Ubuntu: Firefox em pt-br

É fato que, no momento em que é instalado em seu computador, o Ubuntu já apresenta diversos aplicativos totalmente traduzidos para o português, dentre os quais, o próprio GNOME, sua interface padrão com o usuário. No entanto, também é fato que alguns aplicativos que o acompanham — como o indispensável Firefox 2.0 — são instalados em inglês.

Para tornar a experiência de navegação pela internet mais agradável, não é nada complicado fazer com que a velha raposa de fogo seja exibida totalmente em português. Para isso, abra uma janela do terminal e digite o seguinte comando:

sudo apt-get install mozilla-firefox-locale-pt-br

Aguarde a instalação do novo pacote de idiomas e, assim que estiver concluída, reinicie o Firefox e abra-o novamente logo em seguida, para que as alterações surtam o efeito desejado. Pronto!

Alterando o GRUB

Apesar de todo o meu entusiasmo a respeito do Ubuntu e de minha esposa ter passado quase uma hora em bate-papo no MSN através do Gaim durante o dia de ontem, não posso contagiá-la da mesma forma — bem, ao menos, não de uma única vez.

Desta forma, meu Windows — que é 2000 — continua utilizando uma parte do HD, o que não é nenhum problema graças a um pequeno gerenciador de boot que todo usuário do Ubuntu conhece como GRUB. Este pequeno programa — automaticamente configurado quando existem outros sistemas operacionais em seu HD — permite escolher se quero iniciar o Windows ou uma sessão de Ubuntu quando ligo ou reinicio meu computador.

Quando o GRUB é inicializado, a opção padrão determina que o Ubuntu seja carregado. Para fazer com que o Windows seja utilizado, é preciso usar as setas do teclado para escolher a opção correspondente, antes que uma quantidade pré-estabelecida de segundos seja atingida. Mas como aqui em casa a gente tem o hábito de ligar o computador e sair para fazer alguma coisa enquanto isso acontece, por diversas vezes minha esposa esperava ver o Windows e se deparou com a tela de logon do Linux.

Como resolver isso? A meu ver, para tornar a coisa mais fácil pra ela, pensei em alterar a opção padrão de boot do GRUB e deixá-la como Windows. Para isso, tudo o que precisei fazer foi abrir uma janela de terminal e digitar o seguinte comando:

sudo gedit /boot/grub/menu.lst

O arquivo menu.lst é que determina os aspectos de inicialização do GRUB. Ao abri-lo, perceba que existirão várias linhas iniciadas pelo caractere #, o que indicará que tratam-se apenas de comentários. Repare, no entanto, na primeira das linhas a seguir:

default 0

É esta linha que determina que opção será utilizada como padrão na inicialização do computador.

O número zero representa a primeira opção. Isso ocorre porquê, na maioria das linguagens de programação modernas, os índices de vetores se iniciam por zero e, sendo assim, a segunda opção será 1, depois 2 e assim por diante. Memorize a localização de seu Windows no menu inicial e indique o valor correspondente no arquivo — no meu caso, era a quinta opção, ou seja, a de índice 4 —, salvando as alterações logo em seguida. Reinicie o computador e pronto!

— adaptado a partir destas informações.

É Natal!

Esse ano eu passei o Natal na casa dos meus avós junto com papai e mamãe: Logo que chegamos, eu fiquei meio assustado com tanta gente junta, mas depois eu fui me soltando…

Natal 2006 13

Assim que chegamos, mamãe e papai foram logo tirando várias fotos comigo e, entre uma foto e outra, eu dava um jeitinho de correr para perto da árvore de Natal, porquê ela me chamava muito   atenção: Tinha muitas luzes coloridas piscando e muitos presentes!! Eu, que não sou bobo nem nada, tentava era abrir cada uma das caixas e pacotes que eu via pela frente, pra saber o que tinha dentro e ver se algo me agradava… O problema era que bastava eu começar a tentar abrir qualquer coisa que papai e mamãe logo me chamavam a atenção… que pena 🙁 Só de abrir uns pacotes eu já teria me divertido   beça!! 🙂

Natal 2006 21

Depois das minhas tentativas em vão de abrir presentes antes de todo mundo e ficar com alguns deles, fomos todos para a mesa comer uma bela ceia de Natal que a vovó Helena preparou: Eu comi bastante!! Tanto é que, assim que terminei de papar, já tava morrendo de sono, louco por uma cama quentinha e macia pra eu deitar. Mas foi justamente nessa hora que ouvi as pessoas falando em abrir os presentes!!

