26.06.2008
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A lupa do Plurk 

E hoje no blog oficial do Plurk, a bola da vez foi destacar a novíssima capacidade de realizar buscas através da interface do sistema. Eu, particularmente, devo admitir que gostei muito dessa história, pois estava entre os que faziam coro pra que a novidade não tardasse a ser implementada. E agora ela chegou pra ficar.

Discretamente posicionada no canto inferior direito da timeline, uma lupa permite selecionar o escopo do que se deseja buscar. Entre as opções estão buscas no próprio timeline, buscas entre todos os plurks e buscas por humanos.

As buscas por humanos permitem encontrar outros usuários da ferramenta, o que pode ser útil, por exemplo, para verificar se um amigo já caiu nas graças do Plurk. Mas são as demais que, na minha opinião, estavam sendo mais aguardadas pelos plurkonautas.

Na prática, as buscas em nosso próprio timeline nos ajudam a filtrar informações, facilitando encontrar um ou outro plurk que deixamos pra responder depois, ou aquele falando sobre um assunto específico, sem que para isso precisemos necessariamente usar tags — ou seja, acrescentar o caractere # a uma palavra. As buscas gerais — ou seja, em meio a todos os plurks do universo — também podem ser úteis para encontrar informações ou links interessantes.

Mas melhor do que ficar apenas falando é demonstrar o novo recurso. Para isso, usarei como exemplo a nova série do criador de Lost, J.J. Abrams, Fringe, que deve começar a ser exibida agora no segundo semestre na TV americana. Como demonstra uma busca no meu timeline, além de mim, o Rodrigo Muniz também já está falando dela:

Obviamente, uma busca geral sobre a série me trará muito mais resultados, como é possível observar a seguir. Em meio a outros assuntos com a palavra-chave, é possível verificar diversos comentários de pessoas de todos os lugares do mundo sobre o seriado:

Como se vê, a busca de plurks é realmente algo que merece ser explorado com calma — uma vez que pode abrir infinitas possibilidades — e que felizmente veio pra ficar. No entanto, embora eu quisesse terminar este artigo dizendo que a busca sobreviveu à todos os meus testes em flawless victory, isso infelizmente não será possível.

Digo isso porquê ainda usando a série Fringe como referência enquanto terminava de escrever este meu texto, a busca em meu próprio timeline não trouxe este plurk do Otávio Cordeiro, que está em minha linha do tempo e mesmo assim ficou de fora. No entanto, não acredito ser este um problema para muita preocupação. Na velocidade em que as coisas mudam, são implementadas e corrigidas no
Plurk, isso não deve demorar para ser arrumado. Quem sabe, aliás, foi um problema com a indexação de plurks, que talvez — a exemplo do que ocorre com os pontos de karma — também só aconteça três vezes por dia. Vou esperar.

18.05.2007
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Use o Google para encontrar MP3 e outros bichos 

Qual software você usa quando sai em busca de arquivos MP3? Azureus? Limewire? Não importa. Você sabia que aquele que tudo sabe também pode ser um ótimo aliado na hora de procurar músicas e outros tipos de mídia? Eu, da minha parte, sempre ouvi falar sobre isso, mas considerava a coisa toda uma verdadeira lenda.

Até o momento em que vi que, na prática, que a teoria era funcional. Abrindo o navegador no Google, basta que você utilize um de seus operadores — intitle: — em conjunto com uma mini-expressão regular e você terá milhares de resultados à sua disposição, num piscar de olhos. Digamos que, em homenagem a um amigo pra quem mostrei a técnica hoje cedo, estejamos procurando músicas ou vídeos do GreenDay. Basta que digitemos, seguido de ENTER:

intitle:"index.of" (mp3|mp4) Green.Day -html -htm -php -asp

Os resultados serão listados automaticamente e bastará fazer o download. A explicação para a aparente mágica é a seguinte: O operador intitle: faz com que nosso amigo Google faça a busca por páginas cujo título é Index of. Mas afinal de contas, que páginas têm este título?

Fácil. Quando alguém armazena conteúdo em um servidor mas não define para o mesmo uma página de acesso padrão (por exemplo, index.html ou index.php), alguns destes servidores, por conta própria, geram uma página dinâmica, e acrescentam à mesma o título Index of. Notem que, na busca, index.of tem um ponto no meio, para substituir o espaço.

