Tooncast: Eu quero!!!
Vou direto ao ponto: Desde quando o Boomerang anunciou, em 2006, que faria sérias mudanças em sua grade de programação, retirando A Pantera Cor de Rosa, Space Ghost e Popeye do ar — isso pra não mencionar vários outros — para passar a exibir séries teen e pequenos enlatados mexicanos, que eu digo que fiquei foi na saudade.
Como eu mencionei na época, sou um verdadeiro fanático por esses verdadeiros clássicos, e aceitava numa boa as acusações da minha esposa, que me dizia, às vezes, que parecia que o único motivo pra eu assinar TV via satélite era para assistir desenho animado — já que isso nunca foi, afinal, uma mentira, em termos.
Embora hoje em dia eu até consiga encontrar algumas alternativas online para suprir minhas crises de saudosismo — vejam, por exemplo, o Boomerang On Demand, canal disponível na Justin.tv, ou uma série de outros que estão à espera de uma busca —, nenhuma delas chega sequer perto do que era o original à época — talvez, aliás, pelo fato de não haver nenhum streaming ao vivo de programação.
Pois bem. Somente essa semana, depois que um amigo do trabalho comentou comigo sobre uma notícia divulgada no Omelete em novembro do ano passado, é que eu fiquei sabendo do lançamento do Tooncast:
A Turner International do Brasil apresentou à imprensa seus novos canais e anunciou alguns dos novos programas que estréiam nos próximos meses e em 2009.
A maior novidade é a volta de um canal dedicado aos desenhos animados de antigamente. Os órfãos do perfil inicial do Boomerang, que exibia os clássicos dos anos 70 e 80 da Hanna-Barbera, já têm como resolver sua crise de abstinência. Batizado Tooncast, o novo canal estréia no dia 1º de dezembro com 24 horas de animação sem intervalos comerciais. A grade terá, ainda, produções do Cartoon Network, como A Vaca e o Frango, Coragem, o Cão Covarde e Laboratório do Dexter.
Entrei no site oficial do canal e me deparei, logo na abertura, com uma vinheta que me lembrou em muito o Cartoon Network da década de 1990 — a música é praticamente igual. Também fiquei com aquela impressão que dava o slogan do Boomerang até abril de 2006, “o que é bom, volta”:
A grade de programação do canal ainda está em elaboração, mas dá pra ver as presenças de Popeye, Johnny Quest, Manda Chuva, Os Flintstones, Os Jetsons e Pernalonga. Além disso, ratificando a sensação de Cartoon Network dos anos 90, há um bloco dedicado ao programa What a Cartoon Show, que servia, na época, como um laboratório para as idéias de novos artistas, e que foi o responsável por ceder espaço às primeiras aparições de A Vaca e o Frango e As Meninas Super-Poderosas. Com tudo isso, é claro, aumentou a vontade de ter o canal em minha grade de programação.
Mas, para minha infelicidade, não encontrei qualquer evidência recente de que as grandes operadoras — como a NET ou a Sky — estejam em negociação ativa para inclusão do Tooncast em seu line-up. Na verdade, nem mesmo as operadoras de TV de pequeno porte mencionadas pelo site RetrôTV numa notícia mais antiga — datada de agosto de 2008 — parecem mais estar disponibilizando o canal em suas programações.
Pode ser que essa ausência de negociação se deva ao fato de que as grandes estejam esperando para ver se o canal decola — o que, se depender dos milhares de órfãos dos clássicos do antigo Boomerang, certamente deve ocorrer —, ou até mesmo ao fato de que talvez as coisas estejam acontecendo nos bastidores. De fato, neste caso, a única certeza é que será preciso dar tempo ao tempo, e esperar que em breve as respostas surjam. E, é claro, se alguém souber de alguma coisa nesse meio tempo, me avise, por favor…
Contra a censura ao CQC!
O meu nobre amigo Kadu nem deve saber, mas por conta dele eu me tornei um assíduo espectador do programa Custe o Que Custar — muuuuuito mais conhecido por CQC —, exibido às segundas-feiras, às 22h15 da noite e aos sábados, às 20h15, pela Rede Bandeirantes de Televisão.
Para quem ainda não o conhece, o CQC trata os principais fatos da semana — sejam eles políticos, artísticos ou esportivos — de maneira irreverente, satírica e humorística, brincando com as informações de maneira descontraída. Apresentadores e repórteres — todos vestidos de terno, gravatas pretas e óculos escuros, no melhor estilo homens de preto — comentam suas abordagens a pessoas públicas, como políticos, celebridades e jornalistas, com perguntas pouco discretas e picantes.
