Nurse Jackie: Segunda temporada a caminho!!
RT @ligadoemserie: A 2a temporada de Nurse Jackie vem aí! http://migre.me/i5Ny // o @danielsantos vai gostar de saber
É. O @netocury tem mesmo razão. Vou mesmo gostar — ou melhor, já gostei — de saber. E segundo nota divulgada pelo Entertainment Weekly, a segunda temporada começa no próximo dia 22 de março, e, ao menos aparentemente, não deverá fugir à fórmula que fez com que eu sempre o tivesse na mais alta consideração: As situações inesperadas, mescladas com a dualidade de caráter de Jackie — ora santa, ora não —, e mais uma tonelada de humor negro regado com drama, farão, com 99% de certeza, com que um novo sucesso se concretize.
E falando em novidade, eis um teaser trailer que deixa qualquer fã da série sedento por mais:
Se você ainda não viu, está dormindo no ponto.
Solitários?
Vem realmente me chamando a atenção nas duas últimas semanas um reality show chamado Solitários, que o SBT estreiou no último dia 10 de janeiro. Pelo menos em parte, isso se deve ao fato de que as opiniões e sentimentos das pessoas com relação ao programa são contraditórias: Há quem odeie e quem adore o formato. Mas, verdade seja dita, é bom entender o que acontece antes de optar por uma opinião.
A proposta é baseada no reality show Solitary, criado pelo canal Fox, e tudo gira ao redor da realização de uma série de experimentos sociais que têm a finalidade de testar os limites do ser humano. A dinâmica, ao menos para mim, é inovadora: Nove pessoas, que não se conhecem e têm idades e profissões diferentes, são confinadas, cada uma isolada da outra, em células — ou pods — que têm formato octogonal e aproximadamente 3m de diâmetro.
Dentro destes pods, os participantes devem passar por provas — que servem tanto para conquistar a imunidade que lhes garantirá não sofrerem uma eliminação precoce, quanto para eliminar um dos confinados. Para se saírem bem, dependem não apenas de um bom preparo físico, mas também de resistência psicológica e mental. Na primeira das provas, por exemplo, era necessário que cada um dos nove vestisse mais de 50 camisetas, de todos os tamanhos — o que consumiu um tempo enorme e fez com que alguns participantes desistissem da prova, precisando de tesouras para se livrarem das camadas de tecido.
A mente doentia por trás dos pods em Solitários é uma voz computadorizada chamada Val — possivelmente, segundo consta da Wikipedia, uma referência a HAL 9000, o computador que tomou a espaçonave em 2001: Uma Odisséia no Espaço. É ela quem dita as regras no jogo, dizendo o que deve ou não ser feito. Val é representada, em cada um dos espaços confinados, por um monitor. Abaixo do monitor existem botões — um verde, outro, vermelho, que são usados na dinâmica do programa. O participante pode pressionar o botão verde para falar com Val, a quem deve pedir autorização para tudo; a qualquer momento, pressionar o botão vermelho, quer por vontade própria, quer como punição pelo não cumprimento de uma prova ou de uma ordem, elimina o participante.
Pelo que consta do formato do programa — e já pode ser observado nos episódios —, Val fornece água aos participantes, que também são alimentados — normalmente com barrinhas de cereal. Ao longo do programa, como se pode perceber no episódio 4, ela também começa a controlar os períodos de sono dos confinados, que vão ficando cada vez mais reduzidos, provocando um aumento de estresse.
É esse aumento ou não de estresse o fator que pode ser determinante para se vencer o programa, que nos EUA já é exibido desde 2006 e está rumando para sua quarta temporada. O grande vencedor — provavelmente aquele com os próprios limites mais em dia — fatura R$ 50 mil. Prêmio pequeno? Esforço grande? Não sei. Eu só sei que, entre os dois times com opiniões distintas sobre o programa, fico com aquele que pensa que Solitários é um toque diferente nas telas das TVs brasileiras — e, provavelmente, o melhor reality show disponível na TV aberta. E se você ainda não se decidiu, quem sabe assistir à íntegra de alguns episódios não te faça mudar de ideia…
Uma voz que se cala…
SÃO PAULO – Num tempo que todos podem ser locutores, com seus próprios programas gravados em podcasts ou em vídeos no Youtube, nada podia ser mais anacrônico que uma voz de veludo, empostada, com a dicção perfeita, narrando como há 50 anos nos antigos programas de rádio. Não no SBT. Tem coisas que só no SBT pode. Uma delas era o Lombardi.
Onde mais seria possível ouvir sem se aborrecer alguém anunciando produtos – de carnê de compras, títulos de capitalização e cosméticos aos prêmios para os participantes: “…um lindo refrigerador, uma casa e um carro zero quilômetro!” – sem a informalidade artificial de telemarketing que impera nos merchandisings que proliferam nos programas de TV?
