12.04.2009
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Adieu, Tweetbacks: Olá, Chat Catcher! 

ccbblQuem me acompanha mais de perto sabe que eu venho tentando, através de plugins para o WordPress, integrar tweetbacks ao blog. Minha insistência se baseia no fato de que, caso eu venha a escrever algo interessante ou minimamente útil, essa informação será comentada por uma ou mais pessoas através do Twitter, e eu gostaria de saber a respeito. Neste aspecto, ocorre que a integração através do plugin Tweetback realmente funciona para a maioria dos serviços de URL shortening, mas falha gravemente quando alguém faz uso do migre.me, site que é cada dia mais popular entre os usuários de microblogging brasileiros.

Tal mau funcionamento recentemente me levou há alguns dias a pedir ajuda não apenas ao desenvolvedor do plugin, mas também ao desenvolvedor do serviço brasileiro. Depois de esperar por um tempo razoável sem que houvesse qualquer resposta — fato que eu honestamente compreendo perfeitamente, pois imagino que ambos estejam tão ocupados quanto eu, com seus afazeres profissionais —, resolvi voltar à batalha, buscando qualquer alternativa que me fizesse obter um maior grau de êxito com minha vontade. Foi quando esbarrei sem querer com um artigo de Ari Herzog, especialista em mídias sociais que contribui para o site americano Mashable,  onde ele descreve a forma que ele próprio utiliza para incluir citações a seus artigos em seu blog. Trata-se de um serviço chamado Chat Catcher, criado pelo programador norte-americano Shannon Whitley e introduzido no começo deste ano em um artigo de seu blog pessoal.

O título do artigo de Ari Herzog realmente diz tudo: O Chat Catcher é mesmo mais inclusivo do que os tweetbacks, uma vez que inclui em suas buscas não apenas as citações realizadas através do Twitter, mas também aquelas que estiverem dando sopa em serviços como o FriendFeed e o Identi.ca. Basta que um artigo do seu blog apareça em um destes serviços e pronto: Uma referência a ele se tornará um trackback — ou um comentário comum, se você assim preferir, postado de volta no blog original. Entre as vantagens do Chat Catcher está o fato de que ele funciona com qualquer plataforma de blog que suporte trackbacks, e, mesmo quando isso não é possível, são oferecidas alternativas de integração scriptless. Há também um plugin para WordPress, que eu já instalei e testei aqui no blog.

Integração entre o Chat Catcher e o migre.me

Uma vez realizada a instalação, o procedimento é realmente muito simples: Na verdade, a única coisa realmente necessária é ir até as opções da página do plugin e clicar o botão Register this blog. Opcionalmente você pode listar usuários que deseja excluir das pesquisas — como o seu próprio usuário do Twitter, ou algum engraçadinho que esteja lhe mandando spam — e escolher se deseja tornar cada citação a um artigo seu um trackback ou comentário comum. Uma opção que eu não poderia deixar de mencionar é a possibilidade de moderar as citações antes que apareçam no corpo do blog.

Para concluir, é importante dizer que minha decisão final por adotar o Chat Catcher e abandonar o plugin anterior se baseia no fato de que o serviço cumpre o que promete: Lidar com qualquer serviço de URL shortening, resgatando citações custe o que custar. Neste aspecto, como ilustra a figura que se encontra neste artigo, até mesmo uma citação que eu mesmo fiz através do migre.me foi competentemente capturada. E isso, meus amigos, finalmente põe fim à esta novela.

07.03.2009
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Tentando fazer Tweetbacks e migre.me se darem bem 

Até hoje eu não podia chegar a dizer que possuo um compactador de URLs favorito. De qualquer maneira, reconheço que este tipo de serviço é extremamente necessário nos tempos atuais, principalmente para qualquer um que se encontre às voltas com a arte do microblogging, sobretudo o Twitter.

Tenho acompanhado a crescente utilização, pelos blogueiros brasileiros, de um compactador de URL 100% nacional. Trata-se do migre.me, que não apenas reduz os endereços para que caibam junto às mensagens de 140 caracteres típicas dos serviços de microblogging, mas também atua como uma espécie de Digg brasileiro, computando URLs, vídeos e fotos populares no Twitter, o que eu acho simplesmente genial.

No entanto, é justamente o migre.me que vem me tirando o sono há alguns dias, tudo porquê, usuário do plugin Tweetback para WordPress como me declarei recentemente, estive às voltas com tentativas de ajustar o código PHP do autor para fazer com que eventuais citações a meus artigos através do serviço brasileiro também aparecessem por aqui, entre os últimos comentários.

