twitter influence
  • Mixing tweets in with comments, rather than displaying them separately

Imaginei logo que eu deveria aderir a algum tipo de integração dos assim chamados tweetbacks com o meu próprio blog: Minha motivação foi realmente o fato de acreditar que as pessoas efetivamente têm passado menos tempo visitando e comentando posts dos blogs, e que têm dado preferência ao Twitter, para tanto. Depois de procurar um pouco por aí, acabei fazendo algumas experiências e me decidi com relação ao plugin Tweetback, escrito por Florian Holzhauer.

De maneira resumida, ele é capaz de varrer o Twitter em busca de links que apontem para os artigos do blog, mesmo que eles estejam ocultos por serviços de URL shortening — atualmente, aliás, são suportados, além do tinyurlpadrão —,  o is.gd e o bit.ly, sendo que o autor já prometeu suportes adicionais em breve. Uma vez encontrados estes links, eles são transformados em tweetbacks, e publicados no blog acompanhados dos avatares de seus autores, no Twitter.

Opções do plugin

Opções do plugin

Para não dizer que a instalação foi totalmente plug and play, a única coisa que resolvi fazer foi uma edição no arquivo PHP fonte, apenas para aumentar o tamanho do avatar padrão, para que ele coincidisse com o tamanho que venho usando no blog.

Seja como for, o importante é saber que qualquer comentário ou reação aos meus artigos que venha via Twitter agora passará a ser capturados por aqui — figurando na barra lateral, junto aos comentários feitos direto no blog —-, o que me permitirá ter uma idéia melhor das reações com relação ao que eu escrevo. Espero ter boas surpresas… :)

08.02.2009
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Twitter pelo TweetDeck é uma maravilha!

tweetdeck_birdJá dizem vários amigos meus que, de tempos em tempos, é inevitável que você precise reformatar seu computador. Há menos de uma semana foi a minha vez de passar pela enésima vez por essa experiência, de forma que eu ainda nem tive tempo de reinstalar a maioria dos programas que venho usando no dia-a-dia.

Entre estes programas está o Twhirl, cliente para interação com o Twitter implementado em Adobe AIR, do qual eu gosto muito. Acontece que hoje, no momento em que eu estava me preparando para reinstalá-lo, acabei me deparando com um interessante artigo do site Mashable, listando justamente os clientes de Twitter mais populares da atualidade, baseado em informações do site TwitStat, e me deparei com o primeiro da lista: O TweetDeck, que também é baseado em Adobe AIR.

Preciso dizer que eu já havia cruzado com a ferramenta antes, gravando-a em meus bookmarks, para eventualmente testá-la qualquer dia desses. Acontece que, como a lista que encontrei demonstra que a aplicação está duas posições à frente do Twhirl, resolvi experimentá-la para saber se era tão bom assim.

Minhas conclusões foram muito positivas.

Logo depois de instalar e configurar o TweetDeck, uma ampla janela com tons de cinza e preto é aberta. Nela são apresentadas, a princípio, três colunas: A primeira com os status mais recentes de todos os seus contatos (All Friends), a segunda com todas as suas replies mais recentes e a última contendo todas as direct messages enviadas a você. Exceto pelo fato de apresentar as informações em três colunas, nada difere, à primeira vista, do Twhirl.

Exemplo de grupo

Exemplo de grupo

Mas as semelhanças param exatamente ai. O TweetDeck se mostra muito mais poderoso, pois permite gerenciar seu tweet feed, dividindo as informações em grupos menores.

Você pode, por exemplo, criar um grupo separado a partir de todos os seus contatos, de forma a acompanhar suas atualizações mais facilmente. Isso pode ser útil, por exemplo, para separar as mensagens dos colegas da faculdade daquelas do trabalho. Ao lado, para ilustrar este artigo, criei um grupo de exemplo, a partir do meu blogroll.

Algumas funções do TweetDeck

Algumas funções do TweetDeck

Outra coisa muito bacana, na minha opinião, é poder utilizar um recurso similar para apresentar em janelas separadas o resultado de suas buscas. Entre estas buscas podem estar nomes de usuário — inclusive @replies dadas a este —, #hashtags e quaisquer palavras soltas. Estas janelas vão se acumulando à direita da interface do TweetDeck, com o número de resultados encontrados para cada uma. A partir daí, os resultados podem ser filtrados, excluídos e marcados como lidos a bel prazer.

