Eu, no BlogAjuda!

À partir desta semana passo a contribuir com o BlogAjuda, um portal criado por meu amigo Rodrigo Ghedin para a divulgação de diversas informações relevantes e interessantes a respeito do universo dos blogs, sendo voltado principalmente para usuários brasileiros do WordPress.

O “contrato de trabalho” que firmei com o Rodrigo — que, aliás, fez a gentileza de me apresentar ao público do BlogAjuda — me deixa muito feliz, pois sempre adorei participar de iniciativas que visem auxiliar não apenas os amantes de WordPress, mas todos os blogueiros de forma geral.

Para começar minha participação por lá, uma reedição de um dos textos que já publiquei há pouco tempo por aqui vem bem à calhar: Trata-se de Just keep it fun, que traz dicas sobre como tornar nossos blogs mais populares.

Então é isso. Nos vemos não só aqui, mas também por lá, ok?

in Web | 152 Words

Firefox 2.0: Um show!

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Quem já conhece, não precisa de quaisquer apresentações ou comentários adicionais para ter certeza. Quem ainda não conhece, não sabe o que está perdendo. Assim, me sinto na obrigação de me juntar a meus diletos amigos Neto Cury e Camelo Manco, num coro só, para dizer a todos que o novíssimo Firefox 2.0 é realmente um programa dos mais fantásticos!

Entre milhões de outras novidades da nova versão do melhor navegador de Internet do planeta, seguem aqui alguns comentários pessoais — o mais breve possíveis — sobre as três que eu achei mais inovadoras e interessantes, e, é claro, os porquês.

A última sessão de navegação

Escolhi esta como o top da minha lista: O Firefox 2.0 agora pode recuperar a sua última sessão de navegação automaticamente, coisa que antes só era feita através de plugins.

“— E qual é a finalidade disso?”, você pode estar se perguntando. Eu explico: Pessoas como eu, que usam o Firefox para navegar por zilhões de sites ao mesmo tempo, com várias abas abertas, com certeza vez ou outra já fecharam o programa, seja acidentalmente, seja por esquecimento.

O problema nestes casos é claro: Nem sempre a gente se lembra que sites estava visitando exatamente e, no meu caso então, que estou sempre escrevendo pelo menos um rascunho de post para o blog, meu trabalho vai por água abaixo: Salvar meus textos com freqüência não é e nem nunca foi uma das minhas grandes virtudes…

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Mas agora a opção salvadora existe: Ela pode ser localizada diretamente no menu Ferramentas » Opções, bastando selecioná-la através da guia Principal, exatamente como estou ilustrando acima. Experimente digitar um texto, deixá-lo pelo meio do caminho e abrir mais uma ou duas abas, fechando o Firefox logo em seguida.

Abra-o novamente e pronto: Sua digitação, formulários, páginas, tudo, tudo, tudo mesmo, estará lhe esperando para que você possa continuar exatamente de onde parou…!

Cada aba com seu botão pra fechar

Esse era um pedido pessoal meu, de tempos atrás! Se podemos navegar abrindo, ao mesmo tempo, diversas abas, porquê foi que demoraram tanto tempo para colocar, em cada uma delas, um botão individual para fechamento? Até então, eu precisava clicar o botão direito do meu mouse sobre a aba, e escolher a opção correta para fechá-la. Agora está muito melhor!

Além disso, mais uma funcionalidade que antigamente era possível apenas através de plugins — presente, aliás, desde a última versão do Firefox, a 1.5 — continua no programa: A capacidade de reordenar as abas que estão abertas. Parece bobagem, mas pessoalmente sentiria uma falta enorme de não poder mais fazer isso!

Correção Ortográfica

Um recurso já há muito tempo disponível em processadores de texto e em aplicações web — como o GMail, entre outras — agora também é parte integrante do Firefox. Novamente através do menu Ferramentas » Opções é possível ativar a correção ortográfica, que estará então automaticamente integrada à digitação em campos texto de formulários da web.

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A integração automática é visível através do destacamento de palavras, tal como ocorre no Microsoft Word, por exemplo, sendo que os erros serão sublinhados em vermelho, e sua correção será possível através do clique do botão direito do mouse sobre a palavra, selecionando-se uma opção dentre as disponíveis, ou adicionando-se uma nova palavra ao dicionário.