Minha batalha começou quando, recentemente, percebi que o migre.me já possui uma API. É verdade que dá um pouco mais de trabalho mexer com ela pra obter as URLs compactadas, já que é preciso ler um arquivo XML para que a mágica aconteça, mas nada de outro mundo.

No arquivo principal do plugin para WordPress que eu estou usando para exibir os Tweetbacks aqui no blog — tweetback.php — há uma função chamada fh_tweetback_getshorturl, que é, como o nome diz, responsável por obter as URLs compactadas de serviços como o tinyurl, bit.ly e outros. Foi lá onde eu acrescentei algumas coisas por conta própria para fazer com que também as URLs compactadas pelo migre.me fossem levadas em conta na hora de verificar se houve citações do Twitter por aqui.

A função em si ficou assim — notem que todos os comentários em inglês do autor do plugin foram mantidos… eu só acrescentei mesmo a parte do migre.me:

  function fh_tweetback_getshorturl($permalink,$provider='tinyurl.com') {
  $permalink = urlencode($permalink);
  //http://blog.cli.gs/news/analysis-of-linking-patterns-on-twitter-cligs-scores-well
  switch($provider) {
  case 'tinyurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://tinyurl.com/api-create.php?url='.$permalink);
  case 'is.gd':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'bit.ly':
  return fh_tweetback_curl('http://bit.ly/api?url='.$permalink);
  case 'twiturl.de':
  return fh_tweetback_curl('http://api.twiturl.de/friends.php?output=txt&new_url='.$permalink);
  case 'migre.me':
  $xml = simplexml_load_file('http://migre.me/api.xml?url='.$permalink);
  return (string)$xml->migre;
  /* blearg, I really dont feel like all that signupapikeystuffpostcomplicated, what the hell.
  * Maybe I'll have more motivation later on to register or do post mechanism, for now on
  * its just like that. tinyurl ftw! :)
  * (and yes, I understand why registration and keys can make sense. however, I am still too lazy for that.)
  case 'twurl.nl':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'snipurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);
  case 'snurl.com':
  return fh_tweetback_curl('http://is.gd/api.php?longurl='.$permalink);*/
  default:
  return false;
  }
  return false;
  }

Pois bem: Devo dizer que, antes de partir para a alteração do código do plugin, fiz um teste em arquivo PHP separado para verificar se a obtenção de URLs aqui do blog compactadas pelo migre.me estava funcional, inclusive levando em conta que elas devem ser tratadas pela função PHP urlencode.

Os testes funcionaram perfeitamente. Uma maravilha, mesmo. No entanto, depois de começar a postar uma série de testes a partir do TweetDeck, percebi que os tweetbacks ora aparecem, ora não aparecem no blog. E, sinceramente, estou numa dúvida violenta entre se tratar de um problema no plugin, ou algo que eu esteja fazendo errado com a própria API do migre.me.

A impressão que tenho é que eu quase cheguei lá, mas alguma coisa ainda parece precisar de ajustes. Como entendo um pouquinho de PHP mas no momento estou mais pra weekend programmer do que qualquer outra coisa, enviei o link deste texto para o desenvolvedor do migre.me, na esperança de que ele possa me apontar algum problema — caso aplicável. Também enviei um e-mail ao desenvolvedor do plugin Tweetback, Florian Holzhauer, asking for his advice:

Hi there, Florian!

My name is Daniel Santos, and I’m a Brazilian WordPress user. I came across your e-mail address thanks to your excellent Tweetback plugin for WordPress, which not only I’ve been using in my own blog, but also have been trying to extend.

Let me explain: A lot of Brazilian users have been exchanging abroad URL shorteners like http://tinyurl.com or http://bit.ly for http://migre.me, which is a 100% Brazilian-made URL shortener. Developers from http://migre.me have recently deployed an XML-based API (http://migre.me/blog/api-gerador-de-urls/) that can be used to retrieve shortened URLs to be used as one best fits.

After implementing some code using your PHP plugin file as a reference, I created a variation of it (which I’m sending you, attached to this message). Simple enough, I have added some lines of code to your fh_tweetback_getshorturl function, retrieving a XML file and getting one attibute out of it. Besides, I added http://migre.me to the Admin Panel backend, exactly as I noticed you yourself did with the other services your plugin works with.

Unfortunately, there IS a problem, as shortened URLs created by http://migre.me sometimes appear listed in my post’s comments, sometimes not. Fact is, I don’t know, out of three possible situations, which is actually happening:

(1) my changes to your code were not enough — or are possibly wrong;
(2) the problem might be located in my misuse of http://migre.me API itself.
(3) my PHP skill sucks (LOL)

As #3 is currently impossible to solve and I have contacted http://migre.me developers for help, I’m asking you to please help me figure out if the problem could be with the plugin itself.

