Sou um macaco aficionado em séries

Ver meu amigo Inominado Anônimo recentemente comentar sobre as séries que ele vem acompanhando nos últimos tempos me fez lembrar de uma dica de outro amigo meu, o Otávio.

Para quem é — ou, no meu caso, tenta ser — aficionado em seriados, o OrangoTag é uma ótima pedida. Trata-se de um media tracker misturado com rede social, em que você se cadastra e encontra amigos — antigos ou novos —, tudo baseado nos gostos em comum pelos episódios das séries que assistem.

Página inicial do OrangoTag

Depois de criar uma conta como eu fiz, basta fazer uma busca pelos seriados que você assiste — ou já assistiu — e adicioná-los à sua watchlist. Em seguida, basta ir marcando os episódios que você já viu. O serviço permite que sejam deixados comentários sobre as séries, e que cada episódio receba um rating, baseado na sua percepção sobre o que assistiu, além de indicar pessoas com gostos similares aos seus.

Uma outra utilidade interessante do OrangoTag é servir como alerta para avisar que novos episódios de suas séries favoritas já foram exibidos — e que, provavelmente, está passando da hora de você colocar em uso mais algumas vezes a torrent TV. Para que você possa tirar proveito, basta adicionar um dos feeds RSS oferecidos pelo site ao seu leitor favorito de feeds, lembrando-se, é claro, que o mecanismo não oferece links para baixar quaisquer seriados.

Gostei tanto da coisa que resolvi adicionar ao meu lifestream eventos para cada vez que eu tiver terminado de assistir alguma coisa, tudo isso graças a outro dos  feeds do serviço.

Se você também curtiu a idéia, não se esqueça de me adicionar por lá

Esteganografia para as massas

Lembra quando você era criança e brincava de esconder mensagens secretas em folhas de papel escritas com suco de limão e um cotonete? A diversão era, na seqüência, aproximar a folha de uma vela ou de uma lâmpada, que era pro calor revelar o que estava escrito, como num passe de mágica

Bons tempos, não é mesmo?

Acontece que esse tipo de coisa pode muito bem acontecer nos dias de hoje, em pleno mundo digital! Isso graças a uma técnica chamada esteganografia. Essa palavra meio esquisita vem do grego, e significa “escrita escondida”.

Diferente da famosa criptografia, em que alguém mal intencionado que intercepte uma mensagem sabe bem que há algo de sigiloso escondido ali, esperando para ser descoberto após a eventual quebra de uma chave – seja ela mais forte ou mais fraca – a esteganografia é algo mais anônimo, em que praticamente não dá pra descobrir que há alguma coisa escondida no meio de uma mensagem, a menos que você seja o remetente ou o destinatário.

Justamente por causa disso, a esteganografia é causadora de boatos e lendas: Há notícias falsas e verdadeiras de seu emprego por contrabandistas, traficantes e até mesmo terroristas, que a utilizam para passar em paz – ou com um pouco mais de privacidade – suas próprias mensagens.

As mensagens, aliás, podem ser de texto puro, mas também podem ser compostas de um ou mais arquivos que se deseja manter ou transmitir em sigilo. Para transportá-las podem ser usadas fotos ou arquivos MP3. Também podem ser usadas páginas em HTML ou documentos PDF, que passam a carregar um algo a mais de maneira não declarada.

Se um bandido invade nossa casa, procura dentro de nossos guarda-roupas ou atrás de quadros, até encontrar um cofre ou algo de valor. Ele nunca pensaria, no entanto, que seu dinheiro está guardado naquela caixa de sucrilhos vazia que você deixa na última prateleira do armário da cozinha, não é? Eis aí a vantagem principal da esteganografia: Nenhum curioso, ao invadir seu computador, procuraria por suas senhas bancárias dentro daquela foto em que você e sua família estão sorrindo logo depois da ceia de Natal, percebem? Misture a foto em meio a outras centenas, e bingo: Só você — e quem mais você quiser — poderão recuperar a informação oculta.

