Papo de boteco: Pentel 357, a lapiseira flex

Decidido a antecipar uma das grandes batalhas que normalmente são enfrentadas por minha família no começo de todos os anos, resolvemos sair ontem para comprar o material escolar do filhote, antes que o ano se torne ano novo, e que as ruas fiquem lotadas de pais com a mesma ideia.

Acontece que enquanto esperávamos em uma papelaria, minha esposa se lembrou de que a lapiseira dela havia misteriosamente desaparecido — aliás, quem é que pode dizer que nunca perdeu uma lapiseira? — e se pôs   busca de uma nova. Isso levou   um intenso debate entre ela e a vendedora, envolvendo cores, tamanhos, marcas e outros detalhes técnicos que normalmente são esquecidos, pelo menos por mim, até que a coisa enveredou pelo lado dos diâmetros de grafite.

Praticamente todo mundo sabe que existem vários diâmetros de grafite disponíveis. Os mais famosos são os de 0,5 e 0,7mm, ambos já utilizados por mim, que atualmente sou usuário de uma fiel lapiseira de 0,7mm. Apesar disso, tenho em minha gaveta do escritório duas lapiseiras adicionais, acreditem: Uma de 0,5 e outra, de 0,9mm. Isso se deve não apenas ao fato de diferentes necessidades durante o dia-a-dia, mas também para eventuais utilizações de ambas como lapiseiras de backup, caso, por exemplo, acabe o grafite e eu esqueça de comprar mais.

O que me levou   ideia de que o mundo poderia ser um lugar bem melhor pra se viver caso alguém resolvesse lançar uma lapiseira que comportasse diversos diâmetros de grafite ao mesmo tempo. Não estranhem, pois, afinal de contas, quantas misturas de lapiseiras e canetas,  s vezes de diversas cores diferentes, vocês já viram na vida? Existem diversas delas, e isso me fez pensar que a ideia poderia muito bem ser aplicada também para as lapiseiras e seus diferentes diâmetros de grafite. Quanto perguntei   vendedora   respeito — por mera curiosidade, é verdade —, ela me disse que desconhecia uma lapiseira assim, e que, provavelmente, isso não existia.

Por razões óbvias, eu concordei. Afinal de contas, quem é que se preocuparia em produzir uma lapiseira flex? Quem seria potencial consumidor deste artigo? Desenhistas? Projetistas? Malucos que guardam em suas gavetas lapiseiras de dois diâmetros extras e distintos, meramente para fins de backup?

Acontece que, de novo por mera curiosidade, fiz uma busca no Google, e acabei descobrindo que há pelo menos um tipo de lapiseira flex, a Pentel Function 357.

Trata-se, até onde eu descobri, de um modelo produzido e vendido exclusivamente no Japão, e que pode ser carregado com grafites de três diferentes diâmetros: Os de 0,5 e 0,7mm, que eu mencionei anteriormente, e o de 0,3mmbem que poderia ser o de 0,9mm. O mecanismo da lapiseira é bastante similar ao dessas misturas de lapiseira e caneta: Você determina qual diâmetro de grafite utilizar através de botões que estão localizados na parte superior do corpo da lapiseira. Aperta-se um desses botões e a ponta surge para uso.

Há, no entanto, um detalhe na Pentel 357 que alguns poderiam achar um ponto negativo: A lapiseira não tem borracha na ponta. Outra questão é que, ainda segundo eu andei lendo, o corpo não é dos mais resistentes. De qualquer maneira, isso não tira o mérito dela no que diz respeito   versatilidade, e, além disso, o preço é, na minha visão, bastante compatível com a oferta: Por cerca de US$ 15 é possível comprá-la, ou pedir que alguém lhe compre, e te faça uma bela surpresa com um presente no mínimo interessante.

Três motivos pelos quais o Dirpy arrasa!

É verdade que uma rápida busca utilizando os conhecimentos daquele que tudo sabe retornará diversos sites prontos para uso quando o assunto for converter vídeos do YouTube para o formato MP3. Sendo assim, a tarefa de eleger um competidor que se destaque na multidão se torna árdua e difícil.

Ainda assim, acabo de eleger tal competidor: Trata-se do Dirpy.

É bem verdade que sua página inicial é idêntica a de centenas de outros sites similares: O usuário deve colar o link para o vídeo do YouTube que deseja converter em MP3 em uma caixa de texto, para que a conversão possa ser devidamente iniciada. Mas é exatamente quando se prossegue com o processo, no entanto, que três funcionalidades não oferecidas por outros sites do gênero entram em cena.

