Quatro problemas sobre votos impressos

Ainda está meio cedo pra falar das eleições municipais que ocorrerão este ano, mas acontece que esta semana, depois de ler por acaso que a escolha dos prefeitos e vereadores está marcada para 5 de outubro em primeiro turno e 26 de outubro caso haja o segundo turno, lembrei automaticamente de uma proposta — o Projeto de Lei 970/07 —, de autoria da deputada Janete Capiberibe, do PSB do Amapá — que, entre outras coisas, pretende instituir a impressão do voto na urna eletrônica.

As alterações propostas pela deputada, caso entrem em vigor, obrigarão que as urnas, num prazo de até quatro anos a partir da aprovação da lei, imprimam os votos do eleitor, para que ele possa conferir se está tudo correto antes de efetuar a confirmação eletrônica de suas escolhas. Conforme diz nota da Agência Câmara, “em caso de discrepância, a urna será submetida a teste na presença de fiscais dos partidos. Se for verificado algum problema, a urna será trocada e encaminhada para perícia”.

A meu ver, instituir a impressão dos votos pode causar alguns problemas. O projeto de lei menciona que não haverá contanto manual com os votos impressos por parte do eleitor e que, assim que confirmados, serão automaticamente depositados em local previamente lacrado. Isso me faz pensar em algum tipo de capa acrílica — no mínimo — que isolará o voto do eleitor, fazendo com que ele precise visualizar suas escolhas através de uma superfície transparente.

Primeiro problema: Dependendo das condições de temperatura e umidade, imagino coisas terríveis acontecendo. O papel da urna pode umedecer ou enrugar, enroscando a impressão e obrigando a abertura do equipamento por um técnico e fatalmente causando a impugnação da urna por parte dos fiscais de partidos. Também pode ser que a tal superfície transparente fique embaçada, dificultando a leitura dos votos.

Segundo problema: Como eu já citei por aqui antes, cumpro com muito amor as funções de mesário eleitoral a cada eleição realizada em nosso país. Por isso, me peguei imaginando o caso prático que enfrento em minha seção toda vez que presido uma eleição. Uma parcela dos eleitores que comparecem  s urnas são analfabetos e recorrem  s fotos dos candidatos para efetivamente confirmarem suas intenções de voto. Uma impressão não ajudará neste caso, pois nada é mencionado sobre as fotos serem impressas. Além disso, implementar impressões de fotos pode representar um custo considerável.

Terceiro problema: A deputada autora do projeto acredita que a impresão é um mecanismo ótimo para fiscalização do processo eleitoral. Embora eu acredite que o processo deva sim ser melhor fiscalizado, não vejo como a impressão de votos poderia combater o principal problema de uma eleição: Pessoas votando em nome de outras.

Neste aspecto, muito mais interessante que o projeto de lei da nobre parlamentar para combater fraudes é a iniciativa da própria Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE, que deverá promover o cadastramento digital dos eleitores de algumas cidades dos estados de Mato Grosso do Sul, Rondônia e Santa Catarina já para as próximas eleições, implementando assim a identificação biométrica, possível graças a um leitor biométrico já disponível nas urnas, que será capaz de identificar as pessoas por meio das digitais dos dedos polegar e indicador.

Vejo que a biometria pode efetivamente combater as fraudes e também causar dois benefícios colaterais: Acelerar o processo de votação e permitir o fim de justificativas eleitorais, pois, se bem integrada, a rede de urnas pode permitir o voto a partir de qualquer localidade do país. O único problema é que o governo projeta um prazo mínimo de 10 anos para conseguir implantar a tecnologia em todo o território nacional, o que é uma pena.

Associada   idéia da biometria, a meu ver, estaria a única função boa da impressão em uma urna eleitoral: Após a identificação do eleitor por suas impressões digitais e seu voto computado, a urna poderia emitir diretamente o comprovante, acabando por tabela com aquela atividade chatíssima de destacar comprovantes daqueles cadernos em espiral — que muitas vezes rasgam — e também com a necessidade de pelo menos dois mesários por seção, que atualmente ficam exclusivamente com esta atribuição.

