Nurse Jackie: Potencialmente viciante!

Fiquei curioso ao me deparar, ontem, com um comentário do @rodrigomuniz sobre Nurse Jackie, atração do canal americano Showtime. Sem seriados para assistir enquanto estou aguardando a temporada derradeira de Lost, agendada para iniciar apenas em janeiro ou fevereiro de 2010, e ainda a quase um mês de distância das estréias das novas temporadas de Heroes e House — que estão marcadas para reiniciar em 21 de setembro —, tive esperanças de que esta pudesse ser a resposta que me saciasse enquanto fico na espera.

A verdade é que não me decepcionei.

Life's full of little pricks.

Life is full of little pricks.

Jackie Peyton, a Jackie que dá título ao programa e é vivida pela atriz Edie Falco, é definida pelo canal, em tradução livre, como “uma enfermeira com personalidade forte, tocando em frente uma louca rotina num hospital urbano, enquanto tenta fazer o mesmo com uma vida pessoal mais do que desafiadora“. Mas para conseguir fazer isso sem sentir fortes dores — “Como se chama uma enfermeira com dores nas costas? Desempregada!” , ela diz na abertura do episódio piloto, que vi — ela recorre ocasionalmente a drogas como oxicodona e Vicodin, a exemplo do Dr. Gregory House.

Jackie, que possui uma personalidade tão forte quanto a do médico chefe do setor de medicina diagnóstica do Princetonââ?¬â??Plainsboro Teaching Hospital, trabalha no pronto-socorro do All Saints’ Hospital, de Nova Iorque, e lá não deixa que ninguém a faça de boba: Lidando diariamente com um sistema de saúde prestes a entrar em colapso, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que seus pacientes recebam os melhores cuidados possíveis, mesmo que isso inclua dar broncas em médicos, roubar dinheiro para ajudar uma mulher grávida, ou falsificar documentos. Quer ela esteja certa por fazer tais coisas ou não, esta é a versão dela de justiça.

O que posso dizer é que as diversas situações apresentadas me fizeram ficar realmente bem impressionado ao me deparar com um balanceamento bem dosado entre drama,comédia e humor negro. Aliás, a julgar pelo piloto e pelas reações da twittosfera, me arrisco a dizer que toda a série, que conta com 12 episódios de meia hora em sua primeira temporada, deve seguir o mesmo ritmo, o que promete ser excelente e potencialmente viciante.

Toca acrescentar mais uma em minha lista de favoritos.

Santander vai acabar com marca do Real no Brasil em 2010

O Santander deve acabar com a marca Banco Real no Brasil até 2010, unificando suas operações de banco de varejo, anunciou a empresa nesta sexta-feira (28). O grupo espanhol comprou o Real em outubro de 2007.

Juntas, as duas redes têm cerca de 4 mil agências no país e aproximadamente 9 milhões de clientes. “Até o meio de 2010 a integração deve estar completa”, disse o vice-presidente executivo sênior do Santander, José Paiva Ferreira, a jornalistas.

E o mais interessante dessa história é que os tais 10 dias sem juros que sempre foram uma marca registrada do Banco Real permanecerão quando ele bater as botas de vez.

IE6 no more!!

ie6nomore-logoEu não sou web designer, mas confesso que já ouvi milhares de lamúrias por aí referentes   enorme dificuldade que é trabalhar com navegadores antigos, sobretudo o Internet Explorer 6. Esta versão do navegador da Microsoft, lançada no já distante ano de 2001, ainda se encontra instalada em uma série de computadores por aí afora, e tudo pode permanecer assim por mais uns bons anos, se nada for feito.

Tentando evitar isso ao imaginar uma forma de aniquilar o IE6 da face da Terra para sempre,  eis que o site IE6 No More, criado por representantes de alguns sites da Internet global, entre os quais o Disqus e o Defensio, sugere uma abordagem que considero bem bacana. Copiando um trecho de código para seu website, o webmaster pode fazer com que aqueles visitantes que ainda estão navegando com este arcaico navegador visualizem um banner com opções de navegadores mais modernos, como o Firefox.

