23.07.2010
0
70

Nurse Jackie, só em 2011 

Finalmente coloquei em dia os últimos 7 episódios da segunda temporada de Nurse Jackie — e após ter chegado ao fim de uma maratona como esta durante a última madrugada, devo admitir: Continuo listando a série entre as minhas favoritas, dada a sua combinação singular de drama e humor, da qual não vou nunca me cansar de falar.

Além disso, ao final dos 12 episódios mais recentes, mais uma vez a série foi capaz de terminar com um ótimo cliffhanger: O que acontecerá agora com Jackie Peyton? A produtora executiva da série, Linda Wallem, falando na Comic Con, já adiantou que a personagem continuará a sofrer com seu vício em drogas. Durante o evento, em um dos paineis, foi exibido o seguinte vídeo:

A única coisa que me deixou triste, no entanto, é que terei que esperar até 2011 pela terceira temporada. É muito tempo. Muito.

04.07.2010
3
271

The IT Crowd voltou!! 

Eis que no último dia 25 de junho voltou a ser exibida pelo Channel 4 britânico aquela que, ao menos para mim, é uma das melhores comédias de todos os tempos. Estou falando de The IT Crowd, que chegou à sua quarta temporada.

Para quem não conhece, a série gira em torno da história dos três únicos funcionários do departamento de TI da Reynholm Industries, uma grande empresa de Londres. A equipe é formada pelos técnicos de informática Maurice Moss — interpretado pelo ator Richard Ayoade —, Roy Tenneman — interpretado pelo ator Chris O’Dowd — e por sua chefe, Jen Barber — interpretada pela atriz Katherine Parkinson —, que na verdade chegou ao departamento por acidente e não entende patavinas de informática. Juntos, eles passam por uma série de situações relacionadas não apenas ao ambiente do escritório onde convivem, mas também no cruel mundo de lá de fora.

The IT Crowd contém todos os elementos típicos de uma série de humor produzida pelos ingleses. Seus episódios, desta maneira, estão recheados de situações secas, irônicas e, até mesmo, pesadas. Este conjunto de ingredientes, devo confessar, me atrai bastante quando o assunto é comédia, e, honestamente, não ria tanto com um seriado desde a já extinta — e também britânica — Coupling, que muitos comparavam à Friends e Seinfeld, mas cujo teor continha muito mais elementos sexuais.

Veja abaixo um trecho do segundo episódio da primeira temporada, em que Moss está assistindo à uma propaganda no mínimo pitoresca na TV:

Falando em comparações, muitas pessoas por aí costumam comparar The IT Crowd à americana The Big Bang Theory, outra série muito famosa e conhecida.

Embora eu deva dizer que prefiro evitar comparações, já que ambas as séries são centradas no universo nerd e possuem elementos em comum — The IT Crowd é voltada às piadas tipicamente relacionadas à tecnologia da informação e The Big Bang Theory é voltada às piadas relacionadas ao mundo da ciência —, sou obrigado a admitir que todos temos nossos favoritos, e que, no meu caso, The IT Crowd é mesmo a vencedora. Mas e a sua opinião? Se quiser, deixe-a registrada abaixo!

E você? Qual destas séries prefere?

Mostrar os resultados

Loading ... Loading ...
29.05.2010
0
109

Lost, express 

O final de Lost no último dia 23 de maio certamente mobilizou muita gente.

Milhões de fãs ansiosos por saber o desfecho de seis temporadas inteiras de mistérios após mistérios certamente se acumlaram em frente a seus televisores, ávidos por respostas. Como muitas delas vieram — mas muitas outras não vieram — a série deve se tornar assunto de bar, ônibus, hora do almoço — e por aí afora — ainda durante muito tempo. Desta maneira, aqueles que nunca viram sequer um único episódio da série podem precisar ouvir muito a respeito dela. Para estas pessoas, o vídeo abaixo é um resumo perfeito. E em apenas 3 minutos.

