PHP x Ruby x Python

Se você se interessa por programação e está se perguntando que linguagem seria melhor aprender, um bom ponto de partida é o infográfico abaixo, que encontrei no site Udemy. Ele compara três das linguagens de programação modernas mais populares atualmente: PHP — utilizado por plataformas como o WordPress —, Ruby e Python.

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Eu não creio que existam linguagens de programação perfeitas, pois cada programador a quem você perguntar vai dizer o porquê considera essa ou aquela a melhor linguagem do planeta — mas existem aquelas que povoam mais a imaginação de uns e outros, e os fazem querer aprendê-la ou não. Já mexi um pouco com PHP no passado, é verdade. No mercado profissional, conforme a informação acima, seria uma ótima pedida. Mas confesso que tenho mesmo é uma queda por Ruby.

E você? Qual das três linguagens prefere?

NASA Johnson Style

Recebi por e-mail hoje pela manhã a reencarnação geek do Gangnam Style.

NASA Johnson Style is a volunteer outreach video project created by the students of NASA’s Johnson Space Center. It was created as an educational parody of Psy’s Gangnam Style. The lyrics and scenes in the video have been re-imagined in order to inform the public about the amazing work going on at NASA and the Johnson Space Center.

Vamos combinar que esta versão é muito, muito, muito mais legal que a original…

Mailbox: A alternativa para o “finado” Sparrow?

Sparrow talvez tenha sido o cliente de e-mail mais sensacional que eu já utilizei em toda a minha vida, mesmo que, no meu caso, eu o tenha usado apenas no iPhone: Era um app leve e dinâmico, e, acima de tudo, possuía uma interface extremamente clean. Tudo ia bem, até que em julho de 2012 a equipe responsável anunciou que a empresa havia sido comprada pelo Google, e que eles uniriam forças dali por diante.

Realmente, devo admitir, a versão mais nova do GMail para iOS ficou mais atraente e contém elementos que só quem já utilizou o Sparrow alguma vez na vida saberia reconhecer. Assim que fiz o download, tratei de jogar o cliente de e-mail nativo do sistema da Apple dentro de um local bem escondido no meu iPhone — já que não consigo, por definição, deletar aplicativos oficiais da Maçã que eu não queira usar — e passei a viver mais feliz.

No entanto, pessoas que utilizam contas de e-mail que não estão associadas ao GMail não têm opção, a não ser continuar com o aplicativo padrão, que, convenhamos, não é lá muito cheio de recursos, embora funcione conforme promete. Melhor dizendo, hoje descobri que existirá uma opção, a partir do primeiro dia de de janeiro de 2013. Trata-se do Mailbox, um novo aplicativo que promete ganhar a atenção de muita gente — inclusive a minha.

O motivo? A meu ver, trata-se do primeiro app que mistura   caixa de entrada conceitos de to-do, permitindo que você leia suas mensagens tratando-as como tarefas concluídas, ou que podem ser postergadas para um determinado momento no futuro,   sua escolha. Quem é fã do conceito de zero inbox certamente se sentirá compelido   experimentar. Além disso, o vídeo acima mostra uma tela de composição de mensagens que lembra muito aquela que usamos no iPhone para compor uma nova mensagem do Twitter. Coincidência? Ou apenas simplicidade em sua forma mais sofisticada?

Seja como for, o Mailbox me deu um motivo a mais para querer que 2013 chegue logo. Felizmente, faltam apenas alguns dias…

Melhor que o Google Maps para iOS

Ele certamente pode ser classificado como o aplicativo mais aguardado de todos os tempos para os usuários de produtos Apple: Prova disso foi o fato de ter se tornado o aplicativo mais popular da AppStore apenas 7 horas após seu lançamento. O renovado Google Mapsversão para iOS — mostrou-se bem melhor que o seu antecessor, aquele que acompanhava os iGadgets da Maçã até a versão 5 de seu sistema operacional. Tudo isso graças   manutenção de um sistema de busca poderosíssimo — típico do Google, é claro — e do Street View, além de um revamp na interface, agora mais limpa e funcional, e da adição de navegação ponto-a-ponto auxiliada por voz, mesmo que ainda em beta.