É claro que, como a intenção final do serviço é promover uma modernização dos navegadores pela Internet afora, aqueles que preferem se manter fiéis   Microsoft também podem baixar a versão 8 do navegador da empresa. Abaixo, destaco a versão em português da imagem:

Banner em português

Para quem também não é web designer, ou apenas não tem noção de que tipo de experiência pode ter ao navegar a bordo do Internet Explorer 6, o ótimo e divertido IE6ify Bookmarklet pode servir como uma espécie de test drive. Arrastando-o para sua barra de marcadores e pressionando-o algumas vezes, um conjunto de rotinas escritas em Javascript farão com que a aparência de qualquer página fique desastrosa, como aconteceu, por exemplo, por aqui:

Efeito IE6 por aqui...

Efeito IE6 por aqui...

Mas voltando ao IE6 No More, uma questão muito interessante levantada pelo site se refere aos usuários corporativos do antigo navegador.

Em tese, estas pessoas utilizam o Internet Explorer 6 não necessariamente porquê querem fazê-lo, mas sim porquê são forçadas a tanto, devido a algum tipo de norma ou imposição da empresa onde trabalham. Na empresa onde eu trabalho, por exemplo, embora não exista uma imposição propriamente dita, o IE6 é o navegador padrão das máquinas. Infelizmente, pode ser que nestes casos o único jeito seja se contentar com a versão antiga, e rezar para que os responsáveis pelo departamento de TI resolvam atualizar seus parques de computadores.

Eu sou um, em 1 bilhão

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Bastou a leitura, no final do mês passado, de uma prévia das novas funcionalidades do Firefox 3.5 feita pelo site Lifehacker, para que eu fosse logo fazer o download. As novidades — como um modo de private browsing e a possibilidade de utilizar wildcards na barra de endereços para encontrar sites previamente visitados  — me fizeram crer que a raposa de fogo continua batendo um bolão.

Talvez justamente por causa disso, eu não tenha me espantado ao ler a notícia de que foi alcançada, no finalzinho deste mês de julho, a marca de 1 bilhão de downloads do navegador, o que, inclusive,  mereceu um site comemorativo, o One Billion + You, ou, em português, Um bilhão + Você, onde, entre outras coisas, descobri que um bilhão de segundos são aproximadamente 31,7 anos — praticamente a minha idade neste momento — e acessei um link para gerar um twibbon alusivo ao marco para utilizar juntamente com meu avatar no Twitter.

Ocorre que essa história de 1 bilhão de downloads me fez pensar em quando eu passei a usar a raposa. Tentando puxar pela memória eletrônica, os arquivos do blog remontam a um post de agosto de 2004, em que eu menciono — e recomendo — o download da versão 0.9.3 do Firefox. Pensando um pouco mais, a análise do histórico de versões lançadas me fez concluir que sou um feliz usuário do navegador desde junho de 2004.

Mas porquê?

Uma nota publicada pela Info no final de junho dava conta de que o Brasil é um dos países que mais baixa o Firefox. Naquela oportunidade, estávamos em quinto lugar no ranking. Talvez os maiores motivadores para este fato sejam pelo menos alguns dos que aparecem no Firefox User Panel:

What general aspects of your browser are most important to you?

Particularmente, as razões que me levaram a começar a usar o Firefox estão entre as 10 principais, elencadas pelo site Switch2Firefox: A possibilidade de navegação em múltiplos sites através de abas, o bloqueio de pop-ups, a possibilidade de buscar texto apenas digitando-o diretamente enquanto estou em uma página qualquer — recurso também conhecido como type-ahead — e um poderoso gerenciador de histórico, indispensável para mim, que estou sempre navegando em diversos sites por dia e depois acabo tendo dificuldades para lembrar por onde andei. Ah… e existem também as extensões, é claro.

É bem verdade que, quanto mais o tempo passa, mais os navegadores se igualam. Concorrentes do Firefox implantam melhorias pensadas inicialmente pelo pessoal que contribui com a Mozilla Foundation, e o próprio Firefox copia aquilo que se mostrou boa idéia em navegadores como o Chrome — de quem foi copiada a navegação anônima e a capacidade de destacar uma aba do navegador arrastando-a com o mouse para fora da janela atual, situação na qual uma nova janela é criada.

No entanto, devo admitir que sou um firefoxer de carteirinha. O Opera, e o próprio Chrome, só para citar dois exemplos, são navegadores que já passaram pela minha máquina anteriormente, mas que eu acabei deixando de lado após sérias saudades da raposinha… acho que é um caso de paixão, mesmo.

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