A primeira destas funcionalidades é a possibilidade de aparar o arquivo de destino, reduzindo-o apenas   parte que são interessantes para o usuário. Eu sei que este não é bem o caso se o que você deseja é simplesmente um arquivo para carregar no seu iPod, por exemplo, mas para mim, que de vez em quando uso segmentos de músicas em vídeos caseiros, a coisa vem bem a calhar: retirar aplausos do começo e do final das músicas, ou introduções chatas, são coisas que podem ser facilmente realizadas com esta capacidade do transcodificador do Dirpy.

Interface do transcodificador do Dirpy

A segunda das funcionalidades em questão, aliás, vem bem a calhar para quem baixa os MP3 para ouvir por aí. Trata-se da possibilidade de editar, antes da realização do download, as tags ID3 do futuro arquivo MP3. Assim simplifica-se o processo de corrigir informações como o nome da faixa, do artista, do álbum em que a música está, entre outras coisas, para que estas sejam corretamente exibidas, por exemplo, em um MP3 player de carro.

Finalmente, a última das diferenças apresentadas pelo site é a inclusão, no rodapé da página com as opções de edição do MP3, dos links para download das versões em vídeo do conteúdo do YouTube. Desde que disponíveis, podem ser baixadas as versões em baixíssima qualidade, baixa qualidade ou alta qualidade, sendo as duas primeiras em formato FLV, e a última, em formato MP4. Uma das possibilidades neste caso é enviar os vídeos para o celular, para assistir por aí, passando o tempo durante uma viagem, por exemplo.

Em qualquer um dos três casos citados acima, o usuário normalmente precisaria recorrer a pelo menos um programa adicional para que conseguisse repetir as funcionalidades com sucesso. E é exatamente a eliminação de operações extras como estas o motivo da minha aclamação do Dirpy como ganhador desta improvável contenda. Ele já se tornou, para mim, um site de cabeceira.

Uma voz que se cala…

É com você, Lombardi!

É com você, Lombardi!

SÃ?Æ?O PAULO – Num tempo que todos podem ser locutores, com seus próprios programas gravados em podcasts ou em vídeos no Youtube, nada podia ser mais anacrônico que uma voz de veludo, empostada, com a dicção perfeita, narrando como há 50 anos nos antigos programas de rádio. Não no SBT. Tem coisas que só no SBT pode. Uma delas era o Lombardi.

Onde mais seria possível ouvir sem se aborrecer alguém anunciando produtos – de carnê de compras, títulos de capitalização e cosméticos aos prêmios para os participantes: “…um lindo refrigerador, uma casa e um carro zero quilômetro!” – sem a informalidade artificial de telemarketing que impera nos merchandisings que proliferam nos programas de TV?

Na contramão de tudo o que é considerado moderno e cool, Lombardi interagia com o patrão de voz tão inconfundível quanto   dele com uma entonação grandiloquente, mas ao mesmo alegre e simpática, sobretudo nas últimas palavras da frase, onde era possível até escutar um sorriso. (via Estadão)

Cheguei em casa ontem e minha esposa comentou comigo sobre a morte do Lombardi. Fiquei surpreso, ao mesmo tempo em que pensava no que poderia escrever aqui, mas este trecho de nota publicada pelo Estadão diz muita coisa.

O locutor se foi, e, certamente, com ele, se foi também uma parte da história do Brasil e da televisão brasileira. Eu sentirei a falta dele na interação com Sílvio Santos, assim como imagino que muita gente por aí. Será difícil esquecer do bordão “Ooooiii Sííílvio…”, que ele usava para responder   chamada do patrão#rip

Ninite: Múltiplas instalações é com ele!

Na semana passada, minha mãe comprou um novo computador, no qual vieram instalados somente uma cópia — original, é bom que se diga, com número de série e tudo — do Windows Vista Home Premium e uma versão de avaliação do Microsoft Office 2007. Como ocupo a posição oficial de computer guy da família, fui convocado por ela para instalar uma série de outros programas que ela está habituada a usar, desde gravadores de DVD para back-up, até programas triviais como um reprodutor de mídia e a versão mais recente do Java.

Normalmente, quando me deparo com uma situação dessas, recorro a programas freeware, e acabo fazendo o download de cada um deles de forma individual: Termino de baixar um, faço a instalação, e na sequência, parto para o download de outro programa,  num looping que só acaba quando termina. Na verdade, preciso admitir, o tempo para que estas instalações sejam realizadas normalmente é bem razoável, e considero este um trabalho deveras monótono.