Natal 2006 48

É claro que eu imediatamente percebi que essa era a minha deixa! Corri pra perto pra ajudar a fazer uma bagunça na hora de abrir os meus… Entre um presente e outro eu brinquei, corri e me diverti bastante: Ganhei um carrinho que bate nas coisas e volta da minha titia Fernanda, uma toca cheia de bolinhas coloridas do vovô e da vovó e um roupão novo da minha bisavó Amélia…

Natal 2006 22

Ah!! Mas antes desses presentes todos — é claro — o meu Natal já tinha começado mais cedo: É que fora o carrinho com coisinhas pra brincar na praia que eu já tinha ganho do meu dindo Dudu, papai e mamãe também me deram um super presente: Um boneco Yumel, que canta, brinca e conversa comigo o dia todo!! E esses foram presentes que eu também amei, e que fizeram o meu Natal muito especial! 🙂

Natal 2006 64 Natal 2006 77

Aprontei uma bagunça enorme brincando com todos esses meus brinquedos…!! Tanto é que, quando finalmente chegou a hora de ir embora pra casa, nem percebi… Mas o cansaço bateu e, assim eu entrei no carro, caí num sono profundo!! Nem vi a hora que mamãe trocou a minha fralda e a roupa, e acabei acordando mesmo foi só no dia seguinte!!!

Mas eu não posso terminar de contar sobre o meu Natal sem tirar onda, né? Sendo assim, olha aí embaixo euzinho, com chapéu de Papai Noel e tudo!!

xandinho_noel.jpg

Ganhei o Ubuntu de Natal!

Tux no Natal

Meu post imediatamente anterior já denunciou completamente minhas intenções open source. E, coincidentemente, foi no dia 24 de dezembro — ou seja, ontem, exatamente no Natal — que eu resolvi “me dar de presente” o novo sistema Ubuntu Linux, de versão 6.10, cujo codinome é Edgy Eft.

Quem acompanha meu blog há mais tempo sabe bem que eu já tentei algumas experiências com o Breezy Badger, a versão 5.10 do mesmo sistema, lançada em outubro de 2005. Comecei com um Live CD, gostei do que vi e acabei precisando remover o Linux do meu computador devido a problemas de espaço em disco que tive com o Windows.

De lá pra cá, devo admitir, continuo com o mesmo disco rígido limitante de capacidade — um Maxtor 2B020H1, de apenas 20Gb de capacidade e 5400 RPM — do qual o Ubuntu está usando apenas 5%. Mas a diferença é que estou mais confiante e disposto a adotar o Linux e, devendo fazer um upgrade de HD no começo de 2007, reservarei muito, mas muito espaço para Tux e sua turma.

E quais serão, afinal de contas, as vantagens de um sistema Linux como o Ubuntu, sobre o Windows? Porquê se deve fazer uma mudança dessas? Posso imaginar alguns motivos muito simples… Continuar lendo

Presente do Dindo Dudu

Gente!! Ganhei um carrinho de Natal!! 🙂

E não foi um carrinho qualquer não… Foi um carrinho cheio de coisas pra se brincar na praia — como baldinho, pázinha, rastelo e muito mais — mas que eu também vou poder usar pra brincar em casa, coisa que eu adoro!!

Puxando meu carrinho!

