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Perdido em Marte

Andy Weir não sabe disso, mas se tornou um de meus mais recentes ídolos. Esse americano cresceu lendo livros de ficção científica, começou a trabalhar como programador aos 15 anos de idade e até mesmo começou a cursar Ciência da Computação, embora nunca tenha chegado a se formar — embora tenha trabalhado para a Blizzard, ajudando na construção de Warcraft 2.

A capa do livro

A capa do livro

Todas estas experiências misturadas certamente o ajudaram na composição de seu primeiro livro — que já virou um best seller. Perdido em Marte (The Martian, em inglês) conta a história do astronauta Mark Watney, enviado a marte junto com a tripulação da Ares 3, se tornando a sétima pessoa a pisar em Marte. No entanto, ele também pode se tornar a primeira a morrer no planeta vermelho.

Acontece que Mark enfrenta uma forte tempestade de areia em Marte, acompanhado de seus companheiros. A tempestade é tão forte e violenta que a missão é abortada: isso faz com que a tripulação bata em retirada — deixando-o para trás, por estarem certos de que ele acabou de morrer em um terrível acidente.

Eis o que me prendeu sobre o livro: A sua premissa. Não é todo dia que encontramos obras onde o protagonista esteja às voltas com a própria sobrevivência… em Marte. Como esse cara fez pra comer? Como ele se virou para obter água? Com quem ele conversou? Será que ele realmente vai conseguir sobreviver? Todas essas perguntas me fizeram começar a ler o livro, que acabei em menos de uma semana.

Posso dizer: a leitura compensou, a cada página, e por isso recomendo a vocês que dêem uma chance à esta obra do estreante Weir, que, aliás, já virou filme dirigido por ninguém menos que Ridley Scott, protagonizado por Matt Damon. A estréia está prevista para 26 de novembro de 2015.

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