Na contramão de tudo o que é considerado moderno e cool, Lombardi interagia com o patrão de voz tão inconfundível quanto à dele com uma entonação grandiloquente, mas ao mesmo alegre e simpática, sobretudo nas últimas palavras da frase, onde era possível até escutar um sorriso. (via Estadão)
Cheguei em casa ontem e minha esposa comentou comigo sobre a morte do Lombardi. Fiquei surpreso, ao mesmo tempo em que pensava no que poderia escrever aqui, mas este trecho de nota publicada pelo Estadão diz muita coisa.
O locutor se foi, e, certamente, com ele, se foi também uma parte da história do Brasil e da televisão brasileira. Eu sentirei a falta dele na interação com Sílvio Santos, assim como imagino que muita gente por aí. Será difícil esquecer do bordão “Ooooiii Sííílvio…”, que ele usava para responder à chamada do patrão… #rip
No more Hameron?
Que House é uma das melhores séries da paróquia, não vou discutir. O que eu nunca comentei por aqui é que eu sempre torci para que algo pudesse rolar entre o Dr. Gregory House — personagem do ator Hugh Laurie, que dá título à série — e a Dra. Alison Cameron — personagem de Jennifer Morrison —, possibilidade também desejada por muitos fãs da série mundo afora, e denominada por eles, carinhosamente, de hameron, numa mistura de nomes de ambos os personagens.
Eu sempre torci desta maneira porquê, desde os primeiros episódios e das primeiras temporadas do seriado que eu percebo que há uma química, algo muito forte, entre eles. Mas parece, para meu alarme, que todas as esperanças se neste sentido foram por completo, agora que o episódio Teamwork — o oitavo da sexta temporada do seriado — foi exibido, no último dia 16 de novembro. Não costumo escrever reviews dos episódios das séries que assisto, mas farei isso excepcionalmente desta vez.
Se você ainda não assistiu ao episódio, não continue lendo.
Ay, Caramba! Marge Simpson gets nude for Playboy!

Marge... naked?!
Sources confirm that the ambiguously aged, iconic cartoon TV mama will appear — naked! — on the November cover of Playboy magazine…
Hugh Hefner teased a while back on Twitter about a possible Marge-Playboy collaboration. We now can tell you that the Simpson matriarch will be featured in a three-page pictorial complete with an interview and a data sheet to mark TheSimpsons‘ 20th anniversary. [via]
E quem virá a seguir? Lois Griffin?
“The limping Dr House has wrecked my knees”
Hugh Laurie says he may be forced to quit his starring role in the hit TV medical drama House - because pretending to have a limp has given him real injuries.
Laurie, 50, said: ‘The show might last through to series seven, eight or nine but I don’t know if I will because I’m starting to lose my knees. It’s a lot of hip work. There are things going badly wrong. I need to do yoga.’ [via, destaques no texto por minha conta]
É algo realmente triste de se saber às vésperas da reestréia da série: De tanto mancar para entrar no personagem, o ator acabou começando a mancar na vida real também.
Embora o problema da ficção alimente o vício por vicodin — e outras substâncias e tratamentos —-, dando margem à vários enredos ao longo de todas as temporadas de House, eu espero que os roteiristas da série — que, aliás, na minha opinião, têm sabido conduzir as coisas muito bem até o momento — dêem um jeito nisso: Mancar é um toque legal, e dá charme ao personagem. Mas não tanto, a ponto de sacrificar o astro principal, e arriscar acabar com uma série de tanto sucesso, exibida em 66 países, de forma precoce.
Nurse Jackie: Potencialmente viciante!
Fiquei curioso ao me deparar, ontem, com um comentário do @rodrigomuniz sobre Nurse Jackie, atração do canal americano Showtime. Sem seriados para assistir enquanto estou aguardando a temporada derradeira de Lost, agendada para iniciar apenas em janeiro ou fevereiro de 2010, e ainda a quase um mês de distância das estréias das novas temporadas de Heroes e House — que estão marcadas para reiniciar em 21 de setembro —, tive esperanças de que esta pudesse ser a resposta que me saciasse enquanto fico na espera.
A verdade é que não me decepcionei.
Jackie Peyton, a Jackie que dá título ao programa e é vivida pela atriz Edie Falco, é definida pelo canal, em tradução livre, como “uma enfermeira com personalidade forte, tocando em frente uma louca rotina num hospital urbano, enquanto tenta fazer o mesmo com uma vida pessoal mais do que desafiadora“. Mas para conseguir fazer isso sem sentir fortes dores — “Como se chama uma enfermeira com dores nas costas? Desempregada!” , ela diz na abertura do episódio piloto, que vi — ela recorre ocasionalmente a drogas como oxicodona e Vicodin, a exemplo do Dr. Gregory House.