Uma ressalva é válida antes de começar a utilizar a correção ortográfica: É necessário instalar-se um ou mais dicionários ortográficos para que o processo funcione. Mas a instalação é o mais descomplicada possível: Basta que, com o mouse sobre qualquer caixa de texto do navegador, o usuário clique o botão direito do mouse e escolha a opção Idioma » Adicionar dicionários. O download de diversos idiomas poderá ser realizado — à exemplo do que já ocorre com plugins e temasdiretamente pelo site da Fundação Mozilla.

WordPress 2.0 + Firefox 2.0 » Um bug!!

ATUALIZAÇÃO: Após um pouco de “escavação” pela Internet afora, descobri que o problema na verdade é intencional. Na verdade — aparentemente afim de resolver conflitos com teclas de atalho de menus — a própria Mozilla alterou a funcionalidade dos atalhos das versões anteriores do Firefox.

Agora, para todos os atalhos que antes eram ativados apenas com o pressionamento da tecla ALT, é preciso usar a combinação ALT+SHIFT, conforme descrito nas notas de lançamento da nova versão do navegador.

Na prática, os usuários do WordPress como eu passarão a ter um pouco mais de trabalho: No editor do software, atalhos para negrito e itálico passam a ser ALT+SHIFT+B e ALT+SHIFT+I, por exemplo.

Pode ser que mais usuários do WordPress tenham percebido o mesmo problema, pode ser que não: O fato é que os atalhos de digitação do editor de posts da ferramenta — alt-b para negrito, alt-i para itálico, e por aí afora — não mais funcionam após a atualização de versão.

Embora até o momento eu não tenha localizado nenhuma correção para este problema — o que me deixa triste, pois atalhos de teclado são uma necessidade enorme para mim —, acho que não levará muito tempo até que alguém no fórum de suporte do WordPress apareça com uma solução paliativa, ou que os próprios desenvolvedores surjam com uma correção definitiva.

Quer saber mais?

As novidades em torno do novíssimo Firefox 2.0 são muitas, e pode ser que você queira se aprofundar um pouco mais no assunto. Para isso, talvez uma visita rápida a estes recursos possa lhe ser útil:

» Página Oficial (pt-br) do Firefox

O ponto de partida para o download do programa, ou para conhecer melhor todos os seus recursos — que são muitos. Se você usa o Internet Explorer, ou está com ambos os programas instalados em seu computador, por exemplo, aqui existem dicas sobre como fazer a migração, demonstrando que tudo o que você faria nos outros navegadores poderá fazer aqui também, e muito melhor…

» Central Firefox

Mais dicas sobre o navegador: Fóruns de suporte, comunidade no Orkut e listas de discussão a respeito da ferramenta lhe ajudarão a ficar cada dia mais próximo de se tornar um especialista.

» Mozilla Firefox na Wikipédia

Se você não conhece o navegador da raposa, não perca tempo: Dê uma lida neste artigo da Wikipédia, pois ele lhe trará todo o conhecimento necessário a respeito da ferramenta, falando não apenas do Firefox, mas também de seus criadores, nomes anteriores e uma série de outras curiosidades interessantes. Recomendado.

» Life Hacker’s Geek to Live: Top Firefox 2 config tweaks

Você já obteve bastante informação básica sobre o Firefox 2.0 — ou já o conhecia antes — e quer dar uma incrementada adicional no programa? Gina Trapani, editora do site Lifehacker dá uma série de dicas muito interessantes que visam tornar o browser mais configurável do mundo ainda mais atraente para todos os gostos.

» Bruno Alves: Novidades no Firefox 3.0

O Firefox é superior aos outros navegadores por muitos motivos. No entanto, um dos mais notáveis é o seu constante desenvolvimento e melhoria: Em seu blog, Bruno Alves dá a dica para quem quer ficar a par das próximas novidades, o que é algo muito interessante para geeks de carteirinha como eu.

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Experimentando sapato!