Para mim, trata-se de uma mistura inteligente de humor e informação.
Mesmo sendo fã de carteirinha do CQC, acabei não acompanhando o programa na última semana. Foi justamente nesse período que seus repórteres foram proibidos de obter credencial para entrar no Congresso Nacional, o que pra mim é um absurdo total para a época e o regime democrático em que vivemos, assim como diz Marcelo Tas — âncora do show — em seu blog:
Trabalho fazendo entrevistas no Congresso Nacional desde 1984, na pele do repórter Ernesto Varela, quando o Brasil vivia sob a ditadura militar do Presidente João Figueiredo, (…) 25 anos depois, por conta do mesmo tipo de pergunta, não previsível e irreverente, o eminente primeiro-secretário do Senado veta a emissão de credencial para que jornalistas do CQC, da Band, tenham acesso à Casa. Nem durante a ditadura sofri esse tipo de privação do direito da livre expressão na Casa do Povo. (…) Mais do que nunca é hora de lutar contra a censura, que bate novamente à nossa porta.
Eu estou particularmente indignado.
Não vivemos mais no regime militar, ou em época de censura. Mesmo assim, o primeiro secretário do Senado, senador Efraim Moraes (DEM) decidiu impedir a obtenção das credenciais. No último dia 18 de junho os jornalistas da Rádio Bandeirantes e da Bandnews FM, André Giusti, Sonia Blota, José Paulo de Andrade, Salomão Ésper e Joelmir Beting comentaram a censura e se indignaram contra ela, assim como eu:
Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.
Felizmente, um abaixo-assinado para que os repórteres do CQC possam voltar a entrar no nosso Congresso Nacional está online e, se você quiser — assim como eu já fiz — pode colaborar e fazer valer a voz do povo, cobrando a volta da permissão de acesso destes profissionais às dependências da Casa.
No fundo, acho que essas coisas acontecem porquê o nosso país ainda não está acostumado com esse tipo de jornalismo — uma vez que o CQC muitas vezes coloca o dedo na ferida sem dó nem piedade e faz essas perguntas picantes, mas que são coisas que todo brasileiro mais esclarecido já sentiu vontade de perguntar a nossos governantes. Espero que essa história mude em breve, porquê senão sentirei vergonha desse tipo de episódio na nossa história.
Astros: Perda de tempo?
Eu já sabia, como muitos, é claro, que Ídolos, a versão nacional do reality show musical American Idol transmitida durante duas temporadas pelo SBT tinha mudado de mãos: Depois do descontentamento da Freemantle Media com o formato do programa e seu horário de exibição — convenhamos, neste ponto até eu concordo, pois os episódios iam ao ar de madrugada —, a empresa, que detém o direito sobre o formato, resolveu tomar providências, descartando a emissora de Sílvio Santos e assinando contrato com a Rede Record.
O que eu descobri atrasado é que Ídolos 2008, apesar de nem ter estreado ainda, sofrerá a concorrência do próprio SBT. Ouvindo hoje o jornal da tarde pelo rádio do carro enquanto voltava do trabalho, fiquei sabendo do programa Astros, nome que a emissora deu ao programa depois de exibi-lo por três semanas seguidas sem título, já que o nome novosídolos — assim mesmo, junto e em minúsculas — foi, obviamente, barrado por liminar da justiça a pedido da Freemantle.
Apesar de eu ainda não ter assistido ao novo programa do SBT, que tem sido exibido às quartas-feiras, 21h30 da noite, concorrendo com o futebol, já concordei, depois de buscar algumas evidências YouTubescas, com a opinião da mídia especializada: Astros está mais para uma versão repaginada do antigo Show de Calouros:
O novo reality show musical do SBT aposta em humor ridículo e no talento duvidoso de seus participantes, mas parece mais a um “Show de Calouros” repaginado que ao programa “Ídolos”, que emissora já transmitiu e que agora irá ao ar na Record.
(…)
A competição realmente não é séria e os jurados levam isto a sério, como no momento em que, Cyz, produtora musical e cantora, cujo nome é Cynthia Zamorano, provocou um participante que cantava o hit “Créu” a fazer performances.
Todos os vídeos que encontrei realmente demonstram que cada palavra da notícia é verdadeira. Pra mim, é até estranho ver os jurados Arnaldo Saccomani, Cyz Zamorano, Thomas Roth e Carlos Miranda — que independente de qualquer opinião pessoal, são profissionais devidamente reconhecidos do ramo da música — inseridos neste novo formato pastelão.
