Na Saudade…

É verdade que desde que me tornei pai, o tempo que tenho dedicado a assistir televisão tem diminuído quase tão vertiginosamente quanto o tempo que estou dedicando a postar novo conteúdo por aqui. Mas mesmo assim, se tem uma coisa que eu — que vivi minha infância na década de 80, rodeado de determinados programas que hoje em dia não são encontrados mais por aí — simplesmente adoro é assistir a desenhos clássicos. A coisa chega mesmo ao fanatismo, e minha própria esposa às vezes gosta de me lembrar — sem que eu possa tirar-lhe a razão — que parece que eu assino TV via satélite apenas para assistir desenhos animados.

Pois bem. Admito. Adoro assistir a Tom e Jerry, Pantera Cor-de-rosa, Os Jetsons, Hong-Kong Fu, Formiga Atômica e mais uma série de títulos que não citarei, mas que estão igualmente guardados em um local especial na minha memória. Por isso me sinto no direito de defender com unhas e dentes um dos canais mais fantásticos para os saudosistas de plantão como eu: O Boomerang. Mas o fato é que o espaço para quem é saudosista está cada vez menor. E o canal do qual tanto gosto nunca mais será o mesmo, a partir do próximo dia 3 de abril.

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Hipersensíveis?

Sem ela não poderíamos nos dar ao luxo de viver nossas vidas com um certo grau de conforto. Nada de televisão, rádio, computador ou eletrodomésticos. Até mesmo a invenção de Thomas Edison nunca teria chegado a existir, e precisaríamos incondicionalmente de lampiões, querosene e outras fontes de iluminação que não a utilizassem como princípio.

Se você, como eu, sente falta da eletricidade naqueles — demasiadamente longos — momentos em que a energia acaba na sua casa, sabe do que eu estou falando. Para mim, ela é tão essencial quanto a água e nos é bastante útil para uma série de nossas atividades diárias. Mas parece que nem tudo são flores. Isso porquê metade da população pode sofrer, de acordo com algumas pesquisas, de alergia a eletricidade.

De acordo com uma notícia que li no Globe and Mail desta semana, a tal alergia está sendo considerada, por estudiosos, professores e cientistas, cada vez mais uma vilã, responsável por males como dores nas costas, fadiga, dores de cabeça, depressão, dificuldade para dormir e diversos outros problemas.

Pelo que li, problemas deste tipo são mais antigos do que parecem, e há mais gente do que se pensa que sofre com eles. Parecem ter começado com o surgimento do computador e são anteriores aos celulares e redes wi-fi. A eletricidade é fonte de campos elétricos e magnéticos e, afinal de contas, há certa lógica em se pensar que ela possa interferir com organismos vivos, que vivem à base de impulsos elétricos.

A queda na qualidade da energia que chega a nossas casas pode realmente ser culpada pelos males acima? Embora exista um fundo de lógica nisso tudo, sou cético em acreditar que a instalação de filtros que barrem impulsos elétricos possa nos livrar dos mais diversos tipos de problema, entre eles o estresse. Passei vários dias longe de computadores, por exemplo, enquanto estava de férias na Bahia, e não senti nenhuma dessas coisas, que, normalmente, devo admitir, já senti mais de uma vez. Mas me pareceu muito mais um efeito da mudança de ambiente provocada pela viagem do que da distância da eletricidade. Ou será que eu estive errado este tempo todo?

Dando tchau!

Com pouco tempo na Bahia já fui logo aprendendo a dar tchau pra todo mundo. Isso porquê todos queriam sair pra passear me levando junto com eles, e sempre que faziam isso, todas as pessoas me davam tchau, acenando com as mãos.

Logo eu entendi que era isso que eu precisava fazer ao sair no colo de alguém. Se estava no colo da minha mamãe e, por exemplo, uma das minhas tias me convidava a passear, pulava logo pro colo dela e, assim que essa minha tia dava tchau, eu tratava de ir logo mexendo as mãos também, mostrando que era hora de passear.

Mesmo depois de terminadas as minhas férias por lá, esse foi um hábito que eu mantive, como vocês podem ver abaixo, numa foto que minha mamãe tirou aqui em casa mesmo. Eu estava no andador e, indo passear longe dela, virei pra trás e acenei com minha mãozinha, os dedinhos bem abertos, realizando um tchau com perfeição!