Ocorre que na semana passada eu estava navegando   toa pelas tags populares de programas freeware do del.icio.us, quando me deparei com um utilitário chamado Ninite. A ferramenta, que é 100% gratuita e é acessada diretamente da web, se propõe a endereçar justamente o problema de realizar múltiplas instalações de software de uma única vez: Você simplesmente escolhe o que deseja instalar a partir do próprio website dos desenvolvedores — existem navegadores, programas de mensagem instantânea, utilitários para desfragmentação, versões do Java, Flash, programas de FTP e muito mais —, e com a seleção realizada, clica em um botão no final da página para então realizar o download de  um programa de instalação personalizado.

Visão parcial da interface do serviço

Visão parcial da interface do serviço

A  partir daí, basta dar um duplo clique no arquivo baixado e aguardar até que todos os processos de download e instalação sejam concluídos. O  Ninite não apenas se encarrega das instalações, mas também de garantir que nenhum nag program — como toolbars e outras bobagens — seja instalado em seu computador. Munido de uma conexão razoável com a Internet, passa-se por um processo relativamente rápido e indolor, que culmina com a maioria de nossos programas favoritos devidamente instalados, e com atalhos no Desktop — ah, e é claro: você pode simplesmente apagar o instalador quando tudo estiver pronto.

A meu ver, a única desvantagem do processo de instalação é não permitir a personalização do local de instalação. Dessa maneira, todos os programas serão instalados na pasta Arquivos de Programas, cuja localização varia, conforme a versão do sistema operacional da Microsoft que estiver em uso. Outro ponto que pode ser considerado um problema para alguns é o  fato de que alguns dos softwares oferecidos são instalados em inglês — o caso, por exemplo, de ferramentas como o Foxit PDF Reader, ou o uTorrent. Apesar disso, ainda é um programa extremamente recomendado por mim, já que me salvou de um processo moroso e entediante. Entrou para a minha lista de favoritos.

No more Hameron?

Que House é uma das melhores séries da paróquia, não vou discutir. O que eu nunca comentei por aqui é que eu sempre torci para que algo pudesse rolar entre o Dr. Gregory House — personagem do ator Hugh Laurie, que dá título   série — e a Dra. Alison Cameron — personagem de Jennifer Morrison —, possibilidade também desejada por muitos fãs da série mundo afora, e denominada por eles, carinhosamente, de hameron, numa mistura de nomes de ambos os personagens.

Eu sempre torci desta maneira porquê, desde os primeiros episódios e das primeiras temporadas do seriado que eu percebo que há uma química, algo muito forte, entre eles. Mas parece, para meu alarme, que todas as esperanças se neste sentido foram por completo, agora que o episódio Teamwork — o oitavo da sexta temporada do seriado — foi exibido, no último dia 16 de novembro. Não costumo escrever reviews dos episódios das séries que assisto, mas farei isso excepcionalmente desta vez.

Se você ainda não assistiu ao episódio, não continue lendo.

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As novidades no Google Translate

O  Google Translate, que talvez seja pouco popular entre a maioria dos internautas convencionais, mas que eu considero uma verdadeira mão na roda — principalmente se estiver traduzindo alguma coisa que não esteja em inglês para o português —, ganhou características que o transformaram em uma ferramenta de tradução em tempo real.

Hoje, ao visitar o serviço, percebi que as palavras digitadas por mim iam surgindo, já traduzidas,   medida em que eram escritas, e me lembrei imediatamente do que era feito com uma extensão chamada Rosyquase no final da demonstração do Google Wave (lembram-se? “Rosy is a robot that very kindly translates on typing“), onde a idéia era melhorar a produtividade e o trabalho entre equipes que dominem idiomas nativos distintos.

Obviamente, traduções mais simples são, bem… mais simples. Aliás, caso você esteja traduzindo de qualquer idioma para o inglês, o link para um arquivo de áudio aparece ao lado do resultado processado, de forma que você também possa ouvir a tradução.

Os brasileiros e o futebol...

Um recurso interessante é a possibilidade de deixar que o Translate detecte o idioma original, como exibido na imagem a seguir, que também ilustra que textos mais elaborados podem estar sujeitos a pequenas variações:

Flashforward, anyone?

Ainda que estas pequenas variações estejam de fato presentes, eu sei o quanto é complicado  encontrar um algoritmo que traduza impecavelmente entre os diferentes idiomas — em tempo, pelo que me consta, isso (aindanão existe, e  só posso dizer que tiro o chapéu pra essa nova versão do Translate.

O Mixero me conquistou!

MixeroLá pelos idos de fevereiro eu publiquei um post por aqui tecendo mil elogios ao TweetDeck, uma das inúmeras aplicações desenvolvidas em Adobe AIR que permitem que você gerencie e atualize as suas contas do Twitter. Na época, fiquei tão empolgado com a ferramenta que declarei em alto e bom tom que minha escolha anterior, o Twhirl, havia perdido a batalha para o pássaro negro.

