Nurse Jackie: Segunda temporada a caminho!!

RT @ligadoemserie: A 2a temporada de Nurse Jackie vem aí! http://migre.me/i5Ny // o @danielsantos vai gostar de saber

É. O @netocury tem mesmo razão. Vou mesmo gostar — ou melhor, já gostei — de saber. E segundo nota divulgada pelo Entertainment Weekly, a segunda temporada começa no próximo dia 22 de março, e, ao menos aparentemente, não deverá fugir à fórmula que fez com que eu sempre o tivesse na mais alta consideração: As situações inesperadas, mescladas com a dualidade de caráter de Jackie — ora santa, ora não —, e mais uma tonelada de humor negro regado com drama, farão, com 99% de certeza, com que um novo sucesso se concretize.

E falando em novidade, eis um teaser trailer que deixa qualquer fã da série sedento por mais:

http://www.youtube.com/watch?v=5op6IdCXYqo

Se você ainda não viu, está dormindo no ponto.

Nexus One no Brasil

Alguns podem achar, pela quantidade de comentários que eu tenho feito com relação ao Nexus One recentemente, que eu posso estar me entusiasmando além da conta — afinal, será que ele tem cacife para suceder ou competir a altura com o iPhone? Bom… Não vai dar pra saber, até colocar as mãos em um deles por conta própria.

Felizmente para mim e outros curiosos, segundo Alexandre Hohagen, diret or-geral do Google para a América Latina, o aparelho deve aterrissar em terras nacionais a partir do segundo semestre deste ano, estando disponível tanto em versão vinculada às operadoras, quanto desbloqueado. O motivo de ele não ter sido lançado por aqui logo em janeiro, aliás, foi o preço elevado dos planos de dados das operadoras brasileiras.

Enquanto ele não vem, segue uma propaganda do aparelho. Para mim, a quantidade de funcionalidades ainda prova o porquê pelo menos um pouco de entusiasmo deve ser sentido na espera pelo superphone, como está sendo chamado por seus criadores:

(via @GoogleDiscovery)

O Nexus One lava a sua boca com sabão

Nas palavras de um artigo do site Mashable que acabo de ler, o Nexus One, smartphone lançado pela Google, parece contar com uma característica inusitada: Seu algoritmo de conversão de voz em texto substitui qualquer palavrão pronunciado pelos usuários por uma sequência de caracteres #.

De acordo com um porta-voz da empresa, isso ocorre para que certas palavras — na verdade, palavrões — não apareçam nas transcrições de mensagens de forma acidental, uma possibilidade considerada real por eles, dado o estado ainda pouco desenvolvido da tecnologia de reconhecimento de voz. Dessa forma, evita-se que uma pessoa receba algo profano quando o que se quis dizer foi algo inocente.

Cá pra nós: Se eu mando uma mensagem xingando, quero que isso apareça em alto e bom tom. Por isso, deixarei pra comprar um Nexus One quando — e se — a tal tecnologia de speech to text estiver mais desenvolvida e madura. Afinal, somos todos livres para nos expressar, não é mesmo?

Solitários?

Vem realmente me chamando a atenção nas duas últimas semanas um reality show chamado Solitários, que o SBT estreiou no último dia 10 de janeiro. Pelo menos em parte, isso se deve ao fato de que as opiniões e sentimentos das pessoas com relação ao programa são contraditórias: Há quem odeie e quem adore o formato. Mas, verdade seja dita, é bom entender o que acontece antes de optar por uma opinião.

A proposta é baseada no reality show Solitary, criado pelo canal Fox, e tudo gira ao redor da realização de uma série de experimentos sociais que têm a finalidade de testar os limites do ser humano. A dinâmica, ao menos para mim, é inovadora: Nove pessoas, que não se conhecem e têm idades e profissões diferentes, são confinadas, cada uma isolada da outra, em células — ou pods — que têm formato octogonal e aproximadamente 3m de diâmetro.

Dentro destes pods, os participantes devem passar por provas — que servem tanto para conquistar a imunidade que lhes garantirá não sofrerem uma eliminação precoce, quanto para eliminar um dos confinados. Para se saírem bem, dependem não apenas de um bom preparo físico, mas também de resistência psicológica e mental. Na primeira das provas, por exemplo, era necessário que cada um dos nove vestisse mais de 50 camisetas, de todos os tamanhos — o que consumiu um tempo enorme e fez com que alguns participantes desistissem da prova, precisando de tesouras para se livrarem das camadas de tecido.

A mente doentia por trás dos pods em Solitários é uma voz computadorizada chamada Val — possivelmente, segundo consta da Wikipedia, uma referência a HAL 9000, o computador que tomou a espaçonave em 2001: Uma Odisséia no Espaço. É ela quem dita as regras no jogo, dizendo o que deve ou não ser feito. Val é representada, em cada um dos espaços confinados, por um monitor. Abaixo do monitor existem botões — um verde, outro, vermelho, que são usados na dinâmica do programa. O participante pode pressionar o botão verde para falar com Val, a quem deve pedir autorização para tudo; a qualquer momento, pressionar o botão vermelho, quer por vontade própria, quer como punição pelo não cumprimento de uma prova ou de uma ordem, elimina o participante.

Pelo que consta do formato do programa — e já pode ser observado nos episódios —, Val fornece água aos participantes, que também são alimentados — normalmente com barrinhas de cereal. Ao longo do programa, como se pode perceber no episódio 4, ela também começa a controlar os períodos de sono dos confinados, que vão ficando cada vez mais reduzidos, provocando um aumento de estresse.

