Armazene 450Gb em papel!

Ando precisando de mais espaço para armazenamento de minhas informações. Como qualquer pessoa buscando alternativas simples e mais baratas para resolver meu problema, lembrei-me de um amigo que até o final do ano deve ir para o exterior, e lembrei-me de lhe pedir que me trouxesse não apenas um hard disk muito maior, mas também alguns dispositivos secundários de armazenamento, como um pen drive e alguns DVD’s para uso com meu gravador.

3140_paper18_jpg.jpegOcorre que, se o que li neste final de semana se concretizar, todos os meus pedidos logo estarão transformados em coisas do passado, ou seja, verdadeiras peças de museu: Sainul Abideen, um mestre em engenharia indiano de apenas 24 anos de idade, acaba de desenvolver o que batizou de Rainbow Technology, uma inovação através da qual podem-se armazenar dados em papel comum, que suportará capacidades que variam de 90 a 450Gb, ou seja, cerca de 131 vezes mais capacidade que um DVD comum.

Embora ainda não existam grandes empresas oficialmente interessadas pela invenção, seu conceito parece extremamente interessante: Ao invés de usar zeros e uns para o armazenamento de dados, estes são traduzidos em formas geométricas — como círculos ou hexágonos — que têm cores para representar os diferentes tipos de formato: Vídeos, documentos, arquivos MP3 e virtualmente qualquer tipo de mídia poderão ser armazenados e mais tarde recuperados através de scanners que devem ser tão pequenos que logo substituirão drives de DVD e CD nos computadores e laptops do mundo inteiro.

O autor do artigo afirma, inclusive, ter assistido a um filme de 45 segundos armazenado em papel, e visto um documento inteiro, com 432 páginas, ser armazenado em um papel com 4 polegadas quadradas — cerca de 26 centímetros quadrados. Isso demonstra que o maior ganho da invenção será em seu custo de fabricação: Papel é muito mais barato do que os compostos utilizados atualmente para a confecção de CD’s e DVD’s.

Mas o que dizer da reação daqueles que leram o artigo e que, como eu, se preocupam com o tamanho do papel? Afinal de contas, não duvido que se possam armazenar 450Gb através do Rainbow Format: Só espero que não precise de um rolo com mais de 150km para isso

Big Brother sobre rodas

A vigilância no melhor estilo Big Brother parece ter chegado   frota de veículos brasileiros: É que ontem, conforme resolução publicada pelo CONTRAN — Conselho Nacional de Trânsito —, ficou determinada a obrigatoriedade da instalação de placas eletrônicas em todos os carros nacionais, de forma a facilitar sua identificação.

Trata-se do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos — SINIAV —, baseado não apenas em chips a serem posicionados na parte interna do pára-brisa dianteiro do veículo, mas também em antenas que estarão instaladas nas ruas e farão a leitura de dados como o número da placa do veículo, seu chassi e número do RENAVAM. Terminam de compor os equipamentos centrais de processamento e sistemas informatizados.

A medida, que deve ser cumprida por estados e distrito federal em até cinco anos, será adotada, segundo o que pude ler, para que seja possível um combate maior ao roubo de cargas, a melhoria da mobilidade urbana e do tráfego de veículos. E, por ser um item obrigatório, quem estiver sem o chip de controle após a implantação total do sistema pagará multa por infração grave de trânsito.

Rastrear veículos para combater roubos me parece uma idéia fantástica: Não é esse, afinal de contas, o modelo de negócio já inclusive implementado por algumas empresas de segurança, que literalmente rastreiam nossos carros num eventual problema de segurança? Talvez desta forma realmente se inibam os roubos. Mas e o outro lado da moeda, ou seja: Como ficará nossa privacidade?

Quero dizer, é de se imaginar que o mundo caminhe para um cenário onde as coisas são cada vez mais controladas: A era tecnológica em que vivemos, por sinal, facilita tal cenário, tornando-o muito mais alcançável do que há anos atrás. RFID‘s e outros dispositivos já são, aliás, utilizados amplamente como meios de controle de estoque, e entre outras aplicações, permitem o rastreamento de produtos em trânsito. Mas o governo saber onde o seu carro está — quando excluída a questão de segurança — pode ser sim, uma imensa violação de privacidade. Pode ser impressão da minha parte, mas estou apenas esperando que grupos direcionados a este tipo de debate comecem seus protestos… Ou será que eles não viriam?