Jackie, que possui uma personalidade tão forte quanto a do médico chefe do setor de medicina diagnóstica do Princeton‑Plainsboro Teaching Hospital, trabalha no pronto-socorro do All Saints’ Hospital, de Nova Iorque, e lá não deixa que ninguém a faça de boba: Lidando diariamente com um sistema de saúde prestes a entrar em colapso, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que seus pacientes recebam os melhores cuidados possíveis, mesmo que isso inclua dar broncas em médicos, roubar dinheiro para ajudar uma mulher grávida, ou falsificar documentos. Quer ela esteja certa por fazer tais coisas ou não, esta é a versão dela de justiça.
O que posso dizer é que as diversas situações apresentadas me fizeram ficar realmente bem impressionado ao me deparar com um balanceamento bem dosado entre drama,comédia e humor negro. Aliás, a julgar pelo piloto e pelas reações da twittosfera, me arrisco a dizer que toda a série, que conta com 12 episódios de meia hora em sua primeira temporada, deve seguir o mesmo ritmo, o que promete ser excelente e potencialmente viciante.
Toca acrescentar mais uma em minha lista de favoritos.
Que música é essa que eu ouvi na TV?
Sentado na confortável poltrona de sua sala de estar — ou em frente ao computador, se você também é adepto da TorrenTV —, uma música lhe chama a atenção enquanto você está colocando em dia os episódios de seu seriado favorito. É fato que você nunca a ouviu antes na vida, mas também é fato que, na sua opinião, ela é contagiante, ou, no mínimo, interessante.
Você fica se perguntando que música é essa. Quem canta. Como é a letra completa, e tudo mais. Tudo isso porquê fica, nem que seja momentaneamente, movido pela vontade de ter aquela determinada música no seu acervo.

Ontem, enquanto eu assistia aos dois minutos finais de Into Asylum (S03E21 de Heroes) — que começaram enfeitados pela bela Hayden Panettiere no papel de Claire Bennet — essa situação se repetiu: Lá estava justamente uma música que eu nunca havia ouvido antes, mas que achei ótima. Exatamente como já fiz diversas vezes no passado em situações como esta, recorri àquele que tudo sabe para satisfazer minha curiosidade.
Acabei encontrando o site Heard on TV, voltado exatamente para as pessoas que, como eu, estão com esse problema. Funciona mais ou menos assim: Os usuários do serviço submetem os títulos das músicas que ouviram em seus seriados de TV favoritos, e eles aparecem em páginas dedicadas a estes programas. Cada resultado é acompanhado de links para o YouTube e para compra online, sempre que disponíveis.
Como a coisa é baseada em colaboração, não é sempre que um episódio possui listadas todas as suas músicas: Há, aliás, muitos casos em que nenhuma música aparece listada para determinados episódios. De qualquer maneira, neste caso específico tive sorte, e, realizando minha investigação no site, acabei descobrindo que a música que ouvi é um hit de 1965, e se chama We gotta get out of this place. Interpretada pela banda americana The Animals, trata-se de um dos dois principais sucessos do grupo, que se desfez definitivamente em 1984 — o outro é uma música chamada The House of the Rising Sun.
Depois de satisfeita a curiosidade com esta música, fui explorando outros episódios de Heroes. Entre outras coisas, encontrei músicas do Fleetwood Mac, Talking Heads e até Rush. Claro que não estou incluindo aqui outras músicas, provenientes de outros seriados que eu assisto. No final das contas, a experiência acabou sendo tanto interessante quanto divertida, e me permitiu, de certa maneira, ampliar meu horizonte musical. Agora eu certamente já sei onde vou procurar da próxima vez em que assistir a alguma coisa e quiser saber mais sobre aquela música que me chamar a atenção.
Tooncast on Demand!
Através de uma notícia que encontrei hoje no RetrôTV fiz a simplesmente maravilhosa descoberta de que o Tooncast, canal sobre o qual recentemente escrevi aqui no blog, tem disponibilizado alguns desenhos animados de sua programação gratuitamente, através do Tooncast on Demand.
Oferecido através da web pelo UOL Mais, o Tooncast on Demand é exatamente o que eu estava — mais do que — precisando para, pelo menos, tentar matar a vontade de assistir a desenhos clássicos desde a extinção do formato original, aqui no Brasil, do Boomerang. As atrações disponíveis incluem desenhos completos, em português, de Tom e Jerry, Zé Colméia, Maguila o Gorila, Jonny Quest e Dick Vigarista e Mutley.