Para fazer a mágica de embutir conteúdo em arquivos comuns existem dezenas de softwares disponíveis, sendo que muitos deles são gratuitos. Um artigo recente do site Lifehacker — que foi, aliás, o causador do meu interesse pelo tema — menciona o Hide in Picture, que, como o próprio nome diz, oculta arquivos em imagens nos formatos bitmap ou GIF.

Como exemplo, suponham que eu queira pegar um inocente arquivo com uma paisagem bem bonita e ocultar nele uma mensagem de Natal super legal para os meus amigos, embora totalmente secreta. Basta que eu acesse o Hide in Picture e selecione a opção Hide file in picture, tal como na figura abaixo.

Interface do Hide in Picture

Em seguida, só é preciso informar uma senha e, opcionalmente, o algoritmo a ser utilizado pelo programa para criptografar o arquivo que está sendo anexado à nossa imagem, e pronto: A mensagem secreta já fará parte da paisagem, e o melhor: Ninguém suspeitará disso, porquê visualmente tudo continuará como antes!

Protegendo a mensagem com uma senha

A vantagem destes programas é que na maioria das vezes eles procuram manter o tamanho original do arquivo hospedeiro, utilizando algoritmos de compressão que cumprem bem sua tarefa. É claro que fica óbvio que, nestes casos, você simplesmente não consegue esconder um arquivo maior dentro de um arquivo menor, mas essa aparente limitação não deve intimidar ninguém disposto a proteger seus dados para uma eventual transferência a partir da Internet.

Inspirado pelo princípio da esteganografia, no entanto, está um procedimento muito mais simples e direto, ideal para quem não precisa transferir conteúdos muito grandes e está interessado apenas em ocultar pequenos arquivos – talvez aqueles em que estão gravadas suas senhas de serviços da internet ou dos bancos, e até mesmo uma ou outra planilha ou foto. No pequeno screencast que acompanha este meu inspirado artigo, fiz a descrição de um método que só precisa do Windows e de um velho compactador de arquivos, sucesso e bastante conhecido entre muita gente: Trata-se do 7-Zip, que é gratuito.

[flv:cast_estego_281208.flv 560 352]

O ponto positivo é que a técnica é muito simples, e pode ser usada pra esconder arquivos não apenas em fotos, mas também em documentos PDF — como no exemplo que eu dou — e músicas.

A advertência, no entanto, fica para o tamanho do arquivo a ser gerado: Ninguém acharia normal, por exemplo, uma imagem JPEG de 30 megabytes, não é mesmo? Assim, cuidado para esconder apenas pequenos arquivos, e no mais… divirta-se!

[ratings]

Meu amigo Zé Bob!!!

Ontem fui pra Lorena com a mamãe, o papai, a vovó Helena e o vovô Fernando, pra gente poder almoçar com os meus bisavós, já que era Natal. Este foi o passeio mais divertido que eu já fiz até lá, e tudo porquê fiz um novo amigo, o Zé Bob.

O Zé Bob é o cachorro da minha bisavó Lourdes. Logo que eu cheguei na casa dela e bati o olho nele, fiquei super feliz!! Tanto que eu fiquei praticamente o tempo todo conversando com ele. Pedia pra ele se sentar junto comigo, pra gente passear… enfim, pra brincarmos juntos.

Aqui estão dois momentos meus junto com ele:

Eu só sei de uma coisa: Fiquei com saudades!!

Zé Bobinho, eu vou logo te visitar de novo, tá bom?

A Mágica do MagicDisc

Esta semana me deparei com o MagicISO, um pequeno e notável freeware indicado para quem quer ler cópias back-up feitas a partir de seus CDs e/ou DVDs de software, música ou games.