Suas senhas vão bem?

Interessante. Uma nota rápida do Slashdot que li hoje chama a atenção para o fato de que a Fundação Mozilla tornou público ontem um bug — de número 360493 — que atesta existirem falhas no gerenciador de senhas do Firefox 2.0:

The flaw derives from Firefox’s willingness to supply the username and password stored on one page on a domain to another page on a domain. For example, username/password input tags on a Myspace user’s site will be unhelpfully propagated with the visitor’s Myspace.com credentials.

Essa história de armazenar senhas diretamente nos programas de computador nunca foi minha praia. É bem verdade que uma ou outra senha se acaba memorizando através do gerenciador do Firefox, mas nunca confiei 100% nessas coisas. Testei até mesmo o Password Corral, um programa freeware que me permite armazená-las offline, mas não gostei do processo. No fim das contas, acabo guardando tudo de cabeça, ou, no máximo, quando as senhas são muito importantes, em algum caderno oculto na minha casa.

A questão é: Será que eu estou sozinho nesta prática, ou mais alguém por aí também não confia em armazenar senhas eletronicamente, por mais que a Fundação Mozilla vá se empenhar em resolver a questão?

Fui no Zoológico!

Hoje, mamãe e papai me levaram pra conhecer o Jardim Zoológico lá em São Paulo!!

Na verdade, o único que já tinha ido lá era o papai, quando era pequeno. Assim, foi um passeio marcante não apenas pra mim — já que hoje fiz a minha primeira excursão de ônibus — mas também para a minha mamãe, que também nunca tinha ido lá antes. O papai aproveitou e matou as saudades.

Mamãe e eu na frente da casinha dos macacos

Eu vi muitos bichinhos diferentes! Até hoje só conhecia cachorrinhos, gatinhos, patos, galinhas e outros animais da fazenda, mas consegui ver bem de perto alguns outros tipos de animais muito diferentes: O tamanduá, a girafa, o elefante, a arara, a zebra, e mais um montão deles — tantos que eu nem consigo me lembrar o nome de todos…

As Girafas O Elefante

Os Hipopótamos Os Rinocerontes

Também, pudera!! Ficamos o dia todo “batendo perna” e, depois de ver tantos bichinhos diferentes, acabamos muito cansados… Mas valeu muito   pena!! Eu só não me diverti mais porquê durante o passeio choveu um pouco… Na verdade, teve uma hora em que caiu uma chuva muito forte e a gente precisou se abrigar dela por um tempinho… Papai, que tinha levado a filmadora além da câmera — pra registrar melhor o que acontecia — nem conseguiu usá-la… a chuva não deixou!

Papai e eu no meio da chuva!!

Aliás, acho que foi por causa da chuva que caiu que os bichinhos que eu vi — como bem lembrou a mamãe — estavam um pouco preguiçosos… Muitos deles não quiseram nem sair da toca quando eu passava pra olhar, mas eu entendo: Com um friozinho de chuva, até eu ia querer me abrigar, mesmo… 🙂 Mas, independente disso, adorei de verdade a chance de passear no Zoológico!! E quero voltar muitas vezes lá — agora com um :sun: bem bonito pra ajudar — pra ver um montão de coisas diferentes!! Aliás, uma das recordações de que mais gostei foi essa foto que um moço tirou da gente logo que chegamos!

Zoológico 150

Ficou uma graça, né? 😉

Resuma seus feeds… ou não!

Bia Kunze, além de ser a odontologista mais linda da internet (tive que concordar com meu amigo Neto Cury), também veio mostrar o outro lado da moeda com relação   campanha de Feeds Completos iniciada pelo Rafael Arcanjo.

Ela cita — sem deixar de ter razão — um argumento irrefutável, em seu comentário em meu post:

Para quem lê feeds em dispositivos portáteis, vale lembrar que textos muito longos exigem maior tráfego de dados. E na internet móvel, se paga pelo tráfego, e não pelo tempo de conexão. Mesmo quem tem tráfego ilimitado ou usa o wi-fi, muitas vezes se depara com a pouca memória do aparelho

Às vezes há posts que não interessa você ler, e aí já é tarde, seus preciosos KB já foram consumidos.

