Minha pilha recarregável favorita
Que tal nunca mais precisar recarregar uma pilha recarregável na vida?
As novas pilhas Vibration-power Generating Battery — ou VpGB —, da Brother, que serão demonstradas durante a Techno Frontier 2010, em Tóquio, entre os dias 21 e 23 deste mês, prometem fazer isso.
A ideia é simples: Ao contrário das pilhas AA e AAA comuns, que contem uma certa quantidade de energia em seu interior, que vai descarregando com o tempo, as pilhas VpGB geram energia automaticamente sempre que são sacudidas — e o melhor, a energia pode ser usada instantaneamente.
É verdade que não será possível substituir completamente as velhas pilhas AA e AAA pelas novas VpGB, uma vez que elas só são eficazes para aparelhos que não consomem energia o tempo inteiro, e que consomem, no máximo, entre 100 e 180mW. Mas para controles remotos, por exemplo, elas são ideiais — além de permitirem a quem tem um Wii, por exemplo, sentir um gostinho de familiaridade.
Infográfico: IPhone 4 x IPhone 3GS
Encontrei por acaso o infográfico abaixo, que compara as versões 4 e 3GS do IPhone, da Apple.
É fato que a comparação nos permite ver uma série de evoluções entre os dois modelos, mas, na minha opinião, o que rouba a cena é a disponibilidade do iOS 4, sistema operacional dos telefones móveis da empresa de Steve Jobs, que além de permitir, finalmente, o multitasking, também introduz o recurso FaceTime, capaz de permitir a realização de video conferências facilmente.
Aliás, o aparelho, que custa entre US$ 199 e US$ 299 no exterior, tem componentes que, juntos, custam apenas cerca de US$ 188. Na prática, a Apple mantém suas margens de lucro baixas mas consegue bons lucros com o produto. Muito inteligente.
Nostalgia!
Me deparar com esta página digitalizada da — já há muito tempo — finada revista CPU MSX me fez lembrar de quando, em casa, tínhamos um desses. Foi uma das épocas mais divertidas da minha vida, sem sombra de dúvida. Me lembro de todos os programas que vinham na revista — todos em BASIC — que eu digitei. Foi dali, e também de mexer com o dBase III Plus para MSX, que veio o meu futuro gosto por programação.
Admita: Você também esqueceu o Google Wave!
Esquecer um aniversário deve ser uma das maiores gafes que alguém pode cometer.
Eu me esqueci de um, esta semana. Me esqueci de comprar bolo. Me esqueci de comprar o presente. Olha, sinceramente, eu havia me esquecido, até mesmo, do nome do aniversariante. Eu estou falando do Google Wave, que fez aniversário no final de maio.
Me lembro, como se fosse ontem, o quanto fiquei ansioso pelo recebimento de um convite para testá-lo, e então constato, incrédulo, que já não acho que seja como se fosse ontem. Devo admitir que o Wave, que foi aberto ao público em geral no mês passado, e não precisa mais de convites, foi esquecido por mim. E, muito provavelmente, esquecido por você também.
Afirmar algo assim, para mim, acreditem, é um paradoxo. Como pude esquecer de algo que me deixou fascinado com as possibilidades que oferecia? O Wave nasceu, provavelmente, como a invenção mais revolucionária da humanidade desde a roda. Prometia ser o sucessor do e-mail como o conhecemos, da maneira como as pessoas trocam suas mensagens instantâneas, da forma como compartilhamos arquivos e imagens, e muito mais. Pergunto de novo: Como é que se pode esquecer de algo assim?
Bem… não sei. Mas quanto mais eu penso nisso, mais eu acredito que a resposta é uma só: O Wave está muito à frente do seu tempo. Tão à frente, que esta distância provavelmente só pode ser medida em anos-luz. Tão distante, que, quando entramos em nosso painel de waves, a sensação é a de, pelo menos pra mim, ter assistido à uma aula complicadíssima, e não ter o que perguntar simplesmente porquê não se compreendeu o mínimo possível sequer para podermos formular uma simples pergunta. Tão distante, que até mesmo o pessoal do Google se desculpou por não ter conseguido explicar a que veio o Wave.
