31.03.2010
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The following takes place between 5 p.m. and 6 p.m.: ’24′ shuts down 

Não pude deixar de parafrasear o título da notícia dada pelo Los Angeles Times, por acreditar que ele traz certo humor a um fato já amplamente divulgado pela mídia, seja ela especializada ou não.

No entanto, é um trecho da mesma notícia, divulgado pelo The Hollywood Reporter, que eu usarei para falar a respeito do fim dos tempos para Jack Bauer e sua turma:

Tick, tick, tick… and done.

After eight seasons, Fox’s “24” is coming to an end.

The groundbreaking action drama will air its final real-time episode in May, the victim of a confluence of circumstances: a swelling budget, declining ratings and creative fatigue.

É verdade que um dos produtores executivos da série, em entrevista também ao THR, deixa no ar que um longa-metragem estrelado por Kiefer Sutherland pode mesmo chegar aos cinemas num futuro próximo, e que se algum dos roteiristas tiver uma ideia brilhante, ela pode acabar se transformando em um spin-off da série, mas o fato é que 24 horas é mais um dos meus seriados favoritos que chega ao fim.

Ocorre, no entanto, que os motivos para que a série acabe — que, no fim, resumem-se à visão dos executivos da TV que, é claro, estão interessados em dinheiro — são os mesmos que levaram ou levarão ao fim todos os seriados de televisão do mundo, quer eles sejam os meus favoritos, ou não.

Vejamos: Assim como em 24 horas, os altos salários pagos ao elenco depois de várias temporadas também tiraram do ar Friends, mesmo sendo esta, talvez, a comédia de maior sucesso de todos os tempos.

No caso de 24 horas, também se soma ao fator salário a questão da licença paga pela Fox à 20th Television para exibição de cada episódio, um valor que beira os US$ 5 milhões, além da queda vertiginosa de audiência da última temporada — o que nos leva ao último fator que normalmente causa o cancelamento de qualquer série.

Estou falando da crise criativa dos roteiristas. Não sei se este é o caso, por exemplo, de outra de minhas séries favoritas, Lost, mas penso que sim, pelo menos em parte, por esta se tratar de uma série com grandes e constantes reviravoltas no enredo, que acabam se tornando insustentáveis se passa muito tempo sem que existam explicações plausíveis para os acontecimentos.

Tal como Lost, 24 horas sai de cena em maio com o benefício de ainda estar em alta, e, a meu ver, ao menos neste caso, sem que se culpem necessariamente estes profissionais por quererem apelar aos mais inúmeros tipos de artimanhas para prender o telespectador — afinal, de quantas outras maneiras ainda poderiam ocorrer ataques terroristas aos Estados Unidos?

Com Lost e 24 horas próximos de seus momentos derradeiros, das minhas séries favoritas ainda no ar só sobra mesmo House, que eu, sinceramente, espero que ainda dure um tempo considerável antes de também ser afetada pelos sintomas citados neste texto. É verdade que V, FlashForward e Nurse Jackie tem me conquistado, mas é difícil dar adeus a velhos favoritos.

22.11.2009
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No more Hameron? 

Que House é uma das melhores séries da paróquia, não vou discutir. O que eu nunca comentei por aqui é que eu sempre torci para que algo pudesse rolar entre o Dr. Gregory House — personagem do ator Hugh Laurie, que dá título à série — e a Dra. Alison Cameron — personagem de Jennifer Morrison —, possibilidade também desejada por muitos fãs da série mundo afora, e denominada por eles, carinhosamente, de hameron, numa mistura de nomes de ambos os personagens.

Eu sempre torci desta maneira porquê, desde os primeiros episódios e das primeiras temporadas do seriado que eu percebo que há uma química, algo muito forte, entre eles. Mas parece, para meu alarme, que todas as esperanças se neste sentido foram por completo, agora que o episódio Teamwork — o oitavo da sexta temporada do seriado — foi exibido, no último dia 16 de novembro. Não costumo escrever reviews dos episódios das séries que assisto, mas farei isso excepcionalmente desta vez.

Se você ainda não assistiu ao episódio, não continue lendo.