Mas a vida não é exatamente justa 100% das vezes — e eu, como sempre vez por outra, sofro de severas instabilidades no que tange  s minhas aplicações favoritas. E de algumas semanas pra cá, após cruzar com um novo cliente para Twitter, o Mixero, pus em xeque todo o meu amor pelo TweetDeck, trocando-o completamente por este último.

Mas quais são, afinal de contas, as características do Mixero? Abaixo, tentarei resumir as principais, na minha opinião.

Interface

Devo confessar que o que me ganhou logo de cara foi a interface do Mixero. Ela é, de longe, a mais bonita que eu já vi dentre todos os clientes para Twitter que eu já experimentei. Assim sendo, se não houvesse qualquer característica nova na ferramenta em si — o que, claro, não é verdade —, talvez eu tivesse trocado de cliente só por este ponto.

A (bela) interface do Mixero

A (bela) interface do Mixero

Grupos

O Mixero te permite organizar os contatos em grupos — mas ei!!! — obviamente, este é um recurso presente na maioria dos clientes para Twitter que minimamente querem ser levados a sério — como o próprio TweetDeck. Isso porquê com centenas de contatos pessoais, sites e serviços para seguir via Twitter, ficaria difícil usar qualquer ferramenta que não me permitisse fazer isso.

Canais

Também de forma similar ao TweetDeck, o  Mixero permite criar listas baseadas em buscas criadas pelo usuário, quer sejam empregadas para sua construção #hashtags, palavras-chave ou nomes de usuário. A estas listas, foi dado o nome de canais, ou channels, e são elas que lhe permitirão acompanhar somente aquilo que interessa a você.

Filtros

É possível aplicar filtros   timeline de qualquer usuário, grupo ou canal, utilizando palavras-chave de sua escolha. Este é mais um dos recursos em que Mixero e TweetDeck se parecem, e, desta maneira, não é novidade alguma.

Active Lists

Exemplo de Active List

Exemplo de Active List

Para mim, um dos grandes diferenciais que favorecem o Mixero.

Quando você começa a usar a ferramenta, logo percebe que está com muitos grupos e canais criados, o que pode tornar complicado, dependendo do seu tempo livre, humor e paciência, acompanhar todo esse volume de informações de uma única vez.

É aí que entram as Active Lists. Você pode arrastar para um espaço pré-determinado do Mixero apenas aqueles usuários, canais ou grupos que interessam naquele instante. Apenas para ilustrar com um exemplo, quando estou esperando por novos episódios de meus seriados favoritos, eu posso preferir acompanhar apenas o twitter do site eztv.it e os updates dos meus gurus de seriados.

Enquanto uma active list estiver ativa, as atualizações de outros usuários serão processadas, mas naquele dado instante não serão visíveis até que eu desative as listas em que estiver focado.

Contextos

Para facilitar a vida do usuário que tem diversas active lists, é possível utilizar contextos, que nada mais são do que mecanismos que permitem nomear cada uma de suas active lists, para posteriormente tornar possível alternar a leitura entre elas com um simples clique de mouse.  Na figura acima, contextualizei minha active list como seriados. Assim, posso sempre tê-la   mão.

Encurtando URLs

É verdade que os bons clientes para Twitter oferecem pelo menos algum tipo de integração com URL shorteners. Mixero, no entanto, pode ser configurado para encurtar as URLs À medida em que você as digita legal!! Além disso, para os serviços aceitos pelo programa — como o bit.ly ou o is.gd, por exemplo —, é possível verificar qual é o endereço original passando o mouse por cima dos links gerados por você e por seus contatos.

Visualizando a URL original

Visualizando a URL original

Autocompletion

Autocompletion

Autocompletion

Uma outra coisa legal do Mixero é o recurso de autocompletion, que é imediatamente acionado — da forma mais transparente possível, sempre que você digita o @ em qualquer ponto da sua mensagem.

Uma vez que isso aconteça, uma lista dos seus contatos aparece diretamente acima — ou próximo — do texto, permitindo escolher os contatos desejados rapidamente.

Pré-visualização de mídia

O Mixero também permite que você visualize, dentro da própria interface do programa, imagens postadas via TwitPic e no Flickr. Da mesma forma, também é possível pré-visualizar frames de vídeos hospedados no Youtube.

Modo Avatar

Avatar ModeEmbora eu já tenha mencionado a interface do Mixero no começo deste artigo, não posso deixar de mencionar o modo avatar da ferramenta. Este modo permite que você continue a acompanhar as atualizações dos seus contatos mesmo quando você não está com a janela do programa maximizada.