Pode não ser o melhor resumo. Mas é muito criativo.

31.01.2010
2
460

Nurse Jackie: Segunda temporada a caminho!! 

RT @ligadoemserie: A 2a temporada de Nurse Jackie vem aí! http://migre.me/i5Ny // o @danielsantos vai gostar de saber

É. O @netocury tem mesmo razão. Vou mesmo gostar — ou melhor, já gostei — de saber. E segundo nota divulgada pelo Entertainment Weekly, a segunda temporada começa no próximo dia 22 de março, e, ao menos aparentemente, não deverá fugir à fórmula que fez com que eu sempre o tivesse na mais alta consideração: As situações inesperadas, mescladas com a dualidade de caráter de Jackie — ora santa, ora não —, e mais uma tonelada de humor negro regado com drama, farão, com 99% de certeza, com que um novo sucesso se concretize.

E falando em novidade, eis um teaser trailer que deixa qualquer fã da série sedento por mais:

Se você ainda não viu, está dormindo no ponto.

22.11.2009
0
238

No more Hameron? 

Que House é uma das melhores séries da paróquia, não vou discutir. O que eu nunca comentei por aqui é que eu sempre torci para que algo pudesse rolar entre o Dr. Gregory House — personagem do ator Hugh Laurie, que dá título à série — e a Dra. Alison Cameron — personagem de Jennifer Morrison —, possibilidade também desejada por muitos fãs da série mundo afora, e denominada por eles, carinhosamente, de hameron, numa mistura de nomes de ambos os personagens.

Eu sempre torci desta maneira porquê, desde os primeiros episódios e das primeiras temporadas do seriado que eu percebo que há uma química, algo muito forte, entre eles. Mas parece, para meu alarme, que todas as esperanças se neste sentido foram por completo, agora que o episódio Teamwork — o oitavo da sexta temporada do seriado — foi exibido, no último dia 16 de novembro. Não costumo escrever reviews dos episódios das séries que assisto, mas farei isso excepcionalmente desta vez.

Se você ainda não assistiu ao episódio, não continue lendo.

Continue lendo →

20.09.2009
5
200

“The limping Dr House has wrecked my knees” 

House

Hugh Laurie says he may be forced to quit his starring role in the hit TV medical drama House - because pretending to have a limp has given him real injuries.

Laurie, 50, said: ‘The show might last through to series seven, eight or nine but I don’t know if I will because I’m starting to lose my knees. It’s a lot of hip work. There are things going badly wrong. I need to do yoga.’ [via, destaques no texto por minha conta]

É algo realmente triste de se saber às vésperas da reestréia da série: De tanto mancar para entrar no personagem, o ator acabou começando a mancar na vida real também.

Embora o problema da ficção alimente o vício por vicodin — e outras substâncias e tratamentos —-, dando  margem à vários enredos ao longo de todas as temporadas de House, eu espero que os roteiristas da série — que, aliás,  na minha opinião, têm sabido conduzir as coisas muito bem até o momento — dêem um jeito nisso: Mancar é um toque legal, e dá charme ao personagem. Mas não tanto, a ponto de sacrificar o astro principal, e arriscar acabar com uma série de tanto sucesso, exibida em 66 países, de forma precoce.

31.08.2009
3
180

Nurse Jackie: Potencialmente viciante! 

Fiquei curioso ao me deparar, ontem, com um comentário do @rodrigomuniz sobre Nurse Jackie, atração do canal americano Showtime. Sem seriados para assistir enquanto estou aguardando a temporada derradeira de Lost, agendada para iniciar apenas em janeiro ou fevereiro de 2010, e ainda a quase um mês de distância das estréias das novas temporadas de Heroes e House — que estão marcadas para reiniciar em 21 de setembro —, tive esperanças de que esta pudesse ser a resposta que me saciasse enquanto fico na espera.

A verdade é que não me decepcionei.

Life's full of little pricks.

Life is full of little pricks.