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20.09.2009
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“The limping Dr House has wrecked my knees” 

House

Hugh Laurie says he may be forced to quit his starring role in the hit TV medical drama House - because pretending to have a limp has given him real injuries.

Laurie, 50, said: ‘The show might last through to series seven, eight or nine but I don’t know if I will because I’m starting to lose my knees. It’s a lot of hip work. There are things going badly wrong. I need to do yoga.’ [via, destaques no texto por minha conta]

É algo realmente triste de se saber às vésperas da reestréia da série: De tanto mancar para entrar no personagem, o ator acabou começando a mancar na vida real também.

Embora o problema da ficção alimente o vício por vicodin — e outras substâncias e tratamentos —-, dando  margem à vários enredos ao longo de todas as temporadas de House, eu espero que os roteiristas da série — que, aliás,  na minha opinião, têm sabido conduzir as coisas muito bem até o momento — dêem um jeito nisso: Mancar é um toque legal, e dá charme ao personagem. Mas não tanto, a ponto de sacrificar o astro principal, e arriscar acabar com uma série de tanto sucesso, exibida em 66 países, de forma precoce.

31.08.2009
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Nurse Jackie: Potencialmente viciante! 

Fiquei curioso ao me deparar, ontem, com um comentário do @rodrigomuniz sobre Nurse Jackie, atração do canal americano Showtime. Sem seriados para assistir enquanto estou aguardando a temporada derradeira de Lost, agendada para iniciar apenas em janeiro ou fevereiro de 2010, e ainda a quase um mês de distância das estréias das novas temporadas de Heroes e House — que estão marcadas para reiniciar em 21 de setembro —, tive esperanças de que esta pudesse ser a resposta que me saciasse enquanto fico na espera.

A verdade é que não me decepcionei.

Life's full of little pricks.

Life is full of little pricks.

Jackie Peyton, a Jackie que dá título ao programa e é vivida pela atriz Edie Falco, é definida pelo canal, em tradução livre, como “uma enfermeira com personalidade forte, tocando em frente uma louca rotina num hospital urbano, enquanto tenta fazer o mesmo com uma vida pessoal mais do que desafiadora“. Mas para conseguir fazer isso sem sentir fortes dores — “Como se chama uma enfermeira com dores nas costas? Desempregada!” , ela diz na abertura do episódio piloto, que vi — ela recorre ocasionalmente a drogas como oxicodona e Vicodin, a exemplo do Dr. Gregory House.

Jackie, que possui uma personalidade tão forte quanto a do médico chefe do setor de medicina diagnóstica do Princeton‑Plainsboro Teaching Hospital, trabalha no pronto-socorro do All Saints’ Hospital, de Nova Iorque, e lá não deixa que ninguém a faça de boba: Lidando diariamente com um sistema de saúde prestes a entrar em colapso, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que seus pacientes recebam os melhores cuidados possíveis, mesmo que isso inclua dar broncas em médicos, roubar dinheiro para ajudar uma mulher grávida, ou falsificar documentos. Quer ela esteja certa por fazer tais coisas ou não, esta é a versão dela de justiça.

O que posso dizer é que as diversas situações apresentadas me fizeram ficar realmente bem impressionado ao me deparar com um balanceamento bem dosado entre drama,comédia e humor negro. Aliás, a julgar pelo piloto e pelas reações da twittosfera, me arrisco a dizer que toda a série, que conta com 12 episódios de meia hora em sua primeira temporada, deve seguir o mesmo ritmo, o que promete ser excelente e potencialmente viciante.

Toca acrescentar mais uma em minha lista de favoritos.

19.04.2008
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Back-up Cast #001: WordPress, Flickr e House 

Senhoras e senhores, apresento a vocês a primeira edição do Back-up Cast, o meu podcast. Conforme eu havia comentado anteriormente, fiquei com bastante dúvida sobre quais assuntos abordar, mas resolvi iniciar não apenas com um, mas sim três deles.

Primeiramente, comento sobre a nova função de adicionar mídia aos artigos no WordPress 2.5. Na seqüência falo sobre uma nova versão do Flickr Uploadr e, finalmente, pra fechar com o que eu espero ser uma chave de ouro, comento sobre a volta de episódios inéditos de uma das séries mais fabulosas da paróquia, House MD.