Não sou lá um bebê que goste muito de usar sapato, sandália ou chinelo — exceto quando não são os meus próprios: Se for um par de sapatos do papai ou os tênis da mamãe, por exemplo, vou logo tentando calçar, e saio andando com eles pela casa… ;)

Mamãe e papai normalmente se divertem — e não entendem como é que eu posso não usar os meus próprios sapatos, enquanto os deles eu não quero tirar dos meus pés. Mas tudo é parte de uma brincadeira… Acho que talvez seja um pouquinho de vontade de crescer antes da hora, ou, pelo menos, me sentir um “pouquinho maior“…

De qualquer forma, vejam só o flagra abaixo… Nessa foto estava usando um dos pés do par de tênis da mamãe… Olha que, como os pés dela são pequenos, quase que não dá pra reparar nessa foto… Mas viram como eu estou segurando a minha sandália na mão? Pois é… calçar os sapatos e tênis do papai e da mamãe é muito, mas muito mais interessante d:)

Com os tênis da mamãe no pé!

Novidades no Portal WordPress

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A ilustração acima não deixa dúvidas de que o WordPress é atualmente uma das ferramentas mais populares do mundo para a criação e edição de blogs, se encontrando praticamente empatada com o precursor de todas elas, o Blogger.

Na onda do sucesso, os desenvolvedores anunciaram esta semana a primeira versão pública de seu software para gerenciamento de fóruns de discussão, o bbPress, criado à imagem e semelhança de seu antecessor.

Se o sucesso se repetir no caso desta ferramenta — o que eu acho que pode ocorrer, dada a leveza e simplicidade da solução, que, aliás, está sendo usada no fórum do Portal WordPress, portal mantido pelo meu amigo Neto Cury —, pode ser que soluções muito antes consagradas nesta área, como o phpBB, acabem perdendo uma parcela de preferência dos usuários, coisa que só o tempo dirá.

Ah… e se você já utiliza o WordPress mas ainda não conhece o Portal WordPress, ou se pensa em usar uma boa ferramenta para iniciar um blog, não perca mais tempo: Acesse e conheça, pois trata-se de uma ótima referência para a busca de artigos, tutoriais e dicas sobre a ferramenta, com a vantagem de ser uma comunidade totalmente em português! Tem muita gente boa participando e eu mesmo preciso tirar a poeira de alguns artigos e tutoriais, pra fazer uma contribuição, digamos, mais rica

Então, encontro vocês por lá, ok? ;)

Desfragmentar é preciso!

Vez por outra nos deparamos com um problema muito comum para qualquer pessoa na face da Terra que tenha um computador: Lentidão. Quando nossos computadores ficam menos rápidos, entramos logo em desespero — bom, eu, pelo menos, sofro deste mal —, sendo que a primeira coisa que nos vêm à cabeça é que provavelmente tenhamos sido vítimas de algum vírus, trojan ou spyware do mal.

A primeira coisa que se pode fazer para tentar resolver uma crise de velocidade em seu computador realmente tem a ver com a utilização de um bom anti-vírus, em conjunto com um bom eliminador de pragas virtuais como estas que nos assolam quando navegamos pela grande rede. Mas o que fazer quando as respostas de tais programas não acusam nenhum vírus ou praga virtual, embora o seu computador insista em funcionar como se fosse movido à lenha?

Talvez a resposta esteja na realização de uma bela desfragmentação dos arquivos do seu computador.

O que é fragmentação?

Não é muito complicado explicar o que é a fragmentação de arquivos. Para entendê-la, posso recorrer à mesma explicação que usava com meus alunos, à época em que dava aulas de informática.

Embora hoje em dia existam os mais diversos tipos de mídia para armazenamento de arquivos, a maioria de nós utiliza um disco rígido para guardar as nossas informações, sejam elas textos, fotos ou músicas. Este disco possui espaço livre, que vai sendo preenchido ao longo do tempo, conforme as necessidades de cada usuário.

Cada arquivo gravado passa por um programa — chamado sistema operacional —, que é responsável por tentar fazer com que os dados sejam armazenados seqüencialmente. O armazenamento seqüencial é mais interessante porquê torna mais rápida a abertura de arquivos posterior, quando precisamos deles.

Quando temos um disco rígido recém-comprado — ou mesmo um que tivermos formatado recentemente —, existe tanto espaço disponível que gravar uma seqüência de bits e bytes é muito simples. Mas à medida em que vamos utilizando o computador e fazendo coisas bastante comuns, como deletar arquivos ou aumentar o tamanho deles — como, por exemplo, quando estamos escrevendo um trabalho e vamos enriquecendo o texto com o passar do tempo, salvando cada nova versão — as coisas vão ficando meio “bagunçadas” e nem sempre o sistema operacional consegue achar espaço suficiente para a gravação de todos os dados de um novo arquivo em seqüência.

