Domingo de brincadeiras

Brincando na manhã de domingo

Estou gostando cada dia mais de brincar com meus brinquedos no meu quarto. Hoje, um domingão em que eu aproveitei que o papai estava em casa, convidei ele pra brincar comigo: Normalmente, uma das coisas que eu mais gosto de fazer é pedir que ele entre dentro da minha toca comigo. É um espaço pequeno, mas ele sempre consegue. Hoje, no entanto, eu fiz o contrário e me escondi lá dentro.Papai ficou me chamando, porquê ele não sabia onde eu estava! 🙂 O legal é que, ao mesmo tempo em que me procurava, ele estava filmando. E quando finalmente me achou, pediu pra eu mandar beijo pra câmera… Eu não estava muito afim de gastar a minha beleza no vídeo, mas mesmo assim mandei um beijinho pra ele.

Outra coisa: Não contei pra vocês ainda, mas dia desses mamãe e papai me levaram no shopping, e eu ganhei um belo brinquedinho de presente: A moça da loja disse que o brinquedo se chama Zé Cambalhota, e eu fui logo aprendendo a dizer o nome dele. É um bonequinho de madeira bem bacana, que vem com uma escadinha legal. Quando eu empurro ele da escadinha com a mão, ele vai descendo até o chão e eu morro de dar risadas…!!

Neste mesmo domingo, aliás, papai aproveitou que já estava com a câmera na mão e registrou um momento bem rápido em que eu estava brincando com o Zé. Nesse vídeo, que eu coloquei aqui também, dá pra vocês verem como é divertido brincar com ele 🙂

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Esconderijo na toca
O Zé Cambalhota!
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FoxTorrent

ft.jpgFoxTorrent é — como alguns podem já ter percebido a partir do próprio nome — uma extensão para Firefox que permite o gerenciamento e download de arquivos torrent diretamente através da raposa de fogo. Sua instalação, que é simples e descomplicada, pode ser realizada através de um único clique do mouse logo na entrada do site oficial.

A principal vantagem que percebo ao embutir um cliente destes diretamente em meu navegador reside no fato de que não preciso de programas adicionais: Uma vez instalada, a extensão acrescenta uma opção ao menu Ferramentas do Firefox, de onde podemos abrir uma nova aba e, a partir dela, acompanhar o andamento dos downloads de uma forma muito descomplicada.

Através do plugin DivX Web Player também é possível acrescentar ao
FoxTorrent a capacidade de pré-visualizar filmes e músicas nos formatos MP3, AVI, MPEG, entre outros, igualando a extensão   clientes externos como o BitComet, para Windows.

Uma das coisas que mais me impressionou na ferramenta foi seu consumo de memória durante o tempo em que eu a utilizei hoje pela manhã: Em média, apenas 6mb estiveram alocados, o que, em termos de velocidade da máquina, não fez diferença alguma. Velocidade, aliás, foi outra coisa espantosa: Apenas durante os minutos em que estive escrevendo este artigo, o sexto episódio da terceira temporada de House M.D. saltou de 0% para 15% — talvez, é claro, por ser baseado na tecnologia Redswoosh, recentemente adquirida pela Akamai Technologies.

Em resumo, minha relação com o FoxTorrent é de completa lua-de-mel. Embora eu não tenha conseguido configurar outra pasta padrão para os downloads, dos males, o menor. Em todo o resto ele se mostrou muito eficiente. Recomendo a todos que o experimentem, pelo menos por um único dia. E depois, é claro, me contem o que acharam…

O Corinthians não é seu dependente. Ponto.

Num carro contratado pela empresa em plena capital paulista na última quinta-feira, a caminho de um compromisso de trabalho, não pude deixar de notar a seguinte dúvida de um ouvinte da rádio então sintonizada pelo motorista, a respeito de sua declaração de imposto de renda:

— Sou sócio do Sport Club Corinthians Paulista, e paguei minhas mensalidades regularmente durante o ano passado. Minha dúvida é: Preciso lançar o Corinthians como dependente na minha declaração?

