Air Hockey, para o iPhone

Aniversário de 1 ano do Xande - 05

Para aqueles que por ventura não a conheçam — como? onde vocês têm andado todos esses anos??? — a foto acima é de uma máquina de Air Game, também conhecida como Airhockey e aerohockey. Sem dar muita importância a nomes, no entanto, o grande ponto é que uma máquina dessas é bem capaz de proporcionar incontáveis minutos de diversão — motivo pelo qual, aliás, sempre que podemos, jogamos um pouquinho nos shoppings da cidade.

Uma vez posta em funcionamento, a máquina libera ar através de pequenos orifícios em sua superfície, criando uma pequena bolsa que faz com que um disco — na verdade, chamado puck, como no hóquei jogado no gelo — comece a flutuar na mesa.  Os jogadores, então, cada um de posse de um malho — ou mallet, do inglês —, devem tentar acertar o gol do adversário. Cada vez que isso acontece, o puck é recolocado em jogo, situação que se repete até que um deles chegue a um número pré-definido de pontos, normalmente 7.

Ocorre que, esta semana, navegando pelas featured applications no iTunes, me deparei com uma versão do jogo para o iPhone, que leva o nome de Air Hockey. Desenvolvida pela Acceleroto, a aplicação é, em resumo, muito elegante em sua simplicidade: Permite jogos single player, em que se escolhe o nível de dificuldade do adversário a ser enfrentado — desde kiddie até insane — e entre duas pessoas, seja compartilhando o mesmo equipamento ou através de bluetooth. Em qualquer um dos casos, é possível jogar utilizando-se 1 ou 2 pucks.

Experimentei a versão gold do programa, que é totalmente funcional e gratuita — apenas exibindo propagandas entre o término de uma partida e o início de outra. Após algumas rodadas de jogos, entretanto — e também motivado pela alegria do filhão em jogar algo que o diverte tanto na vida real —, tirei os escorpiões do bolso e adquiri a versão ads free, por US$ 0,99. Posso dizer que valeu cada centavo investido.

Chegaram os livros do Itaú!

Há quase um mês atrás eu comentei via Twitter sobre o Ler Faz Crescer, iniciativa que o Banco Itaú, em parceria com a Fundação Itaú Social, realiza este ano como parte do Itaú Criança, programa que é promovido desde 2006 com a finalidade de garantir e defender os direitos estabelecidos no Estatuto da Criança e do Adolescente.

A ideia original da iniciativa foi a distribuição gratuita de 8 milhões de livros infantis, como forma de incentivar o hábito da leitura em crianças de até 6 anos de idade — como é o caso do meu pequenino. Tudo o que era preciso fazer era se cadastrar no site e aguardar até que os livros chegassem em casa. Eu me cadastrei, e imaginei que a coisa não fosse vingar, ou, no mínimo, que os livros fossem demorar uma eternidade pra chegar.

Eis que ontem — 22 dias depois —, recebo um envelope com o timbre do banco — os livros chegaram.


São ao todo quatro volumes — dois deles, da Editora Girassol (“Os Três Porquinhos” e “Lobisomem“), e dois deles, da divisão infantil da Companhia das Letras, a Companhia das Letrinhas (“O Jogo da Parlenda” e “Bem-te-vi e outras poesias“). Tratam-se de livros com histórias curtas e boa diagramação, que, após serem lidos bastante pela criança com seus pais, podem — e devem — ser passados adiante, de maneira que mais e mais crianças possam ter acesso   leitura. Ah, sim: Um adesivo com o lema da campanha (“Ler para uma criança muda a sua história“), e um folheto com explicações sobre a mesma completam o conteúdo do envelope.

Se você tem filhos pequenos e ainda não se cadastrou, não se preocupe: Apesar dos 8 milhões de livros já terem se esgotado, há uma nota no site da campanha que diz que novos kits estão em produção — e que agora o prazo de entrega é de 45 dias. Não perca essa chance de habituar os pequenos a leitura e, de quebra, ajudar a cultura a ser disseminada de uma forma muito simples.