Há ainda um quarto e último problema com relação   imprimir votos para conferência: O tempo médio de voto hoje em dia, mesmo com toda a tecnologia disponível, pelos meus cálculos, é de 3 a 5 minutos. Se você for esperar uma conferência antes da confirmação final, então, poderá multiplicar o tempo de espera por 4: 20 minutos por cabeça, o que com certeza afetaria os ânimos de muita gente na fila. Mas essa já é uma outra história, e fica para outro dia…

Tomando banho sozinho!

Normalmente, quem me ajuda a tomar banho é a mamãe ou o papai, mas em várias oportunidades de uns tempos pra cá, eu tenho tomado a iniciativa de tentar fazer algumas coisas sozinho: peço pra passar o sabonete, usar o chuveirinho sozinho e até mesmo passar xampu no cabelo por minha conta.

Acho que estou me saindo bem, porquê todas as vezes em que eu tento estou recebendo elogios! Isso significa que estou progredindo cada vez mais — afinal, está quase na hora de eu me tornar uma criança independente. Estou progredindo tão bem, que hoje foi a primeira vez que eles me deixaram tomar banho 100% sozinho!

E como não poderia faltar mamãe providenciou umas fotos para marcar esta minha mais recente façanha:

Tomando meu banho sozinho

Tomando meu banho sozinho

Efeito Twitter: Será o fim do blog convencional?

Eis um fenômeno no mínimo muito interessante: Boa parte dos autores de blogs que eu costumo acompanhar diminuiu a freq¼ência de postagem de artigos nos últimos meses — embora eu não saiba precisar desde quando — e, mesmo quando este intervalo ainda apresenta uma certa regularidade, é claramente perceptível que o tamanho dos textos está menor.

Em contra-partida, o número de atualizações nas contas de um certo serviço de microblogging destes mesmos autores aumentou exponencialmente no mesmo período: Enquanto alguns lembram a si próprios que precisam voltar a escrever no blog, outros parecem já ter abolido a ferramenta para se concentrar nestas atualizações. Isso é algo ao que resolvi batizar de Efeito Twitter. Mais um dos efeitos da vida moderna, chego cada vez mais   conclusão de que tal efeito pode realmente acabar com um blog convencional. Mas porquê estou dizendo isso?

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Porquê vejo que enquanto manter um blog convencional normalmente implica em noticiar, resenhar, comentar ou descrever acontecimentos, livros, filmes, experiências pessoais e sabe-se mais qual outra sorte de coisa, normalmente gerando textos mais elaborados e pesquisados, de tamanho médio a longo, manter um microblog normalmente envolve a atualização de acontecimentos cotidianos e de status compartilhados com uma rede de amigos reais e/ou virtuais instantaneamente, ou seja, não é preciso pesquisa alguma, e você pode escrever o que lhe vem na telha imediatamente.

Neste cenário, é muito mais fácil e rápido — e talvez, divertido, mesmo — responder a pergunta padrão do Twitter, “What are you doing?” (“O que você está fazendo?”), que admite apenas 140 caracteres de comprimento. Logo, aliás, você se dá conta de que não está apenas escrevendo o que está fazendo, mas também dando sua opinião sobre o programa de TV que está no ar, sobre aquele filme que assistiu há pouco ou livro que acabou de ler. Além disso, a coisa é tão prática que, com extensões e ferramentas apropriadas, logo você tem um repositório de links a la del.icio.us, ou ainda uma lista de músicas ou fotos. Possibilidades virtualmente ilimitadas.

E o que dizer dos comentários? Afinal de contas, são eles uma parte vital do ciclo da blogosfera: Quando alguém escreve um texto em um blog convencional, quer provocar opiniões de seus leitores, não é mesmo? Ocorre que  s vezes mesmo o texto mais bem elaborado do universo pode não gerar um único comentário, enquanto que um comentário rápido do tipo “Tá rolando o maior barraco no BBB 8” — embora não responda   pergunta “What are you doing?”pode gerar dezenas de reações em poucos minutos. Comentar num microblog é mais rápido e mais prático, e ainda gera aquela sensação de rede social.