Ora, que outra explicação pode existir? Digo, durante muito tempo, vi as pessoas se perguntando — e me perguntando, também — sobre como funcionava o Wave. Para que ele servia. E para estas pessoas, a desculpa de ser o sucessor do e-mail como o conhecemos já não era suficiente. Mas as respostas conhecidas, também não. “Outra hora eu substituo meu e-mail. Depois de esvaziar meu inbox“. “Outra hora eu vou experimentar o Wave pra mandar mensagens… deixa eu acabar de twittar“. “Já já eu vejo… deixa só eu acabar de compartilhar essas imagens no Facebook“. Sabem como é?
Então é isso. Wave, me desculpe por esquecer do seu aniversário. Mas eu sei que você me perdoa — afinal, você é só uma criancinha ainda. Quando você crescer e fizer um baita sucesso, daqui a uns anos, eu vou estar com a consciência tranqüila, porque vou reconhecer que finalmente essa distância que separa a nós, meros mortais, de você, todos estes anos-luz, terão sido finalmente transpostos. Por ora, feliz aniversário.
Terremotos e Twitter
Com tanta notícia sobre terremoto ultimamente, a tira de quadrinhos acima é uma ótima sacada — como sempre — do xkcd: Mostra o quanto esse vício em tecnologia ainda vai acabar matando alguém.
Hottnotes: Um “to do” muito simples
Nas últimas semanas a quantidade de coisas das quais tenho tido que me lembrar — no âmbito profissional — parece ter crescido de forma exponencial. São reuniões, relatórios, afazeres diversos e pendências que eu não posso deixar passarem, sob pena de ver o teto cair sobre a minha própria cabeça.
É bom dizer que, justamente por passar por situações como essa já há muito tempo, desenvolvi uma técnica bastante simples para gerenciar minhas atividades: Ela envolve apenas papel e caneta (ou lápis, se você preferir). Pega-se uma folha em branco, anotam-se as atividades pendentes (e as datas, entre parênteses, se for o caso), e desenham-se caixinhas à esquerda, para que sejam marcadas à medida em que tudo fica pronto. Se novas pendências entram na fila, vão para a parte inferior, numa tentativa de simular o conceito FIFO, ou, first in, first out, sempre que possível.
Honestamente, é algo simples e eficaz.
Mas, sendo uma pessoa ligada a área de tecnologia, há tempos me pergunto sobre uma solução software-based que me trouxesse auxílio na hora de eliminar uma montanha de afazeres de forma minimamente estruturada, preferencialmente de forma tão simples quanto a que eu já uso atualmente. A interface precisaria ter caixinhas à esquerda das tarefas, que pudessen ser marcadas quando uma delas fosse eliminada — ou concluída.
Além disso, idealmente, o programa deveria ter assinatura de memória pequena, ser portátil — podendo ser carregado num pendrive, sem a necessidade de instalações, basicamente por conta de, em algumas máquinas onde opero, não possuir privilégios administrativos para instalação, e gratuito. Além disso, nada de ser online: Gerenciar minhas tarefas tem que ser uma tarefa que não me obrigue a estar sempre conectado à Internet, uma vez que há um controle da empresa onde eu trabalho com relação a este tempo.
Essa busca, apesar de ter-me feito testar alguns bons candidatos nos últimos tempos, sempre acaba sendo infrutífera. Programas mais pesados do que deveriam, pagos, com interfaces complexas, e uma série de outros obstáculos sempre me mantém fiel ao meu velho e bom método manual. Mas parece que, finalmente, encontrei alguma coisa que pode ser a resposta dos problemas em questão. Trata-se de um programa chamado Hottnotes.
O software — cujo desenvolvimento parece estar inativo, já que a sua última versão data de 2007 — na verdade é um gerenciador de sticky notes, aquelas notas que imitam post-its e que ficam na tela dos computadores, sobretudo nos escritórios. No entanto, há uma opção extra que permite a criação de um tipo especial destas notas, a checklist note, em que quadradinhos acompanham o texto à esquerda, e podem ser marcados à medida em que as coisas vão sendo resolvidas — tal como na imagem que ilustra este texto. Desta forma, o programa parece ser, realmente, o que mais se adequa ao conjunto de requisitos que eu esperava encontrar.