Para tirar proveito deste recurso, basta que você inclua pessoas e grupos em sua active list, e clique no ícone do catavento — o logotipo do programa. Desta forma, apenas os avatares ficarão visíveis, no canto direito de sua tela, permitindo que você continue a trabalhar com outros aplicativos normalmente.

Neste caso, sempre que você receber alguma atualização, além de um alerta sonoro configurável, indicadores visuais lhe informarão quantas mensagens — ou atualizações de canais e grupos você ainda não leu.

Trending Topics

Um último ponto interessante é poder obter a lista de trending topics do Twitter diretamente através do Mixero. A janela em questão pode ser localizada abaixo da lista de canais criada pelo usuário.

A vantagem deste recurso é que, mais uma vez, com um único clique do mouse, você pode acessar todo o noise do momento na twittosfera.

Minha conclusão é que, mesmo que você já tenha pensado que o Mixero é igual ao TweetDeck, ao Seesmic, ou qualquer outra ferramenta de sua preferência, vale a pena dar uma olhada para sentir na pele. E, assim sendo, fica aqui a minha sugestão: experimente.

Há apenas um detalhe: A aplicação, embora possa ser livremente baixada e instalada, só pode ser acessada através de um invite code e, embora o mecanismo incentivado pelos desenvolvedores para obter um desses códigos seja seguir o @mixero, você pode facilmente fazer como eu fiz, depois de cansar de esperar: Buscar no Google.

Ay, Caramba! Marge Simpson gets nude for Playboy!

Marge... naked?!

Marge... naked?!

Sources confirm that the ambiguously aged, iconic cartoon TV mama will appear ââ?¬â? naked! ââ?¬â? on the November cover of Playboy magazine…

Hugh Hefner teased a while back on Twitter about a possible Marge-Playboy collaboration. We now can tell you that the Simpson matriarch will be featured in a three-page pictorial complete with an interview and a data sheet to mark TheSimpsons‘ 20th anniversary. [via]

E quem virá a seguir? Lois Griffin?

Apertos com a NET

Uma das piores coisas do mundo para alguém que acompanha seriados através da Torrent TV é se ver, de uma hora pra outra — e sem mais nem menos — sem a sua conexão com a rede mundial de computadores: No meu caso, embora eu não tenha ficado exatamente sem conexão, minhas taxas de download destes últimos 2 dias baixaram para a casa dos 0,5 kb/s, o que, na prática, dá no mesmo.

Incomodado com a queda brusca de serviço, hoje pela manhã, logo que cheguei ao trabalho, entrei em contato com a NET. Rapidamente direcionado para um especialista que poderia me ajudar com o problema técnico com a minha conexão, me vi, pra variar, frente a uma pessoa que me sugeriu o trivial — desligar o modem por alguns minutos e voltar a ligá-lo na sequência. O que se segue é o relato do que passei:

Atendente: — Farei uma monitoragem do seu computador — O que diabos é monitoragem? — O senhor pode reiniciar o computador? Preciso também que o senhor tente desligar e ligar o modem.

Eu: — Já tentei isso, e na verdade, algumas outras coisas também, como renovar o IP e reparar minha conexão de rede. Como não tive sucesso, liguei para que vocês possam mandar um técnico na minha casa, pois acho absurdo ficar sem conexão.

Atendente: — Sim, senhor, entendo. Mas preciso fazer a monitoragemsic. O senhor está na frente do seu computador?

Eu: — Na verdade, estou no trabalho agora. Não tenho como reiniciar a máquina. Você pode agendar uma visita técnica?

Atendente: — Senhor, lamento. Infelizmente, antes de poder prosseguir, preciso fazer a monitoragem. Sem que o senhor esteja na frente do seu computador não poderei ajudá-lo. O senhor pode ligar mais tarde quando estiver em casa?

Pasmem. Nunca ouvi falar dessa monitoragem (os olhos doem só de olhar pra essa grafia, imaginem ouvir a palavra), e agora, ainda assim, sou derrotado por ela? Me despedi da atendente, desliguei, e pensei comigo mesmo: Hora de usar o plano B para conseguir uma visita técnica: O fingimento. Eis como funciona.

Ligo de novo para a NET:

Atendente: (depois de repetir basicamente o mesmo discurso da monitoragem) — O senhor está na frente do computador?

Tecnicamente sim. Na frente do computador que eu uso no trabalho.

Eu: — Sim, estou.

Atendente: — O senhor está usando Windows XP? — ao que eu respondi que sim.