Hoping that you will answer me as soon as possible, I would like to thank you in advance, and possibly expect my contribution to your plugin to be useful – as I think several Brazilian tweetbackers will find.

Best regards,

Daniel Santos

http://danielsantos.org/

No entanto, este meu artigo é também um pedido de ajuda pra quem mais quiser se habilitar a fazer a coisa funcionar. Uma vez que a popularidade do migre.me aumenta cada dia mais entre os internautas e blogueiros brazucas, penso que a integração com o plugin para WordPress seja uma ótima pedida.

Ah, é claro: A minha modificação do plugin pode ser visualizada através deste link.

14.02.2009
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Aderindo aos Tweetbacks 

Qualquer um que já tenha escrito pelo menos meia dúzia de artigos em um blog sabe o que é  — ou, pelo menos, já ouviu falar de — um linkback: Também popularmente conhecido como pingback ou trackback, trata-se de um mecanismo que notifica um autor, em seu próprio blog, todas as vezes em que outras pessoas fazem menção a um ou mais artigos seus em outro endereço da Grande Rede de Computadores.

Exemplos de tweetback por aqui

Exemplos de tweetback por aqui

Pois bem: Depois de haver recentemente instalado e saudado com entusiasmo o TweetDeck, me dei conta de alguns links interessantes que mencionavam alguns artigos que eu havia escrito por aqui recentemente. Minha conclusão óbvia é de que, assim como alguns blogueiros têm evoluído para formas aleatórias de microblogging, as pessoas têm usado também seus serviços de microblogging — sobretudo o Twitter como forma de linkback. Esse novo tipo de link, chamado tweetback, foi na verdade introduzido no começo deste ano por Rachel Cunliffe, em seu post  10 Ways Twitter Will Change Blog Design in 2009, publicado no site Mashable:

Bloggers will start to add “Tweetbacks” to their blog posts. The simplest version will show the number of people who have tweeted this post (including all reverse engineered tinyurls). Tweetbacks are not yet available.

Options will include:

  • Showing what tweeters are saying about the post
  • Replies to those tweets from others
  • Showing who is tweeting the post
  • Showing the tweeters’ avatars
  • Ordering tweeters by Twitter influence
  • Mixing tweets in with comments, rather than displaying them separately

Imaginei logo que eu deveria aderir a algum tipo de integração dos assim chamados tweetbacks com o meu próprio blog: Minha motivação foi realmente o fato de acreditar que as pessoas efetivamente têm passado menos tempo visitando e comentando posts dos blogs, e que têm dado preferência ao Twitter, para tanto. Depois de procurar um pouco por aí, acabei fazendo algumas experiências e me decidi com relação ao plugin Tweetback, escrito por Florian Holzhauer.

De maneira resumida, ele é capaz de varrer o Twitter em busca de links que apontem para os artigos do blog, mesmo que eles estejam ocultos por serviços de URL shortening — atualmente, aliás, são suportados, além do tinyurlpadrão —,  o is.gd e o bit.ly, sendo que o autor já prometeu suportes adicionais em breve. Uma vez encontrados estes links, eles são transformados em tweetbacks, e publicados no blog acompanhados dos avatares de seus autores, no Twitter.

Opções do plugin

Opções do plugin

Para não dizer que a instalação foi totalmente plug and play, a única coisa que resolvi fazer foi uma edição no arquivo PHP fonte, apenas para aumentar o tamanho do avatar padrão, para que ele coincidisse com o tamanho que venho usando no blog.

Seja como for, o importante é saber que qualquer comentário ou reação aos meus artigos que venha via Twitter agora passará a ser capturados por aqui — figurando na barra lateral, junto aos comentários feitos direto no blog —-, o que me permitirá ter uma idéia melhor das reações com relação ao que eu escrevo. Espero ter boas surpresas… :)

15.11.2008
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Infinite Scrolling: Adeus, links de navegação! 

Uma das principais ferramentas de um site movido a WordPress são seus links de navegação. Afinal de contas, um visitante pode utilizá-los — entre outros mecanismos, é claro — para ter acesso a outros artigos escritos por você, quer ele navegue artigo por artigo, ou página por página.

Mesmo reconhecendo a importância de fornecer ao visitante recursos para que possa navegar tranquilamente pelo conteúdo aqui do blog, reparei, apenas recentemente, que o tema que venho usando atualmente por aqui não possuía essa navegação embutida. Assim que reparei nesse problema, pensei imediatamente não em criá-los no rodapé, mas sim, em fazer uso do excelente plugin WP-PageNavi, que, no caso do modelo de índice do blog, cria um estilo de navegação de páginas similar aos dos resultados de busca do Google, e que eu já adaptei a vários temas que usei por aqui no passado.