A estrutura da versão portable permite verificar que todas as notas — bem como as configurações — são armazenas seguramente, em arquivos XML, podendo ser facilmente recuperadas através do chamado Notebook da aplicação. Como bônus, o programa permite criar ainda mais um tipo de nota, a scribble, em que é possível desenhar as anotações, o que pode ser útil para quem tem um Tablet PC, ou para aqueles que, como eu, de vez em quando brincam de desenhar com mesas digitalizadoras. Interessantíssimo.
O Nexus One lava a sua boca com sabão
Nas palavras de um artigo do site Mashable que acabo de ler, o Nexus One, smartphone lançado pela Google, parece contar com uma característica inusitada: Seu algoritmo de conversão de voz em texto substitui qualquer palavrão pronunciado pelos usuários por uma sequência de caracteres #.
De acordo com um porta-voz da empresa, isso ocorre para que certas palavras — na verdade, palavrões — não apareçam nas transcrições de mensagens de forma acidental, uma possibilidade considerada real por eles, dado o estado ainda pouco desenvolvido da tecnologia de reconhecimento de voz. Dessa forma, evita-se que uma pessoa receba algo profano quando o que se quis dizer foi algo inocente.
Cá pra nós: Se eu mando uma mensagem xingando, quero que isso apareça em alto e bom tom. Por isso, deixarei pra comprar um Nexus One quando — e se — a tal tecnologia de speech to text estiver mais desenvolvida e madura. Afinal, somos todos livres para nos expressar, não é mesmo?
As novidades no Google Translate
O Google Translate, que talvez seja pouco popular entre a maioria dos internautas convencionais, mas que eu considero uma verdadeira mão na roda — principalmente se estiver traduzindo alguma coisa que não esteja em inglês para o português —, ganhou características que o transformaram em uma ferramenta de tradução em tempo real.
Hoje, ao visitar o serviço, percebi que as palavras digitadas por mim iam surgindo, já traduzidas, à medida em que eram escritas, e me lembrei imediatamente do que era feito com uma extensão chamada Rosy, quase no final da demonstração do Google Wave (lembram-se? “Rosy is a robot that very kindly translates on typing“), onde a idéia era melhorar a produtividade e o trabalho entre equipes que dominem idiomas nativos distintos.
Obviamente, traduções mais simples são, bem… mais simples. Aliás, caso você esteja traduzindo de qualquer idioma para o inglês, o link para um arquivo de áudio aparece ao lado do resultado processado, de forma que você também possa ouvir a tradução.
Um recurso interessante é a possibilidade de deixar que o Translate detecte o idioma original, como exibido na imagem a seguir, que também ilustra que textos mais elaborados podem estar sujeitos a pequenas variações:
Ainda que estas pequenas variações estejam de fato presentes, eu sei o quanto é complicado encontrar um algoritmo que traduza impecavelmente entre os diferentes idiomas — em tempo, pelo que me consta, isso (ainda) não existe, e só posso dizer que tiro o chapéu pra essa nova versão do Translate.
Estou fraquejando pelo Chrome?
Apesar de ser um em um bilhão de usuários da raposa de fogo, um comentário de meu grande amigo Rodrigo Ghedin, feito à época desta afirmação não me saiu da cabeça. Ele, um ex-firefoxer, afirmou que eu ainda veria que o Google Chrome 3 ou 4 seria um grande divisor de águas, visto os grandes esforços da empresa em desenvolver de forma consistente seu navegador web, adicionando, em versões futuras, recursos como os que o Firefox já possui — extensões e temas.
Atualizando minhas leituras, verifiquei através de nota publicada pelo Lifehacker, que o Chrome 3.0 já saiu do forno, e com algumas novidades que até então estavam disponíveis apenas para os usuários que estavam utilizando development versions, coisa que eu, neste caso, optei por não fazer. Dessa forma, abri meu Chrome 2 — sim, a instalação está residente por aqui, e fui logo ao menu about, para provocar uma atualização.
