17.01.2010
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Não se assuste (mais) com URL rewriting 

Você já ouviu falar, algum dia, em URL rewriting?

O conceito é simples: Através do uso de um software apropriado, pode-se facilmente modificar a aparência de uma URL — ou, para ser o mais inteligível possível, pode-se fazer com que um endereço de internet digitado no navegador faça muito mais sentido para quem o está digitando do que normalmente poderia ser.

Vejamos: Qualquer site da web que seja dinâmico — este meu blog, por exemplo, utiliza uma ferramenta dinâmica de gerenciamento chamada WordPress — depende de que as URLs digitadas pelo usuário lhe digam o que deverá ser exibido. Considere por exemplo, uma das páginas de um site de loja de animais, cujo endereço é o seguinte:

http://www.pets.com/show_a_product.php?product_id=7

Há algumas coisas que se pode deduzir do endereço acima, como, por exemplo, o fato de que as informações de um determinado produto deverão ser exibidas — no caso, o produto 7. Mas o que mais podemos dizer sobre o produto? Trata-se de ração? Trata-se de um brinquedo para animais? Embora seja fácil chegar a conclusão de que é impossível afirmar qualquer coisa sobre o produto, é realmente impressionante a quantidade de pessoas que passam para seus amigos e familiares endereços neste formato, que são impossíveis de memorizar.

A função do URL rewriting é justamente transformar endereços de web como o do exemplo acima em algo deste tipo:

http://www.pets.com/parrots/norwegian-blue/

Muito mais inteligível.  Note que agora, antes de acessar o endereço, o usuário saberá que estamos falando de papagaios (“parrots”), e, mais especificamente, do papagaio norueguês azul. Além disso, adicionalmente à vantagem de ser um endereço mais fácil de memorizar e passar para quem quisermos, ao utilizarem-se de URL rewriting, os donos de sites na internet poderão ter suas páginas indexadas pelos sites de busca, como o Google, já que eles entendem os hífens como espaços, e os underscores ( _ ) do exemplo anterior são ignorados.

Há, no entanto, uma questão muito interessante sobre esta técnica: Ao mesmo tempo em que ela pode ser empregada para aumentar a usabilidade de um site na internet, a edição de um arquivo .htaccess — empregado no processo — pode também significar, de uma hora para a outra, o início de horas e horas de puro sofrimento. Assim sendo, é importante saber onde procurar exemplos e referências antes de tentar se aventurar neste mundo.

Recentemente, em meio a minhas idas e vindas entre o WordPress e o Posterous, precisei realizar algumas edições em um arquivo .htaccess. Como não é lá muito habitual de minha parte ficar mexendo com isso, recorri a uma famosa referência que existe bem à mão, para que a coisa fosse a mais indolor possível. Trata-se do Apache URL Rewriting Guide, que já me livrou de poucas e boas anteriormente.

Acontece que o guia em questão não está lá em uma linguagem das mais acessíveis, e pode assustar alguém que esteja desavisado. Ocorre que acabei encontrando, meio que sem querer, admito, uma outra referência, o URL Rewriting for Beginners, escrito já há alguns anos por uma caridosa alma, mas recheado de exemplos como os da loja de animais, que adaptei para este texto, e com dois grandes bonus: O primeiro um guia de consulta rápida sobre mod_rewrite, e o segundo, um guia sobre expressões regulares, sobre as quais é muito desejável que se tenha ao menos noções, antes de resolver se aventurar por aí.

Com as referências que encontrei — e que estou compartilhando aqui para que outras pessoas necessitadas possam encontrar um caminho — eu me sentirei muito mais tranquilo na hora em que precisar me arriscar por aí, e assim não terei que temer — tanto — os famigerados erros 500 do protocolo HTTP, que costumam aparecer quando fazemos uma curva errada no trajeto. Espero que a dica seja bastante útil.

09.06.2008
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O guia extra-oficial para plurkeiros 

Não há como negarmos que o Plurk está aos poucos tomando conta do gosto da blogosfera nacional. São cada dia mais usuários brasileiros se juntando às colunas do serviço, tudo em prol de compartilhar momentos divertidos com os amigos que estiverem online naquele instante.

Como se trata de um serviço novo, é natural que as dúvidas sejam inúmeras: Como é que eu uso o Plurk de maneira a obter dele o máximo de produtividade? — ou seria improdutividade?

Bem, seja como for, para ajudar aqueles que precisam, decidi começar a compilar uma lista de funcionalidades e respostas a respeito desta que é uma das invenções mais sensacionais dos últimos tempos. Mesmo quem ainda está relutante e não migrou de outras ferramentas — ou pelo menos duplicou o seu perfil pode acabar achando interessante.

Então, sem mais delongas, aqui está o meu guia extra-oficial para plurkeiros. Espero que gostem dele e me ajudem a enriquecê-lo com sugestões, uma vez que certamente este será um trabalho em constante atualização.

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