Pensei se tratar de uma pegadinha. No entanto, dada a resposta do locutor: “— É óbvio que não, não é mesmo?“, seguida de algumas explicações mais técnicas do que são dependentes, só pude reagir dando sonoras gargalhadas, copiado pelo motorista e pelo colega que me acompanhavam. Fala sério!

Analisando o LeapTag

Meio que por acaso acabei cruzando com o LeapTag, um serviço ainda em beta que mistura leitor de feeds RSS e rede social se integrando aos navegadores web das plataformas Windows e Mac para buscar, monitorar e apresentar conteúdo relevante baseado nos interesses pessoais de cada usuário.

leaptag2.jpgMesmo atualmente utilizando ferramentas como Google Reader e o del.icio.us para localizar 95% dos tópicos, notícias e livros que me interessam, resolvi me arriscar numa aventura e testar o novo serviço.

Para isso, logo de cara, precisei baixar um programa de instalação de aproximadamente 7mb, que, ao ser executado, criou um novo botão em meu Firefox e a necessidade de, para operar o LeapTag, me utilizar, além de uma barra lateral no navegador e de um cliente adicional, que fica residente na bandeja do sistema. Acho muito importante dizer que, no flutuante ranking das notas finais que poderia dar ao serviço, certamente tudo isso pesou contra a ferramenta.

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De qualquer forma, fui adiante. E me espantei ao ver que a coisa pareceu bem promissora.

Os interesses pessoais que o LeapTag utiliza para apresentar resultados relevantes aos usuários são baseados em duas coisas: A primeira delas, a utilização de tags e a segunda, no feedback do próprio usuário. No caso da primeira, significa que é necessário, para cada assunto que se deseje monitorar, identificá-lo com um nome relevante, como música.

Em seguida, associa-se esta tag a até três outras palavras-chave, relacionadas com a mesma, como se estivéssemos prestes a fazer uma busca através do Google: música AND Dire Straits, música AND lançamentos e assim por diante. Em fase de testes, como já disse no começo do texto, o LeapTag está temporariamente limitado   20 tags por usuário. Embora se, atualmente comparado ao del.icio.us, onde não há limites de criação de tags, esta limitação pareça negativa, acredito que assim que os testes acabarem, acabe também o limite.

Definidas as tags, clicar sobre qualquer uma delas coloca o sistema em funcionamento e logo dezenas de resultados recém-obtidos são apresentados ao usuário. É aqui que entra o segundo ponto da interação, o feedback. São oferecidas, ao lado de cada link retornado pelo LeapTag, duas opções que merecem destaque: Pode-se votar a favor de um item (que pode ser uma notícia, post de blog ou um livro), o que fará com que a ferramenta, no futuro, procure listar itens similares  quele que agradou   pessoa ou contra, o que terá o efeito oposto. Independentemente do voto, cada resultado, como destaco abaixo, apresenta as tags que o fizeram surgir na lista de itens.

leaptag3.jpg

Tal sistema de votação é bastante similar  quele usado por sites hoje muito populares, como o digg, guardada a diferença de que, neste caso, estamos fazendo com que os resultados novos afetem apenas a nós, individualmente.

O serviço, por conta deste sistema, também me pareceu inspirado no site Findory — outro que, aliás, eu visito com certa freq¼ência —, cuja utilidade tem, em linhas gerais, muitos pontos em comum com o LeapTag. A diferença básica reside no fato de que este apresenta notícias de milhares de fontes ao redor do mundo e passa a exibi-las, nas visitas posteriores do usuário, conforme aquelas dos gêneros que mais receberam cliques.

Um ponto extremamente positivo do LeapTag é sua capacidade de ser alimentado com informações de outras fontes que podem se tornar potencialmente promissoras na busca por novas informações: Pode-se importar as tags do del.icio.us, os bookmarks do Firefox ou até mesmo qualquer feed RSS de serviços como Bloglines, Google Reader ou NewsGator.

