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Eis que estou no Google+

Faz apenas um dia que o Google anunciou o lançamento do Google+ (lê-se Google Plus) e todas as timelines do universo já estão repletas de comentários a respeito da disponibilização de convites para embarcar nesta que parece ser a resposta mais recente da empresa de Mountain View ao campo das redes sociais.

Assistir a um ou dois vídeos demonstrando o funcionamento do Google+sobretudo o do site Lifehacker, que eu reproduzo neste texto — foi suficiente, eu confesso, para que, assim que começaram os anúncios sobre convites, eu me visse   procura de alguma alma bondosa que me permitisse acessar o serviço. Neste ponto, um agradecimento muito especial ao Emerson Alecrim, que me fez a gentileza de enviar um convite via twitter.

Já há muitos sites dando detalhes sobre as características dessa nova aposta em redes sociais do Google, e assim, não vou me alongar no assunto. Apenas para saberem, dentre estas características, os Sparks — fluxos contínuos de notícias a respeito de interesses declarados de cada usuário, similar a um agrupamento de feeds RSS — e os Circles são os mais comentados, sendo este último, talvez, a grande vedete em que aposta a empresa.

Circles — ou Círculos — são, na prática, um recurso que permite a qualquer usuário que esteja presente no Google+ classificar seus contatos. Podem haver membros da família, amigos, colegas de trabalho, blogueiros, e qualquer outro tipo de círculo. A vantagem desta classificação, diga-se logo, é a possibilidade de compartilhar determinados conteúdos só com grupos específicos de contatos, trocando informações de maneira mais próxima ao que acontece na vida real. Embora o Facebook também permita tal organização de contatos — como bem mostra meu amigo Rodrigo Ghedin no blog Facebook Fácil —, devo confessar que utilizar a interface do Google+ me pareceu muito mais agradável, e essa é uma das coisas que fazem muita diferença para mim.

A tão comentada/ criticada barra superior do Google, recém-redesenhada, agora apresenta como primeiro link disponível um útil +Daniel, que, no meu caso, leva   página inicial do Google+. Na região direita, opções que, enquanto realmente se assemelham  s que o Facebook oferece, ressaltam o discurso da companhia, publicado em sites especializados esta semana, de que a unificação dos serviços do Google se dará ao redor do Plus, e por isso ele recebe este nome, tal como uma extensão do antigo Google.

No momento, esta barra permanece com as mesmas opções mesmo que você alterne entre os demais serviços, como Reader, ou News, dando indícios de que será possível compartilhar, em breve, qualquer coisa ao redor da web através do Google+, o que talvez signifique sim, uma — pequena? — pedra no sapato do Facebook.

O mais importante, acredito, seja declarar, sinceramente, que de maneira nenhuma, enquanto navegava pelo Google+, me lembrei de experiências anteriores que tive com o Google Wave ou o Buzz. Eu sei que ainda estamos na fase de admiração — pudera, faz apenas 1 dia, lembram? —, esperando sair o cheiro de carro novo, mas acredito no potencial da nova rede social do Google, e vou ficar   espera de novidades que me permitam ser, como direi… cada vez mais social com ela. Que a nova rede social do Google uma longa vida.

Para concluir, com relação   disponibilização de convites para o Google+, a opção de envio foi removida pelo Google, acreditem, durante o tempo que passei preparando este texto — talvez uma prova de que muita gente, movida ou não meramente pela curiosidade, estivesse adentrando o recinto, superando as expectativas da empresa americana; ou, simplesmente, de que eu ultrapassei algum limite que não conhecia. De qualquer maneira, é resta aguardar que a disponibilização de convites volte em breve.

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