Tchauzinho, pessoal!

Meus priminhos legais!

Ultimamente, em todo lugar que eu vou que tem criança pequena, já vou logo me alegrando… Isso porquê enquanto estava em Feira de Santana, de férias com papai e mamãe, ficava o tempo todo rodeado pelos meus priminhos, um mais atencioso que o outro, todo mundo querendo brincar comigo e me encher de paparicos de várias maneiras diferentes.

Eu sou um bebê que está ficando cada dia mais pesado   medida em que eu cresço. Mas isso não era obstáculo pra nenhum dos meus priminhos que, mesmo sabendo que talvez não fossem me ag¼entar por muito tempo, queriam mesmo era sair passeando comigo no colo. Eu, que adoro mesmo dar umas voltinhas por aí seja lá onde for, adorava essa idéia, é claro.

Meus primos e meu titio Mário

Pra vocês que não conhecem os meus priminhos, eles estão nessa foto aí de cima. Ah, e está também o meu titio Mário que foi quem veio buscar a mamãe, quando chegamos no Aeroporto de Salvador. Ele usa essa barba que vocês estão vendo, mas não está do mesmo tamanho aí na foto do que quando nós chegamos. A barba dele estava bem grande e eu adorei brincar com ela, tanto que no caminho pra casa da minha vovó Maria eu só queria saber de fazer isso o tempo todo!

Eu quero deixar registrado por aqui, também, que estou morrendo de saudade de todo mundo, e que de maneira nenhuma todo esse agito que eu via em Feira de Santana e toda aquela bagunça que fizemos por lá, estou fazendo por aqui. Todos os meus priminhos são demais! Ah, e titio Mário… vê se deixa a barba mais crescida, que da próxima vez que eu voltar   Feira, quero brincar com ela de novo, viu? Um beijo do Xandinho pra todo mundo!

Minha tia companheira de passeio!

Ela me pegava muito no colo enquanto eu estive na Bahia… Saía de casa, passava por um monte de lugares me mostrando todos os detalhes da rua: Carros, pessoas, bicicletas e as plantas, tudo isso até chegarmos ao restaurante dela, onde finalmente a minha viagem terminava…

Em pleno passeio...

Estou falando da titia mais companheira que eu tenho quando o assunto é passear por aí: Minha titia Evânia. Apesar de muitas vezes ela não ag¼entar com meu peso — afinal de contas, cada dia que passa estou ficando maior e mais pesado —, quando ela ligava pra minha mamãe e meu papai irem me buscar, nunca vou esquecer a quantidade de vezes que saímos pra rua… Todo passeio com minha titia é inesquecível…!

Meus 9 meses!

Acabo de completar 9 meses! Inaugurei minha idade nova tentando acrescentar algumas novas palavras ao meu vocabulário. Não que eu esteja falando as palavras corretamente, mas estou quase chegando lá, pois emito os sons parecidos com a maneira como elas são de verdade. Isso signfica que eu devo começar a falar a qualquer momento!

Voltinha no andador

Ah, outra coisa… Mamãe e papai têm me ajudado a tentar andar. Eles me ajudam de todas as formas, e eu vou me apoiando neles, e também me colocam pra dar umas belas voltas no meu andador. Assim, estou fazendo um belo progresso, e já consegui ficar de pé sozinho — várias vezes — por alguns segundos! Acho que em breve eu já consiga dar os meus primeiros passinhos sem apoio nenhum! E é claro que eu vou contar pra vocês quando isso acontecer, né?

Amigos do Peito!

Que eu brincava muito quando estive em Feira de Santana, isso acho que não preciso nem dizer pra vocês… afinal, bebês como eu adoram uma brincadeira o tempo inteiro! E um dos meus companheiros de brincadeira era meu priminho Matheus. Logo que eu cheguei, já comecei logo a brincar com ele: Minha mamãe não pôde trazer meu andador de São José dos Campos, mas ele me emprestou o dele, já que ele já sabe andar direitinho. Assim, todas as peripécias que eu faço por aqui, pude fazer por lá, graças   ele.

Eu levei minha piscininha pra tomar banho em Feira. E emprestava pra ele também poder usar, brincando na água. Era a maior festa, vocês precisam ver! Mas é claro que as nossas brincadeiras não se limitavam apenas   piscina e ao andador. Bola, carrinhos, bonecos e tudo mais o que víamos pela frente, usávamos pra brincar.

