O facelift do Digg

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Ontem, ao tentar ler algumas notícias do site de tecnologia digg, me deparei com a mensagem acima. Sinceramente, fiquei impressionado, uma vez que acompanho o serviço de agregação de notícias de tecnologia desde seu lançamento — em novembro de 2004 — e nunca havia testemunhado, desde então, uma mensagem do gênero.

Hoje pela manhã, inclusive, ao tentar acessar os mesmos links — através do Google Reader — parecia que o problema ainda persistia, já que o aviso continuava lá. Cheguei mesmo a pensar que se tratasse de alguma irregularidade com meu agregador. No entanto, uma busca um pouco mais aprofundada me revelou o porquê da mensagem: Acontece que ontem o digg passou por uma reforma — que o tirou do ar por praticamente duas horas — para que pudesse iniciar uma nova fase: Mais atrativo aos olhos, o serviço agora também suporta vídeos e podcasts:

Digg, a San Francisco-based social news site, is embracing video and podcasting, and will launch a major facelift to reflect its new expanding coverage on Monday morning. The new interface should improve discovery of the most popular and top-ranked stories, company executives say.

[...]

The emphasis, in this upgrade, is clearly video. As part of the offering, Digg users will be able to view videos from Google, YouTube and Metacafe in a special lightbox, without leaving the Digg website. In addition, a new wing of the site will be devoted to listening to and digging podcasts.

Após o período fora do ar, é possível notar que na região superior da tela existem links para as novas funcionalidades do serviço. O site mudou completamente para acomodar os novos recursos — agora conta com um layout líquido, o que, na minha opinião, além de dar um charme a mais ao serviço, ainda o torna mais acessível, uma vez que pessoas com resoluções maiores de vídeo poderão experimentar uma navegação mais confortável — e a seção de vídeos ficou com um visual bastante atrativo, como se pode perceber:

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Parece que a moda agora é mesmo acrescentar novas mídias aos sites sociais: Os vídeos parecem estar conquistando espaço cada vez mais rapidamente — assisti-los via internet é uma das atividades que mais tem crescido nos últimos tempos — e isso me faz pensar em pelo menos um efeito colateral: Como filtrar o que é de qualidade, separando-o do que não é.

Eu sei que gosto é gosto, e que gosto não se discute, mas com tanta gente colocando material no ar, com certeza aquilo que é realmente bom vai acabar sendo prejudicado. Embora só o tempo possa dizer como os vídeos ruins serão tratados, acho que posso arriscar meu palpite no caso do digg: Com certeza sua comunidade — que no momento tem mais de 700 mil membros — os enviará para as profundezas… :)

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1 pensamento sobre “O facelift do Digg”

  1. Rodrigo P. Ghedin writes:

    Preocupado com isso (e vendo uma oportunidade no nicho, confesso), criei o vidinhos, um filtro de vídeos, por assim dizer.

    O Digg é fenomenal! E pensar que seu criador pagou U$ 750,00 para um programador criar o sistema… Hoje ele ganha mais de U$ 250.000,00 por mês, só com publicidade proveniente do Google AdSense.

    []’s!