Sorvete para maiores

Eis uma boa pedida — para quem gosta de cerveja.

A ideia é que o produto circule por tempo limitado em bares selecionados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas a marca estuda ainda a possibilidade de estender a ação e oferecer a venda pela fan page no Facebook. Nas duas formas de comercialização, o pote poderá ser adquirido somente por maiores de idade.

[via comunicadores]

Woz teme que Microsoft seja mais inovadora

O co-fundador da Maçã deu (mais) uma declaração polêmica durante a conferência TEDx Brussels:

ââ?¬Å?Eles estão fazendo isso há uns três anos, enquanto a Apple só pensa no novo iPhone e fica um pouco para trás. Isso me preocupa. Melhorar não faz parte do modelo de inovações da Apple. Até Steve Jobs voltar, o que estávamos fazendo era justamente isso: tínhamos uma fórmula para ganhar dinheiro e a seguíamos, com as mesmas máquinasââ?¬Â, completou.

Para mim, por mais polêmica ou parcial que a declaração acima possa parecer, não deixa de ser um belo retrato da realidade da Apple desde que Steve Jobs se foi.

A meu ver, a última cartada da empresa, um iPad Mini, por exemplo, não tem nada de inovador. É, apenas, justamente pensar em algo já existente em versão diferente.

Pensar assim não é exclusividade da Apple, é verdade: As empresas vem fazendo isso desde que o mundo é mundo, e não apenas no mundo da tecnologia. Mas some a isso fiascos como o novo Maps e um iOS 6 cheio de bugs com redes wifi e é inevitável se perguntar se a Maçã está perdendo seu norte.

Pena que Steve Jobs não possa voltar…

[via TechTudo]

Use o campo BCC: A gente agradece!

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Você já deve ter vivido algo assim.

Recebe uma mensagem onde, além do seu próprio endereço de e-mail, consta o endereço de mais um buzilhão de pessoas. O remetente desta mensagem faz um mesmo pedido para todos os destinatários: informarem se já participaram (ou não) de uma determinada atividade.

Esta semana recebi uma mensagem assim, e a respondi apenas para o remetente. Mas em questão de minutos vi meu inbox lotado de respostas que deviam ter sido endereçadas apenas   ele. Em meio  quele calhamaço de e-mails, lembrei-me imediatamente de regras simples para o envio de mensagens eletrônicas. Sobretudo aquelas relacionadas aos campos CC: e BCC:.

O campo CC: — que vem do inglês carbon copy e foi traduzido para o português como com cópia — deve ser usado no lugar do campo Para: (ou To:) quando as pessoas ali inseridas estão recebendo uma mensagem apenas em caráter informativo, ou seja, não precisam responder   mensagem.

Acontece que a mensagem que eu recebi não tinha caráter informativo, já que o remetente solicitava uma informação, e esperava respostas de todos os envolvidos. Nestes casos, usar o campo BCC:blind carbon copy, de cópia cega, que foi traduzido para o português como CCO:, ou com cópia oculta — cai como uma verdadeira luva.

Isso porquê ele é perfeito para incluir endereços de pessoas que não necessariamente se conhecem. Na verdade, perfeito para quando elas não precisam interagir entre si, o que era o caso nesta mensagem. Ao usar o campo BCC: o destinatário só tem como saber o endereço do remetente e o dele próprio e, justamente por isso, só pode responder ao próprio remetente. Assim, evita lotar a caixa de mensagens de outras pessoas com algo que não precisa mais da atenção delas.

Da próxima vez que você for enviar uma mensagem para muitas pessoas — ou responder uma, pense nisso. Muita gente vai te agradecer, eu garanto.

Como ensinei meu filho a andar de bicicleta

Em abril deste ano resolvemos tirar as rodinhas da bicicleta do Alexandre para que ele pudesse começar a andar sem elas, tal como vários coleguinhas da escola já vinham fazendo. Mas como fazer para ensinar uma criança de, naquela época, 6 anos, a se equilibrar na bicicleta?

O Alexandre é um menino enorme, e, assim sendo, extremamente pesado, mesmo sendo magro. Quando resolvemos começar a usar as técnicas padrão para ensiná-lo a se equilibrar, ou seja, segurar no guidão e atrás do selim enquanto o empurrávamos, percebemos dois fenômenos interessantes:

  1. Ele tendia a puxar a bicicleta para a esquerda e se desequilibrar. Assim, caia no chão e ficava com medo de se machucar;
  2. Com poucos minutos de prática ao lado dele, ou mesmo quando empurrávamos segurando somente o selim, estávamos ficando muito cansados.