É claro que vou ter que assistir a um ou dois episódios para, eventualmente, dizer algo diferente. Astros já tem seu primeiro vencedor — um vencedor por mês ganhará um carro —, é fato, mas por ora sou obrigado a concordar com Arnaldo Saccomani, que parece resumir tudo sobre o programa após ouvir um candidato dançar o créu: “uma perda de tempo; do meu, do seu, do nosso tempo“.
Estaria ele errado?
O Papa Digital
Certamente vocês se lembram daquela música de uma popular banda gaúcha brasileira, que dizia que o Papa é pop. Bom, sem entrar no mérito da popularidade, pelo menos uma coisa que no futuro será possível afirmar sobre Bento XVI é que ele é um Papa Digital.
Digo isso porquê, a partir do próximo dia 15 de julho, data em que se iniciará na Austrália a próxima Jornada Mundial da Juventude — um evento anual criado pelo Papa João Paulo II em 1985 que reune católicos de todas as partes do mundo —, Bento XVI começará a enviar mensagens SMS com conteúdo inspirador e de esperança a seus fiéis mais jovens.
Segundo declaração do bispo Anthony Fisher feita ontem, essa iniciativa foi tomada pela Igreja Católica para que a conexão com os cerca de 225 mil jovens católicos australianos, todos atentos às mais recentes tecnologias, se torne uma experiência única e inesquecível.
A experiência será aparentemente ainda mais ampla com o fornecimento, pela empresa australiana Telstra, de links de voz, dados, telefones celulares e banda larga aos participantes, que também poderão interagir através de paredes digitais de oração.
Para o evento deste ano, a Telstra planeja conectar 8000 voluntários, 2000 clérigos e 3000 representantes da mídia, além de todos os peregrinos católicos que se concentrarão em mais de 700 locais próximos da capital australiana.
Fico realmente impressionado com tal iniciativa com vistas à tecnologia, uma vez que sempre considerei a Igreja Católica um tanto quanto conservadora em certos aspectos. Acho que isso pode representar o começo de uma mudança considerável… a única falha de um evento que visa atingir proporções mundiais, com cerca de meio milhão de visitantes esperados, é que o site oficial conta com tradução em diversos idiomas, menos português. Essa é uma falha que salta aos olhos, uma vez que o Brasil — entre outros países nativos em língua portuguesa — é um dos maiores redutos de católicos do mundo.
Dilbert na Web 2.0
Não há quem trabalhe com gestão de projetos ou informática — isso só pra citar duas áreas nas quais eu particularmente trabalhei — que não conheça ou pelo menos já não tenha ouvido falar de Dilbert. Eu sempre considerei o humor irreverente que é aplicado às situações cotidianas de escritório nesta tira de quadrinhos como prova clara de que Scott Adams, seu criador, é um cara à frente do seu tempo.
Pra mim, aliás, Scott demonstrou mais uma vez essa sua característica essa semana, ao reinaugurar — em parceria com sua distribuidora, a United Media — o website onde são exibidos seus comics. Algumas críticas especializadas estão louvando o novo Dilbert.com como o primeiro site de quadrinhos a ingressar na Web 2.0, devido à grande interatividade que navegar por lá agora proporciona aos internautas, que podem interagir e alterar o conteúdo exibido através dos chamados mashups.
Quantas vezes você já leu uma tirinha de quadrinhos no jornal e pensou que poderia ter sido mais engraçado se a situação tivesse terminado diferente? Comigo, isso já aconteceu muitas vezes! Essa situação final, chamada na gíria dos cartunistas de punch line — aquilo que faz o leitor efetivamente dar risada — agora pode ser editada pelos usuários, e alterada a gosto. Eu preparei um pequeno screencast pra demonstrar como isso funciona na prática, porquê achei sensacional:
Em maio, essa liberdade de edição deverá se ampliar, e os internautas que freqüentam o site do Dilbert poderão editar o diálogo de todos os quadrinhos que compõem a tira: A idéia é que apenas as imagens sejam apresentadas e que cada pessoa coloque em prática sua própria criatividade. Esse tipo de edição deverá se estender, também em maio, de apenas um quadrinho para todo o restante da história, que poderá ser feita em conjunto com seus amigos.
