Fling: Rápido e Inteligente!

bsHoje, depois de passar por mais uma daquelas periódicas faxinas que todo usuário que se preze precisa fazer no seu computador, me dei conta de que, por um deslize anterior de minha parte, estava sem nenhum software instalado para fazer backups, o que, convenhamos, não é nada esperto.

Embora nestes casos eu costume recorrer ao Cobian Backup — uma solução que não apenas é freeware mas também ultra-poderosa —, certos problemas recentes com consumo de memória me fizeram pensar duas vezes antes de ir em frente e instalá-lo novamente por aqui. Ao invés disso, após um pouco de procura, me deparei com um programa chamado Fling.

Segundo seus desenvolvedores, trata-se de um software que ajuda na automação de tarefas de upload ou transferência de arquivos, podendo ser usado, entre outras coisas, para a manutenção de websites ou backup de arquivos, inclusive através de FTP. Embora as características sejam bastante similares  s do Cobian, pelo menos uma coisa chama a atenção logo no início: o tamanho dos downloads: O Fling tem cerca de 230kb, contra praticamente 10Mb de seu competidor.

Além disso, ele é acima de tudo, simples. Abaixo está a tela inicial, exibida logo que abrimos o programa:

Fling Wizard

Através de um assistente muito simples, podem ser escolhidas tarefas como realizar backups entre dois discos rígidos, entre drives de rede ou ainda entre uma máquina local e outra na internet — neste caso, um servidor com conexão FTP.

Também é possível automatizar a transferência de arquivos entre uma mídia fixa e um drive USB,  o que, apesar de eu ainda não ter tentado, me lembrou automaticamente de copiar as minhas séries favoritas para carregar por aí sempre que eu fizer um novo download.

Após a seleção da tarefa que se deseja realizar, é necessário informar algumas configurações, mas nada muito complicado. No exemplo abaixo, configuro uma conexão com um servidor FTP — que pode ser realizada também por Secure FTP —, para a transferência de arquivos que se encontram em uma pasta local chamada Importantes, e que serão copiados para uma pasta remota, chamada backup.

Propriedades do Fling

O próximo passo consiste em configurar a periodicidade na qual desejamos que a cópia de arquivos ocorra. A maneira mais simples de fazer as coisas funcionarem é acionar o Fling sempre de forma manual: Um atalho na rea de Trabalho é criado para cada novo job que se cria, e basta então acioná-lo para colocar o programa em funcionamento.

O AtalhoNo entanto, o programa roda como um serviço do Windows, e por isso pode ser configurado para monitorar alterações em uma pasta, quer seja a intervalos regulares, ou, o meu favorito, constantemente, realizando o backup a cada alteração reconhecida pelo programa.

Uma vez determinadas todas as configurações, o Fling fica residente na memória, apenas esperando para que possa entrar em ação. Sua assinatura na memória, aliás, é praticamente imperceptível, o que considero outro de seus diferenciais.

Finalmente, ao perceber um evento que dispare a necessidade de backup — como, no exemplo acima, a gravação de um arquivo na pasta selecionada —, o programa entra em ação e começa a copiar arquivos automaticamente.

Interface principal do programa

No final das contas, há qualidades suficientes para que o programa possa desbancar o meu — até então — favorito,  Cobian Backup. É verdade que este último conta com a possibilidade de compactar os arquivos que estão sendo incluídos no backup, recurso que o Fling não possui. No entanto, este pequeno notável conta com facilidade de configuração, interface leve e simples, e a possibilidade de, uma vez configurados, poder praticamente esquecer que os backups existem.

Nota 10.

Os livros favoritos da minha infância

Sabe aqueles raros momentos em que um simples bate-papo com amigos começa a trazer uma série de boas recordações   tona? Pois bem. Esta semana, isso aconteceu comigo enquanto começamos a discutir, na hora do almoço, lá no trabalho, sobre gostar ou não de ler.

Embora eu não comente muito sobre leitura por aqui — talvez pelo fato de, atualmente, estar com muito menos tempo livre para ler do que realmente gostaria —, eu gosto muito de ler. Aliás, eu costumo dizer que leio qualquer coisa que me caia em mãos — menos a lista telefônica, é claro.

Nunca cheguei a me perguntar sobre quando foi exatamente que meu gosto pela leitura começou. No entanto, observar meu pai sempre  s voltas com livros, revistas e jornais em casa e ter a sorte de ter tido contato com uma série de bons títulos quando eu era criança, lá na escola onde eu estudei, com certeza contribuíram totalmente para o fato.

Depois de citar alguns títulos dos quais me lembrei quase que instantaneamente durante o bate-papo, achei que não deveria perder a chance de registrá-los por aqui. Afinal de contas, um pouco de nostalgia nunca é demais. Assim sendo, seguem cinco daqueles que, por terem surgido em minha memória tão rapidamente esta semana, são certamente os meus livros favoritos de infância.

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Atacando um sorvete!!