Neste caso acontece a fragmentação: Por não encontrar a quantidade total de espaço livre necessária para gravar um arquivo todo junto, o sistema operacional acaba dividindo a informação em pedaços e gravando cada um deles onde houver espaço disponível. Em termos de armazenamento, a solução é funcional, pois os dados não são perdidos. Mas a velocidade de acesso a eles fica prejudicada.

Seeking

disk_l.jpgOs dados de um disco rígido são acessados por uma cabeça de leitura e gravação. Esta cabeça se movimenta aleatóriamente, à medida que novos arquivos e informações são solicitados através do sistema operacional e é necessário que o programa ordene que estes sejam encontrados pelo disco.

O tempo que a cabeça de leitura e gravação leva para encontrar um arquivo, independentemente do que vá acontecer em seguida, é chamado de seeking time, ou, em bom português, tempo de busca. Agora pensem comigo: Se os todos os arquivos estão organizados corretamente e seu conteúdo está gravado em seqüência, fica mais rápida a leitura dos dados. Isso porquê a cabeça de leitura e gravação de seu disco rígido, uma vez tendo encontrado o arquivo necessário, só precisa ir até o final dos dados “em linha reta“.

A figura que escolhi para ilustrar esta seção exemplifica bem este caso, o do disco rígido que aparece no topo.

Quando os dados de um arquivo não estão na seqüência, o tempo de acesso é maior, pois a cabeça de leitura e gravação necessita se movimentar uma ou mais vezes para completar sua tarefa: Ao chegar ao final de um trecho do disco sem completar a leitura dos dados, a cabeça “pula” para o próximo trecho e, quanto mais longe um estiver do outro, mais demorada será a operação a ser realizada com o arquivo sendo acessado.

Este é o caso do segundo disco rígido da figura. Os dados de diversos arquivos estão bastante misturados, e isso faz com que cada um deles seja acessado mais vagarosamente pelo disco rígido e, consequentemente, pelo próprio sistema operacional. Embora o seeking time dos discos rígidos esteja na casa dos milissegundos — entre 8ms e 4ms, no caso dos hardwares mais modernos —, se a fragmentação for muita, todos estes microtempos acumulados com certeza causarão irritação no mais sereno dos usuários de computador.

Efeitos desagradáveis

Os efeitos da fragmentação de arquivos são inúmeros: Quando alguém liga o computador, o disco rígido inicia um levantamento de arquivos. Este processo, necessário para a correta inicialização de qualquer sistema operacional, levará muito mais tempo para ocorrer se os arquivos estiverem picados, ao invés de estarem todos ordenados.

Também se sente o efeito deste problema no acesso de qualquer arquivo que você use em seu dia-a-dia, como trabalhos da escola, cartas, planilhas, vídeos ou músicas. No caso destes dois últimos tipos, como seu tamanho é por vezes muito maior do que os anteriores, o tempo de acesso é ainda mais afetado, pois o número de pedaços em que o arquivo pode estar fragmentado dado seu tamanho será também proporcionalmente maior.

Será que estou sofrendo de fragmentação?

SIM! Só não sofrem com este problema os usuários que ainda mantêm seus computadores fechados nas caixas de papelão nas quais os produtos vieram, ou que ainda não ligaram o equipamento uma boa centena de vezes.

Tecnicamente, a fragmentação do seu disco ocorre, entre outros motivos, por uma série de falhas de algoritmos de liberação e reserva de espaço em disco, que variam de sistema operacional para sistema operacional.

Na prática, basta saber que, ao deletar, modificar ou gravar novos arquivos, a fragmentação do disco rígido fatalmente ocorrerá. Mas não é necessário perder mais cabelos do que aqueles que já arrancamos, reclamando das quedas no desempenho e na velocidade de nossas máquinas. O problema tem fácil solução!

O Antídoto

Cada sistema operacional conta com uma série de programas que realizam um processo chamado desfragmentação de disco. Neste processo, um software é responsável por rearranjar os pedaços de arquivos no disco, para que fiquem contíguos e em ordem, desta forma contribuindo para que o desempenho e a velocidade de busca do disco aumentem.