Jackie Peyton, a Jackie que dá título ao programa e é vivida pela atriz Edie Falco, é definida pelo canal, em tradução livre, como “uma enfermeira com personalidade forte, tocando em frente uma louca rotina num hospital urbano, enquanto tenta fazer o mesmo com uma vida pessoal mais do que desafiadora“. Mas para conseguir fazer isso sem sentir fortes dores — “Como se chama uma enfermeira com dores nas costas? Desempregada!” , ela diz na abertura do episódio piloto, que vi — ela recorre ocasionalmente a drogas como oxicodona e Vicodin, a exemplo do Dr. Gregory House.

Jackie, que possui uma personalidade tão forte quanto a do médico chefe do setor de medicina diagnóstica do Princeton‑Plainsboro Teaching Hospital, trabalha no pronto-socorro do All Saints’ Hospital, de Nova Iorque, e lá não deixa que ninguém a faça de boba: Lidando diariamente com um sistema de saúde prestes a entrar em colapso, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que seus pacientes recebam os melhores cuidados possíveis, mesmo que isso inclua dar broncas em médicos, roubar dinheiro para ajudar uma mulher grávida, ou falsificar documentos. Quer ela esteja certa por fazer tais coisas ou não, esta é a versão dela de justiça.

O que posso dizer é que as diversas situações apresentadas me fizeram ficar realmente bem impressionado ao me deparar com um balanceamento bem dosado entre drama,comédia e humor negro. Aliás, a julgar pelo piloto e pelas reações da twittosfera, me arrisco a dizer que toda a série, que conta com 12 episódios de meia hora em sua primeira temporada, deve seguir o mesmo ritmo, o que promete ser excelente e potencialmente viciante.

Toca acrescentar mais uma em minha lista de favoritos.

28.06.2008
2
60

Fringe promete. Ah, se promete. 

A data mais esperada da paróquia é 26 de agosto de 2008.

Neste dia estréia oficialmente Fringe, a mais nova série do criador de Lost, J.J. Abrams, em produção pela Warner Brothers e pela Bad Robot. Ocorre que o episódio piloto da história — uma produção de aproximadamente US$ 10 milhões — vazou para a internet há alguns dias atrás, e vários internautas já puseram suas mãos nele, tendo o prazer de desfrutar de cerca de 1’20” de uma história pra lá de misteriosa. O que eu não sei é se esse vazamento foi intencional ou não.

De qualquer forma, graças a uma ajudinha do Otávio Cordeiro via Plurk, eu também pude assistir à premiere. E posso dizer, com todas as letras, que trata-se de uma das obras mais impressionantes que já vi nos últimos tempos. A sensação, ao terminar de acompanhar o episódio, foi de ansiedade por ter que esperar por mais aproximadamente 60 dias até continuar seguindo os acontecimentos.

Para mim, aliás, a melhor definição para os acontecimentos que ocorrem no primeiro episódio dá série é a dada pelo site Omelete:

Fringe começa com um episódio-piloto de duas horas e, de certa forma, homenageia Lost logo no comecinho. O início — a cena pré-créditos — se parece muito com os primeiros minutos da série dos ilhados. Temos um avião com sérios problemas, voando numa tempestade — e somos apresentados a alguns personagens dentro dele. Mas o problema aqui, acredite, é muito pior (e bem mais grotesco) que o dos sobreviventes do Oceanic 815.

O vôo 627 de Hamburgo a Boston será o estopim da primeira investigação que veremos dos agentes do FBI Olivia Warren e John Scott. Mas não pense que teremos a velha dinâmica Mulder & Scully aqui. A cena que apresenta os dois se passa num motel – e eles não estão ali para investigar um crime…