Em questão de segundos me deparei com novas funcionalidades, que o Lifehacker resume bem: O Chrome agora possui melhorias de velocidade — diz o Google que trata-se de uma melhoria de performance do Javascript da casa de 150% desde o primeiro beta do programa, uma nova página inicial de onde se pode realizar um número maior de customizações, uma omnibox melhorada, suporte à HTML5, que promete uma experiência melhorada de navegação e temas para alterar a aparência do navegador.
Com relação à primeira questão, velocidade, devo dizer que me surpreendi imensamente. O Chrome já era relativamente rápido, mas agora está voando no meu computador: E não importa quantas abas eu abra — e olhem que eu costumo navegar com muitas abertas —, a velocidade parece não se abalar.
Blogar é também uma experiência aparentemente muito mais veloz com o novo Chrome, para mim. O editor do WordPress funciona a 1000 por hora, e editar textos não demora tanto quanto quando eu uso o Firefox. Melhoria geral e muito bem-vinda.
Coroando minha constatação, precisei fazer uso do internet banking do meu banco, e resolvi colocar o novo Chrome à prova. Imaginei logo que fosse aparecer alguma mensagem de incompatibilidade, ou problema similar. Além disso não ter ocorrido, as transações foram realizadas num piscar de olhos. Um ponto enorme para o browser da Google.
Com relação à página inicial, é verdade que ela está diferente: Agora é possível alterar a ordem das últimas abas abertas, arrastando-as de um lado para o outro com o mouse. Na prática, no entanto, achei que, para mim, isso não faz a menor diferença. Gostei mesmo foi de outra novidade, a de ser capaz de manter páginas visitadas recentemente listadas na minha página inicial indefinidamente, ou, como dizem por aí, de piná-las.
A nova omnibox do Chrome, comparável à barra de endereços do Firefox, também é interessante. Além de tentar auto-completar endereços conforme você digita — desde que o Google esteja definido como padrão para seu site de busca nas opções —, também foram adicionados ícones contextuais que servem para diferenciar as sugestões de completamento entre sites, buscas, bookmarks ou sites que você tenha visitado recentemente.

Sugestões obtidas a partir da ominibox
O suporte à HTML5 é algo que certamente atrairá aqueles que tem no webdesign e no desenvolvimento de aplicações web as suas atividades diárias, na medida em que promete tornar tecnologias como o flash uma coisa do passado.
Os desenvolvedores do Chrome apostaram alto na nova versão da linguagem, que trará tags como <audio> e <video>, que deverão tornar a tarefa de acrescentar mídias destes tipos a um site algo muito mais simples: Sem necessidade de plugins, acrescentar vídeos e áudio será tão simples quanto acresentar uma imagem através da tag <img>. Ou seja, usando o Chrome 3, poderei estar na vanguarda da internet.
Finalmente, no que diz respeito a temas, eles finalmente chegaram para os usuários finais. Até eu, que honestamente não vi um só tema de que eu tenha realmente gostado, acabei por escolher um menos mal. De qualquer maneira, isso demonstra que neste campo também há uma preocupação do Google em igualar seu navegador aos recursos oferecidos pelos outros navegadores.
Talvez, admito, eu esteja finalmente fraquejando pelo Chrome. Sei que é complicado dizer algo assim tão pouco tempo depois de me afirmar um firefoxer, mas realmente esta nova versão está me enchendo os olhos como nenhuma outra. A única questão pendente são as extensões, que o Firefox possui, e o Chrome ainda não. Pelo menos nas versões para o público final.
Isso porquê os que optam por usar a versão para desenvolvedores já contam com a possibilidade de usar extensões. A mais interessante na minha opinião — por ser a que mais me faz falta — é o GMail Checker (que pode ser instalada aqui). No entanto, prefiro esperar pela estabilidade. Extensões realmente fazem falta, mas para mim são uma questão controversa, já que adicionam recursos extras ao navegador, mas normalmente roubam-lhe performance.
Já sou capaz de admitir, no entanto, que saber como os desenvolvedores do Chrome terão lidado com isso, evitando perda de desempenho com extensões assim que este também se tornar um recurso publicamente disponível, pode ser a diferença entre optar definitivamente por ele e me tornar, também eu, um ex-firefoxer.
