em Couch potato

The Walking Dead

Finalmente tive tempo de parar para assistir a The Walking Dead, série da rede de TV americana AMC que recebeu razoável atenção da mídia neste último trimestre, por ser baseado na famosa série de histórias em quadrinhos homônima, criada por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard.

The Walking Dead acompanha a vida de Rick Grimes, um sub-delegado da cidade de King County, no estado americano da Georgia, que, após se envolver em um tiroteio acaba entrando em coma, somente para acordar semanas depois em meio ao que restou do mundo depois que este foi atingido pelo apocalipse. Desorientado, ele descobre aos poucos que, nesta nova realidade, não apenas a civilização regrediu séculos, mas também que a maioria da população morreu e se transformou em zumbis errantes, comedores de qualquer coisa viva que (ainda) encontrem em sua frente. Ah… e como se isso já não bastasse, ele também descobre que sua família — a mulher, Lori, e seu filho Carl — estão desaparecidos.

Conforme se ajusta ao novo presente, Rick começa a interagir com outros sobreviventes, e juntos eles iniciam a busca por algum lugar que possam chamar de lar em meio   devastação dos Estados Unidos — algum lugar que não esteja, com sorte, infestado pelas hordas cada vez maiores de zumbis. Ao que parece, a (curta) primeira temporada da série, com apenas 6 episódios — dos quais, até agora, assisti   apenas 3 — retrata o desespero cada vez maior do grupo liderado pelo ex-sub-delegado, desafiando a sanidade de todos   medida em que se deparam com os horrores de um mundo desolado.

A proposta da série não é a de ser recheada de ação — embora isso inevitavelmente ocorra sempre que uma legião de zumbis precisa ser enfrentada —, e sim um drama em que a sobrevivência momento-a-momento é o que importa, ainda mais quando todos estão em um mundo onde o desespero talvez tenha tornado os que ainda estão vivos mais perigosos do que aqueles que estão perambulando pelas ruas. E tal proposta me cativou — deixando-me curioso pelo desfecho que está por vir, após os 3 episódios que ainda não assisti.

E como bônus, Sarah Wayne Callies — a eterna Sara Tancredi de Prison Break — empresta seu jeitinho de menina ao seriado, num papel que, de tão controverso, divide opiniões dos que, assim como eu, começaram a acompanhar a série. Acho que a coisa promete.

Atualização (01/01/2011): Agora, com os 6 episódios desta curtíssima temporada devidamente assistidos, devo dizer que fiquei realmente pensando em como a história se desenrolará daqui pra frente. O único problema será esperar até o mês de outubro — é muuuuuuito tempo, fala sério.

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