Alterando o GRUB
26/12/2006
Apesar de todo o meu entusiasmo a respeito do Ubuntu e de minha esposa ter passado quase uma hora em bate-papo no MSN através do Gaim durante o dia de ontem, não posso contagiá-la da mesma forma — bem, ao menos, não de uma única vez.
Desta forma, meu Windows — que é 2000 — continua utilizando uma parte do HD, o que não é nenhum problema graças a um pequeno gerenciador de boot que todo usuário do Ubuntu conhece como GRUB. Este pequeno programa — automaticamente configurado quando existem outros sistemas operacionais em seu HD — permite escolher se quero iniciar o Windows ou uma sessão de Ubuntu quando ligo ou reinicio meu computador.
Quando o GRUB é inicializado, a opção padrão determina que o Ubuntu seja carregado. Para fazer com que o Windows seja utilizado, é preciso usar as setas do teclado para escolher a opção correspondente, antes que uma quantidade pré-estabelecida de segundos seja atingida. Mas como aqui em casa a gente tem o hábito de ligar o computador e sair para fazer alguma coisa enquanto isso acontece, por diversas vezes minha esposa esperava ver o Windows e se deparou com a tela de logon do Linux.
Como resolver isso? A meu ver, para tornar a coisa mais fácil pra ela, pensei em alterar a opção padrão de boot do GRUB e deixá-la como Windows. Para isso, tudo o que precisei fazer foi abrir uma janela de terminal e digitar o seguinte comando:
O arquivo menu.lst é que determina os aspectos de inicialização do GRUB. Ao abri-lo, perceba que existirão várias linhas iniciadas pelo caractere #, o que indicará que tratam-se apenas de comentários. Repare, no entanto, na primeira das linhas a seguir:
É esta linha que determina que opção será utilizada como padrão na inicialização do computador.
O número zero representa a primeira opção. Isso ocorre porquê, na maioria das linguagens de programação modernas, os índices de vetores se iniciam por zero e, sendo assim, a segunda opção será 1, depois 2 e assim por diante. Memorize a localização de seu Windows no menu inicial e indique o valor correspondente no arquivo — no meu caso, era a quinta opção, ou seja, a de índice 4 —, salvando as alterações logo em seguida. Reinicie o computador e pronto!
— adaptado a partir destas informações.
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