O sistema operacional Windows, por exemplo, conta com um desfragmentador de disco entre suas ferramentas de sistema. O problema com a desfragmentação é que ela parece causar mais assombro entre os usuários de computador do que muitos outros processos mais complicados.

Vejamos o caso de minha mãe, por exemplo. Ela utiliza anti-vírus, anti-spyware e uma série de outros programas muito mais complexos do que um desfragmentador de disco em seu dia-a-dia. Mas até esta semana nunca tinha feito uma desfragmentação em seu próprio sistema, embora tenha admitido pra mim que já tinha ouvido falar do processo, inclusive sabendo que os fabricantes recomendam a desfragmentação periódica.

Acho que o maior problema com a desfragmentação é que não se trata de um processo rápido: Desfragmentar consome toneladas de memória RAM de qualquer computador e um processo efetivo destes pode levar umas boas horas para se completar. Ainda no caso do Windows, muita gente que eu conheço, quando se lembra de desfragmentar o disco rígido, o faz através do modo de segurança do sistema, para que o mínimo de coisas esteja carregado na memória de seus computadores.

Uma Dica

Já que este processo leva muito tempo, ao invés de usar o desfragmentador padrão da Microsoft, sugeri a minha mãe que recorresse a um programa muito bom — com o qual já tive ótima experiência e que é, acima de tudo, gratuito — chamado Auslogics Disk Defrag.

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Ocorre que um amigo e eu experimentamos o programa em nossos computadores no trabalho. Ele nos pareceu bastante rápido: Além de realocar os pedaços de arquivos, ainda mostra, ao final do processo, quanto da performance conseguiu melhorar. No caso do meu computador, este percentual chegou a 21%, dada a quantidade de instalações e desinstalações, downloads e deleções de arquivos que faço regularmente.

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Como os resultados que obtive foram interessantes, resolvi aplicar uma sessão do programa em meu computador de casa. Embora tenha demorado um pouco mais de tempo do que antes, o processo foi igualmente funcional: Logo meu micro estava quase 35% mais rápido.

É fato que existem diversos programas que realizam o mesmo processo, e também que o programa que mencionei me parece ser extremamente novo. Mas pude notar diversos comentários de usuários que, além de mim, também tiveram suas boas experiências e é por isso que deixo a dica registrada neste artigo. De qualquer forma, o importante é desfragmentar, independentemente da ferramenta que se escolha para isso.

Ah! Antes de desfragmentar…

…é importante lembrar que você deve fazer uma limpeza em seu disco rígido. Isso fará com que mais espaço livre seja disponibilizado e igualmente colocado em ordem.

Entre as coisas que você pode fazer estão a exclusão de arquivos temporários, sejam eles os do seu navegador de Internet, ou os do próprio Windows. A limpeza do registro e a desinstalação de programas que você julgue desnecessários também são ótimas pedidas antes de um processo de desfragmentação e, exceto pela última menção, um programa chamado Crap Cleaner, também gratuito, pode ser uma mão na roda.

Depois de feita esta limpeza preliminar, o que posso lhes garantir é que a velocidade do sistema em geral sofrerá uma boa melhora. E se a desfragmentação ainda não for a resposta para tornar sua máquina mais rápida, pode ser que você precise considerar outras opções, como a compra de mais memória RAM. Mas isso já é uma outra história e fica pra outro artigo.

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Bolinhas e Diversão

Mamãe e papai “construíram” pra mim uma piscina de bolinhas! :)

Foi assim: Já tínhamos a piscina em casa, porquê eu usava ela praticamente desde que eu nasci, principalmente pra me refrescar nos dias mais quentes, pra tomar banho e brincar na praia. Tudo bem que fazia um certo tempo que eu não usava, mas papai e mamãe pegaram a piscina e incrementaram com “algo mais“.

Este “algo mais” foi justamente um saco enorme com muitas bolinhas coloridas, que eles trouxeram hoje, quando voltamos de um passeio que fizemos. Daí, foi só alegria! Inflaram a minha piscininha, que estava guardadinha, e colocaram todas as bolinhas lá dentro!!