Antes de seguir adiante com a implementação, no entanto, considerei as mudanças que apliquei por aqui recentemente, com a finalidade de mesclar blog, microblogs e tumblelog. Mais do que paginar o conteúdo, não me agradou a idéia de, me colocando no lugar de um visitante que desse as caras por aqui, encontrar uma página principal listando os 10 últimos posts e estes posts serem todos referentes, por exemplo, a atualizações de microblogs. Ou seja, nada de artigos do blog, propriamente falando.

Imediatamente eu pensei que uma das maneiras de amenizar esta situação seria garantir que, entre os artigos listados na página principal, estivessem, além das atualizações relacionadas ao meu lifestream, também os últimos 10 artigos do blog. Na prática, seria como imaginar que o número de artigos que um visitante encontraria ao chegar à minha página principal seria não 10, mas sempre pelo menos 10. O problema foi que, ao procurar por meios de implementar mais este comportamento por aqui, dei com os burros n’água.

Com isso, quero dizer que o WordPress não possui uma forma padrão — não, pelo menos, que eu tenha conseguido descobrir após escavações demoradas nos fóruns e sites de suporte — para listar os últimos x artigos do blog, desde se garanta que entre estes artigos estarão, por exemplo, 10 artigos de uma categoria pré-especificada, qualquer que ela seja.

Filosofia do Infinite Scroll

Filosofia do Infinite Scroll

Estava quase desistindo da parada quando, ainda em meio às minhas buscas, me deparei com o conceito de infinite scrolling. Este conceito, que, pelo que vi também recebe nomes como autopagerize ou unpaginate, na verdade se resume a garantir que o conteúdo da próxima página web — ou, na verdade, de uma ou mais páginas web subseqüentes — àquela que o usuário está atualmente visitando seja pré-obtido e acrescentado à própria página atual automaticamente, sem que ele sequer se dê conta disso.

Seria como se, na prática, pudéssemos ler todo o conteúdo de um livro como se ele coubesse em uma única página, que seria gigantesca e estaria passando sempre diante dos nossos olhos, como em um rolo de pergaminho que fosse sendo desenrolado à medida em que a leitura progredisse.

No Swurl — mais um dos agregadores de redes sociais que, como o FriendFeed, existem por aí, e onde , aliás, eu também cheguei a criar uma conta —, a filosofia do infinite scrolling está em prática, o que implica no fato de que uma pessoa, por mais que navegue em uma página de usuário do serviço, nunca chegue ao final — ou ao rodapé — da página.

No fundo, aplicar este conceito num blog implica que, por mais que links de navegação sejam legais e importantes, eles se tornam obsoletos, e até mesmo desnecessários, pelo menos no que diz respeito à navegação na página principal do site.

Infinite Scrolling em ação por aqui

Infinite Scrolling em ação por aqui

Pois bem. Eu resolvi dar também este passo por aqui e instalei, a partir da própria página onde li a respeito do conceito de Infinite Scrolling, um plugin para WordPress que eles têm disponível. Neste momento, aliás, este plugin está ativo para qualquer visitante deste humilde blog, e, ao chegar ao rodapé da página principal, deve exibir uma simpática mensagem — um momento, por favor — para alertar o visitante de que mais artigos estão sendo carregados.

Ou seja, o período de testes está aberto. Por favor me dêem feedback caso achem necessário, para que eu possa saber como tudo está indo. E, caso não haja maiores problemas, será sinal de que poderei declarar, realmente, o fim dos links de navegação na página principal do Back-up Brain.

05.07.2008
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Plurkolate: Finalmente, Plurk + WordPress! 

Plurkolate em ação aqui na barra lateral do blogEis que há uns 10 dias atrás eu encontrei por acaso uma mensagem no plurk criada pelo americano Eric Nakagawa. Eric, mais um fã do sucessor do Twitter, dizia mensagem que havia acabado de alterar seu blog — hospedado no site pessoal — para que passasse a exibir seus plurk updates por lá. Quando resolvi dar uma olhada, me deparei com uma interface muito bonita, reproduzindo os qualificadores do Plurk exatamente como aparecem no site original, e com um diferencial: abaixo de cada plurk, todas as suas respostas endentadas.

No mesmo plurk, Eric revelava que a mágica combinava as linguagens XML e PHP. E mais, anunciou que em breve disponibilizaria o código depois que aplicasse nele uma bela limpeza, e que seria possível reproduzir com ele praticamente tudo o que o widget do Plurk faz, além de, justamente, endentar os comentários.