Há ainda, como cito no começo do texto, uma outra promessa do LeapTag. Seus desenvolvedores dizem que muito em breve os usuários poderão compartilhar suas tags e links uns com os outros, o que dará alças   utilização da ferramenta, futuramente, também como uma espécie de rede social. Embora neste caso eu possa usar o próprio del.icio.us, é a possibilidade de integração, mais uma vez, que reina absoluta.

Embora seja extremamente difícil que eu substitua meus atuais favoritos pelo LeapTag, foi fácil perceber que esta pérola ainda mal divulgada e recém-descoberta certamente merece um pouco mais da minha atenção: Foi através dela que encontrei algumas novidades bastante interessantes sobre meus assuntos favoritos nos últimos dias e, afinal de contas, convenhamos, num mundo em que tanta informação nos bate   porta todos os dias, nada melhor do que alguma coisa para ajudar a entregar aquilo que seja mais adequado ao que nos interessa, não é mesmo?

A Carretinha do Vovô

Alexandre na Carretinha 005

Vovô Fernando comprou uma carretinha! 🙂

Ele disse que é usada, e a idéia é reformá-la inteirinha pra depois poder usar pra carregar todas as coisas dele e da vovó Helena pra cima e pra baixo nas viagens que os dois fazem por aí. Pra mim, é lógico, mais do que isso, é um motivo de diversão!

Eu e minha eterna companheira de estripulias e farras, Dori Cleide, nos divertimos com a carretinha do vovô até não ag¼entar mais! Ficamos até cansados, subindo e descendo dela, e brincando bastante lá dentro. Olhem só algumas das fotos da gente aprontando pra valer:

Alexandre na Carretinha 011 Alexandre na Carretinha 019

Alexandre na Carretinha 014

Depois de aprontar, também dei uma volta de carretinha com o vovô. Ele começou a puxar a carretinha enquanto eu ia passeando, por uns poucos metros. Também valeu   pena! Tanto que, depois disso, a minha vontade era nem sair da carreta… Mamãe e papai tiveram que fazer um belo trabalho de convencimento pra eu poder sair…

[coolplayer width=”480″ height=”380″ autoplay=”0″ loop=”0″ charset=”utf-8″ download=”0″ mediatype=””] Passeando com o vovô!
Não quero sair não!
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Agora vocês podem ter certeza de uma coisa: Toda vez que eu for passear na casa do vovô e puder ter a chance de dar uma voltinha na carreta dele, eu vou fazer isso, com toda a certeza! Me aguardem!

Supermercado 2.0

Talvez só eu tenha levado tanto tempo para descobrir este fantástico vídeo israelita com aproximadamente cinco minutos de duração, que atingiu com força a Internet no começo desta última semana. De qualquer forma, trata-se de um supermercado que funciona movido inteiramente por conceitos da Web 2.0.

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Entre as coisas que eu mais gostei estão um ovo com feed RSS, que permite ao cliente entrar em contato com o produtor para saber se ele fornece, além do próprio ovo, outros produtos. As caixas de leite têm comentários dos usuários e as maçãs têm uma tag del.icio.us. Aliás, na onda de identificar tudo, garrafas d’água, por exemplo, têm tags como water e H20 associadas, enquanto que cotonetes são associados a better sound e carnes congeladas recebem as inscrições dead e uncooked.

Além disso, neste supermercado, pode-se comprar qualquer coisa como na Internet de verdade: Além de tudo ser free of charge, mostrar a um funcionário um dos produtos que você adquiriu faz com que ele sugira novos, que você pode aceitar ou rejeitar conforme suas preferências — o que, no vídeo, é chamado de compras   moda pandora. Vale a pena conferir!

Os Três Porquinhos, contado por um engenheiro

Meu Filho, era uma vez três porquinhos ( P1, P2 e P3) e um Lobo Mau, por definição, LM, que vivia os atormentando.

P1 era sabido e fazia Engenharia Elétrica e já era formado em Engenharia Civil.

P2 era arquiteto e vivia em fúteis devaneios estéticos absolutamente desprovidos de cálculos rigorosos.

P3 fazia Comunicação e Expressão Visual na ECA.