Eu realmente acredito que uma mudança de comportamento está se operando na blogosfera, e não apenas no cenário brasileiro: Acredito que, daqui a algum tempo, muita gente pode eventualmente deixar ferramentas robustas como o WordPress de lado graças ao Efeito Twitter. Visando algo mais simples e rápido, talvez essas pessoas migrem definitivamente para o serviço, ou acabem se acertando com ferramentas intermediárias — de tumblelogging, um intermediário entre blog convencional e microblog, que associa textos curtos a imagens ou outros tipos de mídia em cada post — como permite o Chyrp, contribuindo para que o modelo de blog convencional atual nunca mais seja o mesmo.

1808: A Coroa Portuguesa no Brasil

1808.jpgVocês já devem ter reparado na quantidade de revistas que estão nas bancas agora em janeiro, que têm pelo menos uma citação a respeito do príncipe-regente Dom João IV e da família real portuguesa? Também pudera. O ano de 2008 marca o bicentenário da viagem dos monarcas portugueses para o Brasil, o que representou a única vinda de uma família de nobres europeus para — então — uma de suas diversas colônias ao redor do mundo em quatro séculos seguidos.

Quando o assunto são acontecimentos históricos, me considero um curioso de plantão, e com carteirinha. Motivado justamente por essa minha curiosidade, resolvi comprar o livro 1808, do jornalista Laurentino Gomes, que teve empregado em sua construção, segundo citação do próprio autor, 10 anos de pesquisas nas mais diversas fontes. Com o curioso subtítulo de “Como uma rainha louca, um príncipe medroso e uma corte corrupta enganaram Napoleão e mudaram a História de Portugal e do Brasil”, esta obra me chamou   atenção assim que bati os olhos nela, na livraria de um shopping aqui da cidade.

Além da curiosidade pelos fatos históricos, preciso confessar que dois outros motivadores me levaram   adquirir o livro: O primeiro deles, a minha decisão de que, em 2008, quero tentar ler um livro atrás do outro. Não vou estabelecer métricas como um livro por mês embora a idéia até me agrade — por um motivo muito simples: Meu pimpolho, que me toma um tempo maravilhoso, e o grande volume de páginas de alguns livros que pretendo ler. No entanto, meta é meta, e quero cumprir com essa o melhor possível.

O segundo motivador tem a ver com o preço do livro: Comprei 1808 por R$ 31,00, depois de conversar com um amigo a respeito do assunto. Este mesmo amigo, assinante da revista National Geographic, me indicou a edição de janeiro da revista, onde uma reportagem de cerca de 10 páginas escrita pelo próprio Laurentino Gomes descreve de maneira resumida a estadia real dos portugueses no Brasil. Acontece que o preço de capa, de aproximados R$ 15,00, fez-me pensar que a compra não valia a pena — Infelizmente a cultura é uma coisa muito cara neste país.  Se era pra investir em alguma coisa, acabei optando pelo livro, já que assim trocaria o ponto de vista resumido do autor em 10 páginas de revista por cerca de 400 páginas de um relato completo, que até agora — já li a introdução e os dois primeiros capítulos — está valendo cada centavo e condiz com os elogios que as pessoas têm feito   obra.

Server Panic

Confesso que esta semana entrei em pânico: Me deparei com este humilde blog fora do ar por mais de duas horas seguidas, coisa que nunca aconteceu comigo desde que optei por uma solução de hospedagem paga.

O engraçado é que nenhum dos meus sub-domínios esteve fora do ar: O blog do meu filhote estava normal, assim como o meu wiki, apesar da constante falta de uso dele. Esta constatação foi reforçada pela ausência de mensagens de erro nos feeds de status dos servidores da Dreamhost.