Confesso que nestes últimos 10 dias passei a fazer visitas freqüentes ao site de Eric Nakagawa. A ansiedade por ver algo que eventualmente respondesse a todos os meus pedidos em relação ao Plurk finalmente se materializando pelas mãos de algum programador talentoso mal me deixou dormir. Finalmente, nesta sexta-feira, o grandioso anúncio, feito, é claro, através do Plurk: Estava criado o Plurkolate, o plugin para WordPress que trás para a melhor ferramenta de edição de blogs todas as funções essenciais da melhor ferramenta de microblogging do universo.

Não preciso nem dizer que instalei a novidade por aqui imediatamente, ávido por conseguir o mesmo resultado do Eric na minha barra lateral. No entanto, esbarrei em um problema: Os qualificadores estavam ficando todos cinza ao invés de coloridos, o que, pensei imediatamente, tira um pouco da mágica da coisa.

Assim sendo, resolvi tirar um pouco da poeira dos meus conhecimentos de PHP e meti as caras no código do plugin. Descobri que o problema estava acontecendo porquê a rotina estava tratando o CSS apenas para os qualificadores em inglês. Tratei de arregaçar as mangas e, como eu já havia me arriscado criando um precursor do plugin booBox para WordPress para o Marco Gomes, alterei algumas coisinhas do Plurkolate aqui, outras ali, procurando chegar a uma versão em que fosse possível especificar que qualificadores usar no lugar dos originais em inglês.

Como resolvi usar meu próprio blog como laboratório, depois de algum tempo percebi que havia funcionado. Em resumo, na versão que criei, meio que no quick and dirty, dá pra traduzir os qualificadores, e o resultado é esse que está aí na barra lateral. Bonito, não é?

Como o Eric Nakagawa é um cara bacana, ele sugere na própria página do Plurkolate que sejam enviadas sugestões de melhoria. Assim, tratei de enviar-lhe um e-mail, que reproduzo abaixo, com o arquivo que contém o plugin alterado:

Hail, Eric.

Greetings from Brazil!

My name is Daniel Santos, I’m a brazilian blogger, running http://danielsantos.org, and, as you, I am also a plurk enthusiast.

First of all, I need to admit that I ran into your website (http://ericnakagawa.com/) by accident, all because of this plurk (http://www.plurk.com/p/luf9) of yours. As you said you would be releasing something based on XML + PHP soon, I couldn’t wait to see the results because being as addicted to plurk as I am to WordPress blogging, I was looking forwards to being able to share my plurks with everyone else also from my blog.

So, this evening, when I found that you had created Plurkolate, I must’ve been one of the firsts to download and install it, anxious to see what could happen. Well, needless to say, I LOVED IT. Plurkolate was really all I ever wanted, kudos to your great programming skills.

However, I noticed the CSS coloring that you apply to your own plurks on your website wasn’t showing up in mine. So, as I am also a Computer Science graduate somewhat familiar to PHP, I decided to look into your plugin’s code, and saw what happened. As Plurk folks are evolving very fast with their service, it’s been possible to set one’s preferred plurking language. Mine is set to Brazilian Portuguese, what in the end makes qualifiers like “says” and “loves”, translate to their Brazilian equivalents, “diz” and “ama”.

I decided I could contribute with Plurkolate, by arranging something to workaround this. So I shook dust from my PHP programming skills and HTML knowledge, and came up with a different version of your plugin, where it is possible to define default qualifiers to be used in case of translation needs.

I’m sending you the result of this variation of mine, attached to this message. hoping you can analyse the code — excusing me, again, for my not-often-practiced PHP programming skills — and possibly make these arrangements official, somehow. If you wish, you can take a look at my blog’s sidebar, as I’ve left a working version right there, in Brazilian Portuguese.

I hope I can hear from you soon on this improvement.
Oh, and as you suggest, I added you as a plurk friend, already.

Thanks for your initiative. This will certainly please millions of plurkers worldwide.
Best regards.

Agora, como vocês podem ver, sugerida a melhoria, estou aguardando o retorno dele. Assim que tiver novidades, publico por aqui, é lógico. Eu só espero, de qualquer forma, estar prestando um bom serviço, ao mesmo tempo, à blogosfera e à plurkosfera nacionais.

ATUALIZAÇÃO (05/07/2008): Após a mensagem acima, recebi não apenas uma, mas três mensagens empolgadíssimas vindas do Eric. A primeira delas foi essa, em que ele agradeceu a minha mensagem e disse que trataria de incorporar a sugestão o quanto antes:

ROCK ON!

I forgot about other languages!!! Thank you so much for writing to me. I’ll review and include portugese support. ‘ll incorporate this and add it to the trunk… How exciting!

I’ll send word once I get this up and working!

Thank you Daniel! Added you on plurk, as well.

Eric Nakagawa
CEO, FTW R&D (For The Win!)