Além do mais, esse carrinho é grandão: Tem uma alça que eu posso usar pra puxar ele pra onde eu for e uma parte bem grande e espaçosa atrás onde eu posso levar vários baldinhos, minhas coisas de praia e muitos outros brinquedos que eu tenho. Era uma coisa que mamãe já vinha pensando em me dar há certo tempo, e que eu acabei ganhando agora no Natal, do meu dindo.

Assim que mamãe me entregou o presente, já começou a diversão: Saí logo   toda, puxando meu novo carrinho. E depois que descobri que ele tem esse espação que eu falei pra vocês, coloquei muitos outros brinquedos pra passear junto comigo! E tem mais um detalhe, que deixou mamãe espantada: Assim que ela me entregou e disse que era do meu dindo Dudu, saí repetindo o nome dele certinho, enquanto mostrava o carrinho pro papai, que também achou a novidade divertida.

Puxando meu carrinho! Puxando meu carrinho!

Como eu a-d-o-r-e-i esse meu presente, de coração, queria aproveitar pra mandar um beijão pro meu dindo Dudu (Viu só, dindo? Quando eu voltar aí pra te ver, pode ficar sossegado porquê eu já estou falando o seu nome direitinho) e dizer que estou com saudades e que o amo muito! Um grande beijo do Xandinho! 😉

Xixi e cocô!!

Já faz um tempo que papai e mamãe estão querendo me acostumar sem as fraldas. Embora eu ainda não tem me livrado 100% delas, está semana fiz duas coisas que deixaram mamãe muito feliz.

Umas delas aconteceu ontem quando ela estava assistindo   TV: Eu fui até o meu troninho, me sentei e fiz xixi sem ela perceber. Quando ela percebeu levantou do sofá, deu uma olhada e viu o xixi… Ela ficou super feliz em ver que, com o passar do tempo, eu estava aos poucos ficando independente!!

Sapecando!!

Sapecando!!

Já hoje, eu a surpreendi ainda mais, pois dessa vez o que resolvi fazer foi um cocô no meu troninho!! Este foi o segundo passo para a minha independência…!!

De K7 para Mp3!

Vocês se lembram daquelas caixas para carregar fitas cassete? Na minha infância e adolescência, me lembro de carregar, para cima e para baixo, onde quer que eu fosse, pelo menos duas ou três delas, totalmente cheias, uma vez que um dos meus passatempos favoritos era gravar músicas das rádios — e de outras fitas cassete — para ouvir junto com os amigos.

Outra coisa que eu adorava fazer era inventar programas de rádio — obviamente, também armazenados em cassetes. Escolhíamos o gravador de um amigo, e mais outro para fazer o fundo musical e efeitos sonoros que seriam depois gravados em fitas. Acho que, entre músicas e programas de rádio de brincadeira, devo ter acumulado pilhas e pilhas de uma mídia que, com o passar do tempo, se tornou muito obsoleta.

Mas talvez a solução para o meu saudosismo — e o de muitas outras pessoas — esteja no Plus Deck Cassette Converter, um produto que encontrei acidentalmente hoje, enquanto fazia minha ronda diária pela internet.

Encaixável em qualquer baia de 5,25” do seu computador, este dispositivo permite inserir fitas cassete frontalmente, para reproduzi-las, editá-las e, é claro, convertê-las para formato digital diretamente em seu PC. Segundo o fabricante, o produto é tão simples de usar que poupa inclusive o trabalho de termos que ejetar a fita e virá-la para continuar uma conversão: Ele conta com auto-reverse, recurso que já existia em alguns aparelhos de som e rádios para automóveis.

Como todo gadget que chama a atenção, talvez o problema com este seja o mesmo de sempre: Seu valor de compra, US$ 196,20. No entanto, mesmo que você não tenha sido um heavy user de fitas cassete como eu, tenho certeza de que, nem que seja puxando pela memória, você se lembrará de alguém que as usou como nunca, e ficará com vontade de dar um presente de Natal desses pra ele… Eu, ao menos, adoraria ganhar! [Via].

Declarações!