Ela então me mandou ir até Configurações e, em seguida, encontrar a minha conexão local dentro das conexões de rede. Perguntou se a conexão estava ativa (— sim), e depois me pediu para desativá-la e ativá-la novamente. Fui só respondendo trivialmente, sim, pois não, etc. Então ela me pediu para acessar algum site.

Eu: Qualquer um?

Atendente: — Sim, senhor. Para este teste, pode ser qualquer site.

Eu: — Entendi. Me dá um minuto. Hmmmm… vamos ver… (bato no teclado fingindo digitar). Pronto. Já estou tentando.

Atendente: — Senhor, o senhor conseguiu?

Eu: — Espera um minuto… tem alguma coisa aqui no rodapé… conectando… mas tá demorando muito… acho que não vai dar certo (pausa de alguns segundos). Falei? Aparece assim, ó: “A página não pode ser exibida”.

Atendente:“A página não pode ser exibida”. Senhor, neste caso, estaremos enviando um técnico   sua residência. Em um prazo máximo de duas horas alguém estará entrando em contato com o senhor.

Aleluia, irmão.

Ligo em casa para comunicar   patroa que alguém da NET ia entrar em contato com ela. Descubro, para minha infelicidade, durante a chamada, que a voz dela está cheia de interrupções: problemas com o NET Fone. Ligo de novo pra NET:

Eu: — Infelizmente, além do problema com a internet, agora meu telefone também está fora, é um NET Fone. Ao invés de ligar para o número XPTO vocês podem entrar em contato através do número do celular da minha esposa? É YPTO.

Atendente: — Claro senhor (solicita o número de novo, para confirmar, e anota o nome da minha esposa). Pedirei para que seja feito contato via celular. O prazo máximo é de duas horas.

Passadas mais de duas horas, como é de se esperar, ninguém ainda entrou em contato com a dona Patroa. Ligo para a NET. De novo. Explico a mesma história de que, além da minha internet, o NET Fone também está fora do ar, e que eu preciso que alguém ligue para o celular da minha esposa.

Eu: — O número do celular dela é YPTO.

Atendente: — Senhor, na verdade, referente a este protocolo, consta uma tentativa de contato sem sucesso, realizada hoje, no período da tarde.

Eu: — Mesmo? Para qual número?

Atendente: Para o número XPTO.

Há certos momentos que requerem que qualquer ser humano respire beeeeem fundo. Este era um dos momentos certos para seguir esta linha. Me preparo psicologicamente:

Eu: — Então… Quando liguei mais cedo, disse justamente que o número XPTO é o meu NET Fone, e que ele se encontra fora do ar. Você pode pedir, assim sendo, que alguém faça o favor de ligar pro celular da minha esposa? Ela está esperando.

Depois de (mais) uma promessa de que ligariam — e de mais um prazo de duas horas, claro —, ligaram pra minha esposa. Adivinhem o que o técnico pediu pra ela fazer? Sim! Desligar o modem, esperar 5 minutos e ligar de novo.

Como nada aconteceu, aí sim, o rapaz disse pra ela que mandaria alguém em minha casa. Amanhã. O único detalhe é que neste meio tempo, magicamente, tanto minha conexão com a Internet quanto meu NET Fone se normalizaram. É mole?

Nas palavras da minha esposa, enquanto desabafava com o último dos representantes da NET que nos contactou: Estou começando a achar que tenho saudades do Speedy. E da Telefônica. Será que estou certo?

“The limping Dr House has wrecked my knees”

House

Hugh Laurie says he may be forced to quit his starring role in the hit TV medical drama House – because pretending to have a limp has given him real injuries.

Laurie, 50, said: ââ?¬Ë?The show might last through to series seven, eight or nine but I don’t know if I will because I’m starting to lose my knees. It’s a lot of hip work. There are things going badly wrong. I need to do yoga.’ [via, destaques no texto por minha conta]

É algo realmente triste de se saber  s vésperas da reestréia da série: De tanto mancar para entrar no personagem, o ator acabou começando a mancar na vida real também.

Embora o problema da ficção alimente o vício por vicodin — e outras substâncias e tratamentos —-, dando  margem   vários enredos ao longo de todas as temporadas de House, eu espero que os roteiristas da série — que, aliás,  na minha opinião, têm sabido conduzir as coisas muito bem até o momento — dêem um jeito nisso: Mancar é um toque legal, e dá charme ao personagem. Mas não tanto, a ponto de sacrificar o astro principal, e arriscar acabar com uma série de tanto sucesso, exibida em 66 países, de forma precoce.

Estou fraquejando pelo Chrome?