Após um download rápido — cerca de 1.3 Mb — e instalação, um ícone passa a estar residente na área de notificação — o system tray — do Windows. A partir daí, com alguns cliques de mouse já se torna possível montar e desmontar imagens virtuais de qualquer disco que você tenha criado.

Apesar do nome, o programa não se limita a criar imagens a partir do formato ISO: Também é possível ler a partir de uma variedade de formatos, entre os quais imagens NRG, criadas pelo Nero e CCD ou IMG, criadas pelo CloneCD.

Na minha opinião, o principal ganho de se montar uma imagem de disco para trabalhar está na velocidade de leitura dos dados: Ao invés de contar com leitores de CD e DVD e ficar trocando discos o tempo inteiro, basta criar cópias back-up daquilo que você mais utiliza e acessar o conteúdo a velocidades que chegam até a 200x, por estar tudo diretamente em seu disco rígido.

Martírio com a Telefônica

Estava no trabalho quarta-feira passada quando minha esposa me liga do celular dela, dizendo que o telefone de casa estava completamente mudo. Minha nobre missão, graças a este acontecimento, era mais clara do que água: Entrar em contato com o famigerado suporte técnico da Telefônica para reportar o problema e solicitar uma solução imediatamente.

Lá vou eu discar para o 103 15, canal de auxílio ao assinante. Depois de ouvir uma interminável mensagem sobre o fim do acesso gratuito à Internet para assinantes do Speedy, que agora precisarão assinar um provedor de acesso para continuar navegando e fazendo outras coisas, um atendente começa a falar comigo.

Após explicar a ele que a linha em casa estava muda — e depois que ele finalmente coletou todos os meus dados pessoais para que pudesse abrir um chamado, ganhei um número de protocolo do atendimento, juntamente com a promessa de que em até 48 horas eu receberia uma ligação marcando um horário para que um técnico da empresa pudesse vir e averiguar o que poderia estar ocorrendo de errado.

48 horas só para entrar em contato? Que espécie de tratamento é esse da Telefônica para com seus clientes — eu pensei. No entanto, não externei meu pensamento para o pobre atendente, que, no final das contas, não tem nenhuma culpa no cartório. O problema maior é mesmo a empresa nos deixar assim, sem socorro, enquanto minhas necessidades se acumulam — marcar consultas médicas, fazer contatos, e até mesmo ligar para bater um papo com minha mãe — sem telefone. E, é claro, nada de Speedy. Assim sendo, coitado de mim por ter contas e contas a pagar, e não poder acessar o Internet Banking.

Completei, na quinta-feira, mais de 24 horas sem resposta. Ninguém da Telefônica havia me ligado no celular para sequer dizer olá — que dirá para marcar um horário e averiguar o problema. Resolvi ligar para o mesmo 103 15 pela segunda vez. Após esperar um tempão — quase 8 minutos até que um atendente pegasse a ligação, disparei minha história, e como não haviam, ainda, entrado em contato. Pedi para saber o status do meu chamado.

Depois de um “um minuto por favor, estou levantando os dados do seu chamado”, mais um tempo de espera. O que se seguiu, para meu espanto, foi um diálogo mais ou menos assim:

— Senhor, não há nenhum chamado aberto para sua linha telefônica.

— Como? — pausa, surpreso. E o protocolo que abri ontem?

— Senhor, ainda não se passaram as 48 horas de prazo. O senhor precisa esperar.

— Você não acabou de me dizer que não tem chamado aberto?

(silêncio) Um minuto, senhor.

Toca me pôr pra ouvir aquela vinheta de Natal da Telefônica. Então:

— Senhor, conversei com a responsável pelo sistema, e ela me disse que às vezes é normal que os pedidos sumam do sistema.

Obviamente eu não acreditei naquilo. Não era possível que alguém achasse que as empresas — qualquer uma delas, mesmo a Telefônica — perdesse os chamados abertos por seus clientes. Isso, imagino eu, já seria o cúmulo de todos os cúmulos. No entanto, sem perder a paciência com o rapaz que me atendia , pedi a ele a gentileza de abrir então um segundo chamado.

