10.07.2010
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May the force be with you 

Às voltas com a decisão de comprar ou não um GPS para usar no carro, acabei encontrando meio que por acaso os vídeos abaixo, que retratam os bastidores das gravações das vozes de, nada mais, nada menos, que Darth Vader e Mestre Yoda para os navegadores TomTom. Além das vozes dos dois personagens, também está disponível a do robô C-3PO e estará, em breve, a de Han Solo.

Ah!! E se alguém por aí por acaso acha que se trata de uma brincadeira, pode ficar tranquilo: Não é não.

Genial!

10.06.2010
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Haja paciência com o “1 contra 100″ 

Não me levem a mal aqueles que não gostam do gênero, mas eu confesso que sou fanático por game shows.

Haja paciência, hein, Justus?

O último que caiu nas minhas graças foi o 1 contra 100game de perguntas e respostas exibido pelo SBT, em que uma única pessoa tenta derrotar 100 participantes de um painel, na esperança de levar pra casa, nada mais, nada menos, que um milhão de reais. Além de pessoas comuns como você e eu, muita gente famosa de diversos universos e mídias também participa do programa frequentemente — uma dessas participações, por exemplo, foi do Alexandre Inagaki, do blog Pensar Enlouquece.

Gosto — imagino eu, como milhares de pessoas — de ficar tantando responder às perguntas propostas, e isso me traz diversão suficiente para uma quarta-feira à noite. No entanto, por mais que eu goste da diversão, devo admitir que não consegui assistir todo o programa de ontem — em que o jogador Careca, que jogou muito tempo no São Paulo e foi da seleção brasileira, era uma das celebridades participantes em uma noite em que o tema do programa eram perguntas sobre — adivinhem — futebol, em alusão à Copa do Mundo deste ano.

O problema todo é que tem intervalo comercial demais no 1 contra 100.

A constante interrupção do programa por seu apresentador para ouvir mensagens dos patrocinadores — aliás, coincidência ou não, Roberto Justus é um famoso e bem-sucedido  publicitário — é irritante, e até mesmo, acredito eu, um desrespeito aos telespectadores. Ontem, por exemplo, durante a participação do Careca, após a primeira pergunta feita houve um intervalo “antes de sabermos a resposta correta para esta pergunta“. Cerca de cinco minutos, se não estou enganado.

Quando o programa voltou, e a segunda pergunta foi feita, veio a mesma ladainha: Outro intervalo, “antes de sabermos a resposta correta para esta pergunta“. Desta vez, sem brincadeira, uns oito minutos. Na terceira vez em que isso se repetiu — sim, na terceira pergunta, perdi a paciência e desliguei a televisão. Preferi, sim, ir dormir. Ora, sinceramente.

Entendo que o que mantém os programas de televisão e suas emissoras são os comerciais.  Mas as interrupções já foram menos frequentes, e mais curtas, e isso infelizmente vem mudando com o tempo. De algumas semanas pra cá passa-se mais tempo durante o horário do programa em intervalos comerciais do que às voltas com as perguntas e respostas que são o formato do game show.

Isso sem falar do longo tempo — quase interminável, mesmo — em que Justus fica apresentando os participantes do painel com as 100 pessoas, e conversando com cada uma delas. Isso também é interromper — ou melhor, nem começar o programa. Para mim, quando estas apresentações e intervalos comerciais se tornam constantes ou demorados demais — e permitem que eu, assim como vários telespectadores fiquem muito tempo zapeando em outros canais —, a audiência do programa é colocada em risco. Na prática, infelizmente, acredito que se esse padrão não mudar, logo logo haverá espectadores a menos. Bom, pelo menos, 1 a menos.

07.04.2010
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Eu não conhecia os Sorvetes Garoto 

No começo da semana passada eu pensei que pudesse ser a pessoa mais alienada do mundo. É que, ao resolver tomar um sorvete na hora do almoço, qual não foi o meu espanto quando vi, na minha frente, um sorvete Talento de Avelã? Para mim, o chocolate — que é, aliás, um dos meus favoritos — estava disponível somente em barras (ou tabletes).

O Talento de Avelã

Além do Talento de Avelã, descobri uma série de outros sorvetes produzidos a partir de chocolates Garoto, que, aliás, dispensam apresentação. Entre eles estão o Serenata de Amor — numa versão que se assemelha ao Troppo —, o Opereta e o Mundy Cream. Imediatamente, comecei a me perguntar quem estaria por trás de tais novas maravilhas.

Descobri com pouco esforço: Tratava-se da Sorvetes Garoto.

“Mas esperem um pouco!! A Garoto não faz sorvetes”.