Apesar de ser um em um bilhão de usuários da raposa de fogo, um comentário de meu grande amigo Rodrigo Ghedin, feito   época desta afirmação não me saiu da cabeça. Ele, um ex-firefoxer, afirmou que eu ainda veria que o Google Chrome 3 ou 4 seria um grande divisor de águas, visto os grandes esforços da empresa em desenvolver de forma consistente seu navegador web, adicionando, em versões futuras, recursos como os que o Firefox já possui — extensões e temas.

Atualizando minhas leituras, verifiquei através de nota publicada pelo Lifehacker, que o Chrome 3.0 já saiu do forno, e com algumas novidades que até então estavam disponíveis apenas para os usuários que estavam utilizando development versions, coisa que eu, neste caso, optei por não fazer. Dessa forma, abri meu Chrome 2 — sim, a instalação está residente por aqui, e fui logo ao menu about, para provocar uma atualização.

Em questão de segundos me deparei com novas funcionalidades, que o Lifehacker resume bem: O Chrome agora possui melhorias de velocidade — diz o Google que trata-se de uma melhoria de performance do Javascript da casa de 150% desde o primeiro beta do programa, uma nova página inicial de onde se pode realizar um número maior de customizações, uma omnibox melhorada, suporte   HTML5, que promete uma experiência melhorada de navegação e temas para alterar a aparência do navegador.

Com relação   primeira questão, velocidade, devo dizer que me surpreendi imensamente. O Chrome já era relativamente rápido, mas agora está voando no meu computador: E não importa quantas abas eu abra — e olhem que eu costumo navegar com muitas abertas —, a velocidade parece não se abalar.

Blogar é também uma experiência aparentemente muito mais veloz com o novo Chrome, para mim. O editor do WordPress funciona a 1000 por hora, e editar textos não demora tanto quanto quando eu uso o Firefox. Melhoria geral e muito bem-vinda.

Coroando minha constatação, precisei fazer uso do internet banking do meu banco, e resolvi colocar o novo Chrome   prova. Imaginei logo que fosse aparecer alguma mensagem de incompatibilidade, ou problema similar. Além disso não ter ocorrido, as transações foram realizadas num piscar de olhos. Um ponto enorme para o browser da Google.

Pinando a páginaCom relação   página inicial, é verdade que ela está diferente: Agora é possível alterar a ordem das últimas abas abertas, arrastando-as de um lado para o outro com o mouse. Na prática, no entanto, achei que, para mim, isso não faz a menor diferença. Gostei mesmo foi de outra novidade, a de ser capaz de manter páginas visitadas recentemente listadas na minha página inicial indefinidamente, ou, como dizem por aí, de piná-las.

A nova omnibox do Chrome, comparável   barra de endereços do Firefox, também é interessante. Além de tentar auto-completar endereços conforme você digita — desde que o Google esteja definido como padrão para seu site de busca nas opções —, também foram adicionados ícones contextuais que servem para diferenciar as sugestões de completamento entre sites, buscas, bookmarks ou sites que você tenha visitado recentemente.

Sugestões obtidas a partir da ominibox

Sugestões obtidas a partir da ominibox

O suporte   HTML5 é algo que certamente atrairá aqueles que tem no webdesign e no desenvolvimento de aplicações web as suas atividades diárias, na medida em que promete tornar tecnologias como o flash uma coisa do passado.

Os desenvolvedores do Chrome apostaram alto na nova versão da linguagem, que trará tags como <audio> e <video>, que deverão tornar a tarefa de acrescentar mídias destes tipos a um site algo muito mais simples: Sem necessidade de plugins, acrescentar vídeos e áudio será tão simples quanto acresentar uma imagem através da tag <img>. Ou seja, usando o Chrome 3, poderei estar na vanguarda da internet.

Finalmente, no que  diz respeito a temas, eles finalmente chegaram para os usuários finais. Até eu, que honestamente não vi um só tema de que eu tenha realmente gostado, acabei por escolher um menos mal. De qualquer maneira, isso demonstra que neste campo também há uma preocupação do Google em igualar seu navegador  aos recursos oferecidos pelos outros navegadores.

Talvez, admito, eu esteja finalmente fraquejando pelo Chrome. Sei que é complicado dizer algo assim tão pouco tempo depois de me afirmar um firefoxer, mas realmente esta nova versão está me enchendo os olhos como nenhuma outra. A única questão pendente são as extensões, que o Firefox possui, e o Chrome ainda não. Pelo menos nas versões para o público final.

Isso porquê os que optam por usar a versão para desenvolvedores já contam com a possibilidade de usar extensões. A mais interessante na minha opinião — por ser a que mais me faz falta — é  o GMail Checker (que pode ser instalada aqui). No entanto, prefiro esperar pela estabilidade. Extensões realmente fazem falta, mas para mim são uma questão controversa, já que adicionam recursos extras ao navegador, mas normalmente roubam-lhe performance.