Adicionalmente, fiquei sabendo, através da mesma notícia, que a DTHI — operadora que originalmente comercializou TV por assinatura com o nome de VocêTV (da qual fui assinante) para a Telefônica antes que ela começasse a fazê-lo por conta própria, aparentemente voltará à ativa, oferecendo seus próprios pacotes de canais de televisão em modo pré ou pós pago, com alcance em todo o território nacional, com preços que começarão de R$ 19,90. Ela deve se tornar a primeira operadora com tal alcance a disponibilizar o Tooncast aos seus clientes.
Quem sabe as outras operadoras não se animam…
Tooncast: Eu quero!!!
Vou direto ao ponto: Desde quando o Boomerang anunciou, em 2006, que faria sérias mudanças em sua grade de programação, retirando A Pantera Cor de Rosa, Space Ghost e Popeye do ar — isso pra não mencionar vários outros — para passar a exibir séries teen e pequenos enlatados mexicanos, que eu digo que fiquei foi na saudade.
Como eu mencionei na época, sou um verdadeiro fanático por esses verdadeiros clássicos, e aceitava numa boa as acusações da minha esposa, que me dizia, às vezes, que parecia que o único motivo pra eu assinar TV via satélite era para assistir desenho animado — já que isso nunca foi, afinal, uma mentira, em termos.
Embora hoje em dia eu até consiga encontrar algumas alternativas online para suprir minhas crises de saudosismo — vejam, por exemplo, o Boomerang On Demand, canal disponível na Justin.tv, ou uma série de outros que estão à espera de uma busca —, nenhuma delas chega sequer perto do que era o original à época — talvez, aliás, pelo fato de não haver nenhum streaming ao vivo de programação.
Pois bem. Somente essa semana, depois que um amigo do trabalho comentou comigo sobre uma notícia divulgada no Omelete em novembro do ano passado, é que eu fiquei sabendo do lançamento do Tooncast:
A Turner International do Brasil apresentou à imprensa seus novos canais e anunciou alguns dos novos programas que estréiam nos próximos meses e em 2009.
A maior novidade é a volta de um canal dedicado aos desenhos animados de antigamente. Os órfãos do perfil inicial do Boomerang, que exibia os clássicos dos anos 70 e 80 da Hanna-Barbera, já têm como resolver sua crise de abstinência. Batizado Tooncast, o novo canal estréia no dia 1º de dezembro com 24 horas de animação sem intervalos comerciais. A grade terá, ainda, produções do Cartoon Network, como A Vaca e o Frango, Coragem, o Cão Covarde e Laboratório do Dexter.
Entrei no site oficial do canal e me deparei, logo na abertura, com uma vinheta que me lembrou em muito o Cartoon Network da década de 1990 — a música é praticamente igual. Também fiquei com aquela impressão que dava o slogan do Boomerang até abril de 2006, “o que é bom, volta”:
A grade de programação do canal ainda está em elaboração, mas dá pra ver as presenças de Popeye, Johnny Quest, Manda Chuva, Os Flintstones, Os Jetsons e Pernalonga. Além disso, ratificando a sensação de Cartoon Network dos anos 90, há um bloco dedicado ao programa What a Cartoon Show, que servia, na época, como um laboratório para as idéias de novos artistas, e que foi o responsável por ceder espaço às primeiras aparições de A Vaca e o Frango e As Meninas Super-Poderosas. Com tudo isso, é claro, aumentou a vontade de ter o canal em minha grade de programação.
Mas, para minha infelicidade, não encontrei qualquer evidência recente de que as grandes operadoras — como a NET ou a Sky — estejam em negociação ativa para inclusão do Tooncast em seu line-up. Na verdade, nem mesmo as operadoras de TV de pequeno porte mencionadas pelo site RetrôTV numa notícia mais antiga — datada de agosto de 2008 — parecem mais estar disponibilizando o canal em suas programações.
Pode ser que essa ausência de negociação se deva ao fato de que as grandes estejam esperando para ver se o canal decola — o que, se depender dos milhares de órfãos dos clássicos do antigo Boomerang, certamente deve ocorrer —, ou até mesmo ao fato de que talvez as coisas estejam acontecendo nos bastidores. De fato, neste caso, a única certeza é que será preciso dar tempo ao tempo, e esperar que em breve as respostas surjam. E, é claro, se alguém souber de alguma coisa nesse meio tempo, me avise, por favor…






A Turner International do Brasil apresentou à imprensa seus novos canais e anunciou alguns dos novos programas que estréiam nos próximos meses e em 2009.