Eis aqui uma lista com os links que eu considero relevantes em relação ao conteúdo do podcast:

  • Site oficial do WordPress;
  • Plugin Embedded Video, para WordPress, criado pelo Jovel Stefan, que aliás está sendo empregado neste mesmo post de lançamento do podcast;
  • Flickr Tools, de onde pode-se baixar as versões oficiais do Flickr Uploadr;
  • Post do fórum de suporte do Flickr onde pode ser encontrada a versão 3.10 do Uploadr;
  • Post do code.flickr com as considerações de Richard Crowley sobre o Uploadr 3.10;
  • Blog do Richard Crowley;
  • Site oficial da série House MD, na FOX americana;
  • Página do Dailymotion com o teaser trailer do episódio 13 da quarta temporada de House — este eu estou colocando aqui também:


Quero lembrar de antemão que, assim como comentou por aqui a Patricia Muller, esta é uma experiência do tipo ready-fire-aim, ou seja, estou fazendo primeiro pra perguntar depois. Assim sendo, gostaria muito do feedback de vocês a respeito, e inclusive que me dessem dicas de gravação e sugestões para próximos assuntos: Lembrem-se que estou fazendo pra me divertir e, se possível, diverti-los e informá-los, e que isso tudo é na base do amadorismo mesmo, pra ficar mais legal

Ahhh… Ao todo este meu primeiro experimento tem 16:55 de duração…

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Espero que vocês gostem de ouvir assim como eu gostei de fazer…!

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21.02.2007
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As legendas de House são ruins 

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Eu tenho que admitir que um dos meus vícios há dois anos é acompanhar a série House, M.D. Trata-se, na minha opinião, de um dos dramas médicos mais bem produzidos dos últimos tempos, que eu, na época em que assinava DirecTV, acompanhava fielmente através do Universal Channel.

Com a perda do canal — que, infelizmente, até o momento não faz parte do line-up da VocêTV — acabei obtendo alguns episódios da terceira tempora através da internet, que precisei complementar com legendas em formato SRT, tudo para continuar acompanhando as histórias.

Coincidentemente, eis que li um post do Cris Dias, que, após passar por um período em que também usou do recurso de baixar episódios e legendas do seriado diretamente da web, resolveu adquirir os DVDs oficiais — o que seria minha próxima pedida —, mas acabou muito surpreso com a qualidade das legendas dos episódios, cheias de erros primários:

Estou falando de coisas bobas, triviais, que qualquer tradutor que viva disso deveria ser capaz de pegar. Erros que fazem a gente se perguntar se a tradução não foi feita com um tradutor automático. Todo mundo erra, mas provavelmente o DVD simplesmente não foi revisado.

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A indignação é totalmente compreensível, uma vez que, gastando seu dinheiro com um produto oficial, qualquer consumidor espera obter a qualidade que seu dinheiro deveria valer.

Por exemplo: Nesta cena do primeiro episódio da terceira temporada que obtive da web juntamente com legendas amadoras, reparem que a Dra. Cameron diz que coloca drops nos olhos. Trata-se de um deslize do tradutor que me fez pensar imediatamente que ela poderia estar colocando Hall’s — ou qualquer outro tipo de pastilha — nos olhos. O correto seria dizer que ela coloca colírio nos olhos.

No entanto, um deslize deste tipo cometido por tradutores amadores — que, muitas vezes, aliás, fazem da tradução um passatempo — é imensamente diferente de um que seja cometido por profissionais que, depois, acabam por endossar a venda de um produto com um nível de qualidade inferior ao que se poderia esperar. Assim como já comentei por lá, me surpreendi com a informação, pois acho que isso ofusca o brilho do seriado, além de arranhar a imagem do produto junto aos fãs.

Como continuo com a idéia de adquirir os DVDs da série futuramente, espero que, após o alerta, no mínimo os responsáveis corrijam o problema: Acho que seria o caso de promover o que talvez seja o primeiro recall de DVDs da história brasileira.