Convenhamos: É sempre uma experiência muito boa utilizar um aplicativo desenvolvido pelo Google. Confesso que, quando baixei o novo Maps, ontem, fiquei esperando as horas passarem só pra utilizar seus novos recursos de navegação de qualquer maneira — eu testei como ele se sairia a caminho do trabalho. Pela primeira vez, na minha opinião, um aplicativo que tem características de GPS não apresenta uma voz robótica lhe dando instruções, e sim, uma voz feminina suave e agradável de ouvir. Você pode facilmente deixar registrados os endereços padrão de sua casa e do seu trabalho, e os comandos de voz ocorrem com precisão considerável.

Uma coisa que tornou o Maps tão esperado foi o fato de a mídia anunciar em peso que muita gente não adotou a versão mais recente do iOS da Apple — a 6.0, posteriormente vindo a ser a 6.0.1 — justamente por ser a que remove o aplicativo do Google do sistema e coloca em seu lugar o famigerado aplicativo de Mapas da própria fabricante, que, ainda no começo desta semana, levou a polícia australiana a declarar que seu uso poderia trazer ameaças   vida, após ter atendido — e resgatado — várias pessoas que se perderam ao seguir suas indicações. Com o lançamento do novo app, no entanto, a adoção do novo sistema operacional parece ter crescido apenas 0,2%, o que demonstra que podem haver muito mais motivos para sua não adoção do que simplesmente a ausência de bons mapas nos iPhones e iPads.

Discussões sobre este último ponto   parte, considero o seguinte: O Google Maps mais recente para o iOS é fantástico e muito melhor, mas muito melhor mesmo do que o aplicativo padrão da Apple. Mas não é, para mim, o melhor aplicativo para navegação que existe disponível na AppStore no momento. E o principal  motivo para isso é algo que me incomoda em vários aplicativos do gênero para o iPhone: A atualização dos mapas.

Meu teste do Google Maps a caminho do trabalho foi muito agradável, é verdade. Durante o trajeto rumo ao local onde ganho o meu pão de cada dia, aproveitei para testar o que considero a prova de fogo para os aplicativos de GPS que eu já tentei utilizar: O mapeamento de um viaduto que já está nesta rota desde outubro de 2009, e que TomTom e outros simplesmente teimam em ignorar. O Google Maps mostrou o viaduto, e o incluiu na rota. Flawless.

O Mapa

Ao sair do trabalho e voltar para casa, no entanto, descobri um ponto cego no aplicativo: Meu caminho de volta é, já há algum tempo, encurtado por uma avenida que simplesmente não é considerada pelo Google Maps. E é uma avenida, a exemplo do viaduto que eu mencionei acima, que já está ali há muito tempo. No trecho de mapa acima, a seta laranja mostra exatamente a entrada que serviria para encurtar o caminho. Sem ela, sou obrigado a dirigir mais muitos metros adiante e fazer um contorno   direita, tal como a linha azul demonstra.

Cadê a avenida que deveria estar aqui?

Cadê a avenida que deveria estar aqui?

Eu sei que a atualização de mapas depende de uma série de fatores, e que com o tempo essa avenida será certamente mapeada. Eu também sei que, provavelmente em algum ponto no futuro, o carro do Google — aquele famoso, que mapeia o Street View —, vai voltar a pintar por aqui. No entanto, acredito que um fator muito interessante — e poderoso — quando o assunto é GPS é seu grau de interação social, sobretudo para permitir que os mapas estejam o mais atualizados possível. E é aqui que entra um aplicativo que considero — ao menos por agora — melhor que o Google Maps. Trata-se do Waze.

O Waze é um aplicativo que, a exemplo do Google Maps, também é gratuito, e também está na AppStore. Ele também possui navegação ponto-a-ponto auxiliada por voz, tal como a ferramenta oferecida pelo Google.