Não demora, porém, para que Olivia desponte como a verdadeira personagem principal do programa. Nas costas dela, pessoal e profissionalmente, estará a responsabilidade de desvendar o mistério do vôo. Essa obsessão a levará até o Iraque e de volta aos Estados Unidos, onde ela terá a ajuda de um cientista louco (literalmente) e se envolverá na chamada fringe science (ciência alternativa), que estuda, na descrição do próprio roteiro, “as fronteiras da possibilidade e além“. Isso significa que palavras como controle da mente, teletransporte, projeção astral, invisibilidade, mutações genéticas e reanimações estarão na pauta do seriado. Prato cheio para os fãs de Lost…

Após assistir ao episódio Piloto, fiquei realmente com uma ótima sensação. Existem elementos dignos de Lost no enredo, mas também se misturam a ele situações dignas do Arquivo X, de Além da Imaginação e, até mesmo, na minha visão, de Heroes. Isso tudo só fez com que eu me prendesse à tela de uma maneira como há muito tempo eu não fazia.

É certo que eu não sei o quanto o segundo ou terceiro episódios de Fringe serão capazes de manter o mesmo ritmo frenético de seu movimentado antecessor. Normalmente, aliás, quando analisam-se os episódios de todas as séries famosas por aí, vocês hão de concordar comigo que o que se percebe são episódios realmente bons misturados à episódios completamente desnecessários. É claro que isso é uma estratégia para postergar as revelações mais importantes para o final…

Meu veredito final: Se você ainda não viu, veja. Vale a pena cada minuto investido. E embora eu não vá descrever aqui spoilers, deixo algumas imagens que eu capturei da cópia de Fringe que estava assistindo há poucos instantes, só para provocar um pouco…

21.03.2008
3
85

Lost 4×04 

losts04e04repackhdtvxvid-0tvbyislifecorprmvb_000225099.jpg

Acabei de assistir a Lost S04E04, e isso só me fez querer desejar baixar logo o próximo da série. Assim como disse o Kadu, vou preferir me arriscar a ser acusado de receptação, porquê realmente o final que acabei de ver me deixou sem palavras, assim como tem acontecido com praticamente todos os episódios desta temporada!

15.02.2008
4
128

A greve acabou: Muito prejuízo, mas House vai voltar! 

strike-type2.jpgCom a falta de tempo total para postar novos artigos por aqui — e, na verdade, sequer para sentar na frente do computador — acabei não me atentando à divulgação de uma notícia maravilhosa: A greve dos roteiristas americanos acabou no último dia 12 de fevereiro!

Uma nota do jornal The Economist mostra o quanto estes profissionais deixaram de ganhar durante o tempo em que ficaram parados: A bagatela de US$ 260 milhões, sem contar o quanto deixaram de faturar outros profissionais do ramo, US$ 440 milhões.

Mas é claro que quem mais perdeu foram as emissoras. Os três meses de greve reduziram a audiência média em 21% e os prejuízos foram da ordem de US$ 733 milhões, considerados aí custos perdidos com produção de filmes e seriados. Setores indiretamente relacionados, como os de alimentação e aluguel de limosines perderam ainda mais, amargando US$ 1.3 bilhões.

E de onde veio a greve? Bem, começou porquê havia um descontentamento da categoria em não ter participação na venda e veiculação dos programas produzidos pelos estúdios via Internet, o que agora mudou, já que 2% da margem bruta obtida desta maneira será por direito dos roteiristas.

Notaram o poder de fogo dos roteiristas? Eles praticamente param toda a engrenagem. Com o sucesso que a internet deve se tornar no streaming de filmes, mesmo com a competição dos torrents da vida, me dá até vontade de me tornar um profissional destes. :)

O importante é que na prática o fim da greve significa que se, ao contrário deste que vos escreve, os roteiristas não sofrerem um bloqueio de escritor, a produção e gravação de novos episódios de todas as nossas séries favoritas logo logo estará normalizada. Entre as séries, a melhor de todas, House MD, deve ter de imediato mais quatro episódios gravados e a serem exibidos entre abril e maio próximos. A partir daí, tudo deve voltar ao normal, e não apenas a TV americana e o Universal Channel poderão finalmente parar com as reprises.

1 de 212