Em seguida, mais uma mensagem com novidades, e a criação de uma caixa de listagem com os idiomas disponíveis na interface do Plurk:

hey daniel…

i’ve made it so you can choose a drop down to choose your language..

i’ll be populating it with english, brazilian, and then the other languages…

would be game to test brazilian support?

Eric Nakagawa
CEO, FTW R&D (For The Win!)

Como era a interface que enviei para o Eric NakagawaEu achei essa idéia sensacional, porquê na pressa ontem, codificando em plena madrugada, acabei implementando não uma caixa de listagem, mas sim diversas caixas de texto. Como essa versão nunca irá a público, apenas por curiosidade, ao lado deste parágrafo ilustro como eu tinha feito as coisas. A visão do Eric foi muito melhor.

Finalmente, numa terceira mensagem que recebi, o Eric me contou que tinha feito alguns testes com o meu usuário — para verificar o suporte ao Português brasileiro — e que tudo tinha corrido muito bem. Eu também devo dizer que ele foi muito gentil ao acrescentar na página do plugin que eu havia colaborado para o lançamento da primeira revisão do Plurkolate, a 1.01. Fiquei feliz e espero,é lógico, ajudar sempre que possível.

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01.06.2008
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Sendo menos produtivo com o FireNES 

Quem nunca usou um emulador na vida que atire a primeira pedra!

Para quem não sabe, emulação é um termo da Ciência da Computação que descreve a capacidade que um dispositivo ou programa possui de reproduzir o comportamento de outro dispositivo ou programa. Normalmente, esta técnica é utilizada para transpor barreiras que, não fosse por esta técnica, seriam intransponíveis: Por exemplo, pode-se conseguir executar o Windows dentro do Linux através de um emulador, ou fazer impressoras de outras marcas funcionarem com programas escritos para os modelos da HP.

QEMU rodando Windows XP no Ubuntu

Mas é aos gamers de plantão que uma das utilidades mais populares da emulação interessa: É ela quem ajuda na execução dos clássicos de consoles de outrora — como o Atari ou o Mega Drive — nos sistemas computacionais mais modernos. A lista de títulos de emuladores disponíveis é imensa, e mal caberia neste artigo: Basta dizer que o interesse pela coisa é tão grande que praticamente qualquer console que se pense possui, atualmente, pelo menos um emulador.

E eis que os emuladores chegaram ao Firefox: Descobri hoje, por acaso, uma extensão chamada FireNES, que permite justamente a emulação do console Super NES dentro da raposa de fogo. A instalação do plugin ocorre como qualquer outra para o browser, com a única ressalva de que precisei me registrar no addons.mozilla.org para poder seguir adiante com o processo.


O emulador é baseado no vNES, e se utiliza de uma máquina virtual Java para rodar os jogos. A lista de games, aliás, conta com mais de 2500 títulos no repertório, o que certamente garante a diversão de gregos e troianos sem que eles precisem baixar os famosos ROMS.

Passei pelo menos duas horas jogando clássicos como Galaga, Elevator Action e Bomberman, além de muitos outros:

Road Fighter rodando no FireNES Galaga rodando no FireNES Super Mario 3 rodando no FireNES

Embora a jogabilidade geral seja muito boa, é meu dever fazer algumas ressalvas que considero importantes:

  • Os jogos são executados em um popup a partir do Firefox e, mesmo com sua abertura automática depois de selecionado um título, é necessário clicar na parte interna da janela para que os comandos de teclado comecem a funcionar. Esta parece ser, tipicamente, uma limitação do engine do emulador;
  • Alguns jogos têm uma resposta lenta demais aos comandos, o que pode prejudicar um pouco a experiência de quem está jogando;
  • Alguns dos mais de 2500 títulos que estão na lista de jogos simplesmente não funcionam. Eu, pelo menos, não consegui rodar alguns;
  • A página do site da Mozilla onde se pode fazer o download do FireNES cita que o plugin é compatível com o FF 3.0, o que, pelo menos por enquanto, não é verdade: Neste caso os jogos, ao serem executados, acabam por exibir uma tela acinzentada sem som e sem imagem. De qualquer forma, o FAQ oficial do desenvolvedor atesta que eles esperarão até a versão final do novo FF 3.0 para verificar eventuais problemas de compatibilidade.

Mesmo com essas ressalvas, creio que realmente valhe à pena experimentar o FireNES. Alias, eu o vejo como uma excelente oportunidade para diminuir a produtividade no escritório, e para passar momentos divertidíssimos em frente ao computador de casa. Já está entre as minhas extensões favoritas…

01.05.2008
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WordPress Instant Upgrade! 

Um dos plugins mais interessantes que eu conheço é o fantástico WordPress Automatic Upgrade. Este plugin torna o processo de atualização de versões do WordPress extremamente rápido e indolor, duas características que certamente atraem qualquer blogueiro, independentemente de seu nível de conhecimento ou tempo de blog.