No entanto, o Waze é chamado por seus desenvolvedores de GPS social, uma vez que com ele é possível não apenas navegar de endereço a endereço, mas fazê-lo ao mesmo tempo em que se recebem alertas de outros usuários da ferramenta, como acidentesengarrafamentos, localização de radaresobras e até mesmo a localização de comandos da polícia. À medida em que você dirige com o aplicativo ligado, acumula quilômetros que geram pontos e que podem servir para algumas coisas como trocar o avatar do seu carro, o que transforma a coisa toda numa atividade similar   de um jogo. Além disso, você pode acrescentar seus contatos do Facebook e combinar com eles, assim, entre um bate-papo e outro através do próprio Waze, quem vai dar carona pra quem no dia seguinte — ou daqui a alguns minutos.

É toda esta atuação comunitária que pra mim torna o Waze uma alternativa igualmente gratuita ao Google Maps, mas melhor que ele: Os mapas, rotas, radares, prédios públicos e locais importantes, entre muitas outras coisas, são todos editados e mantidos por uma comunidade super ativa. Ao baixar o programa e criar uma conta grátis, você também passa a ter direito de atualizar os mapas,   medida em que dirige. Dirija um quilômetro e edite alguns   volta deste que você percorreu, é bastante simples. Para fazer isso, você pode usar sua conta para se conectar ao servidor de mapas e submeter suas alterações. Em no máximo algumas semanas estará tudo lá, disponível não apenas para você, mas também para todos os outros que precisarem das rotas.

Mapa no Waze

Ao consultar o servidor de mapas para o mesmo trecho que o Google Maps exibe, aliás, tenho uma grata surpresa: A avenida que ainda não está entre os dados do Google Maps já se encontra devidamente sinalizada pela comunidade do Waze, tal como é possível observar através da figura acima. Isso demonstra a velocidade com a qual a comunidade envolvida no projeto trabalha.

Eu costumo brincar dizendo que nenhuma aplicação de GPS é perfeita, porquê os GPS não ajudam você a não se perder, mas sim a se perder mais perto de onde você precisa ir. Mesmo para isso, no entanto, é necessário que as atualizações ocorram com o dinamismo que um aplicativo como o Waze permite através de toda esta interatividade social — você por acaso já procurou saber como pedir pra que um mapa do Google seja atualizado? É praticamente impossível, pois os mapas não estão exatamente nas mãos deles. É por isso que eu considero o Waze o melhor do gênero, no momento.

Google Maps to the rescue!

Saiu!! Finalmente, depois de um longo e tenebroso inverno   mercê do aplicativo Maps da Apple para o iOS 6, o Google disponibilizou o Google Maps na App Store. E a versão mais nova do programa está fantástica — inclusive com suporte   navegação por GPS!

R: Aprenda uma linguagem de programação super poderosa

Você já ouviu falar da linguagem R?

Trata-se de uma linguagem de programação poderosíssima, similar ao Java e ao C em diversos aspectos — e que na verdade está contida em uma interface de usuário própria, disponível para Windows, Mac e Linux, similar ao de softwares como o Matlab. A linguagem R pode ser muito útil para quem trabalha com matemática e dados estatísticos em geral, já que permite trabalhar com modelagem de dados, testes estatísticos, análises de séries temporais, classificação e plotagem de gráficos.

O melhor de tudo: Trata-se de uma ferramenta 100% gratuita, que pode ser baixada e instalada em questão de poucos minutos. Além disso, funções diferentes podem ser agregadas, através da instalação de pacotes que são contribuídos pela comunidade.

Como ando bastante saudosista em relação ao meu lado programador — e venho, de certa maneira, me envolvendo sobretudo com análises estatísticas em meu trabalho, pensei em unir o útil ao agradável e começar a aprender o básico da linguagem.

E nada melhor pra isso do que obter um bom material de referência, é claro. A documentação que acompanha o pacote de instalação do R é bastante completa e relativamente simples de acompanhar, e pode ser um grande auxílio para quem quer dar os primeiros passos na linguagem. No entanto, há dois ou três dias me deparei com um curso introdutório sobre R, oferecido pelo site Code School.