Qualquer página do blog acessada naquele breve intervalo exibia uma mensagem de erro padrão do PHP: Fatal Error: Allowed memory size of 8388608 bytes exhausted. Inicialmente parecia ser um problema do plugin Automatic WordPress Update, que estaria consumindo mais do que o limite padrão de 8mb de memória definido pelo PHP. Mas não era: Excluir o plugin temporariamente não adiantou em nada, e isso me fez lembrar de um comentário recente do Neto em um post que escrevi sobre o Defensio: Seria o novo sistema anti spam que estou testando em meu blog o vilão por seu servidor estar fora do ar?

Felizmente, também não era o caso. Mesmo com o Defensio desligado, o problema continuou, inocentando o seu servidor central. O fato é que, antes que eu pudesse pensar em outra coisa qualquer que pudesse estar causando o problema, tudo se normalizou, e, desde então, nenhum problema ocorreu.

Estranho. Muito estranho mesmo. De qualquer forma, é muito bom não estar fora do ar.

Algumas dicas sobre cavalos-de-tróia no Orkut

Navegando a toa esta semana por minha quase finada conta no Orkut, tive a chance de flagrar mais um exemplo dos já corriqueiros cavalos-de-tróia que infestam o serviço e representam perigo real para os internautas desavisados. Eis que um dos recados de minha conta dizia o seguinte:

Fizeram uma festinha na casa da Priscila, só que ela bebeu demais perdeu a vergonha e tirou a roupa, ai a galera nao dispensou tiraram muitas fotos dela e colocaram na internet. até que ela é bonita, olha ai o novo album dela rsrs.. depois me fale o que achou…

clique na imagem para ver o slide completo

A mensagem vinha acompanhada da foto de uma menina usando trajes mínimos extremamente provocativos e de um link malicioso, que supostamente apontava para um slideshow hospedado na Internet. Clicar o mouse sobre ele, no entanto, me fez salvar em meu computador o aparentemente inofensivo arquivo playvideos.exe.

Utilizando os serviços gratuitos de análise de arquivos do site Virustotal, confirmei o que eu já imaginava: Disfarçado sob diversas variações, o tal arquivo na realidade era o que genericamente os especialistas chamam de banker. Um banker nada mais é do que um cavalo-de-tróia especializado no roubo de senhas bancárias.

Com tal constatação, obviamente, meu próximo passo foi exterminar o arquivo. Mas o que teria acontecido caso eu resolvesse executar este arquivo em meu computador? Simples: teria sido contaminado pelo banker, e, neste caso, sofreria de três efeitos colaterais pra lá de indesejáveis:

  1. Com meu computador infectado pela execução do arquivo playvideos.exe, a execução de programas e a navegação na Internet se tornariam mais lentas, já que um processo ficaria em execução na memória do computador;
  2. Este processo, apesar de não alterar em nada o funcionamento do computador — exceto pela lentidão — monitoraria minhas atividades e enviaria minhas informações sigilosas — como as senhas e demais informações bancárias — direto para endereços de servidores excusos, para que hackers e outros oportunistas se aproveitassem delas;
  3. O mesmo processo ainda roubaria meus dados de usuário e senha do Orkut — normalmente localizados nos arquivos temporários ou cookies do computador após a navegação web — e os usuaria para mandar o mesmo link que eu recebi para os meus contatos, em meu nome. Notem que é por isso que muitas vezes uma mensagem maliciosa pode chegar a você como se tivesse vindo de um familiar, amigo ou colega que está na lista de contatos, como se fosse um link acima de qualquer suspeita.

É por isso que eu nunca acho demais lembrar as seguintes dicas para não ser pego de surpresa por um cavalo-de-tróia:

A curiosidade matou o gato!

Achou o recado que você recebeu suspeito? Não faça o download e, caso você já tenha feito, não abra o arquivo resultante em hipótese alguma. O melhor mesmo é mandá-lo direto para o céu dos arquivos para evitar contaminação.