Já sou capaz de admitir, no entanto, que saber como os desenvolvedores do Chrome terão lidado com isso, evitando perda de desempenho com extensões assim que este também se tornar um recurso publicamente disponível, pode ser a diferença entre optar definitivamente por ele e me tornar, também eu, um ex-firefoxer.

Trocando em miúdos, Rodrigo: Será que você estava com a razão este tempo todo? Novamente, só o tempo — e, claro, mais uma ou duas versões do Chrome — dirá.

Fuga descontrolada!

Que tal lhe parece correr desenfreadamente por corredores e telhados de prédios, pulando de um pro outro enquanto assusta pombos, derruba móveis e pula bombas estrategicamente posicionadas para acabar com a sua vida?

Corrida desabalada

Corrida desabalada

Essa é a proposta de Canabalt, um despretensioso joguinho feito em flash que descobri por acaso durante essa semana: Sua missão é muito simples. Você só precisa começar a correr — na verdade, essa ação é automática — numa audaciosa fuga de… bem… de… eu não sei.

Só sei que quanto mais longe você for, melhor será. Mas cuidado para não explodir ou cair do telhado: Você só tem uma vida, e acabar com ela será sinônimo de se ver obrigado a começar de novo. De qualquer forma, eu garanto: É um ótimo time waster.

#choramaradona: Duas vezes seguidas!!

No vamos a ningun lugar

No vamos a ningun lugar

¿Cuánta responsabilidad tiene Maradona? Muchísima. Ya cometió todos los errores que puede cometer un DT. Desde pifiar la estrategia hasta desmotivar jugadores con sus banquinazos (Otamendi, Burdisso, titulares o ni al banco), errar cambios (¿para qué sacó a Dátolo si había que tirar centros al área? ¿Para agregar barullo con Lavezzi?) y ensoberbecerse hasta desviar culpas hacia el periodismo. [via]

E enquanto promovo o #choramaradona, não poderia deixar de falar, é claro, do show de Nilmar ontem, em meio   torcida baiana: Não demos mole pro Chile, que vai ter que conquistar sua classificação em outras paragens…

Nurse Jackie: Potencialmente viciante!

Fiquei curioso ao me deparar, ontem, com um comentário do @rodrigomuniz sobre Nurse Jackie, atração do canal americano Showtime. Sem seriados para assistir enquanto estou aguardando a temporada derradeira de Lost, agendada para iniciar apenas em janeiro ou fevereiro de 2010, e ainda a quase um mês de distância das estréias das novas temporadas de Heroes e House — que estão marcadas para reiniciar em 21 de setembro —, tive esperanças de que esta pudesse ser a resposta que me saciasse enquanto fico na espera.

A verdade é que não me decepcionei.

Life's full of little pricks.

Life is full of little pricks.

Jackie Peyton, a Jackie que dá título ao programa e é vivida pela atriz Edie Falco, é definida pelo canal, em tradução livre, como “uma enfermeira com personalidade forte, tocando em frente uma louca rotina num hospital urbano, enquanto tenta fazer o mesmo com uma vida pessoal mais do que desafiadora“. Mas para conseguir fazer isso sem sentir fortes dores — “Como se chama uma enfermeira com dores nas costas? Desempregada!” , ela diz na abertura do episódio piloto, que vi — ela recorre ocasionalmente a drogas como oxicodona e Vicodin, a exemplo do Dr. Gregory House.

Jackie, que possui uma personalidade tão forte quanto a do médico chefe do setor de medicina diagnóstica do Princetonââ?¬â??Plainsboro Teaching Hospital, trabalha no pronto-socorro do All Saints’ Hospital, de Nova Iorque, e lá não deixa que ninguém a faça de boba: Lidando diariamente com um sistema de saúde prestes a entrar em colapso, ela faz tudo o que está ao seu alcance para que seus pacientes recebam os melhores cuidados possíveis, mesmo que isso inclua dar broncas em médicos, roubar dinheiro para ajudar uma mulher grávida, ou falsificar documentos. Quer ela esteja certa por fazer tais coisas ou não, esta é a versão dela de justiça.

O que posso dizer é que as diversas situações apresentadas me fizeram ficar realmente bem impressionado ao me deparar com um balanceamento bem dosado entre drama,comédia e humor negro. Aliás, a julgar pelo piloto e pelas reações da twittosfera, me arrisco a dizer que toda a série, que conta com 12 episódios de meia hora em sua primeira temporada, deve seguir o mesmo ritmo, o que promete ser excelente e potencialmente viciante.

Toca acrescentar mais uma em minha lista de favoritos.