A Aprendiz
24/12/2004
Pouco menos de dois meses. Cinqüenta dias, na verdade, separaram 16 candidatos de um emprego dos sonhos de qualquer empresário, com direito a um salário mensal de R$ 20 mil, por pelo menos um ano, para trabalhar em uma das empresas de Roberto Justus, um dos publicitários mais bem sucedidos do país. Ontem, no entanto, esta extensa entrevista de emprego, televisionada em todo o seu conteúdo pela Rede Record, chegou finalmente a seu fim.
Estou falando, obviamente, do reality show O Aprendiz, sobre o qual, inclusive, eu já havia comentado, antes de sua estréia no Brasil. Não gosto nem um pouco dos formatos de reality show que se apresentam por aí, é verdade, mas neste caso a coisa é bastante diferente. O Aprendiz mostra aquilo que muitas vezes é vivenciado dentro das grandes organizações e que eu, empregado de uma empresa de grande porte, posso testemunhar como verdadeiro. Talvez por isso, inclusive, muitos de meus colegas de trabalho tenham se tornado fãs do programa, que, após seu final, teve uma segunda temporada anunciada por Roberto Justus.
A vencedora da batalha pelo emprego, tendo deixado para trás outros 15 ótimos candidatos, foi Vivianne Ventura, cuja foto ilustra este post. Vivianne, que se tornou a aprendiz, é uma pessoa carismática, e que, durante todo o desenrolar da série, descobri ser capaz de envolver as pessoas com quem trabalha para buscar ótimos resultados, se preocupando de maneira geral com todo o planejamento macro das tarefas, mas também se apegando a detalhes mínimos, que com certeza foram responsáveis por seu sucesso.
O mais interessante é que eu, desde o primeiro episódio, me identifiquei com duas pessoas que achei que poderiam se tornar vencedoras do programa. Uma delas era justamente Vivianne, com quem até eu mesmo senti vontade de formar uma equipe. A outra pessoa era Toni, que acabou sendo eliminado durante o decorrer dos episódios. Vivianne, ontem, se mostrou muito feliz ao final do programa, que registrou média de audiência de 10 pontos diários, considerada um sucesso para os padrões da emissora: Além de ir trabalhar em uma das empresas do Grupo Newcomm, a Wunderman, Vivi ainda levou para casa um Classe A, da Mercedes Benz. A escolha de Vivianne, em minha opinião, não poderia ter sido mais acertada.
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Sabe daniel, como diz meu primo que é publicitário e conhece o Rob Justo, ela tá fudida, pois ele é péssimo patrão… DO MAL como diria meu primo.
Abração
Que lindo seu comentário Daniel, como tia da vIVI, só tenho a agradecer; salvei seu link para ela entrar ok?
Ela é mesmo tudo aquilo que mostrou e muito mais, ela é GENTE!!!
Obrigado querido, beijos e parabéns!
Seu espaço aqui na Net é muito bom!!!!
gostaria de saber como faz para participar…? rs
Abraço.
só quem trabalha com ele sabe como ele é foda….