Diversão na piscina de bolinhas

Diversão na piscina de bolinhas

Gostei tanto da novidade que abri muitos sorrisos e gargalhadas :D Fiquei o tempo inteiro atrás de papai e mamãe falando bó-bó (que é como eu chamo as bolinhas), só pra convidar eles pra brincarem comigo!! Uma diversão só! ;)

Meu boné!!

Hoje mamãe, papai e eu fomos ao shopping! Sei que já fomos passear lá diversas vezes e que, quando vou lá, sempre ando muito, mas desta vez, em meio ao passeio, mamãe, que estava já há algum tempo procurando um boné pra mim, achou e comprou!

Isso mesmo, gente!! Ganhei um boné!! E só pra mim! ;)

Usando um boné!

Bom… É verdade que mamãe comprou o boné pra mim sem saber ao certo qual seria a minha reação: Ela sentiu vontade de fazer a compra porquê já tinha observado antes — por exemplo, quando visitamos o lugar onde papai trabalha — que eu gostei de andar com uma viseira na cabeça… E como a distância entre boné e viseira não é muita, tcha-nam! Cá estou eu com meu novo boné!

De boné vendo TV

Assim que mamãe comprou o boné, fui logo colocando na cabeça!! Nem esperei o papai pagar, direito!! Mas isso é porquê eu gostei muito da idéia de usar um boné… E vocês têm que admitir, gente: Ficou uma graça na minha cabeça, não é mesmo? ;) Eu amei!!

Parabéns, Papai!!

Hoje é aniversário do papai!! :party-hat:

Papai é muito legal, gente! Me leva pra passear — e me pega no colo quando estou cansado e já não aguento mais dar os meus passinhos sozinho —, brinca comigo, canta e faz tantas outras coisas que nem caberiam aqui pra eu poder contar pra vocês… Nessa foto aí, por exemplo, ele está me levando de cavalinho, uma coisa que eu adoro que ele faça: Sempre caio na gargalhada! :)

Clube 26

Papai, como eu pensei em um milhão de presentes pra te dar mas não achei nenhum que fosse tão bom quanto eu gostaria, eu queria te dizer que eu te amo muito, do fundo do meu coração! Que Papai-do-Céu te abençõe hoje e sempre, e que te dê muitos, muitos, muitos anos de vida!

Um beijão do Xandinho!! :party:

Saudades da Ilha dos Macacos

guybrushthreepwood.jpgSó mesmo quem já esteve na pele de Guybrush Threepwood por quatro vezes seguidas pode dizer que Monkey Island — produzido pela LucasFilm Games, mais tarde LucasArts — foi o melhor adventure game já produzido na face da Terra.

Me lembro, aliás que, muito antes de outros sucessos como Doom, por exemplo, me chamarem a atenção, foi este gênero de games que eu passei jogando a minha infância praticamente inteira.

Adventure games anteriores à esta série, como Police Quest e King’s Quest — ambos produzidos pela concorrente Sierra Online — por sinal, foram responsáveis, entre outras coisas, pelo meu interesse contínuo e pelo aprendizado cada vez mais rápido de inglês, uma vez que, à época, não havia nenhum jogo dublado ou legendado em português.

O tom saudosista realmente se fez presente neste post porquê encontrei neste final de semana — ainda que meio por acaso — um link para o Happy Monkey Island Music Day, evento virtual promovido pelo blog especializado em games Joystiq. Nele, revivi a fantástica trilha sonora da abertura de todos os jogos da série, aqui reproduzida em vídeo pela banda Press Play on Tape, especializada em tocar música de jogos de computadores antigos, principalmente o Commodore 64. Mesmo que você nunca tenha sequer ouvido falar do jogo, vale a pena ouvir.

Embora haja rumores sobre um quinto episódio da série Monkey Island, não sei o quanto de verdade há neles, embora existissem referências a isso no último dos jogos da série, o quarto episódio, chamado Escape from Monkey Island.

monkey.jpgMas nem tudo está perdido para os saudosistas como eu, uma vez que atualmente pode-se recorrer ao excelente ScummVM, um programa que permite não apenas reviver as emoções da série da Ilha dos Macacos, mas também de um monte de outros jogos do mesmo gênero. Se você gosta de adventures e não conhece o programa, está perdendo tempo! E se você, como eu, já jogou ou conhece alguém que já se aventurou na pele de Guybrush, me avise para que possamos tomar uma caneca de Grog juntos!