Só posso afirmar, após conhecer o outro lado da moeda, que a blogosfera também deve ser um lugar democrático. E como eu sou uma pessoa que adora democracia, me vi logo   frente de um impasse.

Como fazer, afinal, para disponibilizar ambos os feeds, sendo um completo — para quem está com conexões de banda larga e/ou quer ler os assuntos sem precisar necessariamente visitar meu blog — e outro, resumido, para atender   leitores e leitoras especiais como a Bia, que têm nos PDA’s e similares não apenas instrumentos de lazer, mas também de trabalho?

Felizmente, para mim, a resposta veio rápido.

Faça uma “cirurgia” em seu feed RSS 2.0

Vou propôr a vocês uma “cirurgia”: E prometo que, ao final do procedimento cirúrgico, teremos tanto o feed completo quanto o resumido. Para isso, tudo o que vamos precisar é do próprio WordPress, além de um pouquinho de conhecimento — bem pouco, mesmo — de PHP.

Pra começo de conversa, escolhi o feed RSS 2.0 de meu site. Não foi por nenhuma razão em especial, já que poderia ter sido qualquer outro feed: O WordPress disponibiliza os formatos Atom, RSS 0.92 e RDF, além da minha própria escolha.

De qualquer forma, para seguirmos adiante, vamos primeiro entender um pouco sobre a forma como o WordPress trata dos feeds. Quem acompanha o BlogAjuda sabe que o Rodrigo está trabalhando em uma série de artigos para criar um tema para esta ferramenta de edição de blogs. Pois bem. Criar temas envolve mexer com templates, que nada mais são do que modelos para o conteúdo do blog.

Além dos templates para o blog, que controlam a forma como aparecem a página principal, os comentários e as páginas para artigos individuais, entre outros, o WordPress também possui modelos para os feeds. Estes modelos, embora não tão amigáveis quando os dos temas, são exatamente o ponto onde precisamos mexer. Então, vamos em frente.

No diretório de instalação do WordPress — o mesmo onde está o arquivo wp-config.php — existem quatro arquivos padrão, chamados wp-rss2.php, wp-rss.php, wp-rdf.php, wp-atom.php e wp-commentsrss2.php. Todos eles controlam a forma como o sistema irá trabalhar com os feeds RSS — o último deles, inclusive, trata do feed de comentários. Vamos dar especial atenção ao arquivo wp-rss2.php.

Para continuar, faça o download do arquivo wp-rss2.php que está no seu blog para o seu computador e abra com um bom editor de texto, de preferência com numeração de linhas Se você quer uma sugestão pessoal, tente o PSPad, ultra-poderoso e freeware..

Uma vez tendo aberto o arquivo, procure o trecho de código abaixo. No caso da versão de WordPress que eu estou usando, ele começa exatamente na linha de número 40:


		]]>

		]]>
	post_content ) > 0 ) : ?>
		]]>
	
		]]>
	


Para quem leu meu post anterior
, este é o bloco que, “nos bastidores do sistema” faz com que a escolha pessoal do usuário em disponibilizar um feed completo ou resumido ocorra. Notem, sobretudo, esta linha:


Ela contém uma tag Uma tag é a representação de qualquer função do WordPress, para se obter funcionalidades, sejam elas básicas ou avançadas que obtém das configurações de seu blog a informação sobre o seu feed. Caso rss_use_excerpt retorne um valor verdadeiro, isso significará que você está disponibilizando um feed resumido. Caso contrário, você está jogando no time das pessoas que têm feeds completos disponibilizados.

Pois bem, é hora de realizar a “intervenção cirúrgica” que mencionei anteriormente. Basicamente, deixaremos de verificar se o usuário deseja um feed completo ou não, e passaremos a forçar a geração de um feed resumido. Para isso, ainda tendo em mente o primeiro dos blocos de código acima, elimine as linhas de números 40 e de 42 a 49 do arquivo. Para facilitar a explicação, a figura abaixo destaca as linhas que iremos apagar:

highlighted_rss2php.jpg

A exclusão das linhas destacadas na figura acima fará com que este bloco, após a edição, fique com apenas uma linha, como a seguir:

]]>

Salve o arquivo com um nome diferente do original. No meu caso, usei o nome wp-rss2-sumario.php. Em seguida, faça o upload deste novo arquivo para o mesmo diretório onde estava o original. Em seguida, será hora de testarmos o novo feed resumido que acabamos de criar.