Admiração à parte, um comentário recente em meu artigo a respeito da migração para o WordPress 2.5 feito pela Lunna, do blog Fascinatte, me chamou a atenção para duas questões que me incomodam: Primeiro, as constantes falhas de atualização a partir do mais novo release do WordPress, que, como efeitos colaterais não permitem o uso pleno da nova interface de upload de imagens e ainda por cima deixam todos os plugins ativos desabilitados, o que, para pessoas ligeiramente desorganizadas como eu, torna um parto lembrar que plugin estava ou não ligado antes da atualização. Em segundo lugar, a aparente falta de ação do autor do plugin para corrigir tais problemas em uma nova versão.

Ainda levando em conta o comentário da Lunna, resolvi tentar me mexer um pouco e pensar fora da caixa. A pergunta de um milhão de dólares que tentei responder era “Certamente deve existir um plugin que faça a atualização do WordPress e que não seja o WPAU”. Felizmente para mim, esse plugin realmente existe: Trata-se do Instant Upgrade, criado pelo alemão Alex Günsche.

Ainda na versão 1.0-beta — o que eventualmente pode desencorajar seu uso por algumas pessoas —, a intenção do plugin é automatizar o processo descrito no guia oficial, só que 30 vezes mais rápido. Desta maneira, as operações realizadas compreendem baixar a versão mais recente diretamente do servidor do WordPress e extraí-la para seu servidor. A seguir o plugin também exclui todos os seus arquivos antigos — exceto o conteúdo das pastas wp-content/ e o arquivo wp-config.php substituindo-os pelos novos. Finalmente, a rotina executa o script de atualização do banco de dados.

Para testar o funcionamento do plugin, atualizei meu blog com a versão mais recente que foi liberada pelos desenvolvedores, a 2.5.1, que corrige alguns problemas e traz algumas melhorias de performance. A seguir procuro descrever como foi realizado este processo de atualização.

Antes de qualquer coisa é necessário providenciar a instalação do plugin. Eu fiz isso através do excelente plugin OneClick Installer, que me permitiu transferir o arquivo zipado automaticamente do servidor do desenvolvedor do Instant Upgrade e instalá-lo aqui no site.

Também muito importante é DESATIVAR — caso esteja em funcionamento — o plugin WordPress Automatic Upgrade. Por utilizarem bibliotecas idênticas da linguagem PHP, o WPAU não funciona em conjunto com o Instant Upgrade e provoca erros caso essa desativação não seja providenciada.

Método de atualização

Em seguida, deve-se ativar o plugin e ir até Settings → InstantUpgrade para que se possa ajustar suas opções. Deve-se configurar a forma pela qual a atualização será feita. O plugin permite o uso dos protocolos FTP ou HTTP. O primeiro é mais recomendável, já que evita que você precise se preocupar com problemas de permissão de diretórios no seu servidor. A atualização via HTTP está disponível, segundo o desenvolvedor, para as pessoas que têm restrição para uso do FTP ou que preferem usar esse método.

Se você optar por realizar as atualizações através de FTP, será necessário informar o endereço do seu servidor, seu usuário e senha, sendo que esta última nunca é armazenada em banco de dados e deve ser informada sempre que uma nova atualização for realizada.

O Instant Upgrade fará então um teste de conexão com seu servidor e, caso tudo corra bem, exibirá uma mensagem dizendo que sua configuração está ok e que você pode começar o processo de atualização, caso assim o deseje.

Ok para continuar!

Uma diferença básica que existe entre o WordPress Automatic Upgrade e o Instant Upgrade é que este último não faz o back-up automático de seu banco de dados. Desta maneira, para se precaver, é necessário instalar plugins a parte ou realizar este procedimento manualmente antes de continuar.

Mesmo com este aparente lado negativo penso que valha a pena usar o Instant Upgrade devido ao fato de que ele é bastante rápido e permite não apenas a atualização para versões mais recentes do WordPress, mas também o downgrade. Este é um ponto importante pois eventualmente, ao encontrar problemas de incompatibilidade com plugins, pode ser necessário voltar atrás.

Assim, quando você inicia o processo de atualização pode escolher se deseja a versão mais recente, ou outra qualquer antes de prosseguir. É importante lembrar que uma vez iniciado o processo de atualização, o mesmo não deve ser interrompido. Será possível acompanhar o andamento pela própria barra de status do navegador que você estiver usando e, ao final do mesmo, verificar as operações realizadas conforme demonstro com as figuras a seguir.