Google MP3 search

O parâmetro (mp3|mp4), tal como parece, restringe as extensões de arquivos a serem procurados. É aqui que uma bela oportunidade de encontrar qualquer tipo de mídia, e não apenas música ou vídeos se encontra: Substituindo a extensão por chm, pdf, ou zip, pode-se encontrar arquivos de help, e-books e mais uma infinidade de coisas.

Green.Day, também separado com um ponto, é o coringa da história. Deve ser substituído, é óbvio, pelo que se deseja encontrar. Se mais palavras forem necessárias, mais pontos também o serão. Na verdade, o uso de pontos é um facilitador para a busca de frases — ou, neste caso, de nomes de música, onde sabemos a ordem exata das palavras que queremos encontrar — mas também podem ser usados hífens, sinais de igual, etc.

Por fim, ao usarmos -html -htm -php -asp , estamos especificamente excluindo páginas com estas extensões, por não estarmos interessados em outra coisa que não os próprios arquivos de mídia. Há diversas variações desta dica, mas esta, em particular, me chamou à atenção por ser muito, mas muito simples de memorizar.

02.12.2006
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Renda-se ao Swamii 

Hoje encontrei um tempinho livre para navegar na web.

swamii.jpgPode parecer estranho dizer isso, mas ando extremamente sem tempo — notem, por exemplo, a ausência de posts recentes com conteúdo de qualidade neste blog — e foi muito bom poder me aproveitar de uma ou duas horas seguidas em que pude sentar na frente do computador novamente, em meio à correria do dia-a-dia.

Estabeleci, para estes momentos de paz em frente ao PC aqui de casa, uma rotina de utilização da web bastante interessante: Ela se inicia pela ida ao internet banking, se necessário, seguida da leitura e resposta de e-mails e do acompanhamento dos feeds que assino através do Google Reader.

Mas a minha rotina — e a de qualquer outro internauta, com certeza — não pára por aí: Não sei se vocês já repararam, mas estamos sempre em busca das mesmas coisas quando navegamos na Internet. Quem gosta de música, procura as novidades musicais. Quem gosta de televisão, quer saber de séries interessantes que serão lançadas num futuro breve, além do que vai acontecer a seguir naquelas que já acompanha. Eu, que adoro tecnologia, estou sempre atrás de conteúdos interessantes para produzir posts para o blog.

E na busca de novidades estamos sempre, em maior ou menor grau, recorrendo a ambientes como sites de busca, redes P2P, serviços de hospedagem de fotografia, agregadores de notícias e feeds RSS e tantos outros, sendo que em cada um deles as palavras-chave ou tags que utilizamos são sempre similares e relacionadas a nossos interesses.

Pois a leitura de um post publicado pelo site Techcrunch me chamou a atenção para um novo serviço, batizado de Swamii.

swamii_interests.jpg

Sua proposta — que já levou mais de 1500 pessoas a criarem uma conta em menos de 3 dias após seu lançamento — é evitar que estejamos sempre digitando os mesmos termos, utilizando as mesmas tags ou combinando palavras-chave similares para buscar nossos interesses. Desta forma, basta descrevermos algo que normalmente nos chama a atenção através de uma ou mais palavras, para que o próprio site se encarregue de indexar o que há de mais recente sobre o assunto em sites de notícias, blogs, redes P2P, sites de compartilhamento de mídia, televisão, sites de compra e de empregos, mostrando os resultados relevantes imediatamente.

swamii_interests1.jpg

Eu sei que muitos podem se perguntar se utilizar a assinatura de feeds RSS, por exemplo, não é mais prático. Eu acredito que se tratam de tecnologias complementares: Os testes que resolvi fazer com algumas palavras-chave me permitiram obter resultados bastante interessantes em pouco tempo e, talvez, eu precisasse de um tempo bem maior para garimpar a web por minha conta atrás dos mesmos assuntos, não fosse pelo Swamii, que aliás é um serviço gratuito.

Sendo assim, no mínimo, recomendo-lhes que dêem uma olhada na proposta do site, que aliás já ganhou um lugar entre as minhas home pages do Firefox. Se a empolgação não for tanta quanto a minha, ao menos sempre sobrarão as alternativas anteriores.

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