No blog oficial, o pessoal do Code School comenta o quanto o R é divulgado através da propaganda boca-a-boca, não sendo exatamente algo mainstream, mas também o quanto ela pode ser útil para organizar e plotar dados baseados em conjuntos de dados gigantescos.

O melhor de tudo é que o curso é interativo — você vai aprendendo na prática enquanto usa o terminal — e [hi]completamente gratuito[/hi], o que vem mais do que a calhar. Ah, a parte gráfica também faz parte da interatividade — bem legal.

A melhor definição sobre um Cientista da Computação, ever

I like the way computer scientists think because they combine some of the best features of Mathematics, Engineering, and Natural Science. Like mathematicians, computer scientists use formal languages to denote ideas (speci cally computations). Like engineers, they design things, assembling components into systems and evaluating tradeo s among alternatives. Like scientists, they observe the behavior of complex systems, form hypotheses, and test predictions.

— Allen B. Downey, autor de Think Java: How to think like a Computer Scientist

A beleza de um labirinto em BASIC

Quando decidi me embrenhar no mundo da tecnologia da informação há muitos anos atrás — época em que resolvi me tornar um técnico em processamento de dados e, posteriormente, um profissional da Ciência da Computação —, havia um motivador por detrás de tudo: Eu sempre tive vontade de criar as coisas. Olhando a questão por este prisma, o trabalho nesta área pode muito bem ser comparado ao de um pintor que cria um quadro a partir do nada, apenas com uma ideia na cabeça, ou ao de um escritor, que, capítulo após capítulo, vai dando vida   alguma trama.

Trabalhar com programação é proporcionar soluções para as pessoas, nos mais diversos aspectos e realidades. Se não fosse pela programação, hoje, as pessoas não teriam seus bodosos smartphones. Não poderiam se utilizar de tecnologias simples como gravar seus programas favoritos para assisti-los mais tarde, ou se orientar para chegar   ruas onde nunca foram antes, através de seus aparelhos GPS. E por mais que tudo isso possa parecer extremamente complicado, qualquer código escrito, em qualquer linguagem que seja, sempre carrega consigo uma elegância que é bonita demais de se ver.

O vídeo acima, que encontrei há alguns dias lendo um artigo da Slate, demonstra como uma simples linha de código em BASIC — linguagem das mais antigas, com a qual tive contato pela primeira vez ao folhear as páginas do manual de um computador Hotbit, da linha MSX, na década de 1980 — pode gerar um bonito labirinto. Trata-se de algo que é possível apenas  porquê é executado em um computador Commodore 64, e porquê o conjunto de caracteres deste computador,chamado PETSCII, permite isso. Mas não é o mais importante. O importante é observar como algo tão simples pode, de fato, gerar algo tão bonito de se ver. É como colocar os olhos no tubo de um caleidoscópio e ficar girando o brinquedo, vendo as formas surgirem.

Segundo a Slate, o fenômeno de computação criativa como a do vídeo e o papel dos programas de computador na cultura universal foram detalhados em um livro que recebe exatamente o nome da listagem do programa: 10 PRINT CHR$ (205.5 + RND (1)); : GOTO 10, que pode ser baixado gratuitamente. Fiz o download, e o livro já está na minha fila de leitura — as primeiras páginas já se mostraram bem interessantes.

De qualquer maneira, criações como este labirinto me fazem pensar que, além de ler o livro, preciso voltar a me dedicar   programação. Nem que seja por hobby, nos dias atuais. Trata-se de uma verdadeira arte, e eu estou com saudades de ser artista…

Amazon.com no Brasil!

Yey!!! A Amazon pousou por aqui! E com ela, a promessa de um Kindle por R$ 299 ââ?¬â? embora nada tenha sido dito ainda sobre a disponibilidade da linha Fire, que me deixa os olhos muito mais atentos… Paciência.

Sorvete para maiores

Eis uma boa pedida — para quem gosta de cerveja.