Apenas para situá-los, o diálogo estava correndo solto entre nós lá pelas cinco e meia da tarde da quinta-feira. O camarada me coleta — de novo — todos os dados pessoais e me dispara o seguinte, na seqüência:

Então, senhor… — com uma cara daqueles “veja bem“, sabem como é? — é que eu não consigo abrir o chamado pro senhor agora, porquê estou sem acesso ao sistema. No entanto, como eu tenho seu número — de celular — eu volto a ligar pro senhor até as oito da noite de hoje para concluir o atendimento.

Quem está na chuva é pra se molhar, não é assim que dizem? Respirando fundo, aceitei a proposta do rapaz. Desliguei o celular e virei pra minha esposa, que acompanhava o diálogo entre mim e o atendente. Uma troca de olhares foi suficiente, e eu disse:

— Você quer apostar comigo R$ 10 que ele não liga até as oito?

Ela não quis apostar.

Ainda bem, pois perderia. Nada de ligação até as 21hs de quinta-feira. Foi mais ou menos nesse horário que eu, sem desistir, mas muito menos paciente, entrei em contato com o 103 15 novamente. Dessa vez, com vontade de mandar alguém pra’quele lugar. O resumo da terceira ligação para o suporte?

— Estou abrindo um chamado na Anatel reclamando de vocês porquê já estou cansado. Esperei quase 48 horas por atendimento e na última vez vocês nem se deram ao luxo de me ligar de volta, apesar da promessa.

Acho que mencionar a Agência Nacional de Telecomunicações tem propriedades mágicas. Não é que na sexta-feira — podia ser de manhã, mas tudo bem — lá pelas 15h30 toca meu celular? O interlocutor:

— Senhor Daniel? Aqui é o (…) da Telefônica, estou ligando pra dizer que sua linha de telefone foi vistoriada hoje pela manhã por um técnico, e já está tudo resolvido. O senhor confirma?

Acontece que, para o azar dele, eu havia ligado pra casa 5 minutos antes, do celular, justamente para verificar se por um acaso divino as coisas já tinham se resolvido, e nada.  A ligação caiu direto na secretária eletrônica padrão da Telefônica.

— Olha, (…), não confirmo não. Acabei de ligar em casa e a linha continua com problema.

— Neste caso, senhor, mandarei um técnico à sua residência. Qual o melhor horário?

— Vocês trabalham sábado?lá se ia o meu sábado.

— Sim senhor. Pode ser sábado pela manhã?

Fiquei de esperar o cara vir, no sábado de manhã. No entanto, depois de desligar, fiz contato com minha esposa pelo celular e, para nossa surpresa, o telefone de casa parecia estar normal. Parecia. Pedi pra ela se conectar à Internet e me ligar em seguida. Quando o telefone tocou, uma má notícia: O Speedy não entrava, nem com reza brava.

Felizmente o técnico já estava agendado para nos fazer uma visita, de qualquer jeito. Então resolvemos esperar. Às  9 da manhã de sábado me liga uma moça da Telefônica, me dizendo que o técnico nos visitaria até a hora do almoço. Pensei estar livre da questão em breve, mas deu meio-dia e nada do camarada aparecer.

Sai pra almoçar com meus pais, levando a patota toda.

Na volta, quase duas da tarde de sábado, pergunto ao porteiro se alguém da Telefônica tinha visitado o prédio. Depois da negativa dele, pelo menos fiquei aliviado por não ser vítima da Lei de Murphy — e se eu tivesse saído e, justo naquela hora, o cara inventasse de aparecer?