Como é sabido que existe uma tendência de que algumas pessoas usem as novas ferramentas do site para criar tirinhas com conteúdo racista, sexual ou ofensivo, e fazer isso como se fossem o autor, existem alguns filtros de conteúdo e também a possibilidade de permitir ao usuário que reporte conteúdos que julgar inadequados. No mais, o próprio Scott Adams admite que as pessoas atualmente já alteram as tiras e as tornam ofensivas, através de ferramentas de edição gráfica, e que isso nunca foi um problema muito grande. Eles estão apenas oficializando os meios para isso…
EM TEMPO: Estava lendo o blog oficial do Scott Adams há poucos minutos, e vi que até mesmo ele comentou o desaparecimento do padre voador, já que a notícia ganhou alcance internacional. Ele diz que quando ouviu falar da história a primeira vez, achou que Adelir de Carli estivesse voando para levantar fundos para a caridade. Depois viu que era apenas para estabelecer um recorde, e fez um comentário, que eu estou traduzindo abaixo:
Que tipo de quebra de recorde tentada por um religioso irritaria mais a Deus? Da perspectiva do Todo Poderoso, qualquer desvio da missão de salvar almas é provavelmente tempo desperdiçado. Mas algumas tentativas de quebra de recorde têm que ser piores que outras. Por exemplo, você não quer ver seu padre ganhando um concurso de comer tortas. E não quer que um homem de batina seja o detentor de nenhum título que envolva nudez, tequila ou auto-gratificação, só pra citar alguns exemplos. O melhor que um padre poderia esperar nestes casos é que Deus estivesse ocupado e não percebesse.
Mas um vôo de balão, lá em cima, bem pertinho do céu? Isso é pedir pra ser castigado.
Notem: Não fui eu quem falou.
Quero as legendas da Fox de volta
Primeiro foi uma mensagem que vi em uma comunidade do Orkut, na qual comecei a me forçar a não acreditar. Logo em seguida, ao assistir ao mais recente episódio de 24 Horas esta semana, totalmente em português, notei que algo realmente estranho estava acontecendo no canal Fox.
A notícia publicada no site da UOL foi a gota d’água, eliminando toda e qualquer dúvida que eu ainda pudesse ter: Toda a programação da emissora vai passar a ser exibida em português.
De acordo com o canal, constatou-se que a maioria dos espectadores prefere assistir à programação neste formato.
Particularmente, fiquei muito descontente com tal decisão, porquê eu gosto mesmo é de acompanhar tudo com áudio original, ouvindo atores e efeitos que estavam 100% envolvidos com a produção original. O site TeleSéries, ao divulgar nota a respeito do assunto, usou o selo que reproduzo neste artigo — por concordar em gênero, número e grau com sua proposta —, uma vez que classificou como principal culpada pela modificação repentina a baixa audiência do canal no Brasil em relação a outros do gênero, como Sony e Warner, para o que citou um comentário do jornalista Daniel Costa em sua coluna Outro Canal de 06/07/2007:
A Fox era o segundo canal de séries mais visto em 2001. Em 2006, foi o último nesse segmento. Os executivos da Fox se miram no TNT, canal dublado que está sempre nas primeiras posições do ranking geral do Ibope.
Já na coluna Ooops!, do também jornalista Ricardo Feltrin, ficou clara a indignação de mais gente: Os fãs de 24 horas estão revoltados com a decisão, e chegaram a tomar ações extremas para protestar diretamente com Kiefer Sutherland, ator principal da série que esteve essa semana no Rio de Janeiro para participar de uma campanha publicitária:
Um fã do seriado, que está hospedado no hotel Copacabana Palace somente para tentar se aproximar de seu “herói”, revelou hoje por e-mail –com exclusividade a Ooops!– que deixou uma mensagem para Sutherland na recepção do hotel, informando-o que a Fox “desfigurou o seriado e seu personagem” ao passar a exibir ’24′ dublado”.
Felizmente, há uma luz no final do túnel: A Fox informou que está realizando acordos com as operadoras de televisão por assinatura para atender aos espectadores que preferem assistir à programação na versão original e com legendas. Espero que essa possibilidade não demore a pintar.
Hermione Granger vai morrer!
Já ia me deitar pra dormir agora, quando vejo um post do Celso onde ele comenta supostos spoilers sobre o final do último livro de Harry Potter, Harry Potter e as Relíquias da Morte que teriam sido conseguidos por um hacker após invasão dos sistemas da editora do livro e download completo do livro.