LM, na Escala Oficial da ABNT, para medição da Maldade (EOMM) era Mau nível 8,75 (arredondando a partir da 3ê casa decimal para cima). LM também era um mega investidor imobiliário sem escrúpulos e cobiçava a propriedade que pertencia aos Pn (onde n é um número natural e varia entre 1 e 3), visto que o terreno era de boa conformidade geológica e configuração topográfica, localizado próximo a Granja Viana.

Mas nesse promissor perímetro, P1 construiu uma casa de tijolos, sensata e logicamente planejada, toda protegida e com mecanismos automáticos.

P2 montou uma casa de blocos articulados feitos de mogno que mais parecia um castelo lego tresloucado.

Enquanto P3 planejou no Autocad e montou, ele mesmo, com barbantes e isopor como fundamentos, uma cabana de palha com teto solar, e achava aquilo “o máximo“.

Um dia, LM foi ate a propriedade dos suínos e disse, encontrando P3:

— Uahahhahaha, corra, P3, porque vou gritar, e vou gritar e chamar o Conselho de Engenharia Civil para denunciar sua casa de palha projetada por um ormando em Comunicação e Expressão Visual!

Ao que P3 correu para sua amada cabana, mas quando chegou lá os fiscais do conselho já haviam posto tudo abaixo. Então P3 correu para a casa de P2.

Mas quando chegou lá, encontrou LM   porta, batendo com força e gritando:

— Abra essa porta, P2, ou vou gritar, gritar e gritar e chamar o Greenpeace, para denunciar que você usou madeira nobre de áreas não-reflorestadas e areia de praia para misturar no cimento.

Antes que P2 alcançasse a porta, esta foi posta a baixo por uma multidão insandecida de eco-chatos que invadiram o ambiente, vandalizaram tudo e ocuparam os destroços, pixando e entoando palavras de ordem.

Ao que segue P3 e P2 correm para a casa de P1. Quando chegaram na casa de P1, este os recebe, e os dois caem ofegantes na sala de entrada.

P1: — O que houve?

P2: — LM, lobo mau por definição, nível 8.75, destruiu nossas casas e desapropriou os terrenos.

P3: — Não temos para onde ir. E agora, que eu farei? Sou apenas um formando em Comunicação e Expressão Visual!

Tum-tum-tum-tum-tuuummm!!!! (— isto é somente uma simulação de batidas   porta, meu filho! o som correto não é esse.)

LM: — P1, abra essa porta e assine este contrato de transferência de posse de imóvel, ou eu vou gritar e gritar e chamar os fiscais do Conselho de Engenharia em cima de você, e, se for preciso, até aquele tal de Confea!

Como P1 não abria (apesar da insistência covarde do porco arquiteto e a… do… comunicador e expressivo visual?), LM chamou os fiscais, e estes fizeram testes de robustez do projeto, inspeções sanitárias, projeções geomorfológicas, exames de agentes físico-estressores, cálculos com muitas integrais, matrizes, e geometria analítica avançada, e nada acharam de errado. Então LM gritou e gritou pela segunda vez, e veio o Greenpeace, mas todo o projeto e implementação da casa de P1 eram ecologicamente corretos.

Cansado e esbaforido, o vilão lupino resolveu agir de forma irracional porém super-comum nos contos de fada: Ele pessoalmente escalou a casa de P1 pela parede, subiu ate a chaminé e resolveu entrar por esta, para invadir.

Mas quando ele pulou para dentro da chaminé, um dispositivo mecatrônico instalado por P1 captou sua presença por um sensor térmico e ativou uma catapulta que impulsionou — com uma força de 33300 N (Newtons) — LM para cima.

Este subiu aos céus, numa trajetória parabólica estreita, alcançando o ápice, onde sua velocidade chegou a zero, a 200 metros do chão.