O teste será prático, simples e indolor: Consistirá em testarmos nosso novo feed com um leitor de nossa preferência. Para esta demonstração, continuarei um fiel adepto do novo Google Reader.

add_reader_sumario.jpg

Uma vez adicionado o endereço do novo arquivo do qual acabamos de fazer o upload, voilá! Um feed resumido instantâneo é produzido, tal como podemos observar pela ilustração abaixo, em que o indicador […] está ativo.

resultado_feed_resumo.jpg

Pronto! Com este resultado, basta criar uma referência ao novo feed na barra lateral de seu blog (tal como eu mesmo já fiz, depois deste tutorial) para que todas as pessoas possam usufruir de feeds completos ou resumidos a seu bel-prazer. O que posso garantir é que todos os seus leitores estarão plenamente satisfeitos depois desta.

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Google Reader Redux

Um comentário muito pertinente realizado pelo Sérgio Lima em meu post anterior sobre o Google Reader pode ser a dúvida de muita gente que, além do agregador, utiliza também o GMail: Já que a interface de ambos os serviços é bastante similar, será que não existe uma forma de integrar as duas coisas, poupando logins e tempo?

Felizmente, a resposta é sim. Graças   genialidade de Mihai Parparita, usuários dos dois serviços que também usam o Firefox podem contar com um script Greasemonkey Greasemonkey é uma extensão do Firefox que permite que sejam adicionados trechos de código em DHTML (chamados de scripts de usuário) a qualquer página da web para que seu comportamento seja alterado, geralmente para a adição de novas funcionalidades. que fará o serviço. Este script é o Google Reader Redux.

Instalar o script é muito simples. De acordo com o site do próprio desenvolvedor, basta que sejam seguidos estes passos:

  1. Instalar o Firefox (caso você ainda não o tenha).
  2. Instalar a extensão Greasemonkey para usar o script.
  3. Reiniciar o navegador.
  4. Baixar e instalar o Google Reader Redux
  5. Visitar ou recarregar a página do GMail.

A visita ao GMail, uma vez instalada a extensão em questão, fará com que um novo link apareça,   esquerda, entre as demais opções, permitindo a leitura de feeds em formato de lista, conforme ilustro a seguir:

google_reader_redux.jpg

Clicar sobre um feed da lista fará com que o script exiba um resumo — ou a versão completa — do item do feed.

Pessoalmente, gosto desta funcionalidade que o script permite. Assim, estou combinando o poderio de duas ótimas ferramentas e facilitando a minha própria vida. Espero que, mostrando os passos necessários, eu possa ajudar a de vocês também 🙂

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Curtindo uma Praia…

Mamãe e papai me levaram pra passear na praia!! :jump:

Foi assim… papai estava curtindo umas férias do trabalho dele e, aproveitando também o feriado de Finados, fomos pra Ubatuba — mesmo com a vovó Helena comentando que nesse feriado sempre chove —, onde passamos uns dias bem gostosos!

Fomos várias vezes na praia… Em todas elas, mamãe providenciou para levar meus brinquedinhos — baldinho, pazinha, rastelo, entre outros — e com isso meu kit diversão ficou garantidíssimo! 😉 Além disso, outra das coisas que eu gostei bastante de fazer foi cobrir o papai e a mamãe de areia: Sempre que eles estavam distraídos, lá vinha eu atacar! 🙂

Ah… Outra coisa! Mamãe e papai, em cada uma das idas   praia, caminharam comigo na beiradinha do mar… Comecei, por isso, a falar a palavra MAR, reconhecendo toda aquela água. E não queria saber de sair de perto dela, não!!! Quando eles me chamavam para ir para o lado da areia, quem disse que eu aceitava? 😉

O que eu queria mesmo era brincar com as ondas! É tão gostoso quando elas batem em mim e molham os meus pezinhos…! Dá pra chutar água, molhar as mãozinhas, é uma diversão só! Pena que, como diz o papai, “tudo o que é bom dura pouco”. Agora o que me resta é esperar uma próxima vez, né?