Trocando em miúdos, Rodrigo: Será que você estava com a razão este tempo todo? Novamente, só o tempo — e, claro, mais uma ou duas versões do Chrome — dirá.
Google Wave: Estou com água na boca!!
Fazia tempo que eu não escrevia algo sobre o Google. Mas depois de ouvir falar de sua mais nova investida, chamada Google Wave — o que se pode chamar de uma nova proposta de plataforma de comunicação em tempo real — e de assistir ao vídeo com sua demonstração, realizada durante o Google I/O deste ano por seus idealizadores, Lars Rasmussen e Stephanie Hannon — os mesmos que, em 2005, criaram o Google Maps, eu não poderia deixar de escrever pelo menos alguma coisa.
No início da demonstração, Lars Rasmussen comenta que, de longe, o e-mail é hoje a forma mais popular de comunicação online, mas também que ele foi inventado há cerca de 40 anos atrás, antes da internet e da própria web, e que não levou em conta as experiências obtidas através dos mensageiros instantâneos, das redes sociais, dos wikis, dos fóruns de discussão, dos blogs, do SMS e de tantas outras tecnologias que hoje utilizamos para nos manter em constante comunicação.
Ele completa dizendo que, quando começou o projeto do Google Wave, a primeira pergunta que lhe veio à mente foi “qual seria a cara do e-mail caso ele tivesse sido inventado nos dias de hoje”, e que, apesar das milhões de respostas possíveis, o Wave é a visão do Google a respeito.
Mas o que é uma wave? A palavra em inglês significa onda, e, pelo que vi, se encaixa perfeitamente com o que descreve: Uma wave é uma determinada conversa realizada em níveis, ou threads. Pode conter uma única pessoa, ou grupos de pessoas e, apesar de parecer muito semelhante com o que o GMail proporciona atualmente — um histórico de mensagens que pode ser lido de uma única vez —, é mais rica do que isso, na medida em que podem ser adicionadas respostas em qualquer ponto, além de conteúdo multimídia como fotos e filmes.
Junte a isso o fato de que as alterações são visualizadas praticamente em tempo real e que podem sofrer formatação e edição conjuntas na medida em que são criadas, e que se pode compartilhá-las com qualquer pessoa, seja através do próprio serviço, seja através de um blog, do Twitter ou do Orkut — através de APIs —, e você terá uma visão geral do que é a wave.
Através da demonstração em vídeo, vê-se claramente que a nova ferramenta combina aspectos não só do e-mail, mas também de mensagens instantâneas, wikis, redes sociais e de gestão de projeto, tudo isso acessível diretamente a partir de qualquer dos navegadores web mais populares do momento. Em resumo, coisas simples como compartilhar fotos e vídeos, discutir seu dia com colegas ou combinar uma viagem, e também assuntos profissionais como revisar um documento, escrever uma ata de reunião, acompanhar as atividades de um projeto ou o que quer que venha à mente, podem ser facilmente alcançadas com o Google Wave.
Eu acho que se pudesse descrever as funções do Wave em apenas uma palavra, ela seria “fantástico“. Apesar de ser uma overdose de informações — a apresentação tem 1h20 de duração —, dentre todas as características que foram demonstradas, as minhas favoritas foram a correção ortográfica instantânea, possível de se realizar entre 40 idiomas diferentes — contando aí também a possibilidade de se traduzir instantaneamente o que é escrito, além da capacidade de compartilhar arquivos com um único movimento do mouse, puxando a mídia para dentro de uma wave.
Um último ponto que observei foi uma certa familiaridade com as antigas — mas ainda presentes hoje — salas de bate-papo IRC. É possível manter, dentro das waves criadas, conversas com os membros que estiverem online, e enviar mensagens privativas para uma ou mais pessoas ao mesmo tempo. É realmente excitante, na minha opinião.
Atualmente, a página oficial da ferramenta declara: Google Wave will be available later this year. Ocorre que fazia um bom tempo que uma mensagem deste tipo não me deixava tão ansioso. O quanto o mundo terá que esperar por este later this year, por enquanto, permanecerá uma incógnita.


