Os servidores da Insecure.org, onde o hacker, chamado Gabriel, disponibilizou a mensagem original onde conta seu feito e os detalhes do final do livro, foram sobrecarregados por fãs da série do mundo todo. Os spoilers, conforme já comentados pelo Celso e descritos na tal mensagem, são os seguintes:
- Voldemort vai matar a Hermione. É. Isso mesmo;
- No fim da história, outro que vai perecer é Hagrid, nas mãos do Snape, que estava tentando criar uma emboscada pra Hermione e Ron: Voldemort, através da Maldição Imperius, ataca o “casal”, e depois de seis páginas de uma treta mágica homérica, a filha de trouxas finalmente perece;
- No final, Harry aparece, mata todos os vilões e Hogwarts volta a ser um bom lugar para se viver e ser feliz;
- Draco Malfoy começa a criar e produzir horcruxes, por diversão e para obtenção de lucro. Eu sinceramente não sei o que isso significará na prática, é claro.
Como já comentei lá no Celso, tomara que essa história da Hermione não seja verdade. Matar justo a Hermione, uma das minhas personagens favoritas da série, só pode ser brincadeira de mau gosto. Tem tanta gente que poderia ser morta antes, não é mesmo? Agora resta saber se toda essa boataria é verdade ou não. E isso, só depois da chegada do livro ao Brasil, agora em julho.
Nada de Ana Paula
O lateral-direito Pedro, do Corinthians, disse que respeita a atitude da auxiliar Ana Paula Oliveira, que vai posar nua para uma revista masculina, mas promete que não vai ver as fotos da revista.
“Minha mulher me proibiu de comprar. É melhor eu escutar, senão depois eu apanho em casa”, brincou o jogador. [fonte]
Sei, sei. A mulher proibir de comprar é uma coisa. Você acabar recebendo as fotos pela internet daquele seu amigo, como no final acaba acontecendo, é outra. Aliás, acho que mais dia, menos dia, vamos acabar lendo na mídia que agora são as editoras — a exemplo das gravadoras, com as músicas — que estão combatendo a pirataria.
Crise de Identidade na Roça
Tá certo. Vou logo admitindo que sou fã incondicional das histórias em quadrinhos do Chico Bento. Na verdade, assim como uma série de outros passatempos, uso os gibis como uma verdadeira válvula de escape do stress do dia-a-dia, e, sempre que posso, compro o último exemplar na banca mais próxima.
E não é que uma coisa praticamente imperceptível me chamou a atenção lendo a edição número cinco, deste mês, publicada pela Panini? Neste diálogo que reproduzo logo abaixo há um erro. Alguém sabe me dizer qual é, antes de eu revelar a resposta logo mais?

Bom, lá vou eu. Desde os tempos do guaraná com rolha eu conheço praticamente todos os personagens mais antigos de Maurício de Souza de cabeça. E o nome do primo do Chico Bento, que está contracenando com ele nesta seqüência, definitivamente não é Zé da Roça. Devido a um erro do letrista, do revisor, ou de sei-lá-quem, deixaram de citar o nome correto do pobrezinho.
Fala sério… Que nerdice, né?
Homem-Aranha 3

Finalmente assisti à Homem-Aranha 3. Vou logo dizendo que no final das contas acabei gostando da história que, mesmo depois da segunda continuação, ainda consegue prender bastante a atenção do público. Pra mim, continua valendo a afirmação de que não importa quantas continuações a série tenha, vou assistir à todas.
Os efeitos especiais deste filme dão um show à parte — também, segundo a Wikipedia, o orçamento oficial do filme foi de US$ 258 milhões, um dos mais caros da história do cinema —- e trazem à vida seres inimagináveis como o Homem de Areia e Venom, ao mesmo tempo em que o roteiro consegue misturar os enredos destes dois personagens — e o do Duende Verde Jr., é claro — com satisfatória perfeição que eu tinha receio de não encontrar.
Acho que uma das duas únicas coisas das quais eu não gostei foram os excessivos desencontros românticos entre Peter Parker e Mary Jane. Neste aspecto, o roteiro pareceu-me por vezes muito próximo àquelas comédias românticas água-com-açúcar que povoam a Sessão da Tarde. A outra, foi aquele patriotismo exacerbado que os americanos inserem em seus filmes: O Homem-Aranha passar duas vezes no mesmo filme em frente à bandeira dos EUA fazendo acrobacias, ninguém merece.
No mais, como eu disse, o filme valeu muito à pena. Viva a P2P TV.
PS: Aliás, antes que eu me esqueça, fui só eu que tive esta impressão, ou vocês também acharam que o visual Peter Parker sob efeito Venom estava demasiado parecido com outro Peter, o Petrelli?
A Turner International do Brasil apresentou à imprensa seus novos canais e anunciou alguns dos novos programas que estréiam nos próximos meses e em 2009.











