Nexus One no Brasil
Alguns podem achar, pela quantidade de comentários que eu tenho feito com relação ao Nexus One recentemente, que eu posso estar me entusiasmando além da conta — afinal, será que ele tem cacife para suceder ou competir a altura com o iPhone? Bom… Não vai dar pra saber, até colocar as mãos em um deles por conta própria.
Felizmente para mim e outros curiosos, segundo Alexandre Hohagen, diret or-geral do Google para a América Latina, o aparelho deve aterrissar em terras nacionais a partir do segundo semestre deste ano, estando disponível tanto em versão vinculada às operadoras, quanto desbloqueado. O motivo de ele não ter sido lançado por aqui logo em janeiro, aliás, foi o preço elevado dos planos de dados das operadoras brasileiras.
Enquanto ele não vem, segue uma propaganda do aparelho. Para mim, a quantidade de funcionalidades ainda prova o porquê pelo menos um pouco de entusiasmo deve ser sentido na espera pelo superphone, como está sendo chamado por seus criadores:
(via @GoogleDiscovery)
A máquina da felicidade
Encontrei o vídeo abaixo meio que por acaso, enquanto surfava pelo YouTube a procura de outras coisas: Trata-se de uma iniciativa de marketing realizada pela Coca-Cola no campus de uma universidade americana, com base em seu slogan amplamente difundido durante o ano de 2009, “Abra a felicidade“, que tem relação com dividir os momentos mais simples da vida — como um almoço em família.
A ideia aqui, como se pode perceber, é dividir a felicidade com o corpo estudantil. E o mais legal é ficar acompanhando as reações das pessoas, as mais diversas possíveis, diante de uma situação tão, digamos, inusitada quanto essa. Deveras interessante, não acham?
Kwik-E-Marts de verdade?
Após 18 temporadas contínuas de um dos desenhos mais famosos e divertidos de todos os tempos, é impossível negar a fama da fictícia cadeia de lojas de conveniência Kwik-E-Mart — subsidiária da Nordyne Defense Dynamics —, já que uma das filiais é operada pelo indiano Apu Nahasapeemapetilon e aparece em praticamente 90% dos desenhos de Os Simpsons.
Mas um movimento anunciado durante a semana passada está prestes a tirar as lojas apenas da ficção e da imaginação dos roteiristas, e transformá-las em lojas de verdade: Coordenadas com o lançamento do The Simpsons Movie — amplamente anunciado aqui no Brasil durante a programação da Fox e com estréia prevista para 27 de julho deste ano —, onze lojas da rede de conveniência 7-Eleven devem se tornar Kwik-E-Marts reais, inclusive com a realização de reformas nas fachadas para que lembrem a loja do desenho animado.
Para os fãs de plantão, a novidade só não é melhor porquê não há ainda um acordo oficial entre a cadeia de lojas internacional e os estúdios da Fox. Tudo o que foi visto se trata de material produzido pelo departamento de marketing da franquia, direcionado a uma audiência interna: Desta forma, não se pode ainda confirmar onde ou quando as lojas começarão a mudar, e se começarão. De qualquer forma, não custa se imaginar comprando a cerveja Duff, o refrigerante Buzz Cola ou o cereal KrustyO’s, não é mesmo?
Choques
Um amigo meu me mandou por e-mail algumas fotos de outdoors que foram fotografados enquanto alguém viajava pela rodovia que vai até Salinas, em Minas Gerais no Pará (obrigado pela correção, Mário).
Interessantes e bem-humorados, estes outdoors contêm frases que fazem alusão ao perigo que representa dirigir embriagado, e, para mim, representam a mais pura verdade, ainda que acabem transmitindo uma mensagem tão séria quanto esta de forma leve e descontraída, como se pode ver:
Mas, quer seja realmente efetivo contra a bebida ou não, o bom humor não é a única arma disponível quando se deseja realmente deixar claros os riscos da bebida ao volante. Idéia da Insurance Corporation of British Columbia, uma companhia de seguros automotivos canadense, três anúncios que estão sendo veiculados na programação televisiva daquele país desde o último dia 26 de junho estão causando choque entre seus habitantes. Um deles é este:
Em outro dos anúncios, um pedestre é atropelado por um motorista embriagado enquanto um homem pondera com o telespectador quando é que as pessoas vão tomar consciência de que beber e dirigir é errado.
O último dos comerciais, igualmente chocante, mostra que beber e dirigir pode realmente ferir alguém que você ama, pricipalmente quando esse alguém acaba sendo arremessado contra o pára-brisa do seu próprio carro.
Mas fica uma questão que quero debater com vocês: Qual das duas abordagens será mais eficiente? Ou será que na guerra contra a direção alcoolizada, tal como no amor e na guerra, vale de tudo? Vocês me digam, por favor…
Discórdia Adesiva
Por mais que incomodem um grupo distinto de usuários, eles estão por toda parte, e já há um bom tempo. Para os fabricantes de computadores, equipamentos e componentes, acabam agindo como uma espécie de propaganda barata de seus produtos. A maior montadora e revendedora de computadores do mundo, a Dell, fundada em 1984, chegou até a pagar pela licença de colar em seus computadores alguns deles. Estou falando de adesivos. Os adesivos podem ter as mais diversas mensagens, e têm inscrições que variam desde o famoso Intel Inside, até Projetado para uso no Windows XP. O fato é que eu, particularmente, nunca me incomodei com eles. Há até um adesivo desses no meu gabinete, que diz Powered by Asus.
Quem reclama, o faz por razões que considera óbvias. Os adesivos perdem a cor com o tempo, racham, descolam e — nesse caso, quando acontece — deixam uma marca grudenta que precisa muitas vezes ser removida com solvente. Um contratempo que deixa muita gente furiosa. Mas a própria Dell também tem seus motivos para reclamar, e eles não têm nada a ver com remover resíduos de cola de gabinetes e periféricos.
A empresa, que leva o nome de seu fundador, Michael Dell, é dona de um tempo de montagem de equipamentos que impressiona o mais desinteressado dos mortais. A montagem de um computador, de seu início ao final, chega a levar apenas quatro minutos. Tempo suficiente para que, de acordo com a empresa, a colagem de adesivos que contêm propagandas dos fabricantes e hologramas de segurança, o que leva apenas 30 segundos, se torne um gargalo de produção.
Por isso eles estão cansados dos adesivos. E devem tentar de tudo para removê-los de seus produtos, produzindo mais equipamentos em menos tempo. A notícia que li dá conta de que as discussões para que isso aconteça já estão acontecendo. Quanto essa medida vai garantir a continuidade do crescimento dos lucros da empresa — que apresentaram queda recente, espantando especialistas da Wall Street —, não se sabe. Mas acredito que, se eles condenam os adesivos, devem saber do que estão falando. Há 21 anos seu modelo é um sucesso, e acho que a coisa tem tudo pra continuar assim.
É Hora dos Patrocinadores!
Desde hoje, no final da tarde, incorporei ao layout do site alguns anúncios do Google, que na verdade são baseados na tecnologia Adsense. São pequenos anúncios de texto, similares ao já encontrados em muitos sites e blogs por aí afora, e que eu acredito que não serão problema para os visitantes que sempre vêm à esta minha casa na web.
A finalidade é apenas uma: Enquanto me alimento do vício de publicar posts no blog, os anúncios podem me ajudar a financiar a hospedagem, ainda que rendam poucos centavos por clique, e mais um pouquinho de nada pela exibição. Na verdade, eu já conhecia o Adsense de outros carnavais, mas foi mesmo graças ao Marmota que eu acabei resolvendo me arriscar definitivamente. Espero que a coisa funcione…