A ideia é que o produto circule por tempo limitado em bares selecionados no Rio de Janeiro e em São Paulo. Mas a marca estuda ainda a possibilidade de estender a ação e oferecer a venda pela fan page no Facebook. Nas duas formas de comercialização, o pote poderá ser adquirido somente por maiores de idade.

[via comunicadores]

Woz teme que Microsoft seja mais inovadora

O co-fundador da Maçã deu (mais) uma declaração polêmica durante a conferência TEDx Brussels:

ââ?¬Å?Eles estão fazendo isso há uns três anos, enquanto a Apple só pensa no novo iPhone e fica um pouco para trás. Isso me preocupa. Melhorar não faz parte do modelo de inovações da Apple. Até Steve Jobs voltar, o que estávamos fazendo era justamente isso: tínhamos uma fórmula para ganhar dinheiro e a seguíamos, com as mesmas máquinasââ?¬Â, completou.

Para mim, por mais polêmica ou parcial que a declaração acima possa parecer, não deixa de ser um belo retrato da realidade da Apple desde que Steve Jobs se foi.

A meu ver, a última cartada da empresa, um iPad Mini, por exemplo, não tem nada de inovador. É, apenas, justamente pensar em algo já existente em versão diferente.

Pensar assim não é exclusividade da Apple, é verdade: As empresas vem fazendo isso desde que o mundo é mundo, e não apenas no mundo da tecnologia. Mas some a isso fiascos como o novo Maps e um iOS 6 cheio de bugs com redes wifi e é inevitável se perguntar se a Maçã está perdendo seu norte.

Pena que Steve Jobs não possa voltar…

[via TechTudo]

Use o campo BCC: A gente agradece!

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Você já deve ter vivido algo assim.

Recebe uma mensagem onde, além do seu próprio endereço de e-mail, consta o endereço de mais um buzilhão de pessoas. O remetente desta mensagem faz um mesmo pedido para todos os destinatários: informarem se já participaram (ou não) de uma determinada atividade.

Esta semana recebi uma mensagem assim, e a respondi apenas para o remetente. Mas em questão de minutos vi meu inbox lotado de respostas que deviam ter sido endereçadas apenas   ele. Em meio  quele calhamaço de e-mails, lembrei-me imediatamente de regras simples para o envio de mensagens eletrônicas. Sobretudo aquelas relacionadas aos campos CC: e BCC:.

O campo CC: — que vem do inglês carbon copy e foi traduzido para o português como com cópia — deve ser usado no lugar do campo Para: (ou To:) quando as pessoas ali inseridas estão recebendo uma mensagem apenas em caráter informativo, ou seja, não precisam responder   mensagem.

Acontece que a mensagem que eu recebi não tinha caráter informativo, já que o remetente solicitava uma informação, e esperava respostas de todos os envolvidos. Nestes casos, usar o campo BCC:blind carbon copy, de cópia cega, que foi traduzido para o português como CCO:, ou com cópia oculta — cai como uma verdadeira luva.

Isso porquê ele é perfeito para incluir endereços de pessoas que não necessariamente se conhecem. Na verdade, perfeito para quando elas não precisam interagir entre si, o que era o caso nesta mensagem. Ao usar o campo BCC: o destinatário só tem como saber o endereço do remetente e o dele próprio e, justamente por isso, só pode responder ao próprio remetente. Assim, evita lotar a caixa de mensagens de outras pessoas com algo que não precisa mais da atenção delas.

Da próxima vez que você for enviar uma mensagem para muitas pessoas — ou responder uma, pense nisso. Muita gente vai te agradecer, eu garanto.

Como ensinei meu filho a andar de bicicleta

Em abril deste ano resolvemos tirar as rodinhas da bicicleta do Alexandre para que ele pudesse começar a andar sem elas, tal como vários coleguinhas da escola já vinham fazendo. Mas como fazer para ensinar uma criança de, naquela época, 6 anos, a se equilibrar na bicicleta?