Hoje eu surpreendi mamãe mais uma vez.

Família

Nós estávamos brincando e conversando quando, de repente, mamãe disse: “Cadê a declaração da mamãe?”, e eu fiquei quietinho. E mamãe fez: “Ah, tou triste você não quer dizer uma declaração para mamãe…”.

Mas… Assim que ela virou o rosto, eu disse: “Amo mamãe!” E ela virou pra mim e me agarrou, me encheu de beijos e fez uma festa!!! À partir daí, eu, que amei tudo isso, virava e mexia repetia várias vezes a declaração da mamãe…

Ahhhh!! E quando papai chegou, mamãe foi logo contar a ele o que eu tinha feito!! Papai ficou com um pouco de inveja, e se encarregou logo de virar para mim e dizer: “E a declaração do papai?”. Eu fiz um pouco de charme e depois quando papai se virou, também disse pra ele, bem assim: “Amo papai!!”.

Foi muito legal ver a reação dos dois!! Como eu os amo muito, muito, muito, vou dar um jeito de,   partir de hoje, sempre fazer minhas declarações pra papai e mamãe, né? 😉

O facelift do Digg

digg_out_of_service.jpg

Ontem, ao tentar ler algumas notícias do site de tecnologia digg, me deparei com a mensagem acima. Sinceramente, fiquei impressionado, uma vez que acompanho o serviço de agregação de notícias de tecnologia desde seu lançamento — em novembro de 2004 — e nunca havia testemunhado, desde então, uma mensagem do gênero.

Hoje pela manhã, inclusive, ao tentar acessar os mesmos links — através do Google Reader — parecia que o problema ainda persistia, já que o aviso continuava lá. Cheguei mesmo a pensar que se tratasse de alguma irregularidade com meu agregador. No entanto, uma busca um pouco mais aprofundada me revelou o porquê da mensagem: Acontece que ontem o digg passou por uma reforma — que o tirou do ar por praticamente duas horas — para que pudesse iniciar uma nova fase: Mais atrativo aos olhos, o serviço agora também suporta vídeos e podcasts:

Digg, a San Francisco-based social news site, is embracing video and podcasting, and will launch a major facelift to reflect its new expanding coverage on Monday morning. The new interface should improve discovery of the most popular and top-ranked stories, company executives say.

[…]

The emphasis, in this upgrade, is clearly video. As part of the offering, Digg users will be able to view videos from Google, YouTube and Metacafe in a special lightbox, without leaving the Digg website. In addition, a new wing of the site will be devoted to listening to and digging podcasts.

Após o período fora do ar, é possível notar que na região superior da tela existem links para as novas funcionalidades do serviço. O site mudou completamente para acomodar os novos recursos — agora conta com um layout líquido, o que, na minha opinião, além de dar um charme a mais ao serviço, ainda o torna mais acessível, uma vez que pessoas com resoluções maiores de vídeo poderão experimentar uma navegação mais confortável — e a seção de vídeos ficou com um visual bastante atrativo, como se pode perceber:

digg_video_podcasts.jpg

Parece que a moda agora é mesmo acrescentar novas mídias aos sites sociais: Os vídeos parecem estar conquistando espaço cada vez mais rapidamente — assisti-los via internet é uma das atividades que mais tem crescido nos últimos tempos — e isso me faz pensar em pelo menos um efeito colateral: Como filtrar o que é de qualidade, separando-o do que não é.

Eu sei que gosto é gosto, e que gosto não se discute, mas com tanta gente colocando material no ar, com certeza aquilo que é realmente bom vai acabar sendo prejudicado. Embora só o tempo possa dizer como os vídeos ruins serão tratados, acho que posso arriscar meu palpite no caso do digg: Com certeza sua comunidade — que no momento tem mais de 700 mil membros — os enviará para as profundezas… 🙂

Eu tenho 1 aninho, viu?!

dedinho_1.jpg

Vocês devem imaginar — sem que eu precise dizer — que mamãe e eu, como passamos muito tempo juntos, vivemos brincando um com o outro, né? Pois então… Hoje, numa dessas brincadeiras diárias da gente, mamãe resolveu me testar, perguntando “— Quantos anos você tem, Xandinho?“.