Eis que, quase três da tarde, minha esposa atende o telefone. É o técnico da Telefônica, dizendo que está — finalmente, Aleluia!!! — mexendo com nossa linha. Que ela poderia ficar muda um pouco, mas já voltaria. Pra encurtar essa — já muuuuito longa — história, o camarada ligou de novo 15 minutos depois, e tudo se consertou.

A pergunta que não quis calar, fiz ao técnico quando ele, depois disso, veio até a nossa casa para fazer testes finais de rotina. O que foi tudo isso, que nos deixou sem telefone e Internet tanto tempo assim? Descobri que uma outra pessoa havia atendido um chamado de instalação de Speedy aqui no condomínio onde eu moro, e que havia bagunçado as coisas.

Se essa podia ser considerada uma explicação razoável, eu já não tinha mais forças pra argumentar. Pelo menos telefone e internet tinham mesmo voltado a funcionar, e, em pleno sábado, com metade do dia perdido devido ao chá de cadeira, não quis prolongar a história.

Moral da história: Preciso me livrar da Telefônica o quanto antes. Enquanto isso não acontece, no entanto —- vou esperar até 2009 pra isso, por motivos pessoais —, toca esperar segunda-feira: Será o dia em que vou — de novo — ligar pro 103 15. Descansado, vou entrar em contato com o setor comercial. Nova missão? Exigir ressarcimento pelos dias sem conexão com o Speedy e sem linha telefônica.

Me desejem sorte. Eu VOU precisar.

Meu postinho de gasolina!!

Mamãe e papai me deixaram abrir um dos presentes de Natal adiantado… e eu nem acreditei quando vi o que ganhei: Um postinho de gasolina que faz o barulhinho de quando os carrinhos estão abastecendo — igual ao carro do papai —, e ainda fala um monte de frases e vem com dinheirinho pra eu brincar!!

Agora sim, eu posso abastecer meu jipe, o velotrol e a bicicleta!!

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Presente de Natal Adiantado

Amei esse presentão!! Mas nem preciso dizer, né?

Feliz Natal!!!

A mudança mais legal do Google Reader!

Quinta-feira passada foram anunciadas mudanças na interface do Google Reader.

No blog oficial foi declarada a intenção principal da equipe que cuida dos bastidores do serviço: Tornar a experiência de leitura do usuário mais leve e agradável, o que, pelo menos na minha opinião, foi exatamente o que aconteceu, já que as coisas realmente parecem muito menos carregadas por lá.

Mas foi um detalhe, talvez quase imperceptível para a maioria, que me chamou a atenção: Finalmente é possível, através de um menu de opções ao lado de cada grupo de feeds, fazer a mágica acontecer. Um clique de mouse e não é mais necessário conviver com a culpa de ter centenas e centenas de itens pendentes para, pelo menos, passar os olhos, sabendo que nunca terei tempo de me colocar em dia. Na prática, para quem quiser, chega de exibir os famigerados unread counts:

“For some of you (and some of us on the Reader team), unread counts are a source of anxiety and can feel more like a to-do list than the random awesomeness of the Internet”.

gr-unread-hiddenLi esse parágrafo do blog oficial algumas vezes, pois senti a mensagem sendo endereçada diretamente para mim.

É que já me basta saber, no telefone da empresa, quantas ligações recebidas eu preciso retornar, além de quantos e-mails precisam ser lidos e respondidos antes do final do dia.

Para a leitura de feeds que, ao menos para mim, é puramente lazer, as pendências realmente só causam ansiedade. Ocultá-las, ainda que sabendo que continuam por lá, me ajuda a aliviar a consciência. É por isso que dou três vivas pra essa novidade, de longe a melhor dos últimos tempos…

Alguém mais concorda? :)

Bibi!!!

Olha só eu aqui, dirigindo…

Eu amo um volante!! Aqui, o papai até me pediu para buzinar… primeiro eu fiz um bibi, uma buzinadinha de mentirinha. E depois ele me deixou buzinar de verdade!!! Eu ri bastante, e achei muito divertido!!!