A somatória destes dois fatores fez com que meu filho se desinteressasse pelo assunto. Assim, passaram-se vários meses sem que ele quisesse sequer olhar para a bicicleta. Somente esta semana ele resolveu voltar a pensar no assunto, depois que eu prometi a ele que compraria capacetejoelheira cotoveleira.

Mas pensei também que o ideal, além disso, seria provocar alguma coisa diferente para o aprendizado. Alguma coisa que não o pusesse em risco e o deixasse com medo, apesar da proteção que o capacete e demais acessórios trariam, e que ao mesmo tempo eventualmente não necessitasse que ficássemos lhe empurrando ou puxando.

Eis que após um pouco de busca me deparei com um método chamado “Learning to bicycle without pain, teaching bicycling without strain” — algo como Aprendendo a andar de bicicleta sem dor, ensinando a andar de bicicleta sem esforço. A página que descreve o método cita, em poucos passos, o que deve ser feito.

Pode parecer bobagem, mas a coisa funciona. Levei o Alexandre a uma praça aqui da cidade, procurei um local onde houvesse uma ligeira inclinação e cuidei para que a bicicleta dele permitisse que, ao ficar em pé montado nela, seus pés tocassem o chão.

Daí foi só pedir a ele que se soltasse na inclinação, e que, se sentisse que ia cair, apoiasse os pés no chão. Aos poucos ele foi ganhando confiança e, depois de umas quedas protegidas pelas joelheiras, cotoveleiras e capacete, acabou aprendendo a se equilibrar. Nem foi preciso remover os pedais como o método acima sugere.

Depois de cerca de 1h30 praticando, ele se soltou. E eu não precisei dar nenhum empurrãozinho nele, prova de que o método funciona mesmo — servindo para ensinar não só crianças como o meu filho, mas também adultos.

Abaixo, resolvi fazer um registro em vídeo — de maneira bem animada e resumida, do que foi a aplicação do método e seus resultados práticos. Valeu pela diversão. Aliás, se alguém se interessar pela trilha sonora, ela é do Rose for Bohdan, e pode ser encontrada no Free Music Archive.

Ah, e agora, ele não quer mais largar da bicicleta! Genial!

Aviões de bigode!?

Três companhias aéreas — British Airways, Qantas e WestJet — resolveram acrescentar bigodes  s suas aeronaves neste mês de novembro. A ação foi realizada para demonstrar o suporte   campanha Movember, iniciativa anual para levantar fundos para o combate ao câncer de próstata.

British Airways espera arrecadar mais de ã80.000 para a caridade, enquanto a WestJet lançou um concurso para recompensar a organização canadense com maior participação de seus funcionários na campanha com duas viagens de ida-e-volta a qualquer um de seus destinos.

A iniciativa é bem legal — e os aviões, mais legais ainda!!

[via DesignTaxi]

Rafinha e o elevador

As crianças criam hábitos que nos surpreendem a cada momento.

Meu filho mais novo, Rafinha, por exemplo, deu para chamar o elevador todas as vezes que nós vamos sair. Basta abrir a porta de casa e lá vai ele, em disparada, pronto para executar a tarefa com uma empolgação que só ele sabe de onde vem. É como se ele vivesse de esperar por um momento em que pudesse fazer isso, todos os dias.

Aliás, a velocidade dele pra chamar o elevador é tanta — e veja que são os dois elevadores que ele chama, sempre — que demorou pra conseguir fazer o vídeo acima. Toda vez que eu tentava, não era rápido o suficiente…

Twitter, em uma imagem

Perhaps I’m having a misanthropic week, but lately it feels like Twitter is just full of unfunny people trying too hard to be hilarious.

Quando o assunto é Twitter, é realmente muito difícil de discordar. Às vezes é extremamente complicado separar o que serve do que não serve, o que é útil do que não é útil. E esta ilustração realmente diz tudo, de uma maneira muito simples.

[via sarahL]

Instruções de Vôo à la LOTR

Air New Zealand partnered with WETA Workshop on a brand new Hobbit inspired Safety Video. It features cameo appearances including Sir Peter Jackson.

Taí uma maneira criativa de fazer com que instruções de segurança importantes — e porquê não dizer, normalmente maçantes — se tornem mais leves e divertidas. Assim, sinceramente, a chance de assimilar as mensagens é muito maior.