Daí a sensação de alienação que mencionei no começo do texto. Por um minuto, pensei ser o único ser humano na face da Terra a não saber que a Garoto faz sorvetes. Mas meu senso de investigação me levou a descobrir que, na realidade, a Nestlé é quem está por trás da marca Sorvetes Garoto, que já existe, aliás, desde 2007: A empresa suíça adquiriu a brasileira em 2002, um fato que eu, até agora, desconhecia.

Mas se já faz tanto tempo, porquê é que os sorvetes da Garoto nunca tinham chegado ao meu conhecimento?

O problema é que eles eram vendidos somente no Espírito Santo — sede da Garoto —, e depois, ao longo do ano passado, foram expandidos também para locais que, embora consumam poucos sorvetes, como Recife, Fortaleza, Bahia e Goiânia, são os pontos fortes de mercado da marca. Somente agora, no começo de 2010, o estado de São Paulo começou a receber os sorvetes, o que, afinal, é uma ótima notícia para o paladar — embora talvez não seja muito para o bolso: Um Talento me custa, atualmente, R$ 3,70, quase o mesmo valor do chocolate em barra.

(baseado em informações de uma notícia de 14/10/2009, do jornal Valor Econômico)

24.01.2010
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Nexus One no Brasil 

Alguns podem achar, pela quantidade de comentários que eu tenho feito com relação ao Nexus One recentemente, que eu posso estar me entusiasmando além da conta — afinal, será que ele tem cacife para suceder ou competir a altura com o iPhone? Bom… Não vai dar pra saber, até colocar as mãos em um deles por conta própria.

Felizmente para mim e outros curiosos, segundo Alexandre Hohagen, diret or-geral do Google para a América Latina, o aparelho deve aterrissar em terras nacionais a partir do segundo semestre deste ano, estando disponível tanto em versão vinculada às operadoras, quanto desbloqueado. O motivo de ele não ter sido lançado por aqui logo em janeiro, aliás, foi o preço elevado dos planos de dados das operadoras brasileiras.

Enquanto ele não vem, segue uma propaganda do aparelho. Para mim, a quantidade de funcionalidades ainda prova o porquê pelo menos um pouco de entusiasmo deve ser sentido na espera pelo superphone, como está sendo chamado por seus criadores:

(via @GoogleDiscovery)

16.01.2010
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A máquina da felicidade 

Encontrei o vídeo abaixo meio que por acaso, enquanto surfava pelo YouTube a procura de outras coisas: Trata-se de uma iniciativa de marketing realizada pela Coca-Cola no campus de uma universidade americana, com base em seu slogan amplamente difundido durante o ano de 2009, “Abra a felicidade“, que tem relação com dividir os momentos mais simples da vida — como um almoço em família.

A ideia aqui, como se pode perceber, é dividir a felicidade com o corpo estudantil. E o mais legal é ficar acompanhando as reações das pessoas, as mais diversas possíveis, diante de uma situação tão, digamos, inusitada quanto essa. Deveras interessante, não acham?

03.04.2007
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Kwik-E-Marts de verdade? 

The Simpsons 7 ElevenApós 18 temporadas contínuas de um dos desenhos mais famosos e divertidos de todos os tempos, é impossível negar a fama da fictícia cadeia de lojas de conveniência Kwik-E-Mart — subsidiária da Nordyne Defense Dynamics —,  já que uma das filiais é operada pelo indiano Apu Nahasapeemapetilon e aparece em praticamente 90% dos desenhos de Os Simpsons.

Mas um movimento anunciado durante a semana passada está prestes a tirar as lojas apenas da ficção e da imaginação dos roteiristas, e transformá-las em lojas de verdade: Coordenadas com o lançamento do The Simpsons Movie — amplamente anunciado aqui no Brasil durante a programação da Fox e com estréia prevista para 27 de julho deste ano —, onze lojas da rede de conveniência 7-Eleven devem se tornar Kwik-E-Marts reais, inclusive com a realização de reformas nas fachadas para que lembrem a loja do desenho animado.

Para os fãs de plantão, a novidade só não é melhor porquê não há ainda um acordo oficial entre a cadeia de lojas internacional e os estúdios da Fox. Tudo o que foi visto se trata de material produzido pelo departamento de marketing da franquia, direcionado a uma audiência interna: Desta forma, não se pode ainda confirmar onde ou quando as lojas começarão a mudar, e se começarão. De qualquer forma, não custa se imaginar comprando a cerveja Duff, o refrigerante Buzz Cola ou o cereal KrustyO’s, não é mesmo?