Na primeira vez em que ela me perguntou isso, fiquei só olhando pra ela, com um sorriso no rosto. Mas vi que mamãe estava a fim de ver se eu sabia realmente a minha idade… Então, como sou um bebê muito, mas muito inteligente mesmo, esperei que ela perguntasse a mesma coisa pela segunda vez. E daí, é claro, respondi “— Um”, ao mesmo tempo em que eu levantei meu dedinho pra indicar o número!!

Foi mais uma das vezes em que eu surpreendi a minha mamãe… Agora, sempre que ela perguntar quantos anos eu tenho, já saberei a resposta automaticamente!! E poderei fazer disso mais um motivo de diversão!! 🙂

Happy Feet: O Ping¼im

Happy Feet - O Ping¼imManter o interesse, durante quase duas horas initerruptas, pela história de um pequeno ping¼im imperador em busca do amor de sua vida é uma das tarefas mais difíceis que eu poderia imaginar para um diretor de cinema: Muito provavelmente, poucos dariam conta do recado. Felizmente, a meu ver, George Miller — diretor dos filmes do porquinho atrapalhado Babe — foi um desses iluminados.

Não é apenas o elenco de peso convocado para a produção — que conta com nomes como Elijah Wood (O Senhor dos Anéis), Hugh Jackman (X-Men) e Nicole Kidman (A Feiticeira) —-, nem apenas a trilha sonora, vibrante, dançante e que tem tudo para agradar todos os gostos, indo de Prince a Queen. Em Happy Feet: O Ping¼im (2006), o que vemos é um verdadeiro show de animação, onde a computação gráfica, muito bem utilizada do início ao fim, se transforma numa atração   parte. Vejam por exemplo, as imagens abaixo:

emperor.jpg

normajean.jpg

Leva-se um tempo até descobrirmos que imagem é verdadeira e que imagem é gerada por computação gráfica, não é mesmo? De qualquer forma, em Happy Feet: O Ping¼im, conhecemos Mumble — que, na versão dublada virou Mano (horrível tradução, diga-se de passagem) —, um ping¼im imperador que habita os arredores da Antártica. Toda a comunidade em que vive está acostumada a encontrar seus amores verdadeiros — atividade, aliás, para a qual os ping¼ins são preparados desde muito cedo — através de canções. Mas aí é que está o xis da questão: Por uma destas adversidades do destino, Mumble nasce sem saber cantar uma única nota. Sua voz, aliás, é horrível.

Acontece que seu talento se revela de outra maneira: Mumble se mostra detentor de uma incrível capacidade de sapatear. Desde que sai do ovo demonstra que será um dançarino nato e, a partir daí, começa sua jornada para demonstrar que pode ser aceito mesmo com diferenças tão grandes para a maioria, e que isso não será impedimento para que, também ele, possa encontrar o amor verdadeiro, que, aliás, se reflete na personagem Glória, com quem vai junto para a escola, desde bebê.

Repleto de dança e musicais — óbvio em um filme em que o personagem principal é um ping¼im que sapateia — o filme conta ainda com um hilário quinteto de pinguins mexicanos que hablan um belo portu±ol e que acompanham Mumble em sua jornada através do mundo gelado do filme. O personagem ainda se vê  s voltas com conflitos religiosos e ecológicos. Apesar das duras críticas de alguns telespectadores e jornalistas especializados por conta destes dois últimos pontos, minha opinião final é de que foi um belo filme pra se ver, ainda mais na época natalina. Vale   pena.

Parabéns, mamãe!!