Agora, meu filho, antes que você pegue num repousar gostoso e o Papai te cubra com este edredom macio e quente, admitindo que a gravidade vale 9,8m/s2 e que um lobo adulto médio pese 60 kg, calcule:

  1. o deslocamento no eixo “x”, tomando como referencial a chaminé;
  2. a velocidade de queda de LM quando este tocou o chão e;
  3. o susto que o Lobo Mau tomou, num gráfico lógico que varia do 0 (repouso) ao 9 (ataque histérico).

Kwik-E-Marts de verdade?

The Simpsons 7 ElevenApós 18 temporadas contínuas de um dos desenhos mais famosos e divertidos de todos os tempos, é impossível negar a fama da fictícia cadeia de lojas de conveniência Kwik-E-Mart — subsidiária da Nordyne Defense Dynamics —,  já que uma das filiais é operada pelo indiano Apu Nahasapeemapetilon e aparece em praticamente 90% dos desenhos de Os Simpsons.

Mas um movimento anunciado durante a semana passada está prestes a tirar as lojas apenas da ficção e da imaginação dos roteiristas, e transformá-las em lojas de verdade: Coordenadas com o lançamento do The Simpsons Movie — amplamente anunciado aqui no Brasil durante a programação da Fox e com estréia prevista para 27 de julho deste ano —, onze lojas da rede de conveniência 7-Eleven devem se tornar Kwik-E-Marts reais, inclusive com a realização de reformas nas fachadas para que lembrem a loja do desenho animado.

Para os fãs de plantão, a novidade só não é melhor porquê não há ainda um acordo oficial entre a cadeia de lojas internacional e os estúdios da Fox. Tudo o que foi visto se trata de material produzido pelo departamento de marketing da franquia, direcionado a uma audiência interna: Desta forma, não se pode ainda confirmar onde ou quando as lojas começarão a mudar, e se começarão. De qualquer forma, não custa se imaginar comprando a cerveja Duff, o refrigerante Buzz Cola ou o cereal KrustyO’s, não é mesmo?

O estranho caso da crise de identidade do Internet Explorer

bem_que_podia_ser_mentira.jpgEmbora eu seja um defensor ferrenho do mundo open source e brigue com muita gente para que instalem o Linux em seus computadores, sou obrigado a manter em casa uma partição Windows — por conta dos insistentes pedidos da esposa. Pois bem, a existência desta partição, que roda Windows XP Professional, rendeu poucas e boas esta semana.

Tudo começou quando, ao executar automaticamente o Windows Update há 3 ou 4 dias atrás, o Windows XP substituiu o funcional Internet Explorer 6.0 por sua versão mais recente — e mais mal falada —, o Internet Explorer 7.0.

Como isso aconteceu durante o dia, ao chegar do trabalho recebi uma reclamação de minha digníssima porquê uma série de sites que ela costuma acessar passaram a não mais abrir, ou a funcionar parcialmente depois da atualização, que só constatei depois que examinei o computador eu mesmo. Recentemente eu escrevi sobre problemas de compatibilidade de browsers mais modernos, e este foi o caso, mais uma vez.

Como qualquer cristão faria, resolvi imediatamente desinstalar o novo navegador da Microsoft, certo de que isso faria com que a versão anterior, que pelo menos funciona corretamente, voltaria   ativa sem problemas. Mas a partir daí minha dor de cabeça começou. Ao concluir o processo de desinstalação e abrir o IE, me deparei com a seguinte tela ao acessar a opção Sobre, numa tentativa de verificar a versão atual:

ie7_ie6.jpg

É isso mesmo, senhoras e senhores: Reparem que, enquanto a caixa de diálogo exibe a versão 6.0 — que destaquei em amarelo —, ao fundo continua presente a interface de navegação por abas — destacada por uma seta vermelha — que é uma das novas características do Internet Explorer 7, numa tentativa de se modernizar e se comparar ao Firefox.

Desde então já tentei diversas alternativas para fazer com que as coisas voltassem ao normal: Desde uma limpeza no registro do Windows até uma instalação de reparo a partir do CD do Windows XP, tudo sem resultado algum. No final das contas, vou precisar mesmo formatar a partição do Windows, naquela que bem que poderia ser uma peça de primeiro de abril, mas não é.