Mas o melhor aspecto da coisa mesmo, na minha opinião, é o fato de que, a exemplo das colunas padrão que citei acima, todas estas janelas personalizadas com grupos e buscas vão sendo automaticamente atualizadas à medida em que novas chamadas à API do Twitter são feitas. , o Na prática, isso faz com que a utilização do TweetDeck torne a leitura de tweets muito mais proveitosa, divertida, e até mesmo mais produtiva.

Sinto muito, Twhirl. Você perdeu.

24.08.2008
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Back-up Cast #005: Rejaw + Os órfãos do SMS do Twitter

É isso aí, pessoal. Depois de um longo e tenebroso inverno sem criar programas, eis aqui a mais recente edição do Back-up Cast, a de número cinco! A bola da vez é o Rejaw, um site de microblogging que vem chegando pra tentar tomar pra si um pouco dos usuários do Twitter e do Plurk. Será que ele realmente consegue?

É claro que eu também falo sobre outras coisas. Um pouquinho sobre a participação brasileira nas Olimpíadas de Pequim (bem pouquinho mesmo) e também dou uma dica genial sobre o Get Me Out of Here, um serviço inusitado, e que alguns podem achar bem útil. De quebra, falo sobre serviços que estão surgindo na esteira do Twitter, depois que eles anunciaram, desde 13 de agosto desse ano, que não mais enviariam boletins via SMS com updates das redes de contatos dos usuários.

Apesar da pressa — queria aproveitar o quanto antes pra criar o podcast, pras idéias não esfriarem —, realmente espero que vocês gostem. Por favor, deixem comentários e sugestões, se quiserem. Como sempre, seguem os links que de alguma maneira são úteis para quem for ouvir o podcast:

  • Getmooh. O “salvador da pátria” pra quem quer dar uma escapadinha dos compromissos, reuniões ou pessoas chatas. Ouça o podcast pra ver que tipo de arma ele nos fornece pra isso.
  • Changes for Some SMS Users—Good and Bad News. Post no blog oficial do Twitter em que eles mencionam a interrupção do envio de mensagens SMS com updates da rede de contatos dos usuários através do número de telefone antes disponível no Reino Unido.
  • TwitSMS. site australiano que, desde a interrupção por parte do Twitter do envio de updatesvia SMS, oferece pacotes com preços variados para quem quer continuar a ter esse privilégio.
  • TweetSMS. Site britânico cuja proposta é idêntica à do site australiano, mas que não tem pacotes, e cobra o envio de cada mensagem individualmente.
  • Rejaw. New kid on the block dos microblogs, que vem, também ele, tentar conquistar para si uma fatia dos usuários do Twitter e do Plurk, e que até parece ser interessante. Criei uma conta por lá, caso alguém queira experimentar e me adicionar.
  • Além de informações olímpicas sobre o Brasil retiradas do site Quadro de Medalhas.

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17.05.2008
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Back-up Cast #004: Google Friend Connect

Eis aqui a mais recente edição do Back-up Cast, a de número 4! Dando seqüência aos programas, agora eu resolvi comentar um pouco sobre o Google Friend Connect, que é uma novidade liberada esta semana pela Google, que promete dar um quê de rede social a qualquer site.

De quebra aproveito algumas dicas que me foram enviadas pelo meu amigo Kadu e comento um pouquinho mais sobre Twitter. Ah, e faço uma homenagenzinha à madrinha deste meu podcast… :)

Espero que vocês gostem… como sempre, quem quiser pode deixar uns comentários que eu vou achar o feedback muito importante pra melhorar! Seguem os links que de alguma maneira são úteis para quem for ouvir o podcast:

  • Empregos no Twitter: Saiba onde encontrá-los, que é a nota do blog Twitter Brasil que me foi enviada pelo Kadu, na qual eu baseei os comentários que teci com relação à busca de empregos na ferramenta.
  • Google Friend Connect, a ferramenta do Google que promete aumentar o tráfego de qualquer site convencional da grande rede de computadores dando-lhe características sociais com código descomplicado, sem a necessidade de entender de programação, e o respectivo press release feito pela empresa, dando conta da novidade.
  • Também é possível visualizar alguns sites que estão usando o Friend Connect, embora sejam em sua maioria exemplos criados pelo próprio Google.
  • Se você quiser mais informações sobre o serviço, ainda pode ler este artigo da CNet News, onde há vários detalhes legais.