Amigos do Peito!

Na hora de comer, Matheusinho não gostava muito da idéia. Mas como eu sou um menino muito bom de garfo — gosto de comer tudo, tudo, tudo o que vejo pela frente —, ele me via fazendo isso e acabava comendo pra me acompanhar, também. E é claro, não posso terminar de falar do meu priminho mais novo sem mencionar uma coisa muito engraçada: A hora em que meu papai chegou aqui na Bahia, já que ele só pôde viajar uma semana depois.

Minha mamãe foi dizer ao Matheus quem era meu papai. Ela disse o nome dele, mas ele não quis repetir de jeito nenhum!! Ao invés de chamar meu papai de Dani como todo mundo por lá, ele insistia em chamá-lo só de papai de Xandinho! Eu posso com uma coisa dessas? 🙂 Mat, também estou com saudades de você, viu? Espero voltar logo logo pra aí, e daí a gente brinca mais um montão!! Beijo pra você!

Passeio em Salvador!

Tudo que é bom dura pouco, e pouco durou o tempo que eu passei de férias na Bahia… Mas tudo bem, estou super feliz mesmo assim porquê sei que papai e mamãe vão me levar pra passear lá ainda muitas e muitas vezes, e eu vou poder aproveitar cada vez mais minhas visitas por lá…

Orla de Salvador

No dia em que viemos embora pra casa, fomos um pouco mais cedo pro Aeroporto. Isso nos deu tempo pra dar uma voltinha por Salvador, e eu, que não conhecia a capital, fiquei observando tudo com olhos bem atentos! Quer dizer, eu sou um bebê extremamente curioso por natureza, mas também, era tanta paisagem e lugar bonito pra se ver que qualquer um teria ficado tão encantado quanto eu fiquei.

À beira do Farol da Barra

Pena que a passagem por Salvador tenha sido tão rápida. Passamos pelo Farol da Barra e   partir de lá fomos correndo por todas as praias no meio do caminho — Barra, Ondina, Pituba, Jardim de Alah e mais um monte de nomes que eu não guardei — até o Farol de Itapuã, de onde ainda passamos correndo pela Lagoa do Abaeté. Como diz meu papai, preciso voltar com mais calma   Salvador, porquê com certeza não é um lugar que eu possa conhecer em um dia: Tem muita coisa pra se ver, e muitos lugares que com certeza vão deixar a minha curiosidade a mil por hora!

Mas fica pra uma próxima. Enquanto isso, Salvador fica sendo mais um lugar que eu conheci e que guardei no meu coraçãozinho… Saudade…!

Meu Batizado!

Hoje eu fui batizado! Isso significa que, além de ser filho da minha mamãe e do meu papai, agora sou, reconhecidamente, também mais um filho do Papai do Céu!! Estou muito feliz com a cerimônia, que aconteceu em Feira de Santana, aproveitando que eu estou mesmo de férias por aqui… Foi tudo muito lindo!

Meu batismo Meu batismo!

Meus dindos!Ganhei dois dindos! É assim que as pessoas gostam de chamar os padrinhos aqui na Bahia! Eu ainda não sei se vou continuar a chamá-los dessa forma quando eu estiver maior… mas por enquanto, estou gostando bastante dessa idéia…

Minha dinda é a minha prima Pricilla, que ficou comigo no colo um tempão na Igreja — tal como ela já faz o tempo inteiro aqui em Feira — e meu dindo, meu titio Eduardo, que aliás ficou todo bobo com o convite que mamãe fez pra ele… Vocês precisam ver a felicidade dele, espalhando pra todo mundo a notícia…

Ah, eu coloquei uma foto deles comigo aqui, pra vocês verem! Além de serem minha prima e meu titio, agora eles também têm a missão de me manter no caminho dos ensinamentos da Igreja!! Que bom!

Estava um calor terrível na Igreja, típico aqui da Bahia. No final das contas, fiquei bastante cansado e até um soninho bateu… mas mesmo assim, ainda tive disposição pra tirar essa última foto, com todo mundo junto:

Já estou batizado!

Agora que já sou filho do Papai do Céu, vou lá descansar… Até a próxima!