Mamãe e eu na festa de Natal

Os dias com minha mamãe são sempre muito especiais!! Mas hoje, o dia é ainda mais especial, porquê estamos falando do aniversário dela!! :party-hat:

Mamãe… Nem sei como dizer… Você é a coisa mais importante da minha vida, todos os dias. E mesmo que eu de vez em quando apronte umas poucas e boas, quero que você saiba que eu guardo você dentro do meu coraçãozinho!! E é por isso que eu quero te desejar um aniversário pra lá de especial, com direito a muita felicidade, e pedir pra Papai do Céu te proteger, abençoar e iluminar pra sempre. Eu te amo!! Um beijo enorme, grandão mesmo, do seu Xandinho! 🙂

Lamentável

salario_deputados.jpg

Câmara e Senado decidem quase dobrar próprios salários

SÃ?Æ?O PAULO – Os presidentes da Câmara e do Senado decidiram assinar um ato conjunto aumentando o salário dos parlamentares de R$ 12.847 para R$ 24,5 mil, equiparando o valor ao teto do Judiciário. Com isso, os salários dos deputados e senadores terão um reajuste de quase 100%, que entrará em vigor em 1ú de fevereiro de 2007, quando inicia-se a nova legislatura.

E eu ainda tinha a esperança de dizer a meu filho, pelo menos algum dia, que este país em que vivemos é um país de gente séria… 🙁

Tietagem

Kid Abelha Kid Abelha

Kid Abelha Kid Abelha

Só consegui publicar agora, mas sábado passado fui   festa de fim de ano da empresa, que contou, entre outras atrações, com uma apresentação exclusiva para os funcionários e seus familiares da banda Kid Abelha. Como sou um grande fã da banda, enfrentei o congestionamento que se formou a caminho do local — uma vez que não apenas eu, mas também metade da torcida do Flamengo somos fãs do grupo — e até mesmo chuva, só para curtir 1h20 de sucessos como Fixação, Eu Contra a Noite e No Seu Lugar.

agenda_kid.png

O que dizer? A chance de estar em um show completamente fechado com a banda não acontece todo dia. E a oportunidade se torna ainda mais especial quando se sabe que a apresentação foi uma das últimas do Kid Abelha — pelo menos até julho de 2007 — uma vez que eles farão um pit stop para cuidar de projetos individuais até então, conforme esta nota de seu site oficial:

nota_oficial_kid.png

Apenas para não dizer que tudo são flores — e que todo evento do qual eu participo tem que contar com pitadas das famigeradas Leis de Murphy —, apesar de levar tanto filmadora quanto câmera digitais, descobri muito tardiamente que ambas estavam com suas baterias baixíssimas: O resultado foi que consegui apenas 20 minutos de filmagem — que, mesmo assim valeram cada segundo — e, no caso das fotos, apenas 4 se salvaram, justamente as que ilustram este post.

Mas que foi uma experiência e tanto, isso foi! 🙂

Apitando!!

Apitando!!!

De uns tempos pra cá aprendi uma nova brincadeira: Apitar!! Me lembro de que quando fiz meu aniversário de um ano, papai e mamãe me levaram numa loja de brinquedos e um moço que trabalhava lá me deu um pequeno apito amarelo de presente. Desde então, só via papai e mamãe apitando pra mim, e, é claro, dava muitas risadas com os barulhos que os dois faziam.

Mas acontece que eu resolvi parar de ficar só olhando, e experimentei apitar por mim mesmo. Foi uma coisa que aconteceu assim, de repente. Aconteceu assim: Mamãe me deixou um tempinho no cercado, enquanto ela preparava meu almoço. Eu estava com vários brinquedos pra me distrair, e de repente ela ouviu um som lá da cozinha! Lembro que mamãe reagiu em voz alta, dizendo “— Hãããã?”, igualzinho as pessoas fazem quando não estão acreditando no que está acontecendo, sabem?

Era eu apitando…!! Resolvi soprar e ver no que é que dava… E fiz um monte de barulho! Não levou nem um minuto, mamãe veio correndo ver o que eu estava fazendo e demos muitas risadas juntos!! Foi muito divertido! 🙂