08.07.2006
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Choques 

Um amigo meu me mandou por e-mail algumas fotos de outdoors que foram fotografados enquanto alguém viajava pela rodovia que vai até Salinas, em Minas Gerais no Pará (obrigado pela correção, Mário).

Interessantes e bem-humorados, estes outdoors contêm frases que fazem alusão ao perigo que representa dirigir embriagado, e, para mim, representam a mais pura verdade, ainda que acabem transmitindo uma mensagem tão séria quanto esta de forma leve e descontraída, como se pode ver:

Outdoor a caminho de Salinas (MG) Outdoor a caminho de Salinas (MG)

Outdoor a caminho de Salinas (MG) Outdoor a caminho de Salinas (MG)

Mas, quer seja realmente efetivo contra a bebida ou não, o bom humor não é a única arma disponível quando se deseja realmente deixar claros os riscos da bebida ao volante. Idéia da Insurance Corporation of British Columbia, uma companhia de seguros automotivos canadense, três anúncios que estão sendo veiculados na programação televisiva daquele país desde o último dia 26 de junho estão causando choque entre seus habitantes. Um deles é este:

Em outro dos anúncios, um pedestre é atropelado por um motorista embriagado enquanto um homem pondera com o telespectador quando é que as pessoas vão tomar consciência de que beber e dirigir é errado.

O último dos comerciais, igualmente chocante, mostra que beber e dirigir pode realmente ferir alguém que você ama, pricipalmente quando esse alguém acaba sendo arremessado contra o pára-brisa do seu próprio carro.

Mas fica uma questão que quero debater com vocês: Qual das duas abordagens será mais eficiente? Ou será que na guerra contra a direção alcoolizada, tal como no amor e na guerra, vale de tudo? Vocês me digam, por favor…

29.08.2005
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Discórdia Adesiva 

Por mais que incomodem um grupo distinto de usuários, eles estão por toda parte, e já há um bom tempo. Para os fabricantes de computadores, equipamentos e componentes, acabam agindo como uma espécie de propaganda barata de seus produtos. A maior montadora e revendedora de computadores do mundo, a Dell, fundada em 1984, chegou até a pagar pela licença de colar em seus computadores alguns deles. Estou falando de adesivos. Os adesivos podem ter as mais diversas mensagens, e têm inscrições que variam desde o famoso Intel Inside, até Projetado para uso no Windows XP. O fato é que eu, particularmente, nunca me incomodei com eles. Há até um adesivo desses no meu gabinete, que diz Powered by Asus.

Quem reclama, o faz por razões que considera óbvias. Os adesivos perdem a cor com o tempo, racham, descolam e — nesse caso, quando acontece — deixam uma marca grudenta que precisa muitas vezes ser removida com solvente. Um contratempo que deixa muita gente furiosa. Mas a própria Dell também tem seus motivos para reclamar, e eles não têm nada a ver com remover resíduos de cola de gabinetes e periféricos.

A empresa, que leva o nome de seu fundador, Michael Dell, é dona de um tempo de montagem de equipamentos que impressiona o mais desinteressado dos mortais. A montagem de um computador, de seu início ao final, chega a levar apenas quatro minutos. Tempo suficiente para que, de acordo com a empresa, a colagem de adesivos que contêm propagandas dos fabricantes e hologramas de segurança, o que leva apenas 30 segundos, se torne um gargalo de produção.

Por isso eles estão cansados dos adesivos. E devem tentar de tudo para removê-los de seus produtos, produzindo mais equipamentos em menos tempo. A notícia que li dá conta de que as discussões para que isso aconteça já estão acontecendo. Quanto essa medida vai garantir a continuidade do crescimento dos lucros da empresa — que apresentaram queda recente, espantando especialistas da Wall Street —, não se sabe. Mas acredito que, se eles condenam os adesivos, devem saber do que estão falando. Há 21 anos seu modelo é um sucesso, e acho que a coisa tem tudo pra continuar assim.

11.07.2005
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É Hora dos Patrocinadores! 

Desde hoje, no final da tarde, incorporei ao layout do site alguns anúncios do Google, que na verdade são baseados na tecnologia Adsense. São pequenos anúncios de texto, similares ao já encontrados em muitos sites e blogs por aí afora, e que eu acredito que não serão problema para os visitantes que sempre vêm à esta minha casa na web.

A finalidade é apenas uma: Enquanto me alimento do vício de publicar posts no blog, os anúncios podem me ajudar a financiar a hospedagem, ainda que rendam poucos centavos por clique, e mais um pouquinho de nada pela exibição. Na verdade, eu já conhecia o Adsense de outros carnavais, mas foi mesmo graças ao Marmota que eu acabei resolvendo me arriscar definitivamente. Espero que a coisa funcione…