Eu e feeds completos

Quem me lê com freq¼ência já sabe: Troquei o Bloglines pelo Google Reader. Mas embora eu esteja adorando a mudança, devo dizer que pelo menos uma característica da antiga ferramenta faz uma falta enorme na nova: A exibição do número de usuários que assinam meu feed RSS.

Acho fantástico poder saber quantas pessoas assinam meu site (e,  s vezes, até quem). Afinal de contas, são elas — dentre as milhares que provavelmente passam mensalmente pelo meu endereço mas que permanecem pouquíssimo tempo nele — as que preciso tratar com maior cuidado e respeito: Elas gostam do que escrevo, acham interessantes as minhas idéias e pensamentos e voltam com freq¼ência para ler as novidades.

Ofereça seu Feed CompletoÉ por isso que, ao me atualizar a respeito do que anda acontecendo na blogosfera hoje, só posso dizer que recebo de braços abertos a campanha que o Rafael Arcanjo resolveu começar: Trata-se da disponibilização de nossos feeds completos para todos os nossos leitores. Assim eles não deixarão de nos acompanhar e poderão fazer isso através de seus agregadores de preferência, sejam eles quais forem.

Quer mais argumentos?

Um argumento basta

Meu argumento pessoal mais forte para a disponibilização de um feed completo reside no fato de que, assim como alguns leitores possuem o meu site entre seus favoritos, eles também lêem dezenas, centenas ou milhares de outros sites da grande rede, pois acham seu conteúdo tão ou mais interessante que o meu próprio.

Assim sendo, não é correto que eu obrigue cada um de meus leitores a fazer uma visitinha forçada. Se você disponibiliza apenas o resumo de seus artigos, me acredite: As visitas ao seu blog continuarão ocorrendo sem que seja preciso utilizar-se deste artifício, e elas também serão de seus fiéis leitores. Uma dica simples é manter o que você escreve o mais interessante possível. Afinal de contas, comentários, por exemplo, exigem visitas aos blogs.

Adsense em risco?

Sua preocupação está nos cliques e ganhos que você deixará de obter com programas como o Google Adsense? No blog do Rafael esta pergunta está devidamente respondida, e eu recomendo a leitura.

Mas, de qualquer forma, aqui também cabe dizer o que eu, particularmente, penso sobre anúncios publicitários em blogs, e é muito simples: Acho que eles se destinam mais aos visitantes aleatórios do que  queles que lêem meu site com freq¼ência. Não sou nenhum expert nessa questão, mas a impressão que tenho é de que provavelmente seja mais raro que alguém que me lê com freq¼ência clique em um anúncio de minha página do que aquelas pessoas que são leitoras de títulos ou que vieram parar aqui acidentalmente — através do Google, por exemplo.

Com isso, não estou querendo dizer que seja impossível que algum leitor freq¼ente clique em um anúncio — eu mesmo faço isso,  s vezes. Só digo que é mais difícil. Leitores aleatórios, ao contrário, provavelmente o façam mais facilmente: Eles chegam procurando alguma coisa, lêem apenas aquilo, julgam se é ou não relevante e, para continuarem com sua navegação, podem, entre outras coisas, se sentirem atraídos pelos anúncios.

Como saber se meu feed é completo?

Muitas pessoas que se utilizam do WordPress para a confecção de seus blogs pessoais podem estar achando a idéia de disponibilização dos feeds completos uma coisa excelente, ao mesmo tempo em que já se perguntam sobre como fazer para que isso ocorra facilmente.

Assim sendo, vou contribuir aqui com — mais — dois centavos sobre o assunto. A mudança que fará com que você disponibilize artigos completos ao invés de resumos do que escreve aos seus leitores pode ser feita diretamente através do Painel de Controle do WordPress.

feeds_completos.jpg

Uma vez logado, basta que você clique em Opções » Ler. Na seção Alimentação para assinaturas, selecione a opção Texto completo ao responder   pergunta sobre o que mostrar para cada artigo, tal como ilustro acima.

Pronto. Sua adesão   campanha Feeds Completos estará automaticamente feita e você passará a estar na vanguarda da informação, assim como não apenas eu já faço, mas também Neto Cury, Bruno Alves e, é claro, o BlogAjuda, entre muitos outros! Aproveite e escolha uma das imagens disponíveis por lá para que você mostre seu apoio.