O Alexandre é um menino enorme, e, assim sendo, extremamente pesado, mesmo sendo magro. Quando resolvemos começar a usar as técnicas padrão para ensiná-lo a se equilibrar, ou seja, segurar no guidão e atrás do selim enquanto o empurrávamos, percebemos dois fenômenos interessantes:

  1. Ele tendia a puxar a bicicleta para a esquerda e se desequilibrar. Assim, caia no chão e ficava com medo de se machucar;
  2. Com poucos minutos de prática ao lado dele, ou mesmo quando empurrávamos segurando somente o selim, estávamos ficando muito cansados.

A somatória destes dois fatores fez com que meu filho se desinteressasse pelo assunto. Assim, passaram-se vários meses sem que ele quisesse sequer olhar para a bicicleta. Somente esta semana ele resolveu voltar a pensar no assunto, depois que eu prometi a ele que compraria capacetejoelheira cotoveleira.

Mas pensei também que o ideal, além disso, seria provocar alguma coisa diferente para o aprendizado. Alguma coisa que não o pusesse em risco e o deixasse com medo, apesar da proteção que o capacete e demais acessórios trariam, e que ao mesmo tempo eventualmente não necessitasse que ficássemos lhe empurrando ou puxando.

Eis que após um pouco de busca me deparei com um método chamado “Learning to bicycle without pain, teaching bicycling without strain” — algo como Aprendendo a andar de bicicleta sem dor, ensinando a andar de bicicleta sem esforço. A página que descreve o método cita, em poucos passos, o que deve ser feito.

Pode parecer bobagem, mas a coisa funciona. Levei o Alexandre a uma praça aqui da cidade, procurei um local onde houvesse uma ligeira inclinação e cuidei para que a bicicleta dele permitisse que, ao ficar em pé montado nela, seus pés tocassem o chão.

Daí foi só pedir a ele que se soltasse na inclinação, e que, se sentisse que ia cair, apoiasse os pés no chão. Aos poucos ele foi ganhando confiança e, depois de umas quedas protegidas pelas joelheiras, cotoveleiras e capacete, acabou aprendendo a se equilibrar. Nem foi preciso remover os pedais como o método acima sugere.

Depois de cerca de 1h30 praticando, ele se soltou. E eu não precisei dar nenhum empurrãozinho nele, prova de que o método funciona mesmo — servindo para ensinar não só crianças como o meu filho, mas também adultos.

Abaixo, resolvi fazer um registro em vídeo — de maneira bem animada e resumida, do que foi a aplicação do método e seus resultados práticos. Valeu pela diversão. Aliás, se alguém se interessar pela trilha sonora, ela é do Rose for Bohdan, e pode ser encontrada no Free Music Archive.

Ah, e agora, ele não quer mais largar da bicicleta! Genial!

Aviões de bigode!?

Três companhias aéreas — British Airways, Qantas e WestJet — resolveram acrescentar bigodes  s suas aeronaves neste mês de novembro. A ação foi realizada para demonstrar o suporte   campanha Movember, iniciativa anual para levantar fundos para o combate ao câncer de próstata.

British Airways espera arrecadar mais de ã80.000 para a caridade, enquanto a WestJet lançou um concurso para recompensar a organização canadense com maior participação de seus funcionários na campanha com duas viagens de ida-e-volta a qualquer um de seus destinos.

A iniciativa é bem legal — e os aviões, mais legais ainda!!

[via DesignTaxi]

Rafinha e o elevador

As crianças criam hábitos que nos surpreendem a cada momento.

Meu filho mais novo, Rafinha, por exemplo, deu para chamar o elevador todas as vezes que nós vamos sair. Basta abrir a porta de casa e lá vai ele, em disparada, pronto para executar a tarefa com uma empolgação que só ele sabe de onde vem. É como se ele vivesse de esperar por um momento em que pudesse fazer isso, todos os dias.

Aliás, a velocidade dele pra chamar o elevador é tanta — e veja que são os dois elevadores que ele chama, sempre — que demorou pra conseguir fazer o vídeo acima. Toda vez que eu tentava, não era rápido o suficiente…