Comentário adicional: O Audacity do Ubuntu 8.04 é muuuuuuito mais legal pra gravar podcasts do que seu irmão que roda no Windows. A meu ver a qualidade do resultado ficou muito melhor com o seu uso…!

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04.05.2008
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Back-up Cast #003: Anti-vírus + Twitter te libertará!

É hora da terceira edição do Back-up Cast. Como vocês podem perceber, estou tentando manter uma certa regularidade com relação ao programa, embora eu tenha que admitir que mesmo no sistema ready-fire-aim, isso não é nada fácil

Nesta edição eu comento um pouco sobre o uso de anti-virus, que parece que está sendo abolido por algumas pessoas por aí. Também falo um pouco sobre um cara que saiu da cadeia graças ao Twitter, e de quebra reclamo de não conseguir instalar o Hardy Heron e falo de um joguinho web bem bacaninha.

Espero que vocês gostem, ok? Como sempre, deixo os links relacionados a esta edição:

ToonCrisis, um first-person shooter em que você tem que aniquilar desenhos animados e atira com as próprias mãos. A trilha sonora é da banda punk cigana Gogol Bordello, que também parece legal, e que eu uso nesta edição como pano de fundo!

Do You Run Antivirus Software? É a pesquisa realizada recentemente pelo site americano de tecnologia Lifehacker para saber quem usa anti-vírus. Algumas respostas são interessantes.

Anti-virus software can’t keep up: Nota que cita a pesquisa realizada pela Panda com relação à eficácia do modelo atual de anti-vírus e proteção contra ameaças.

Infected or Not? É a página da Panda onde eles estão divulgando a solução Collective Intelligence e onde quem não encontrar nenhuma ameaça no próprio computador pode concorrer a um iPod Nano e prêmios em dinheiro.

Site do estudante James Karl Buck, que foi preso no Egito em companhia de seu intérprete Mohammed Maree enquanto pesquisava para sua tese de mestrado. Depois de ter saído da cadeia, agora ele está organizando uma petição online para conseguir a liberdade também de Maree, que continua em poder da justiça do país. Ah, e também a página do cara no Twitter.

Arrested. Foi com essa única palavra enviada via Twitter que James Buck iniciou os eventos que culminariam com sua liberdade.

Student ‘Twitters’ his way out of Egyptian jail, história sobre o ocorrido no Egito diretamente da página da CNN. Foi nessa página que eu esbarrei sem querer quando pesquisava mais empresas aéreas usando ativamente o Twitter.

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01.05.2008
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Testei o BrTTwitter

Depois de passar por alguns problemas com meu Speedy no último domingo, me vi às cegas no quesito conexão com a internet em casa, o que devo admitir que, para mim, é mais desesperador do que qualquer coisa. Munido de uma paciência de Jó, resolvi aproveitar meu forçado período offline para testar o BrTTwitter, depois de ter ouvido falar dele devido a uma menção feita pela Bia.

Atualizações via BrTTwitter

Como o próprio nome denuncia, o serviço — oferecido pela Brasil Telecom — nada mais é do que um gateway que encaminha qualquer mensagem SMS que você escreva para o Twitter. Para que ele comece a funcionar, basta cadastrar seu nome de usuário, senha e número de celular no site. Em seguida, basta compor uma mensagem e enviá-la para o número (61) 8458-0963.

Nos dois testes que realizei com o serviço, a publicação ocorreu de maneira quase que imediata. Na verdade, poucos segundos se passaram depois do uso do celular até que meu tweet stream fosse atualizado, o que me faz constatar que pra quem gosta de enviar suas atualizações de qualquer lugar onde estiver, instantaneamente, trata-se de uma opção bem considerável.

No meu caso, especificamente, fico em cima do muro: Como meu celular é pré-pago, a novidade, apesar de tentadora, é também uma potencial consumidora dos meus créditos… assim, por ora, vou usando a própria web e o Twitterfox, mesmo…

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