O arquivo pode ser legítimo? Tire a prova!

Serviços como o Virustotal, que analisam arquivos individuais enviados a partir de qualquer computador, podem ser muito úteis para eliminar qualquer dúvida.

Este serviço específico, por exemplo, reúne empresas especialistas da área de segurança como a Grisoft, fabricante do gratuito AVG, a Kaspersky Labs e muitas outras para lhe fornecer toda a análise necessária antes de executar o que você baixou da Internet. Ah, e possui a interface totalmente traduzida para o português.

Lembre-se apenas que não há substituto certo para um bom anti-vírus instalado diretamente em seu computador.

Eu já cliquei no arquivo, e agora? Estou infectado?

Eu diria que a resposta é, com quase 100% de certeza, SIM. Mas não é necessário se desesperar, porquê há maneiras de combater estas pragas mesmo quando elas já estão confortavelmente instaladas nos arredores.

Primeiramente, você pode tentar o seu anti-vírus de escolha. Se for um bom produto, as chances de detectar algo errado e de eliminar o problema são muito, muito altas. Se você não consegue se decidir por um anti-vírus, talvez seja uma boa idéia analisar algumas comparações de desempenho entre os principais produtos, gratuitos ou não.

Se o anti-vírus instalado no computador não acusou nada mas você continua achando que sofreu uma infecção, pode também tentar uma análise realizada a partir de sites na Internet. Os principais fabricantes de anti-vírus disponibilizam este tipo de recurso gratuitamente. Uma boa opção é o NanoScan, da Panda, compatível com o Firefox através de um plugin, por sua rapidez.

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A desvantagem de análises online, é que normalmente apenas a detecção é feita, e não a remoção. Para remover um arquivo malicioso, nestes casos, pode ser necessário desembolsar dinheiro e comprar um produto de boa qualidade se as opções gratuitas não forem capazes de combater a praga virtual que afetou seu computador.

Uma última tentativa de detecção também pode ser realizada com o uso de ferramentas específicas. Uma ferramenta desenvolvida 100% em território nacional é o BankerFix, criada pelo site Linha Defensiva, especializado em segurança.

Pessoalmente, confesso que não testei esta opção, mas ela parece ter atualização constante— quase diária — e ser capaz de remover uma grande variação de bankers. O download, para quem quiser experimentar pode ser feito por este link direto, e as instruções detalhadas de uso estão no site do programa.

Em resumo, fica a velha dica: Prudência. Ela nunca é demais quando se está navegando numa terra de ninguém como é a Internet.

E começa a batalha: Akismet x Defensio

Quando o assunto é o combate ao spam nos blogs, quem é melhor, Akismet ou Defensio?

O primeiro tem mais tempo de estrada e possui uma base de usuários extremamente familiarizada com o serviço, já que o mesmo foi desenvolvido basicamente pela mesma equipe de desenvolvedores do WordPress e acompanha automaticamente qualquer instalação deste software para gerenciamento de weblogs. Assim sendo, para um blogueiro de conhecimento médio, o Akismet praticamente dispensa apresentações.

O segundo, apesar de ser um concorrente novo, se baseia praticamente nas mesmas premissas do primeiro para combater o lixo virtual: A centralização em um servidor  acessado a partir de uma chave API válida e a capacidade de analisar comentários e determinar se estes constituem ou não sujeira eliminável. Por isso mesmo pode ser que, mesmo que a curtos e demorados passos, o Defensio realmente se estabeleça como uma alternativa viável no combate ao spam.

Como alguns dizem que o concorrente é melhor, e outros não, para chegar  s minhas  próprias conclusões, resolvi literalmente arriscar meu blog: Desabilitei no último domingo o Akismet e demais plugins anti-spam, deixando a proteção da casa 100% por conta do Defensio, que, pelo menos por enquanto, parece estar dando boa conta do recado. Assim que tiver passado mais tempo, prometo publicar as minhas conclusões a respeito.