Seleção de versões

Término do processo de atualização

Como eu disse anteriormente, usei o Instant Upgrade na minha atualização para a versão 2.5.1 do WordPress. Somando os processos de configuração — que, afinal de contas, só precisa ser realizado uma vez — e instalação, não levei mais do que míseros 5 minutos para concluir tudo. Para mim, apesar da pouca maturidade do plugin — dada sua versão baixa e beta —, fiquei extremamente satisfeito com os resultados obtidos, e posso dizer que continuarei firme na sua utilização. Enquanto nada de novo surge no horizonte do Automatic Upgrade, este plugin certamente é uma solução simples e ao mesmo tempo sofisticada que tem tudo para ganhar cada vez mais espaço e adeptos.

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16.11.2007
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Ponto pro TwitterFox! 

TwitterFoxO Twitter se transformou já há algum tempo no meu serviço de microblogging favorito (por pura pressão social, é verdade).

De qualquer maneira, desde que comecei a usá-lo para a criação do meu microblog pessoal, vinha abusando basicamente de três maneiras de enviar minhas mensagens ao site:

  1. Via web, através do próprio site do Twitter (é necessário estar logado no site);
  2. Através de e-mail, principalmente no trabalho (onde o Twitter é barrado pelo proxy);
  3. Com a extensão Twitbin, desenvolvida especialmente para uso com o Firefox.

Pois bem: Com relação aos dois primeiros, nenhum comentário que seja realmente pertinente. É no terceiro método, através do Twitbin, que o bicho literalmente vinha pegando pra mim já há algumas semanas.

Digo isso porquê estava ficando cansado das freqüentes – e irritantes - perdas de configuração da extensão, que sumia com meus posts recentes e principalmente com meus dados de usuário e senha, me obrigando a reconfigurar tudo sempre que quisesse postar algo novo no Twitter. O resultado é que algo que deveria ser rápido, simples e divertido acabava se tornando uma encheção de paciência.

Até agora, pelo menos. É que eu descobri outra extensão pro Firefox, o TwitterFox (não sei se esta é a página oficial, embora seja o primeiro resultado retornado pelo Google e nada conste no site oficial de plugins até o momento, mas tudo bem).

O que é legal sobre o TwitterFox:

  • Sua interface não perde as configurações (pelo menos não aconteceu comigo);
  • Sua interface é 1000 vezes mais agradável que a da extensão que eu vinha usando até então (vejam a ilustração que eu deixei de exemplo);
  • Após ser instalado, o plugin fica residente na barra de status, a exemplo de outras extensões que eu já possuo, e não ocupa um painel lateral, mas sim um pop-up quando quero postar algo novo;
  • As notificações de novas mensagens aparecem como pequenas janelas pop-up e podem ser diretamente respondidas se for o caso;
  • No caso de querermos enviar uma URL para o Twitter, um botão da interface faz tudo sozinho. Genial!

Enfim… como eu disse, é ponto pro TwitterFox!

Update: Está com problemas com a nova versão do plugin porquê ele não pára de te pedir para informar usuário e senha? Meu amigo Neto Cury tem a solução perfeita!

18.02.2007
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Plugin booBox para WordPress 

boobox.pngA essa altura dos acontecimentos é muito provável ser desnecessário que eu faça maiores introduções com respeito ao booBox, um dos exemplos mais promissores de serviços web da internet brasileira, idealizado por uma dupla de peso, Marco Gomes e Raphael Vasconcellos: O serviço, que de tão revolucionário chamou a atenção do site TechCrunch — uma espécie de bíblia internacional sobre sites de vanguarda da Web 2.0 —, tem como objetivo principal monetizar os blogs de toda a internet, e, o melhor, de uma forma totalmente não-intrusiva.

De qualquer forma, se você ainda não conhece o funcionamento da coisa, é simples: Através da inclusão de um pequeno trecho de código em Javascript no blog de qualquer pessoa, os textos e imagens dos artigos podem ser diretamente conectados a ofertas de serviços — como o eBay, Amazon.com e, para nós brasileiros, o Mercado Livre — que serão então exibidas em pequenas caixas vermelhas flutuantes, as booBoxes quando os próprios leitores do site solicitarem.

Gratuito para ser usado por qualquer pessoa, o booBox não recebe nenhum centavo na jogada — exceto por doações de seus usuários —, sendo que todo o lucro com as transações eventualmente realizadas a partir de anúncios nos blogs vai direto para seus proprietários: Ou seja, extremamente fácil e prático.

Facilidade, aliás, foi exatamente a idéia que me veio à cabeça assim que li as instruções de implementação do Boo-Box nos blogs: Como fazer para tornar ainda mais fácil o processo de instalação do serviço para que um número ainda maior de pessoas pudesse se beneficiar? A resposta veio rapidamente: Criando um plugin para WordPress.

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