Mamãe e papai sabem que eu não sou lá muito chegado em sorvete. Acho gelado demais, e normalmente prefiro comer outras coisas… mas hoje, confesso que resolvi quebrar minhas próprias regras, e acabei experimentando um pouquinho do sorvete que o papai estava tomando.

Na verdade, aliás, experimentar foi pouco. Eu comi várias colheradas, e quando mamãe me perguntou, eu disse que tinha gostado bastante. Isso é verdade…

Atacando um sorvete!!

Atacando um sorvete!!

Atacando um sorvete!!

Vocês viram só a minha felicidade atacando o sorvete do papai? É… quem sabe, daqui para a frente, eu tome mais sorvetinhos por aí…

Os peixinhos do Titio Daniel

Esta semana estava um pouquinho dodói, e por isso mamãe e papai precisaram me levar ao Titio Daniel, que é o meu médico — sim, ele tem o mesmo nome do papai, não é legal?

Tem duas coisas que eu gosto muito de fazer quando vou lá: A primeira é me divertir com uma pilha enoooorme de brinquedos que ele tem no consultório dele. A segunda, ficar observando os peixinhos que ficam no corredor, enquanto a gente ainda não foi chamado.

Na beira do aquário

Olhando pro aquário dá pra ver cada peixe legal… Olhem só algumas das fotos que o papai conseguiu tirar pra me mostrar, e vejam se eles não são bonitinhos…

Peixe!!

Peixe!!

Esse aqui debaixo foi o mais legal de todos, eu acho: Enquanto a gente observava, parecia que ele queria chegar bem pertinho… dava até a impressão, segundo me disse o papai, de que ele queria mandar um beijo pra gente!!

Peixe!!

Tetris: 25 anos!

Alexey Pajitnov, criador do Tetris

Alexey Pajitnov, criador do Tetris

Alexey Pajitnov é, para mim, um dos maiores gênios de todo o mundo. Há exatos 25 anos, em 06 de junho de 1984, ele criou um jogo que marcaria não apenas a minha vida, mas também a de milhões de pessoas ao redor de todo o mundo: O Tetris, um dos quebra-cabeças mais simples e viciantes que o mundo já conheceu, em que o objetivo é posicionar da melhor maneira possível uma série de formas geométricas diferentes — denominadas tetrominós —, que são apresentadas ao jogador em queda livre, para formar o maior número possível de linhas. Quanto mais linhas formadas, mais pontos… e mais rápido as peças caem.

A primeira vez em que tive contato com o jogo — cujo aniversário está sendo homenageado este final de semana pelo Google através do doodle que ilustra este artigo — foi por volta de 1986. Naquela época meus pais instalaram em nosso computador uma versão do Tetris criada pela extinta Speectrum Holobyte, a primeira a trazer o jogo para fora da antiga União Soviética. Apesar da baixa resolução das imagens — todas em padrão EGA, um espetáculo   época —, me viciei absurdamente, e passava horas e horas jogando sem parar. Eu ficava maravilhado cada vez que mudava de fase, e via as paisagens se alternando ao fundo.

A tela de abertura do jogo

A tela de abertura do jogo

Uma coisa da qual não fazia idéia é que, apesar de ser um dos jogos mais lucrativos do mundo, Pajitnov não ganhou muito dinheiro com seu invento: Segundo sua biografia na Wikipedia, o governo soviético alegou serem seus os direitos do programa de computador, e acabou vendendo, através de uma organização chamada Elektronorgtechnica — ou Erlog, para encurtar — diversas licenças de comercialização a empresas do ocidente, por valores muito baratos, repassando quase nada ao autor original.

Este movimento dos russos fez com que, por volta de 1989, meia dúzia de empresas alegassem ter os direitos de criar e distribuir o jogo. No entanto, a que mais acabou lucrando com o Tetris foi a Nintendo,  que criou versões do jogo para o NES e Game Boy, vendendo mais de três milhões de cópias.

Googris, o google doodle homenageando o aniversário de 25 anos do Tetris

Googris, o google doodle homenageando o aniversário de 25 anos do Tetris

Pajitnov só pôde começar a lucrar com seu invento a partir de 1996, quando os direitos “russos” de explorar a marca e o jogo voltaram para suas mãos. Aliás, vale mencionar que em 1984, a intenção de criar o jogo foi buscar distração em seu trabalho no Centro de Computação daAcademia Soviética de Ciências — ou seja, ele não fazia a menor idéia do sucesso que Tetris se tornaria: Na verdade, uma verdadeira febre, que, entre inúmeros outros spin-offs, fez com que alguém desenvolvesse algo chamado Twetris, um game em que você joga Tetris com os textos de tweets alheios.

Mas a influência do Tetris não se limita a video games e computadores: Levou os japoneses a criarem umaversão humana do jogo, denominada Brain Wall. A idéia deu tão certo que foi trazida a mais de 30 países do mundo inteiro, inclusive o Brasil, onde a atração recebeu, no Domingão do Faustão, o nome de De Cara no Muro aliás, é até possível jogar online.