É esse aumento ou não de estresse o fator que pode ser determinante para se vencer o programa, que nos EUA já é exibido desde 2006 e está rumando para sua quarta temporada. O grande vencedor — provavelmente aquele com os próprios limites mais em dia — fatura R$ 50 mil. Prêmio pequeno? Esforço grande? Não sei. Eu só sei que, entre os dois times com opiniões distintas sobre o programa, fico com aquele que pensa que Solitários é um toque diferente nas telas das TVs brasileiras — e, provavelmente, o melhor reality show disponível na TV aberta. E se você ainda não se decidiu, quem sabe assistir à íntegra de alguns episódios não te faça mudar de ideia…

Bookbook, a capa inusitada

BookBook is a one-of-a-kind, hardback leather case designed exclusively for MacBook and MacBook Pro. Available in Classic Black or Vibrant Red, BookBook brings three levels of security to your prized Mac. First, the hardback cover and spine provide solid protection from the rigors of the road. Second, the vintage book design disguises MacBook for superior security. And third, the stylish case protects you from being like everyone else because BookBook is totally original, just like you. [link]

Isso me desperta dois pensamentos:

  1. Droga!! Eu quero um MacBook também!!
  2. Como foi que ninguém nunca pensou nisso antes?

Sherlock Holmes não é nada elementar

Ontem fui assistir Sherlock Holmes, depois de ter ouvido alguns amigos falarem muito bem do filme, e também depois de capturar algumas opiniões sobre a história através do Twitter.

Não me arrependi: Robert Downey Jr. e Jude Law fazem um par perfeito ao interpretarem a dupla formada pelo famoso detetive londrino e seu amigo e companheiro de aventuras, Dr. Watson.

A história — que eu achei que ia ser baseada em algum dos 4 romances ou dos 55 contos que foram escritos por seu criador, Sir Arthur Connan Doyle, mas que foi escrita especialmente para o cinema — é garantia, ao menos na minha opinião, de prender a todos nas cadeiras: Gira ao redor de Lord Blackwood, praticante de magia negra preso por Holmes e Watson em seu último caso, condenado e morto na forca, mas que volta do mundo dos mortos — isso mesmo!! — disposto a por em prática ardis inimagináveis.

Interessante e recheada de pistas que nos provocam até o final do filme, a narrativa, ao contrário do tom mais sóbrio dos livros, é bem recheada com elementos mais modernos, como cenas de briga em câmera lenta, ao estilo Matrix, muitas vezes narradas por Holmes como que para serem executadas em seguida, nos mínimos detalhes, a partir de fatos ocultos e deduzidos por ele em questão de centésimos de segundo: Os 128 minutos de filme passaram como se fossem em um piscar de olhos, e me deixaram com gosto de quero mais.

Felizmente para mim e outros que gostaram do filme, uma sequência já está planejada, e deve começar a ser filmada rapidamente, já em junho de 2010, pelo menos de acordo com o site ScreeRant. Isso condiz com o final do filme, em que há gancho para tanto, e assim posso sonhar com o dia em que Sherlock Holmes se tornará uma franquia de sucesso.

Quer um vídeo do YouTube rápido? 3outube nele!!

Ontem me lembrei de uma propaganda de chocolate estrangeira muito engraçada que eu havia assistido há muitos anos atrás, e que poderia ser útil para ilustrar um dos trechos de um treinamento que um amigo dará em breve na nossa empresa. Sabendo que seria muito fácil encontrá-la no YouTube, lá fui eu fazer a busca, que, depois de alguns minutos, resultou em sucesso. Mas havia um problema.

Quando eu preciso de um vídeo do YouTube, normalmente recorro a uma entre duas alternativas: Se estou usando o Firefox, nada melhor do que o Download Helper para me ajudar. Já se estiver usando o Chrome, o jeito é atacar com um bookmarklet que alguma alma bondosa disponibilizou. Seja qual for o caso, o resultado é ter, em mãos, um arquivo FLV ou MP4 que pode depois ser convertido a contento.

Basta trocar "http://www.y" por "http://3". Simples, não?

Acontece  que no momento em que me lembrei do tal vídeo, eu não tinha nenhuma das opções à mão: A empresa tem apenas computadores com o péssimo Internet Explorer. Assim sendo, tive que me conter, esperar chegar em casa, e só depois fazer o procedimento de download. E justamente um dia depois de ter feito isso, acabei conhecendo uma alternativa muito interessante para baixar os vídeos. Trata-se do site 3outube.

O nome, que é impronunciável, é simples de explicar: Para baixar um vídeo através do site, basta que você substitua o início da URL que contém o vídeo por http://3. Uma vez pressionando ENTER, aparecerá uma nova página, de onde estarão disponíveis os links para baixar tanto o arquivo MP4 quanto o FLV. Daí por diante, é só fazer como em qualquer outro download, e salvar o arquivo. Uma mão na roda.

Ah, e quanto à propaganda, ela está aqui embaixo, para que quem ficou curioso possa se satisfazer. Aliás, eu só conhecia o primeiro segmento, e descobrir que existem outros dois foi uma surpresa muito interessante e divertida, prova de que o YouTube pode ser uma caixinha de surpresas

Ninja’s Unboxing

http://www.youtube.com/watch?v=f_ETSvTAo4A

Quando assisti pela primeira vez, pensei até se tratar de um anúncio produzido pelo próprio Google para o Nexus One — bem que poderia ser. Mas depois de ver os créditos finais, percebi que a coisa tinha sido criada por Patrick Boivin, produtor canadense de filmes, que utilizou a técnica de stop motion animation, num resultado bem bacana.

Vocês não acham?

(via @cesaraovivo)